Your SlideShare is downloading. ×
Leishmaniose
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Leishmaniose

998

Published on

Published in: Health & Medicine
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
998
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
11
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Leishmaniose Canina Rafael Corrêa
  • 2. SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DIVISÃO DE TRANSMISSÍVEIS E IMUNOPREVINÍVEIS GERENCIA DE DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES E ZOONOSES Rio de Janeiro, 9 de maio de 2012. NOTA TÉCNICA Nº 5/2012 - GDTVZ/DTI/CVE/SVEA/SVS-SESRJ Atenção: recomendamos o repasse desta Nota Técnica para as unidades de saúde e clínicas veterinárias nos municípios envolvidos, alertando os profissionais da área. Assunto: Intensificação da Vigilância para Leishmaniose Visceral no Estado do Rio de Janeiro
  • 3. Durante os anos de 2011 e 2012 chegaram ao conhecimento da Vigilância Epidemiológica Estadual (GDTVZ) a ocorrência de casos de LV em cães nos seguintes municípios do Estado: - Município de Mangaratiba - Município de Maricá - Município de Niterói - Município do Rio de Janeiro - Município de Volta Redonda
  • 4. SILVA, D. A; PERIÉ, C. F. D; JUNIOR, A. A. V. M.; MADEIRA, M. F; FIGUEIREDO, F. BO. Leishmaniose visceral canina em Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro – Relato de caso. Revista clínica veterinária. n. 95 p. 65-68 nov./ dez. 2011. Mosquito da leishmaniose é encontrado em Volta Redonda Publicado em 08/05/2012, às 14h58 Diário do Vale Volta Redonda O coordenador do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), da Secretaria Municipal de Saúde, Rogério José da Silva, confirmou hoje (8) que foi encontrado no bairro Eucaliptal o mosquito palha, transmissor da leishmaniose do tipo visceral. O mosquito foi capturado depois do comunicado do artesão Cephas de Oliveira. Segundo ele, que já atuou na área de saúde, foi fácil identificar o mosquito, que é pequeno e quase transparente. Uma equipe do órgão foi até a casa dele, em 1º de março, na Rua João Nascimento de Almeida, e instalou armadilhas para pegar o mosquito, que foi encaminhado para análise. Segundo Rogério José, o único caso registrado da doença aconteceu em setembro do ano passado, no bairro Jardim Belmonte. Depois disso, essa foi a primeira vez que o mosquito palha foi identificado na cidade. No segundo semestre de 2011, uma criança estava com leishmaniose do tipo visceral - que é mais grave, por causar inflamações no fígado e no baço. O paciente foi tratado e curado. Neste ano, de acordo com dados do CCZ, nenhum caso da doença foi notificado.
  • 5. Petrópolis: 8 casos confirmados entre 2011 e 05/2013 Teresópolis: 2 casos confirmados
  • 6. 60 % dos cães são assintomáticos!
  • 7. Proteína Total e Frações Relação A/G < 0,5
  • 8. A reação de imunofluorescência indireta (RIFI) utiliza como antígeno promastigotas de Leishmania fixadas em lâmina e um conjugado anti-IgG de cão com isotiocianato de fluoresceína Com o exame diluição plena podemos acompanhar um tratamento e/ou fechar um diagnóstico.
  • 9. O Elisa tem boa sensibilidade e especificidade, permitindo o processamento de grande número de amostras simultaneamente. As possíveis reações cruzadas podem ser minimizadas pelo uso de antígenos purificados ou recombinantes. A leitura automatizada elimina erros de interpretação e torna a execução do teste mais simples.
  • 10. O antígeno utilizado nos kits de diagnóstico ELISA e RIFI do Bio- Manguinhos utilizam antígeno L. major, que causa Leishmaniose Tegumentar. Falsos positivos podem ocorrer por reação cruzada oriunda de anticorpos produzidos por outras infecções comumente causadas por Erhlichia sp, Babesia sp, Neospora sp, Trypanosoma cruzi, T. caninum e espécies de Leishmania Tegumentar.
  • 11. Comparando-se a utilização do teste anti- rK39 com o Elisa com antígeno bruto, concluiu-se que o teste cromatográfico anti-rK39 é capaz de detectar infecção ativa em cães com diferentes formas clínicas da doença, uma vez que a sensibilidade do teste anti-rK39 foi de 83% com especificidade de 100% Em condições de campo, o teste rápido realizado com sangue total não demonstrou boa performance em detectar anticorpos anti-Leishmania em comparação ao teste rápido realizado em laboratório, com soro sanguíneo, à RIFI e ELISA. O percentual de positividade desse teste foi de apenas 17,4%, 44,4% menor do que os 31,3% verificados no teste rápido realizado no soro sanguíneo “Avaliação do diagnóstico da leishmaniose visceral canina com a utilização de teste rápido com antígeno recombinante K39 em regiões endêmicas do estado de São Paulo.”
  • 12. The validation of DPP® was performed using whole blood and obtained 44.6% positive results. DPP® presented a lower capacity to detect positive animals. These results indicate that the use of whole blood may not be the optimal choice for utilization in screening tests, despite the speed and convenience of the exam. EUDSON MAIA DE QUEIROZ JÚNIOR VALIDAÇÃO DO TESTE IMUNOCROMATOGRÁFICO RÁPIDO DUAL PATH PLATFORM PARA O DIAGNÓSTICO DA LEISHMANÍASE VISCERAL CANINA Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará, como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre em Ciências Veterinárias.
  • 13. PCR quantitativo e qualitativo deve se realizado com amostras de medula óssea, punção de linfonodo ou biópsia de pele
  • 14. Não Reagente para ambos Reagente em pelo menos um teste RIFI > ou = 1:640 Assintomático Sintomático Vacinar / usar repelente citologia de medula, linfonodo, PCR ou anti RK39 Negativo Positivo Diagnóstico de infecção Acompanhar o animal e repetir exames em 1 mês. Usar repelente

×