Your SlideShare is downloading. ×
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Aula 01 animação 2 d
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Aula 01 animação 2 d

1,680

Published on

Published in: Business, Technology
1 Comment
2 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total Views
1,680
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
3
Actions
Shares
0
Downloads
68
Comments
1
Likes
2
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Animação 2D na arte Aspectos históricosANIMACAO DIGITAL Profª Ma. Venise Paschoal de Melo UFMS
  • 2. [Animação 2D inserida na arte]Não se pode deixar de considerar que antes dacomputação gráfica, temos toda uma história deimagens intermediada por meios técnicos(estáticas e em movimento):História do cinema (dispositivos ópticosmecânicos)História da fotografia (dispositivos de captura)História do desenho animado
  • 3. LANTERNA MÁGICA 1831 Funcionava mediante iluminação a vela,com imagens desenhadas sobre placas de vidro
  • 4. TAUMATROPO, 1825 VÍDEO
  • 5. FENACISTOSCÓPIO, 1828Trata-se de um disco ao longo do qual uma mesma imagem se repetia em diferentes posições, porém sequenciais. ao ser girado, o aparelho dá a impressao de que a imagem encontra-se em movimento.
  • 6. PRAXINOSCÓPIO, 1892um projetor primitivo com um sistema de espelhos, para a sensação de relevo e movimento. VÍDEO
  • 7. SEQUENCIA DE IMAGENS, 1878o uso de múltiplas câmeras para captar o movimento VÍDEO DOCUMENTÁRIO ANIMUS: história do desenho animado
  • 8. [Animação 2D inserida na arte]Com este processo de invenções, há umacondição crítica completamente diferente dequando surgiram os primeiros dispositivos alidar com a geração e animação deimagens. A expectativa se torna mais exigente emtodos os aspectos.
  • 9. [Animação 2D inserida na arte]Em meados do século XX há uma aproximaçãodas vanguardas artísticas com a animaçãogerando uma estética da abstração em conjuntocom técnicas experimentais do cinema:-Ballet Mecanique de Fernad Léger (1924);-Symphonie Diagonale,Eggeling Viking (1924)- Princípios mecânicos de Ralph Steiner (1930)- Anemic Cinema de Marcel Ducham- (1926)- Configurações animadas baseadas em ritmosmusicais de Hans Richter (1921);-Schwarz-Weiss-Grau, Moholy-Nagy (1930) VÍDEO
  • 10. [Animação 2D inserida na arte] Walther RuttmannSeguindo estas propostas no começo dos anos de 1920 o artista Walther Ruttmann insere animações de formas geométricas, sucessões rítmicas, desintegrações: VÍDEO
  • 11. [Animação 2D inserida na arte] Oskar Fischinger, 1930Insere seu o experimentalismo do uso de várias engenhocas técnicas para a aplicação sintética de som no filme. Produziu uma invenção que efetuava cortes emblocos de cera revelando formas inusitadas, que fotografadas frame a frame apresentavamabstrações em movimento ao serem projetadas. Fez ainda experimentações com cera líquida, silhuetas e carvão. Outro método aplicado pelo artista foi o método direto sobre a película. VÍDEO
  • 12. [Animação 2D inserida na arte] Lotte Reiniger A artista Lotte Reiniger, de influência expressionista, vai utilizar a técnica da animação de silhuetas, técnica que remonta as populares sombras chinesas, figuras recortadas em cartolina preta, dispostassobre uma prancha de vidro e iluminadas por trás, gerando efeitos atmosféricos. Ver em Vídeo Extras: Arte de Lotte Reiniger - documentário VÍDEO
  • 13. [Animação 2D inserida na arte] Len Lye animador britânico, pioneiro da animação abstrata colorida, aplicando a técnica da animação direta sobre a película. Nos anos 1930, alguns sitemas de cor para o cinema já permitiam o uso industrial do filme colorido: a Tchnicolor: imagem coloridaresultante era produzida de modo interiamente “sintético” pela impressão diferencial das trêsmatrizes utilizadas para transferir os pigmentos ciano, magenta e amarelo. VÍDEO
  • 14. [Animação 2D inserida na arte] Cores no Cinema: Câmera Technicolor- Um dos primeiros experimentos foi o tingimentoà mão, até a década de 20, o sépia, o verde e oazul eram usados, de maneira isolada.- Outras tentativas se fizeram por meio deemprego de filtros coloridos, cada cena erafilmada duas ou mais vezes, cada vez com umfiltro de uma cor, ou por várias câmerassimultâneas, uma com cada filtro.- Câmera Technicolor: ao invés de um rolo defilme, a luz se proliferava por 3, nas coresprimárias, que projetadas uma sobre as outras,causavam a " impressão" da cor.
  • 15. [Animação 2D inserida na arte] Mary Ellen Bute Estados Unidos, 1930 – experimenta as possibilidades de diversos recursos: da animação de recortes até a animação de objetos, utilizando a técnica conhecida como pixillation. VÍDEO
  • 16. [Animação 2D inserida na arte] Norman McLaren Artista da animação britânico, atuou de forma intensiva da década de 1930 a 1950.“Animação não é arte do desenho que se move,é arte do movimento que é desenhado. O queacontece entre cada frame é mais importante doque acontece em cada frame”.
  • 17. [Animação 2D inserida na arte] Norman McLaren O objetivo é a estética do movimento. Utilizou a técnica direta sobre a película, desenhando diretamente sobre um suporte transparente utilizando a projeção, comoAthanasius Kircher com a lanterna mágica ou Emile Reynaud com o praxinoscópio.
  • 18. [Animação 2D inserida na arte] Norman McLaren cria uma técnica denominada “animação sintética do som”, que consite em desenharmúsica e efeitos sonoros com estilete, caneta etinta diretamente sobre a banda óptica do filme. Era uma forma de obter sons inexistentes, aproximando-se do conceito da imagem animada.
  • 19. [Animação 2D inserida na arte] Norman McLarenMcLaren foi percussor dos filmes 3D, em1950 ofilme Around is Around, foi o primeiro filme dahistória do cinema a apresentar efeitos 3D,sendo uma forma sensorial para se perceber omovimento das imagens artísticas. Os desenhosbidimensionais eram fotografados e para aobtenção do efeito 3D utilizava-se doisprojetores que exibiam frames alternados. VÍDEO VÍDEO
  • 20. [Animação 2D inserida na arte]Na década de 1960 surgem os sistemas deanimação interativos computacionais, emboraainda muito experimentais e com muitasdeficiências de hardware, vão propiciar o iniciada animação computadorizada nas duas mídiasde massa: o cinema e a televisão.Com estes sistemas a linguagem deixa deapoiar-se em comandos digitados, enfatizando atécnica baseada em imagem a partir de suaconstrução interativa em terminais gráficos comouma antecipação dos sistemas atuais.
  • 21. [Animação 2D inserida na arte]Os pioneios da linguagem interativa baseada emimagens no âmbito da animação vêm a ser ossistemas Genesys, uma linguagem de animaçãovetorial 2D, com a possibilidadede geração demovimento, controle e banco de dados.O sistema Genesys funcionava em tempo real,com o usuário interagindo de forma quase quecompletamente gráfica sobre uma mesadigitalizadora à mão livre, obtendo uma respostaquase imediata. Os desenhos 2D são simples,realizados através de pontos demarcados eapresentam a idéia de acetato, proveniente dastécnicas de animação analógica (flipagem). VÍDEO GENESYS : Interactive Computer-Mediated
  • 22. [Animação 2D inserida na arte]A computação gráfica, da década de1960 se apresenta em um estadobastante impessoal e experimental.
  • 23. [Animação 2D inserida na arte] Cybernetic Serendipty, 1967 A exposição que lança a computer art para o mundo em 1967, Cybernetic Serendipty, organizado por Jasia Riechardt em Londres, o crítico de arte Charles Csuri afirma que a computação gráfica apresentada neste evento foi encarada de forma indiferente pelo público comum e as pessoas aplicadas às artes, como produtores e críticos não tiveram uma boa impressão, devido aos recursos ainda serembastante imprecisos, experimentais, pela falta de qualidade gráfica e pela simplicidade extrema das ações.
  • 24. [Animação 2D inserida na arte] “Era um choque descobrir quanto alguém teria que aprender sobre computação gráfica para fazer arte, e mais importante, quanto teria que desaprender a respeito dos meios tradicionais de arte” (Charles Csuri) Csuri reconhecia que haveria arte quando o artista assumisse o controle da máquina, fazendo-a seguir seus desejos.O cientista Kenneth Knowlton afirmou na época: “espero a arte vindo de artistas ou artistas trabalhando junto com programadores, não espero arte vindo de programadores”.
  • 25. [Animação 2D inserida na arte]Pode o computador criar obras de arte?”;As obras criadas com a ajuda da informáticapossuem um valor estético?
  • 26. [Animação 2D inserida na arte]Max Bense, filósofo da estética, influenciou boa parte dos primeirosindivíduos a explorar o computador comoinstrumento de criação artística.Estética Gerativa: arte criada a partir deprocessos aleatórios, que se utilizam docomputador para gerar imagens que sãoprodutos das relações ordem/desordemde um dado repertório e simulam processosrelacionados à criatividade, ao pensamentovisual e também aos processos naturais decrescimento.
  • 27. [Animação 2D inserida na arte] John e James WhitneyComo exemplo de arte produzida neste período os irmãos John e James Whitney aplicaram a animação baseada em sistemas vetoriais. Em seus filmes John e James Whitney demosntram possibilidades estéticas de movimentos e variações permitidas pelo uso de uma máquina. VÍDEO VÍDEO
  • 28. [Animação 2D inserida na arte] Stanley Vanderbeek filmes que exploram variações de formasgeométricas abstratas e palavras geradas por um computador IBM, onde os pixels ficam aparentes e não há uma animação fluida. O artista também realiza algumas experimentações utilizando a proposta do movimento punk. VÍDEO VÍDEO
  • 29. [Animação 2D inserida na arte] Na década de 1970 com a evolução doscomputadores a computação gráfica também se torna mais complexa. A emergência das novas tecnologiasimplicaram em transformações profundas na evolução da informática.A palavra chave para entender a direção dos acontecimentos é a interação.
  • 30. [Animação 2D inserida na arte] Com o surgimento do microprocessador, o mouse e memórias de maior capacidade a preços suportáveis, surge o conceito revolucionário de computador pessoal, a metáfora do desktop.O mouse surgiu como um instrumento associado à concepção inovadora de multimídia interativa, proposto por Douglas Engelbart. Surgem as interfaces gráficas, o que facilitou a simbiose entre o homem e a máquina.
  • 31. [Animação 2D inserida na arte] Lilian Schwartz imagens editadas misturadas comimagens calculadas por computador e imagens animadas manualmente. VÍDEO
  • 32. [Animação 2D inserida na arte] Woody Vasuka, 1980 Início da Animação 3D VÍDEO
  • 33. ReferênciasBARBOSA JÚNIOR, Alberto Lucena. Arte daanimação: técnica e estética através da história.São Paulo: Editora SENAC, 2002.

×