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Abdômen agudo
 
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Aula simples e bem explicativa.

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  • Difusa: fibras não-mielinizadas e entram na medula em vários níveis; Linha média: órgãos inervados por ramos de ambos os lados da medula espinhal; Associação: diminuição progressiva da motilidade intestinal.
  • Aumento da pressão abdominal: manobra de Valsalva; Dor localizada: nervo mielinizado com penetração em nível específico da medula espinhal.
  • Sinais vitais: instabilidade hemodinâmica; Genitourinário: cisto roto, torção ovariana, gravidez ectópica.
  • Mecânica: 85% são cálculos de gordura.

Abdômen agudo Abdômen agudo Presentation Transcript

  • Victor Camarão Pôrto Acadêmico do 8º Semestre
    • Condição mórbida súbita, manifestada por dor abdominal aguda;
    • Tomada de decisão rápida quanto causa e terapêutica;
    • Atraso no diagnóstico e tratamento afeta de diversas formas o prognóstico do paciente.
    • Indicação cirúrgica varia entre 15-30% das pessoas que procuram o emergência
    • Idosos e recém-natos = 10%;
    • Causas:
      • Etiologia desconhecida – 41,3%;
      • Gastroenterites – 6,9%;
      • DIP – 6,7%;
      • ITU + litíase renal – >9%;
      • Apendicite + colecistite – 7%.
    • Dor visceral:
      • Fibras aferentes tipo C;
      • Localizadas nas paredes de vísceras ocas e na cápsula de órgãos sólidos;
      • Devido a distensão, inflamação, isquemia ou envolvimento direto;
      • Dor de início insidioso, contínua, difusa, não agravada por movimento, mais intensa na linha média;
      • Associada com distensão abdominal, náuseas, vômitos.
      • Ex: dor no periumbilical no início da apendicite aguda.
  •  
    • Dor parietal:
      • Fibras do tipo C e delta A;
      • Devido a inflamação ao peritônio parietal (pus, urina, fezes, secreções GI);
      • Dor de início mais agudo, mais intensa e mais localizada, agravada por movimento ou aumento da pressão abdominal;
      • Responsável pela dor à palpação, contratura e dor à descompressão;
      • Ex: dor em FID por inflamação do peritônio parietal adjacente ao apêndice inflamado.
    • Anamnese:
      • QP – em aspas, até 3 queixas, principal queixa;
      • HDA:
        • Caráter (cólica, queimação, pontada);
        • Localização (apontar);
        • Irradiação;
        • Intensidade (0-10);
        • Início (quando, como, gradativo ou súbito);
        • Duração;
        • Periodicidade (intermitente ou constante, manhã ou noite);
        • Fatores desencadeantes, agravantes ou de alívio;
        • Sintomas associados.
      • HPPP/HS/HF:
        • Ciclo menstrual, medicamentos (AINEs, ACHO, corticóides), defecação, urina, drogas ilícitas, etilismo.
    • Exame físico:
      • Geral:
        • Postura, palidez, sudorese, fáceis, icterícia, edema;
        • Sinais vitais – FC, FR, PA, pulsos;
        • Cardiopulmonar – expansibilidade, simetria, ausculta;
        • Neurológico – escala de coma de Gasglow;
        • Genitourinário – exame pélvico.
    • Exame físico:
      • Abdome:
        • Inspeção – cicatrizes, peristaltismo visível, abaulamentos, pulsação, forma, simetria, manchas;
        • Ausculta – RHA (mínimo 3min para diagnosticar aperistalse);
        • Percussão – distensão abdominal, ascite, punho-percussão;
        • Palpação – longe da dor, profunda após superficial, defesa (voluntária ou involuntária), rigidez abdominal, visceromegalias;
        • Sinais – Blumberg, Murphy, Rovsing, Giordano.
    • Hemograma, PCR;
    • TGO, TGP/ Bilirrubinas, TAP, proteínas;
    • Amilase, lipase;
    • Beta-HCG;
    • Eletrólitos;
    • Raio-X: tórax (PA/perfil) e abdominal (AP/perfil);
    • US abdominal.
    • Abdome Agudo Inflamatório;
    • Abdome Agudo Obstrutivo;
    • Abdome Agudo Perfurativo;
    • Abdome Agudo Hemorrágico;
    • Abdome Agudo Vascular ou Isquêmico.
    • Febre, vômitos, taquisfigmia, desidratação, palidez cutâneo-mucosa;
    • Dor à palpação superficial e profunda;
    • Resistência abdominal a palpação voluntária e involuntária;
    • Descompressão brusca dolorosa;
    • Diminuição dos ruídos hidroaéreos;
    • Ex: colecistite, apendicite, pancreatite, DIP, diverticulite, pielonefrite.
    • Dor em cólica;
    • Distensão abdominal;
    • Peristaltismo visível (ocasional);
    • Desconforto à palpação;
    • RHA aumentados em número e com alteração do timbre(metálico);
    • Hipertimpanismo à percussão;
    • Raio-X: distensão de alças com níveis hidroaéreos;
    • Ex: obstrução de delgado (neoplasia, volvo, brida), cólica biliar ou renal
  •  
  •  
    • Dor à palpação superficial e profunda de todo o abdome;
    • Resistência abdominal involuntária (abdome “em tábua”);
    • RHA diminuídos ou ausentes;
    • Percussão dolorosa em todo o abdome com desaparecimento da macicez hepática (Sinal de Jobert);
    • Raio-X: pneumoperitônio;
    • Ex: úlcera perfurada, apendicite perfurada, perfuração de delgado ou grosso.
  •  
    • Palidez cutâneo-mucosa intensa;
    • Pulso fino e rápido;
    • Hipotensão arterial grave;
    • Sudorese fria e rebaixamento do nível de consciência;
    • Dor abdominal súbita;
    • Difusa à palpação superficial e profunda de fraca intensidade;
    • RHA diminuídos;
    • US: líquido livre em cavidade;
    • Ex: dissecção de aorta abdominal, aneurisma roto de AA, úlcera péptica sangrante, hemorragia retroperitoneal.
  •  
    • Pulso fino, rápido e arrítmico;
    • Taquicardia e taquipnéia;
    • Cianose de extremidades;
    • D or à palpação superficial e profunda;
    • Descompressão brusca dolorosa nem sempre presente;
    • Distensão abdominal;
    • RHS ausentes ou diminuídos;
    • Toque retal com saída de líquido necrótico;
    • Ex: trombose mesentérica, infarto esplênico, vasculites, IAM.
    • Etiologia:
      • Mecânica – Cálculos Biliares, 90 a 95%;
      • Irritação química – Acalculosa, 5%;
      • Infecciosa – Associada.
    • Quadro:
      • Dor em hipocôndrio D ou em epigastro, podendo irradiar para região escapular D;
      • Dor constante e com início gradual;
      • Sinal de Murphy positivo;
      • Associada a anorexia, náuseas, vômitos e febre;
      • Icterícia em 10% dos casos e vesícula palpável em 1/3;
      • US:
        • Espessamento parede da vesícula >4mm;
        • Líquido livre perivesicular;
        • Sinal de Murphy em US positivo.