Riscos OperacionaisProf. Sydnei Marssal de Oliveirae-mail: sydnei_oliveira@vanzolini.org.brwww.vanzolini.org.br
RISCO                      FINANCEIRA                       RISCO                    Probabilidade de        REPUTAÇÃO    ...
RISCO                          PROBABILIDADE            SEVERIDADE                          DE OCORRÊNCIA        Catastróf...
CATEGORIAS DE SEVERIDADE       Nível           SAÚDE / VIDA          Meio Ambiente e Comunidade      Patrimônio e/ou Proce...
MATRIZ DE RISCO                                                                  SEVERIDADE                               ...
O QUE FAZER COM O RISCO?                           ACEITAR                           REJEITAR                           MI...
RISCOS CORPORATIVOS                       OPERACIONAL            CRÉDITO   SISTÊMICO      MERCADO                         ...
RISCOS CORPORATIVOS                        SISTÊMICO                  Crises Internacionais                       Recessão...
RISCOS CORPORATIVOS                       MERCADO                      Taxa de Juros                        Câmbio        ...
RISCOS CORPORATIVOS                         CRÉDITO                      Baixa Liquidez                      Degradação de...
RISCOS CORPORATIVOS                         LEGAL                      REGULATÓRIO                       Trabalho         ...
RISCOS CORPORATIVOS                                OPERACIONAL                            RISCOS INTERNOS                 ...
RISCOS OPERACIONAIS  • Reconhecidos como os mais perigosos para as empresas.  • 73% dos Bancos consideram os riscos operac...
RISCOS OPERACIONAIS                           Espaço                                    Nuclear          Militar          ...
1939 a 1945
1948 - 19491948 - AEC (Atomic Energy Commision) cria o Advisory  Committee on Reactor Safeguards (ACRS)1949 - DoD lança a ...
1951 a 1957              1951: 7 estudos de caso sobre a distrib. de Weibull              1952: DoD cria o AGREE (Advisory...
1951 a 1957              Junho de 1957: Relatório AGREE Reliability of                Military Electronic Equipment Fundaç...
1958 a 1969
Década de 70                             Seveso - 1976Flixborough - 19741975: Equipe do Prof. Norman  Rasmussen publica a ...
Década de 80Bophal - 1984            México - 1984            Cubatão - 1984RIW: Reliability         F ailure  Improvement...
Década de 90 e atualidade1.   Human and Organizational Factors2.   Software for Safety and Reliability for Software3.   Re...
AVIAÇÃO CIVILItem da Introdução
ENERGIA NUCLEARItem da Introdução
ENERGIA NUCLEARItem da Introdução
Fatores de Maturidade1.   Abordagem baseada em desempenho2.   Gestão de Risco Continuada3.   Visão Sistêmica4.   Compreens...
1. Abordagem Baseada em DesempenhoDefense Acquisition Reform: DoD promoted performance-based contracting, aswell as the us...
2. CRM – Continuous Risk ManagementSource: NASA - Probabilistic Risk Assessment Procedures Guide for NASA Managers and Pra...
3. Visão SistêmicaSource: IAEA Safety Standards
4. Life Cycle Understanding
5. Human Factor Assessment• Human Error Risk Assessment• Human Factors• Human Factors Engineering• Human Factors Task Anal...
6. Operação em Múltiplos Níveis                                       Other            Operation and                      ...
7. Múltiplo EscopoSource: NASA - Probabilistic Risk Assessment Procedures Guide for NASA Managers and Practitioners
8. Malha Fechada                   Source: ARP 5150 Safety                   Assessment of Transport                   Air...
Organograma                                                  CEO                         Diretor                          ...
Competências                   Gestão de Riscos                    Operacionais                       Estatística         ...
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Apresentação realizada no dia 22/11, durante palestra ministrada na Fundação Vanzolini em parceria com a Fiesp.

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  1. 1. Riscos OperacionaisProf. Sydnei Marssal de Oliveirae-mail: sydnei_oliveira@vanzolini.org.brwww.vanzolini.org.br
  2. 2. RISCO FINANCEIRA RISCO Probabilidade de REPUTAÇÃO ocorrência de AMBIENTAL eventos que causam PERDAS SAÚDE VIDA 01
  3. 3. RISCO PROBABILIDADE SEVERIDADE DE OCORRÊNCIA Catastrófico Quase Certo 10-4 Crítico Provável 10-6 Moderado Possível 10-8 Menor Improvável 10-12 Insignificante Raro 10-15 01
  4. 4. CATEGORIAS DE SEVERIDADE Nível SAÚDE / VIDA Meio Ambiente e Comunidade Patrimônio e/ou Processo Produtivo Imagem - sem Danos ou Danos insignificantes a - Danos mínimos ao meio - Conhecimento - Lesões leves, acidente equipamentos e instalações.I Desprezível ambiente (apenas a área apenas da área sem perda de tempo. - Processo produtivo não incorre em envolvida). envolvida. qualquer anormalidade. - Danos leves a equipamentos e - Lesões de gravidade instalações (os danos são controláveis moderada, com - Danos ao meio ambiente com e/ou de baixo custo de reparo). - de Conhecimento daII Moderada afastamento do extensão a áreas adjacentes - O Processo produtivo sofre pequena empresa. trabalho inferior a 30 (intramuros). interrupção, mas não há perda de (trinta) dias. controle sobre sua administração. - Danos severos a equipamentos e - Os danos ao meio ambiente - Lesões graves não instalações. extrapolam os limites da incapacitantes, com - O Processo produtivo é seriamente empresa (extramuros).III Crítica afastamento do afetado, exigindo grande esforço de todos - Impacto local. - Os efeitos do acidente trabalho superior a 30 os setores da empresa na busca de poderão atingir a comunidade (trinta) dias. alternativas que visem minimizar O (lesões leves). tempo de parada. - Danos irreparáveis a equipamentos ou - Sérios Danos ao meio instalações (reparação lenta ou ambiente. impossível). - Morte ou invalidez - Os efeitos do acidente - Impacto nacional ouIV Catastrófica - O Processo produtivo poderá ficar permanente. poderão colocar em risco as internacional. totalmente comprometido por longo comunidades (pânico, lesões período devido a extensão dos Danos a graves ou morte). equipamentos e instalações.
  5. 5. MATRIZ DE RISCO SEVERIDADE Insignificante Catastrófico Moderado Menor Crítico 10-4 Quase Certo M A A E E DE OCORRÊNCIA PROBABILIDADE 10-8 Provável M M A A E 10-10 Possível B M M A E 10-12 Improvável B M M M A 10-15 Raro B B M M M 01
  6. 6. O QUE FAZER COM O RISCO? ACEITAR REJEITAR MITIGAR TRANSFERIR
  7. 7. RISCOS CORPORATIVOS OPERACIONAL CRÉDITO SISTÊMICO MERCADO LEGAL REGULATÓRIO 01
  8. 8. RISCOS CORPORATIVOS SISTÊMICO Crises Internacionais Recessão Guerras Cataclismos 01
  9. 9. RISCOS CORPORATIVOS MERCADO Taxa de Juros Câmbio Commodities Ações Derivativos 01
  10. 10. RISCOS CORPORATIVOS CRÉDITO Baixa Liquidez Degradação de Garantias Inadimplência 01
  11. 11. RISCOS CORPORATIVOS LEGAL REGULATÓRIO Trabalho Consumidor Civil Comercial Tributário Regulação Específica 01
  12. 12. RISCOS CORPORATIVOS OPERACIONAL RISCOS INTERNOS RISCOS EXTERNOS PROCESSOS PESSOAS SISTEMAS Falhas em Fraudes Falhas de Fogo transações Internas Sistemas Mecânicos Falhas de Falhas de Imprudência Roubo entrega Sistemas Eletrônicos Falhas de Falhas de Vandalismo Imperícia recebimento Comando e Controle Terrorismo Falhas na cadeia Perda de Fraudes Falhas de Software de suprimentos pessoal-chave Externas Desastres Sobrecarga Falhas de Projeto Naturais 01
  13. 13. RISCOS OPERACIONAIS • Reconhecidos como os mais perigosos para as empresas. • 73% dos Bancos consideram os riscos operacionais mais significantes que os riscos de crédito e de mercado Fonte: pwcglobal.com • Estamos anos de distância de entender como serão as melhores práticas em gestão de riscos operacionais. “James Lam - Enterprise Risk Management”. 01
  14. 14. RISCOS OPERACIONAIS Espaço Nuclear Militar Aeronáutico 01
  15. 15. 1939 a 1945
  16. 16. 1948 - 19491948 - AEC (Atomic Energy Commision) cria o Advisory Committee on Reactor Safeguards (ACRS)1949 - DoD lança a MIL-P-1629 FMEA/FMECA
  17. 17. 1951 a 1957 1951: 7 estudos de caso sobre a distrib. de Weibull 1952: DoD cria o AGREE (Advisory Group on Reliability Electronic Equipment) ARINC-Captura e análise de dados de campo (válvula) Army Signal Corps, Cornel University, Vitro Corp. e Bell Labs 1953:Testes de vida de B. Epstein e M. Sobel 1954: Conferência para Qualidade e Confiabilidade 1956: RCA (Radio Corporation of America), publica seu trabalho sobre predição TR1100
  18. 18. 1951 a 1957 Junho de 1957: Relatório AGREE Reliability of Military Electronic Equipment Fundação da disciplina de confiabilidade 1957: 1a planta termonuclear comercial (Pittsburgh) WASH-740, Theoretical Possibilities and Consequences of Major Accidents in Large Nuclear Power Plants, AEC
  19. 19. 1958 a 1969
  20. 20. Década de 70 Seveso - 1976Flixborough - 19741975: Equipe do Prof. Norman Rasmussen publica a WASH1400, Reactor Safety Study sobre PRA TMI - 1979
  21. 21. Década de 80Bophal - 1984 México - 1984 Cubatão - 1984RIW: Reliability F ailure Improvement Warranty R eporting A nalysis C orrective A ction S ystem Chernobyl - 1986
  22. 22. Década de 90 e atualidade1. Human and Organizational Factors2. Software for Safety and Reliability for Software3. Resilience Engineering4. Multi-State Systems5. Network Systems6. Maintenance Optimization
  23. 23. AVIAÇÃO CIVILItem da Introdução
  24. 24. ENERGIA NUCLEARItem da Introdução
  25. 25. ENERGIA NUCLEARItem da Introdução
  26. 26. Fatores de Maturidade1. Abordagem baseada em desempenho2. Gestão de Risco Continuada3. Visão Sistêmica4. Compreensão de Ciclo de Vida5. Gestão de Fatores Humanos6. Operação em Múltiplos Níveis7. Múltiplo Escopo8. Sistema em Malha Fechada
  27. 27. 1. Abordagem Baseada em DesempenhoDefense Acquisition Reform: DoD promoted performance-based contracting, aswell as the use of acquisition reform “pilot” programs to test the effectiveness ofsome reform initiatives; one such example is mission-oriented programmanagement.Performance-based contracting defines work to be performed in measurable,mission-related terms.Source: DoD Acquisition Strategy, 2002Performance-based requirements involve quantitative measures of productperformance such as the number of failures over time, life expectancy, and timeto repair a product within specified environmentalSource: NASA-STD-8729 Planning, Developing and Managing an Effective Reliability and Maintainability (R&M)Program, 1998
  28. 28. 2. CRM – Continuous Risk ManagementSource: NASA - Probabilistic Risk Assessment Procedures Guide for NASA Managers and Practitioners
  29. 29. 3. Visão SistêmicaSource: IAEA Safety Standards
  30. 30. 4. Life Cycle Understanding
  31. 31. 5. Human Factor Assessment• Human Error Risk Assessment• Human Factors• Human Factors Engineering• Human Factors Task Analysis• Human Reliability Analysis (HRA)Source: NASA-STD-8729 Planning, Developing and Managing an Effective Reliability and Maintainability (R&M)Program, 1998Source: NASA - Probabilistic Risk Assessment Procedures Guide for NASA Managers and Practitioners
  32. 32. 6. Operação em Múltiplos Níveis Other Operation and Operators Maintenance Authority Other Manufacturer Manufacturers Other Authorities Other Supplier 01 Supplier N Suppliers
  33. 33. 7. Múltiplo EscopoSource: NASA - Probabilistic Risk Assessment Procedures Guide for NASA Managers and Practitioners
  34. 34. 8. Malha Fechada Source: ARP 5150 Safety Assessment of Transport Airplanes in Commercial Service, 2003
  35. 35. Organograma CEO Diretor Relações com Jurídico Investidores CFO CRO Controladoria Tesouraria Riscos Seguros Operacionais Unidade de Unidade de Unidade de Unidade de Negócios 01 Negócios 02 Negócios 03 Negócios 04
  36. 36. Competências Gestão de Riscos Operacionais Estatística Análises Quantitativas Confiabilidade de Sistemas Manutenção Fatores Humanos Legislação e Regulação Seguros Gestão de Crises Investigação de Acidentes
  37. 37. Obrigado

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