Your SlideShare is downloading. ×
Manual de Ciencias e Geografia em Libras
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×

Introducing the official SlideShare app

Stunning, full-screen experience for iPhone and Android

Text the download link to your phone

Standard text messaging rates apply

Manual de Ciencias e Geografia em Libras

17,362
views

Published on

Material em Libras

Material em Libras

Published in: Education

3 Comments
14 Likes
Statistics
Notes
  • Atencao, Selma Lopes e o Johnsonsabino! Tem so email e senha abril o conseguir salvar iguais pasta... Eu sabe ja fazer arruma! eu quero me ajudar com voces! Entender, ok?
    Eu sou surda!
    Abraco!
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
  • como baixar o arquivo
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
  • Interessar o material em Libras...não consegui salvar como?
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
No Downloads
Views
Total Views
17,362
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
788
Comments
3
Likes
14
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. anual deCiências e Geografia CURITIBA 1998
  • 2. Depósito legal junto à Biblioteca Nacional, conforme Decreto ni 1823, de 20 de dezembro de 1907. ELABORADORAS DULCÉLIA MENEGUETE J OSIRA M. WEBER QUINTEIRO (in Rlemoriam) ILUSTRADORES EVANDRO ALBANO KARIN UUAN STROBEL • MAURICIO MIANES PAULO WANDERLEY DA SILVA Ficha catalográfica elaborada por SEED/SUED/CED1IEC Meneguete, Dwcelia ; Quintero, Josira M. Weber. M491 Manual de ciência e geografia / Dulcelia Meneguete Ie I J osira M. Weber Quintero. - Curitiba: SEED/SUED/DEE, 1998. 80 p. I.Educação especial. 2.Ensino de ciências. 3. Ensino de geografia. I.Qnintero, Josira M. Weber. 11. Título. CDD371.9 CDU376+918 Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida, por qualquer meio, sem a autorização do autor.
  • 3. À inesquecível amiga, professora Josira Vocêpartiu, mas onossopro/eto tornou-se realidade. Hoje, posso mostrar que onosso sonho de fazer um trabalho em que os surdos pudessem mostrar todo o seupotencial, elaborando um materialque siroa de exemplopara outros alunos, que comcerteza surgirão em nossos caminhos, tornou-se real. Agradecemos a você a oportunidade de nos mostrar uma outra realidade, tendoas pessoas surdas em nossas vidas. Deus est~a com você nessa sua nova caminhada. Com certeza, um dia daremoscontinuidade a esse trabalho.E a vida continua... v
  • 4. Agradecimentos .À Professora Ivanilde Maria Tibola pela confiança e "estimulo à publicaçãodo presente manual. Ao Departamento de Educação Especial da Secretaria de Estado daEducação do Paraná} pelo acompanhamento que muito contribuiupara a elaboraçãodo mesmo. Aosprofessores do Colégio Estadual Prieto MartineiJ em especial do EnsinoSupletivo para surdos, por seu estímulo epor enriquecer este trabalho com suasexperiências. . Surdos, obrigada pelo carinho e ajuda. Vocês são a razão deste trabalho. vii
  • 5. ---- --- . __ .,~--------- --_. - .. - .. _-- --- P FÁCIO As transformações socioculturais e os progressos educacionais têmproporcionado a construção de uma escola com maior eqüidade social.A porpostas das escolas inclusivas implica modificações substanciais naprática educativa, desenvolvendo uma pedagogia centrada nasnecessidades de todos os alunos. Esta é a condição mais importantepara que a inclusão social e escolar seja possível: que a sociedade, emgeral, e a comunidade educativa, em particular, aceitem a diversidadecomo um elemento enriquecedor do desenvolvimento pessoal e da práticapedagógica. Do ponto de vista lingüístico, cultural e social, a educação de surdostem revelado outras variáveis entre elas, a língua de sinais, que constituemriqueza cultural que não podem ser ignorada. Uma estratégia fundamental para dar resposta a essa diversidadesão as adaptações curriculares, que se traduzem em alterações noprograma curricular para atender às necessidades educacionais de alunossurdos. As adaptações curriculares contidas neste manual de Ciências eGeografia constituem uma tentativa de atender tais necessidades. Não se trata de Uln manual paralelo ao dos demais educandos,mas de uni· material contendo complementações, tanto em língua desinais como em língua portuguesa, visando facilitar o desenvolvimentodos conteúdos acadênucos pelo alunado em questão. O uso das duas línguas, provavelemente, ocorrerá com maiorintensidade no momento da interação professor-aluno no processo deensino-aprendizagem. O texto acrescenta sinônitnos a detertninados vocábulos, bem comodesenhos ilustrativos de alguns sinais nOlninativos. Dessa forma, espera-se que o acesso ao Cl1l[ículo possa ser facilitado àqueles cuja diferençaencontra-se em níveis lingüísticos. MA ~NB RIBEIRO DOS S .&.O. OS Secretaria de Educação Especial Ministério da Educação e do Desporto • IX
  • 6. • _ _ _ _ • _. - ··0. __ O __ •. _ .. _ _ _ ._ _ .• ___ ____ _ .. . __ •.•.. _ - _. ----. -~ .. - -- --- .. RIOCI~NCIAS INTERIOR DE UMA CÉLULA ---------------------------------------------- 03 CARBO ID RA.TOS ---------------------------------------------------------.------- 04 ~IE~ ,------------------------------------------------------------------------------- 05 l?RO~INAS------------------------------------------------------------------------ 06 lITJ1v.lINAS ------------------------------------------------------------------------ 07 SAIS MINERAIS ------------------------------------------------------------------- 08 SISTEMA DIG ESTÓ RI O ------------------------------------------------------ . 09 O ESTOMAGO -----------.-------------------------------------------------------- , 10 O ~IGjJ[)O ----------------.-------------------------------------------------------- 11 IN~STIN O D ELGADO ------------------------------------------------------ 12 INTESTIN O GROSSO ---------------------------------------------------------- 13 SIS~MA RESPIRATÓRIO ---------------------------------------------------- 14 -. OS l?ULM O ES --------------------------------------------------------------------- 15 , SIS~MA CIRCULATORIO --------------------------------------------------- 17 ANATOMIA DO CORPO HUMANO MASCULINO ----------------- 18 SISTEMA REl?RODUTOR ----------------------------------------------------- 19 ÓRGÃO REl?RODUTORES MASCULINOS----------------------------- 20 ESl?ERMATOZÓ ID E ----------------------------------------------------------- 21 ANATOMIA DO CORPO HUMANO ~EMININO-------------------- 22 ÓRGÃOS REl?RODUTORES ~EMININOS ------------------------------ 23 CICLO MENSTRUAL ----------------------------------------------------------- 24 l?11t1r() ----------------------------------------------------------------~-------------- 25 O QUE É UM .INVERTEBRADO? ------------------------------------------ 27 MO L USC O S ------------------------------------------------------------------------ 28 O QUE É UM INSETO? -------------------------------------------------------- 29 ARA.NHAS -------------------------------------------------------------------------- 30 O QUE É UM AN~ÍBIO ------------------------------------------------------- 31GEOGRAFIA O BRASIL --------------------------------------------------------------------------- 35 A DMSÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO EM REGIÕES------ 37 A EXTENSAo TERRITORIAL DO BRASIL ------------------------------------------ 37 LOCALIZAÇAo GEOGRÁFICA DO BRASIL --------------------------------------- 38 AS REGIÓES DO BRASIL ----------------------------------------------------- 39 ()~()Ft[)~~ ------------------------------------------------------------------------------- :39 • Xl •
  • 7. o SUD ESTE ------------------------------------------------------------------------ 42o CENTRO-O ESTE ------------------------------------------------------------- 43O ~lJ~ -------------------------------------------------------------------------------- ~~O NORTE --------------------------------------------------------------------------- 45O QUE É lJM ESTADO ?------------------------------------------------------ 47ESTADOS DO BRASI~ --------------------------------------------------------- 48OS MEIOS DE CO MUNI CAçA0 ------------------------------------------ 55OS MEIOS DE SPORTE ----------------------------------------------- 58AS ESTAÇÕ ES DO AN O -------~---------------------------------------------- 61G~ossARIO ----------------------------------------------------------------------- 63REFERÊN CIAS BIB~1 OGRAFI CAS ---------------------------------------- 64 •• XlI
  • 8. Atualrnente, sabe-se que para viver democraticatnente em Ulna sociedademarcada pela pluralidade cultural é preciso respeitar os diferentes grupos eculturas que a constituem. Cabe à escola, nesse processo, investir naeliminação da discriminação, valorizando a riqueza representada peladiversidade sociocultural que lhe é peculiar, sendo local de diálogo entre asdiferentes formas de expressão cultural. Sendo assim, a promoção da igualdade de condições de vida entre surdose ouvintes passa necessariatuente pelo reconhecitnenio da diferença, pelorespeito à realidade relativa ao surdo. O reconhedtnento da diferença estápautado na capacidade de os surdos apresentarem uma forma decomunicação organizada em 11Ina modalidade gestual-visual: a língua de • •SlnalS. , E a língua de sinais que dá condições de os surdos tornarem-se cidadãos,através da apropriação de conhecimentos científicos disponíveis naeducação. Nesse sentido, o Manual de Ciências e ora apresentado, éuma tentativa de traduzir o respeito às necessidades 1ingiiísticas e cognitivas ,dos surdos. E uma forma de possibilitar o acesso à conteúdos curricularesbásicos de uma forma que suas potencialidades sejam respeitadas. Sabemos que, por ser um material básico, esse é o pritneiro passo nosentido de tomarmos possível a realidade das adaptações curricu]ares emsala de aula, tão necessárias ao acesso efetivo às experiências significativasde aprendizagem. Cabera à escola, em sua totalidade, promover diferentes adaptaçõesvoltadas às relações entre professor-aluno e aluno-aluno, à metodologias deensino, à objetivos e formas de ava1iação, entre outras. Só assim teremos, defato uma educação voltada ao reconhecirnento das diferenrças. I~ ~~ MARIA TIBOIA Chefe do DEE •• • • X111 ..;.------------
  • 9. - INTRODU AO - - - - -- _. . - ... - - --- . . . _. ..- - o presente trabalho apresenta e descreve as atividades desenvolvidasdurante o ano letivo de 1997, junto aos alunos surdos da Fase II do EnsinoSupletivo do Pritneiro Grau do Colégio Prieto Mar! inez, nas disciplinasde Ciências e Geografia. O colégio caracteriza-se por atender urn nÚlnero de surdos, no período non11no, seja através de turtnas fonnadasapenas por alunos surdos, seja em classes comuns. Nesse contexto, a preocupação foi a de apresentar os conteúdos aserem trabalhados, com uma melhor forma para a compreensão por partedos alunos, mediante a visualização de desenhos acompanhados daT.I BRAS - T,íngua Brasileira de Sinais. Os conteúdos foram selecionadosaleatoriamente, não seguindo, portanto, Ulna seqüência preestabelecidade conteúdos, sem a preocupação de aprofundá-los teoricalnente. Este manual destina-se aos profissionais das áreas de Ciências eGeografia e tem a intenção de tornar o processo ensino-aprendizagemmais dinâmico e prazeroso, além de contribuir para UIna melhoria daqualidade de ensino para os surdos. Os desenhos e os sinais da LIBRAS oferecem ao aluno surdomelhores condições para a compreensão dos conteúdos, além de facilitaros processos de comunicação entre aluno e professor. Não devemosesquecer, entretanto, que o ensino de Ciências e Geografia, bem comode todas as outras disdplinas, deve ser concretizado e vivenciado. Ostem"as devem ter ligação com a realidade e devem ser buscadas asmelhores condições de entendimento, por meio de recursos visuais.No Anexo 1, encontra-se uln glossário com as palavras que apresentalnmaior dificuldade de compreensão pelos alunos, conforme a experiênciavivenciada em sala de aula. A realização desse trabalho não teria sido possível sem o esforçocoletivo. Foi concretizada a ânsia que os alunos têm de aprender eserem entendidos em seu mundo, quando lhes foi oportunizada a
  • 10. participação na elaboração deste material, através das ilustrações dealguns desenhos e dos sinais de UBRAS. O desempenho dos alunosfoi o marco concretizador do que é possível ser alcançado com o aluno •surdo, mediante condições que favoreçam seu aprendizado, ematividades que respeitem sua diferença lingüística. Por outro lado, esse estíluulo como indivíduo pal:ticipativo aflora aresponsabilidade como aluno-leitor e sua percepção social e política dentroda comunidade, apresentando resultados s . cativos em sua conduta. Cabe ressaltar, por fim, que este manual expressa o esforço paraobter-se um material destinado aos surdos, com metodologiasespecíficas e respeito a sua linguagem e potencialidades. • • , • XV!
  • 11. --. " ...... "-_ _ _ _ IENCIAS
  • 12. INTERIOR DE UMA CÉLULA CÉLULA Relímlo Nlelllbral1fl cellllar RiboJSo/IJO N úcleo _ _ emln%! Vesícula. Dobrale/JJpordrif/ de membrallaa /u/ar Complexo de GolgiSeu corpo é feito de trilhões de células microscó picas. Há muitos tipos decélulas, mas a estrutura básica é sempre a mesma. O núcleo governa a célula,c o ntrolando suas atividades. Na superfície externa, uma fina camada, amembrana, protege o corpo celular. No interior da célula, o citoplasma contémum conjunto de estruturas, cada qual com função pró pria. Todas as partestrabalham com harmonia para a manutenção da célula. - 3
  • 13. CARBOIDRATOS FEIJAO ERVILI-lA MACA IUv fo , pAo - W BATATA Balo/as • BallOll0 • .......• _---:: • • • ·• . • . • • • • • Feijiio bmllco Pão de trigo ifllegrnlSuas refeições devem conter principalmente carboidratos, fonte essencialde energia para o corpo. Eles estão em alimentos como O pão, o milho,massas, batatas, cana, leite, aipim e cereais em geral, frutas e verduras.Fazem parte ainda do grupo dos carboidratos outros tipos de açúcar, como aglicose (encontrada no mel), a frutose (frutas), a lactose (no leite).O açúcar e o amido são alimentos energéticos. A celulo se não é digerível,mas ajuda a digestão de outros alimentos. Todo excesso de carboidratos éarmazenado pelo fígado e os músculos para usos específicos, por exemplodurante exercícios físicos ou em jejuns. 4
  • 14. FIBRAS BANAl1A p/ io de trigo integral Ameixfls Secas - ,.. ~ .. ,,. . , ~ ~ Nlflctm(io illlegml ~~- tlfafti • . .. . •< • •As fibras não podem ser digeridas, mas têm papel decisivo na digestão.Tornam suas fezes macias e volumosas, permitindo que passem facilmentepelo intestino. A maior parte das fibras que você ingere esta presente nacasca e na polpa de frutos, em verduras e na casca de cereais. Aveia, feijão,pão e trigo integral e farelo constituem ótimas fontes de fibras. 5
  • 15. PROTEÍNAS QUEIJOA RROZ O,. ... . ..- ,....., . !;. ... -:. .-...; ....... PEfXE .~ lriiA.. . .... . ..". ~. . ... Q ueijos Frallgo 6
  • 16. VITAMINAS .,,-v. Peixe gorduroso CENOURAt maior pane das vitaminas não pode ser produzida por seu co rpo, devendoser fo rnecidas pela di eta alimenta r.Elas auxiliam o crescimento c a fortificação dos ossos e dos vasos sanguineos,atuam na coagulação do sangue e protegem o orgat~ smo contra certas doenças.Elas dividem-se em do is gr upos: so lúveis em go rdura (vita minas A, D, E e K) esolúveis em água (B e C). As primeiras existem em alimentos como peixesgo rdurosos e queijos. f vi tam ina A é vital à visão, evita que os tecidos d~revestimento de varias ó rgãos, principalmente os dos olh os, se ressequem. Eencontrada em alimentos gordu rosos de origem animal, como leite, manteiga,ovos, óleo de fígado de bacal hau. Algu ns vegetais, como a ceno ura, o espinafree a ervilha, fo rnecem substâncias qu e são transfo rm adas em vi tamina A peJQo rganismo. A vitamina O serve para fi xa r o cálcio nos ossos e nos dentes. Eencontrada no óleo de fígado de bacalhau e de o utros peL.X es, no ovo, na manteigae no leite, e a K é impo rtante na produ ção de vá rias sub stâncias indispensáveIsna coagulação do sangue, é encontrada no fígado e nas folhas dos vegetais, a Catua na fo rm ação ao tec ido (ossos, ca rtíl age n s, camacla de go rdura) nofo rtalecimento dos vasos sanguineos, no combate às infecções etc. E encontradano ~e ite e _em muitas frutas, como o caju, a goiaba, a laranja, o limão, o tom ate,o plmentao etc.As vitami nas hid rossolúvc is, presentes em ve rd uras e fru tas, desempenham papelmais impo rtante na decomposição e d iges tão dos aljmentos . -------- 7
  • 17. SAIS MINERAIS 2 CtlIllarào CENOURASeu corpo não pode prodllZir sais minerais, necessários para muitas funçõesorgânicas. E ntre elas, a constituição de ossos, a regulagem do equilib rio deágua, o controle de nervos e de músculos, e a produção de energia.E ntre os principais sais minerais, podemos destacar os seguintes:• o carbo nato de cálcio e fos fato de cálcio, inclispensável na fo rmação dos ossos;• o cloreto de sóclio e de potássio, estão presentes em muitos p rocessos do corpo, por exemplo, na transmissão dos in1pulsos nervosos;• O sais de ferro, importantes na formação dos glóbulos vermelhos do sangue.Podemos encontrar os outros sais na maioria dos aumentos de origemanimal e vegetal.O melhor m odo de certificar-se de que você está obtendo os sais de queseu co rpo necessita é ingerir ampla variedade de alimentos. Os sais maisimpo rtantes, e exigid os em quantidades relativam en te gra nd es peloorganism o, são os de cálcio, ferro, enxo fre, fós foro, sódio, cloro, po tássio . .e magneslo. --------- 8
  • 18. SISTEMA DIGESTÓRIO /J OCA / Palato ",o/e Lábios Denles --- LiJlgllfl Aba que glfflrlletC (I elltrada &1 traq"éia EsôfagoA boca situa-se entre os lábios e a garganta. Na parte superior da cavidadeoral, ou céu da boca, localizam-se o palato mole e o palato duro, gue aseparam da cavidade nasal . Na base da boca, fica a lingua, gue é um órgãoformado por diversos músculos, presa na parte posterior, junto à faringe,e solta na frente. Tem grande mobilidade e é constituída de músculos gueajudam a mover o alimento enguanto ele é mastigado, bem como a fala .No fundo da cavidade o ral situam-se as amígdalas, estruturas guecontribuem na proteção contra infecções. 9
  • 19. o ESTÔMAGO - l?tgiiio SIIpenor. Peqmlltl tírea qlle I(JJW/fJJ",le fOllli ", /fI1I POJlCO de ar ESTÓMACO Corpo grande central Regirio j"fedO!: CmlrJl eslreilo que /et.tJ pam fora do eIlóII/lIgo I nleslinoo estômago é uma bolsa muscular dilatável, situada no abdome superior,abaixo dos pulmões. No estômago, os alimentos sofrem transformaçõesquímicas para serem aproveitados pelo organismo. Quando ele está vazio,a superfície interna de sua parede fica dobrada em pregas. Quando cheio,pode chegar a 25 cm de comprimento e abrigar mais de 1,5 litro dealimento. A saída do estômago é guarnecida por um anel muscular, oesfíncter, que se abre para deixar pequenas quantidades de alimentosseguirem para O intestino delgado. O
  • 20. o FÍGADO Fi cADO ilifenor Lobo esqllL.obo direi/o. Seis Ilezesqlle o esquerdoTecido hepático SeptJrt} os Ljgfll/Jclllo. lobos e prende oj1g(l(/o fiO diafragma biliaro fígado é a maior glândula do corpo, exerce várias funções vitais. Situadono abdomem superior, abaixo do diafragma, ele se divide em duas porções,o lobo direito e esquerdo, este bem menor que o outro. Cada lo bo éconstitlÚdo de diminutas porções, lóbulos. Nessa passagem, a composiçãodo fluido sanguineo sofre transformações. O fígado é a mais volumosa detodas as vísceras (pesa entre 1 e 3 kg no adulto). ------- II
  • 21. INTESTINO DELGADO _. Do estômago .,/ Dojiglldo ___ Do pâl/creas 1lTESTl NO 1 JlJilllo. For/JIo dois quintos do ;lIlesl;1I0 de1g(ldo - - --Ir. Para Oi1lleslino grosso Revesti",ento do illlutillo delgado í/eo. IOl1gtl do ;lIleslillO delgadoSeu intestino delgado, situado no abdome, é um tubo enrolado de 5 metros,dividido em três porções: duodeno, jejuno e ilio. Ao passar pelo intestinodelgado, o alimento é decomposto para que possa ser absorvido pelocorpo. 12
  • 22. INTESTINO GROSSO "..- -- -- ... • I , INTESTINO desrem/mle Colo asceJIr/mle Ceco. PI7"lJIeim par/p do intestino grosso ----:-,---- - - - - Relo Para o ânuso intestino g rosso, é a porção terminãl de seu sistema digestivo, é umtubo de cerca de 1,5 metro de comprimento, dividido em quatro partes: oceco, o cólon, o reto e o canal anal. A porção dos alimentos que não foiaproveitada segue para o intestino g rosso. Aí, grande parte da água éabsorvida. Os resíduos sólidos formam as fezes, que são eliminadas pelo•anus. 13
  • 23. SISTEMA RESPIRATÓRIO - C/widade "aslz! e bocII Lan"lIge e IrnmufiaPIIIII/riodireilo ____ -+ Pu/mlio esquerdo
  • 24. - OSPULMOES - __Ir -., PUUvlÕES Tecido P"I/J/ão direito Brôllquio Cisllra. SlIlco prof ulldo mIre lobos lI1HerdoOs pulmões são ó rgãos que possibilitam a respiração. Você possui doisdeles, um de cada lado de seu tórax. Cada pulmão é ligado à traquéia porum tubo chamado brônquio. Os pulmões têm uma texrura esponjosa emacia, que lh e permite di stender- se e relaxar quando você respira.Profundos sulcos, chamados cisuras, rlividem os pulmões em lobos. Opulmão direito tem duas cisur3s; o esquerdo, apenas uma. 15
  • 25. 1 • I l flVrE JUOR PULJHAO Tecido PJl/1II0!lflr Ak,ólos _ P,,/moo direito _ rOIl1;;"lo. Dilllil1((/o PIII/JItlO ra/JIO do brônquio esquerdoo interior de seus pulmões assemelha-se a uma árvore com muitos galhos.Cada brônquio vai se subdividindo, gerando ramos cada vez menores. Osmenores deles, chamados bronquiolos, sãó mais finos que seus cabelos.Cada bronquiolo termina numa minúscula bolsa chamada alvéolo. 16
  • 26. SISTEMA CIRCULATÓRIO ,... _ -4 Veia mlll Troll(o CO RAçrfO VÚII jJ u/mONar /iuos Sflllgiiílleos. FomecellJ s/wgllt I tIOS leridos do (ofllção Vúa ({J1fl illferioro coração é basicamente uma bomba lTIuscular oca, que funciona todo otempo impelindo o sangue pelas artérias e veias. O coração está situadoentre os pulmões. Sua massa é de aproximadamente 250 gramas e seutamanho corresponde ao de uma mão fechada, ao longo da vida elebombeia cerca de 304 milhões de litros de sangue. Grandes vasos quepa.rtem dele levam sangue aos pulmões e a todo o corpo, e vice-versa. Osvasos menores, em sua superfície, abastecem-no de nutrientes e oxigênio,e renovam resíduos, como o dióxido de carbono. 17
  • 27. ANATOMIA DO CORPO HUMANO MASCULINO Olho TU/lI J lmiz Drtlha Bota (lÓmx) pá/o f{,gilio i"J!,IIifltl! AMO!ll! 1-------. lilliJ Coxa emula plmlllllo liJ)/it! 18
  • 28. SISTEMA REPRODUTOR 1 PÊN ISÓrgiioJ reprodutoresIl/tlJCIIlillOS 19
  • 29. , -- ORGAOSREPRODUTORES~CU~OS Glâlldula PróSIaItI. A grega secrerões tiOS espermatozóides alltes que eles saialll pelo pênis. PÊNIS Urelm Vesím/fl seminal. UlJla dllflS bolsas fjlle {!,grega" fll/ído tiOS espermatozóides para Pênis forlJlar o séIJ,ell. Callal deferente. que tlnl/flzellfl e ImllIpO/ta os espermatozóides 111len"or de 111/1 les/ÍmloAs células sexuais masculinas, ou espermatozóides, são produzidos earmazenadas nos dois tesóculos. IESTICULOS: são dois órgãos de formaoval, medindo aptoximadamente 5 cm de comprimento. Durante a relaçãosexual, milhões de espermatozóides maduros deslocam-se por uma rede derubos até a extremidade do pênis. Daí, eles são lançados no canal vaginal. Afecundação ocorre quando um dos espermatozóides encontra-se com o óvulofeminino. A ptodução de espermatozóides começa por volta dos 14 anos enão há idade determinada para que ela pare. 20
  • 30. ESPERMATOZÓIDE ..·.--"- -. . .. , . , .; r· ~.- . .:<:!: " .Á ... , 1 ESPE RMATOZÓIDE z EjACULA y io Corpo Ca!Jer(Jo espermatOzóide, a célula sexual masculina, tem três partes. A cabeçaabriga as informações genéticas do pai, necessárias para formar um embriãoquando combinados às da mãe, presentes no óvulo. D o corpo vem a energiapara mover a cauda, que O inlpele ao longo das vias reptOdutoras da mulher.Quando o óvulo é atingido pelo espermatozóide, a membrana que envolveo óvulo tOrna,se inlpermeável aos demais, que acabanl morrendo. 21
  • 31. ANATOMIA DO CORPO HUMANO FEMININO Pescoço Queixo FlÍrm/(J , li j1"IIIilo Braço Dedo Pllllboj1tio Regiãogenital Perna Tornozelo 22
  • 32. ÓRGÃOS REPRODUTORES FEMININOS VAGINA Otlóno - - - TrolllPa de Falópi(j . Une o ao útero ReItslimel/lo do útero Útero .. Colo do Vagilln. Passagem "lIIim/ar pela qllal, ill/emo, que se abre lia 1/0 par/o, o bebê passa ---- tog/lltlAs células sexuai s femininas, ou óvulos, desenvolvem-se nos ovários. Todomês, um dos ovários libera um óvulo maduro rumo à trompa de Falópio.As trompas de Falópio são dois rubos, com aproximadamente 10 cm decomprimento. Junto aos ovários, as trompas têm as extrernidades maisalargadas para recolher o óvulo. A função de cada trompa é conduzir osóvulos até o útero, o nde se implantará, evoluirá e crescerá até tornar-seum bebê, depois de ser fecundado pelo espermatozóide. o parto, o bebêsai do corpo pelo canal da vagina. 23
  • 33. CICLO MENSTRUAL • ilENSTRUAÇAo do RelJcsti",enlo do tÍtero ._.__- Útero. Órg{jo IIJflsm/ar que pode di/a/ar pam a!Jn"gpr 0/"1/("0 bebê Cérvix. Colo do útero ---- 1 1í{g;UI. Passagem q/le -------- lel!{1 (10 exlelior do (O IPOo ciclo menstrual é um processo que ocorre a cada 28 dias na mulller. Elecomeça quando um ÓVl~ O não fecundado e o revestimento do útero saempela vagina, durante o chamado período menstrual. Ao mesm o tempo, umnovo óvulo começou a amadurecer no ovário e o revestimento do útero vaise espessando para recebê-lo. O óvulo é então liberado na trompa de Falópio.Se ele não for fecundado, o revestimento do útero se decompõe e começaum novo ciclo menstrual. Esse fenômeno recebe o nome de menstruação edura de três a sete dias. E m média, a menstruação se repete a cada 28 dias acontar de seu início..Dia/elo do Paral/n. 24
  • 34. PARTO - il/ISC/MENro Cordão IIlIIbilical. ,lÍdo flllllúótico Traz ao bebê IIJ1ltüllles da placenta o/,~i Nasce 6í / P/acC/lla - - - CO /1II1l1 t1cr/elmd da "fie Cé",ix.. Cólo do úteroApós nove meses, a contaI da data em que ocorreu a fecundação, o fetoestá pronto para nascer. O nascimento pode ocorrer de dois modos: oupor meio de parto normal, o u por parto cesário ou cesariana. Esse processose desenvolve em três etapas: a dilatação do colo do útero, o nascimentoe a expulsão da placenta. 25
  • 35. o QUE É UM INVERTEBRADO? l INVE RTEBRADO Pm1e 111m! 1I 0 flfl da . /Jelh" da cOlle!J" Caracol. O corpo /JIole de /(,,/ ~,--Cerd"JpOlllfltldflS ptlrtl caracol éprotegido por /llIIa cOl/cha se lI/otJer dum qlle cresce ao lon de SII(I go JJir/tl.Invertebrado são animais sem coluna vertebral. N a maio ria, são pequenos,mas a forma de seu corpo é muito variada. Alguns, como os vermes, têmcorpos moles. Outros, como os insetos, têm uma carapaça dura. 27
  • 36. MOLUSCOS NAuTILO·O rorpo deste refiliópode fica JillllO fi aber"rtI de SilO cOJlcha. E/e JIfl; rrescendo eferhando ti cDl/cha alrás dele CA RACOL Olhos IJO Imlrim/os S CO llChll em espiml Pé IJIJ/sm/arA iVA TOMIA DE UMA ú JRACOLO mmco! é 1111/ gaslrópode com IIIJ/ pé tiPoI:mlosa e II/J/a rOI/rIJa espiraladaD epois dos insetos, os moluscos são o maio r grupo de invertebrados. E lesincluem gastró podes, como as lesmas e os caracóis; bivalvos, como os mariscose as ostras; e cefalópodes, como os polvos, as lulas e as sépias.O co rpo dos moluscos é mais o u menos coberto po r um manto fin o ecarnoso; se abrjgam no interio r da concha calcária e se alimentanl com uma língua áspera e den tada. 28
  • 37. o QUE É UM INSETO? ESCARAVELHO GIGANTE - Este grande besouro afri cano é um dos maiores in setos voadores do mundo. INSETO Alllell(IJ , /1a/(/ ar/imitida - - . - - -- - - I AJf1S Garrm 110 pOli/a das pa/os AbdomeOs insetos fo rmam o maior gru po entre os artrópodes, animais comesqueleto externo rígido e patas articuladas. E les têm seis pernas; a maioriados insetos tem asas. Seu corpo divide-se em: cabeça, tóra.x· e abdome.Os insetos são animais de sexos separados e ovíparos, isto é, botam ovos.As fêmeas botanl os ovos, que se desenvolvem e form am um novo inseto. 29
  • 38. ARANHAS ....... _..I ,, A /v /N HA -DE -jA RD/M ,, , Essa tlrt1l/!;o, COINJlIIJ emj ardins. n ptJIdJt! illselos em leim A/VINHA Oito olhos simplesAs aranhas formam o maior grupo de aracnídeos. Quase todas sãocarnívoras: algumas espécies tecem teias para apanhar suas presas, outrasas esperam em tocas. As aranhas têm a boca mui to pequena e presasvenenosas. Para alimentar-se, injetam fluidos digestivos na presa e a sugam)deixando a casca seca. 30
  • 39. o QUE É UM ANFÍBIO? I SA 10 - Como lodos os mifibios} o sapo "lio telll pelos 011 e!calJlflS. Sapos e rti1 J/(io têm mllda ~--- SAPO -COBRA-CEGA - Este(Il1flbio sem penltlJ i COII""Jnos regiões tropicais, sob (I P,I,ferra 011 nadando lia água ,,,,,,iJ lmseirm longas lisa e (lIIe/adtl Caber" peljlleJIflEste grupo de vertebrados de sangue frio pode viver tanto em terra comona água_ A maioria dos anfíbios tem pele úmida. Assim, se um sapo ficarexposto ao sol o u em ambiente seco, ele seca e morre. Isso acontece porque sua pele é nua e não possui revestimento de proteção contra a perdade água. Os anfibios são divididos em três grupos: o dos sapos e rãs, osdas salamandras e o das cobras cegas. 31
  • 40. o BRASILBRASI L 8 r as,L 35 - - - - - - - - -
  • 41. - DO TERRITORIO A DIVISA0 , - BRASILEIRO EM REGIOESAtualmente, nosso país está dividido em 26 estados e um distrito federal. ~. OCEANOATLÂNTIOO E , JOIUIiZONAS • , TOCANTtIS ,. RONDÔNIA . I . PERU . l :.- ,~.: n lMTO GROSSO GOIÁS. r 90UYIA .~ ~ - . Br .. (Df) m. Q l "" ,!k g" c .~..... •.,. ;. ·f........... PARAGUAI MATO GROSSO,:! 00 SUL • ft ..., U -- --- ~---- ;~ ~ - if 1. O ). ~ tií 8A EXTENSÃO TERRITORIAL DO BRASIL o território brasileiro tem uma área de 8.51 1.996 quilômetrosquadrados. O Brasil coloca-se em quinto lugar entre os países de maiorextensão. O Brasil localiza-se predominantemente no hemisfério sul do globoterrestre, e, por si tuar-se a oeste do Meridiano de Greenwjch, encontra-seno h emisfério ocidental. 37
  • 42. LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA DO BRASIL o Brasil localiza-se na América ou Continente Americano,ocupando sua porção sul, isto é, a América do Sul. Nós, brasileiros, somos, •portanto, amencanos . Na América do Sul, o Brasil faz limites territo riais com quase todosos países, com exceção de Equador e Chile. AMÉRICA DO SUL LATINO AJV1ERlCANO Ai4ÉIUCA CENTRAL 38
  • 43. - AS REGIOES DO BRASILo NORDESTE A primeira parte ocupada e colo nizada do nosso terri tório foi ONordeste, com base na economia canavieira: a cana-de-açúcar era cultivadaem g randes propriedades, com a utilização do trabalho escravo. Essa culturatinha por base o latifúndio (grande propriedade).CARACTERÍSTICAS GERAIS o Nordeste Brasileiro possue uma área de 1.556.0001 quilômetrosquadrados, o que cor responde a 18,28% do território nacional. Nessaregião vivem 42.470.225 pessoas, ou seja, 28,9% da população brasileira. Os Esmdos que formam a Região Nordeste são: ESTADOS CAPITAIS Maranhão São Luis Piauí Teresina Ceará Fortaleza Rio Grande do Norte Natal Paraíba João Pessoa Pernambuco Recife Alagoas Maceió Sergipe Aracaju Bahia Salvador PIAUl . Pl 39
  • 44. CEA Rr l -CE RiO GRANDE DO P RA íBA - A L-- !_ t _ PERNAMBUCO- PE 40
  • 45. SEftGIFE -SE --_ _-BAI-IIA - /lA 41
  • 46. o SUDESTE A região sudeste abriga mais de 40% do ÇOLII da população do país,sendo a mais populosa das regiões brasileiras. E ainda nessa região que seencontra a maior parte dos recursos econômicos e culturais do país. Nela localizam-se as mais importantes cidades brasileiras: São Paulo,Rio de Janeiro e Belo Horizonte.CARACTERÍSTICAS GERAlS Com 924.266 quilômetços quadrados, a região sudeste possui cercade 63 milhões de habitantes. E a região mais populosa e mais industrializadado país. Os Estados que formam a Região Sudeste são: ESTADOS CAPITAIS Minas Gerais Belo Horizonte Espíriro Santo Vitória Rio de Janeiro Rio de Janeiro São Paulo São Paulo INAS GE RJl S·~ I G EJPiRITO SANTO·ESLO..= L--l RIO DE JANE IRO· Rj s/ io I"IUL O· 42
  • 47. o CENTRO-OESTE Corresponde aos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul eGoiás, além do Distrito Federal.CARACTERÍSTICAS GERAIS não é banhada pelo mar; possui fronteiras com todas as outras regiões; faz fronteira com a Bolívia e o Paraguai; abriga a capital federal, Brasília, que é o centro das decisões políticas nacionais; possui grande área natural (pantanal); possui pouca concentração populacional, ma s em rápido creSClmento. Ela abrange uma área de 1.604.752,3 quilômetros quadrados é asegunda região mais extensa do país e possui uma população de mais de 9milhões de habitantes. Os Estados que formam a Região Centto-Oeste são: ESTADO CAPITAL Mato Grosso Cuiabá Mato Grosso do Sul Campo Grande Goiás Goiânia Distríto Federal BrasiliaMATO GROSSO· MT M/ ITO GROSSO /)0 JUL . MJ ---= - GO/AS· GO BRAS/LIA . 43
  • 48. o SUL Formada pelos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e~tá situado na fronteira do Brasil com o Uruguai, Argentina e Paraguai. E a única região brasileira quase totalmente localizada fora da faixa intertropical, ao sul do trópico de Capricórnio, na Zona Temperada Sul. Esta posição geográfica facilita a ocorrência do clima subtr0P1Cal. Seu povoamento é marcado pela presença de imigrantes europeus e seus descendentes principalmente alemães, italianos e povos eslavos, que contribuíram para a formação do espaço geográfico do sul. CARACTERÍSTICAS GERAIS o Sul possui uma área de 575.316 quilômetros quadrados, com uma população de 22 milhões de habitantes, o que equivale a cerca de 15% do total nacional. Os estados que fazem parte da Região Sul são: ESTADOS CAPITAIS Paraná Curitiba Santa Catarina Florianópolis Rio Grande do Sul Porro Alegre lJ./1RA jVA - PRSA11TA CATA/UNA · se "-_ _...J RIO GRAN DE DO SUL · RS 44
  • 49. o NORTE A região norte ap resenta uma área de 3 .85 1.560,4 guil ô m etrosguadrados, eguivale 45% da área total do Brasil. A região norte ocupa amaior parte de um imenso espaço natural denominado região Amazônica.CARACTERÍSTICAS GERAIS A população da região norte é de apenas 10.257.266 habitantes (censode 1991). 1 região norte é constinúda de mestiços, em sua maioria descendentesde colonizadores ou imigrantes brancos gue se uniram a indígenas. A Região Norte é formada peJos Estados: ESTADOS CAPITAIS Acre Rio Branco Amapá Macapá Amazonas Manaus Pará Belém Rondônia Porto Velho Roraima Boa Vista Tocantins Palmas ACRE-AC A MA PA- A P 45
  • 50. .. /,o, @/j. . .. . .... . . . ",~ . .. . I 0 : ~ .. ° - c::JAMAZONAS ·AM o......J PAR/ i · PA RON DÓN IA . RO RORAIMA· RR L--L._ --1 TOCANTINS · TO 46
  • 51. o QUE É UM ESTADO? Os estados são unidades políticas autônomas, com leis próprias,que indicam as divisões territoriais de um país. No Brasil, por exemplo,Paraná, ].trinas Gerais e São Paulo são estados, ou seja, são unidades quecompõem o território brasileiro. O s estados brasileiros enco ntram-se agrupados em regiões. Mas Oque é, uma região? Observando o espaço à nossa volta, vemos que nenhuma parte dasuperfície terrestre é igual a outra. Mas, quando comparamos duas áreaspodemos identificar semelh anças e diferenças entre elas. D aí surge a idéia de região: áreas que apresentam característicasdiferenciadas, dentro de um tertitótio maior. 211-616 ESTADO _ Q~AOO,!!A-:I 47
  • 52. OS ESTADOS DO BRASILAMAZONA - AM AL AM BA ACRE - AC BA/-/IA - BA 48 - - - - - - - - - -
  • 53. MARAIlI-IAO - MA ==== C&IRA-CE MA , COLAs -co ESPÍRITO SANTO - ES 49
  • 54. P RA· /VI A MINAS GERAIS· M G PA MT MGMA TO GROSSO· iIT PARANA· PR 50
  • 55. ~/ PIAUÍ · 11 ~;;;;~ L-.-!_ ...J PEIWAiVIBUCO · PE tWIRA IBA · PB . RJ 51
  • 56. RiO . DO L-_ _ -J 5.1io PAULO - SINO RTE - Rl1 RiOC RANDE SA.iTA ú rJA RINA-SC D05UL- RS 52
  • 57. RONDÔNIA - RO 53
  • 58. "MA TOCROJSO L-...L_-.-J TOCANTINS - TODOSUL - MSBRASÍUA - DF --_ _..J 54
  • 59. - OS MEIOS DE COMUNICAÇAO As pessoas podem se comunicar através de diferentes formas: afala, os gestos naturais, as expressões faciais e corporais. Além destas, ossurdos expressam suas idéias através da LIBRAS - Lingua Brasileira deSi nais. Entretanto, quando à distância, precisamos utilizar outros recursoso u meio s de comunicação, como a televi são, o rádio, os livros, otelegrama, a carta, o f1.x, o telex, o computador, O telefone (o especialpara surdos é o TDD) etc. _........ f, TELEVTSAO MDIO 55
  • 60. TE LEFONE-.. -- --• CARTA 56
  • 61. -- .. - jORlVAL LI VRO COMPUTADO R 57
  • 62. OS MEIOS DE TRANSPORTE Como praticamente todos os produtos comercializados precisamantes ser transportados, isto é, precisam ser retirados dos locais em queforam produzidos para serem distribuídos, um importante fato r para odesenvolvimento de um país é possuir uma boa rede de transporte e de .comUOlcaçao.- Os meios de transportes podem ser: terrestre, aéreos ou aquáticos. - o transportes terrestres - o automóvel , o ô nibus, o caminh ão, o metrô, o trem, a motocicleta, a bicicleta etc. - o transportes aéreos - o avião, o helicóptero. - o transportes aquáticos - o navio, a canoa, a lancha etc. AI/ufa NAI/IO 58
  • 63. CAJI.I IN HA o HE LICÓPTERO CARRO 59
  • 64. TRE M 60
  • 65. - DO ANO AS ESTAÇOESPRIMAVERA - VERÃO -OUTONO - INVERNO A primavera tem início no dia 23 sete mbro e termina no dia 20 de dezembro e é a estação das flores; geralmente, não faz nem mu ito calor nenl mu1to frio. o verão tem início no dia 21 de dezembro e termina no dia 20 de março e é a estação do calor. 61
  • 66. o outono tem inicio no dia 21 de março e termina no dia 20 de junho e é a estação dos frutos; geralmente, não faz nem muito calor, nem muito frio. ~ _. ~ . .o in verno tem início no dia 21 dejunho e termina no dia 22 de setembroe é a estação do frio. 62
  • 67. • - •• - - - -- -- # • -- •• - GLOSSÁDIIIOTórax 1. porção do tronco, do ao abdome; 2 a cavidade do peito, peito.Traquéia Canal cilíndrico e elástico que estabelece comunicação entre a laringe e os brônquios.Brônquio Cada um dos ramos das bifi1rcações da traquéia . .Distender-se Dilatar, esticar.Relaxar Diminuir a força, afrouxar.Esponjosa Leve.Macia Usa, plana, suave.Alveólos pulmonares Pequeneníssimas cavidades, situadas nas últimas ramificações dos brônquios. São os elementos respiratórios do pulmão. .Abdome parte do tronco situado entre o tórax, e a bacia.Esfíncter orificio natural do corpo ânus).Funções vitais Funções impor1antes.Diafragma Músculo que separa a cavidade torácica da abdominal.Vísceras Qualquer órgão do corpo.Ovário . Nome de cada urna das duas glândulas genitais, simadas de cada lado do {"CIO na mulher, e onde se fonnam os óvulos destinados à fOClUldação. . 63
  • 68. ~FE • ~NCIAS BIBLIOG CASBLOOM, B.S. Evolucion dei aprendizage. Buenos Aires: Troquei, 1975.CORDE. O direito das pessoas portadoras. Brasília, 1994.DAVIS, Flora. A comunicação verbal e não verbal. São Paulo: Câmara Brasileira do livro, 1979.FIRKOWSKI, Olga Lúcia C. de Freiras. A atividade industrial no Brasil trabalhada a partir de um jogo didático. In: Relatório PROUCEN/95. Curitiba: UFPR, 1995. Projeto Institucional.GARCEZ, Nydia Moreira. E os surdos ouvirão. São Paulo: Paulinas, 1984.HOEMANN, Harry w.; OATES, Eugenio S. Hoemann, Sirley. Linguagem de sinais do Brasil. Porto Alegre: Centro Educacional para Deficientes Auditivos, 1983.LOBO L. FERREIRA. Contribuição experimental ao estudo da influência da. linguagem no desenvolvimento mental segundo a teoria de Jean Piaget. Rio de Janeiro, 1974. Tese de Mestrado, PUc.M ELHEM. Adans. O Brasil e suas regiões geoeconômicas. 3. ed. São Paulo: Moderna, 1994. V.ZMENEGUETE, Dulcélia. Proposta curricular do programa de educação especial supletivo de jovens e adultos do Colégio Estadual Prieto Marrinez. Curitiba, sete 1997. Monografia, Faculdades Integradas Tuiuti. •MYKLE BUST, Helmer R. Psicologia dei surdo. 4.ed. Madrid: Magistério Espafihol, s.d.PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Departamento de Ensino de Primeiro Grau. Currículo básico para a escola pública do Estado do Paraná. Curitiba, 1990.PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Fundamentos teórico- metodológicas para educação especial. Curitiba: SEED /SUED /DEE, 1994. •QUINTEIRO, Josira Maria Weber. A importância da educação religiosa para a formação global do deficiente auditivo. Curitiba: UFPR, 1991. Monografia.STROBEL, Karin. A educação do surdo. In: LÍNGUA Brasileira de Sinais. Belo Horizonte: Feneis 1995. 64