Em 1993 o jornal 'O Marco' da PUC-MG (Pontifícia Universidade Católica) publicou uma reportagem sobre o meu plano de informatização da economia. O modelo prometia o fim da inflação a partir das divisões das relações de produção - as quais projetei simultaneamente, sob o objetivo de capital evado a um ciclo revolucionário.
Oportunamente, iria revelar os niveis entre o profundo devir e as relações de produção, mas cheguei a conclusão de que muitos economistas, ainda, sob a influencia dos primeiros professores, preferem que o desenvolvimento nacional seja dependente de financiamentos externos; e, portanto, se apegam a alienações como: 'Os agentes econômicos precisam concordar'.
Hoje, o desenvolvimento nacional se depara com um campo de petróleo, cujo valor depende apenas de ser a unidade das relações de produção, pelo meu estudo de recriação monetária, mas será entregue ao domínio da finalidade externa. Logo, o que é uma potência em grandeza - no curso da estrutura econômica submissa – se constituirá em dividas externas, nos termos do lastro alienante.
Minha critica, agora, não será uma questão contra a financeirização que empobrece o Estado, mas um pedido aos economistas para que se posicionem frente os avanços tecnológicos da monetização, com a formula da Sociedade Industrial, ou a ciência econômica ficará obsoleta.
Através da Internet, o 'mercado eletrônico do comercio exterior' criou, sem dar conta dos correlatos necessários do desenvolvimento, o perfil econômico da moeda estrutural (chamada assim porque não gira dinheiro físico entre as nações). Este câmbio digital passou a acumular, no seu calendário fenomenal, a revolução inédita de uma nova base monetária autonoma - em que os países não irão mais depender do dólar, em si, e entre si, (ao custo do dinheiro americano), para produzir.
Eis que hoje o comércio exterior representa 8% do PIB MUNDIAL, mas, pelo crescimento global, em menos de 20 anos, teremos a informatização da produção nacional = 100% em moeda estrutural, e, consequentemente, a moeda física (separada do objeto) ficará em desuso.
Triste fim para a formula de concreção da União Européia: As relações da produção nacional devem alcançar o total de validade monetária interna, de cada Sociedade Industrial, em si mesma!!!
Ora, nenhum governo, das nações da região do Euro, imaginava que, pela barganha de colar, no mesmo bloco, a fratura entre o sujeito e objeto (antes separados pelo dólar) estaria, no futuro, renunciando à própria história.
Mas, como evitar conflitos na União Européia quando os 27 países decidirem retomar a soberania subdividida?
O software ’A estrutura’ representa esta reconciliação do meio exterior, contendo a apropriação dos correlatos necessários da economia - sem divida externa - uma vez que o dólar e o Euro, em face de serem moedas vazias, perdem a suscetibilidade da balança comercial.
Logo, A Ciência da Economia mistificada, precisa se estabelecer na Internet, com o molde de enfrentamento da circularidade, capacitando-se a acelerar a libertação interna da nações, nas divisas do evento universal, em 'que se defrontará a concorrência capitalista; para que o domínio científico dos ciclos da produção proclame a consciência externa da igualdade dos direitos, concomitantes, com o movimento interno do mundo real.
Sou o autor dos poderes internos e externos que compõem a essência periódica do Mundo Real, cujo câmbio, sendo para a moeda de conversibilidade - medida da dimensão real para a produção do PIB simultâneO ao sistema em si - fundamenta, em sua fonte mesma, a ambiência cientifica dos mercados.
O sistema monetário, portanto, estará substanciado em um software do começo absoluto da história (A Estrutura do Mundo Real que permite a função do 'mundo inverso' da economia. Após ser instituído matriz da Sociedade Industrial, se volta para uma base monetária em todos os países, para conversão temporal do PIB (senhoriado pelos bancos centrais).
Me disponho a debater o enigma das relações de produção (em sigilo), a priori, dos meios e produção, responder perguntas e atender a quem queira propor parcerias privadas e institucionais sobre a passagem para uma sede da Rede Mundial.
A Escola Unitária nos ideários Liberal e Marxista - Presentation Transcript
A ESCOLA UNIT ÁRIA nos ideários liberal e marxista Disciplina: Hist ória da Educação Profissional no Brasil . Dra. Carla Simone Chamon Dr. Irlen Antonio Golçalves Alunos: Valeria Bolognini F. Machado Nilton Ferreira Bittencourt Junior Mestrado em Educaç ão Tecnológica
Quem s ão as autoras? Graduada em Ci ên c ias da Educa ç ã o em Paris e em Pedagogia em Santo Andr é (1972/1973). Professora e pesquisadora em Sociologia da Educa ç ã o na Faculdade de Educa ç ã o da UFMG desde 1983. O texto que vamos apresentar, intitulado Educa ç ã o , saber, produ ç ã o em Marx e Engels, é sua tese de doutorado em Educação, defendida em Paris, 1986. Doutora em Educaç ão pela PUC/SP e professora titular de Sociologia da Educação do Departamento de Ciências Aplicadas à Educação da Faculdade de Educação da UFMG. O texto que apresentaremos foi publicado em 1989. Maria Alice Nogueira Luc í lia Regina de Souza Machado
Proposta liberal G ênese do Movimento pela unificação escolar Alemanha, fins do século XIX. Antecedentes - manifestaç ões particulares: * Comênio (1592-1670), bispo católico. -- desejo de integraç ão dos povos: proposta de criação de um COLÉGIO UNIVERSAL. Sistema de ensino - 4 tipos de escolas com 6 anos cada: Escola materna (em casa); Escola comum publica; Escola latina; Ginásio e Academia. Conteúdo - seria o mesmo para todos, a diferenciação estaria nas forma de ensinar.
S éculo XVIII - contexto histórico
Id éias da ilustração e do enciclopedismo;
Atuação dos ‘déspotas esclarecidos’;
Crescimento da crença da necessidade de subordinação da educação ao Estado.
Educação como direito de todos. Revolução Francesa (1789)
S éculo XIX - contexto histórico
Disputa entre Estado e Igreja;
Idéias de fortalecimento do espírito nacional;
Surgimento do nacionalismo;
Consolidação dos Sistemas Nacionais de Ensino.
Período de muitos conflitos entre as classes - era necessário estimular a UNIDADE NACIONAL.
S éculo XIX - O processo de constituição das MODERNAS NAÇÕES. Exist ê ncia de uma hist ória, um território, uma cultura e uma língua comum. Cavour (1810-1861), nacionalista italiano. defesa de um idioma único. Fichte (1762-1814), nacionalista alem ão. Nova Educaç ão - Estudo e trabalho unidos para salvar a nação. Concepç ão meritocrática da educação. Movimento em favor de uma Alemanha unificada propagou os ideais liberais-nacionalistas. Surgimento da luta organizada pela UNIFICAÇ ÃO ESCOLAR Id éia de NAÇÃO
Pressupostos te ó ricos Gobineau (1852) Desigualdade e diferenças entre as classes tem causas biol ógicas. Fortoul (1852) Princ ípio das diferenças de aptidões naturais como critério de seleção e distribuição dos alunos. Durkheim (1893) A divis ão do trabalho social - desenvolvimento de solidariedade e educação com efeito moral. Spencer (1855) Conceito de evoluç ão + darwinismo social. Sumner (1840-1910) Capitalistas como verdadeiros criadores da riqueza social. Galton (1822-1811) Diferenças sociais como resultado de caracter í sticas corporais e psicol ógicas / fator hereditariedade. Clapar ède (1873-1840) A escola deve funcionar “por medida” - propõe diferenciação de programas e processos de ensino. Taylor (1856-1915) Concep ção de Tarefa Binet (1857-1911) Escala m étrica da inteligência e conceito de idade mental. Fayol (1841-1925) Desenvolve as noç ões de habilidades, aptidões e capacidades.
A quest ão da divisão do trabalho Fourier (1772-1837), reformador social franc ês. A divisão do trabalho como sinônimo de PROGRESSO. devendo a Educação deve tomar esta como parâmetro (diferenciação por sexo e idade) X Owen (1771-1858), filósofo socialista-utópico gaulês. Educação integral - diminuir as distâncias entre as pessoas gerada pela divisão do trabalho. Cabet (1788-1856), socialista francês. Educação igual para todos, visão geral de todas as artes e ofícios, para uma futura especialização.
Contexto 1864 - I Internacional Surgimento dos partidos socialistas prolet ários de massas. 1871 - Comuna de Paris 1886 - Movimento de professores na Alemanha originou as reformas escolares de Frankfurt (primeiras d écadas do séc. XX) 1903 - Escola Emancipada, na França. Percussora do Movimento da Universidade Nova
I Guerra -
Intensificaç ã o do expansionismo e da pol ítica imperialista;
Transformar súditos em cidadãos - necessidade de forjar a unidade nacional;
Igualdade de oportunidades;
Necessidade de aperfeiçoar os sistemas de produção (papel das ciências e das técnicas.
Proposta da Escola Única formulada pela burguesia: Dois pontos principais: Questionamento da escola aristocr ática e Desarticulação do pensamento socialista. Modificaram os m étodos e mantiveram o papel de escola: MISSÃO REDENTORA. PEDAGOGIA BURGUESA Pedagogia da luta - id éias de liberdade e igualdade; crítica à nobreza; ‘educação do prestígio’; tradição humanista (filosofia kantiana e idealismo alemão); caráter elitista; X Pedagogia da vit ória - inclinação para os valores da nobreza; ‘educação para o lucro’; marcada pelo utilitarismo.
Proposta Socialista
A referência Fundamental é constituída pela análise do processo de subordinação progressiva do processo de trabalho ao capital: Fragmentação do processo de trabalho; perda do controle do ato de produzir; separação das instâncias de concepção/execução; Maquinismo.
Processo capitalista duplo: Momento de transformação de matéria prima em valor de uso e o processo de valorização, momento de extração do sobretrabalho cujo suporte material é justamente o trabalho.
Cr ítica à separação da concepção e da execução
Formas Históricas
Coopera ção: Ponto de partida da produção capitalista sem mudança no método produtivo. Criação de postos de coordenação/ controle não unicamente exigências técnicas.
Manufatura: Não qualificado em oposição ao artesão qualificado. Base da divisão do trabalho. Figura do trabalhador coletivo baseado na mais valia absoluta e formas de imposição de disciplina.
Grande indústria: O desenvolvimento do maquinismo ( força do vapor) aplicado a produção reduz a necessidade do trabalho simplificando-o e provocando a homogeneização da mão-de-obra mudando a hierarquia das forças de trabalho.
Origens da noç ão de união entre estudo e trabalho.
A tradição do socialismo utópico - Charles Fourier (1772 - 1837) Robert Owen (1771 - 1858).
As condições de vida e trabalho instaurada pela grande indústria.
A união do ensino com trabalho se mostra em duas vertentes:
Evolução da noção de união dos Estudos com o Trabalho
1847 - aparece pela primeira vez em Engels.
1848 - Manifesto do Partido Comunista.
1867 - Livro primeiro d’O Capital.
1875 - Crítica do Programa de Gotha.
Significado da proposta de uni ã o entre ensino e trabalho.
Os problema que se colocavam para Marx e Engels eram de duas ordens:
Tornar a instrução acessível à classe operária - Lei fabril de 1833.
Quais conhecimentos, que tipo de instrução convém aos trabalhadores ?
Para Marx e Engels, a educação se coloca como um dos fatores em jogo na luta de classes. Trata-se de fornecer aos operários os elementos que lhes permitam estabelecer um controle real sobre as suas condições efetivas de trabalho... Assegurando o controle operário sobre o processo do trabalho, em particular, e sobre o processo de produção, em geral. Isso definiria a necessidade de um ensino de caráter tecnológico onde o produtor pudesse adquirir os conhecimentos científicos que lhe permitissem alcançar a compreensão crítica da sua experiência concreta do produzir na fábrica
Significado da proposta de uni ã o entre ensino e trabalho. “ ...O real sentido da instrução para os economistas filantropos é o seguinte: ensinar a cada operário o maior número possível de ramos industriais, tal modo que, se ele for expulso de um ramo pela introdução de uma nova máquina ou por modificação na divisão do trabalho, possa se empregar em outro lugar o mais facilmente possível: a conseqüência seria que, quando houvesse excedente de braços num determinado ramo, esse excedente se produziria em todos os ramos de produção e a diminuição do salário num ramo acarretaria, de modo ainda mais intenso que antes, uma diminuição geral imediata...” K. Marx, Travail salarié et capital. Paris, Editions Sociales, 1975, p. 70-1
Bibliografia: NOGUEIRA, Maria Alice. O Princ ípio da união entre ensino e trabalho In: Educação, saber, produção em Marx e Engels . São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1990, p. 89-145. MACHADO, Lucília R. S.. “A proposta liberal de unificação escolar In: Politecnia, escola unitária e trabalho . São Paulo: Cortez, 1989. P. 46-87.
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