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  • 1. SUMÁRIOI. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR 11. Quadro de Identificação dos Funcionários 22. Quadro de Organização das Modalidades 3II. CARACTERIZAÇÃO E PLANO DE AÇÃO PARA OS SEGMENTOS 41. Concepção Pedagógica 42. Caracterização da Comunidade 63. Comunidade Escolar 73.1. Caracterização 73.2. Plano de Ação para a Comunidade Escolar 103.3. Avaliação 154. Equipe Escolar 154.1. Professores 154.1.1. Caracterização 174.1.2. Plano de Formação para os Professores 184.1.3. Avaliação do Plano de Formação 224.2. Estagiárias de apoio 224.2.1. Caracterização 234.2.2. Plano de Formação para as Estagiárias de apoio 234.2.3. Avaliação do Plano de Formação 234.3. Funcionários 234.3.1. Caracterização 234.3.2. Plano de Formação para os Funcionários 244.3.3. Avaliação do Plano de Formação 255. Conselho de Escola 255.1. Caracterização 255.2. Plano de ação do Conselho de Escola 285.3. Avaliação 29III. ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO PEDAGÓGICO 291. Objetivos 292. Levantamento de Objetivos Gerais e Especificos 303. Levantamento de Objetivos e Conteúdos por Área de Conhecimento 304. Rotina 474.1. Estudo do Meio 535. Avaliação da Aprendizagem dos Alunos 536. Acompanhamento dos Instrumentos Metodológicos 557. Ações Suplementares 557.1. AEE – Atendimento Educacional Especializado 55IV. REFERÊNCIAS 55V. ANEXOS 56
  • 2. 1
  • 3. I - IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLARDENOMINAÇÃO, ENDEREÇO E TELEFONES EMEB “Hygino Baptista de Lima”, localizada na Rua Abramo Luchesi, nº 6, Jardim Leblon, SãoBernardo do Campo, CEP: 09781-030; telefones 4127 –7133 e 4335-5509; e-mailhygino.baptista@sec.saobernardo.sp.gov.br; CIE 35085807.IDENTIFICAÇÃO DA EQUIPE GESTORA Diretora - Edjane de Andrade Silva - formada em Pedagogia – licenciatura Plena com Habilitaçãoem Administração e Supervisão Escolar e Magistério de Disciplinas Pedagógicas. Mestre em Filosofia daEducação. Trabalha há vinte e seis anos com educação, sendo quinze anos como diretora de EducaçãoInfantil. Atuou no magistério de Ensino Fundamental e Médio e Ministrou aulas em disciplinaspedagógicas do Ensino Superior. Professora de apoio à direção – Denise Calazans Russi - formada em Pedagogia Plena comAdministração Escolar trabalha com educação há vinte e nove anos. É professora com jornada de 40horas, atualmente exerce a função de PAD, eleita pela equipe escolar. Coordenadora Pedagógica – Valdirene Garcia Ciola – formada em Letras com bacharelado elicenciatura plena, e licenciatura plena em Pedagogia com habilitação em Administração e SupervisãoEscolar. Pós-graduada em Arte-Educação e Linguagens da Arte. Trabalha há quatorze anos com EducaçãoInfantil.IDENTIFICAÇÃO DO ORIENTADOR PEDAGÓGICO Mara Lúcia Finocchiaro da Silva - Pedagoga com habilitação em Administração e SupervisãoEscolar. Pós- graduada em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes e Educação Infantil,atuando há vinte e oito anos na Educação Infantil da Rede Municipal de Ensino.MODALIDADES DE ENSINO, PERIODOS E HORÁRIOS Atendemos as seguintes modalidades de ensino: Infantil III, Infantil IV, Infantil V e período integral.Os períodos e horários estão descritos no quadro a seguir: De segunda à sexta-feira Turmas Manhã Tarde Entrada Saída Entrada Saída Infantil III, IV e V 07h30 11h30 13h00 17h00 Integral(semi) 07h00 13h00 11h30 17h30 A unidade escolar está aberta para atendimento ao público de segunda à sexta-feira das 7h às17h30. 2
  • 4. 1. QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS HORÁRIO DE PERÍODO NOME MATRICULA FUNÇÃO/CARGO TRABALHO DE FÉRIAS ABIGAIL DA SILVA SANTOS 31.065-0 PROFESSORA 13h00/17h00 JANEIRO AUXILIAR DE ANAHI APARECIDA JUSTO 60.510-8 6h30/16h00 SETEMBRO LIMPEZA ANGELA ARAUJO BARBOSA 37.987-2 PROFESSORA 7h30/17h00 JANEIRO OFICIAL DECAROLINA CRISTINA LEME DE ALMEIDA 33.184-8 7h00/16h00 JANEIRO ESCOLA CLAUDIA ALEXANDRA MATIOLLI 35.989-2 PROFESSORA 7h30/11h30 JANEIRO CLAUDIA CRISTINA SANCHEZ DARE 23.745-2 PROFESSORA 7h30/11h30 JANEIROCLEONICE MARIA DOS SANTOS TACONI COAN COZINHEIRA 7h00/4h48 JANEIRO DÉBORA ALEXANDRE FERNANDES 36.384-9 PROFESSORA 7h00/!3h00 JANEIRO AUXILIAR DE DÉBORA ANDRADE DIAS 60.680-3 8h30/18h00 JANEIRO LIMPEZA 2ª 7h30/19h30 3ª 7h30/16h30 4ª e 5ª DENISE CALAZANS RUSSI 7.626-8 PAD JANEIRO 9h00/17h30 6ª 7h30/17h30 2ª 10h30/19h30 3ª e 4ª EDJANE DE ANDRADE SILVA 25.372-1 DIRETOR ESCOLAR 7h30/17h30 JANEIRO 5ª 7h30/16h30 6ª 10h00/17h30 ELIANE BATTISTINI 21.613-3 PROFESSORA 7h30/11h30 JANEIRO ELIANE FERNANDES FEITOSA 77.664-4 ESTAGIÁRIA DE APOIO 7h30/13h30 JANEIRO ELIZANDRA PERFEITO DE CAMPOS 21.613-3 PROFESSORA 7h30/17h00 JANEIRO AUXILIAR DE ENEDINA QUINTINO SILVA COAN 7h00/4h48 JANEIRO COZINHA AUXILIAR DE GERALDO FEREIRA DA SILVA 19.300-6 6h30/16h00 JANEIRO LIMPEZA AUXILIAR DE GISLENE DE OLIVIRA 19.495-5 6h30/16h00 MAIO LIMPEZA IVANILDA GUEDES VENANCIO 36.924-3 PROFESSORA 7h30/17h00 JANEIRO AUXILIAR DE JANAINA DA SILVA 60.602-3 8h30/18h00 JANEIRO LIMPEZA KÁTIA RODRIGUES TARANTINI 31.708-4 PROFESSORA 7h30/11h30 JANEIRO LEILA GERALDA PEREIRA 22.425-7 AJUDANTE GERAL 9h00/18h00 JULHO AUXILIAR DE LINDOMAR LEONOR DA CONCEIÇÃO COAN 7h00/4h48 JANEIRO COZINHALUCIANA SILVA GONGORA DOS SANTOS 35.943-6 PROFESSORA 13h00/17h00 JANEIROMARIA ELISABETE DA PENHA CAMPAGNARO 33.301-0 PROFESSORA 7h30/17h00 JANEIROMARIA RAIMUNDA FERREIRA DOS SANTOS 28.471-8 PROFESSORA 13h00/17h00 JANEIRO 3
  • 5. MARIANE FALCO 31.659-1 PROFESSORA 7h30/11h30 JANEIRO OFICIAL DE PEDRO FURTADO 33.753-5 8h30/17h00 JANEIRO ESCOLA RENATA CRISTINA GOMES DA SILVA 36.933-2 PROFESSORA 11h30/17h30 JANEIRO AUXILIAR DE SANDRA RUBIA DOS SANTOS 19.009-2 8h30/18h00 JANEIRO LIMPEZA SILVIA HELENA NEVES DE SOUZA 26.749-3 PROFESSORA 13h00/17h00 JANEIRO SOLANGE SLEMER ALVES MOREIRA 35.330-9 AUXILIAR DE EDUCAÇÃO 7h30/17h00 JANEIRO TATIANA RODRIGUES CALIAN DOS PROFESSORA 18.367-1 7h30/11h30 JANEIRO SANTOS SUBSTITUTA TEREZINHA RIBEIRO DE JESUS 31.120-8 PROFESSORA 13h00/17h00 JANEIRO 2ª 7h30/19h30 3ª7h30/17h30 COORDENADORA VALDIRENE GARCIA CIOLA 26.679-8 4ª 9h30/17h00 JANEIRO PEDAGÓGICA 5ª e 6ª 7h30/16h30 VALDISA MARIA DE CALDAS 25.722-0 PROFESSORA 7h30/11h30 JANEIRO VALÉRIA GARCIA DE OLIVEIRA 25.789-8 PROFESSORA 7h30/11h30 JANEIRO ESCANUELA AUXILIAR DE VANESSA RODRIGUES DE ARAUJO COAN 7h00/4h48 JANEIRO COZINHA 2. QUADRO DE ORGANIZAÇÃO DAS MODALIDADES TOTAL DE ALUNOS TOTAL DE ALUNOSPERÍODO AGRUPAMENTO TURMA PROFESSORA ESTAGIÁRIA/AUXILIAR POR TURMA POR PERÍODO A BETE 18MANHÃ Infantil III 36 B ELIZANDRA 18 A ELIANE 20MANHÃ Infantil IV B VALÉRIA 22 83 C CLAUDIA D. 21 A VALDISA ELIANE 25MANHÃ Infantil V B MARIANE 24 74 C CLAUDIA A. SOLANGE 25MANHÃ INTEGRAL DÉBORA 25 25 C SILVIA H. 26TARDE Infantil III 51 D IVANILDA 25 D ANGELA 30TARDE Infantil IV E LUCIANA 30 60 F ABIGAIL 30 4
  • 6. D RAIO 27TARDE Infantil V E TEREZINHA SOLANGE 27 81 F KATIA 27TARDE INTEGRAL RENATA ELIANE 25 25 TOTAL REGULAR 395 TOTAL REGULAR+SEMI 395+50 445II – CARACTERIZAÇÃO E PLANO DE AÇÃO PARA OS SEGMENTOS DE ATUAÇÃO DA ESCOLA 1. CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA No ano de 2010 fizemos um levantamento do que acreditamos ser o papel educativo dosdiferentes atores da equipe escolar e retomamos em 2011 para discussão e adequações necessárias.Nesta escola, temos conquistado ao longo dos anos o comprometimento de todos com o bem estar dascrianças, priorizando o atendimento às suas necessidades. Independente da função legal de cada membroda equipe escolar, nossa prioridade é a criança, e isso se tem efetivado nos cuidados diários. A seguirdescrevemos o que a equipe levantou do papel educativo de cada membro da equipe escolar, levando emconsideração as especificidades de sua função e tendo como princípio o atendimento às necessidades dascrianças. Em 2012 optamos por manter a mesma escrita.OFICIAL DE ESCOLA: Respeitar o aluno e priorizar suas necessidades; Zelar pela frequência dos alunos (no caso de baixa frequência - deve ser avisado pelo professor e tomar as devidas providências); Transmitir recados entre pais e professoras, ser um elo de ligação entre as necessidades das famílias e da equipe escolar; Ser exemplo de conduta ética; Escutar e acolher as necessidades das famílias que procuram a escola.PROFESSORES:  Favorecer a qualidade de ensino;  Respeitar a diversidade;  Promover a integração entre família e escola;  Escutar, acolher e atender as necessidades dos educandos, inclusive quanto à higiene;  Ser exemplo de conduta ética;  Promover o exercício de cidadania.ESTAGIÁRIAS DE APOIO À INCLUSÃO/AUXILIAR EM EDUCAÇÃO:  Ser referência para toda turma;  Ser exemplo de conduta ética;  Estar inserida no planejamento da turma;  Trabalhar em sintonia com a professora;  Ser apoio para a professora com alunos com necessidades educacionais especiais;  Ter comprometimento com a educação inclusiva.  Desenvolver trabalho educativo que favoreça a construção da autonomia infantil. 5
  • 7. EQUIPE DA COZINHA  Ser exemplo de conduta ética;  Zelar e cuidar da alimentação dos alunos;  Preocupar-se com a qualidade e higiene dos alimentos;  Estabelecer parceria com os projetos culinários desenvolvidos pelas turmas;  Ter postura de educador no trato com as crianças nos horários de refeição;  Auxiliar as professoras em ensinar às crianças os procedimentos na hora do lanche.EQUIPE DE LIMPEZA/APOIO  Zelar pela limpeza da escola;  Ser exemplo de conduta ética;  Disposição para atender as necessidades imediatas das crianças (troca de roupa, higiene, acidentes)  Ter clareza de seu papel educativo em todos os momentos de trato com as crianças.AUXILIAR DE BIBLIOTECA: Ser exemplo de conduta ética; Zelar pela organização do espaço da biblioteca Disponibilizar material de apoio no desenvolvimento de projetos; Auxiliar na organização do trabalho de pesquisa das turmas; Estar efetivamente envolvido com o trabalho escolar; Atender à comunidade.TRIO GESTOR  Acompanhar a atuação de todos os funcionários da escola;  Promover a integração da equipe escolar;  Respeitar as individualidades dos membros da equipe escolar;  Promover formação;  Exercer papel mediador entre família e escola e equipe escolar;  Ser exemplo de conduta ética. PRINCÍPIOS QUE NORTEIAM O TRABALHO NESTA UNIDADE: DIVERSIDADE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO RESPEITO À INFÂNCIA DE HOJE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA INTERAÇÃO AUTONOMIA GESTÃO DEMOCRÁTICA CONCEPÇÕESSER HUMANO: É um ser singular e social constituído de razão, emoção, sensações e conflitos; capaz derecriar, fazer escolhas e transformar a realidade a partir de sua história e do meio em que vive, estandoem constante evolução. 6
  • 8. CONHECIMENTO: Experiência significativa, vivida de maneira direta ou indireta, que promove a percepçãode si, do outro e do meio. É construído através de interações, em um processo contínuo e inacabado,sendo a mola propulsora que transforma o ser humano.SOCIEDADE: É um agrupamento de pessoas sustentado por valores e regras construídas por um processodinâmico ou herdadas culturalmente, que devem ser seguidas de maneira ética para que haja uma melhorconvivência.EDUCAÇÃO ESCOLAR: Processo de desenvolvimento de potencialidades de uma pessoa, que o espaçoeducativo deve propiciar através da interação da comunidade escolar; respeitando as diferenças,promovendo a autonomia e buscando a formação global do indivíduo, que visa a sua atuação crítica etransformadora na sociedade.ALUNO: É um ser único e em desenvolvimento. É constituído de razão, emoção, sensações e conflitos.Está em constante movimento, necessitando de orientações e conhecimentos sistematizados para quepossa ser capaz de fazer escolhas e atuar de maneira crítica e reflexiva no meio em que vive.ESCOLA: Ambiente que promove relações e acolhe todos os envolvidos no processo educacional. Nesteambiente o indivíduo tem a oportunidade de conviver com as diferenças e desenvolver, através destatroca, suas potencialidades, capacidades e habilidades através de ações pedagógicas sistematizadas earticuladas com política educacional vigente. Nesta escola, essas ações pedagógicas estão direcionadaspara o desenvolvimento da autonomia, visando o atendimento das necessidades individuais doeducando, com a participação ativa da comunidade escolar.COMUNIDADE: É composta por funcionários, alunos, famílias e todas as pessoas que interagem nesteambiente, norteados por valores e regras de conduta construídos num processo dinâmico e seguido demaneira ética. A interação da comunidade escolar acontece através de reuniões com pais, eventosabertos à comunidade, Conselho/APM, agenda do aluno, comunicados diversos e acesso à participaçãodas famílias na rotina escolar. 2. CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADE A vizinhança desta Unidade é composta por algumas escolas estaduais de 5ª a 8ª séries e deensino médio, duas EMEBs que atendem crianças de 0 a 3 anos, cerca de cinco EMEBs de 1ª a 4ª série,outras cinco EMEBs que atendem crianças de 4 a 6 anos, uma EMIP, com o CRAS da Vila do Tanque, alémde quadras de esporte e praças. Contamos também com uma Unidade Básica de Saúde em frente, um Batalhão de Corpo deBombeiros próximo, além de comércio local, sendo que esse comércio é composto por supermercado,posto de gasolina, um representante de rede de fast food, um representante de uma grande rede devenda de materiais de construção, além de pequenos comércios, padarias, igrejas evangélicas e umaigreja católica. Estão em construção outro supermercado e um grande shopping Center, com previsão de entregapara o próximo ano. Nos últimos anos esta unidade fez parte do projeto Cult-circuito, que realizava apresentaçõesteatrais infantis bimestrais aos sábados, gratuito e aberto à comunidade. Esses eventos sempre foram bastante procurados pelas famílias do bairro e de fora dele, sempre 7
  • 9. bem avaliados pela comunidade, tanto local quanto distante, já que o mesmo era divulgado para toda acidade, porém desde 2009, esta unidade não faz mais parte do roteiro de apresentações. A equipe entrouem contato com a Secretaria de Cultura e foi informada que outra unidade passou a fazer parte desseprojeto, porém há grande interesse da equipe em participar desse projeto. Ainda nesta unidade são oferecidos para a comunidade: Ginástica para a Comunidade: às 2ªs, 4ª e 6ªs feiras às 18h00 a comunidade utiliza o salão daUnidade para ginástica. O grupo é orientado pelo Sr. Rubens Cypriano e atende cerca de 40 pessoas. Ballet para crianças: às 2ª e 4ª feiras uma das salas de aula é utilizada para aulas de Ballet paracrianças de 4 a 12 anos. Ao final do ano as crianças fazem uma apresentação num dos teatros da cidade.Atualmente 70 crianças frequentam as aulas de Ballet Clássico. Sempre que há uma oportunidade ascrianças fazem apresentação para nossos alunos. Empréstimo da quadra para escolinha de futebol: eventualmente crianças e adolescentes seutilizam da quadra para prática esportiva. Utilização do Espaço Escolar por entidades filantrópicas: Durante o ano o espaço escolar ésolicitado por diversas entidades do bairro para eventos, sem finalidade lucrativa. Nos últimos anos a Biblioteca Interativa da unidade escolar realizava as quartas-feirasatendimento da comunidade para empréstimos de livros, pesquisas na internet, revistas e jornais, porémeste ano, por não contar mais com auxiliar de biblioteca, esse atendimento está temporariamentedesativado e só será retomado quando houver contratação de novo auxiliar de biblioteca. 3. COMUNIDADE ESCOLAR 3.1. CARACTERIZAÇÃO Um diagnóstico percentual da comunidade foi realizado com base nos dados colhidos em umapesquisa realizada na primeira reunião do ano, sendo que os dados colhidos foram apresentados nosinfográficos a seguir: 8
  • 10. 9
  • 11. Os dados levantados são importantes e mostram algumas características, porém podemos sabermais sobre a comunidade que nos cerca através da observação, de conversas com os pais, do retorno dasavaliações realizadas anualmente pela escola e pelas expectativas colhidas na reunião com pais. Ascaracterísticas observadas nessa pesquisa nos auxiliam em reforçarmos nossa atuação como escolapública e laica, já que nos mostra quão diversa é a comunidade atendida. Na pesquisa do perfil realizada no início do ano levantamos as expectativas dos pais, sendo queem 2010 tivemos o retorno de 276 pesquisas, nas quais os pais responderam “O que você espera destaescola para seu filho”. A partir do levantamento das expectativas, percebemos que parte das famílias espera que ascrianças tenham uma aprendizagem que as leve à alfabetização ao término da educação infantil. Esperamque seus filhos tenham uma escola onde “aprendam a ler, escrever e contar”, levando em consideração asua faixa etária. Percebemos, portanto que os pais mostram grandes anseios quanto às aprendizagenscognitivas, mas também estão preocupados com a socialização, com a convivência e com o respeito.Aparecem também expectativas quanto aos procedimentos e uma preocupação pouco expressiva com asbrincadeiras infantis. Grande parte das famílias mostra-se satisfeita com o trabalho realizado pela escola esperando quecontinue sendo “uma escola boa” onde seus filhos possam interagir com outras crianças. Pudemosobservar uma preocupação com o respeito à diversidade e na importância da parceria entre escola efamília. Diante desses relatos, pretendemos nas reuniões com pais, ampliar a visão destas famílias para aspossibilidades educacionais, voltadas aos princípios estéticos, éticos e políticos que se desdobram emsensibilidade, criatividade, cooperação, visão de uma sociedade sustentável, levando em conta asdiferentes linguagens, o trabalho para a construção de autonomia das crianças de forma a dar maiordimensão para as possíveis aprendizagens das crianças. Falas como “Que minha filha aprenda a conviver em grupo, a dividir e que aprenda a respeitar ooutro”, “Espero que a escola junto com a família ajude a formar as crianças como pessoas melhores, comvalores e conhecimentos”, “Espero que ajude meu filho a ser um adulto feliz, seguro, confiante, capaz detomar decisões” mostram que as famílias acreditam na educação como meio de mudança social edepositam suas esperanças na escola. Algumas famílias reivindicam maiores cuidados no que se refere à segurança, cuidados ealimentação, que seja uma escola comprometida com seu trabalho. Nas avaliações realizadas ao término do ano os pais mostram satisfação em relação à escola,porém estão mais críticos e reivindicam com maior segurança aquilo que acreditam ser o mais importantepara a vida escolar de seus filhos. Percebemos que nos últimos anos as crianças vêm ingressando mais novas na escola e muitos nãopossuem escolaridade anterior. Aproximadamente 19% das crianças matriculadas nesta unidade nãofrequentaram escola anteriormente, esse dado nos ajuda a pensar na adaptação dessas crianças. Em 2010, com a implantação do fundamental de 9 anos, as faixas etárias em cada turma forammodificadas, a classificação das turmas de Educação Infantil portanto é: Infantil III – crianças nascidas deabril a dezembro de 2007; Infantil IV – crianças nascidas de abril de 2006 a março de 2007; Infantil V –crianças nascidas de abril de 2005 a março de 2006. As crianças de janeiro a março de 2005 passaram aser atendidas no Ensino Fundamental. Neste ano, diferente dos anos anteriores, toda a demanda foi contemplada e como não tivemos 10
  • 12. lista de espera para as turmas de regular abrimos duas turmas de integral. Por não haver escola que ofereça período integral em sua região de moradia, algumas famíliasprocuraram esta escola apenas com a intenção de concorrer ao integral, porém apenas 50 crianças foramcontempladas, sendo que 39 permanecem em lista de espera. Quanto aos eventos e reuniões de pais realizados, precisamos levar em consideração o grandenúmero de pais que trabalham e que não podem participar efetivamente desses momentos. Paraatendimento aos pais oferecemos horários alternativos para aqueles que não podem participar dasreuniões. Quanto aos eventos, realizamos alguns aos sábados, como a mostra cultural e o dia da família.Realizamos a festa de encerramento das turmas de infantil V no período da noite e percebemos umapresença marcante de familiares. 3.2. PLANO DE AÇÃO PARA COMUNIDADE ESCOLAR A gestão democrática tem sido um dos grandes desafios dos últimos anos. Esta ação se tornaainda mais desafiadora quando se trata do segmento “família”. Um de nossos focos nesta questão éestabelecer um vínculo de confiança, respeito e parceria entre a comunidade escolar. Nossa maior açãotem sido nas reuniões com pais, pois acreditamos ser esse um momento privilegiado de formação epartilha de expectativas em relação a escola. Também temos procurado garantir reuniões individuais comas famílias para pontuar questões demandadas pela professora ou pela família. Outras ações realizadassão eventos aos sábados, como Dia da Família e Mostra Cultural, momentos em que os familiares podempartilhar com as crianças suas produções e participar ativamente de algum projeto realizado na escola, jáque a maioria dos pais trabalha. A avaliação feita com a comunidade ao final de 2011 retrata que as famílias consideram a escolamuito boa, quanto à aprendizagem, aos cuidados com as crianças, à organização e limpeza, aoacolhimento, ao trabalho das professoras, às relações estabelecidas; consideram bom o período eacolhimento; consideram as atividades realizadas pela escola com a participação da comunidade, comoMostra Cultural e Dia da Família; mostram-se satisfeitos quanto ao trabalho e atendimento da secretaria;mostram-se satisfeitos quanto ao trabalho, atendimento e acolhimento do trio gestor; mostram-sesatisfeitos quanto ao trabalho dos demais funcionários; o empréstimo de livros do acervo da escola paraserem lidos em casa é avaliado como bom e como uma forma de estimular a leitura; as formas decomunicação da escola com os familiares é considerada eficaz. Quanto ao que consideram importante ou necessário ser melhorado na escola, para o próximoano, muitas famílias consideram que a escola precisa de reforma, principalmente troca urgente do piso;necessidade de maior segurança com um guarda em tempo integral na escola; acreditam que o lanchepoderia ser mais variado e que poderiam ser servidas frutas de época. Percebemos que houve pouca mudança quanto ao conhecimento das ações da APM/Conselho,portanto essa será uma ação proposta para continuidade este ano. A seguir estão expostos gráficos que retratam o resultado da avaliação com a comunidade escolarao final de 2011. 11
  • 13. 12
  • 14. 13
  • 15. Quanto à avaliação do Plano para a Comunidade feito pela equipe escolar, grande parte do plano de açãode 2011 foi considerado efetivado, porém alguns pontos terão continuidade em 2012. Quanto aos desafios apontados para 2012 a equipe apontou: Representação de membros da APM/Conselho nas reuniões com pais; Um representante por sala de aula nas reuniões de APM/Conselho; Considerar os saberes das famílias; Mostrar aos pais das produções da escola; Segurança 24h na escola. Desse modo o Plano de Ação ficou assim definido: 14
  • 16. PLANO DE AÇÃO PARA COMUNIDADE ESCOLARJustificativa Objetivos Gerais e Ações Propostas Responsáveis Prazo/periodicidade Específicos (Metodologia)Participação das Ampliar a Comunicar e Equipe Escolar Mensalmentefamílias nos eventos participação dos convidar as famíliasainda em número familiares nos com antecedência epouco significativo eventos através de diferentes formas (calendário mensal, convites, cartazes) espalhados pela escola O conhecimento do Envolver os Estabelecer Equipe escolar Durante todotrabalho escolar, por familiares em parcerias com asparte das famílias, atividades /projetos famílias através deainda é pouco. desenvolvidas na pesquisas, unidade escolar. entrevistas, contribuições com seus saberes, envolvendo-os em projetos das salas como o de brincadeiras tradicionais; Organizar apresentações de produto final para as famílias; manter os murais atualizados com atividades dos alunos; mostrar as produções da escola não necessariamente em uma Mostra de fim de ano; divulgação do blog da escolaFalta de Divulgar as ações da Enviar para as APM/Conselho de Durante todo anoconhecimento da A.P.M. e Conselho famílias Boletins Escolacomunidade escolar a de Escola. sobre as reuniões darespeito da atuação APM/Conselho;da A.P.M. e Conselho colher sugestõesde Escolar para pauta através 15
  • 17. de bilhetes enviados a todas as famílias; eleger um representante por sala de aula nas reuniões de APM/Conselho; representação de membros da APM/Conselho na reunião com pais.Algumas Garantir a Agendar com SE APM/Conselho de Durante todo o ano.devolutivas presença de um reuniões para Escolanegativa as famílias vigia na escola esclarecimentos eacerca da encaminhamentossegurança. acerca da segurança da escola 3.3. AVALIAÇÃO A cada reunião com pais é proposta aos mesmos uma avaliação não apenas da reunião, mas dotrabalho desenvolvido pela escola. No final do ano é proposta uma avaliação única para todos comperguntas sobre cada ponto da escola que possa ser melhorado ou reestruturado. Fazemos a tabulação quantitativa das avaliações e a encaminhamos à S.E., bem como, no anoseguinte a divulgamos para a equipe escolar, Conselho de Escola, APM e aos pais na 1ª Reunião de Pais.Nestas ocasiões procuramos esclarecer pontos que se façam necessários bem como traçar novosencaminhamentos para as questões levantadas. No aspecto qualitativo procuramos dar uma devolutiva individual para questões pontuais em queas famílias tenham se identificado, o que é opcional na avaliação. 4. EQUIPE ESCOLAR 4.1. PROFESSORAS Nome Situação Escolaridade Tempo na Tempo na Observação funcional PMSBC escola Graduação Pós-Graduação PedagogiaAbigail da Silva Professora licenciatura Educação Infantil Oito anos Três anosSantos efetiva plena PedagogiaAngela Araujo Professora Professora de licenciatura Três meses Três mesesBarbosa efetiva 40 horas plena 16
  • 18. Claudia Pedagogia ProfessoraAlexandra licenciatura Dois anos Dois anos efetivaMatiolli plenaClaudia Cristina Professora Dezessete Dezessete PECSanchez Daré efetiva anos anosDébora Pedagogia Professora Professora deAlexandre licenciatura Dois anos Três meses efetiva 40 horasFenandes plena Pedagogia Professora Vinte e umEliane Battistini licenciatura Vinte anos efetiva anos plenaElizandra Professora Professora dePerfeito de Três meses Três meses efetiva 40 horasCamposIvanilda Guedes Professora Professora de Psicopedagia Um ano Três mesesVenancio efetiva 40 horas Atua como professoraKatia Rodrigues Professora Letras Onze anos Três anos substituta noTarantini efetiva outro período nesta unidade. Atua comoLuciana Silva Pedagogia Professora professora de AEEGongora dos licenciatura Dez anos Três meses efetiva no outro períodoSantos plena em outra unidade.Maria Elisabete Pedagogia Professorada Penha licenciatura Oito anos Quatro anos efetivaCampagnaro plena Atua como professoraMaria Raimunda Pedagogia Professora Educação substituta noFerreira dos licenciatura Dez anos Cinco anos efetiva especial outro período emSantos plena outra EMEB da rede de SBC. Pedagogia ProfessoraMariane Falco licenciatura Sete anos Cinco anos efetiva plenaRenata Pedagogia Professora Professora deCristinaGomes licenciatura Educação infantil Quatro anos Três meses efetiva 40 horasda Silva plenaSilvia Helena Professora PEC Ciências Treze anos Um anoNeves de Souza efetiva 17
  • 19. Tatiana Pedagogia ProfessoraRodrigues Calian licenciatura Nove anos Três meses substitutados Santos plena PedagogiaTerezinha Professora Psicopedagogia e licenciatura Nove anos Três anosRibeiro de Jeseus efetiva Educação infantil plena Atua como Pedagogia professoraValdisa Maria de Professora Violência contra licenciatura Treze anos Doze anos efetiva no outroCaldas efetiva a criança plena período em outra rede.Valéria Garcia de ProfessoraOliveira Psicologia Psicopedagia Treze anos Treze anos efetivaEscanuela 4.1.1. CARACTERIZAÇÃO Nosso grupo de professoras traz como expectativa de trabalho o desenvolvimento daspotencialidades das crianças, a parceria e cumplicidade de toda equipe escolar, maior formação e apoiopara o trabalho com as crianças com necessidades especiais. Contamos com o horário de HTPC (2 horas) e também as Reuniões Pedagógicas para discussão deassuntos pertinentes à prática pedagógica. Neste ano, uma professora que possui duas matrículas nestaUnidade realiza o HTPC semanal também em outra escola. Mensalmente continuaremos tendo o HTPC destinado prioritariamente ao planejamento,solicitação sempre presente nas avaliações das professoras, baseada na afirmação da importância eriqueza deste momento, onde o grupo planeja coletivamente projetos e sequenciadas, troca ideias,experiências, etc. Acreditamos que tais momentos também fazem parte da formação das professoras,pois concordamos com Juliana Davini quando diz “... o desafio de todo educador na construção doplanejamento é conhecer o que planeja; para isso precisa estruturar os objetivos de sua prática quenortearão a organização de sua ação. Ação organizada não significa ação estática, mas ato constante dereflexão, de intervenção na realidade. Na concepção democrática de educação, planejar não émeramente fabricar planos...” Consideramos como momento ideal para exercer o direito de reflexão ereelaboração de planos e ideias, os horários coletivos dos HTPCs, pois há possibilidade de avaliação detrabalhos, discussões em grupo, levantamento de hipóteses e trocas de experiências que favorecem todaa equipe. Para esses encontros é priorizado o uso da biblioteca por ser um espaço adequado e acolhedor, oolhar para os planejamentos dos encontros acontece sistematicamente, cuidando para as pauta sejammelhor elaboradas, com objetivos bem definidos. Os momentos de estudo fundamentaram-se em algunsdocumentos, como PPP, caderno de validação e Proposta Curricular. Foi também uma solicitação daequipe de professoras momentos de tematização de práticas, esse momento será inserido nos encontros. Outro momento bem avaliado pelas professoras foi a realização um encontro para discussão sobreaprendizagem de algumas crianças nos moldes do Conselho de Classe realizado nas escolas de ensinofundamental, o que chamamos de “conselhinhos”, sendo que serão inseridos nos encontros deste ano. 18
  • 20. 4.1.2. PLANO DE FORMAÇÃO PARA OS PROFESSORES Na avaliação de 2011, o grupo de professoras apontou como um dos grandes desafios o trabalhocom a alimentação escolar. Há um consenso de que precisamos incentivar a experimentação de novosgêneros, mas também é necessário respeitar a individualidade e gostos de cada criança. Outro grandedesafio sempre apontado é conseguir durante a rotina momentos sistemáticos de planejamento emparceria com a estagiária ou auxiliar em educação. Além da questão das adaptações curriculares foi apontada a necessidade das tematizações deprática e realização do que chamamos de “conselhinho”, já que esses momentos de troca de experiênciassão primordiais para o aprimoramento da prática pedagógica. Foi apontado também pelo grupo de professoras que há necessidade de todos da equipe escolarter uma linguagem educativa com as crianças, para que ela sinta que está em um ambiente em que todossão co-responsáveis por ela. A formação em Música foi muito bem avaliada e fica como desafio para esse ano manter essa áreacomo parte integrante do planejamento e não apenas como atividade independente. A seguir, descrevemos ações que serão foco de formação permanente para tentarmos sanar asdificuldades apontadas pelos professores, neste ano nosso plano de formação estará centrado no estudoda concepção histórico-cultural e acreditamos que muitos desses pontos serão tocados nessa formação.Justificativa Objetivos Gerais e Ações Propostas Responsáveis Cronograma Específicos (Metodologia)Troca entre os pares Refletir e rever o Planejamento em Professoras Mensalmentee reflexão sobre as planejamento. parceria em horário Equipe gestorapráticas pedagógicas Trocar experiências de H.T.P.C. entre os pares.Necessidades de Estruturar o Planejamento em Equipe gestora, Mensalmente (conformeplanejamento em trabalho cotidiano parceria entre Professoras, possibilidade das pessoasparceria com a com a estagiária de professora, Estagiárias de envolvidas e organização daestagiária de apoio à apoio à estagiária de apoio à Apoio à Inclusão e rotina escolar)inclusão/ auxiliar em inclusão/auxiliar em inclusão, Professoraeducação. educação. coordenadora Itinerante. Melhorar o pedagógica e atendimento à quando possível criança com professora necessidades itinerante. especiais.Necessidade de troca Aprimorar a prática Tematização de Equipe gestora Trimestralmenteentre pares e pedagógica práticas em horário Professorastematização de boas de HTPCpráticas pedagógicas Conselhinhos em Semestralmente HTPCNecessidade de Conhecer os Utilizar o PPP nos Equipe gestora Mensalmente 19
  • 21. atualização do PPP e princípios e planejamentos Professorasconhecimento concepções mensaiscoletivo do construídas no PPPdocumento para aprimorar a Utilizar o PPP nas prática pedagógica e tematizações de ir reconstruindo o prática e estudos documento realizados em HTPCAcompanhamento Refletir sobre a Devolutivas escritas Equipe gestora Quinzenalmentemais efetivo da prática pedagógica e e/ou orais dogestão nas práticas questionando planejamento epedagógicas, práticas tradicionais registrocuidando denecessidades Observaçõesespecíficas dos sistematizadas daprofessores rotina escolarNecessidade de Propiciar a Realizar pesquisas Equipe gestora Permanente durante o anoenvolver as famílias participação das com os familiares Professorasnos projetos e famílias no trabalho sobre assuntosatividades pedagógico tratados em sala depedagógicas aula Incentivar voluntariado de familiares na horta Apresentação das produções das crianças não apenas na Mostra Cultural, fechamento de projetos com a participação dos familiares Usar os murais como meio de demonstrar às famílias as produções das criançasEstudo do meio como Viabilizar estudos do Pesquisa sobre Equipe gestora Trimestralmenteenriquecimento meio que ampliem possibilidades de Professorascurricular as vivências passeios relativos escolares mesmo aos projetos 20
  • 22. que ultrapassem o pedagógicos horário regular Parceria com transportadores e merendaNecessidade de Utilizar todos os Monitoria das Equipe gestora Permanente durante o anootimizar o uso da BEI recursos da BEI para crianças mais Professoras enriquecer a prática experientes na Professoras pedagógica organização de usos Integral de recursos da BEI Desenvolver processos de Planejamento pesquisa antecipado das ações na BEI para efetivar parceria com o auxiliar de biblioteca (quando houver) ou com as professoras do integral que realizam PIE.Necessidade de Propiciar Música na rotina Equipe gestora Permanente durante o anoampliar experiências multiplicidade de como uma área de Professorascom diferentes experiências e conhecimentolinguagens linguagens Oficinas de Percurso sistematizadas na rotina Ampliar o uso da horta Sistematizar na rotina experiências científicas (receitas, minhocário etc) Utilizar o caderno de escrita com atividades significativas de registro Registro de atividades diferenciadas para 21
  • 23. compor acervo da escolaNecessidade de Ampliar a Mediar na hora do Trio Gestor Permanentemediar a degustação degustação de lanche a degustação Professorasde novos alimentos novos alimentos. de gêneros Equipe de apoiodo cardápio escolar, diferentes, acuidando para Ampliar a organização erespeitar gostos e autonomia no limpeza das mesas.preferências. lanche, com a mediação adulta Investir emConsiderar o lanche para organização e atividades deum importante limpeza. culinária utilizandomomento de os gêneros daaprendizagem merenda. Às crianças que demonstrarem não aceitação aos gêneros diferentes como recheio do pão, oferecer manteiga ou maionese como opção.Necessidade de Atender melhor as Professoras de 40h Equipe de apoio Permanenteauxiliar de sala para crianças de infantil auxiliarão Professoras 40 has turmas de integral III em suas professoras dee infantil III, pois as necessidades infantil III e emcrianças são muito momentos de ateliêpequenas e em Atender as crianças e circuito no turnogrande quantidade em suas oposto à sua necessidades em regência (quandoNecessidade de momentos de não estiveremorganização para atividades no ateliê substituindo)minimizar tempos de e circuito,espera no ateliê e diminuindo tempocircuito de esperaCuidados com Agir de maneira Orientação com Equipe de gestão Permanenteacidentes eficaz quando SAMU ou bombeiros Professoras ocorrem acidentes (palestra Equipe de apoio na escola informativa de primeiros socorros) Retomar combinados e 22
  • 24. procedimentos da escola quando ocorrem acidentesEscola inclusiva Aprimorar a prática Formação em HTPC Equipe de gestão Permanente pedagógica no e/ou reunião Professoras atendimento a pedagógica com Professora AEE crianças com nee professora de AEE Estudo e discussão de casos Troca entre paresNecessidade de troca Trocar experiências Formação em HTPC Equipe de gestão Semanalmenteentre a equipe de formação que a e reuniões Professoraspedagógica sobre rede vem pedagógicasexperiências de oferecendo àsformação professoras e equipe gestoraConhecimento ereflexão sobre a Refletir sobre as Tematizações deconcepção histórico- concepções de práticacultural do ensino quedesenvolvimento permeiam ocomo importante cotidiano escolar econtribuição para avançar em práticaspensar um educação que propiciem oda infância desenvolvimento das crianças alinhadas à concepção histórico- cultural 4.1.3. AVALIAÇÃO DO PLANO DE FORMAÇÃO PARA PROFESSORES Realizamos semestralmente uma avaliação das ações formativas para revê-las e replanejá-lasconforme a necessidade. 4.2. ESTAGIÁRIOS DE APOIO À INCLUSÃO/AUXILIAR EM EDUCAÇÂONome Situação Escolaridade Tempo na PMSBC Tempo na Observação funcional escola GraduaçãoEliane Estagiária de Cursando pedagogia Um mês Um mês Acompanha a sala daFernandes apoio à (terceiro semestre) professora Valdisa noFeitosa inclusão período da manhã e auxilia as professoras 23
  • 25. do Período Integral no almoço, escovação e hora do repouso. Acompanha as salasSolange das professoras Auxiliar em Pedagogia licenciaturaSlemer Alves Dois anos Um ano Claudia A. no período educação plenaMoreira da manhã e Terezinha no período da tarde 4.2.1. CARACTERIZAÇÃO Temos uma estagiária de apoio à inclusão de meio período (6 horas por dia) e uma auxiliar emeducação. Elas apontam que sentem falta de uma formação mais consistente, pois na maioria das vezeschegam à escola sem ideia alguma de como atender às crianças. A aprendizagem se faz no cotidianoescolar, na troca entre professora e estagiária. 4.2.2. PLANO DE FORMAÇÃO PARA ESTAGIÁRIOS DE APOIO À INCLUSÃO Um dos maiores desafios é promover os encontros para planejamento em parceria com aprofessora dentro da rotina escolar, já que esse momento poderia acontecer em HTPC, mas tantoestagiárias quanto auxiliares não realizam esse horário de formação. Para planejamento dentro da rotinaescolar é necessário organização da rotina escolar para não prejudicar o atendimento às crianças. Justificativa Objetivos Gerais e Ações Propostas Responsáveis Cronograma Específicos (Metodologia)Necessidades de Estruturar o Planejamento em Equipe gestora, Quinzenalmenteplanejamento em trabalho cotidiano parceria entre Professoras, (conforme possibilidadeparceria entre entre estagiária de professora, Estagiárias de das pessoas envolvidas eprofessora e estagiária apoio à inclusão e estagiária de apoio à Apoio à Inclusão e organização da rotinade apoio à professora. inclusão/auxiliar em Professora escolar)inclusão/auxiliar em Melhorar o educação, equipe Itineranteeducação atendimento à gestora e quando criança com possível professora necessidades itinerante especiais. 4.2.3. AVALIAÇÃO DO PLANO DE FORMAÇÃO PARA ESTAGIÁRIOS DE APOIO ÀINCLUSÃO/AUXILIAR EM EDUCAÇÃO Realizamos semestralmente uma avaliação das ações formativas para revê-las e replanejá-lasconforme a necessidade. 4.3. FUNCIONÁRIOS 24
  • 26. 4.3.1. CARACTERIZAÇÃO A maior parte do quadro de funcionários possui uma boa estabilidade em relação ao tempo detrabalho nesta Unidade. A grande maioria encontra-se na escola há vários anos. Não temos, portanto,grande rotatividade, o que permite uma continuidade favorável no desenvolvimento do projetopedagógico. De um modo geral, caracterizam-se por ser um grupo bastante envolvido com a rotinaescolar, extrapolando, quase sempre as atribuições que lhes cabem. Assim, o pessoal da limpeza e dasecretaria participa ativamente dos cuidados com os alunos, da distribuição de bilhetes, informações,materiais, etc. As funcionárias da cozinha, embora sejam terceirizadas, também possuem um bomenvolvimento com a escola. Dentre as quatro merendeiras, duas delas, entre ela a cozinheira está naescola há 10 anos. Todos participam das Reuniões Pedagógicas, envolvendo-se mesmo que timidamentenas discussões e reflexões do grupo. A quase totalidade do pessoal de apoio possui uma escolaridade acima do que é exigida para ocargo que ocupam. Duas delas, possuem ensino superior e duas são técnicas de enfermagem. Contamosainda com uma figura masculina, o que ajuda muito na limpeza externa, colaborando ainda compequenos reparos. Os funcionários do apoio são representados por um de seus pares na APM/Conselho de Escola. Emanos anteriores houve necessidade de se fazer eleição para escolha dos representantes. Em 2012 noentanto, como apenas uma funcionária se candidatou(Anahi), a mesma foi eleita por aclamação. Estarepresentante participa ativamente das reuniões mensais, trazendo necessidades do seu segmento eparticipando das discussões feitas. Na avaliação do Plano de Formação feita em 2012, foi apontado como avanços a garantia dereuniões periódicas e a minimização dos conflitos de ordem pessoal. Porém foi apontado que taisreuniões tiveram como pauta apenas a reorganização das rotinas de trabalho, não tendo sido priorizadoum caráter mais formativo nas mesmas. 4.3.2. PLANO DE FORMAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOSJustificativa Objetivos Gerais e Ações Propostas Responsáveis Prazo/ Periodicidade Específicos (Metodologia)Necessidade Aprimorar a rotina de Reuniões mensais; Diretora/PAD Reuniões mensaisconstante de limpeza da escola reuniões individuaisaprimorar a rotina de para avaliação dalimpeza da escola planilha de trabalho coletiva e individualFormação Destacar o papel Participação nas Trio gestor/EOT Reuniões Pedagógicaspermanente educativo com os Reuniões Reuniões mensaisenquanto parceiras alunos; Pedagógicas;no trabalho educativo Reuniões com pautasdos alunos que destaquem o papel educativo de quem trabalha em escola; Oferecer formação 25
  • 27. inicial aos funcionários que ingressarem na unidadeConsiderar o lanche Ampliar a autonomia Investir em atividades Professoras/Pessoal Durante todo o anoum importante no lanche, com a de culinária utilizando de apoiomomento de mediação adulta para os gêneros daaprendizagem organização e merenda. limpeza.Cuidados com Agir de maneira eficaz Orientação com Todos os funcionários Uma vez no ano, deacidentes quando ocorrem SAMU ou bombeiros acordo com a acidentes na escola (palestra informativa possibilidade do de primeiros SAMU ou bombeiros socorros) Retomar combinados e procedimentos da escola quando ocorrem acidentes 4.3.3. AVALIAÇÂO DO PLANO DE FORMAÇÃO Ao final ano letivo. 5. CONSELHO DE ESCOLA/APM 5.1. CARACTERIZAÇÃO O Conselho de Escola/APM, GESTÃO 2012, foi composto em Assembléia Geral no dia 06 de marçode 2012, no que se refere ao segmentos dos pais. Para esta Assembléia foi confeccionada uma faixa paramelhor divulgação da mesma, a qual foi exposta no local de entrada das famílias na escola. Quanto aosfuncionários de apoio houve indicação, através dos pares, para um representante titular e outro suplente,para o Conselho de Escola e um representante para compor a APM. No que se refere às professoras,suas representantes foram indicadas por seus pares em HTPC, totalizando cinco professoras, além daPAD e Coordenadora Pedagógica, bem com da Diretora, como membro nato dos dois órgão colegiados. Amaioria dos representantes fazem parte tanto do Conselho de Escola como da APM. O grande desafioestá na participação das representantes das professoras, já que nem sempre podemos contar comsubstitutas. A primeira reunião do Conselho de Escola/APM ocorreu no dia 04 de abril, com a seguinte pauta: 26
  • 28.  Apresentação dos novos membros  Devolutiva da Reunião com Pais  Saldo  Compras e Serviços  PPP O ítem da pauta “devolutiva da Reunião com Pais” referiu-se à presença de representantes doConselho/APM na reunião com pais, quando se apresentaram e ouviram os pais quanto à sugestões,reclamações e solicitações das famílias. Os principais pontos levantados referiram-se ao transporte.escolar e questões sobre lanche. Tais assuntos farão parte do Plano de Ação de 2012. COMPONENTES DO CONSELHO DE ESCOLA - GESTÃO 2012/2013 Nome Segmento Função MandatoDenise Calazans Russi Funcionária Titular 01/04/2012 a 31/03/2013 01/04/2012 aValdirene Garcia Ciola Funcionária Suplente 31/03/2013 01/04/2012 aAnahi Aparecida Justo Funcionária Titular 31/03/2013 01/04/2012 aMaria Elizabete da Penha Campagnaro Funcionária Titular 31/03/2013 01/04/2012 aEliane Battistini Funcionária Suplente 31/03/2013 01/04/2012 aEdjane de Andrade Silva Funcionária Titular 31/03/2013 01/04/2012 aIlca Carneiro Silva Mãe de aluno Suplente 31/03/2013 01/04/2012 aAna Paula de Queiroz Cosme Francisco Mãe de aluno Titular 31/03/2013 01/04/2012 aMaria Auxiliadora de Almeida Mãe de aluno Suplente 31/03/2013 01/04/2012 aMaria Suzana Lima de Souza Menezes Mãe de aluno Titular 31/03/2013 01/04/2012 aJoseilda da Silva Cordeiro Santos Mãe de aluno Titular 31/03/2013 01/04/2012 aVânia Pereira Mascarenhas Battistini Mãe de aluno Titular 31/03/2013 01/04/2012 aAndréia Andrade Cardoso de Alencar Mãe de aluno Coordenadora 31/03/2013Maria Raimunda Ferreira dos Santos Funcionária Titular 01/04/2012 a 27
  • 29. 31/03/2013 01/04/2012 aAngela Cristina A. Brito Mãe de aluno Suplente 31/03/2013 Funcionária 01/04/2012 aLeila Geralda Pereira Suplente 31/03/2013 COMPONENTES DA APM - GESTÃO 2012/2013 Nome Segmento Função Mandato 01/04/2012 aValdirene Garcia Ciola Funcionária Primeira Secretária 31/03/2013 01/04/2012 aAnahi Aparecida Justo Funcionária Segunda Secretária 31/03/2013 01/04/2012 aMaria Elizabete da Penha Campagnaro Funcionária Presidente 31/03/2013 01/04/2012 aEliane Battistini Funcionária Conselho Fiscal 31/03/2013 Presidente do 01/04/2012 aEdjane de Andrade Silva Funcionária Conselho Especial 31/03/2013 01/04/2012 aIlca Carneiro Silva Mãe de aluno Conselho deliberativo 31/03/2013 01/04/2012 aAna Paula de Queiroz Cosme Francisco Mãe de aluno Conselho Fiscal 31/03/2013 01/04/2012 aMaria Auxiliadora de Almeida Mãe de aluno Conselho Fiscal 31/03/2013 01/04/2012 aMaria Suzana Lima de Souza Menezes Mãe de aluno Conselho deliberativo 31/03/2013 01/04/2012 aJoseilda da Silva Cordeiro Santos Mãe de aluno Conselho deliberativo 31/03/2013 01/04/2012 aVânia Pereira Mascarenhas Battistini Mãe de aluno Primeira Tesoureira 31/03/2013 01/04/2012 aAndréia Andrade Cardoso de Alencar Mãe de aluno Diretor Executivo 31/03/2013 01/04/2012 aMaria Raimunda Ferreira dos Santos Funcionária Primeira Secretária 31/03/2013 01/04/2012 aMarta Sueli da Silva Guerreiro Mãe de aluno Conselho deliberativo 31/03/2013 01/04/2012 aVanessa Rodrigues de Araújo Mãe de aluno Segunda Tesoureira 31/03/2013Lidenir Silva Santos Mãe de aluno Segunda secretária 01/04/2012 a 28
  • 30. 31/03/2013 Vice-diretora 01/04/2012 aFranciélia Auzeni Mascarini Mãe de aluno executiva 31/03/2013 Ao final de 2011 o Plano de Ação do Conselho/APM foi avaliado como efetivado em quase suatotalidade, uma vez que houve melhor divulgação assuntos tratados nas reuniões; houve um maiorentendimento das famílias quanto à laicidade da escola; as sugestões de compras e serviços foramatendidas em sua quase totalidade, bem como a segurança da escola, que conta agora com vigias à noitee aos finais de semana. De acordo com a avaliação do Plano de Ação, feita na última reunião do ano,permanecem ainda os seguintes desafios para 2012: tentar garantir segurança 24 horas na escola; tentaroferecer transporte escolar para todos os alunos que necessitarem e viabilizar a participação dosrepresentantes dos Conselho/APM nas reuniões com pais. 5.2.PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO DE ESCOLA/APMJustificativa Objetivos Gerais e Ações Propostas Responsáveis Prazo/periodicidade Específicos (Metodologia)As famílias não Esclarecer quem Participação de Membros do Bimestralmente.conhecem os são os representantes do Conselho Escolar,representantes representantes de segmento dos pais segmento dosdos pais do pais; manter um em todas nas pais.Conselho/APM; contato mais reuniões com pais;dificuldade em próximo com os eleger umlevantar as familiares; fazer representante pornecessidades das levantamento das sala de aula nasfamílias. necessidades das reuniões de Famílias. APM/Conselho.Através das Divulgar com Boletins bimestrais Membros Durante o ano todo.avaliações da mais eficiência as para divulgação d as Conselho/APM.comunidade, foi discussões e ações discussões e dosverificado que boa do Conselho de encaminhamentos.parte das famílias Escola.ainda desconhecesobre as discussõesfeitas no Conselhode Escola/APM.Na 2ª. reunião Atuar junto a SE, Agendar reuniões Membros do No início do ano ecom pais foram buscando com o setor da Conselho de quando se fizerapontadas muitos esclarecimentos e merenda da SE, Escola. necessário.questionamentos fazendo sugestões divulgar o cardápiosobre a acerca do cardápio no mural da escola ealimentação dos oferecido aos no blog.alunos na escola. alunos. 29
  • 31. Também na 2ª. Mediar a relação Organizar reuniões Membros do Sempre que se fizerreunião com pais entre famílias e com os Conselho/APM – necessário.foram apontados transportes transportadores segmentos dosquestionamentos escolares escolares. pais.sobre o transporte particulares.particularcontratado pelasfamílias.A escola necessita Atuar junto à SE Contactar e agendar Membros do 1º. Semestre.de reformas no para garantir as reuniões com os Conselho depiso interno e reformas setores responsáveis Escola.externo; nos necessárias. por reformas na SE.sanitários; noescorregador deconcreto; nosmurais das salasde aula.A insegurança dos Atuar junto à SE Organizar reuniões, Membros. Durante todo o anotempos atuais para ampliar a fazer solicitações porgera a presença de um meio de ofícios ounecessidade da vigilante na escola abaixo-assinados.presença de um 24 horas por dia.vigilante na escola24 horas por dia.Um grande Atuar junto à SE Solicitar reuniões Membros. 2º. Semestre.número de para todas as para esclarecimentos.famílias necessita famílias quede transporte necessitarem doescolar. transporte escolar sejam atendidas. 5.3 AVALIAÇÃO Avaliação ao final do ano letivo.III. ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO PEDAGÓGICO 1. OBJETIVOSTemos como objetivo o que nos traz a LDB relativo à Educação Básica e Infantil:“Art. 22 A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação 30
  • 32. comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e emestudos posteriores.”“Art. 29 A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimentointegral da criança até seis anos de idade (ou zero a cinco, na medida em queas crianças de seis anosingressem no Ensino Fundamental), em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social,complementando a ação da família e da comunidade.”2. LEVANTAMENTO DE OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS  Oferecer a todos os alunos possibilidades de aprendizagem pautadas no conhecimento historicamente construído e na socialização de experiências significativas e dinâmicas.  Colaborar para que os alunos desenvolvam-se plenamente em todos os aspectos, ampliando suas possibilidades de relação com o mundo.  Caminhar para a busca efetiva do respeito à diversidade, considerando a singularidade de cada sujeito, tendo clareza de que respeitar a diversidade, a individualidade não é proporcionar privilégios a ninguém.  Trabalhar com as “diferenças” considerando-as como um desafio produtivo para todos.  Comprometer-se com a preservação do meio-ambiente através da formação de atitudes de respeito com a natureza.3. LEVANTAMENTO DOS OBJETIVOS E CONTEÚDOS POR ÁREA DE CONHECIMENTOLÍNGUA PORTUGUESAInfantil IIILeitura – Objetivos  Perceber a atividade de leitura como parte integrante de seu cotidiano;  Realizar leituras utilizando diferentes estratégias ;  Conhecer e familiarizar-se com diferentes gêneros e portadores textuais;  Desenvolver o prazer pela leitura;  Apreciar leituras feitas pelo professor, por colegas e outros;  Interagir com os recursos da Biblioteca Interativa, pelo intermédio um adulto, para que desenvolva uma postura de leitor e pesquisador;  Compreender o uso social da língua escrita. Conteúdos  Leitura de textos diversos - parlendas, cantigas de roda, cantigas de ninar, poesia, contos de fadas;  Observação de práticas sociais de leitura e escrita;  Utilização de diferentes estratégias de leitura; Orientações didáticas 31
  • 33.  Propiciar momentos de leitura e releitura coletiva e individual;  Ler para os alunos diferentes gêneros de texto (poesias, parlendas, fábulas, trava-línguas, contosde fadas, histórias em quadrinho);  Proporcionar aos alunos a interação com os diversos recursos da Biblioteca Interativa;  Mostrar para os alunos como estão agrupados os livros na Biblioteca Interativa, dandoinformações necessárias para que os alunos saibam como procurar um livro, um tema. Oralidade – Objetivos Utilizar a linguagem oral em diversas situações comunicativas e gêneros discursivos; Compreender a necessidade de dialogar em diferentes situações comunicativas; Formular e responder perguntas, argumentar e sugerir; Ampliar seu vocabulário oral; Narrar fatos utilizando uma seqüência coerente; Saber contar temas do cotidiano e transmitir recados. Conteúdos Produção de textos coletivos; Situações coletivas como: rodas de conversa, reconto de histórias, produção e reprodução de textos literários, canções, textos coletivos, recados, diálogos, socialização de pesquisas. Orientações Didáticas Ouvir atentamente as crianças, dando-lhes as respostas solicitadas e buscando manter diálogos; Proporcionar às crianças momentos de escuta de histórias, sendo a professora a leitora ou solicitando que uma criança assuma este papel; Propor o reconto de histórias pelas crianças, utilizando figuras ou livros como suporte; Propor recitar poesias memorizadas, jograis ou dramatizações; Trazer sempre disparadores para o momento da roda de conversa, pensando em perguntas que possam ampliar a participação e despertar o interesse das crianças em participar, como: caixa- surpresa, adivinhas, entrevistas, gravar os próprios alunos para assistir e conversar, jogo da rima; Fazer registro das rodas, a fim de modificar / melhorar as intervenções realizadas; Promover diferentes momentos de uso real da linguagem oral (dramatização, declamação, diálogo com autoridades, recados, solicitações de empréstimos, conversas informais, etc.); Oferecer jogos simbólicos (ex: situações com telefone - fazer uso de diferentes linguagens); Observar as narrativas das crianças nos jogos simbólicos. Escrita – Objetivos Refletir sobre a língua escrita em diferentes contextos para compreender seu funcionamento; Participar de produção de textos coletivos, tendo o professor como escriba, colocando em jogo seus conhecimentos sobre a língua, ampliando-os; Reconhecer seu próprio nome e escrevê-lo; Identificar seus trabalhos e objetos através da escrita de seu nome; 32
  • 34. Conteúdos  Nome;  Textos da vida cotidiana: listas, rótulos, receitas, cartas, avisos, bilhetes, encartes de CD, DVD;  Textos memorizados;  Textos de anúncios;  Sistema de escrita. Orientações Didáticas  Promover pesquisas e utilização de estratégias de leitura em textos diversos;  Ser escriba para os alunos em atividades de produção de textos;  Ler, em roda de conversa, todo o tipo de texto que circula na escola;  Produzir com as crianças listas e textos do cotidiano; em geral poderia retirar;  Confeccionar cartazes, crachás e fichas utilizando-se de letras maiúsculas de fôrma;  Oferecer atividades como bingo de letras, de nomes e de palavras e quebra-cabeça.Infantil IVLeitura – Objetivos Perceber a atividade de leitura como parte integrante de seu cotidiano; Realizar leituras de diferentes gêneros e portadores textuais; Utilizar diferentes estratégias de leitura em contextos significativos; Desenvolver o prazer pela leitura; Apreciar leituras feitas pelo professor, por colegas e outros; Interagir com os recursos da Biblioteca Interativa, adquirindo postura de leitor e pesquisador; Compreender o uso social da escrita. Conteúdos Leitura de diferentes textos - parlendas, cantigas de roda, cantigas de ninar, poesia, contos de fadas; Utilização de diversas estratégias de leitura; Reflexão sobre a linguagem escrita. Orientações didáticas Propiciar momentos de leitura e releitura coletiva e individual; Ler para os alunos diferentes gêneros de texto (poesias, parlendas, fábulas, trava-línguas, contos de fadas, histórias em quadrinho); Propiciar o uso de estratégias de leitura em contextos significativos; Proporcionar aos alunos a interação com os diversos recursos da Biblioteca Interativa; Mostrar para os alunos como estão agrupados os livros na Biblioteca Interativa, dando informações necessárias para que os alunos saibam como procurar um livro, um tema. 33
  • 35. Oralidade – Objetivos Utilizar a linguagem oral em diversas situações comunicativas; Compreender a necessidade de dialogar em diferentes situações comunicativas; Formular e responder perguntas, descrever, narrar, argumentar e sugerir; Ampliar seu vocabulário oral; Narrar fatos utilizando uma seqüência coerente; Saber dissertar sobre temas do cotidiano e transmitir recados. Conteúdos Textos coletivos; Situações coletivas como: rodas de conversa, reconto de histórias, produção e reprodução de textos literários, canções, textos coletivos, recados, diálogos, socialização de pesquisas. Orientações Didáticas Ouvir atentamente as crianças, dando-lhes as respostas solicitadas e buscando manter diálogos; Proporcionar às crianças momentos de escuta de histórias, sendo a professora a leitora ou solicitando que uma criança assuma este papel; Propor o reconto de histórias pelas crianças, utilizando figuras ou livros como suporte; Propor recitar poesias memorizadas, jograis ou dramatizações; Trazer sempre um disparador para o momento da roda de conversa, pensando em perguntas que possam ampliar a participação e despertar o interesse das crianças em participar, como: caixa- surpresa, adivinhas, entrevistas, gravar os próprios alunos para assistir e conversar, jogo da rima; Fazer registro das rodas, a fim de modificar / melhorar as intervenções realizadas; Promover diferentes momentos de uso real da linguagem oral (dramatização, declamação, diálogo com autoridades, recados, solicitações de empréstimos, conversas informais, etc.); Oferecer jogos simbólicos (ex: situações com telefone - fazer uso de diferentes linguagens); Observar as narrativas das crianças nos jogos simbólicos. Escrita – Objetivos Refletir sobre a língua escrita em diferentes contextos para compreender seu funcionamento; Participar de produção e revisão de textos coletivos, tendo o professor como escriba; Compreender que a escrita representa a fala; Fazer relações entre linguagem oral e a escrita; Reconhecer seu próprio nome e escrevê-lo; Identificar seus trabalhos e objetos através da escrita de seu nome; Escrever diferentes tipos de textos de acordo com a intenção comunicativa (de próprio punho ou coletivamente): listas, nomes, recados, legendas, convites, etc, e que sejam utilizados no cotidiano escolar e fora dele. 34
  • 36. Conteúdos Nome; Textos da vida cotidiana: listas, rótulos, receitas, cartas, avisos, bilhetes, encartes de CD, DVD, folder; Textos memorizados; Textos de anúncios, resenhas de obras; Sistema de escrita. Orientações Didáticas Promover pesquisas diversas; Oferecer situações de escrita em parceria e individual; Ser escriba para os alunos em atividades de produção de textos; Ler, em roda de conversa, todo o tipo de texto que circula na escola; Produzir com as crianças listas e textos em geral; Confeccionar cartazes, crachás e fichas utilizando-se de letras maiúsculas de fôrma; Oferecer atividades como bingo de letras, nome e palavras, quebra-cabeça, forca, caça-palavras, adivinhas e outras; Trabalhar palavras estáveis, utilizando-as como fonte de pesquisa em outras escritas.Infantil V Leitura – Objetivos Perceber a atividade de leitura como parte integrante de seu cotidiano; Realizar leituras diferentes gêneros e portadores textuais; Conhecer e familiarizar-se com diferentes gêneros e portadores textuais; Utilizar diferentes estratégias de leitura em contextos significativos; Desenvolver o prazer pela leitura; Apreciar leituras feitas pelo professor, por colegas e outros; Interagir com os recursos da Biblioteca Interativa, adquirindo postura de leitor e pesquisador. Compreender o uso social da escrita. Conteúdos Leitura; Textos da vida cotidiana como rótulos, convites, avisos, bilhetes, cartazes, encartes de CDs , cartas, canções, receitas, poesias, etc. Utilização de diferentes estratégias de leitura. Orientações didáticas Propiciar momentos de leitura e releitura coletiva e individual; Proporcionar aos alunos a interação com os diversos recursos da Biblioteca Interativa; Mostrar para os alunos como estão agrupados os livros na Biblioteca Interativa, dando informações necessárias para que os alunos saibam como procurar um livro; 35
  • 37.  Ler para os alunos diferentes gêneros de texto (poesias, parlendas, trava-línguas, canções, cartas, bilhetes); Proporcionar momentos nos quais as crianças leiam para seus amigos; Proporcionar momentos para as crianças acompanharem a leitura de textos que já sabem de memória, buscando relacionar o que se fala ao que está escrito; Solicitar às crianças que identifiquem no texto palavras que saibam ler convencionalmente (palavras estáveis); Valorizar o autor e a obra, assim como o ilustrador do livro; Chamar a atenção das crianças (em texto memorizado) para as regularidades da língua escrita, dando referências de como se escreve. Oralidade – Objetivos  Utilizar a linguagem oral em diversas situações comunicativas;  Perceber a necessidade de dialogar em diversas situações comunicativas  Formular e responder perguntas, argumentar e sugerir;  Ampliar seu vocabulário oral;  Narrar fatos utilizando uma seqüência coerente;  Saber dissertar sobre temas do cotidiano e transmitir recados. Conteúdos  Textos coletivos;  Situações comunicativas: rodas de conversa, reconto de histórias, produção e reprodução oral de textos literários, canções, textos coletivos, socialização de pesquisas, saraus, debates, seminários. Orientações Didáticas  Ouvir atentamente as crianças, dando-lhes as respostas solicitadas e buscando manter diálogos;  Proporcionar às crianças momentos de escuta de histórias, sendo a professora a leitora ou solicitando que uma criança assuma este papel;  Propor o reconto de histórias pelas crianças, utilizando figuras ou livros como suporte;  Sugerir a criação de um final diferente para a história, parando a leitura em um determinado ponto, solicitando que as crianças criem o seu final;  Solicitar às crianças que criem rimas diferentes, a partir da leitura de poesias;  Propor recitar poesias memorizadas, dramatizações;  Oferecer diferentes modalidades de rodas de conversa, nas quais as crianças tenham de se expressar pensando na situação e no interlocutor;  Trazer sempre um “disparador” para o momento da roda de conversa, pensando em perguntas que possam ampliar a participação e despertar o interesse das crianças em participar: caixa- surpresa, notícias gravadas ou impressas, relato de fatos, gravar os próprios alunos para ouvir e conversar;  Fazer registro das rodas, a fim de modificar / melhorar as intervenções realizadas; 36
  • 38.  Promover diferentes momentos de uso real da linguagem oral (dramatização, declamação, diálogo com autoridades, recados, solicitações de empréstimos, conversas informais, etc.);  Oferecer jogos simbólicos (ex: situações com telefone - fazer uso de diferentes linguagens);  Observar as narrativas das crianças nos jogos simbólicos. Escrita – Objetivos  Reconhecer o sistema de escrita, avançando em suas hipóteses;  Participar de produção e revisão de textos coletivos, tendo o professor como escriba;  Fazer relações entre linguagem oral e a escrita;  Reconhecer seu próprio nome e escrevê-lo;  Identificar seus trabalhos e objetos através da escrita de seu nome;  Escrever segundo sua hipótese;  Escrever diferentes tipos de textos de acordo com a intenção comunicativa (de próprio punho ou coletivamente): listas, nomes, recados, legendas, convites, que sejam utilizados no cotidiano escolar e fora dele. Conteúdos Nomes próprios; Textos da vida cotidiana como: listas, rótulos, receitas, avisos, cartas, encartes de CD, DVD, folder, jornal; Textos de anúncios, resenhas de obras; Textos memorizados; Textos coletivos. Sistema de escritaOrientações Didáticas Promover pesquisas diversas- Promover pesquisas e utilização de estratégias de leitura em textos diversos; Oferecer situações de escrita em parceria e individual; Ser escriba para os alunos em atividades de produção de textos; Ler, em roda de conversa, todo o tipo de texto que circula na escola; Produzir com as crianças listas em geral, cartazes, avisos; Confeccionar cartazes, crachás e fichas utilizando-se de letras maiúsculas de fôrma; Trabalhar palavras estáveis, utilizando-as como fonte de pesquisa em outras escritas. Oferecer situações diversas de escrita e solicitar que as crianças as justifiquem, movendo seus conhecimentos. Realizamos discussões sobre as metas e coletivamente foram pontuadas algumas que a equipe daUnidade considera importante que sejam levadas em consideração, sendo: Infantil III 37
  • 39.  Reconhecer o próprio nome;  Escrever o nome com apoio;  Interagir e saber expressar oralmente suas ideias e sentimentos (ampliar a oralidade);  Avançar na hipótese de escrita;  Perceber a função social da escrita;  Expressar oralmente desejos e sentimentos. Infantil IV  Escrever o nome sem apoio;  Reconhecer o alfabeto;  Escrever segundo sua hipótese;  Avançar na hipótese de escrita;  Reconhecer o nome dos colegas; Infantil V  Realizar leituras;  Participar de produção de textos individuais e coletivos;  Avançar em sua hipótese de escrita;  Formular e responder perguntas, argumentar e sugerir;  Escrever nome/sobrenome.Em 2011 realizamos dois encontros com a presença da orientadora pedagógica Mara para discutir um poucoconosco o uso do CADERNO NA EDUCAÇÃO INFANTIL, no caso, o caderno de escrita.Como registrou Mara:“Nossa intenção nestes dois encontros foi refletir sobre o uso dos cadernos na escola numa perspectiva mais lúdicae inventiva por parte das crianças, com uso mais afinado com a produção textual menos fragmentária da língua.Aqui a proposta seria lançar o olhar para situações socioculturais reais e também situações ficcionais queinstigassem as crianças em movimentos expressivos criativos. Almejávamos romper com a necessidade de perfisbem desenhados das letras e palavras começadas com seus sons, avançando para as histórias do cotidiano quepoderiam compor as escritas afetivas nos cadernos.Pensamos que ao analisar as propostas oferecidas em cadernos em outros tempos (tínhamos cadernos de váriasdécadas a começar de 1970) e examinando as situações atualmente oferecidas às crianças, estaríamos ajudando osprofessores a buscar outras perspectivas, mais afinadas com as concepções de alfabetização que priorizam o uso detextos no processo de descobrir letras, sons, palavras, mas também autores, estilos, gêneros e acima de tudocolaborasse na formação de leitores e escritores. Segundo Perrotti, “a literatura é um espaço de liberdade,imaginação e aventuras” e com ele desejamos muita imaginação e gostosura ao propiciar momentos de escrita comas crianças em seus cadernos.As reflexões sobre os tempos idos foi interessante e participativa: as frases descabidas como “o cabo da panela ébonito” revelaram a falta de contextos significativos, a pouca ou nenhuma consideração às competências dascrianças, os reflexos destas formas de ensinar em temores e poucos amores à escrita vieram à tona.” 38
  • 40. Nesses encontros as professoras expuseram como desenvolvem o trabalho do caderno com sua turma, asdificuldades e facilidades nas propostas, e diante de toda discussão foram surgindo princípios e objetivos para osusos do caderno. Utilizando ainda o registro de nossa orientadora pedagógica, desse encontro surgiram osseguintes princípios e objetivos do uso do caderno:“As professoras acham que o caderno é importante para as crianças nos aspectos da autoria, do sentido deproduzir, guardar, documentar seu processo e propicia a auto-avaliação. Acreditam que os conteúdos devam sersignificativos, onde haja variação de propostas de escrita, construções coletivas, e que as crianças devem tersituações problemas para registrar no caderno. Podemos considerar estes aspectos citados como princípios no usodo caderno. Quanto aos objetivos destacaram: uso convencional do caderno ao trabalhar conteúdosprocedimentais com as crianças, ajudá-las a organizar e colar as consignas e datas, de forma que se detenham natarefa do dia, ou seja, possam pensar sobre as propostas de escrita e leitura e não ficar muito tempo na cópia quepode ser desmotivadora; oferecer situações variadas de escrita para que se apóiem em gêneros e tipos de textospara escrever, além de pensarem em quantas e quais letras serão necessárias; documentar registros significativosque sirvam de consulta para as crianças, como textos coletivos; colocar no caderno uma tabela com o alfabeto,outra com a seqüência de números que servem para consultas; provocar situações de escrita com apoio deimagem, entendendo que nestas situações as crianças se apóiam na figura e não naquilo que escreveram, o queexige que tenhamos outros momentos para que sintam-se desafiados a ler, para poder refletir sobre a línguaescrita; oferecer mais espaços para escritas de próprio punho e produções em grupo, cenas do cotidiano vividas einventadas.”Discutiu-se também a necessidade do uso ou não do caderno nas turmas de infantil III, colocou-se ser dispensável ouso do caderno pelos pequenos, já que nesse momento a escrita é inicial e o caderno de desenho se apresentacomo um espaço ideal de trabalho e não o caderno pautado.Foi conversado ainda que, no início do ano, devemos esclarecer às famílias o uso que faremos do caderno, já quemuitas professoras dizem que os pais esperam um uso mais tradicional desse material. Deve ficar claro que oobjetivo é a autoria das crianças e não atividades bonitas e perfeitas, o caderno também não pode jamais ser umareprodução de cartilhas, já que sabemos que a aprendizagem significativa não passa por aí. MATEMÁTICA Objetivos Diferenciar números de letras e suas funções sociais; Realizar contagens, comparações e operações numéricas a fim de compreender o sistema numérico; Desenvolver o raciocínio lógico através de situações problema; Reconhecer os números nas diferentes situações do cotidiano de forma significativa e lúdica, através de portadores numéricos; Utilizar o sistema de numeração, as relações espaciais, formas, grandezas e medidas de forma que se aproximem mais das relações estabelecidas no cotidiano; Expressar de forma verbal e escrita, idéias relacionadas com experiências matemáticas; Saber registrar convencionalmente. Identificar propriedades geométricas entre figuras e objetos; Reconhecer e representar trajetos simples; 39
  • 41.  Reconhecer e nomear figuras geométricas em diferentes contextos como: arquitetura, fachadas, obras de artistas, natureza, etc; Perceber que existem diferentes unidades de medida e diferentes instrumentos. Conteúdos Número e Sistema de Numeração Numerais; Contagem oral; Cálculo mental; Estimativas; Resolução de problemas; Quantidades; Registros convencionais e não convencionais; Sucessor e antecessor; Sistema monetário (cálculo contagem, estimativa). Grandezas e Medidas Peso, temperatura, comprimento, volume e tempo; Sistema monetário. Espaço e Forma Sólidos geométricos; Posição de pessoas e objetos; Formas, contornos, bidimensionalidade, tridimensionalidade, faces planas e retas; Deslocamento. Orientações Didáticas Proporcionar situações de jogos, brincadeiras, adivinhas onde a criança utilize a recitação como forma de contagem; Propor situações nas quais as crianças sintam necessidade de utilizar a contagem, fazendo cálculo mental (operações), resolução de problemas (jogos, brincadeira simbólica, coleções, organização de biblioteca, materiais coletivos); Oferecer situações nas quais as crianças possam comparar números, compreendendo as regularidades do sistema numérico; Usar atividades de rotina para trabalhar de maneira significativa a matemática (calendário, chamada, lanche, etc.); Trabalhar a partir dos conhecimentos prévios das crianças; Promover o levantamento de portadores numéricos; Permitir que as crianças utilizem registros não convencionais em atividades realizadas com a matemática (jogos, dado, boliche, amarelinha, etc.); 40
  • 42.  Oferecer jogos de adivinhações que trabalhem aproximação de um determinado número – ex.: álbum de figurinhas (estimativa, cálculos mentais); Proporcionar situações nas quais as crianças trabalhem com dinheiro efetuando troco, somas, subtração, aproveitando estas e outras atividades para vivenciar o valor posicional dos números; Trabalhar grandezas e medidas a partir da própria criança e dos objetos que a rodeia, utilizando unidades convencionais e não convencionais; Pensar em atividades de culinária para trabalhar diferentes unidades de medida; Trabalhar com o espaço de forma significativa, propondo desafios com jogos como, jogo da velha, tateti, dama, tangran, dominó de cores e também jogos corporais como amarelinha, caracol dentre outros, percursos e itinerários; Trabalhar a partir do desenho da criança aproveitando todas as possibilidades de identificar formas e posições. Realizamos discussões sobre as metas e coletivamente foram pontuadas algumas que a equipe daUnidade considera importante que sejam levadas em consideração, sendo: Infantil III Função social do número; Recitar a sequência numérica de 0 a 10; Realizar contagens e registrar asquantidades convencionalmente ou não; Comunicar idéias matemáticas oralmente. Infantil IV Reconhecer as formas geométricas; Recitar a sequência até 10; Registro convencional até 10; Contagem termo a termo; Comunicar idéias matemáticas oralmente; Diferenciar número de letra e suas funções sociais; Infantil V Compreender jogos e regras; Registrar e contar convencionalmente até 50, com ou sem apoio; Realizar pequenos cálculose operações numéricas; Comparar números para compreender as regularidades do sistema numérico; Reconhecer e utilizar instrumentos e medidas. CORPO E MOVIMENTO Objetivos Perceber suas possibilidades e limites de ação através da exploração de diferentes qualidades 41
  • 43. dinâmicas do movimento, como força, velocidade, trajetória, resistência e flexibilidade; Conhecer e aperfeiçoar diferentes possibilidades de movimento, aprendendo a controlá-lo para utilização em jogos, brincadeiras, danças e demais situações, compreendendo os movimentos como forma e expressão; Explorar movimentos individuais e em grupos para perceber suas diferentes possibilidades em cada situação; Valorizar suas conquistas e as dos outros; Resgatar brincadeiras populares, preservando os conhecimentos da comunidade e ampliando o repertório cultural das crianças; Desenvolver a capacidade de construção e o respeito às regras que organizam as diferentes atividades. Explorar as potencialidades de seu corpo: conhecer, sentir, pular, brincar, gesticular, dançar, tirar sons, imitar, desafiar o próprio corpo. Conteúdos Ampliação do conhecimento e respeito pelas culturas corporais, considerando a cultura local, nas diversas épocas da história e por diferentes grupos sociais, por meio do resgate de jogos, brincadeiras e danças; Reconhecimento das suas possibilidades e limites de ação por meio da exploração de diferentes qualidades e dinâmica do movimento – força, velocidade, trajetória, flexibilidade e resistência; Conhecimento e aperfeiçoamento das diferentes possibilidades de movimento, aprendendo a controlá-lo para utilização em jogos, brincadeiras, danças, e demais situações; Ampliação da capacidade de manuseio dos diferentes materiais e objetos, utilizando movimentos de preensão, encaixe, lançamento nas situações de jogo; Valorização das regras de organização das atividades de jogos; Valorização das suas conquistas corporais e as dos outros. Orientações DidáticasJogos e brincadeiras Adequar as regras, os espaços, os materiais e as formas de atuação de acordo com o seu grupo e suas especificidades (faixa etária, interesse, capacidades individuais); Considerar que em todas as atividades, as regras devem ser socializadas e/ou construídas com antecedência e que as próprias crianças podem criar novas regras; Elaborar atividades nas quais sejam privilegiadas a cooperação e a superação de desafios sem estimular a competição acirrada entre os participantes; Conversar com a família, no sentido de buscar orientação com o médico que acompanha a criança, quando houver dúvidas de alguma criança do grupo possa executar determinado movimento, por questões de saúde; Considerar a expressividade de cada um no momento das brincadeiras e orientar os alunos nos momentos de conflito, para que eles desenvolvam atitudes de respeito com o próximo, não 42
  • 44. permitindo qualquer situação que cause constrangimento e humilhação a qualquer membro do grupo; Garantir a constância dos jogos e brincadeiras e retomá-los sempre que julgar necessário; Socializar atitudes e garantir que todos aprendam as regras, considerando também situações em que a criança pede para repetir alguma informação ou o próprio jogo, para resolver alguma dúvida ou porque ela se saiu bem e quer experimentar o prazo de jogar novamente; Acompanhar as atividades, observando e intervindo quando julgar necessário para propor novas questões, situações e desafios, pois é por meio dessa ação que as crianças estruturam novos conhecimentos, estratégias e habilidades; Prever momentos para avaliar a atividade com as crianças. As crianças podem representar essas atividades por meio de diferentes linguagens: gráfica, artística, oral, etc., o que possibilita a tomada de consciência e a reflexão sobre as ações realizadas; Ter olhar atento para perceber quando a criança não quer brincar e acolhê-la. Garantir momentos nos quais as próprias crianças ensinem suas brincadeiras preferidas para os colegas é uma forma de o educador lidar com essa situação, fazer uma lista de brincadeiras preferidas também é uma boa estratégia; Valorizar o esforço pessoal e as conquistas corporais dos alunos, incentivando-os a participarem das atividades propostas, considerando o corpo e o movimento das crianças em todos os momentos da rotina, refletindo sobre os tempos de espera. Circuito Intervir na ação das crianças por meio do lançamento de questões ou problemas a resolver e pelas sugestões de modificação ou variações constantes; Considerar a ludicidade presente nessa proposta e as diversas possibilidades de a criança realizá-la; Evitar os momentos de espera, possibilitando que todas as crianças participem ao mesmo tempo do circuito; Respeitar o interesse das crianças, não obrigando as mesmas a passarem por todas as propostas do circuito; Permitir que as crianças definam as ações sobre os materiais, cabendo-lhes a liberdade de tomar algumas decisões em função de seu desenvolvimento físico e material; Garantir que os alunos cujo professor estiver montando o circuito tenham atividades significativas para esse momento de espera; Respeitar a diversidade, garantindo a participação de todos. Exploração de Materiais Planejar os desafios que quer alcançar com a utilização dos materiais; Realizar atividades onde as crianças possam escolher os materiais a serem usados; Orientar as crianças quanto ao uso dos materiais, para obter delas melhores resultados; Fazer intervenções para que as crianças possam avançar e superar desafios aos explorar as possibilidades dos materiais. Danças e Rodas Cantadas Propor diferentes ritmos, intervindo e chamando a atenção para as diversas possibilidades do 43
  • 45. movimento em cada ritmo; Introduzir diferentes materiais para estimular movimentos variados em consonância com o ritmo; Permitir que, em atividades com música e rodas cantadas, a criança possa expressar-se de acordo com o seu próprio ritmo, utilizando-se de gestos; Construir as coreografias com as crianças, aproveitando a diversidade da sua expressão corporal no contato com a música, explorando as possibilidades estéticas dos movimentos; Apresentar para as crianças coreografias características de diferentes grupos culturais; Respeitas as especificidades dos diferentes grupos socioculturais, não obrigando as crianças a realizarem ações que julguem digressoras, como, por exemplo, dançar cantar hinos ou outras canções, etc.; Utilizar apoio audiovisual, fotos ou outros tipos de pesquisa para enriquecer o conhecimento das crianças sobre os diferentes ritmos; Proporcionar atividades com danças e brincadeiras cantadas, com repertório das próprias crianças, ampliado pelas pesquisas dos professores; Explorar os diferentes espaços da escola (pátio, quadra, palco, arredores das salas) para a realização de atividades como danças, rodas cantadas, etc., considerando a dinâmica da atividade, a acústica da escola e a conservação de alguns ambientes. CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL ObjetivosInfantil III e IV Conhecer e localizar-se no espaço utilizando os mesmos adequadamente; Perceber o outro, interagindo e respeitando seu espaço; Conhecer o próprio corpo e nomear suas partes identificando suas funções; Estabelecer hábitos de higiene, saúde e segurança reconhecendo sua importância; Socializar os conhecimentos culturalmente adquiridos através da oralidade; Construir atitudes de preservação do meio ambiente, valorizando sua importância para a preservação das espécies e para a qualidade da vida humana. Realizar procedimentos de pesquisa, como formulação de questões, levantamento de hipóteses, busca, localização e seleção de informações, socialização.Infantil V Interessar-se pelo mundo social e natural; Pesquisar temas em diversas fontes com auxílio do professor; Conhecer e respeitar diferentes manifestações culturais; Identificar dentro do meio o que é construção humana e o que é natural; Apresentar atitudes de preservação e respeito com o meio. Conteúdos Grupos sociais do presente e do passado; 44
  • 46.  Mudanças ocorridas nas paisagens ao longo do tempo; Seres vivos; Fenômenos da natureza; Ciclo da água; Ecologia e meio ambiente (conservação). Orientações Didáticas Roda de conversa tematizada; Construção de combinados de trabalho; Proporcionar contato com objeto de pesquisa através de observação, comparação, coletar, tratar dados; Proporcionar socialização dos conhecimentos adquiridos, através de murais, dramatização e pequenos seminários, etc; Oferecer oportunidade de trabalho com transformação de materiais orgânicos e não orgânicos (experimentação); Desenvolver o trabalho com a horta. ARTES VISUAIS Objetivos Entrar em contato com formas diversas de expressão artística (expressão corporal, gráfica, plástica, cênica); Desenvolver seu próprio percurso criador; Despertar o gosto pela arte, desenvolvendo a imaginação criadora, a expressão e a sensibilidade; Apreciar as próprias produções, as de outras crianças e as diversas obras artísticas, tendo oportunidade de acesso às artes em geral; Entrar em contato sistemático com as formas de linguagem artísticas existentes (pintura, escultura, fotografia, desenho) para o reconhecimento e utilização de materiais em diferentes técnicas, expressando-se através deles; Reconhecer as produções de diferentes artistas; Trabalhar procedimentos para pintar, desenhar, organizar-se e ter cuidado com as produções; Fazer leituras considerando elementos da linguagem plástica (forma, cor, luz e fundo). Conteúdos Percurso criador; Apreciação das produções das crianças e dos artistas; Reprodução de imagens. Orientações Didáticas Proporcionar a exploração e manipulação de diversos materiais (lápis e pincéis de diferentes texturas e espessuras, brochas, carvão, carimbo, etc.), de meios (tinta, água, areia, argila, etc.) e de variados suportes gráficos (jornal, papelão, parede, chão, caixas, madeiras, etc.); 45
  • 47.  Oportunizar a utilização de diversos materiais sobre diferentes superfícies para ampliar suas possibilidades de expressão e comunicação, usando linguagens bi e tridimensionais; Valorizar as produções individuais, respeitando sua capacidade de expressão, cabendo ao professor sugerir diferentes tipos de materiais; Propiciar que a criança tenha oportunidade de finalizar suas produções, caso o tempo da atividade não seja suficiente, podendo retomar seus trabalhos em dias subsequentes na oficina de percurso; Possibilitar que as crianças comentem os resultados dos trabalhos, possibilitando a descoberta do percurso de criação, oportunizando a troca, o respeito, a tolerância à diversidade de interpretações ou atribuição de sentimentos às imagens; Valorizar e aceitar produções das crianças, expondo-as em diferentes espaços da escola; Colocar as crianças em contato com obras de arte de artistas. MÚSICA Durante 2010 e 2011 nosso Plano de Formação foi em Música. Avaliamos que o trabalho nessa área foibastante ampliado, com momentos de escuta dos sons da escola (paisagem sonora), interpretação de músicasinfantis e da cultura em geral (marcação com instrumentos), improvisação e sonorização de histórias, além depercussão corporal e registro musical com o corpo. O grande desafio que o grupo aponta é conseguir desenvolverum trabalho sistematizado na rotina com essa área, pois muitas vezes os trabalhos são esporádicos, sem sequênciaou sistematizado. Conforme o plano de formação, revimos os objetivos, conteúdos e orientações didáticas dessa área. Objetivos Ouvir, perceber e discriminar elementos que compõem o som; Apreciar diferentes gêneros e instrumentos musicais (músicos famosos, clássico, popular, etc.); Produzir sons com o próprio corpo, instrumentos musicais e objetos sonoros; brincando com a música, inventando, imitando, criando musicalmente; Ampliar o repertório cultural, conhecendo e respeitando manifestações diversas. Aprimorar a escuta; Desenvolver a percepção de sons através de registros sonoros. Promover situações de reflexão com as crianças sobre a escuta, a apreciação e a produção sonora e musical. Conteúdos Percussão corporal; Música como produto cultural do ser humano; Elementos do som (intensidade, altura, densidade, duração, ritmo); Paisagem sonora; Registro sonoro; Composição e criação musical; Sonorização de histórias; Situações de improvisação. Orientações Didáticas Escolher sempre um repertório de boa qualidade, propiciando escuta de gêneros, estilos e ritmos variados, tendo o cuidado de não oferecer somente músicas do repertório “infantil”; Conhecer previamente a música a ser apresentada às crianças e definir objetivos claros das possibilidades de exploração da música; 46
  • 48.  Construir com os alunos possibilidades de trabalho com a música, promovendo rodas de apreciação musical; Sempre que possível, identificar os instrumentos utilizados na obra ouvida, para enriquecer e ampliar os conhecimentos referentes à produção musical; Oferecer músicas instrumentais para que as crianças sejam guiadas pela sensibilidade, imaginação e sensações que a música sugere, aprimorando a escuta musical; Trazer para a escuta a produção musical de várias regiões do país e de outras culturas; Garantir na rotina a música; sua escuta e canto de forma permanente; Informar às crianças sobre o contexto da obra: época, compositor, intérpretes e o que mais julgar importante para seu conhecimento; Aliar a música à dança e a outras formas de expressão e registro; Usar jogos de atenção, memória auditiva e musical, discriminando e classificando os sons; Utilizar os jogos musicais da cultura infantil: acalantos, parlendas, rodas cantadas e brincadeiras que utilizem música. Aprimorar a escuta, explorando de diversas maneiras (reprodução, gravação, registro) a paisagem sonora da escola. Propiciar momentos de sonorização de histórias, partilhando com as crianças a construção dessa sonorização. Propiciar momentos de composição e criação musical. Utilizar o corpo para registro musical e produção de sons. Sempre que possível, oferecer instrumentos musicais (clássicos ou populares) para apreciação. Propiciar momentos de produção de diferentes instrumentos, explorando os diferentes materiais para produção sonora. BRINCAR Em anos anteriores, realizamos um plano de formação na área do brincar, pois havia anecessidade de um estudo mais aprofundado sobre esse importante momento para as crianças deeducação infantil. Avaliamos que esse estudo contribuiu para um olhar mais atento e cuidadoso das professoras,estabeleceram-se momentos propícios na rotina para que esse momento aconteça com planejamentossistematizados. Sempre buscamos inserir o brincar nas atividades diversificas e nas oficinas, considerando-o umaimportante área na educação infantil, além do parque e de brincadeiras simbólicas em sala. Há também abrinquedoteca, lugar privilegiado para a observação e registros de como se dá as relações durante asbrincadeiras. Em 2012, tivemos um HTPC para retomar a questão do brincar e nos pautamos nos eixos quenorteiam esse trabalho: as brincadeiras tradicionais, as brincadeiras de construção e a brincadeirasimbólica. O grupo de professoras escreveu algumas orientações didáticas nesses momentos, descritas aseguir:Brincadeiras Tradicionais  O professor deve apresentar e valorizar as diferentes brincadeiras e variações;  O professor deve ter um papel ativo como mediador, participando das brincadeiras junto com as crianças; 47
  • 49.  Resgatar as brincadeiras tradicionais com o envolvimento da família, troca de experiências;  Desenvolver trabalhos de pesquisa, oficinas de brincadeiras entre professores para enriquecer o fazer pedagógico;  Compartilhar brincadeiras com as famílias em momentos planejados para isso, como os sábados letivos.Brincadeiras de Construção  Promover momentos de brincadeiras de construção diversificadas: areia do parque, massinha, sucatas, jogos de encaixe;  Desenvolver projetos que contemplem esse tipo de brincadeiras, com intervenções para avançar nas hipóteses das crianças;  Desenvolver autonomia das crianças para escolha dos objetos para essa brincadeira.Brincadeira Simbólica  Promover esses momentos na rotina escolar;  Propiciar que o brincar permeie todas as áreas do conhecimento;  Permitir que a criança atribua novos significados a objetos e situações;  Intervir criando situações que propiciem o brincar simbólico, organizando espaços e materiais diversos.  Permitir que as crianças reorganizem, transforme o espaço organizado e possa movimentar-se e fazer escolhas.  Cuidar das intervenções referentes ao brincar com objetos que incitem temas violentos, sexualidade, mortes etc. O adulto precisa entender que as crianças atribuem novos significados, compreendendo e reformulando situações do mundo em que vivem na brincadeira simbólica.  O professor também deve cuidar para não transmitir seus preconceitos pessoais nas intervenções pedagógicas em relação às temáticas pontuadas acima. 4. ROTINA PERÍODO DE ACOLHIMENTO “O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto, abrange mais que um momento de atenção. Representa uma atitude de ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro.” (Leonardo Boff) Nossa organização para o período de acolhimento às novas famílias inicia-se no ato da matrícula.Nesse momento montamos murais para que as famílias conheçam um pouco da rotina da escola e nolocal onde é realizada a matrícula disponibilizamos um cantinho de brinquedos para as crianças, e revistaspara os adultos aguardarem. Neste momento também nos colocamos à disposição das famílias para 48
  • 50. esclarecimentos a respeito do atendimento da escola e propiciamos que conheçam a escola casoqueiram, sempre com o acompanhamento de um funcionário. No ato da matrícula, convidamos as famílias a participarem de uma reunião no início dedezembro. Oferecemos três horários para que as reuniões não sejam muito lotadas e assim possamosacolher as dúvidas e ansiedades desses novos pais (8h; 13h30; 16h), as famílias escolhem e nesse diaconversamos um pouco sobre a rotina da escola, fazemos uma nutrição para suscitar uma conversa sobrea entrada das crianças na escola. Em 2011, nossa reunião aconteceu da seguinte maneira: 8h – 19pessoas; 13h30 – 22 pessoas; 16h – 28 pessoas. Fizemos uma apresentação dos funcionários da escola,uma pequena reflexão sobre o período de acolhimento, tendo como ponto de partida o livro “E essa talde escola? Como será?” de Bel Linares e Alcy, assistimos a uma apresentação com fotos sobre a rotina daescola, fizemos um passeio pela escola e informes gerais (1ª. reunião, informações a respeito do integrale outras questões trazidas pelas famílias). Em 2012, nas primeiras reuniões pedagógicas do ano, com a equipe toda, retomamos oscombinados sobre o período de acolhimento. Nesse período toda escola se mobiliza para atender ascrianças em suas necessidades, principalmente os menores que estão pela primeira vez na escola. Sempredividimos a equipe de apoio para apoiar algumas turmas, supervisionar intensamente os banheiros. Asprofessoras substitutas volantes (quando há) acompanham as turmas de infantil III, pois as crianças sãomuito pequenas e precisam de maiores cuidados. Aliás, essa turma precisaria de mais um adulto na salapermanentemente ou redução do número de crianças para serem plenamente atendidas em suasnecessidades. No primeiro dia de aula as famílias entram com as crianças e participam de toda rotina do dia. Nosdemais dias, caso alguma criança seja muito resistente à entrada, a família é convidada a entrar com ela,para que a criança fique mais segura. Nos dias com horário reduzido, nossa proposta é oferecer atividades da rotina: uma atividade desala (diversificada ou hora da história ou roda de conversa), lanche e parque. Há a preocupação deoferecer atividades semelhantes ao que as crianças vivenciam no cotidiano escolar para não criar falsasexpectativas. Atividade Diversificada OBJETIVOS Possibilitar que a criança aja de maneira autônoma para escolher tanto atividades, como tambémseus pares. ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS Garantir a oferta de atividades desafiadoras, que atendam os interesses e necessidades das crianças (considerando também os conteúdos e projetos desenvolvidos pela turma); Deixar claro para as crianças todos os combinados deste momento (troca de mesa, organização e finalização da atividade, etc); 49
  • 51.  Apresentar e orientar a utilização dos materiais/atividades; Observar e intervir (priorizar um dos cantos para intervenção, conforme a intencionalidade da professora); Realizar diariamente, considerando qual melhor momento da rotina para isso; Garantir a permanência das atividades no mínimo por uma semana para que a criança possa saber que poderá escolher outro dia. Roda de Conversa O trabalho com roda de conversa consta na rotina diária de cada turma e poderá possibilitar aconstrução da identidade do grupo, a construção dos vínculos afetivos e respeito pelos colegas. Poisneste momento está previsto a interação e expressão de desejos, necessidades, sentimentos,preferências, socialização de saberes por meio da linguagem oral. Além de contar com possíveisconteúdos nesta área, como a capacidade de argumentação, narração de fatos e interlocução. Cabe ao professor alguns cuidados: Garantir a diversidade dos assuntos (atuais, notícias, apreciação, etc), evitando que seja apenas um momento de orientações e combinados; Estar atento e interessado, auxiliando a criança na construção das falas das crianças a fim de torná-las mais completas; Intervir para que a criança converse com toda a turma e não somente com a professora; Ouvir a criança com atenção e também auxiliá-la quanto à escuta dos outros; Tomar cuidado para que este momento não se torne um “monólogo” centralizado na figura da professora. Organizar materiais que ajudem e potencializem as conversas com diferentes objetivos: descrição, narração, argumentação, exposição. Hora da História Momento diário previsto na rotina das professoras. Planejada e pensada de acordo aespecificidade de cada turma, a leitura feita pelo professor deve contar com diferentes tipos de textos,propiciando assim, a diversidade textual. Também algumas informações são importantes neste momento,como o nome do autor e ilustrador. Há também na rotina o trabalho realizado na Biblioteca Interativa, em que várias possibilidadessão oferecidas. Todas as turmas têm em sua rotina um momento semanal para o trabalho na Biblioteca,que pode ser uma pesquisa, uma atividade diversificada, uma história lida pela professora, leitura feitapelos alunos, um vídeo, sendo que este ano consideramos a faixa etária e o tempo de duração destemomento. Outro momento na semana é o empréstimo de livros. A constância desta atividade na rotina,além da oferta de materiais (livros, CDs, fantoches, computador) e recursos, proporcionam um ricotrabalho e assim, neste processo a criança vai adquirindo a postura de leitor e pesquisador. Entrada Coletiva 50
  • 52. As entradas coletivas acontecem quinzenalmente, organizadas por duplas de professoras. Asprofessoras responsáveis elaboram peças teatrais, músicas, ou apresentação das crianças para as outrasturmas. Esse momento é de muita integração entre as crianças, elas escolhem com que sentar ecompartilhar esse momento “festivo” da escola. Nesse dia também cantamos o hino nacional. Em 2012, reforçou-se a idéia de que utilizemos esse espaço para apresentação de trabalhosdesenvolvidos em projetos ou sequências de atividades realizados no decorrer do ano, convidando asfamílias a fazer parte desse momento. Oficinas (intersalas) Essa atividade é realizada quinzenalmente. As crianças escolhem a oficina por meio de crachásindicando as atividades. Geralmente essas atividades iniciam-se em abril, pois as crianças estão mais seguras e envolvidascom os funcionários da escola em geral, além da professora da turma. Corpo e Movimento Cada turma tem contemplado em sua rotina um horário diário para este momento, sendo quemuitas vezes é realizado na quadra ou no salão. Circuito No início do ano conversamos sobre a manutenção ou dessa atividade na rotina escolar, já que hávárias críticas em relação ao seu aspecto uniforme e diretivo. Avaliou-se que nossa prática tem apontadoo aspecto lúdico e desafiador que esse momento tem propiciado às crianças, portanto optou-se emmantê-lo. Os combinados para esse momento são os descritos a seguir:  O circuito acontecerá quinzenalmente, intercalando com as intersalas, e o mesmo circuito ficará durante um mês, para que seja melhor explorado pelas crianças.  A montagem será em grupo de professoras, garantindo que este grupo seja composto de uma professora de cada faixa etária, para que haja um olhar para todas as idades.  A professoras responsáveis pela montagem do circuito iniciará a organização minutos antes da entrada das crianças. O trio gestor ajudará na montagem, principalmente se necessitar terminá-la após a entrada dos alunos.  As sugestões de uso serão passada de professor a professor conforme o uso; as professoras que dobram período farão a troca entre os períodos trazendo dúvidas e sugestões para o melhor uso do circuito.  Na medida do possível, as professoras volantes e/ou estagiárias/auxiliares acompanharão todas as turmas no circuito, apoiando a professora. OS CUIDADOS 51
  • 53. É combinado da escola que em caso de acidentes, imediatamente tomemos as providênciasnecessárias (socorrer a criança, acalmá-la, entrar em contato com familiares e em todos os casos avisarpor escrito a família através do caderno de recados). Em 2010, foram raros os casos que não houve contato com a família, mesmo assim, vemosnecessidade de reforçar este combinado com a equipe, mesmo pequenos acidentes devem sercomunicados. Outra questão é com relação à importância do olhar dos adultos para as crianças e a iniciativa deatendê-las em suas necessidades. Não fazendo por elas, mas ajudando-as a fazer. (ajudá-las a tirar a blusano calor, colocar no frio, limpar o nariz, usar o sanitário). Lavar as mãos, utilizar adequadamente os sanitários, escovar os dentes, conservar materiais deuso pessoal, são atividades diárias de cuidados e procedimentos que devem ser orientados peloseducadores. Contamos com auxílio de uma funcionária de apoio que fica próxima ao sanitário paracolaborar neste sentido. O lanche é oferecido em forma de self-service, em mesas para quatro lugares com cadeirasindividuais, possibilitando assim maior interação e escolha entre as crianças. Neste momento a criançaescolhe o que quer comer, quanto vai comer, com quem vai se sentar... Vai aprendendo e se fortalecendoem seu processo de construção da autonomia. OS ESPAÇOS Sala do Brincar As turmas têm um horário de 40 minutos reservado na semana para este espaço, sendo que asturmas de infantil III têm dois dias na semana para o uso, ainda sobram horários livres na grade para serutilizados pelas turmas quando necessário. No horário reservado para a turma, os brinquedos e materiais da sala podem ser levados paraoutro lugar. Como por exemplo, as fantasias para o salão, as bonecas para a sala de aula. A sala do brinquedo é mais um espaço para o brincar, porém ele permeia as atividades que fazemparte da rotina, portanto vale salientar que o jogo simbólico ocorre também em outros momentos darotina, com uso de fantasias, kits de profissões, brinquedos de montar e outros. O brincar não estálimitado ao momento de uso da brinquedoteca. Sala de Artes Todas as turmas têm um momento semanal para uso do ateliê, sendo que além do dia previsto, hápossibilidade da professora propor outra atividade de Artes em outro espaço ou mesmo no próprio se omesmo estiver vago. Contamos com auxílio da Leila, funcionária de apoio responsável pelo ateliê. Os combinados levantados pelo grupo para a utilização da Sala de Artes são: planejar antecipadamente a atividade a ser desenvolvida; solicitar materiais que eventualmente não estejam à disposição com antecedência (2 ou 3 dias); não desperdiçar tintas e papéis; 52
  • 54.  a reposição das tintas nas bisnagas, de cartolinas e de sulfite no tamanho A4, fica sob responsabilidade da Leila, o sulfite A3 deve ser solicitado preveamente; após o uso, tirar o excesso da tinta dos pincéis e colocá-los em potes com água; a tinta guache será utilizada em bandejas de ovos ou formas de gelo que serão reutilizadas e que deverão ser deixadas em cima da pia, sem empilhá-las; deverá ser passado um pano úmido nas mesas, o qual estará à disposição em cima da pia; deverá ser tomado um cuidado especial com as colas, fechando-as e guardando-as viradas com a tampa para baixo nos devidos potes, para que não haja entupimento dos tubos; ao término das atividades, o espaço deverá ser reorganizado para que a próxima turma possa utilizar; jogar retalhos grandes de papéis no carrinho e os pequenos na caixa de reciclável; evitar retirar materiais do ateliê. Caso seja necessário utilizá-los em sala de aula, deixar avisado por escrito no quadro branco. Os mesmos deverão ser recolocados no seu devido lugar; identificar os trabalhos com o nome da professora e retirar as atividades das crianças no dia seguinte, evitando acúmulo destas no carrinho de secagem; utilizar o mural (quadro branco) para avisos/recados; procurar usar os materiais por etapa, respeitando o próprio processo do professor ou solicitar ajuda prévia para o trio gestor; manter a pia e a mesa desocupadas, não acumulando objetos e materiais; a guilhotina deve ficar em cima do armário para evitar acidentes. A Biblioteca “No lugar onde é o tanque da areia estava prevista a adaptação de um espaço pra ser a bibliotecadesta escola. Com a mobilização do Conselho de Escola/APM, entendendo a importância deste espaço não sópara as crianças como também para a comunidade, foi feito um abaixo-assinado pedindo que fosseconstruída uma biblioteca escolar interativa numa área do terreno da escola que era sub-utilizado. Assimesta área seria aproveitada e a biblioteca ficaria instalada num local de fácil acesso para todos os públicosque se valeriam dela. Diante de muitos argumentos, a escola recebeu a verba e iniciou a construção em julho de 2004. Enquanto a construção seguia a todo vapor, as crianças pensavam na denominação da biblioteca.Todos deram suas sugestões e partiram para votação, cujo vencedor foi o nome de uma professora queestava aqui desde a inauguração da escola em 1982 e tinha se aposentado em dezembro de 2003. Abiblioteca, inaugurada em outubro de 2004, recebeu seu nome: profª Dulcinéia Versolato de Oliveira. Desde então, este é um espaço de muita leitura e pesquisa, onde não ficam de lado a ludicidade eo prazer das novas descobertas.” (Relato da PABE Simone) Até o ano de 2009, contávamos com a PABE Simone que realizava um trabalho de parceria com asprofessoras para potencializar o uso da BEI. Em 2010 com a reformulação da S.E., as BEIs passaram a contar com o apoio de auxiliares debiblioteca. A sólida formação que as professoras obtiveram em parceria com a PABE dinamiza o uso daBEI, pois já há uma rotina estabelecida e incorporada. O auxiliar de biblioteca e a bolsista da Fundação 53
  • 55. Criança dão suporte técnico (organização dos livros) para o trabalho pedagógico desenvolvido pelasprofessoras. Iniciamos o ano de 2012 sem auxiliar de biblioteca, o que dificulta bastante o trabalho nesseespaço, pois não há quem faça a organização geral. Para minimizar essas dificuldades, as professoras dointegral têm desenvolvido o PIE (projeto de interesse da escola) uma vez por semana na biblioteca. Há na rotina uma vez por semana a ida à BEI para desenvolver trabalhos de algum projetopedagógico ou sequência didática, além do dia de empréstimos de livros para os alunos. Um dia por semana a BEI é aberta à comunidade, possibilitando pesquisa, acesso à internet eempréstimos de livros, entretanto, enquanto não há um auxiliar de biblioteca a abertura da BEI àcomunidade se torna inviável. 4.1 Estudos do Meio Os estudos do meio são encaminhados de acordo com os projetos desenvolvidos por cada turmaou grupo de turmas. As visitas são realizadas com maior frequência no segundo semestre, quando ascrianças estão mais adaptadas com o ambiente escolar. Preferencialmente os passeios são dentro do horário que a criança frequenta a escola, pois comohá muitas crianças que vão embora de transporte escolar, o prolongamento do período pode implicar ema criança não vir à escola. Foi combinado com o grupo de professoras que caso haja o interesse de um passeio queultrapasse o horário regular, haveria contanto com os transportadores e famílias para evitar que criançasdeixem de participar devido ao horário. 5. AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DOS ALUNOS “A observação é uma ação estudiosa da realidade. Estudo quando tenho uma pauta, quando eudireciono o meu olhar. Quando observo eu ordeno, seleciono, diagnostico significados, classifico questões.É uma ação altamente reflexiva” Madalena Freire Há alguns anos adotamos na educação infantil uma prática avaliativa sistemática baseada naobservação investigativa do desempenho dos alunos nos diversos momentos da rotina, levando em contaque o ato de avaliar está presente em todas as situações. Para tanto são feitos registros diários focando,algumas vezes a turma como um todo, outras vezes, os alunos individualmente. Tais registros são lidospela coordenadora pedagógica que realiza devolutivas por escrito e, quando necessário, pessoalmente.Dessa forma, torna-se possível acompanhar o desempenho dos alunos compartilhadamente com asprofessoras, além de proporcionar a estas, uma análise reflexiva da própria prática e a partir daí,redirecionar os encaminhamentos de seu trabalho. Conforme afirmação de Madalena Freire, a avaliação deve ser baseada na observação, seleção deatividades e registro de todo o processo de evolução do aluno em relação aos objetivos estabelecidos.Acreditamos que a avaliação deve servir para nortear o trabalho do professor no início, investigando osconhecimentos prévios do aluno e durante o processo de aprendizagem, para fazer os ajustesnecessários. O trio gestor acompanha o trabalho das professoras fazendo a leitura dos relatórios individuaisdos alunos no primeiro e segundo semestre. Estes são entregues pessoalmente aos pais em reunião 54
  • 56. específica, para que a partir do relatório sejam traçadas ações através das quais família e escola possamcontribuir para o desenvolvimento das capacidades e necessidades do aluno. Essa ação, realizada pela primeira vez no ano de 2005, foi avaliada positivamente por todo ogrupo, que decidiu continuar fazendo a entrega dos relatórios desta forma, pois possibilitou uma boaparceria com os pais, promovendo uma maior participação na rotina escolar das crianças. As professoras organizam também um portfólio dos alunos, ou seja, um conjunto de atividadesdas diversas áreas do conhecimento, que retratam o processo de evolução da criança. Para auxiliar e orientar as professoras na produção dos portfólios e relatórios foi elaborado pelotrio e entregue para as professoras as seguintes orientações: PORTFÓLIO Cabe às professoras  Datar as atividades para se poder construir uma “linha do tempo”, selecionando atividades que possibilitem enxergar o processo de ensino-aprendizagem da criança (avanços/saberes)  Registrar as comandas das atividades e observações necessárias das mesmas  Organizar o portfólio em pasta catálogo, separando as atividades, duas por saquinho (frente e verso).  Considerar as singularidades das crianças. As atividades presentes no portfólio não precisam necessariamente ser as mesmas para todas as crianças.  Possibilitar a apreciação do portfólio tanto para as famílias como para as próprias crianças, pois assim estas poderão se perceber neste processo.  Possibilitar que as crianças escolham atividades para o portfólio, realizando uma auto-avaliação. Cabe ao Trio Gestor  Apreciar o portfólio das crianças juntamente com a leitura dos relatórios, ou em outros momentos de acompanhamento do trabalho pedagógico  Auxiliar as professoras, caso necessário, na produção deste instrumento. RELATÓRIOS INDIVIDUAIS Cabe às professoras considerar:  O interlocutor (EOT, trio gestor, famílias, futuras professoras), mas sem que isto signifique “simplificar” a escrita, podendo constar inclusive embasamento teórico.  A criança como “única”, procurando registrar suas características (tomando cuidado com estigmas), escolhas e aprendizagens destacadas.  Intervenções da professora que contribuíram no processo ensino-aprendizagem.  Encaminhamentos que poderão auxiliar no aprendizado da criança (às famílias, às próximas professoras, à própria escola).  Inserir quadro de conteúdos trabalhados no semestre.  Entregar, preferencialmente, três relatórios ou rascunhos para leitura e revisão antes de dar continuidade aos demais. Cabe ao Trio Gestor: 55
  • 57.  Formar três grupos de professoras, dividindo a quantidade de relatórios, para que cada uma do trio leia um grupo.  Considerar e valorizar os conhecimentos prévios de cada professora.  Ler os relatórios, respeitando o estilo de escrita pessoal de cada professora e intervir procurando contribuir com a mesma para esta produção.  Fazer as devolutivas conforme seu estilo/necessidade (oralmente, por escrito...). 6. ACOMPANHAMENTO DOS INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS Além do acompanhamento dos portfólios e dos relatórios individuais já descritos anteriormente, acoordenadora pedagógica recebe os planejamentos e registros na seguinte ordem: primeira semana domês: grupo de professoras da tarde; segunda semana do mês: grupo de professoras da manhã. São lidosos registros do mês anterior e o planejamento do corrente mês. Como já foi relatado, a devolutiva é feitapor escrito, e quando necessário, oralmente. As ações formativas em HTPCs e reuniões pedagógicas são registradas através de sínteses que sãosempre retomadas no encontro posterior.7. Ações Suplementares 7.1. AEE – Atendimento Educacional Especializado No ano de 2012 temos como professora itinerante a professora Silvéria Rodigues Madeira. Atéo momento ela tem realizado um reconhecimento das crianças, acompanhado-as em sala de aula erealizando pequenas conversas com a professora. Ainda estamos em estudo de caso para definir quaiscrianças serão atendidas ou não em um trabalho sistematizado de itinerância. IV. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASFREIRE, Madalena.Observação, Registro, Reflexão. Série Seminários Espaço Pedagógico. São Paulo - 1996.PADILHA, Paulo R.Planejamento dialógico: como construir o Projeto Político-Pedagógico da escola cidadã. SãoPaulo: Cortez, 2001.SÃO BERNARDO DO CAMPO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA, DEPARTAMENTO DE AÇÕES EDUCACIONAIS.Proposta Curricular. São Bernardo do Campo: SEC, 2007.SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO. Escola de Cara Nova. São Paulo: 1998.VASCONCELLOS, Celso dos S.Coordenação do Trabalho Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2002. 56
  • 58. V. ANEXOS HISTÓRICO DA UNIDADE ESCOLAR A construção desta Unidade teve início no ano de 1981, sendo inaugurada em 02/05/1982. Estevepresente na inauguração da EMEB o próprio senhor Hygino Baptista de Lima, ex-prefeito de São Bernardodo Campo. A escola passou por várias transformações desde então, no início atendia apenas 14 turmas deeducação infantil, sendo que nessa época eram realizadas grandes festas com apresentações de númerosde danças realizados pelas crianças, eram realizados também muitos eventos com fins lucrativos, comobazares, desfiles dentre outros. No ano de 1999, com a municipalização do ensino fundamental, atendemos em caráteremergencial 4 turmas de 1º ano, essas salas permaneceram por 8 anos. Em 2008 foi possível fechá-las, oque nos possibilitou atender uma quantidade maior de crianças de educação infantil, diminuindoconsideravelmente nossa lista de espera. Em 2009 fechamos duas salas, terminando assim com o rodízio entre salas de aula. Atualmenteesta unidade atende crianças de 3 a 5 anos, com 16 turmas de educação infantil e 2 de período integral. O prédio também passou por grandes reformas no espaço físico, sendo que foram construídosespaços como ateliê, biblioteca e brinquedoteca. Outros espaços também foram reformados, como osbanheiros e a secretaria. Ocorreram reformas para melhor atender aos portadores de necessidadesespeciais, sendo que foram construídas várias rampas de acesso e dois banheiros adaptados. As mudanças estão presentes também nos recursos humanos, pois ocorre uma rotatividadeconstante no quadro de professoras, bem como na equipe de apoio, o que resulta em um constanterepensar na formação e adaptação dos mesmos. DESCRIÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DA ESCOLA / MATERIAIS PEDAGÓGICOS E EQUIPAMENTOS A escola ocupa um amplo espaço físico, com salas e corredores bem dimensionados, iluminados eventilados. A distribuição do espaço é dividida como segue: Uma diretoria ampla, onde dispomos de um computador, impressora e fax. A diretora, a PAD e a CP desenvolvem seu trabalho nesta sala; Uma sala de professores onde estão guardados jogos, material pedagógico para atividades diversificadas e outras; Uma secretaria uma máquina de xerox, dois computadores duas impressoras que são usados pelas oficiais, armários com a documentação dos alunos; Uma pequena sala que serve como copa dos funcionários e também para guardar instrumentos musicais; Nove salas de aula de educação infantil contendo mesa e cadeira para a professora, ventiladores, amplos armários e mesas com cadeiras infantis em oito salas e uma utilizada exclusivamente pelo período integral, lá ficam os colchões, cobertores, travesseiros; Uma brinquedoteca construída montada e equipada a partir das orientações da SEC, a sala ainda conta com dois visores circulares que fazem interação com o ateliê; Uma casinha de bonecas de alvenaria que contém 4 cômodos, mobiliário e utensílios domésticos; Um ateliê de artes que contém diversos materiais para um trabalho diversificado em artes visuais. O 57
  • 59. material está organizado em estantes/prateleiras, facilitando o trabalho do professor e permitindo a oportunidade de escolha pela criança (oficina de percurso), duas pias foram construídas na altura das crianças o que facilita a utilização; Um galpão utilizado para brincar e realizar vários tipos de atividades (circuito com materiais de corpo e movimento realizado toda semana, entradas coletivas, apresentações, etc). A comunidade também aproveita este espaço, seja nas aulas de ginástica noturnas, bem como em outras atividades da escola, como assembléia de pais, reuniões e entradas coletivas. Um almoxarifado onde são guardados materiais de limpeza em geral e brinquedos para serem repostos durante o ano; Um almoxarifado de jogos onde são guardados materiais de corpo e movimento, brinquedos de areia; Uma cozinha onde são preparadas as refeições e lanches, agregada a esta está uma dispensa onde são armazenadas as merendas. Contém ainda duas geladeiras, freezer, um fogão industrial e um forno. Junto à cozinha há um banheiro exclusivo para o uso das merendeiras; Um refeitório agregado ao galpão, defronte à cozinha, onde são servidas as refeições em sistema self- service. Os lanches quentes e as refeições ficam no balcão térmico, onde as crianças servem-se sozinhas; Banheiros, dois banheiros femininos para crianças, dois banheiros masculinos para crianças, um banheiro para as funcionárias e um para funcionários. Os banheiros da unidade sofreram uma ampla reforma e um dois dos banheiros das crianças possuem acessibilidade para deficientes. Um parque com vários brinquedos de madeira de troncos, 1 escorregador, 9 balanços, 2 tobogãs em alvenaria; Uma quadra ao lado do parque com duas traves onde as crianças brincam e desenvolvem atividades de Corpo e Movimento. Um tanque de areia na área externa, para brincadeiras com baldes, pás, brinquedinhos, etc. Um espaço para horta onde são desenvolvidas atividades de compostagem e plantio pelas crianças; Um estacionamento que atende aos funcionários; Uma biblioteca interativa com um acervo de livros, fitas VHS, DVDs e CDs, um baú com muitos fantoches para uso das crianças. Equipamento para uso dos alunos, professoras e comunidade. Este é um espaço privilegiado para nossas crianças. Este ano não contamos com auxiliar de biblioteca, o que dificulta muito o trabalho e nos impede de atender a comunidade como fazíamos às quartas-feiras. As professoras contam em sua rotina com horário semanal de 50 minutos para as turmas de infantil V e 40 minutos para as turmas de infantil III e IV para que freqüentem a biblioteca e outros 40 minutos que poderão ser solicitados para uso de acordo com os projetos realizados com cada turma; além do empréstimo de livros realizado. 58
  • 60. GRADE DE ATIVIDADES PROFESSORA ELISABETE INFANTIL III A – MANHÃ 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRAAcolhimento/Roda Acolhimento/Roda Acolhimento/Roda Acolhimento/Roda Acolhimento/Roda de conversa de conversa de conversa de conversa de conversa Parque Parque Parque Parque Parque Atividade Atividade Atividade Atividade Ateliê Linguagem Matemática Ciências Linguagem História Quadra História Quadra História Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Diversificada Diversificada Diversificada Diversificada Diversificada Brinquedoteca Biblioteca Brinquedoteca Casinha de bonecas Música Preparação para Preparação para Preparação para Preparação para Preparação para saída (músicas) saída (músicas) saída (músicas) saída (músicas) saída (músicas) PROFESSORA ELIZANDRA INFANTIL III B - MANHÃ 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Acolhimento Acolhimento Acolhimento Acolhimento Acolhimento Parque Biblioteca Parque Parque Parque Quadra Tanque Atividade dirigida Quadra Atividade dirigida Brinquedoteca Atividade dirigida Brinquedoteca Ateliê Diversificada Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Diversificada Diversificada Diversificada Diversificada Brinquedos de casaAtividade dirigida História História História História História Música Música Massinha Música PROFESSORA SILVIA INFANTIL III C – TARDE 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Acolhimento Acolhimento Acolhimento Acolhimento Acolhimento(rotina/(chamada/ (rotina/(chamada/ (rotina/(chamada/ (rotina/(chamada/ (rotina/(chamada/ calendário) calendário) calendário) calendário) calendário) Quadra Diversificada Quadra Diversificada Brinquedo de casaParque/Tanque de Parque/Tanque de Parque/Tanque de Parque/Tanque de Parque/Tanque de areia/Piscina de areia/Piscina de areia/Piscina de areia/Piscina de areia/Piscina de bolinha bolinha bolinha bolinha bolinha Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Roda de história/ Roda de história/ Biblioteca Atividade em sala/ Roda de música Roda de música Atividade em sala/ empréstimo Projeto Biblioteca Projeto Casinha Ateliê Brinquedoteca Atividade em sala Brinquedoteca Preparação para Preparação para Preparação para Preparação para Preparação para saída saída saída saída saída PROFESSORA IVANILDA INFANTIL III D - TARDE 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRAAcolhimento/Rotina Acolhimento/Rotina Acolhimento/Rotina Acolhimento/Rotina Acolhimento/Rotina 59
  • 61. Brincadeira Ateliê Diversificada Diversificada Diversificada simbólicaRoda de conversa Roda de conversa Roda de conversa Roda de conversa Roda de conversa Parque Parque Parque Parque Parque Diversificada Biblioteca Atividade dirigida Casinha de boneca Quadra História Atividade dirigida História História Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Massinha História História Brinquedoteca Tanque de areia PROFESSORA ELIANE INFANTIL IV A - MANHÃ 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Diversificada ou Diversificada Brinquedoteca Diversificada Entrada coletiva brinquedoteca Rotina Rotina Rotina Rotina Diversificada Ciências Língua Rotina Língua Matemática Biblioteca Empréstimo Artes Lanche/higiene Lanche/higiene Lanche/higiene Lanche/higiene Lanche/higiene Parque Parque Parque Parque Parque/Quadra História História História História História PROFESSORA VALÉRIA INFANTIL IV B - MANHÃ 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Acolhimento/ Acolhimento/ Acolhimento/ Acolhimento/ Acolhimento/ Diversificada Diversificada Diversificada Diversificada DiversificadaRoda de conversa Brinquedoteca Roda de conversa Ateliê Roda de conversa Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Biblioteca Parque Parque Parque Parque Parque Quadra História História História PátioAtividade dirigida Atividade dirigida Atividade dirigida Atividade dirigida Música em sala em sala em sala em sala PROFESSORA CLAUDIA DARÉ INFANTIL IV C - MANHÃ 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Diversificada Diversificada Brinquedoteca Diversificada Diversificada Chamada/CalendárioChamada/Calendário Chamada/Calendário Chamada/Calendário Chamada/Calendário Biblioteca Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Parque/Tanque Parque/Tanque Parque/Tanque Parque Parque de areia de areia de areia Dia do Roda de Roda de Roda de Roda de brinquedo/Brincadeiconversa/História conversa/História conversa/História conversa/História ra simbólicaAtividade dirigida Atividade dirigida Atividade dirigida Empréstimo Atividade dirigida Quadra Música Quadra Ateliê 60
  • 62. PROFESSORA ANGELA INFANTIL IV D - TARDE 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Brincadeira Diversificada Roda de conversa Diversificada Roda de conversa simbólica Roda de conversa Roda de conversa Roda de conversa Biblioteca Ateliê História História História Atividade em sala História Atividade em sala História Atividade em sala Lanche Lanche Lanche Lanche Lanche Parque Parque Parque Parque Parque Casinha de boneca Quadra Brinquedoteca Quadra Brinquedos de casa Diversificada Diversificada Diversificada Diversificada Diversificada Preparação Preparação Preparação Preparação Preparaçãopara saída/massinha para saída/música para saída/massinha para saída/música para saída/massinha PROFESSORA LUCIANA INFANTIL IV E - TARDE 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Entrada/Rotina Entrada/Rotina Entrada/Rotina Entrada/Rotina Entrada/Rotina Diversificada Diversificada Diversificada Diversificada Brinquedos de casa BEI Brinquedoteca Quadra Ateliê Projeto Atividade dirigida Projeto Atividade dirigida Atividade dirigida Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Roda de música Roda de música Roda de música Roda de música Roda de música Parque Parque Parque Parque Parque Preparação para Preparação Preparação para Preparação Preparação para saída/Música para saída saída/Música para saída saída/Música PROFESSORA ABIGAIL INFANTIL IV F – TARDE 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Diversificada Diversificada Ateliê Diversificada Quadra Rotina Rotina Rotina Rotina Rotina Calendário Calendário Calendário Calendário Calendário Atividade dirigida BEI Roda Atividade dirigida Atividade dirigida Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Parque Parque Parque Parque Parque Brinquedoteca Roda Música História História História História História Roda Brinquedos PROFESSORA VALDISA INFANTIL V A - MANHÃ 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Biblioteca Diversificada Diversificada Diversificada Diversificada História/ História/ História/Corpo e movimento Corpo e movimento Roda de conversa Roda de conversa Roda de conversa Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Parque Parque Parque Parque Parque História/ Ateliê História/ Linguagem/Música Linguagem 61
  • 63. Roda de conversa Roda de conversa Brinquedos Artes Ateliê Música Brinquedoteca trazidos de casa PROFESSORA MARIANE INFANTIL V B - MANHÃ 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Entrada Atividade Atividade Atividade Atividade coletiva/dia do diversificada diversificada diversificada diversificada brinquedo Rotina Rotina Rotina Rotina Rotina Parque Parque Parque Parque Parque Lanche/higiene Lanche/higiene Lanche/higiene Lanche/higiene Lanche/higiene Hisória Reconto Fantoches Empréstimo História Atividade língua Atividade língua Biblioteca Corpo e movimento Dia do brinquedo(pasta de leitura) (caderno) Atividade natureza e Atividade Música Brinquedoteca sociedade matemática BinquedotecaDesenho registro Quadra Desenho Quadra Ateliê Horta Casinha de Boneca Massinha PROFESSORA CLAUDIA A. INFANTIL V C - MANHÃ 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Massinha Diversificada Ateliê Diversificada Diversificada Brinquedoteca Quadra Atividade Atividade Atividade Parque Parque Parque Parque Parque Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/HigieneRoda de conversa Roda de conversa Roda de conversa Roda de conversa Roda de conversa Biblioteca Atividade Música Quadra Música História História História História História PROFESSORA RAIO INFANTIL V D - TARDE 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Diversificada Diversificada Diversificada Atividade Brinquedos de casa Roda conversa Roda de conversa Roda de conversa dirigida/Matemática Roda de conversaLanche/ escovação Lanche/ escovação Lanche/ escovação Lanche/ escovação Lanche/ escovação Parque Parque Parque Parque Parque Biblioteca Brinquedoteca História Empréstimo Quadra Língua Língua Circuito Quadra Música História História Ateliê História História Saída Saída Saída Saída Saída PROFESSORA TEREZINHA INFANTIL V E - TARDE 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Brinquedoteca Roda de Conversa Diversificada Brinquedos Brinquedos de casa Lanche Lanche Lanche Lanche Lanche 62
  • 64. Parque Parque Parque Parque Parque História Quadra História História História Atividade dirigida Atividade dirigida Atividade dirigida Atividade dirigida Atividade dirigida História Quadra História Ateliê Hsitória Biblioteca História Roda de Conversa História Quadra PROFESSORA KÁTIA INFANTIL V F - TARDE 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA Roda de conversa Biblioteca Brinquedoteca Roda de conversa Roda de conversa (música) Diversificada Diversificada História Atividade língua Atividade língua Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Lanche/Higiene Parque Parque Parque Parque Parque Corpo e Atividade língua Atividade língua Ateliê Empréstimo movimentoCorpo e movimento Corpo e movimento Dia do brinquedo História História História História História PROFESSORA DÉBORA INTEGRAL - MANHÃ 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRAAcolhimento/vídeo/ Acolhimento/vídeo/ Acolhimento/vídeo/ Acolhimento/vídeo/ Acolhimento/vídeo/ livros livros livros livros livros Higiene/Colação Higiene/Colação Higiene/Colação Higiene/Colação Higiene/Colação Parque Parque Parque Parque Parque Brincadeiras na Brincadeiras na Quadra Quadra Quadra quadra quadra Diversificada Biblioteca Diversificada Música Diversificada História História/Projeto História História/Projeto HistóriaBrincadeira simbólca Vídeo Artes Masinha Artes Almoço/Higiene Almoço/Higiene Almoço/Higiene Almoço/Higiene Almoço/Higiene PROFESSORA RENATA INTEGRAL - TARDE 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRAAcolhimento/Higiene Acolhimento/Higiene Acolhimento/Higiene Acolhimento/Higiene Acolhimento/HigieneAlmoço/Escovação Almoço/Escovação Almoço/Escovação Almoço/Escovação Almoço/Escovação Parque Parque Parque Parque Parque Repouso Repouso Repouso Repouso Repouso Despertar/ Despertar/ Despertar/ Despertar/ Despertar/ Diversificada Diversificada Diversificada Diversificada Diversificada Lanche Lanche Lanche Lanche LancheRoda de conversa Roda de conversa Roda de conversa Roda de conversa Roda de conversa Brincadeira Brincadeira Massinha Artes Vídeo simbólica simbólica Quadra BEI Parque Brinquedoteca Ateliê Preparação Preparação Preparação Preparação Preparação 63
  • 65. para saída para saída para saída para saída para saída ORIENTAÇÕES SOBRE A LIMPEZA 1. Ao utilizar qualquer material (vassoura, balde, pá de lixo) devolve no mesmo local que encontrou; 2. Não torcer pano de chão nos coxinhos (refeitório e em frente aos banheiros); 3. Todos que utilizam o pano de chão são responsáveis por estender e recolher do varal; 4. A lavanderia deve ser limpa, conforme escala semanal, inclui a lavagem dos panos de chão; 5. A reposição de material de limpeza no armário feminino, deve ser feito a cada 15 dias conforme escala; 6. Não deixar material de uso e limpeza (pano de chão, vassoura, balde com água) espalhado pela escola. Isso pode gerar risco às crianças. PLANILHAS DE TRABALHO – LIMPEZA Em 2011 foram construídas as planilhas abaixo em reuniões individuais com cada funcionárioda equipe de limpeza com o objetivo de garantir ao máximo a otimização da limpeza da escola, bemcomo não sobrecarregar nenhum funcionário. As planilhas serão avaliadas mensalmente. LIMPEZA GERAL ESPAÇO RESPONSÁVEL ESPAÇO RESPONSÁVEL SALA 1 Janaina BIBLIOTECA MANHÃ Janaina/Leila/Debora SALA 2 Leila BIBLIOTECA TARDE Anahi/Geraldo/Gislene Sala 3 Gislene ATELIÊ Leila SALA 4 Gislene BANHEIROS ADAPTADOS Janaina/Gislene SALA 5 Debora BANHEIROS MENINOS Anahi SALA 6 Debora BANHEIROS MENINAS Gislene SALA 7 Anahi BANHEIROS PROFESSORAS Janaina SALA 8 Anahi SECRETARIA Janaina SALA 9 Debora CASINHA DE BONECAS LeilaBANHEIRO MASCULINO Geraldo ALMOXARIFADO Leila ESTACIONAMENTO Geraldo BRINQUEDOTECA Leila ENTRADA Janaina REFEITÓRIO Conforme escala PÁTIO EXTERNO Anahi QUADRA/RAMPA/PARQUE Anahi/GeraldoCOXINHO DO REFEITÓRIO Anahi (manhã) FAXINA DO SALÃO Todos COXINHO INTERNO Debora CORREDOR Debora/Janaina/Geraldo/Gislen REFEITÓRIO MANHÃ Anahi CORREDORES/SALAS/GALPÃO/PALCO e REFEITÓRIO TARDE Debora VIDROS BAIXOS REFEITÓRIO Geraldo CALÇADA Debora e Gislene HORTA/JARDIM GeraldoLIMPEZA E ENCHIMENTO DOS FILTROS DE ÁGUA É DE RESPONSABILIDADE DA FUNCIONÁRIA ENCARREGADA PELA RESPECTIVA SALA. 64
  • 66. Anahi Ap Justo - Horário: 6h00 às 15h20 Almoço: 11h00 às 11h30 PERÍODO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA Abrir as salas de Abrir as salas de Abrir as salas de Abrir as salas de Abrir as salas deDas 6h00 às 1 a 7, o 1 a 7, o 1 a 7, o 1 a 7, o 1 a 7, o 7h00 banheiro e as banheiro e as banheiro e as banheiro e as banheiro e as portas do salão portas do salão portas do salão portas do salão portas do salão Varrer a rampa Varrer a rampa Varrer a rampa Varrer a rampa Varrer a rampaDas 7h00 às e o portão que e o portão que e o portão que e o portão que e o portão que 7h20 os pais descem os pais descem os pais descem os pais descem os pais descemDas 7h20 às Entrada dos Entrada dos Entrada dos Entrada dos Entrada dos 7h40 alunos alunos alunos alunos alunos Varrer parte Varrer parteDas 7h40 às Lavar coxinho Lavar coxinho Lavar coxinho externa do externa do 8h30 de fora e lixeira de fora e lixeira de fora e lixeira refeitório refeitórioDas 8h30 às Refeitório Refeitório Refeitório Refeitório Refeitório 10h30Das 10h30 às Sala 7 Sala 7 Sala 7 Sala 7 Sala 7 11h00Das 11h00 às Almoço Almoço Almoço Almoço Almoço 11h30 Sala SalaDas 11h30 às 8/Banheiro/ 8/Banheiro/ Sala 8/Banheiro Sala 8/Banheiro Sala 8/Banheiro 12h20 lavagem da lavagem da escola escolaDas 12h20 às Arrumar sala 7 Arrumar sala 7 Arrumar sala 7 Arrumar sala 7 Arrumar sala 7 12h50Das 12h50 às Entrada dos Entrada dos Entrada dos Entrada dos Entrada dos 13h10 alunos alunos alunos alunos alunosDas 13h10 às Lavagem do Lavagem do Lavagem do Lavagem do Biblioteca 13h30 refeitório refeitório refeitório refeitório Colocar os Colocar os Colocar os Colocar os Colocar os lençóis para lençóis para lençóis para lençóis para lençóis paraDas 13h30 às lavar e molhar o lavar e molhar o lavar e molhar o lavar e molhar o lavar e molhar o 14h30 jardim salas 8 e jardim salas 8 e jardim salas 8 e jardim salas 8 e jardim salas 8 e 9 9 9 9 9 Liliane - Horário: 09h00 às 18h00 Almoço: 13h00 às 14h00 PERÍODO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA Lavar bibliotecaDas 9h00 às Manutenção a cada 15 dias/ Varrer calçada Varrer calçada 9h30 dos filtros refeitório a cada 15 diasDas 10h00 às Limpeza das Limpeza das Limpar vidros 10h20 colmeias dala colmeias sala 6 65
  • 67. 05 Varrer Varrer Varrer Varrer VarrerDas 11h00 às refeitório 1º refeitório 1º refeitório 1º refeitório 1º refeitório 1º 11h20 almoço almoço almoço almoço almoço Lavar Lavar escola/lavar escola/lavar Varrer salas 05Das 11h30 às Lavar sala 05 / banheiro/ Lavar sala 06 banheiro/ e 06 / Lavar 13h00 lavar banheiro varrer sala 05 e varrer sala 05 e banheiro 06 06Das 13h00 às Almoço Almoço Almoço Almoço Almoço 14h00Das 14h00 às Plantão no Plantão no Plantão no Plantão no Plantão no 16h00 banheiro banheiro banheiro banheiro banheiroDas 16h00 às Varrer escola e Varrer escola e Varrer escola e Varrer escola e Varrer escola e 16h40 biblioteca biblioteca biblioteca biblioteca biblioteca Varrer salas 05 Varrer salas 05 Varrer salas 05 Varrer salas 05 Varrer salas 05 e 06/ Lavar e 06/ Lavar e 06/ Lavar e 06/ Lavar e 06/ Lavar banheiro/ banheiro/ banheiro/ banheiro/ banheiro/Das 17h00 às Fechar portas / Fechar portas / Fechar portas / Fechar portas / Fechar portas / 18h00 Limpar coxinho Limpar coxinho Limpar coxinho Limpar coxinho Limpar coxinho em frente ao em frente ao em frente ao em frente ao em frente ao banheiro banheiro banheiro banheiro banheiro Janaína - Horário: 8h30 às 17h30 Almoço: 13h00 às 14h00 PERÍODO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTADas 8h30 às Lavar a frente Limpar jardim Colméia sala 1 10h00 Salas/ Salas/Das 10h40 às Plantão Plantão Banheiro/ Lavar Banheiro/ Lavar Varrer as salas 11h00 banheiro banheiro a escola a escolaDas 11h30 às Varrer a sala - Varrer a sala - Lavar a sala 1 12h30 Lavar banheiros Lavar banheirosDas 14h00 às professores e Refeitório professores e Refeitório Refeitório 16h10 adaptados adaptadosDas 16h10 às Biblioteca Biblioteca Biblioteca Biblioteca Biblioteca 16h30Das16h30 às Varrer a escola Varrer a escola Varrer a escola Varrer a escola Varrer a escola 16h40Das 17h00 às Varrer as salas Varrer as salas Varrer as salas Varrer as salas Varrer as salas 17h20 Débora Andrade - Horário: 8h30 às 17h30 Almoço: 13h00 às 14h00 PERÍODO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTADas 8h30 às Lavar a sala 9 Limpar as Manutenção Limpeza dos 66
  • 68. 10h00 colmeias das salas/ lavar vidros a sala 6 Plantão no Plantão no Plantão no Das 10h00 às Plantão no Plantão no banheiro/ banheiro/ banheiro/ 11h30 banheiro banheiro varrer calçada varrer calçada biblioteca Varrer salas 5, 6 Varrer salas 5, 6 Das 11h30 às Varrer salas 5, 6 Varrer salas 5, 6 Varrer salas 5, 6 e 9/ Lavar e 9/ Lavar 12h30 e9 e9 e9 escola escola Das 13h30 às Refeitório Refeitório Refeitório Refeitório Refeitório 15h30 Varrer escola e Varrer escola e Varrer escola e Varrer escola e Varrer escola e Das 16h30 às repasse na repasse na repasse na repasse na repasse na 17h00 biblioteca biblioteca biblioteca biblioteca biblioteca Varrição, Varrição, Varrição, Varrição, Varrição, Das 17h00 às limpeza das limpeza das limpeza das limpeza das limpeza das 17h30 mesas e fechar mesas e fechar mesas e fechar mesas e fechar mesas e fechar as salas 5,6 e 9 as salas 5,6 e 9 as salas 5,6 e 9 as salas 5,6 e 9 as salas 5,6 e 9 Geraldo - Horário: 6h00 às 16h00 Almoço: 11h00 às 12h00 PERÍODO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA Das 6h00 às Limpeza sala 1 Limpeza sala 1 Limpeza sala 1 Limpeza sala 1 Limpeza sala 1 6h20 Parque, tanque, Parque, tanque, Parque, tanque, Parque, tanque, Parque, tanque, Das 6h20 às estacionamento, rampa, quadra, rampa, quadra rampa, quadra rampa, quadra 9h00 rampa, quadra e escada e escada e escada e escada escada Das 9h00 às Fundos, horta e Fundos, horta e Fundos, horta e Fundos, horta e Fundos, horta e 10h00 estacionamento estacionamento estacionamento estacionamento estacionamento Das 10h00 às Limpeza Limpeza Limpeza Limpeza Limpeza 10h30 refeitório refeitório refeitório refeitório refeitório Das 12h00 às Varrer corredor Varrer corredor Lavagem escola Varrer corredor Lavagem escola 13h00 Serviços de Serviços de manutenção e Serviços de Serviços de manutenção e Das 13h00 às 15/15 dias lavar jardinagem/ manutenção e manutenção e jardinagem/ 15h00 biblioteca banheiro jardinagem jardinagem banheiro masculino masculinoLeila Geralda - Horário: Seg. 11h00 as 19h40/9h00 às 18h00 Almoço: 13h00 às 14h00De modo geral, não tem uma rotina pré-determinada, pois atende a diferentes necessidades da equipeescolarDas 11h15 às 11h30 Abre o portão (saída das crianças) 67
  • 69. Das 11h30 às 11h45 Fica com as crianças cujas famílias atrasamDas 12h00 às 12h30 Varrer sala 2 Varrer sala 2/ lavagem da escolaDas 12h45 Sala 07 (colocar colchões) Sala 07 (colocar colchões) Sala 07 (colchões) Sala 07(colchões) Sala 07 (colchões)Das 17:00 às 18:00 Varrer ateliê/ Varrer brinquedotecaOutras atividades desenvolvidas ao longo do dia, sem horários determinados:Organiza o material do ateliê conforme necessidade de compra e reposiçãoLimpeza, manutenção e reposição de brinquedos da brinquedotecaLimpeza, manutenção e reposição de brinquedos do Corpo e MovimentoLimpeza, manutenção e reposição de brinquedos da casinha de bonecasFechamento da escola ao final do diaOrganização do almoxarifado e materiais de limpezaOrganização dos diferentes materiais da escola (tecidos, fantasias, materiais de eventos, etc)Organiza a montagem de caixas de brinquedos das turmasOrganiza entrega de material escolarOrganiza entrega de uniformeAuxilia na aquisição de brinquedos;Controla quantidade e local dos bens permanentes e equipamentos de uso das professoras e alunos. 68

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