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  • 1. MANUAL DO CRIADORBETTA SPLENDENS Roberto Edson Pimenta pimenta@universiabrasil.net Ribeirão Preto 2004 1
  • 2. Índice 2
  • 3. PREFÁCIO Antes de iniciar este manual vamos contar uma história de como começouesse nosso negócio de criar Bettas, para que você, criador iniciante, possaperceber que para entrar neste maravilhoso mundo do Betta é necessário apenastempo disponível, ser um bom observador, conhecer alguns procedimentosbásicos, e ter perseverança para atingir os objetivos. A criação deste peixe desperta em vários aquaristas, o desejo de querercriar sempre mais e mais, portanto vou avisando antes de começar a ler estemanual: cuidado caso você não queira ser um criador de peixes Betta, pois isto éapaixonante à medida que os peixes vão crescendo, crescendo, criando.... etc.... Vamos lá então, neste prefácio o que interessa é contar algumas históriasnão é mesmo? Então vamos começar. A criação que temos hoje aqui na Ilha do Betta, Ribeirão Preto, começoucom uma idéia de dois primos que se interessaram pelo assunto após a leitura doGuia Prático do Aquarista Junior. A partir daí começaram a tentar reproduzir estemaravilhoso peixe. A primeira tentativa, eu lembro até hoje, foi fantástica. Um machototalmente amarelo com uma fêmea verde. O macho fez um ninho com pelomenos 10 cm de altura e uns 15 cm de diâmetro, feito que não consegui repetiraté os dias atuais. Os filhotes nasceram e começou a alimentação. Porém comoum deles iniciou o curso de Zootecnia na Universidade de São Paulo, maisprecisamente na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos, Campus dePirassununga, foi necessário o transporte desses alevinos para o local. Na viagemmorreram pelo menos metade das centenas de filhotes que nasceram, e a falta deexperiência do criador fez com que sobrevivessem apenas uns 5% da cria. 3
  • 4. Esta foi a primeira experiência negativa destes criadores. A partir daíseguiram-se mais algumas tentativas e seus respectivos fracassos, porém sempresobrava alguns filhotes para contar história. O primeiro sucesso absoluto começou dois anos depois, após muitastentativas e erros, pois neste mundo da aquariofilia existem muitas informações,porém falta um toque mais científico, que explica o porquê das coisas daremerrado. Como um dos criadores deste manual possui contato com a Faculdade deZootecnia, aqui você encontrará algum embasamento científico para sua criação,sempre lembrando que cada criação tem suas particularidades. Com a experiência adquirida no meio científico, por exemplo, podemosafirmar que não é necessário alimentar as larvas com infusórios nos primeirosdias, pois foi realizada uma pesquisa onde se constatou que as larvas conseguemcomer as artêmias rescém-eclodidas, e nos experimentos em que eram fornecidasartêmias logo no primeiro dia de alimentação, foi observada uma taxa demortalidade bem menor do que nos experimentos em que as larvas eramalimentadas com infusórios. 4
  • 5. INTRODUÇÃO / FICHA TÉCNICA A piscicultura de peixes ornamentais tem crescido nas últimas décadas.Sua importância se deve ao fato de que ocupa pequenas áreas para produção,sendo viável a pequenos produtores gerando alta rentabilidade devido ao altovalor do produto no mercado mundial e a demanda. A criação do Betta é uma dasque requer menos espaço e material para se realizar e é nesta que este manualse enfoca.Nome Científico : Betta Splendens O Betta, ou peixe de briga como é citado por Oswaldo Wenceslau Silva emseu livro O Pequeno Grande Mundo do Aquário, é um peixe maravilhoso que sedistribui em vários tipos e cores. Na literatura observa-se que cada autor dá umaorigem para o Betta, sendo mais provável que este seja originado na Tailândia,vivendo em charcos, açudes, córregos, arrozais, entre outros. Segundo a literatura o Betta suporta temperaturas de 20 a 32ºC, porém emnossas criações foram verificados filhotes em temperaturas de até 11ºC, vivendo 5
  • 6. em caixas d’água e comendo apenas algas, que cresceram saudáveis. Observou-se também que temperaturas até 35ºC não causaram problemas para os adultos.Existe sim uma temperatura ótima que é aquela em que o peixe se sente melhorfisiologicamente que é de 28ºC. No Guia Prático do Aquarista Junior, encontramosa informação de que quanto mais quente a temperatura, mais o betta se alimentae se reproduz. Esta é uma das informações que pode levar o aquarista aofracasso, imagine colocar o betta em uma água a 50ºC??? Claro que o coitado iriaficar cozido. Pode alcançar até 10 cm, dependendo de sua genética e alimentação, alémde fatores como o manejo a que ele é submetido. O Betta, como um peixeanabantídeo possui a boca voltada para cima, o que facilita sua respiração aérea,e a captura de alimentos na superfície. Pode viver até 3 anos se em condiçõesadequadas, sendo que estarão aptos a reproduzir em torno de 6 meses de vida. Seu dimorfismo sexual é acentuado quando adulto sendo que o machopossui nadadeiras maiores que as fêmeas. Os filhotes machos possuemnadadeiras mais pontiagudas. 6
  • 7. MachoFêmea Segundo Silva, O.W., os machos possuem nadadeiras ventrais “sempre”vermelhas, exceto os albinos. Em nossas criações foram verificados Bettas não só 7
  • 8. albinos mas como também amarelos, verdes, azuis e até pretos com nadadeirasventrais não vermelhas, apresentando apenas uma cor em todo o corpo. Betta com nadadeira ventral negra São peixes que suportam bem algumas variações de água, porém procuresempre manter a água em um pH de 7,0 que é seu pH ideal. Em pH ácido podeocorrer das nadadeiras começarem a desfiar. Neste caso troque a água. Quanto á alimentação dos adultos existe um leque variado de tipos deração que podem ser fornecidas. Pode ser: ração em flocos, alimentos vivos comolarvas de mosquitos artêmias, tubifex, dáfnias, pernilongos, entre outros. Umasaída boa e barata são as chamadas bolinhas, porém cuidado, existem algumasde má qualidade que podem até matar o seu betta, procure sempre informaçõesprecisas sobre a ração que vai fornecer a seus peixes. Não podemos esquecer também de informar que o macho como é um peixemuito agressivo e territorialista não permite a presença de outro macho por perto, 8
  • 9. devendo viver em aquários isolados, enquanto as fêmeas podem permanecerjuntas.aquário de fêmeas 9
  • 10. GENÉTICA - TIPOS Os Bettas são encontrados hoje em vários tipos e cores, isso deve-se muitoaos processos de cria dirigida para se conseguir os mais variados tipos genéticos.As cores mais comumente encontradas em lojas de aquarismo são: azul evermelha. Porém verificam-se também as seguintes cores em Bettas: - Verde; - Azul; - Branco; - Rosa; - Roxo; - Rosa com nadadeiras vermelhas; - Pretos; - Laranja; - Violeta; - Amarelo; - Butterfly; - Albino; - Celofane; - Creme; - Cambodia; - Mármore. Os tipos de nadadeiras caudais também variam, podendo ser: - Redonda; - Véu (delta); - Em pente; - Dupla cauda; - Normal (gota). 10
  • 11. Nos Bettas de cauda dupla foi observado que sua nadadeira dorsal é maior que nos demais. Betta Azul Betta Amarelo Betta Albino É importante em uma criação que não se acasale animais aparentados, ouseja, pai com filho, ou filho com avô, etc... Este tipo de acasalamento é chamadode endogamia e possui um efeito deletério nas criações 11
  • 12. A endogamia aumenta a proporção de pares de genes homozigotos ediminui a proporção de heterozigotos, não alterando as freqüências gênicas,causando o que chamamos depressão pela endogamia, onde alguns genesdeletérios são selecionados, causando queda na reprodução (desova), diminuiçãoda fertilidade, peixes defeituosos, maior facilidade de adquirir doenças, entreoutros. Através de outros conceitos de genética também podemos selecionaranimais mais produtivos, com maior tamanho, melhor eficiência alimentar, maiortaxa de crescimento, habilidade paterna, entre outros. Porém neste manual nãoserão discutidos estes aspectos devido à grande quantidade de informações quepoderiam ser passadas sobre os assuntos, sendo que, o intuito deste manual éproporcionar a você aquarista, a possibilidade de criar com sucesso seus peixes. Procure sempre criar com os peixes que apresentaram maior crescimentoquando jovens, fêmeas que desovaram bastante e aceitaram bem o macho,machos que cuidam bem do ninho, etc... Caso um casal dê certo uma vez procuremantê-los nas próximas criações pois irão acasalar bem sempre. Então vamos à criação em si. 12
  • 13. A CRIAÇÃO Os bettas podem ser criados tanto em aquários quanto em tanquesexternos. Porém o mais gostoso mesmo é criar em aquários, pois é possívelobservar cada passo da criação. Primeiramente, sob o fundo de cada aquário deve ser colocado um fundopreto, para ajudar que o macho veja os ovos após a desova. Durante a reprodução e até a retirada do macho, uma lâmpada deve ficaracesa por 24h. A temperatura deve ser mantida entre 26 e 29ºC. Para isso pode serinstalado um aquecedor comum em cada aquário, e regulados por um termostato,( utilizamos o Xiruba H800). A água deve ser então colocada nos aquários em uma altura média de 8cm, e em seguida pingar uma gota de fungicida/10 L de água/aquário. O local deve ser calmo e tranqüilo, para que não ocorra estresse do casal epara evitar que o macho se assuste e se alimente dos filhotes após eclosão dosovos. O macho escolhido é então colocado no aquário. Corte uma garrafa pet transparente de uma forma que pareça um tuboPVC, coloque-a dentro do aquário (melhor no meio do aquário) e em seguidaponha a fêmea dentro da garrafa, para que o macho não a ataque inicialmente(utilizamos a pet cortada de uma forma que pareça um tubo PVC, aberta nas duaspontas, causando menor movimentação na água quando a fêmea for retirada). Omacho inicia a construção do ninho de bolhas e começa a cortejar a fêmeacomeçando uma dança bonita de se ver, pois ele se abre toda para sua fêmea. 13
  • 14. Após o macho construir o ninho de bolhas (em torno de 2 dias), a fêmeadeve ser solta junto com o macho, devendo o acasalamento ocorrer em nomáximo 24h (há relatos em que demorou mais de 72h).Macho construindo o ninho de bolhas 14
  • 15. Bettas prontos para a cópulaMomento da cópula – Abraço Nupcial 15
  • 16. Em torno de 1 a 2 horas após o início do acasalamento, a fêmea terminaráa desova e deve então ser retirada do aquário para que o macho não a machuque.A desova é no total de 200 a 1000 ovos brancos leitosos. Verifica-se o momentoem que a fêmea deve ser retirada quando ela começa a fugir e apanhar do macho,após a desova. A fêmea retirada deve receber um tratamento com fungicida para que aspossíveis infecções existentes possam ser curadas. A partir desse momento o macho toma conta do ninho de bolhas e dosovos, e NÃO pode ser alimentado neste período, pois se isso ocorrer ele podeperder o instinto paterno e se alimentar também dos filhotes. A eclosão dos ovos ocorre de 24 a 48 horas após a desova. Os filhotesficam na posição vertical por 2 a 4 dias, absorvendo como alimento, o sacovitelino. O macho continua cuidando das larvas neste período.larvas betta absorvendo o saco vitelino Quando os filhotes estiverem nadando normalmente na posição horizontal(2 a 5 dias após eclosão), o macho necessita ser retirado, e os filhotes vão entãoser alimentados com artêmias rescém descapsuladas. 16
  • 17. Observações: Após a desova o macho fica o tempo todo cuidando do ninho, reforçando-o,colocando de volta os ovos ou os filhotes que caem, e nesse período é importantenão assusta-lo pois ele pode comer a cria. Para saber que uma fêmea está pronta para a desova verifique se elapossui uma pontinha branca bem saliente na barriga, é o oviduto. Se possuir eestiver bem barrigudinha, é hora de coloca-la para acasalar. Quando a fêmea é colocada com o macho e começa apresentar listrasverticais no corpo é porque está pronta para acasalar. Se o macho não construir o ninho ou não se interessar pela fêmea, troque afêmea. 17
  • 18. ALIMENTAÇÃO DOS ALEVINOSAquários com filhotes Enquanto os filhotes estão na posição vertical, no ninho, eles se alimentamapenas do saco vitelino e não é necessário dar alimentos nesse período, pois elesnão comem. Este período dura de 2 a 4 dias após a desova. Na literatura verifica-se que vários autores dizem ser essencial ofornecimento de infusórios como primeiro alimento, porém através deexperimentos, verificamos que isso não é necessário. Pode-se até fornecerinfusórios sim, até recomendamos para enriquecer a água, mas só para estafinalidade. O tipo de infusório mais aceito pelos filhotes aqui na Ilha do Betta sãoas algas que se formam em caixas d’água deixadas no sol, com algumas fêmeasdentro para não criar mosquitos. 18
  • 19. A alimentação de nossos alevinos é feita totalmente com artêmias rescémeclodidas. Para a eclosão é necessário: - Ovos (cistos) de artêmia; - Sal grosso; - Garrafa pet com o fundo cortado; - Água da torneira sem descansar(com cloro mesmo). - Bomba de ar. Os procedimentos são os seguintes: A garrafa cortada é colocada com o fundo para a baixo, tampada, de modoque pareça um cone de cabeça para baixo, é então colocada água dentro e umpouco de sal (20g de sal/litro de água). A água com cloro auxilia na descapsulaçãodos cistos.Ovos (cistos) de artêmia em processo de eclosão 19
  • 20. Os ovos então devem ser colocados na égua com o cuidado de deixar omínimo possível de ovos presos na parede da garrafa, e por fim ligar a bomba dear para aerar a água e fazer os ovos circularem. Dentro de 24-48 horas os ovoseclodirão, dependendo da temperatura, o ideal é 28ºC. Deixar em local bemiluminado pois as artêmias gostam de luz. Depois é só filtrar a água, e fornecer as artêmias aos filhotes, com cuidadopara não colocar a água salgada junto. E pronto, é só esperar até nossos flihotes crescerem e começarem a pegarração. A partir daí a artêmia pode ser cortada. Vale a pena sempre observar a criação e ir separando os filhotes portamanho para evitar que os maiores comam os menores. E quando for possíveldistinguir os machos das fêmeas, deve-se separar os machos em seus potes ouaquários individuais. Com 6 meses de idade seu Betta já estará pronto paraprocriar. 20
  • 21. potes Individuais de filhotes machosFêmeas vivem em comunidade 21
  • 22. Observações: O aquário de criação pode ser pequeno, mas recomendamos que tenhapelo menos 45X20X20. Pode-se colocar plantas nos aquários para que a fêmea possa se esconderdo macho nas horas criticas, além de imitar melhor o habitat natural dos peixes,lhes oferecendo maior conforto. É importante colocar um plástico ou qualquer coisa preta no fundo doaquário (por fora) para que o macho possa enxergar melhor os ovos que caem nochão. Não recomendo o uso de tocos no aquário pois pode acidificar a água. Fornecer a artêmia, se possível, 3 vezes ao dia, em quantidades suficientespara todos os peixes se alimentarem. É possível verificar se os alevinos se alimentaram pois eles apresentamcoloração laranja na barriga devido à cor das artêmias. 22
  • 23. DOENÇAS As doenças são os maiores problemas que os iniciantes em aquarismo se deparamem suas primeiras criações, seja por falta de informação ou por realmente não acreditar queelas podem ocorrer. As doenças são os maiores fatores de mortalidade em uma criação epodem dizimar todo um plantel em poucas horas, portanto é bom ficar alerta, lembrandosempre que a prevenção é uma das coisas mais importantes quando se fala em criação depeixes. Sempre que for iniciar uma criação verifique se a temperatura pode ser controlada emantenha-a sempre constante. Coloque um pouquinho de sal grosso no aquário, pois os sal também age evitandodoenças. Pingue uma quantidade preventiva de fungicida (ver rótulo do produto) Evite estressar seus peixes.Principais doenças dos Bettas: - Íctio; - Veludo; - Fungos; As principais doenças são na maioria das vezes ligadas á variação de temperatura,portanto cuidado com o frio, possua sempre um termostato em mãos. Já tivemos problemasde filhotes que morreram com uma doença que as nadadeiras iam fechando até eles nãoconseguirem nadar e morrerem. A solução foi elevar a temperatura até sua temperatura 23
  • 24. ótima, e o problema foi resolvido. Mudanças de temperatura bruscas à noite podem dizimaruma criação inteira. Cuidado !!! Controle-a sempre. 24
  • 25. AGRADECIMENTOS Agradeço desde já a todos aqueles que me ajudaram quando nãoconseguia atingir os objetivos, todos aqueles que me apoiaram no início e seesforçaram para que nosso projeto seguisse à diante. Agradeço ao Prof. Dr. José Bento S. Ferraz por me incentivar a realizar estesonho, pois a partir do momento que temos um sonho devemos lutar para queeste se realize, e também ao Fernando, do Cepta, pelo grande interesse mostradoem nosso projeto, dicas, e disponibilidade de ajudar. Não posso esquecer tambémde agradecer aos professores que não me apoiaram em projetos interessantescom os Bettas por motivos ocultos. Os agradecimentos especiais vão para Maria Estela, minha mãe, que semela seria impossível eu realizar tudo isso, pois ela que cuidava de minhas criasquando eu estava ausente; Alexandre (Xandim) que se tornou um grandeparceiro, e também ajudou em momentos críticos; à Simone, que me fez váriasdoações; à Érica (Tuiuiú), que forneceu muitas artêmias; e ao Anderson, da Altick,que me deu várias dicas. E para finalizar, agradeço à você leitor, por adquirir este pequeno manual, econfiar nas linhas aqui escritas.Observação : Algumas das fotos presentes neste manual foram retiradas de sitesna Internet por possuírem ótima resolução. 25
  • 26. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. AQUÁRIO ITAQUERA; Revista guia de Raças Nº 06– Peixes deÁgua Doce – Ed. Escala. SP . ASSANO, M.; Produção Comercial de Peixes Ornamentais –Jaboticabal – 2001. ELLER, J.P., Teorias e Métodos em Melhoramento Genético Animal;Pirassununga/SP: FZEA, 2003 SILVA, M.M.; Guia Prático do Aquarismo Junior Nº 03,– Criação Práticado Betta . SILVA, O.W.; O Pequeno Grande Mundo do Aquário. Vol 4. - Ed. Briguiet,RJ-BH. 1989 REALIZAÇÂO ILHA DO BETTA 26