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Avaliação de
Interfaces
Minicurso
Instituto Faber-Ludens de Design de Interação

Frederick van Amstel
Renato Costa
Sofia F...
Programação

Manhã

❖ Recomendações de usabilidade, listas de
  verificação, avaliação de especialista, avaliação
  heurís...
Classificação dos métodos

❖ Formativos ou somativos,
❖ Qualitativos ou quantitativos,
❖ Empíricos ou analíticos.
Métodos analíticos

         Tipos de análise
❖ Preditiva,
❖ Interpretativa,
❖ Experimental.
Métodos analíticos preditivos

          Etapas para análise
❖ Análise contextual
❖   Reconhecer o sistema / Conhecer o co...
Métodos analíticos preditivos
               Vantagens
❖ Não envolvem usuários,
❖ Preservam a confidencialidade,
❖ Possuem...
Recomendações
          de Usabilidade
❖ São conjuntos de
  orientações baseados
  em teorias, experiência
  e senso comum...
Recomendações de Usabilidade
                Terminologia
❖ Alguns termos usados pelos autores da área são:
  princípios, ...
Recomendações de Usabilidade
           Classificação
❖ As recomendações podem ser de alto ou baixo
  nível de orientação,...
Recomendações de Usabilidade
              Alto nível
Características

❖ Abordam aspectos mais fundamentais, gerais
❖ São ...
Recomendações de Usabilidade de Alto Nível

         Exercício Rápido
❖ Escolher uma interface
❖ Como aplicar esta recomen...
Recomendações de Usabilidade de Alto Nível
                        Exemplo
❖ Oito regras de ouro de Ben Shneiderman:
❖   P...
Recomendações de Usabilidade
             Baixo nível
Características

❖ Melhores práticas, baseadas na experiência
❖ São ...
Recomendações de Usabilidade
             Baixo nível
Problemas

❖ Muito específicas e incompletas
❖ Podem estar incorreta...
Recomendações de Usabilidade
Diretrizes de Usabilidade
Nielsen e Tahir, 2002

❖ 64: Usar texto com muito contraste e cores...
Recomendações de Usabilidade
 Contradições
   Qual é o mais legível?
Recomendações de Usabilidade
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Recomendações de Usabilidade
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Recomendações de Usabilidade
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Onde é mais agradável a leitura?
Recomendações de Usabilidade de Baixo Nível
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❖ Critério Presteza da Ergolist
❖   Os títulos de...
Recomendações de Usabilidade
               Exercício
❖ Escolham 4 recomendações e posicione na escala
❖ Indiquem uma situ...
Listas de Verificação

         ❖ Listas com características
           desejadas ou lembretes de
           ações a serem...
Listas de Verificação

      Método de Aplicação
❖ Recrutar avaliadores,
❖ Criar lista,
❖ Reunir avaliadores,
❖ Executar a...
Listas de Verificação

                   Vantagens
❖ Avaliadores não são necessariamente
  especialistas,

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Listas de Verificação

             Desvantagens
❖ Dependem da competência do criador da lista,
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Listas de Verificação

          Tipos de listas
❖ Verificação de processo
❖ Verificação de critérios subjetivos
❖ Verific...
Listas de Verificação

Ergolist - LabiUtil UFSC
Listas de Verificação

                  Exercício
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Avaliação de Especialista

❖ Avaliação feita por especialistas baseada em
  critérios subjetivos de experiência pessoal.
Avaliação de Especialista

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❖ Especialista em usabilidade
  ❖ Pesquisador, designer, engenheiro
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Avaliação de Especialista

                Como fazer
❖ Recrutar especialistas,
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Avaliação de Especialista

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❖ Por áreas
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Avaliação de Especialista

     Exemplo
Avaliação de Especialista

     Exemplo
Avaliação de Especialista

   Resultado
Avaliação de Especialista
          Prós e contras
Vantagens

❖ Boa relação custo x benefício.
Desvantagens

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Avaliação de Especialista
                Exercício
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  tempo real.
Avaliação Heurística

❖ Tipo de avaliação de especialista, na qual
  os avaliadores baseiam-se em princípios de
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Avaliação Heurística

  O que é uma heurística
❖ Conhecimento sintetizado

❖ Heurísticas de Nielsen (1994):

  ❖ 1) Feedba...
Avaliação Heurística

              Como fazer
❖ Recrutar avaliadores,
Avaliação Heurística

       Como fazer            (continuação)


❖ Reunir avaliadores para passar:
❖ Visão do projeto,

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       Como fazer            (continuação)


❖ Executar avaliação,
❖ Especialistas trabalham em para...
Avaliação Heurística

        Como fazer              (continuação)


❖ Redigir relatório.
❖ Classificar por severidade:
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Avaliação Heurística

               Abordagens
❖ Por tarefa realizadas pelo usuário,
❖ Pela estrutra do menu,
❖ Pelos ele...
Avaliação Heurística

               Vantagens
❖ Encontra mais problemas de usabilidade,
❖ Maior gravidade dos problemas e...
Avaliação Heurística

            Desvantagens
❖ Depende das heurísticas escolhidas,
❖ Depende da competência dos especial...
Avaliação Heurística

               Exercício
❖ Avaliar interface com base nas 10
  heurísticas de Nielsen

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Introdução à
   Psicologia Cognitiva
 Estudo de como as pessoas percebem, aprendem,
  estruturam, armazenam e usam o conh...
Introdução à
Psicologia Cognitiva




Modelo do processador de informação humano. Card et all (1983)
Psicologia Cognitiva
                 Memória
 É o meio pelo qual mantemos e acessamos nossas
  experiências passadas par...
Psicologia Cognitiva
                   Memória
 Existe uma distinção entre memória explícita e
   implícita.

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Psicologia Cognitiva
          Busca cognitiva
 Varredura do ambiente para procurar
  características específicas – procu...
Psicologia Cognitiva
Busca cognitiva
Psicologia Cognitiva
                Exercício
 Abrir uma interface e escrever uma lista de tudo o
   que o usuário preci...
Psicologia Cognitiva
Modelos Mentais
                Norman, 2006

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Psicologia Cognitiva
Modelos Mentais
Psicologia Cognitiva
                  Tarefas
 Sequência de ações ordenadas visando um
  objetivo.

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Modelo GOMS
    Goals, Operators, Methods,
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Modelo GOMS
Avaliação comparativa

                     0.5s

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Modelo GOMS
       Avaliação comparativa
0.5s

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         0.3s     0.2s        0.3s

                Total 3.4s
Análise da Tarefa
       Quebrar a sequência de
        ações em etapas organizadas
        de forma hierárquica

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Análise da Tarefa
Exemplo do cotidiano
Análise da Tarefa
Softwares para Análise
       ConcurTaskTree
Análise da Tarefa
Análise Sequencial
Psicologia Cognitiva
                Exercício
 Definir 3 objetivos do usuário ao acessar uma
  interface

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Psicologia Cognitiva
          Ciclo da Ação
                      Metas


    Intenção                            Avaliaç...
Psicologia Cognitiva
         Dúvidas do usuário
                                Serve?


  Que ações são possíveis?      ...
Psicologia Cognitiva
                        Lacunas
                                Serve?


  Que ações são possíveis?  ...
Percurso Cognitivo
       É uma forma de avaliação de
         especialista, mas não se
         baseia só em princípios ...
Percurso Cognitivo

                Como fazer
Procedimento para a avaliação:

 Sobre uma proposta de design, os avaliado...
Percurso Cognitivo

Vantagens

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       ❖ Rápido para diagnosticar
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Percurso Cognitivo

Desvantagens
          Recai sobre o
            especialista o julgamento
            sobre a interf...
Percurso Cognitivo

             Exercício
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  problemas e dificuldades que ...
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Análise de Estatísticas de Uso
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            Tempo de permanência
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Benchmarking

 Comparar os produtos em desenvolvimento com
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Benchmarking
Benchmarking

              Como fazer
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Coletar dados
Determinar os marcos de referência
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Benchmarking

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Benchmarking

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Benchmarking

             Exercício
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Técnica de Guerrilha

❖ Avaliações de usabilidade informais, em razão a
  tempo e dinheiro
Técnica de Guerrilha

                 Como fazer
É comum utilizar táticas de guerrilha para tentar
estabelecer a usabilid...
Técnica de Guerrilha

                      Como fazer
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Técnica de Guerrilha

               Como avançar
❖ Colaborar nos grupos de
  pesquisa e de CRM

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Técnica de Guerrilha
          Prós e contras
Vantagens

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Desvantagens

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Obrigado

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Existem diferentes formas de avaliar a facilidade de uso de uma interface. O propósito é encontrar situações de baixa usabilidade para corrigí-las o quanto antes possível.

Baseado em diretrizes de usabilidade universais, como as que Jakob Nielsen publica, pode-se fazer dezenas de observações sobre uma interface que são simplesmente inúteis. A análise de interface serve para aperfeiçoar detalhes, mas existem detalhes que são relevantes e outros que são irrelevantes. Conhecer a relevância é o ponto-chave.

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Transcript of "Minicurso Avaliação de Interfaces"

  1. 1. Avaliação de Interfaces Minicurso Instituto Faber-Ludens de Design de Interação Frederick van Amstel Renato Costa Sofia Ferres
  2. 2. Programação Manhã ❖ Recomendações de usabilidade, listas de verificação, avaliação de especialista, avaliação heurística. Tarde ❖ Fundamentos de psicologia cognitiva, percurso cognitivo, técnicas de "guerrilha", avaliação de benchmark.
  3. 3. Classificação dos métodos ❖ Formativos ou somativos, ❖ Qualitativos ou quantitativos, ❖ Empíricos ou analíticos.
  4. 4. Métodos analíticos Tipos de análise ❖ Preditiva, ❖ Interpretativa, ❖ Experimental.
  5. 5. Métodos analíticos preditivos Etapas para análise ❖ Análise contextual ❖ Reconhecer o sistema / Conhecer o contexto de uso da interface (tarefa, usuário, ambiente) ❖ Obter indícios de problemas (Contatar projetistas e usuários) ❖ Avaliação ❖ Definir prioridades para critérios de avaliação (Contatar o cliente) ❖ Realizar uma varredura crítica do sistema
  6. 6. Métodos analíticos preditivos Vantagens ❖ Não envolvem usuários, ❖ Preservam a confidencialidade, ❖ Possuem rapidez de avaliação, ❖ Reduzem custos de execução: também conhecidos como avaliação econômica.
  7. 7. Recomendações de Usabilidade ❖ São conjuntos de orientações baseados em teorias, experiência e senso comum. ❖ Têm o objetivo de auxiliar profissionais a explicar e pensar sobre aspectos de usabilidade dos seus projetos.
  8. 8. Recomendações de Usabilidade Terminologia ❖ Alguns termos usados pelos autores da área são: princípios, regras, heurísticas, diretrizes, critérios, padrões, metas, conceitos, entre outros. Autores Alto nível Baixo nível Preece et al Metas e princípios Princípios e regras Shneiderman et al Princípios Diretrizes Baecker et al Princípios e regras Diretrizes
  9. 9. Recomendações de Usabilidade Classificação ❖ As recomendações podem ser de alto ou baixo nível de orientação, variando entre esse dois extremos. Alto Baixo nível nível
  10. 10. Recomendações de Usabilidade Alto nível Características ❖ Abordam aspectos mais fundamentais, gerais ❖ São amplamente aplicáveis e mais duradouras Problema ❖ Esclarecimento é importante para interpretação correta da orientação
  11. 11. Recomendações de Usabilidade de Alto Nível Exercício Rápido ❖ Escolher uma interface ❖ Como aplicar esta recomendação na interface? Controle do usuário Projetar produtos de modo que o nível de controle do usuário sobre as ações realizadas pelo produto e a adequação do seu estado inicial ao usuário sejam maximizadas.
  12. 12. Recomendações de Usabilidade de Alto Nível Exemplo ❖ Oito regras de ouro de Ben Shneiderman: ❖ Perseguir a consistência, ❖ Fornecer atalhos, ❖ Fornecer feedback informativo, ❖ Marcar o final dos diálogos, ❖ Fornecer prevenção e manipulação simples de erros, ❖ Permitir o cancelamento das ações, ❖ Fornecer controle e iniciativa ao usuário, ❖ Reduzir a carga de memória de trabalho.
  13. 13. Recomendações de Usabilidade Baixo nível Características ❖ Melhores práticas, baseadas na experiência ❖ São aplicadas por projeto ou empresa ❖ Ajudam a criar linguagem comum: terminologia, aparência, interação etc.
  14. 14. Recomendações de Usabilidade Baixo nível Problemas ❖ Muito específicas e incompletas ❖ Podem estar incorretas ❖ Não levam em conta fatores externos
  15. 15. Recomendações de Usabilidade Diretrizes de Usabilidade Nielsen e Tahir, 2002 ❖ 64: Usar texto com muito contraste e cores de plano de fundo, para que os caracteres fiquem o mais legíveis possível.
  16. 16. Recomendações de Usabilidade Contradições Qual é o mais legível?
  17. 17. Recomendações de Usabilidade Contradições Qual é o mais legível?
  18. 18. Recomendações de Usabilidade Contradições Qual é o mais legível?
  19. 19. Recomendações de Usabilidade Contradições Onde é mais agradável a leitura?
  20. 20. Recomendações de Usabilidade de Baixo Nível Contradições ❖ Critério Presteza da Ergolist ❖ Os títulos de telas, janelas e caixas de diálogo devem estar no alto, ou centrados ou alinhados e à esquerda. Mas nas mesmas recomendações encontramos: ❖ Critério Flexibilidade da Ergolist ❖ O usuário deve ter a possibilidade de personalizar o sistema, em função de crescente compreensão que tem dele.
  21. 21. Recomendações de Usabilidade Exercício ❖ Escolham 4 recomendações e posicione na escala ❖ Indiquem uma situação em que a recomendação se aplica e outra em que não se aplica Alto Baixo nível nível
  22. 22. Listas de Verificação ❖ Listas com características desejadas ou lembretes de ações a serem executadas para garantir a usabilidade de um produto. ❖ A objetividade do instrumento permite ser aplicado e comparado por diferentes avaliadores.
  23. 23. Listas de Verificação Método de Aplicação ❖ Recrutar avaliadores, ❖ Criar lista, ❖ Reunir avaliadores, ❖ Executar avaliação, ❖ Comparar resultados, ❖ Redigir e apresentar relatório.
  24. 24. Listas de Verificação Vantagens ❖ Avaliadores não são necessariamente especialistas, ❖ Reduzem a subjetividade, ❖ Podem levar direto a soluções, ❖ Podem ser usadas no levantamento de requisitos.
  25. 25. Listas de Verificação Desvantagens ❖ Dependem da competência do criador da lista, ❖ Dependem da interpretação do avaliador, ❖ Depende do ambiente da avaliação, ❖ Dificuldade de priorizar os problemas.
  26. 26. Listas de Verificação Tipos de listas ❖ Verificação de processo ❖ Verificação de critérios subjetivos ❖ Verificação de recursos técnicos
  27. 27. Listas de Verificação Ergolist - LabiUtil UFSC
  28. 28. Listas de Verificação Exercício ❖ Avaliar a interface usando a Ergolist http:// www.labiutil.inf.ufsc.br/ergolist ❖ Verificar apenas os critérios ❖ Presteza ❖ Proteção contra erros ❖ Consistência
  29. 29. Avaliação de Especialista ❖ Avaliação feita por especialistas baseada em critérios subjetivos de experiência pessoal.
  30. 30. Avaliação de Especialista Dois tipos de especialista ❖ Especialista em usabilidade ❖ Pesquisador, designer, engenheiro ❖ Especialista no domínio ❖ Vendedor, gestor ❖ Importante! Para que a avaliação seja imparcial o avaliador não deve estar envolvido com o desenvolvimento
  31. 31. Avaliação de Especialista Como fazer ❖ Recrutar especialistas, ❖ Reunir especialistas, ❖ Executar avaliação, ❖ Redigir relatório.
  32. 32. Avaliação de Especialista Relatório ❖ Por áreas ❖ Por tarefas ❖ Livre
  33. 33. Avaliação de Especialista Exemplo
  34. 34. Avaliação de Especialista Exemplo
  35. 35. Avaliação de Especialista Resultado
  36. 36. Avaliação de Especialista Prós e contras Vantagens ❖ Boa relação custo x benefício. Desvantagens ❖ Dependem da competência do avaliador, ❖ Incerteza sobre veracidade da previsão.
  37. 37. Avaliação de Especialista Exercício ❖ Eleger uma interface para o instrutor avaliar em tempo real.
  38. 38. Avaliação Heurística ❖ Tipo de avaliação de especialista, na qual os avaliadores baseiam-se em princípios de usabilidade próprios ou desenvolvidos por outros especialistas.
  39. 39. Avaliação Heurística O que é uma heurística ❖ Conhecimento sintetizado ❖ Heurísticas de Nielsen (1994): ❖ 1) Feedback ❖ 2) Falar a linguagem do usuário ❖ 3) Saídas claramente demarcadas ❖ 4) Consistência ❖ 5) Prevenir erros
  40. 40. Avaliação Heurística Como fazer ❖ Recrutar avaliadores,
  41. 41. Avaliação Heurística Como fazer (continuação) ❖ Reunir avaliadores para passar: ❖ Visão do projeto, ❖ Contexto de uso, ❖ Priorização de heurísticas e abordagens.
  42. 42. Avaliação Heurística Como fazer (continuação) ❖ Executar avaliação, ❖ Especialistas trabalham em paralelo, ❖ Anotações ou registro das verbalizações, ❖ Modelo de descrição de problema.
  43. 43. Avaliação Heurística Como fazer (continuação) ❖ Redigir relatório. ❖ Classificar por severidade: freqüência, impacto e persistência
  44. 44. Avaliação Heurística Abordagens ❖ Por tarefa realizadas pelo usuário, ❖ Pela estrutra do menu, ❖ Pelos elementos da interface, ❖ Pelas qualidades esperadas.
  45. 45. Avaliação Heurística Vantagens ❖ Encontra mais problemas de usabilidade, ❖ Maior gravidade dos problemas encontrados.
  46. 46. Avaliação Heurística Desvantagens ❖ Depende das heurísticas escolhidas, ❖ Depende da competência dos especialistas, ❖ Pode encontrar problemas equivocados, ❖ Pode propor soluções superficiais.
  47. 47. Avaliação Heurística Exercício ❖ Avaliar interface com base nas 10 heurísticas de Nielsen ❖ Comparar identificação de problemas para priorizar os mais importantes
  48. 48. Introdução à Psicologia Cognitiva  Estudo de como as pessoas percebem, aprendem, estruturam, armazenam e usam o conhecimento.  Cognitivismo defende que grande parte do comportamento humano pode ser entendida em termos de como as pessoas pensam.
  49. 49. Introdução à Psicologia Cognitiva Modelo do processador de informação humano. Card et all (1983)
  50. 50. Psicologia Cognitiva Memória  É o meio pelo qual mantemos e acessamos nossas experiências passadas para usar a informação no presente.  Existem 3 operações comuns de memória: codificação, armazenagem e recuperação.  Capacidade de Recordação < Reconhecimento
  51. 51. Psicologia Cognitiva Memória  Existe uma distinção entre memória explícita e implícita.  Explícita: recordar ou reconhecer palavras, fatos, imagens de um determinado conjunto de itens.  Implícita: recordamos algo, mas não temos consciência de que estamos tentando fazê-lo.
  52. 52. Psicologia Cognitiva Busca cognitiva  Varredura do ambiente para procurar características específicas – procurar ativamente alguma coisa quando não se tem certeza onde ela está.  Alarmes falsos podem interferir na busca, assim como fatores de distração.  O número de alvos e fatores de distração afeta a dificuldade de realização da tarefa.
  53. 53. Psicologia Cognitiva Busca cognitiva
  54. 54. Psicologia Cognitiva Exercício  Abrir uma interface e escrever uma lista de tudo o que o usuário precisa saber para poder usá-la  Marcar na lista os itens que a interface ajuda a lembrar ou ensina
  55. 55. Psicologia Cognitiva Modelos Mentais Norman, 2006 Modelo de Modelo do Design Usuário Designer Usuário Sistema Imagem do Sistema
  56. 56. Psicologia Cognitiva Modelos Mentais
  57. 57. Psicologia Cognitiva Tarefas  Sequência de ações ordenadas visando um objetivo.  Três fases: formulação, execução, avaliação e correção  Sua execução depende da experiência prévia (modelos mentais)  O que define uma tarefa é seu objetivo  A eficiência pode ser medida pelo tempo de execução e taxa de erro
  58. 58. Modelo GOMS  Goals, Operators, Methods, and Selection rules  Cálculo de previsão de tempo para executar uma ação numa interface baseado em experimentos de laboratório  Extremamente artificial
  59. 59. Modelo GOMS Avaliação comparativa 0.5s 0.1s 0.3s 0.3s 0.2s 0.4s Total 2.3s
  60. 60. Modelo GOMS Avaliação comparativa 0.5s 0.8s 0.3s 0.2s 0.3s Total 3.4s
  61. 61. Análise da Tarefa  Quebrar a sequência de ações em etapas organizadas de forma hierárquica  Serve para visualizar o trabalho e identificar gargalos  Avalia o fluxo sem considerar a interface
  62. 62. Análise da Tarefa Exemplo do cotidiano
  63. 63. Análise da Tarefa Softwares para Análise ConcurTaskTree
  64. 64. Análise da Tarefa Análise Sequencial
  65. 65. Psicologia Cognitiva Exercício  Definir 3 objetivos do usuário ao acessar uma interface  Descrever 3 caminhos para se atingir cada objetivo:  O caminho atual e seus gargalos  O caminho mais rápido independente dos demais caminhos  O caminho mais lógico considerando o contexto
  66. 66. Psicologia Cognitiva Ciclo da Ação Metas Intenção Avaliação Sequência de ações Interpretação Execução Percepção Mundo
  67. 67. Psicologia Cognitiva Dúvidas do usuário Serve? Que ações são possíveis? Estou no estágio desejado? Que etapas serão necessárias? Em que etapa estou? Como executar? Qual o estágio do sistema? Mundo
  68. 68. Psicologia Cognitiva Lacunas Serve? Que ações são possíveis? Estou no estágio desejado? erro! Que etapas serão necessárias? Em que etapa estou? erro! Como executar? Qual o estágio do sistema? Mundo
  69. 69. Percurso Cognitivo  É uma forma de avaliação de especialista, mas não se baseia só em princípios de design e usabilidade  É uma forma de avaliação do ponto de vista do usuário  A análise é feita através da execução das tarefas propostas na interface
  70. 70. Percurso Cognitivo Como fazer Procedimento para a avaliação:  Sobre uma proposta de design, os avaliadores simulam a execução da tarefa, efetuando uma série de perguntas sobre cada passo Anotações são feitas durante a interação, fazendo capturas de tela ou gravação de filme registrando as dúvidas e dificuldades que o usuário poderia ter
  71. 71. Percurso Cognitivo Vantagens ❖ Não requer participantes ❖ Rápido para diagnosticar erros e prescrever melhorias ❖ Não há análise de dados
  72. 72. Percurso Cognitivo Desvantagens  Recai sobre o especialista o julgamento sobre a interface  Ele deve ter ótimos conhecimentos sobre fatores humanos e habilidades cognitivas.
  73. 73. Percurso Cognitivo Exercício  Navegar livremente por uma interface e anotar problemas e dificuldades que o usuário pode encontrar
  74. 74. Análise de Estatísticas de Uso  A maneira mais barata, rápida e confiável de avaliar uma interface  O problema é a interpretação das estatísticas  A análise de estatísticas deve ser cruzada com outros métodos
  75. 75. Análise de Estatísticas de Uso Google Analystics  Páginas mais acessadas  Tempo de permanência  Acompanhamento de fluxo  Termos de buscas  Comparação com concorrentes reais  Etc...
  76. 76. Benchmarking  Comparar os produtos em desenvolvimento com produtos já existentes no mercado (seu desempenho), e identificar oportunidades de melhoria.
  77. 77. Benchmarking
  78. 78. Benchmarking Como fazer Identificar as empresas Coletar dados Determinar os marcos de referência Verificar o gap de desempenho entre marcas Estabelecer metas funcionais Implementar ações específicas Recalibrar marcos de referência
  79. 79. Benchmarking Como fazer (continuação)  Recorrer a boas práticas da área  Pesquisa sobre empresas concorrentes / líderes  Pesquisar dados específicos do produto
  80. 80. Benchmarking Como fazer (continuação) recorrer a boas práticas da área. www.smashingmagazine.com / www.sitepoint.com / www.welie.com / //interactions.acm.org / //thinkvitamin.com / www.interaction-design.org / www.thinkflowinteractive.com / Livros sobre usabilidade e design pesquisa sobre empresas concorrentes / líderes. Associações representativas / Estudos “opensource” (ex. FISTERA) / Pesquisa adquiridas ($)
  81. 81. Benchmarking Exercício  Escolher duas interfaces equivalentes a serem comparadas  Definir critérios de comparação  Elaborar mini relatório de benchmark
  82. 82. Técnica de Guerrilha ❖ Avaliações de usabilidade informais, em razão a tempo e dinheiro
  83. 83. Técnica de Guerrilha Como fazer É comum utilizar táticas de guerrilha para tentar estabelecer a usabilidade num ambiente hostil: Alertar para a importância da abordagem de design centrado no usuário; Lutar pelo orçamento de forma a alocar profissionais ao "projeto usabilidade“; Institucionalizar a usabilidade na empresa.
  84. 84. Técnica de Guerrilha Como fazer Custo em usabilidade [estimativa de Mantei&Teorey] +-$130,000 Uso de protótipos em papel - $2,160 Testes de usabilidade com 3 participantes, não 5 - $11,520 Estudos “thinking aloud” + notas pessoais ao invés de softw. - $5,520 Sem necessidade de sala de observação - $17,600 Apenas 2 focus groups ao invés de 3 pesquisas de mercado - $2,000 Apenas1 focus group ao invés de 3 análises de espec. - $4,000 Especialista de usabilidade para avaliação heurística + $3,000 (…) Custo da técnica de redução: $65,330
  85. 85. Técnica de Guerrilha Como avançar ❖ Colaborar nos grupos de pesquisa e de CRM ❖ Contatar call center ❖ [ou seja] Armar-se de dados e provas ❖ [para] Desenvolver uma forte argumentação de negócio
  86. 86. Técnica de Guerrilha Prós e contras Vantagens ❖ Melhor relação custo x benefício. Desvantagens ❖ Incerteza sobre o comprometimento da avaliação; ❖ Representa apenas um primeiro passo para política de usabilidade na empresa.
  87. 87. Obrigado ❖ Frederick van Amstel frederick.amstel@faberludens.com.br www.faberludens.com.br Para conhecer outros cursos.
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