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Minicurso Avaliação de Interfaces
 

Minicurso Avaliação de Interfaces

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Existem diferentes formas de avaliar a facilidade de uso de uma interface. O propósito é encontrar situações de baixa usabilidade para corrigí-las o quanto antes possível. ...

Existem diferentes formas de avaliar a facilidade de uso de uma interface. O propósito é encontrar situações de baixa usabilidade para corrigí-las o quanto antes possível.

Baseado em diretrizes de usabilidade universais, como as que Jakob Nielsen publica, pode-se fazer dezenas de observações sobre uma interface que são simplesmente inúteis. A análise de interface serve para aperfeiçoar detalhes, mas existem detalhes que são relevantes e outros que são irrelevantes. Conhecer a relevância é o ponto-chave.

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    Minicurso Avaliação de Interfaces Minicurso Avaliação de Interfaces Presentation Transcript

    • Avaliação de Interfaces Minicurso Instituto Faber-Ludens de Design de Interação Frederick van Amstel Renato Costa Sofia Ferres
    • Programação Manhã ❖ Recomendações de usabilidade, listas de verificação, avaliação de especialista, avaliação heurística. Tarde ❖ Fundamentos de psicologia cognitiva, percurso cognitivo, técnicas de "guerrilha", avaliação de benchmark.
    • Classificação dos métodos ❖ Formativos ou somativos, ❖ Qualitativos ou quantitativos, ❖ Empíricos ou analíticos.
    • Métodos analíticos Tipos de análise ❖ Preditiva, ❖ Interpretativa, ❖ Experimental.
    • Métodos analíticos preditivos Etapas para análise ❖ Análise contextual ❖ Reconhecer o sistema / Conhecer o contexto de uso da interface (tarefa, usuário, ambiente) ❖ Obter indícios de problemas (Contatar projetistas e usuários) ❖ Avaliação ❖ Definir prioridades para critérios de avaliação (Contatar o cliente) ❖ Realizar uma varredura crítica do sistema
    • Métodos analíticos preditivos Vantagens ❖ Não envolvem usuários, ❖ Preservam a confidencialidade, ❖ Possuem rapidez de avaliação, ❖ Reduzem custos de execução: também conhecidos como avaliação econômica.
    • Recomendações de Usabilidade ❖ São conjuntos de orientações baseados em teorias, experiência e senso comum. ❖ Têm o objetivo de auxiliar profissionais a explicar e pensar sobre aspectos de usabilidade dos seus projetos.
    • Recomendações de Usabilidade Terminologia ❖ Alguns termos usados pelos autores da área são: princípios, regras, heurísticas, diretrizes, critérios, padrões, metas, conceitos, entre outros. Autores Alto nível Baixo nível Preece et al Metas e princípios Princípios e regras Shneiderman et al Princípios Diretrizes Baecker et al Princípios e regras Diretrizes
    • Recomendações de Usabilidade Classificação ❖ As recomendações podem ser de alto ou baixo nível de orientação, variando entre esse dois extremos. Alto Baixo nível nível
    • Recomendações de Usabilidade Alto nível Características ❖ Abordam aspectos mais fundamentais, gerais ❖ São amplamente aplicáveis e mais duradouras Problema ❖ Esclarecimento é importante para interpretação correta da orientação
    • Recomendações de Usabilidade de Alto Nível Exercício Rápido ❖ Escolher uma interface ❖ Como aplicar esta recomendação na interface? Controle do usuário Projetar produtos de modo que o nível de controle do usuário sobre as ações realizadas pelo produto e a adequação do seu estado inicial ao usuário sejam maximizadas.
    • Recomendações de Usabilidade de Alto Nível Exemplo ❖ Oito regras de ouro de Ben Shneiderman: ❖ Perseguir a consistência, ❖ Fornecer atalhos, ❖ Fornecer feedback informativo, ❖ Marcar o final dos diálogos, ❖ Fornecer prevenção e manipulação simples de erros, ❖ Permitir o cancelamento das ações, ❖ Fornecer controle e iniciativa ao usuário, ❖ Reduzir a carga de memória de trabalho.
    • Recomendações de Usabilidade Baixo nível Características ❖ Melhores práticas, baseadas na experiência ❖ São aplicadas por projeto ou empresa ❖ Ajudam a criar linguagem comum: terminologia, aparência, interação etc.
    • Recomendações de Usabilidade Baixo nível Problemas ❖ Muito específicas e incompletas ❖ Podem estar incorretas ❖ Não levam em conta fatores externos
    • Recomendações de Usabilidade Diretrizes de Usabilidade Nielsen e Tahir, 2002 ❖ 64: Usar texto com muito contraste e cores de plano de fundo, para que os caracteres fiquem o mais legíveis possível.
    • Recomendações de Usabilidade Contradições Qual é o mais legível?
    • Recomendações de Usabilidade Contradições Qual é o mais legível?
    • Recomendações de Usabilidade Contradições Qual é o mais legível?
    • Recomendações de Usabilidade Contradições Onde é mais agradável a leitura?
    • Recomendações de Usabilidade de Baixo Nível Contradições ❖ Critério Presteza da Ergolist ❖ Os títulos de telas, janelas e caixas de diálogo devem estar no alto, ou centrados ou alinhados e à esquerda. Mas nas mesmas recomendações encontramos: ❖ Critério Flexibilidade da Ergolist ❖ O usuário deve ter a possibilidade de personalizar o sistema, em função de crescente compreensão que tem dele.
    • Recomendações de Usabilidade Exercício ❖ Escolham 4 recomendações e posicione na escala ❖ Indiquem uma situação em que a recomendação se aplica e outra em que não se aplica Alto Baixo nível nível
    • Listas de Verificação ❖ Listas com características desejadas ou lembretes de ações a serem executadas para garantir a usabilidade de um produto. ❖ A objetividade do instrumento permite ser aplicado e comparado por diferentes avaliadores.
    • Listas de Verificação Método de Aplicação ❖ Recrutar avaliadores, ❖ Criar lista, ❖ Reunir avaliadores, ❖ Executar avaliação, ❖ Comparar resultados, ❖ Redigir e apresentar relatório.
    • Listas de Verificação Vantagens ❖ Avaliadores não são necessariamente especialistas, ❖ Reduzem a subjetividade, ❖ Podem levar direto a soluções, ❖ Podem ser usadas no levantamento de requisitos.
    • Listas de Verificação Desvantagens ❖ Dependem da competência do criador da lista, ❖ Dependem da interpretação do avaliador, ❖ Depende do ambiente da avaliação, ❖ Dificuldade de priorizar os problemas.
    • Listas de Verificação Tipos de listas ❖ Verificação de processo ❖ Verificação de critérios subjetivos ❖ Verificação de recursos técnicos
    • Listas de Verificação Ergolist - LabiUtil UFSC
    • Listas de Verificação Exercício ❖ Avaliar a interface usando a Ergolist http:// www.labiutil.inf.ufsc.br/ergolist ❖ Verificar apenas os critérios ❖ Presteza ❖ Proteção contra erros ❖ Consistência
    • Avaliação de Especialista ❖ Avaliação feita por especialistas baseada em critérios subjetivos de experiência pessoal.
    • Avaliação de Especialista Dois tipos de especialista ❖ Especialista em usabilidade ❖ Pesquisador, designer, engenheiro ❖ Especialista no domínio ❖ Vendedor, gestor ❖ Importante! Para que a avaliação seja imparcial o avaliador não deve estar envolvido com o desenvolvimento
    • Avaliação de Especialista Como fazer ❖ Recrutar especialistas, ❖ Reunir especialistas, ❖ Executar avaliação, ❖ Redigir relatório.
    • Avaliação de Especialista Relatório ❖ Por áreas ❖ Por tarefas ❖ Livre
    • Avaliação de Especialista Exemplo
    • Avaliação de Especialista Exemplo
    • Avaliação de Especialista Resultado
    • Avaliação de Especialista Prós e contras Vantagens ❖ Boa relação custo x benefício. Desvantagens ❖ Dependem da competência do avaliador, ❖ Incerteza sobre veracidade da previsão.
    • Avaliação de Especialista Exercício ❖ Eleger uma interface para o instrutor avaliar em tempo real.
    • Avaliação Heurística ❖ Tipo de avaliação de especialista, na qual os avaliadores baseiam-se em princípios de usabilidade próprios ou desenvolvidos por outros especialistas.
    • Avaliação Heurística O que é uma heurística ❖ Conhecimento sintetizado ❖ Heurísticas de Nielsen (1994): ❖ 1) Feedback ❖ 2) Falar a linguagem do usuário ❖ 3) Saídas claramente demarcadas ❖ 4) Consistência ❖ 5) Prevenir erros
    • Avaliação Heurística Como fazer ❖ Recrutar avaliadores,
    • Avaliação Heurística Como fazer (continuação) ❖ Reunir avaliadores para passar: ❖ Visão do projeto, ❖ Contexto de uso, ❖ Priorização de heurísticas e abordagens.
    • Avaliação Heurística Como fazer (continuação) ❖ Executar avaliação, ❖ Especialistas trabalham em paralelo, ❖ Anotações ou registro das verbalizações, ❖ Modelo de descrição de problema.
    • Avaliação Heurística Como fazer (continuação) ❖ Redigir relatório. ❖ Classificar por severidade: freqüência, impacto e persistência
    • Avaliação Heurística Abordagens ❖ Por tarefa realizadas pelo usuário, ❖ Pela estrutra do menu, ❖ Pelos elementos da interface, ❖ Pelas qualidades esperadas.
    • Avaliação Heurística Vantagens ❖ Encontra mais problemas de usabilidade, ❖ Maior gravidade dos problemas encontrados.
    • Avaliação Heurística Desvantagens ❖ Depende das heurísticas escolhidas, ❖ Depende da competência dos especialistas, ❖ Pode encontrar problemas equivocados, ❖ Pode propor soluções superficiais.
    • Avaliação Heurística Exercício ❖ Avaliar interface com base nas 10 heurísticas de Nielsen ❖ Comparar identificação de problemas para priorizar os mais importantes
    • Introdução à Psicologia Cognitiva  Estudo de como as pessoas percebem, aprendem, estruturam, armazenam e usam o conhecimento.  Cognitivismo defende que grande parte do comportamento humano pode ser entendida em termos de como as pessoas pensam.
    • Introdução à Psicologia Cognitiva Modelo do processador de informação humano. Card et all (1983)
    • Psicologia Cognitiva Memória  É o meio pelo qual mantemos e acessamos nossas experiências passadas para usar a informação no presente.  Existem 3 operações comuns de memória: codificação, armazenagem e recuperação.  Capacidade de Recordação < Reconhecimento
    • Psicologia Cognitiva Memória  Existe uma distinção entre memória explícita e implícita.  Explícita: recordar ou reconhecer palavras, fatos, imagens de um determinado conjunto de itens.  Implícita: recordamos algo, mas não temos consciência de que estamos tentando fazê-lo.
    • Psicologia Cognitiva Busca cognitiva  Varredura do ambiente para procurar características específicas – procurar ativamente alguma coisa quando não se tem certeza onde ela está.  Alarmes falsos podem interferir na busca, assim como fatores de distração.  O número de alvos e fatores de distração afeta a dificuldade de realização da tarefa.
    • Psicologia Cognitiva Busca cognitiva
    • Psicologia Cognitiva Exercício  Abrir uma interface e escrever uma lista de tudo o que o usuário precisa saber para poder usá-la  Marcar na lista os itens que a interface ajuda a lembrar ou ensina
    • Psicologia Cognitiva Modelos Mentais Norman, 2006 Modelo de Modelo do Design Usuário Designer Usuário Sistema Imagem do Sistema
    • Psicologia Cognitiva Modelos Mentais
    • Psicologia Cognitiva Tarefas  Sequência de ações ordenadas visando um objetivo.  Três fases: formulação, execução, avaliação e correção  Sua execução depende da experiência prévia (modelos mentais)  O que define uma tarefa é seu objetivo  A eficiência pode ser medida pelo tempo de execução e taxa de erro
    • Modelo GOMS  Goals, Operators, Methods, and Selection rules  Cálculo de previsão de tempo para executar uma ação numa interface baseado em experimentos de laboratório  Extremamente artificial
    • Modelo GOMS Avaliação comparativa 0.5s 0.1s 0.3s 0.3s 0.2s 0.4s Total 2.3s
    • Modelo GOMS Avaliação comparativa 0.5s 0.8s 0.3s 0.2s 0.3s Total 3.4s
    • Análise da Tarefa  Quebrar a sequência de ações em etapas organizadas de forma hierárquica  Serve para visualizar o trabalho e identificar gargalos  Avalia o fluxo sem considerar a interface
    • Análise da Tarefa Exemplo do cotidiano
    • Análise da Tarefa Softwares para Análise ConcurTaskTree
    • Análise da Tarefa Análise Sequencial
    • Psicologia Cognitiva Exercício  Definir 3 objetivos do usuário ao acessar uma interface  Descrever 3 caminhos para se atingir cada objetivo:  O caminho atual e seus gargalos  O caminho mais rápido independente dos demais caminhos  O caminho mais lógico considerando o contexto
    • Psicologia Cognitiva Ciclo da Ação Metas Intenção Avaliação Sequência de ações Interpretação Execução Percepção Mundo
    • Psicologia Cognitiva Dúvidas do usuário Serve? Que ações são possíveis? Estou no estágio desejado? Que etapas serão necessárias? Em que etapa estou? Como executar? Qual o estágio do sistema? Mundo
    • Psicologia Cognitiva Lacunas Serve? Que ações são possíveis? Estou no estágio desejado? erro! Que etapas serão necessárias? Em que etapa estou? erro! Como executar? Qual o estágio do sistema? Mundo
    • Percurso Cognitivo  É uma forma de avaliação de especialista, mas não se baseia só em princípios de design e usabilidade  É uma forma de avaliação do ponto de vista do usuário  A análise é feita através da execução das tarefas propostas na interface
    • Percurso Cognitivo Como fazer Procedimento para a avaliação:  Sobre uma proposta de design, os avaliadores simulam a execução da tarefa, efetuando uma série de perguntas sobre cada passo Anotações são feitas durante a interação, fazendo capturas de tela ou gravação de filme registrando as dúvidas e dificuldades que o usuário poderia ter
    • Percurso Cognitivo Vantagens ❖ Não requer participantes ❖ Rápido para diagnosticar erros e prescrever melhorias ❖ Não há análise de dados
    • Percurso Cognitivo Desvantagens  Recai sobre o especialista o julgamento sobre a interface  Ele deve ter ótimos conhecimentos sobre fatores humanos e habilidades cognitivas.
    • Percurso Cognitivo Exercício  Navegar livremente por uma interface e anotar problemas e dificuldades que o usuário pode encontrar
    • Análise de Estatísticas de Uso  A maneira mais barata, rápida e confiável de avaliar uma interface  O problema é a interpretação das estatísticas  A análise de estatísticas deve ser cruzada com outros métodos
    • Análise de Estatísticas de Uso Google Analystics  Páginas mais acessadas  Tempo de permanência  Acompanhamento de fluxo  Termos de buscas  Comparação com concorrentes reais  Etc...
    • Benchmarking  Comparar os produtos em desenvolvimento com produtos já existentes no mercado (seu desempenho), e identificar oportunidades de melhoria.
    • Benchmarking
    • Benchmarking Como fazer Identificar as empresas Coletar dados Determinar os marcos de referência Verificar o gap de desempenho entre marcas Estabelecer metas funcionais Implementar ações específicas Recalibrar marcos de referência
    • Benchmarking Como fazer (continuação)  Recorrer a boas práticas da área  Pesquisa sobre empresas concorrentes / líderes  Pesquisar dados específicos do produto
    • Benchmarking Como fazer (continuação) recorrer a boas práticas da área. www.smashingmagazine.com / www.sitepoint.com / www.welie.com / //interactions.acm.org / //thinkvitamin.com / www.interaction-design.org / www.thinkflowinteractive.com / Livros sobre usabilidade e design pesquisa sobre empresas concorrentes / líderes. Associações representativas / Estudos “opensource” (ex. FISTERA) / Pesquisa adquiridas ($)
    • Benchmarking Exercício  Escolher duas interfaces equivalentes a serem comparadas  Definir critérios de comparação  Elaborar mini relatório de benchmark
    • Técnica de Guerrilha ❖ Avaliações de usabilidade informais, em razão a tempo e dinheiro
    • Técnica de Guerrilha Como fazer É comum utilizar táticas de guerrilha para tentar estabelecer a usabilidade num ambiente hostil: Alertar para a importância da abordagem de design centrado no usuário; Lutar pelo orçamento de forma a alocar profissionais ao "projeto usabilidade“; Institucionalizar a usabilidade na empresa.
    • Técnica de Guerrilha Como fazer Custo em usabilidade [estimativa de Mantei&Teorey] +-$130,000 Uso de protótipos em papel - $2,160 Testes de usabilidade com 3 participantes, não 5 - $11,520 Estudos “thinking aloud” + notas pessoais ao invés de softw. - $5,520 Sem necessidade de sala de observação - $17,600 Apenas 2 focus groups ao invés de 3 pesquisas de mercado - $2,000 Apenas1 focus group ao invés de 3 análises de espec. - $4,000 Especialista de usabilidade para avaliação heurística + $3,000 (…) Custo da técnica de redução: $65,330
    • Técnica de Guerrilha Como avançar ❖ Colaborar nos grupos de pesquisa e de CRM ❖ Contatar call center ❖ [ou seja] Armar-se de dados e provas ❖ [para] Desenvolver uma forte argumentação de negócio
    • Técnica de Guerrilha Prós e contras Vantagens ❖ Melhor relação custo x benefício. Desvantagens ❖ Incerteza sobre o comprometimento da avaliação; ❖ Representa apenas um primeiro passo para política de usabilidade na empresa.
    • Obrigado ❖ Frederick van Amstel frederick.amstel@faberludens.com.br www.faberludens.com.br Para conhecer outros cursos.