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Ureter Ectópico e Ureterocele

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Transcript

  • 1. Ureter Ectópico e Ureterocele Rodrigo Pastor Residência de Urologia HC - UFG Goiânia, 22 de Fevereiro de 2011
  • 2. URETER ECTÓPICO
  • 3. Introdução <ul><li>Definição </li></ul><ul><ul><li>Ureter cujo meato se encontra no colo vesical ou em um dos componentes do ducto mesonéfrico ipsilateral. </li></ul></ul><ul><li>Incidência: 1 / 1900 nascimentos </li></ul><ul><li>3 ♀ : 1 ♂ </li></ul><ul><li>Associação com duplicação ureteral (80%) </li></ul><ul><li>Classificação: Completa e Incompleta </li></ul>Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3387 e 3388.
  • 4. Embriologia Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3385.
  • 5. Embriologia Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3386.
  • 6. Embriologia Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3386.
  • 7. Embriologia Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3387.
  • 8. Embriologia Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3388.
  • 9. Embriologia Lei de Weigert-Meyer Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3388.
  • 10. Localização Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3389.
  • 11. Localização Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3389.
  • 12. Localização Ellerker A.G.; Br J Surg , 1958.
  • 13. Localização <ul><li>Teoria do blastema metanefrogênico </li></ul><ul><ul><li>↑ distância do meato ectópico </li></ul></ul><ul><ul><li>↓ </li></ul></ul><ul><ul><li>↑ grau de displasia renal </li></ul></ul>Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3388.
  • 14. Quadro Clínico <ul><li>Sexo masculino </li></ul><ul><ul><li>ITU </li></ul></ul><ul><ul><li>Urgência miccional e polaciúria </li></ul></ul><ul><ul><li>Epididimite </li></ul></ul><ul><ul><li>Dor abdominal e pélvica </li></ul></ul><ul><ul><li>Massa abdominal palpável </li></ul></ul><ul><ul><li>Não cursam com incontinência </li></ul></ul>Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3390 e 3391.
  • 15. Quadro Clínico <ul><li>Sexo feminino </li></ul><ul><ul><li>Incontinência urinária persistente( + Comum) </li></ul></ul><ul><ul><li>Corrimento vaginal contínuo </li></ul></ul><ul><ul><li>ITU </li></ul></ul><ul><ul><li>Massa abdominal palpável </li></ul></ul>Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3390 e 3391.
  • 16. Quadro clínico Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3391.
  • 17. Diagnóstico Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3391.
  • 18. Diagnóstico Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3393.
  • 19. Complicações <ul><li>Obstrução do Ureter Ectópico (dilatação ureteral e pielocalicial e atrofia do parênquima) </li></ul><ul><li>O ureter ortotópico (o que drena o pólo inferior), por sua vez, tem aumento de risco de refluxo e pielonefrite </li></ul><ul><li>http://oradiologista.blogspot.com/2008/06/duplicaoureteral.html. </li></ul>
  • 20. Tratamento <ul><li>Opções cirúrgicas: </li></ul><ul><ul><li>Nefrectomia do pólo superior </li></ul></ul><ul><ul><li>Uretero-pielostomia ou uretero-ureterostomia (desejo de preservar função) </li></ul></ul>
  • 21. Tratamento Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3394.
  • 22. Tratamento Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3394.
  • 23. Tratamento Novick, A.C.; Op. Urol. Cleveland Clinic, 2006
  • 24. URETEROCELE
  • 25. Introdução <ul><li>Definição </li></ul><ul><ul><li>Dilatação cística do ureter distal (intravesical) </li></ul></ul><ul><li>1: 4000 nascimentos </li></ul><ul><li>4 ♀ : 1 ♂ </li></ul><ul><li>Quase exclusivo de indivíduos brancos </li></ul><ul><li>Bilateral em 10% dos casos </li></ul><ul><li>Associado a duplicidade ureteral em 80% </li></ul><ul><li>Lado Esquerdo </li></ul>Campbell M.; Surg. Gynecol. Obst., 1951
  • 26. Introdução <ul><li>Etiologia obscura </li></ul><ul><li>Achados associados </li></ul><ul><ul><li>Obstrução do ureter relacionado </li></ul></ul><ul><ul><li>Displasia do pólo renal superior (43 – 73%) </li></ul></ul><ul><ul><li>RVU no ureter do pólo inferior (50%) ou ureter contralateral (25%) </li></ul></ul>Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3398.
  • 27. Classificação <ul><li>Quanto à posição: </li></ul><ul><ul><li>1. Intravesical (45%) </li></ul></ul><ul><ul><li>2. Ectópica (55%) – colo vesical ou uretra </li></ul></ul><ul><li>Quanto a duplicidade ureteral: </li></ul><ul><ul><li>1. Sistema único (20%) </li></ul></ul><ul><ul><li>2. Sistema duplo (80%) </li></ul></ul>Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3399 e 3400.
  • 28. Classificação ( Stephens) <ul><li>Quanto ao tipo: </li></ul><ul><li>1. Estenótica (40%) inteiramente intravesical </li></ul><ul><li>2. Esfinctérica (40%) orifício localiza-se no esfíncter interno da uretra e o esvaziamento ocorre somente durante a micção </li></ul><ul><li>3. Esfincteroestenótica (5%) </li></ul><ul><li>4. Cecoureterocele (5%) orifício ureteral é intravesical, mas a ureterocele se estende até a uretra em fundo cego </li></ul><ul><li>5. Não obstrutiva (5%) </li></ul><ul><li>6. Cega (5%) </li></ul>Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3384.
  • 29. Classificação Estenótica Esfinctérica Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3384.
  • 30. Classificação Esfincteroestenótica Cecoureterocele Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3384.
  • 31. Quadro Clínico <ul><li>Hidronefrose pré-natal </li></ul><ul><li>ITU de repetição </li></ul><ul><li>Hematúria macroscópica </li></ul><ul><li>♀ : Massa interlabial rosada com ou sem obstrução urinária </li></ul>Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3398.
  • 32. Quadro Clínico Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3398.
  • 33. Diagnóstico Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3399.
  • 34. Diagnóstico Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3399.
  • 35. Diagnóstico Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3402.
  • 36. Tratamento <ul><li>Princípios do tratamento: </li></ul><ul><ul><li>Preservação máxima da função renal </li></ul></ul><ul><ul><li>Prevenção de obstrução infravesical e/ou incontinência urinária </li></ul></ul><ul><ul><li>Prevenção e tratamento de qualquer deficiência da parede vesical </li></ul></ul>Merlini, E.; World Journal of Uroloy , 2004.
  • 37. Tratamento <ul><li>Opções de tratamento </li></ul><ul><ul><li>Incisão endoscópica </li></ul></ul><ul><ul><li>Nefrectomia polar </li></ul></ul><ul><ul><li>Reconstrução completa ao nível vesical </li></ul></ul><ul><ul><li>Tratamento conservador </li></ul></ul>Merlini, E.; World Journal of Uroloy , 2004.
  • 38. Tratamento <ul><li>Escolha do tratamento baseada em: </li></ul><ul><ul><li>Tipo de apresentação (pré-natal X sintomática) </li></ul></ul><ul><ul><li>Idade </li></ul></ul><ul><ul><li>Tipo de ureterocele (vesical X ectópica) </li></ul></ul><ul><ul><li>Função renal </li></ul></ul><ul><ul><li>Presença de refluxo vésico-ureteral ou ITU </li></ul></ul>Merlini, E.; World Journal of Uroloy , 2004.
  • 39. Tratamento <ul><li>Incisão endoscópica </li></ul><ul><li>Punção com eletrodo de 3 Fr </li></ul><ul><li>Eletiva ou emergência </li></ul><ul><li>Pode causar RVU subseqüente </li></ul><ul><li>Necessário segundo procedimento em parte dos casos </li></ul>Monfort, G; Journal of Urology , 1985.
  • 40. Tratamento Novick, A.C.; Op. Urol. Cleveland Clinic, 2006.
  • 41. Tratamento <ul><li>Incisão endoscópica : </li></ul>Merlini, E.; World Journal of Uroloy , 2004.
  • 42. Tratamento Merlini, E.; World Journal of Uroloy , 2004.
  • 43. Tratamento <ul><li>Incisão endoscópica </li></ul><ul><li>Indicações: </li></ul><ul><ul><li>Ureterocele intravesical </li></ul></ul><ul><ul><li>Ureteroceles com obstrução infravesical com IRA ou sepse </li></ul></ul>Merlini, E.; World Journal of Uroloy , 2004.
  • 44. Tratamento <ul><li>Ureterocele ectópica </li></ul><ul><li>Nefrectomia do pólo superior </li></ul><ul><ul><li>Taxa de reoperação de 15 a 20% em pacientes sem RVU e 84 a 90% com RVU </li></ul></ul><ul><li>Uretero-pielostomia </li></ul>Merlini, E.; World Journal of Uroloy , 2004.
  • 45. Tratamento <ul><li>Ureterocele ectópica </li></ul><ul><li>Abordagem vesical </li></ul><ul><ul><li>Excisão da ureterocele e reimplante ureteral </li></ul></ul><ul><ul><li>Risco de lesão vesical ? </li></ul></ul>Merlini, E.; World Journal of Uroloy , 2004.
  • 46. Tratamento Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3405.
  • 47. Tratamento Campbell’s Urology – 9th Edition; vol. 4; p. 3405.
  • 48. Tratamento <ul><li>Resumo de opções de tratamento </li></ul><ul><li>Procedimento de emergência </li></ul><ul><ul><li>Incisão endoscópica </li></ul></ul><ul><li>Ureterocele intravesical </li></ul><ul><ul><li>Incisão endoscópica </li></ul></ul>Merlini, E.; World Journal of Uroloy , 2004.
  • 49. Tratamento <ul><li>Ureterocele ectópica com boa função do pólo superior e sem refluxo no ureter do pólo inferior </li></ul><ul><ul><li>Uretero-ureterostomia ou uretero-pielostomia </li></ul></ul>Merlini, E.; World Journal of Uroloy , 2004.
  • 50. Tratamento <ul><li>Ureterocele ectópica com pobre função do pólo superior e sem refluxo no ureter do pólo inferior </li></ul><ul><ul><li>Nefrectomia do pólo superior </li></ul></ul>Merlini, E.; World Journal of Uroloy , 2004.
  • 51. Tratamento <ul><li>Ureterocele ectópica com pobre função do pólo superior e com refluxo no ureter do pólo inferior ou contralateral </li></ul><ul><ul><li>Nefrectomia do pólo superior, antecipando reintervenção </li></ul></ul><ul><ul><li>Remoção da ureterocele e reimplante ureteral </li></ul></ul>Merlini, E.; World Journal of Uroloy , 2004.
  • 52. OBRIGADO

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