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Laparoscopia em Uro-ginecologia
 

Laparoscopia em Uro-ginecologia

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Dr. Roberto Vaz Juliano

Dr. Roberto Vaz Juliano
Disciplina de Urologia
Faculdade de Medicina do ABC

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    Laparoscopia em Uro-ginecologia Laparoscopia em Uro-ginecologia Presentation Transcript

    • Laparoscopia em Uro-ginecologia Roberto Vaz Juliano Disciplina de Urologia Faculdade de Medicina do ABC
    • Laparoscopia em uro ginecologia
      • Endometriose
      • Fístula vesico-vaginal
      • Fístula uretero-vaginal
      • Prolapso
      • Lesão de trato urinário em cirurgia ginecológica
      • Incontinência urinária de esforço
      Adenomiose*Miomectomia*Histerectomia*Ovários*dor pélvica crônica*Adesiolise*Salpingoplastia*Enterocele*Fertilidade-Reanastomose tubária*Laqueadura*Gravidez ectópica*Gestante
    • Endometriose
      • Bexiga
      • Ureter
    • Acometimento do trato urinário por endometriose é geralmente a ponta do “iceberg” bexiga útero                         
    • Avaliação das lesões para planejamento terapêutico Perguntas a serem respondidas
      • Se bexiga acometida
        • Localização da lesão (trígono X restante)
        • Extensão: como ficaria a capacidade vesical após a ressecção da lesão?
      • Se ureter acometido
        • A lesão encosta ou invade a parede do ureter?
        • Se o ureter está infiltrado, qual a distância do coto remanescente a bexiga?
    • Exérese da lesão com reconstrução do trato urinário é a opção de escolha
      • Clinical aspects and surgical treatment of urinary tract endometriosis: our experience with 31 cases
      • 12 bexiga/15 ureter/4 ambos
      • Recorrências:
        • 2/2 RTU , 2/6 ureterolise, 1/2 ureterectomia com anastomose primária (50% dos casos sem ressecção)
        • Nenhum caso após ressecção da lesão vesical ou ressecção de segmento do ureter com reimplante ureteral
      Antonelli e cols, Eur Urol, 2006
    •  
    • Fístula vésico-vaginal e ureterovaginal
    • Fístula vésico-vaginal e ureterovaginal
      • Cirurgia ginecológica
        • principal: histerectomia (1:1800)
      • Tocotraumatismo
      • Radioterapia
      • Controvérsias: acesso e época do reparo
      • Nezhat: primeiro caso VLP
        • Obstet Gynecol 1994; 83:899–901.
        • Magnificação de imagem
    • TC
    • Técnica Cirúrgica
      • Transabdominal
      • Transvesical (cistorrafia)
    • Reparo primário de FVV Experiência FMABC
      • 10 casos
        • 7 pós cirurgia ginecológica (6 supratrigonais)
        • 1 pós nefroureterectomia (trigonal)
        • 2 pós-radioterapia
      • Tempo operatório médio: 2,5h
      • Tempo médio de internação: 2 dias
      • Sucesso: 90% (1 falha pós-RT)
    • Técnica Transabdominal
    • Transiluminação: Local da Fístula
    • Abertura Vesical
    • Identificação da Fístula
    • Trajeto ressecado Vídeo- fístula
    • Correção de Prolapso Vaginal
    • Quantificação do Prolapso Traditional Baden-Walken (1972) ‏
    • Pelvic Organ Prolapse Quantification (POP-Q) ‏ POP-Q (Bump RC, Mattiason A, Bo K et al 1996) ‏
    • Sacrocolpopexia com uso de tela de Marlex em “Y” supra-púbica utilizando-se de Single-Port (Alexis)
    •  
    •  
    •  
    • Lesão de Bexiga e Ureter
    • Cistorrafia
    • Lesão Ureteral Descrição de 17 Casos encaminhados para tratamento em um centro de referência na Índia; tratados por laparoscopia. Revisão : Lesão ureteral ocorre em 0,2 a 3% das cirurgias ginecológicas 70% é descoberta no pós operatório; a maioria algumas semanas após Utilização de bisturi elétrico e outros instrumentos (laparoscópicos) é a causa mais comum. Evolução habitual é de estenose e fístula conjuntas. Tratamento tradicional: tentativa de cateter de duplo J ou nefrostomia e cirurgia aberta em um segundo tempo. P. Modi, R. Gupta; SJ Rizvi: J.Urol, 180, 615 - 2008
    • Correção laparoscópica de lesão ureteral O autor analisa casuística de pacientes encaminhados ao seu serviço no pós operatório tardio. 18 pacientes encaminhadas 1 a 6 semanas após a cirurgia ginecológica 11 histerectomias laparoscópicas; 4 histerectomias abertas; 2 histerectomias vaginais; 1 histerectomia por ruptura de útero gravídico. Todas tiveram tentativa de cateter de duplo J, sem sucesso. Todas submetidas a cirurgia laparoscópica sendo uma abortada por hipercarbia. P. Modi, R. Gupta; SJ Rizvi: J.Urol, 180, 615 - 2008
    • Lesão de ureter TABLE 2 . Intraoperative and postoperative data for 17 patients Mean (range) Operative time (hrs)* 2.5 (1.9–2.8) Blood loss (ml) 90 (60–150) Time to oral intake (hrs) 8.2 (6.7–10.1) Time to ambulation (hrs) 14 (9.2–18) Hospital stay (days) 5.3 (5–7) Time to nephrostomy removal (days) 7 Time to catheter removal (days) 7 P. Modi, R. Gupta; SJ Rizvi: J.Urol, 180, 615 - 2008 Utilizado técnica de Lich-Gregoir
    • CORREÇÃO DE IUE CIRURGIA DE BURCH
    • CIRURGIA DE BURCH VLAP RESULTADOS INICIAIS
      • TEMPO DE CIRURGIA 50min. A 200min. (MED.90min)
      • ALTA HOSPITALAR *80% - 24 hs. *12% - 48 hs. *8% - 72hs.
    • CIRURGIA DE BURCH VLAP- TÉCNICA
    • CIRURGIA DE BURCH VLAP- TÉCNICA
    • Nó externo VLAP - Técnica
    • CIRURGIA DE BURCH VLAP Resultados
      • Os resultados são comparáveis após 2 anos (68% VLAP X 64% aberta)
      Miannay E et al Eur J Obst Gynecol Reprod Biol 1998 [França]
    • Cirurgia de Burch VLAP Resultados CTCVE-FM ABC RESULTADO DE FOLLOW-UP > 24 MESES FMABC N= 82 casos de total de 166 pacientes CONTINENTES 24 meses N % 71 86* SECAS 65,8 ALGUM EPISÓDIO 20,7 DE PERDA URINÁRIA
    • CIRURGIA DE BURCH VLAP CONCLUSÕES
      • Opção de tratamento que pode ser considerada no tratamento da Incontinência urinária de esforço particularmente em pts.
      • • jovens ou quando
      • • outra operação estiver indicada por VLAP
      • • Opção eventualmente de menor custo
      • • Bom exercício de treinamento
      Roberto Juliano
    • Obrigado