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I Encontro de Chefes de Residência em Urologia Wilson Busato Jr.  [TiSBU]
Pediátrico uropediatria Geriátrico   Adolescente   Adulto Intra-útero  urologia fetal fertilidade
Atuação da Urologia <ul><li>Clínica </li></ul><ul><li>Diagnóstico armado </li></ul><ul><li>Pequenos procedimentos </li></u...
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Resolução do CET em agosto de 2007 Balneário Camboriú  - SC Normas para Credenciamento de Programas de Residência de Urolo...
 
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<ul><li>Os serviços de Urologia que pretendem   ter o seu PRUrologia  </li></ul><ul><li>credenciado, deverão localizar-se ...
e)  Serviço de Dietética capacitado a oferecer aos pacientes  dietas gerais ou adequado a doenças renais; f)  Sala adequad...
k)  Biblioteca médica atualizada em Urologia ou acesso a internet; l)  Setor de Urodinâmica; m)  Serviço de Transplante Re...
2.  O serviço de Urologia deve ser dirigido por 1 (um) TiSBU, em  pleno gozo de seus direitos no momento do credenciamento...
5.  O programa deve respeitar o máximo de 60 (sessenta) horas  semanais, aí inclusos, no máximo, 24 horas de plantões, um ...
7.  Os programas de PRU devem proporcionar as seguintes  atividades: a)  Programa teórico-prático  sobre matérias referent...
7.  Os programas de PRU devem proporcionar as seguintes  atividades: d)  Os residentes deverão, durante seu período de tre...
<ul><li>A Comissão de Ensino e Treinamento manterá registro junto  </li></ul><ul><li>à SBU de cada residente que ingresse ...
<ul><ul><li>4. No Credenciamento Pleno o relatório poderá conter  </li></ul></ul><ul><ul><li>“ sugestões” com o objetivo d...
<ul><ul><li>6. Quando na solicitação inicial de credenciamento o serviço  </li></ul></ul><ul><ul><li>não oferecer condiçõe...
<ul><ul><li>8. O não credenciamento ou descredenciamento de um PRU  </li></ul></ul><ul><ul><li>por parte de Comissão de En...
<ul><ul><li>11. Se houver intenção de alteração do número de residentes  </li></ul></ul><ul><ul><li>que ingressam no Progr...
Conteúdo do Programa de Residência em Urologia ATIVIDADES PARA O PRIMEIRO ANO DE RESIDÊNCIA EM UROLOGIA 1º. AMBULATÓRIO GE...
Abscesso periuretral- tratamento cirúrgico. Biópsia de cordão espermático. Biópsia de epidídimo. Biópsia escrotal. Biópsia...
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Região Nordeste POPULAÇÃO - 53 591 197  hab.   IBGE / 2009 Alagoas   Bahia   Ceará   Maranhão   Paraíba   Pernambuco   Pia...
Região Norte Acre   Amapá   Amazonas   Pará   Rondônia   Roraima   Tocantins POPULAÇÃO - 15 023 331  hab PIB per capita R$...
Região Centro-Oeste Distrito Federal   Mato Grosso   Mato Grosso do Sul   Goiás PIB per capita R$  14 604  IBGE / 2005 POP...
Brasil   1:46.000 U$ 8.200 TAXA DE UROLOGISTA POR POPULAÇÃO E RENDA PER CAPITA Bélgica  1:40.000 U$ 37.500  (2005) Luxembu...
 
Controle da natalidade urológica <ul><li>Forma-se ≈ 150 novos urologistas/ano </li></ul><ul><li>Crescimento populacional  ...
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  1. 1. I Encontro de Chefes de Residência em Urologia Wilson Busato Jr. [TiSBU]
  2. 2. Pediátrico uropediatria Geriátrico Adolescente Adulto Intra-útero urologia fetal fertilidade
  3. 3. Atuação da Urologia <ul><li>Clínica </li></ul><ul><li>Diagnóstico armado </li></ul><ul><li>Pequenos procedimentos </li></ul><ul><li>Grandes procedimentos </li></ul><ul><li>Rastreamento ativos e passivo </li></ul><ul><li>Transplante </li></ul><ul><li>Novas tecnologias </li></ul>
  4. 4. A UROLOGIA como especialidade multidisciplinar: <ul><li>Obstetrícia – uropatias na gestação; urologia fetal; </li></ul><ul><li>Ginecologia – urologia feminina </li></ul><ul><li>Pediatria – mal-formações; enurese; urgências; litíase; etc </li></ul><ul><li>Dermatologia – distúrbios dermatológicos genitais, CA peniano </li></ul><ul><li>Endocrinologia – Hormônios; crescimento; metabologia; ablação </li></ul><ul><li>Neurologia – TRM; AVC; Parkinson; drogas; bex neurogênica </li></ul><ul><li>Traumatologia – trauma de bacia; reconstrução urológica; vascular </li></ul><ul><li>Oncologia – cerca de 25% dos CA o urologia atua </li></ul><ul><li>Radiologia – visão do cirurgião; pielografias, USG ap urinário, </li></ul><ul><li>Patologia – Gleason, tipo histológico de tumores </li></ul><ul><li>Geriatria – aspectos clínicos do envelhecimento; DAEM, etc </li></ul><ul><li>Psicologia médica – ejaculação precoce, DE; Urge-incontinência, etc </li></ul><ul><li>Hebiatria – processos urológicos típicos dos adolescentes </li></ul><ul><li>Endoscopia - endo-urologia </li></ul>
  5. 5. Possível cenário urológico em 2015 Dr. Carlos B. M. Verona [TiSBU] [TiSBur] [TiSBUG] [TiSBUP] [TiSBECO] [TiSBEndo] [TiSBTR] TiSBU = Sociedade Brasileira de Urologia 500,00 TiSBur = Sociedade Brasileira de Urodinamisistas 400.00 TiSBUG = Sociedade Brasileira de Uro-Ginecologia 450.00 TiSBUP = Sociedade Brasileira de Urologia Pediátrica 380,00 TiSBECO = Sociedade Brasileira de Ecografia em urologia 420,00 TiSBEndo = sociedade Brasileira de Endourologia 530,00 TiSBTR = Sociedade Brasileira de Transplante Renal 480,00 SOBRACIL = Sociedade Brasileira de Cirurgia Laparoscópica 370,00 Ligado à outras Sociedades
  6. 6. Dr. Carlos B. M. Verona [TiSBU] TiSBU = Sociedade Brasileira de Urologia TiSBur = Sociedade Brasileira de Urodinamisistas TiSBUG = Sociedade Brasileira de Uro-Ginecologia TiSBUP = Sociedade Brasileira de Urologoa Pediátrica TiSBECO = Sociedade Brasileira de Ecografia em urologia TiSBEndo = sociedade Brasileira de Endourologia TiSBTR = Sociedade Brasileira de Transplante Renal SOBRACIL = Sociedade Brasileira de Cirurgia Laparoscópica Ligado à outras Sociedades E quantas mais…
  7. 7. Resolução n° 1.666/2003 , entre CFM, AMB e CNRM, a especialidade de Urologia não tem área de atuação, isto é, o especialista atua em plenitude conforme a definição da própria especialidade: <ul><li>-Ultra-sonografia Genito-urinária e retro-peritoneal </li></ul><ul><li>-Punções percutâneas genito-urinárias e vasculares guiadas ou não por US,CT ou MRI </li></ul><ul><li>-Propedêutica fisiátrica e fisiatria urológica. </li></ul><ul><li>-Anestesia loco-regional genito-urinária </li></ul><ul><li>-Farmacoterapia endovenosa e endocavitária </li></ul><ul><li>-Acessos cirúrgicos toraco-frênicos </li></ul><ul><li>-Braquiterapia e Lasercirurgia </li></ul><ul><li>-Criocirurgia gênito-urinária </li></ul><ul><li>-Microcirurgia gênito urinária e vascular reconstrutivas </li></ul><ul><li>-Cirurgia plástica gênito-urinária </li></ul><ul><li>-Mastologia masculina </li></ul><ul><li>-Oncologia e oncocirurgia urológica </li></ul><ul><li>-Cirurgia geral e de parede abdominal </li></ul><ul><li>-Cirurgia de acesso vascular e/ou abdominal para diálise </li></ul><ul><li>-Urologia e Urocirurgia Pediátrica </li></ul><ul><li>-Cirurgia perineal masculina e feminina </li></ul><ul><li>-Uroginecologia e Uroneurologia </li></ul><ul><li>-Doenças sexualmente transmissíveis </li></ul><ul><li>-Disfunção erétil e sexual </li></ul><ul><li>-Reprodução assistida de infertilidade conjugal </li></ul><ul><li>-Litotripsia extra-corpórea orientada por US ou RX. </li></ul><ul><li>-Endourologia e Vídeo-Endourologia cirúrgicas </li></ul><ul><li>-Vídeo-Laparoscopia e Vídeo-Cirurgia abdominal e retro-peritoneal </li></ul><ul><li>-Transplante Renal e Pancreático </li></ul>
  8. 8. Como preparar um urologista completo ? Quais as qualificações do urologista que devemos treinar ?
  9. 9. Deixe-me ver...
  10. 10. <ul><li>Trabalha em grupo </li></ul><ul><li>X </li></ul><ul><li>Urologista isolado </li></ul><ul><li>Pais de grande diversidade </li></ul><ul><li>Tendência à super-especialização precoce </li></ul><ul><li>Especialidade atendimento tb. clínico/ambulatorial </li></ul><ul><li>A maioria dos urologistas realizada pelo menos </li></ul><ul><li>25 grandes procedimentos por ano </li></ul><ul><li>Quantos procedimento para curva de apredizado? </li></ul>Carrol, J Urol. 2006
  11. 12. Diagnósticos dos problemas existentes <ul><li>Conveniência da Instituição </li></ul><ul><li>Conveniência do “staff” </li></ul><ul><li>Pouco preparo pedagógico </li></ul><ul><li>Especialidade abrangente </li></ul><ul><li>Baixa produção científica </li></ul><ul><li>Pouca interação multidisciplinar </li></ul><ul><li>Ausência ou inadequação de conteúdo </li></ul><ul><li>Falha na avaliação do treinamento </li></ul><ul><li>Serviços sucateados que não traduzem a realidade </li></ul><ul><li>Aprendizado institucional </li></ul><ul><li>Preocupação após o processo de formação </li></ul>
  12. 13. Residência AINDA é docência ? <ul><li>O processo de ensino é o conjunto de momentos sucessivos </li></ul><ul><li>que envolvem atividades , meios , conteúdos e </li></ul><ul><li>objetivos de ensino pelos quais o aprendiz passa até se </li></ul><ul><li>tornar um especialista </li></ul>Almeida, USP. 1997 <ul><li>O perfil do urologista formado nos diversos PRU é definido </li></ul><ul><li>pelas características das instituições formadoras , conectadas </li></ul><ul><li>ao heterogêneo mercado de trabalho . A SBU através do CET </li></ul><ul><li>tem um papel fundamental de nortear o perfil dos novos </li></ul><ul><li>urologistas, respeitando as individualidades, mas mantendo </li></ul><ul><li>padrões mínimos exigidos. </li></ul>Busato, Urol Contemp. 2007
  13. 14. Residente “mão-de-obra barata” <ul><li>Identificando fonte pagadora </li></ul><ul><li>Staffs não comprometidos </li></ul><ul><li>Direcionamento de atividade </li></ul><ul><li>Ações administrativas </li></ul><ul><li>Clínica privada </li></ul><ul><li>Pedagogia?? Que é isso?? </li></ul>
  14. 15. TRANSPLANTE URODINÂMICA ECOGRAFIA/ Bx ENDOUROLOGIA ONCO-UROLOGIA UROPEDIATRIA LAPAROSCOPIA CONSULTÓRIO ROBÓTICA UROLOGISTA COMPLETO
  15. 18. Processo de formação médica INÍCIO MEIO FINAL Atendimento inicial Raciocínio clínico Diagnóstico Definição de uma terapêutica Habilidades Reconhecimento das complicações Possibilidade de novo aprendizado Ética, caráter, postura, dignidade médicas Acompanhamento Resolução de complicações Percepção dos riscos e da história natural Constante aprendizado Hematúria microscópica “ BCGite” Câncer de CCT de bexiga
  16. 19. Como avaliar a formação dos novos urologistas ? Ransay, 2000 <ul><li>Introduzido por T.P. Wright (1936) </li></ul><ul><li>Em medicina: 1980s - técnicas minima// invasivas </li></ul><ul><li>Pressuposto : repetição melhora o desempenho </li></ul><ul><li>Inclinação da curva (aberta ≠ laparoscópica) </li></ul><ul><li>Quando avaliar?? </li></ul>CURVA DE APRENDIZADO ( LEARNING CURVE )
  17. 20. A curva de aprendizado em UROLOGIA: <ul><li>Qual é o ponto final? End-point </li></ul><ul><li>Avaliação precoce = preparo inadequado (ponto A) </li></ul><ul><li>tardia = desnecessário (ponto B) </li></ul><ul><li>Aquisição de habilidades é um processo dinâmico </li></ul>Nefrolito Percutânea = 60 procedimentos RTU de próstata = 80 procedimentos Sling vaginal = 20 procedimentos Prostatectomia Radical = 30 procedimentos Allen, J Endourol. 2005 Furuya,Hinyokika 2006 Atug, Eur urol. 2006
  18. 21. O que influência a curva de aprendizado: <ul><li>Conhecimentos e habilidades anteriores </li></ul><ul><li>Projeto de ensino estruturado </li></ul><ul><li>Preceptores presentes </li></ul><ul><li>Experiência dos preceptores </li></ul><ul><li>“ aprendizado institucional” </li></ul><ul><li>Procedimentos difusores (cirurgião 50% e só 1 º auxílio) </li></ul><ul><li>Grau de dificuldade dos procedimentos </li></ul><ul><li>Cursos agregados: minifellowships , médico-visitante, </li></ul><ul><li>estágios fora, hands-on , cursos </li></ul>
  19. 22. Fatores Ações do CET para diminuir a CA Destreza individual <ul><li>Avaliação prévia das habilidades teóricas e práticas no início da residência </li></ul>Conhecimentos prévios <ul><li>Provas de conhecimentos e/ou avaliação da formação prévia </li></ul>Projeto de ensino estruturado <ul><li>Protocolar projeto junto a SBU-CET com revisão periódica </li></ul>Preceptores presentes <ul><li>Avaliação pelos visitadores </li></ul>Preceptores preparados <ul><li>Utilização Mestrado/ Doutorado </li></ul><ul><li>Cursos preparatórios pedagógicos pela SBU </li></ul><ul><li>Acompanhamento pedagógico na institutição </li></ul>Freqüência de realização do procedimento <ul><li>Avaliação pelos visitadores </li></ul>Volume (número) de procedimentos <ul><li>Avaliação pelos visitadores </li></ul><ul><li>Determinação de número mínimo de procedimentos </li></ul><ul><li>Implantação de um check-list </li></ul>Habilidade dos preceptores <ul><li>Avaliação do aprendizado institucional como requisito mínimo </li></ul><ul><li>Análise dinâmica do desempenho docente pelos residentes </li></ul>Grau de dificuldade dos procedimentos <ul><li>Definição de habilidades inerentes aos 3 anos de formação </li></ul>Procedimentos sem curva de aprendizado <ul><li>Definição destes procedimentos </li></ul><ul><li>Exigência de equipe de preceptores presente </li></ul>Momento da avaliação <ul><li>Definição dos controles (médias) </li></ul><ul><li>Avaliações nos 3 anos de formação </li></ul>Condições institucionais <ul><li>Avaliação pelos visitadores </li></ul>
  20. 23. Resolução do CET em agosto de 2007 Balneário Camboriú - SC Normas para Credenciamento de Programas de Residência de Urologia junto à SBU e aptidões dos residentes
  21. 25. Foto do grupo
  22. 26. Pedido de credenciamento <ul><li>O pedido de credenciamento dos PR de Urologia feito em </li></ul><ul><li>Normas para Credenciamento elaborado pela CET poderá dar </li></ul><ul><li> entrada na Secretaria da SBU devidamente preenchido em </li></ul><ul><li>qualquer época do ano. O pedido deverá ser acompanhado de </li></ul><ul><li>cópia integral do formulário de solicitação de credenciamento </li></ul><ul><li>encaminhado à Comissão Nacional de Residência Médica; </li></ul><ul><li>2. Os formulário de pedido de reconhecimento indevidamente </li></ul><ul><li>preenchidos e/ou a falta de documentos, constantes das instru- </li></ul><ul><li>ções para o credenciamento, serão notificados pela CET para </li></ul><ul><li>complementação do processo, com prazo de até trinta dias para nova juntada na Secretaria da SBU; o não cumprimento deste prazo acarretará o cancelamento do pedido; </li></ul>
  23. 27. <ul><ul><ul><ul><ul><li>3. O credenciamento terá validade a partir da data da </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>reunião da CET em que for concedido; </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>4. O credenciamento pleno terá validade de 3 ou 5 anos </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>credenciamento condicional validade máxima de 2 anos. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>credenciamento provisório (para novos solicitantes) </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>terá validade de 1 (um) ano e não caracteriza vigência do </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>credenciamento e/ou compromisso de credenciamento </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>posterior, mas contará como prazo de credenciamento, </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>caso o Serviço solicitante seja confirmado como </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li> credenciado pela CET ao final do seu período de validade. </li></ul></ul></ul></ul></ul>* 5 anos = dois pareceres seguidos com PLENO + sem sugestões significativas *
  24. 28. <ul><li>Os serviços de Urologia que pretendem ter o seu PRUrologia </li></ul><ul><li>credenciado, deverão localizar-se em Hospital ou Clínica que </li></ul><ul><li>contenham e funcionem os seguintes serviços auxiliares: </li></ul><ul><li>a) Serviço de Arquivo Médico e Estatística, com acesso a </li></ul><ul><li>prontuários de doentes internados e sob regime de </li></ul><ul><li>tratamento ambulatorial; </li></ul><ul><li>b) Serviços de Imagem capacitados a executar exames </li></ul><ul><li>subsidiários de rotina em Urologia; </li></ul><ul><li>c) Centro Cirúrgico adequado à prática da Urologia Moderna; </li></ul><ul><li>d) Laboratório de Análises Clínicas próprio, credenciado ou </li></ul><ul><li>conveniado, em que sejam realizados exames gerais </li></ul><ul><li>habituais e específicos da Especialidade; </li></ul>Requisitos mínimos exigidos para o credenciamento
  25. 29. e) Serviço de Dietética capacitado a oferecer aos pacientes dietas gerais ou adequado a doenças renais; f) Sala adequada para Procedimentos Urológicos Endoscópicos, equipada com Cisto-ressectoscópico , uretrótomo , ureteroscópio , nefroscópio , litotridor e arco cirúrgico com intensificador de imagem e equipto de vídeo-endoscopia e vídeo-laparoscopia ; g) Serviço de Anatomia Patológica próprio, credenciado ou conveniado; h) Ambulatório para atendimento de doentes urológicos que, preferencialmente, conte com as sub-especialidades urológicas; i) Unidade para atendimento de urgência urológica; j) Número de leitos destinados a pacientes urológicos adequados ao treinamento;
  26. 30. k) Biblioteca médica atualizada em Urologia ou acesso a internet; l) Setor de Urodinâmica; m) Serviço de Transplante Renal; n) Setor de Litotripsia Extracorpórea. Obs.: A queles Serviços que, porventura, não dispuserem de algum dos requisitos mínimos acima descritos, poderão firmar um convênio formal com outro Serviço que disponha da condição faltante. As cópias dos documentos relativos ao convênio deverão ser entregues aos visitadores da CET, quando da visita de inspeção. O credenciamento, neste caso, será condicional à oferta efetiva da condição faltante, pelo Serviço solicitante do credenciamento, dentro do prazo máximo de dois anos. Casos específicos serão avaliados pela plenária da CET.
  27. 31. 2. O serviço de Urologia deve ser dirigido por 1 (um) TiSBU, em pleno gozo de seus direitos no momento do credenciamento, auxiliado por, pelo menos, dois assistentes TiSBU, também em pleno gozo de seus direitos; 3. O Tempo mínimo do PRU será de 3 (três) anos com ingresso através de concurso público, tendo como pré-requisito o mínimo de 2 (dois) anos de Residência em Cirurgia Geral cumprido em PRM credenciada pela Comissão Nacional de Residência Médica; 4. Os Programas de Residência em Urologia terão a carga horária mínima de 2.800 e máxima de 3.200 horas anuais;
  28. 32. 5. O programa deve respeitar o máximo de 60 (sessenta) horas semanais, aí inclusos, no máximo, 24 horas de plantões, um dia de folga mensal e 28 (vinte oito) dias de repouso por ano; 6. Os programas de Residência em Urologia compreenderão um mínimo de 10% (dez por cento) e um máximo de 20% (vinte por cento) de sua carga horária em atividades teórico-práticas , sob a forma de sessões atualizadas , seminários , reuniões clínico-patológicas ou outras, de acordo com programas preestabelecidos. Cerca de 80% (oitenta por cento) a 90% (noventa por cento) de carga horária do programa será dedicada a treinamento em serviço;
  29. 33. 7. Os programas de PRU devem proporcionar as seguintes atividades: a) Programa teórico-prático sobre matérias referentes à Urologia, especialidades afins e ciências aplicadas à Urologia; b) Reunião Clínica semanal para apreciação, diagnóstico e orientação terapêutica de casos em treinamento; c) Reunião periódica para apresentação de resumos de trabalhos publicados em revistas especializadas( Clube-revista );
  30. 34. 7. Os programas de PRU devem proporcionar as seguintes atividades: d) Os residentes deverão, durante seu período de treinamento, participar de pelo menos 1 (um) artigo original , publicado em revista especializada ou apresentar tema livre no Congresso Brasileiro de Urologia. Nos casos de publicações em revistas especializadas ou apresentações em temas livres em Congressos, em que participam mais de um residente, será computada a autoria de apenas um residente por trabalho;
  31. 35. <ul><li>A Comissão de Ensino e Treinamento manterá registro junto </li></ul><ul><li>à SBU de cada residente que ingresse e que conclua o </li></ul><ul><li>Programa. É obrigatório que a instituição informe anualmente </li></ul><ul><li>até o final do mês de março a relação dos residentes do </li></ul><ul><li>programa sob pena de descredenciamento. </li></ul><ul><ul><li>2. A CET somente inspecionará serviços com credenciamento </li></ul></ul><ul><ul><li>aprovado pela CNRM; </li></ul></ul><ul><ul><li>3. Após a inspeção do Serviço que oferece o Programa, a </li></ul></ul><ul><ul><li>Comissão Visitadora elaborará que </li></ul></ul><ul><ul><li>submeterá à aprovação da CET. O relatório deverá ser </li></ul></ul><ul><ul><li>conclusivo, propondo uma das seguintes situações: </li></ul></ul><ul><ul><li>- credenciamento pleno, </li></ul></ul><ul><ul><li>- credenciamento condicional, </li></ul></ul><ul><ul><li>- credenciamento provisório (para novos pedidos), </li></ul></ul><ul><ul><li>- não credenciamento e </li></ul></ul><ul><ul><li>- descredenciamento; </li></ul></ul>C) Comissão de Ensino e Treinamento (CET) PARECER CONSUBSTANCIADO.
  32. 36. <ul><ul><li>4. No Credenciamento Pleno o relatório poderá conter </li></ul></ul><ul><ul><li>“ sugestões” com o objetivo de aperfeiçoar o Programa de </li></ul></ul><ul><ul><li>Residência. É desejável que o serviço tome providências </li></ul></ul><ul><ul><li>para implantá-las. O não atendimento dessas “sugestões”, </li></ul></ul><ul><ul><li>sem justificativa plausível, poderá criar condições de </li></ul></ul><ul><ul><li>insuficiência em futuras inspeções; </li></ul></ul><ul><ul><li>5. No Credenciamento Condicional deverá ser estabelecido de </li></ul></ul><ul><ul><li>forma explícita o prazo para que o PRUrologia cumpra as </li></ul></ul><ul><ul><li>“ exigências e recomendações” da CET. O não atendimento </li></ul></ul><ul><ul><li>dessas determinações, em tempo hábil, poderá ocasionar </li></ul></ul><ul><ul><li>o descredenciamento do programa; </li></ul></ul>
  33. 37. <ul><ul><li>6. Quando na solicitação inicial de credenciamento o serviço </li></ul></ul><ul><ul><li>não oferecer condições mínimas para implantação do PRU, </li></ul></ul><ul><ul><li>a CET poderá optar pelo não credenciamento do mesmo; </li></ul></ul><ul><ul><li>7. Quando um PRUrologia, previamente credenciado pela </li></ul></ul><ul><ul><li>Comissão de Ensino e Treinamento apresentar deterioração </li></ul></ul><ul><ul><li>da infra-estrutura hospitalar ou desorganização do seu </li></ul></ul><ul><ul><li>quadro de recursos humanos, tornando-o incompatível com </li></ul></ul><ul><ul><li>o adequado desenvolvimento do programa, a CET poderá </li></ul></ul><ul><ul><li>optar pelo seu descredenciamento; </li></ul></ul>
  34. 38. <ul><ul><li>8. O não credenciamento ou descredenciamento de um PRU </li></ul></ul><ul><ul><li>por parte de Comissão de Ensino e Treinamento implica em </li></ul></ul><ul><ul><li>comunicação à CNRM , além da chefia do serviço, </li></ul></ul><ul><ul><li>COREME e Diretoria Clínica do Hospital; </li></ul></ul><ul><ul><li>9. Se na análise da Comissão Nacional de Residência Médica </li></ul></ul><ul><ul><li>o programa for descredenciado perante aquela Comissão, </li></ul></ul><ul><ul><li>o mesmo será automaticamente descredenciado pela CET </li></ul></ul><ul><ul><li>da SBU; </li></ul></ul><ul><ul><li>10. Em caso de descredenciamento do programa pela SBU os </li></ul></ul><ul><ul><li>residentes envolvidos, até então, terão seus direitos </li></ul></ul><ul><ul><li>assegurados junto a SBU; </li></ul></ul>
  35. 39. <ul><ul><li>11. Se houver intenção de alteração do número de residentes </li></ul></ul><ul><ul><li>que ingressam no Programa de Residência em Urologia a </li></ul></ul><ul><ul><li>CET deverá ser comunicada, e tal medida estará sujeita a </li></ul></ul><ul><ul><li>aprovação; </li></ul></ul><ul><ul><li>12. As situações não previstas nestas Normas serão </li></ul></ul><ul><ul><li>discutidas e resolvidas pela Comissão de Ensino e </li></ul></ul><ul><ul><li>Treinamento e sua resolução publicada no Boletim da </li></ul></ul><ul><ul><li>Urologia; </li></ul></ul><ul><ul><li>13. A Comissão de Ensino e Treinamento deverá publicar </li></ul></ul><ul><ul><li>periodicamente a relação dos programas credenciados e </li></ul></ul><ul><ul><li>sua atual situação. </li></ul></ul>
  36. 40. Conteúdo do Programa de Residência em Urologia ATIVIDADES PARA O PRIMEIRO ANO DE RESIDÊNCIA EM UROLOGIA 1º. AMBULATÓRIO GERAL E SETORIAL (subespecialidades) 2º. EVOLUÇÃO DE PAC. INTERNADOS NA ENFERMARIA E PRESCRIÇÃO 3º. EXAMES Exames endoscópicos de pequena complexidade Introdução à urodinâmica. Biopsias penianas e escrotais. 4º. CIRURGIAS Execução de cirurgias de pequena complexidade. Auxílio de cirurgias de média e grande complexidade. 5º. TREINAMENTO EM EMERGÊNCIA 6º. ATIVIDADE TEÓRICA Apresentação de casos clínicos e estudo programado. Apresentação de artigos científicos (clube de revista). Participação nas aulas teóricas dos docentes. Participação nos seminários dos R2 e R3.
  37. 41. Abscesso periuretral- tratamento cirúrgico. Biópsia de cordão espermático. Biópsia de epidídimo. Biópsia escrotal. Biópsia peniana. Biópsia prostática guiada digitalmente. Biópsia testicular. Biópsia vesical a céu aberto. Cistolitotomia. Cistostomia: cirúrgica e por punção Correção cirúrgica de hidrocele. Correção cirúrgica de varicocele. Dilatação uretral. Drenagem de abscesso de epidídimo. Drenagem de abscesso escrotal. Eletrocauterização de lesões cutâneas genitais. Epididimectomia. Espermatocelectomia. Exerése de cisto epididimário. Exérese de cisto escrotal. Extração cirúrgica de corpo estranho uretral. Extração cirúrgica de corpo estranho vesical. Implante de prótese testicular. Incisão de prepúcio. Instilação vesical ou uretral. Meatotomia uretral. Orquiectomia. Orquipexia de testículo palpável. Plástica de freio bálamo prepucial. Plástica escrotal. Postectomia. Punção da túnica vaginal. Punção e aspiração vesical. Redução de parafimose. Ressecção parcial escrotal. Tratamento não cirúrgico do priapismo. Uretrostomia. Vasectomia. Lista de procedimentos de pequena complexidade (R1)
  38. 42. Lista dos procedimentos endoscópicos (1º ano): Retirada e colocação de cateteres uretrais e vesicais. Biópsia videoendoscópica de bexiga. Cateterismo ureteral. Cistoscopia. Colocação videoendoscópica de duplo J. Corpo estranho extração video-endoscópica. Dilatação uretral. Uretroscopia. Lista dos exames ambulatoriais (1º ano): Exame físico genital (exame digital retal da genitália interna, orquimetria, manobras de detecção de varicocele, exame do testículo criptorquídico). Peniscopia. Pielografia ascendente. Semiologia para impotência. Teste de ereção fármaco induzida. Urofluxometria.
  39. 43. ATIVIDADES PARA SEGUNDO ANO DE RESIDÊNCIA EM UROLOGIA 1º. AMBULATÓRIO – UROLOGIA GERAL E DE SETORES 2º. ENFERMARIA Evolução de casos, prescrição, indicação de condutas, e discussão com docentes 3º. EXAMES Exames endoscópicos de alta complexidade Videoureteroscopia diagnóstica. Ureterorenoscopia diagnóstica. Estudos urodinâmicos. Ultra-sonografia básica do trato urinário inferior e superior. Ultra-sonografia básica dos órgãos genitais externos. 4º. CIRURGIAS Execução de cirurgias de média complexidade Auxílio em cirurgias de grande complexidade, como: Laparoscopia diagnóstica Auxílio em cirurgia videolaparoscópica Realização de proc endourológicos de média complexidade. 5º. TREINAMENTO EM EMERGÊNCIA 6º. ATIVIDADE TEÓRICA Apresentação de casos clínicos. Apresentação de artigos científicos. Seminários sobre temas específicos.
  40. 44. Lista dos exames ambulatoriais (2º ano): Biópsia prostática transretal guiada por ultra-som. Estudos urodinâmicos completos. Realizar litotripsia extracorpórea por ondas de choque. Ultra-som transretal da próstata. Ultra-sonografia avançada do trato urinário superior e inferior. Ultra-sonografia avançada dos órgãos genitais externos.
  41. 45. Lista dos procedimentos videoendoscópicos e videolaparoscópicos (2º ano): Aspiração vesical de retenção urinária por coágulo. Biopsia videoendoscópica de ureter. Cistolitotripsia percutânea. Cistolitotripsia transuretral. Dilatação videoendoscópica. Eletrocoagulação videoendoscópica de uretra. Eletrovaporização da próstata. Evacuação e irrigação da loja prostática. Extração videoendoscópica de cálculo vesical. Hemostasia videoendoscópica da loja prostática. Laparoscopia em ausência testicular. Meatotomia videoendoscópica de ureter. Ressecção de válvula de uretra posterior. Ressecção videoendoscópica da próstata. Ressecção videoendoscópica de colo diverticular de bexiga. Ressecção videoendoscópica de pólipos vesicais. Ressecção videoendoscópica de ureterocele. Retirada videoendoscópica de cálculo de ureter. Tratamento endoscópico da incontinência urinária. Videoureteroscopia. Videouretrotomia interna.
  42. 46. procedimentos de media complexidade (2º ano): Abscesso de próstata – drenagem Abscesso renal ou peri renal – drenagem cirúrgica. Acesso percutâneo para nefroscopia Amputação parcial do pênis. Amputação total do pênis. Bexiga psoica. Biópsia cirurgica de ureter. Biópsia renal cirúrgica / por punção. Cistectomia parcial. Cistoplastia redutora. Cistorrafia por trauma. Colocação cirúrgica de duplo jota. Correção cirúrgica de torção do testículo. Correção de hipospádia distal e médio peniana Diverticulectomia. Drenagem de abscesso renal / peri-renal. Escleroterapia para cisto renal. Esficterotomia. Exploração cirurgica do deferente. Extração cirurgia de corpo estranho ou cálculo uretral. Fístula pielocutânea tratamento cirúrgico. Fístula uretero cutânea. Fístula uretero vaginal. Fístula uretro cutânea. Fístula uretro vaginal. Fístula uterino-vesical. Fistula vésico-cutânea. Implante de prótese peniana. Ligadura de veia ovariana. Linfadenectomia pélvica. Lombotomia exploradora. Marsupialização de cistos renais. Meatoplastia uretral. Meatoplastia uretral. Nefrectomia de doador vivo. Nefrectomia simples. Nefrolitotomia simples. Nefropexia. Nefrorrafia. Nefrostomia a céu aberto / percutânea. Orquipexia – testículo não-descido. Pielolitotomia com nefrolitotomia simples. Pieloplastia aberta. Pielostomia. Pielotomia exploradora. Plástica de corpo cavernoso. Prostatectomia a céu aberto Prostatotomia Reimplante uretero vesical à Boari. Reimplante uretero-vesical. Reparação plástica por trauma testicular. Ressecção cirurgia de pólipos vesicais. Ressecção cirúrgica de ureterocele. Ressecção de carúncula uretral. Ressecção de corda peniana. Ressecção videoendoscópica de colo vesical. Tratamento cirúrgico de divertículo uretral. Tratamento cirúrgico de doença de Peyronie Tratamento cirúrgico de fratura do pênis Tx cirúrgico de IU por cirurgia aberta. Tratamento cirúrgico do priapismo. Tx da IU por suspensão endoscópica vesical. Tx de IU por Sling vaginal ou abdominal. Ureterectomia. Ureterolitotomia aberta. Ureterostomia cutânea. Uretroplastia anterior. Videouretrotomia externa. Vesicostomia cutânea.
  43. 47. ATIVIDADES PARA O TERCEIRO ANO DE RESIDÊNCIA EM UROLOGIA 1º. AMBULATÓRIO – GERAL E DE ESPECIALIDADES 2º. ENFERMARIA, EVOLUÇÃO PRESCRIÇÃO 3º. EXAMES 4º. CIRURGIAS Oncologia urológica – Cirurgias radicais. Transplante renal. Derivações Urinárias. Cirurgias Vídeoloparoscópicas. Cirurgias reconstrutivas urológicas. Cirurgias endo-urológicas. 5º. TREINAMENTO EM EMERGÊNCIA 6º. ATIIVDADE TEÓRICA Apresentação de artigos científicos, Seminários e aulas nas reuniões científicas.
  44. 48. procedimentos de alta complexidade (3º ano): Angioplastia renal. Autotransplante renal. Cistectomia radical. Cistectomia total. Cistouretroplastia – neouretra proximal. Correção cirúrgica de extrofia vesical. Correção de epispádia com incontinência. Correção de epispádia sem incontinência. Correção de fístula uretero intestinal. Correção de fístula uretro retal. Correção de fístula vésico retal. Correção de fístula vésico-entérica. Correção de hipospádias proximais. Emasculação. Enterocistoplastia. Enucleação de tumor renal. Epididimovasoplastia. Implante cirúrgico de cateter peritoneal para diálise. Implante de prótese endouretral em HPB Implante de prótese peniana. Linfadenectomia inguinal ou ilíaca. Linfadenectomia retroperitoneal. Marsupializacão de linfocele. Nefrectomia parcial extracorpórea. Nefrectomia parcial. Nefrectomia radical. Nefroenterocistostomia. Nefrolitotomia anatrófica. Nefroureterectomia com ressecção vesical. Neobexiga cutânea continente. Neobexiga retal continente. Neobexiga uretral continente. Pielolitotomia com nefrolitotomia anatrófica. Prostatovesiculectomia radical. Fístulas arteriovenosas. Recontrução peniana por retalho cutâneo a distância. Ressecção de tumor uretral. RTU da próstata com Laser Revascularização peniana. Revascularização renal. Sinfisiotomia de rim em ferradura. Transplante renal – receptor. Tratamento cirúrgico de IU masculina. Tx cirúrgico de IU pós reconstrução de extrofia vesical. Tumores retro peritoneais malignos. Ureteroileocistostomia. Ureteroileostomia cutânea. Ureterolise. Ureteroplastia. Ureterosigmoideoplastia. Ureterosigmoideostomia. Ureteroureterocistoneostomia. Ureteroureterostomia cutânea. Ureteroureterostomia. Uretroplastia posterior. Videouretrotomia interna com prótese endouretral. Vaso-vasostomia.
  45. 49. Lista dos procedimentos endoscópicos / laparoscópicos (3º ano): Colocação nefroscópica de duplo jota Correção videolaparoscópica de refluxo vésico ureteral. Endopielotomia videoendoscópica (retrógrada, anterógrada). Implante laparoscópico de cateter para diálise. Ligadura videolaparoscópica de vasos espermáticos. Linfadenectomia pélvica videolaparoscópica. Linfadenectomia retroperitoneal videolaparoscópica. Marsupialização videolaparoscópica de cistos renais. Marsupialização videolaparoscópica de linfocele. Nefrectomia videolaparoscópica de rim atrófico. Nefrectomia videolaparoscópica, doador de rim. Nefrectomia radical videolaparoscópica. Nefrectomia parcial videolaparoscópica. Nefrectomia total videolaparoscópica. Nefrolitotomia percutânea. Nefrolitotripsia percutânea. Pieloplastia videolaparoscópica. Prostatovesiculetectomia radical videolaparoscópica. Ureterolitotomia videolaparoscópica . Ureterolitotripsia com Laser transureteroscópica por vídeo. Ureterolitotripsia transureteroscópica por vídeo. Ureterotomia interna percutânea. Ureterotomia interna ureteroscópica por vídeo.
  46. 50. <ul><li>APTIDÕES </li></ul><ul><li>Ao término do terceiro ano da residência médica em Urologia, </li></ul><ul><li>o residente deve estar apto e capacitado a: </li></ul><ul><li>Reconhecer, diagnosticar e tratar todas as doenças da especialidade. </li></ul><ul><li>Possuir conhecimentos de Bioética, Bioestatística e </li></ul><ul><li>Metodologia Científica. </li></ul><ul><li>Preparar e apresentar trabalhos científicos. </li></ul><ul><li>Possuir noções de gestão hospitalar, custos e faturamento. </li></ul>
  47. 51. S istema de A tualização C adastral das R esidências em U rologia <ul><li>Sistema on-line para preenchimento direto pelo PRU </li></ul><ul><li>Cada PRU terá uma senha para acesso aos seus dados </li></ul><ul><li>cadastrais </li></ul><ul><li>3. Sigilo absoluto das informações </li></ul><ul><li>3. Residentes preencherão periodicamente procedimentos </li></ul><ul><li>4. Controle pelo CET das atualizações </li></ul><ul><li>5. Relatórios completos </li></ul>SISTEMA DE ATUALIAZAÇÃO CADASTRAL DAS RESIDÊNCIAS EM UROLOGIA
  48. 52. Cabe aos urologistas decidir qual tipo de urologista queremos formar
  49. 53. 231 144 292 667 POPULAÇÃO – 10.387.378 (2006). POPULAÇÃO – 5.958.266 (2006). POPULAÇÃO – 10.963.219 (2006). ~1:45.000 hab ~1:41.370 hab ~1:37.500 hab ~1:45.000 hab Região Sul PIB per capita R$ 13 208,00 IBGE / 2005 POPULAÇÃO - 26 729 883 hab. ( IBGE / 2007 )
  50. 54. População 80 779 802 hab. IBGE / 2009 [1] 1262 465 551 96 POPULAÇÃO – 41 384 039 hab (2009) POPULAÇÃO – 20 033 665 hab (2009) POPULAÇÃO – 16 010 429 hab (2009) POPULAÇÃO: 3 487 199 hab. (2009) ~1:32.800 hab ~1:43.080 hab ~1:29.000 hab ~1:36.500 hab SP RJ MG ES 2374 ~1:34.000 hab Região Sudeste PIB per capita R$ 19 277,00 IBGE / 2007
  51. 55. Região Nordeste POPULAÇÃO - 53 591 197 hab. IBGE / 2009 Alagoas   Bahia   Ceará   Maranhão   Paraíba   Pernambuco   Piauí   Rio Grande do Norte   Sergipe 3 156 108 hab. ~1:98.600 hab 32 198 93 37 41 14 637 364 hab ~1:74.000 hab 8 547 809 hab ~1:92.000 hab 6 367 138 hab ~1:172.000 hab 3 769 977 hab ~1:92.000 hab 131 35 48 28 8 810 256 hab ~1:67.200 hab 3 145 325 hab ~1:90.000 hab 3 137 541 hab ~1:65.300 hab 2 019 679 hab ~1:71.400 hab ~1:83.200 hab 643 PIB per capita R$ 6 749,00 IBGE / 2007
  52. 56. Região Norte Acre   Amapá   Amazonas   Pará   Rondônia   Roraima   Tocantins POPULAÇÃO - 15 023 331 hab PIB per capita R$ 9 135 IBGE / 2007 691 132 hab 7 ~1:100.000 hab 7 35 57 18 7 22 626 609 hab ~1:100.000 hab 3 393 369 hab ~1:97.000 hab 7 431 020 hab ~1:130.300 hab 1 503 928 hab 421 499 hab 1 292 051 hab ~1:83.300 hab ~1:60.200 hab ~1:58.700 hab 153 ~1:98.200 hab
  53. 57. Região Centro-Oeste Distrito Federal   Mato Grosso   Mato Grosso do Sul   Goiás PIB per capita R$ 14 604 IBGE / 2005 POPULAÇÃO - 13 269 517 hab. IBGE / 2006 130 ~1:20.000 hab 2 606 885 hab 139 46 54 3 001 692 hab ~1:65.200 hab 2 360 498 hab ~1:43.700 hab 5 926 300 hab ~1:42.700 hab ~1:36.000 hab 369
  54. 58. Brasil 1:46.000 U$ 8.200 TAXA DE UROLOGISTA POR POPULAÇÃO E RENDA PER CAPITA Bélgica 1:40.000 U$ 37.500 (2005) Luxemburgo 1:27.000 U$ 61.220 (2009) Holanda 1:56.000 U$ 35.078 (2010) Portugal 1:40.000 U$ 21.000 (2009) Espanha 1:35.000 U$ 35.500 (2009) Inglaterra 1:148.000 U$ 38.000 (2009) Estados Unidos 1:29.000 U$ 44.380 (2009) Rep Tcheca 1:29.000 U$ 24.242 (2009) Brasil 1:46.000 U$ 8.200 (2009)
  55. 60. Controle da natalidade urológica <ul><li>Forma-se ≈ 150 novos urologistas/ano </li></ul><ul><li>Crescimento populacional </li></ul><ul><li>Crescimento urológico </li></ul>O SENHOR ESTÁ PRESSO POR FORMAÇÃO DE QUADRILHA HÁ VAGAS DE RESIDÊNCIA
  56. 61. ENSINAR É PRIVILÉGIO, HONRA E RESPONSABILIDADE

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