DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Dr. Guilherme Camarcio Neiva Urologista Módulo I
EVSB, Carmita Abdo, 2004
EVSB, Carmita Abdo, 2004
EVSB, Carmita Abdo, 2004
EVSB, Carmita Abdo, 2004
DOEN ÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS <ul><li>antiguidade </li></ul><ul><li>atividade sexual precoce </li></ul><ul><li>maior...
DST <ul><li>ESSENCIALMENTE TRANSMITIDAS PELO SEXO </li></ul><ul><li>FREQÜENTEMENTE TRANSMITIDAS PELO SEXO </li></ul><ul><l...
DST <ul><li>sífilis </li></ul><ul><li>uretrites </li></ul><ul><li>cancro mole </li></ul><ul><li>herpes genital </li></ul><...
SÍFILIS <ul><li>treponema pallidum </li></ul><ul><li>sistêmica </li></ul><ul><li>Transmissão: </li></ul><ul><ul><li>sexual...
CLASSIFICAÇÃO <ul><li>Primária </li></ul><ul><li>Secundária </li></ul><ul><li>Latente: recente e tardia </li></ul><ul><li>...
SÍFILIS PRIMÁRIA <ul><li>bordas elevadas </li></ul><ul><li>endurecidas </li></ul><ul><li>fundo limpo </li></ul><ul><li>ind...
 
SÍFILIS PRIMÁRIA CANCRO DURO
SÍFILIS PRIMÁRIA CANCRO DURO
SÍFILIS  CANCRO DURO Úlceras que se “beijam”
SÍFILIS  CANCRO DURO Lesão no lábio Lesão na língua
MICROSCOPIA ELETRÔNICA Treponema pallidum
SÍFILIS PRIMÁRIA <ul><li>DIAGNÓSTICO </li></ul><ul><li>clínico </li></ul><ul><li>Pesquisa de treponema em campo escuro </l...
SÍFILIS PRIMÁRIA <ul><li>DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL </li></ul><ul><li>cancro mole </li></ul><ul><li>granuloma inguinal </li><...
SÍFILIS SECUNDÁRIA CONDILOMA LATA
SÍFILIS SECUNDÁRIA PÁPULAS / ROSÉOLAS
SÍFILIS SECUNDÁRIA <ul><li>4 a 8 semanas após cancro </li></ul><ul><li>variedade de sintomas </li></ul><ul><li>início com ...
SÍFILIS SECUNDÁRIA <ul><li>Lesões pápulo erosivas (genital) </li></ul><ul><ul><li>“ condiloma plano” </li></ul></ul><ul><u...
SÍFILIS SECUNDÁRIA <ul><li>rubéola </li></ul><ul><li>mononucleose </li></ul><ul><li>Farmacodermia </li></ul><ul><li>Hansen...
SÍFILIS LATENTE <ul><li>período sem sintomas </li></ul><ul><li>LCR normal ou alterado </li></ul><ul><li>recente  até 1 ano...
SÍFILIS TERCIÁRIA <ul><li>Evolução após 1 ano </li></ul><ul><li>acometimento de órgãos </li></ul><ul><li>goma sifilítica  ...
SÍFILIS TERCIÁRIA <ul><li>SINAIS E SINTOMAS:  Após 3 a 12 anos </li></ul><ul><li>LESÕES: </li></ul><ul><li>Cutâneo-mucosas...
TRATAMENTO <ul><li>Sífilis adquirida recente  < 1 ano </li></ul><ul><ul><li>Primária </li></ul></ul><ul><ul><li>Secundária...
TRATAMENTO <ul><li>Sífilis adquirida tardia  > 1 ano </li></ul><ul><ul><li>sífilis latente tardia </li></ul></ul><ul><ul><...
TRATAMENTO <ul><li>ALERGIA À PENICILINA </li></ul><ul><li>Dessensibilização </li></ul><ul><li>2ª OPÇÃO terapêutica </li></...
DOEN ÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS <ul><li>REAÇÃO DE JARISH-HERXHEIMER </li></ul>
URETRITES <ul><li>Gonocóccica </li></ul><ul><li>Não gonocóccica (UNG) </li></ul>
D  S  T GONORRÉIA <ul><li>SINONÍMIA:  Blenorragia, esquentamento, pingadeira, gota militar, estrela matutina </li></ul><ul...
GONORRÉIA <ul><li>QUADRO CLÍNICO:   </li></ul><ul><ul><li>Prurido (fossa navicular), estendendo posteriormente em toda ure...
URETRITE GONOCÓCCICA <ul><li>bacterioscopia do fluido (gram) </li></ul><ul><li>bacterioscopia de raspado uretral </li></ul...
GONORRÉIA Citologia demonstrando diplococos Gram negativos
 
URETRITE GONOCÓCCICA <ul><li>balanopostite </li></ul><ul><li>epididimite </li></ul><ul><li>orquite </li></ul><ul><li>prost...
URETRITE NÃO-GONOCÓCCICA <ul><li>chlamydia trachomatis  60% </li></ul><ul><li>ureaplasma urealyticum  20-40% </li></ul><ul...
URETRITE NÃO-GONOCÓCCICA <ul><li>Incubação 4 a 30 dias  </li></ul><ul><li>secreção uretral clara </li></ul><ul><li>disúria...
URETRITE NÃO-GONOCÓCCICA <ul><li>métodos caros e difíceis </li></ul><ul><li>bacterioscopia do raspado uretral </li></ul><u...
URETRITES NÃO GONOCÓCICAS CERVICITE Epidimite à esquerda
TRATAMENTO DAS UG E UNG <ul><li>Opções de tratamentos </li></ul><ul><li>Azitromicina  1 g VO, dose única ou </li></ul><ul>...
TRICOMONÍASE GENITAL <ul><li>CONCEITO   Infecção causada por protozoário flagelado, tendo como reservatório a uretra, a cé...
TRICOMONAS GENITAIS
TRICOMONÍASE GENITAL <ul><li>EXAME LABORATORIAL: </li></ul><ul><li>Exame direto, a fresco, com uma gota da secreção e uma ...
TRICOMONÍASE GENITAL <ul><li>OPÇÕES DE TRATAMENTOS </li></ul><ul><li>Metronidazol:  2 g VO dose única ou </li></ul><ul><li...
TRICOMONÍASE GENITAL <ul><li>OBSERVAÇÕES </li></ul><ul><li>Durante o tratamento:  </li></ul><ul><ul><li>EVITAR uso de álco...
CANCRO MOLE <ul><li>agente: haemophilus ducreyi </li></ul><ul><li>mácula – vesícula – úlcera </li></ul><ul><li>bordos bem ...
CANCRO MOLE <ul><li>INCUBAÇÃO:  3 a 5 dias / até 2 semanas </li></ul><ul><li>QUADRO CLÍNICO </li></ul><ul><li>Homem:  sulc...
 
CANCRO MOLE
CANCRO MOLE <ul><li>DIAGNÓSTICO </li></ul><ul><li>clínico </li></ul><ul><li>bacterioscopia </li></ul><ul><li>cultura </li>...
CANCRO MOLE <ul><li>Azitromicina  1 g VO dose única </li></ul><ul><li>Ceftriaxona  250 mg IM dose única </li></ul><ul><li>...
HERPES GENITAL <ul><li>muito comum </li></ul><ul><li>VHS tipo II </li></ul><ul><li>prim ário ou recorrente </li></ul><ul><...
HERPES GENITAIS
HERPES GENITAL <ul><li>CLÍNICA </li></ul><ul><li>incubação  2 a 14 dias </li></ul><ul><li>duração  12 a 21 dias </li></ul>...
HERPES GENITAL <ul><li>DIAGNÓSTICO </li></ul><ul><li>clínica </li></ul><ul><li>raspagem da lesão </li></ul><ul><li>Cultura...
HERPES GENITAL <ul><li>vírus latente </li></ul><ul><li>reativação frequente </li></ul><ul><li>trauma local </li></ul><ul><...
HERPES GENITAL <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>manter lesão limpa e seca </li></ul><ul><li>lavar com soro </li></ul><...
HERPES GENITAL <ul><li>ANTIVIRÓTICOS </li></ul><ul><li>Aciclovir:  200 mg VO 5 x/dia, 7 – 10 dias </li></ul><ul><li>Famcic...
VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO <ul><li>HPV   </li></ul><ul><li>DST viral mais frequente </li></ul><ul><li>casos/ano  500 mil a 1...
PREVENÇÃO E CUIDADOS <ul><li>MENSAGENS </li></ul><ul><li>Conhecer as doenças sexualmente transmissíveis  </li></ul><ul><li...
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Hospital Geral de Goiânia – HGG Residente: Guilherme Camarcio Neiva R1 de Urologia Módu...
CONDILOMA ACUMINADO Microscopia eletrônica
 
 
 
VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>HISTÓRIA NATURAL </li></ul><ul><li>Inoculação </li></ul><ul><li>Incubação 2 – 3 sem...
VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>TRANSMISSÃO </li></ul><ul><li>sexual </li></ul><ul><li>não-sexual  </li></ul><ul><l...
VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>INFECÇÃO </li></ul><ul><li>clínica </li></ul><ul><li>subclínica </li></ul><ul><li>l...
VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>CLÍNICA </li></ul><ul><li>alta infectividade  60% em 1 relação </li></ul><ul><li>le...
VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>DIAGNÓSTICO </li></ul><ul><li>anamnese e exame físico </li></ul><ul><li>peniscopia ...
Diagnósticos  diferenciais
PENISCOPIA HPV
HPV Tipo Local Epitelial Tipo de Lesão 6 e 11 Urogenital, anal, ororespiratório Condiloma acuminado 16, 18, 30, 35, 39, 41...
VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>CÂNCER </li></ul><ul><li>mulher: colo uterino, vulva 95% </li></ul><ul><li>cepas  6...
VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>químicos </li></ul><ul><li>cirúrgicos </li></ul><ul><l...
VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>Químico </li></ul><ul><li>ácido tricloroacético  80-90...
HPV CRIOTERAPIA
VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>OPÇÕES DE TRATAMENTOS </li></ul><ul><li>interferons </li></ul><ul><li>imiquimod </l...
VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>Cirúrgico </li></ul><ul><li>curetagem </li></ul><ul><l...
HPV  TRATAMENTO CIRÚRGICO Lesões no prepúcio Aspecto após exérese Lesões na glande após “redução”
LINFOGRANULOMA VENÉREO <ul><li>TESTE DE MICROIMUNOFLUORESCÊNCIA Utiliza-se imunoglobulinas anti- IgG e anti-IgM  </li></ul...
LINFOGRANULOMA VENÉREO <ul><li>SINONÍMIA:  Mula </li></ul><ul><li>CARACTERÍSTICA:  bubão inguinal </li></ul><ul><li>ETIOLO...
 
LINFOGRANULOMA  VENÉREO
GRANULONA INGUINAL  (DONOVANOSE) (Lesões iniciais)
GRANULOMA VENÉREO DONOVANOSE <ul><li>DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Sífilis, Tb cutânea, cancro mole, amebíase cutânea, neoplasia...
GRANULONA INGUINAL  (DONOVANOSE
GRANULOMA INGUINAL (DONOVANOSE) <ul><li>TRATAMENTO  </li></ul><ul><li>Doxiciclina  100 mg VO 12/12 h (até cura/3 sem) ou <...
Balanopostites
CANDIDÍASE HIFAS
CANDIDÍASE / MONILÍASE <ul><li>Infecção causada por FUNGO COMENSAL que habita mucosa vaginal e mucosa digestiva, aparece q...
CANDIDÍASE <ul><li>FATÔRES PRÉDISPONENTES </li></ul><ul><li>diabetes </li></ul><ul><li>obesidade </li></ul><ul><li>gravide...
CANDIDÍASE <ul><li>CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS </li></ul><ul><li>(DEPENDE GRAU DA INFECÇÃO E LOCAL) </li></ul><ul><ul><li>Pru...
CANDIDÍASE <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>Fluconazol  150 mg VO (dose única) </li></ul><ul><li>Cetoconazol  400 mg V...
 
A I D S <ul><li>H I V  </li></ul><ul><li>Retrovírus com genoma RNA, da família Lentiviridae, retrovírus citopáticos e não-...
Detalhes da morfogênese ultraestrutural do vírus
A I D S Síndrome da Imunodeficiência Adquirida <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>Reconhecida meados de 1981 (EEUU) e  n...
 
 
A I D S  <ul><li>TESTES DIAGNÓSTICOS </li></ul><ul><li>Anticorpos contra o HIV aparecem no soro ou plasma de indivíduos in...
A I D S  <ul><li>FORMAS DE TRANSMISSÃO </li></ul><ul><ul><li>Sexual </li></ul></ul><ul><ul><li>Sangüínea </li></ul></ul><u...
AIDS <ul><li>Notificação compulsória </li></ul><ul><li>Encaminhar às autoridades sanitárias </li></ul>
Sexo sem preservativo
D  S  T <ul><li>EVENTUALMENTE transmitidas pelo sexo </li></ul><ul><li>Molusco contagioso </li></ul><ul><li>Pediculose </l...
PREVENÇÃO E CUIDADOS <ul><li>MENSAGENS </li></ul><ul><li>Conhecer as doenças sexualmente transmissíveis  </li></ul><ul><li...
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DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

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Dr. Guilherme Camarcio Neiva
Urologista
Módulo I
2008

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  • Afff vey pena que nao da pra baixar esses slide iria me ajudar bastante :/
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  • Ótima apresentação
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  1. 1. DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Dr. Guilherme Camarcio Neiva Urologista Módulo I
  2. 2. EVSB, Carmita Abdo, 2004
  3. 3. EVSB, Carmita Abdo, 2004
  4. 4. EVSB, Carmita Abdo, 2004
  5. 5. EVSB, Carmita Abdo, 2004
  6. 6. DOEN ÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS <ul><li>antiguidade </li></ul><ul><li>atividade sexual precoce </li></ul><ul><li>maior liberação sexual </li></ul><ul><li>grande prevalência / atividade sexual </li></ul><ul><li>diagnóstico laboratorial </li></ul><ul><li>síntese da penicilina / antibióticos </li></ul><ul><li>AIDS </li></ul>
  7. 7. DST <ul><li>ESSENCIALMENTE TRANSMITIDAS PELO SEXO </li></ul><ul><li>FREQÜENTEMENTE TRANSMITIDAS PELO SEXO </li></ul><ul><li>EVENTUALMENTE TRANSMITIDAS PELO SEXO </li></ul>
  8. 8. DST <ul><li>sífilis </li></ul><ul><li>uretrites </li></ul><ul><li>cancro mole </li></ul><ul><li>herpes genital </li></ul><ul><li>hpv </li></ul><ul><li>linfogranuloma venéreo </li></ul><ul><li>donovanose </li></ul><ul><li>candidíase vaginal </li></ul><ul><li>tricomoníase </li></ul><ul><li>aids </li></ul>
  9. 9. SÍFILIS <ul><li>treponema pallidum </li></ul><ul><li>sistêmica </li></ul><ul><li>Transmissão: </li></ul><ul><ul><li>sexual </li></ul></ul><ul><ul><li>Hemotransfusão </li></ul></ul><ul><ul><li>Placentária </li></ul></ul><ul><ul><li>inoculação acidental </li></ul></ul><ul><li>período de incubação: </li></ul><ul><ul><li>10 – 90 dias (3 semanas) </li></ul></ul>
  10. 10. CLASSIFICAÇÃO <ul><li>Primária </li></ul><ul><li>Secundária </li></ul><ul><li>Latente: recente e tardia </li></ul><ul><li>Terciária ou tardia </li></ul>
  11. 11. SÍFILIS PRIMÁRIA <ul><li>bordas elevadas </li></ul><ul><li>endurecidas </li></ul><ul><li>fundo limpo </li></ul><ul><li>indolor </li></ul><ul><li>não pruriginosa </li></ul><ul><li>únicos ou múltiplos </li></ul><ul><li>reto, vagina </li></ul><ul><li>regride em semanas </li></ul>CANCRO DURO
  12. 13. SÍFILIS PRIMÁRIA CANCRO DURO
  13. 14. SÍFILIS PRIMÁRIA CANCRO DURO
  14. 15. SÍFILIS CANCRO DURO Úlceras que se “beijam”
  15. 16. SÍFILIS CANCRO DURO Lesão no lábio Lesão na língua
  16. 17. MICROSCOPIA ELETRÔNICA Treponema pallidum
  17. 18. SÍFILIS PRIMÁRIA <ul><li>DIAGNÓSTICO </li></ul><ul><li>clínico </li></ul><ul><li>Pesquisa de treponema em campo escuro </li></ul><ul><li>VDRL: negativo 30% </li></ul><ul><li>FTAAbs: positivo 85% </li></ul>
  18. 19. SÍFILIS PRIMÁRIA <ul><li>DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL </li></ul><ul><li>cancro mole </li></ul><ul><li>granuloma inguinal </li></ul><ul><li>herpes genital </li></ul><ul><li>líquen plano </li></ul><ul><li>infecção micótica </li></ul><ul><li>drogas </li></ul>
  19. 20. SÍFILIS SECUNDÁRIA CONDILOMA LATA
  20. 21. SÍFILIS SECUNDÁRIA PÁPULAS / ROSÉOLAS
  21. 22. SÍFILIS SECUNDÁRIA <ul><li>4 a 8 semanas após cancro </li></ul><ul><li>variedade de sintomas </li></ul><ul><li>início com quadro sistêmico </li></ul><ul><li>síndrome tegumentar 80% </li></ul><ul><ul><li>lesões cutâneas </li></ul></ul><ul><ul><li>Roséola </li></ul></ul><ul><ul><li>pápulas eritematosas </li></ul></ul><ul><ul><li>eritemato descamativas </li></ul></ul><ul><ul><li>pústulas </li></ul></ul>
  22. 23. SÍFILIS SECUNDÁRIA <ul><li>Lesões pápulo erosivas (genital) </li></ul><ul><ul><li>“ condiloma plano” </li></ul></ul><ul><ul><li>extremamente contagiosas </li></ul></ul><ul><li>Alopécia em clareira </li></ul><ul><li>Mucosas </li></ul><ul><ul><li>microadenopatia generalizada </li></ul></ul><ul><ul><li>meningite, irite, hepatite 10% </li></ul></ul><ul><ul><li>diagnóstico: clínico </li></ul></ul><ul><ul><li>VDRL e FTAAbs </li></ul></ul>
  23. 24. SÍFILIS SECUNDÁRIA <ul><li>rubéola </li></ul><ul><li>mononucleose </li></ul><ul><li>Farmacodermia </li></ul><ul><li>Hanseniase </li></ul><ul><li>donovanose </li></ul><ul><li>aftas comuns </li></ul><ul><li>eritema polimorfo </li></ul><ul><li>colagenoses </li></ul>DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
  24. 25. SÍFILIS LATENTE <ul><li>período sem sintomas </li></ul><ul><li>LCR normal ou alterado </li></ul><ul><li>recente até 1 ano </li></ul><ul><li>tardia após 1 ano </li></ul><ul><li>sorologia positiva </li></ul><ul><li>pode durar por toda vida </li></ul><ul><li>evoluem para terciária 40% </li></ul>
  25. 26. SÍFILIS TERCIÁRIA <ul><li>Evolução após 1 ano </li></ul><ul><li>acometimento de órgãos </li></ul><ul><li>goma sifilítica </li></ul><ul><li>pacientes comprometidos 30% </li></ul><ul><li>sífilis cardiovascular 12% </li></ul><ul><li>neurossífilis 12% </li></ul>
  26. 27. SÍFILIS TERCIÁRIA <ul><li>SINAIS E SINTOMAS: Após 3 a 12 anos </li></ul><ul><li>LESÕES: </li></ul><ul><li>Cutâneo-mucosas </li></ul><ul><li>TUBÉRCULOS ou GOMAS </li></ul><ul><li>Neurológicas </li></ul><ul><li>TABES DORSALIS, DEMÊNCIA </li></ul><ul><li>Cardiovasculares </li></ul><ul><li>ANEURISMA AÓRTICO </li></ul><ul><li>Articulares </li></ul><ul><li>ARTROPATIA DE CHARCOT </li></ul>
  27. 28. TRATAMENTO <ul><li>Sífilis adquirida recente < 1 ano </li></ul><ul><ul><li>Primária </li></ul></ul><ul><ul><li>Secundária </li></ul></ul><ul><ul><li>latente recente </li></ul></ul><ul><li>Penicilina Benzatina </li></ul><ul><li>2.400.000 UI IM </li></ul>
  28. 29. TRATAMENTO <ul><li>Sífilis adquirida tardia > 1 ano </li></ul><ul><ul><li>sífilis latente tardia </li></ul></ul><ul><ul><li>cardiovascular </li></ul></ul><ul><ul><li>tardia benigna </li></ul></ul><ul><li>Penicilina Benzatina </li></ul><ul><li>7.200.000 UI IM </li></ul><ul><li>(3 doses de 2.400.000 1x/semana) </li></ul>
  29. 30. TRATAMENTO <ul><li>ALERGIA À PENICILINA </li></ul><ul><li>Dessensibilização </li></ul><ul><li>2ª OPÇÃO terapêutica </li></ul><ul><li>Doxiciclina 200 mg/dia 21 dias </li></ul><ul><li>Eritromicina 50 mg/kg 21 dias </li></ul>
  30. 31. DOEN ÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS <ul><li>REAÇÃO DE JARISH-HERXHEIMER </li></ul>
  31. 32. URETRITES <ul><li>Gonocóccica </li></ul><ul><li>Não gonocóccica (UNG) </li></ul>
  32. 33. D S T GONORRÉIA <ul><li>SINONÍMIA: Blenorragia, esquentamento, pingadeira, gota militar, estrela matutina </li></ul><ul><li>ETIOLOGIA: Neisseria gonorrhoeae (diplococo Gram NEGATIVO intracelular) </li></ul><ul><li>INCUBAÇÃO: 2 a 8 dias </li></ul><ul><li>DST essencialmente transmitida </li></ul><ul><li>Mais freqüente das uretrites </li></ul><ul><li>Maior incidência nos jovens sem parceiras fixas </li></ul>
  33. 34. GONORRÉIA <ul><li>QUADRO CLÍNICO: </li></ul><ul><ul><li>Prurido (fossa navicular), estendendo posteriormente em toda uretra. </li></ul></ul><ul><ul><li>Disúria (2 a 3 dias após) </li></ul></ul><ul><ul><li>Corrimento mucoso > purulento </li></ul></ul><ul><ul><li>Tratamento não adequado: propagação para uretra posterior e outros órgãos </li></ul></ul><ul><li>prostatite, epididimite, orquite, artrite, meningite, faringite, miocardite, pericardite, conjuntivite, pielonefrite </li></ul><ul><li>mulheres “ASSINTOMÁTICAS” 70% </li></ul>
  34. 35. URETRITE GONOCÓCCICA <ul><li>bacterioscopia do fluido (gram) </li></ul><ul><li>bacterioscopia de raspado uretral </li></ul><ul><li>cultura em meio de Thayer-Martin </li></ul><ul><li>imunofluorescência indireta </li></ul>DIAGNÓSTICO
  35. 36. GONORRÉIA Citologia demonstrando diplococos Gram negativos
  36. 38. URETRITE GONOCÓCCICA <ul><li>balanopostite </li></ul><ul><li>epididimite </li></ul><ul><li>orquite </li></ul><ul><li>prostatite </li></ul><ul><li>DIP </li></ul><ul><li>artrite </li></ul><ul><li>hepatite </li></ul><ul><li>encefalite </li></ul><ul><li>esterilidade </li></ul><ul><li>estenose uretral </li></ul>COMPLICAÇÕES
  37. 39. URETRITE NÃO-GONOCÓCCICA <ul><li>chlamydia trachomatis 60% </li></ul><ul><li>ureaplasma urealyticum 20-40% </li></ul><ul><li>trichomonas vaginalis </li></ul><ul><li>candida albicans </li></ul><ul><li>herpesvirus hominis </li></ul>AGENTES ETIOLÓGICOS
  38. 40. URETRITE NÃO-GONOCÓCCICA <ul><li>Incubação 4 a 30 dias </li></ul><ul><li>secreção uretral clara </li></ul><ul><li>disúria </li></ul><ul><li>prurido </li></ul><ul><li>assintomáticos 25% </li></ul><ul><li>UG e UNG 40% </li></ul>
  39. 41. URETRITE NÃO-GONOCÓCCICA <ul><li>métodos caros e difíceis </li></ul><ul><li>bacterioscopia do raspado uretral </li></ul><ul><li>imunofluorescência </li></ul><ul><li>PCR </li></ul><ul><li>tratar mesmo sem diagnóstico / estatísticas </li></ul>DIAGNÓSTICO
  40. 42. URETRITES NÃO GONOCÓCICAS CERVICITE Epidimite à esquerda
  41. 43. TRATAMENTO DAS UG E UNG <ul><li>Opções de tratamentos </li></ul><ul><li>Azitromicina 1 g VO, dose única ou </li></ul><ul><li>Doxiciclina 100 mg VO de 12/12h, 7 dias ou </li></ul><ul><li>Eritomicina 500 mg VO de 6/6h, 7 dias ou </li></ul><ul><li>Tianfenicol 500 mg VO 12/12h, 7 dias ou </li></ul><ul><li>Ciprofloxacina 500 mg VO dose única ou </li></ul><ul><li>Tianfenicol 2,5 g VO dose única ou </li></ul><ul><li>Ceftriaxona 250 mg IM dose única </li></ul>
  42. 44. TRICOMONÍASE GENITAL <ul><li>CONCEITO Infecção causada por protozoário flagelado, tendo como reservatório a uretra, a cérvice uterina e a vagina. Pode permanecer assintomática tanto no homem como na mulher. </li></ul><ul><li>ETIOLOGIA: Trichomonas vaginalis </li></ul><ul><li>QUADRO CLÍNICO Corrimento amarelo-esverdeado, bolhoso e mal cheiro; prurido, disiúria, hiperemia da mucosa, dor pélvica (ocasional), etc. </li></ul>
  43. 45. TRICOMONAS GENITAIS
  44. 46. TRICOMONÍASE GENITAL <ul><li>EXAME LABORATORIAL: </li></ul><ul><li>Exame direto, a fresco, com uma gota da secreção e uma gota de solução fisiológica, no microscópio com condensador baixo. </li></ul><ul><li>Observam-se, parasitas flagelados movimentando-se entre células epiteliais e leucócitos. </li></ul><ul><li>OBSERVAÇÕES: </li></ul><ul><li>A presença de Trichomonas vaginalis na colpocitologia de rotina, já impõe tratamento também do parceiro. </li></ul><ul><li>Trichomonas vaginalis pode alterar a classe citológica oncótica, portanto deve ser tratada e repetir a citologia oncótica após 2 a 3 meses. </li></ul>
  45. 47. TRICOMONÍASE GENITAL <ul><li>OPÇÕES DE TRATAMENTOS </li></ul><ul><li>Metronidazol: 2 g VO dose única ou </li></ul><ul><li>Metronidazol: 500 mg VO 12/12 h (7 dias) ou </li></ul><ul><li>Tinidazol: 2 g VO dose única ou </li></ul><ul><li>Secnidazol: 2 g VO dose única </li></ul>
  46. 48. TRICOMONÍASE GENITAL <ul><li>OBSERVAÇÕES </li></ul><ul><li>Durante o tratamento: </li></ul><ul><ul><li>EVITAR uso de álcool (efeito antabuse) </li></ul></ul><ul><ul><li>EVITAR relações sexuais </li></ul></ul><ul><li>Uso tópico: </li></ul><ul><ul><li>metronidazol gel 0,75%, 2 vezes/dia, por 5 dias: </li></ul></ul><ul><ul><li>Para aliviar sintomas locais </li></ul></ul>
  47. 49. CANCRO MOLE <ul><li>agente: haemophilus ducreyi </li></ul><ul><li>mácula – vesícula – úlcera </li></ul><ul><li>bordos bem delimitados, eritematosos </li></ul><ul><li>fundo úmido e sujo </li></ul><ul><li>infecção secundária </li></ul><ul><li>lesões em genitália externa e interna </li></ul><ul><li>lesões múltiplas </li></ul><ul><li>linfadenopatia regional </li></ul>
  48. 50. CANCRO MOLE <ul><li>INCUBAÇÃO: 3 a 5 dias / até 2 semanas </li></ul><ul><li>QUADRO CLÍNICO </li></ul><ul><li>Homem: sulco bálano-prepucial / frênulo Mulher: fúrcula e face interna dos pequenos e grandes lábios </li></ul><ul><li>Linfoadenopatia inguino-crural (30 a 50%) = BUBÃO unilateral (2/3 casos), inicialmente tumefação sólida e dolorosa, evoluindo para liquefação/fistulização (50%) </li></ul><ul><li>DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL cancro duro, herpes simples, linfogranuloma venéreo, donovanose, erosões traumáticas infectadas </li></ul>
  49. 52. CANCRO MOLE
  50. 53. CANCRO MOLE <ul><li>DIAGNÓSTICO </li></ul><ul><li>clínico </li></ul><ul><li>bacterioscopia </li></ul><ul><li>cultura </li></ul><ul><li>DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL </li></ul><ul><li>cancro duro </li></ul><ul><li>herpes simples </li></ul><ul><li>linfogranuloma venéreo </li></ul>
  51. 54. CANCRO MOLE <ul><li>Azitromicina 1 g VO dose única </li></ul><ul><li>Ceftriaxona 250 mg IM dose única </li></ul><ul><li>Eritromicina 500 mg VO 8/8h 5 dias </li></ul><ul><li>Ciprofloxacina 500 mg VO dose única </li></ul>OPÇÕES DE TRATAMENTOS
  52. 55. HERPES GENITAL <ul><li>muito comum </li></ul><ul><li>VHS tipo II </li></ul><ul><li>prim ário ou recorrente </li></ul><ul><li>sintomático ou assintomático </li></ul><ul><li>mulheres: manifestações atípicas </li></ul><ul><li>150.000 novos casos / ano </li></ul><ul><li>alta prevalência de assintomáticos </li></ul><ul><li>transmissão independe de sintomas </li></ul><ul><li>contato direto genital ou urogenital </li></ul>
  53. 56. HERPES GENITAIS
  54. 57. HERPES GENITAL <ul><li>CLÍNICA </li></ul><ul><li>incubação 2 a 14 dias </li></ul><ul><li>duração 12 a 21 dias </li></ul><ul><li>pápulas pustulosas ou vesículas </li></ul><ul><li>ulcerações </li></ul><ul><li>lesões dolorosas, múltiplas </li></ul><ul><li>linfadenopatia </li></ul><ul><li>região anogenital, uretra, colo </li></ul><ul><li>disúria </li></ul><ul><li>radiculomielopatia </li></ul>
  55. 58. HERPES GENITAL <ul><li>DIAGNÓSTICO </li></ul><ul><li>clínica </li></ul><ul><li>raspagem da lesão </li></ul><ul><li>Cultura / virus </li></ul><ul><li>imunofluorescência </li></ul><ul><li>ELISA </li></ul><ul><li>hibridização de DHA </li></ul><ul><li>PCR </li></ul><ul><li>anticorpos anti-VHS </li></ul>
  56. 59. HERPES GENITAL <ul><li>vírus latente </li></ul><ul><li>reativação frequente </li></ul><ul><li>trauma local </li></ul><ul><li>menstruação </li></ul>RECORRÊNCIA <ul><li>stress, depressão </li></ul><ul><li>fadiga </li></ul><ul><li>outras infecções </li></ul><ul><li>imunodepressão </li></ul>
  57. 60. HERPES GENITAL <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>manter lesão limpa e seca </li></ul><ul><li>lavar com soro </li></ul><ul><li>gel anestésico tópico </li></ul><ul><li>antiviróticos </li></ul><ul><li>aconselhamento </li></ul><ul><li>Orientação sexual </li></ul>
  58. 61. HERPES GENITAL <ul><li>ANTIVIRÓTICOS </li></ul><ul><li>Aciclovir: 200 mg VO 5 x/dia, 7 – 10 dias </li></ul><ul><li>Famciclovir: 125 mg VO 12/12h, 5 dias </li></ul><ul><li>Valaciclovir: 500 mg VO 12/12h, 5 dias </li></ul><ul><li>Vacinas de DNA </li></ul>
  59. 62. VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO <ul><li>HPV </li></ul><ul><li>DST viral mais frequente </li></ul><ul><li>casos/ano 500 mil a 1 milhão </li></ul><ul><li>prevalência do DNA viral 30 –50% </li></ul><ul><li>população sexual Ativa 10 – 20% </li></ul><ul><li>pacientes imunocomprometidos </li></ul><ul><li>condiloma clássico 1%: </li></ul>
  60. 63. PREVENÇÃO E CUIDADOS <ul><li>MENSAGENS </li></ul><ul><li>Conhecer as doenças sexualmente transmissíveis </li></ul><ul><li>Estabelecer vínculos saudáveis </li></ul><ul><li>Utilizar preservativos </li></ul><ul><li>Consultar médico especialista </li></ul><ul><li>Realizar exames necessários </li></ul><ul><li>Tratamentos e controles adequados </li></ul>
  61. 64. DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Hospital Geral de Goiânia – HGG Residente: Guilherme Camarcio Neiva R1 de Urologia Módulo II
  62. 65. CONDILOMA ACUMINADO Microscopia eletrônica
  63. 69. VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>HISTÓRIA NATURAL </li></ul><ul><li>Inoculação </li></ul><ul><li>Incubação 2 – 3 semanas a 8 meses </li></ul><ul><li>precoce 3 meses </li></ul><ul><li>tardia > 9 meses </li></ul><ul><li>regressão espontânea: 65% </li></ul><ul><li>alta recorrência </li></ul><ul><li>latente 45% </li></ul>
  64. 70. VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>TRANSMISSÃO </li></ul><ul><li>sexual </li></ul><ul><li>não-sexual </li></ul><ul><li>materno-fetal </li></ul>
  65. 71. VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>INFECÇÃO </li></ul><ul><li>clínica </li></ul><ul><li>subclínica </li></ul><ul><li>latente </li></ul>
  66. 72. VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>CLÍNICA </li></ul><ul><li>alta infectividade 60% em 1 relação </li></ul><ul><li>lesões vegetantes / verrugas </li></ul><ul><li>papulares </li></ul><ul><li>maculares ou eritematosas </li></ul><ul><li>distribuições multifocais </li></ul><ul><li>trato genitourinário e genitália </li></ul>
  67. 73. VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>DIAGNÓSTICO </li></ul><ul><li>anamnese e exame físico </li></ul><ul><li>peniscopia </li></ul><ul><li>colposcopia </li></ul><ul><li>citologia </li></ul><ul><li>histologia </li></ul><ul><li>biologia molecular </li></ul>
  68. 74. Diagnósticos diferenciais
  69. 75. PENISCOPIA HPV
  70. 76. HPV Tipo Local Epitelial Tipo de Lesão 6 e 11 Urogenital, anal, ororespiratório Condiloma acuminado 16, 18, 30, 35, 39, 41-45, 51-59, 61, 62, 64, 68 Urogenital, anal Displasia e câncer invasivo 13, 32 Cavidade oral Hiperplasia 30, 40 Laringe Câncer
  71. 77. VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>CÂNCER </li></ul><ul><li>mulher: colo uterino, vulva 95% </li></ul><ul><li>cepas 6, 8, 16, 18, 30, 31, 33 </li></ul><ul><li>evolução lenta: 2 –10 anos </li></ul><ul><li>homem pênis, ânus </li></ul><ul><li>laringe 30 e 40 </li></ul>
  72. 78. VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>químicos </li></ul><ul><li>cirúrgicos </li></ul><ul><li>imunoestimulação </li></ul>
  73. 79. VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>Químico </li></ul><ul><li>ácido tricloroacético 80-90% </li></ul><ul><li>5-fluorouracil (5FU) </li></ul><ul><li>podofilina tintura a 25%-30% </li></ul>
  74. 80. HPV CRIOTERAPIA
  75. 81. VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>OPÇÕES DE TRATAMENTOS </li></ul><ul><li>interferons </li></ul><ul><li>imiquimod </li></ul><ul><li>retinóides </li></ul><ul><li>vacinas </li></ul>IMUNOTERAPIA
  76. 82. VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO (HPV) <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>Cirúrgico </li></ul><ul><li>curetagem </li></ul><ul><li>excisão com tesoura </li></ul><ul><li>excisão por bisturí </li></ul><ul><li>conização </li></ul><ul><li>excisão / cauterização com laser </li></ul>
  77. 83. HPV TRATAMENTO CIRÚRGICO Lesões no prepúcio Aspecto após exérese Lesões na glande após “redução”
  78. 84. LINFOGRANULOMA VENÉREO <ul><li>TESTE DE MICROIMUNOFLUORESCÊNCIA Utiliza-se imunoglobulinas anti- IgG e anti-IgM </li></ul><ul><li>PRESENÇA IgM: resposta imune primária </li></ul><ul><li>CULTURA Isolamento Chlamydia obtido da aspiração do linfonodo ou aspiração material uretral/cérvix Positividade BAIXA </li></ul><ul><li>EXAME HISTOPATOLÓGICO Exames do material retirado linfonodos ou biópsia retal: não específico, apenas sugestivo </li></ul>
  79. 85. LINFOGRANULOMA VENÉREO <ul><li>SINONÍMIA: Mula </li></ul><ul><li>CARACTERÍSTICA: bubão inguinal </li></ul><ul><li>ETIOLOGIA: Chlamydia trachomatis (sorotipos L1, L2 e L3) </li></ul><ul><li>INCUBAÇÃO: 3 a 30 dias </li></ul><ul><li>QUADRO CLÍNICO: 3 FASES </li></ul>
  80. 87. LINFOGRANULOMA VENÉREO
  81. 88. GRANULONA INGUINAL (DONOVANOSE) (Lesões iniciais)
  82. 89. GRANULOMA VENÉREO DONOVANOSE <ul><li>DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Sífilis, Tb cutânea, cancro mole, amebíase cutânea, neoplasias cutâneas, leishmaniose </li></ul><ul><li>DIAGNÓSTICO LABORATORIAL Bióspia, histopatologia (coloração Wright, Giemsa ou Leishman): corpúsculos de Donovan </li></ul>
  83. 90. GRANULONA INGUINAL (DONOVANOSE
  84. 91. GRANULOMA INGUINAL (DONOVANOSE) <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>Doxiciclina 100 mg VO 12/12 h (até cura/3 sem) ou </li></ul><ul><li>Sulfametoxazol/Trimetropim VO 12/12 h (cura) ou </li></ul><ul><li>Ciprofloxacina 750 mg VO 12/12 h (cura) ou </li></ul><ul><li>Tianfenicol 2,5 g VO (1 d), 500 mg 12/12 h (cura) ou </li></ul><ul><li>Estearato de eritromicina 500 mg VO 6/6 h (cura) </li></ul>Não havendo regressão: associar AMINOGLICOSÍDEO (gentamicina 1mg/kg/d EV 8/8 h)
  85. 92. Balanopostites
  86. 93. CANDIDÍASE HIFAS
  87. 94. CANDIDÍASE / MONILÍASE <ul><li>Infecção causada por FUNGO COMENSAL que habita mucosa vaginal e mucosa digestiva, aparece quando o meio torna-se favorável ao desenvolvimento </li></ul><ul><li>80 a 90% causada Candida albicans </li></ul><ul><li>10 a 20% Não albicans: C. tropicalis. C. grablata, C. krusei, C. parapsitosis </li></ul><ul><li>RELAÇÃO SEXUAL NÃO É CONSIDERADA PRINCIPAL CAUSA DE TRANSMISSÃO </li></ul>
  88. 95. CANDIDÍASE <ul><li>FATÔRES PRÉDISPONENTES </li></ul><ul><li>diabetes </li></ul><ul><li>obesidade </li></ul><ul><li>gravidez </li></ul><ul><li>uso corticóides, antibióticos, imunossupressores </li></ul><ul><li>hábitos higiênicos, vestuários inadequados </li></ul><ul><li>contatos substâncias alérgenas ou irritantes (talco, perfumes, desodorantes) </li></ul><ul><li>alterações a respostas imunológicas (inumodeficiências) </li></ul>
  89. 96. CANDIDÍASE <ul><li>CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS </li></ul><ul><li>(DEPENDE GRAU DA INFECÇÃO E LOCAL) </li></ul><ul><ul><li>Prurido </li></ul></ul><ul><ul><li>corrimento “leite coalhado” </li></ul></ul><ul><ul><li>hiperemia. Edema </li></ul></ul><ul><ul><li>ardor miccional </li></ul></ul><ul><ul><li>fissura / maceração da pele </li></ul></ul><ul><ul><li>placas brancas recobrindo a mucosa </li></ul></ul><ul><li>DIAGNÓSTICO Exame direto à fresco: miscelas/hifas/ esporos </li></ul>
  90. 97. CANDIDÍASE <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>Fluconazol 150 mg VO (dose única) </li></ul><ul><li>Cetoconazol 400 mg VO / dia (5 dias) </li></ul><ul><li>Itraconazol 200 mg VO 12/12 h (2 doses) </li></ul><ul><li>CREMES / ÓVULOS </li></ul><ul><ul><li>Miconazol </li></ul></ul><ul><ul><li>Tioconazol </li></ul></ul><ul><ul><li>Isoconazol </li></ul></ul>
  91. 99. A I D S <ul><li>H I V </li></ul><ul><li>Retrovírus com genoma RNA, da família Lentiviridae, retrovírus citopáticos e não-oncogênicos que necessitam para se multiplicar, de uma enzima chamada transcriptase reversa, responsável pela transcrição do RNA viral para uma cópia do DNA, que pode então integrar-se ao genoma do hospedeiro. </li></ul><ul><li>O HIV é bastante lábil no meio externo, inativado por agentes físicos (calor) ou químicos (hipoclorito de sódio, glutaraldeído) </li></ul>
  92. 100. Detalhes da morfogênese ultraestrutural do vírus
  93. 101. A I D S Síndrome da Imunodeficiência Adquirida <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>Reconhecida meados de 1981 (EEUU) e no Brasil os primeiros casos foram descritos em 1982. Apresentavam sarcoma de Kaposi, pneunomia por Pneumocystis carinii e compromentimento do sistema imunológico. </li></ul><ul><li>ETIOLOGIA </li></ul><ul><li>HIV-1: Isolado (1983) </li></ul><ul><ul><li>Luc Montagner, França (LAV) </li></ul></ul><ul><ul><li>Robert Gallo, EEUU (HIV-III) </li></ul></ul><ul><li>HIV-2: Isolado (1986) </li></ul>
  94. 104. A I D S <ul><li>TESTES DIAGNÓSTICOS </li></ul><ul><li>Anticorpos contra o HIV aparecem no soro ou plasma de indivíduos infectados, em média, 3 a 12 semanas após a infecção. </li></ul><ul><li>TESTES DE DETECÇÃO DA INFECÇÃO: </li></ul><ul><ul><li>Testes de detecção de anticorpos: ELISA (ensaio imunoenzimático); Testes rápidos e simples (partículas de gelatina, hemácias ou micropartículas); Imunofluorescência indireta; Western-bloot </li></ul></ul><ul><ul><li>Testes de detecção de antígeno viral </li></ul></ul><ul><ul><li>Testes de cultura viral </li></ul></ul><ul><ul><li>Testes de amplificação do genoma do vírus </li></ul></ul>
  95. 105. A I D S <ul><li>FORMAS DE TRANSMISSÃO </li></ul><ul><ul><li>Sexual </li></ul></ul><ul><ul><li>Sangüínea </li></ul></ul><ul><ul><li>Perinatal </li></ul></ul><ul><ul><li>Ocupacional </li></ul></ul><ul><li>ASPECTOS CLÍNICOS (dividida em 4 fases) </li></ul><ul><ul><li>1. Infecção aguda </li></ul></ul><ul><ul><li>2. Fase assintomática (latência clínica) </li></ul></ul><ul><ul><li>3. Fase sintomática inicial (ou precoce) </li></ul></ul><ul><ul><li>4. A I D S </li></ul></ul>
  96. 106. AIDS <ul><li>Notificação compulsória </li></ul><ul><li>Encaminhar às autoridades sanitárias </li></ul>
  97. 107. Sexo sem preservativo
  98. 108. D S T <ul><li>EVENTUALMENTE transmitidas pelo sexo </li></ul><ul><li>Molusco contagioso </li></ul><ul><li>Pediculose </li></ul><ul><li>Escabiose </li></ul><ul><li>Shigelose </li></ul><ul><li>Amebíase </li></ul>
  99. 109. PREVENÇÃO E CUIDADOS <ul><li>MENSAGENS </li></ul><ul><li>Conhecer as doenças sexualmente transmissíveis </li></ul><ul><li>Estabelecer vínculos saudáveis </li></ul><ul><li>Utilizar preservativos </li></ul><ul><li>Consultar médico especialista </li></ul><ul><li>Realizar exames necessários </li></ul><ul><li>Tratamentos e controles adequados </li></ul>
  100. 110. Obrigado !

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