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A instituição do discipulado
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A instituição do discipulado

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  • 1. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO "Portanto ide, fazei discípulos de todasas nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado;e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos". Mateus 28.19, 20
  • 2. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO
  • 3. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTOFinalizando seu ministério e próximo ao sacrifíciodo Gólgota, tendo em mente o preparo doshomens que haveriam de dar sequência eexpandir seus ensinamentos além das fronteirasda Palestina (At 1.8), Jesus lhes dá umadeterminação especifica:” Ide, fazei discípulos detodas as nações”.
  • 4. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTOJesus ordenou àqueles a quem caberia a liderançade sua igreja recém-nascida a ordem de fazer(construir) discípulos (seguidores, aprendizes oualunos) e ensiná-los a praticar as mesmas e todasas coisas que haviam dele aprendido. Nota-se bem no texto uma ênfase em “todasas coisas’ e não apenas em “algumas coisas” que osneo-conversos deveriam ser ensinados a conhecere a praticar.
  • 5. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO“Aprender a ser o que um cristãomaduro deve ser e a fazer o que umcristão maduro deve fazer.”
  • 6. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO“Meus filhinhos, por quem de novosinto as dores de parto, até queCristo seja formado em vós,” Gl 4:19
  • 7. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO“Portanto se alguém está emCRISTO, nova criatura é, as coisasvelhas já passaram , tudo se feznovo.” 2Co 5:17
  • 8. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO“...Mas nós temos a mente deCRISTO” 1Co2.16
  • 9. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.1 Como discipular segundo JESUS O DISCIPULADO INCLUI: Ser Discípulo Fazer Discípulos
  • 10. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.1 Como discipular segundo JESUS O método aplicado hoje na igreja oferece uma ênfase acentuadaà conversão pela pregação, o que é correto. No entanto, o discipuladoou a preparação para a vida cristã enfatiza a adequação a normas eprincípios considerados cristãos pela instituição igreja. Há umapreocupação com o crescimento numérico e estatístico emcomparação a outras agremiações religiosas. Usam-se muito ascampanhas que buscam a prosperidade financeira construída em cimade doações e compromissos que redundarão em benefícios ao doadorque, uma vez ofertando, conquistará seus objetivos quase semprehumanos e terrenos.
  • 11. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.1 Como discipular segundo JESUS Ao considerar a expressão de Jesus “as coisas que euvos tenho mandado”, somos forçosamente transportadospara sua vida, Seus valores e os exemplos do seu dia-a-dia,quer caminhando com seus seguidores ou com as multidões,com os religiosos daqueles dias e mesmo com publicanos epecadores, ou com as autoridades do povo e o poder públicode Roma. Ao chamar seus primeiros seguidores, aoconfrontar publicamente ideias preconcebidas e apresentarnovos ensinamentos e mandamentos, seu comportamentodiante dos sofredores, dos humilhados, dos pecadores oucom os poderosos de Seu tempo.
  • 12. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.1 Como discipular segundo JESUSAo realizar tais comparações não podemos deixarde constatar que o discipulado determinado porJesus é muito mais moral e ético do queinstitucional onde a ênfase está na relação comDeus e com o próximo. No partilhar da vida e daexistência humana. Fica claro que, para Jesus, omaior prejuízo do homem é o mau desígnio, acontaminação e a impureza de dentro do seucoração. E que ser realmente grande no reino deDeus é servir ao invés de ser servido.
  • 13. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.1 Como discipular segundo JESUSO discipulado determinado por Jesus se preocupa com osvalores reais da existência humana, passando pelahumildade de espírito para pertencer ao Reino dos Céus.Da justiça e igualdade social, da consolação dos quepassam por necessidades cotidianas e tem sede poroportunidades igualitárias e, por esta razão, choram,clamando por misericórdia. Da necessidade de pacificar efazer uso da mansidão. Da simplicidade e da pureza decoração, aprendendo a ajuntar tesouros no céu de ondevirá a verdadeira recompensa, o galardão. (Mt 5.3-11)
  • 14. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.1 Como discipular segundo JESUSO discipulado determinado por Jesus passapelas verdadeiras prioridades da vida humanae o incondicional amor revelado no Reino deDeus e sua justiça, tendo como recompensa osuprimento das verdadeiras necessidadescotidianas (Mt 6.33)
  • 15. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.1 Como discipular segundo JESUSJesus construiu na mente de seus seguidoresa verdade, o perdão, o amor ao próximo, asolidariedade e a fidelidade a Deus acima detudo. Enfatizou o amor ao próximo e apreocupação com aqueles que formam o maisíntimo círculo de relacionamento humano: afamília. Isto fica claro na parábola do bomsamaritano
  • 16. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.1 Como discipular segundo JESUSEm contraste com o discipulado determinadopor Jesus, hoje temos observado a grandepreocupação de homens que buscamsobrepor a homens. Lideranças que sãoestabelecidas por motivações pessoais etítulos distribuídos apenas por honrariashumanas, onde se busca sobressair porcritérios da afeição da camaradagem oumesmo pela vaidade ou oportunismo.
  • 17. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.1 Como discipular segundo JESUSO discipulado determinado por Jesus transformouhomens de dentro para fora afim de que essestransformassem o mundo a partir de suasexperiências pessoais com Deus. Os homens que,com idealismo, convicção, fé e autoridade deveriamestabelecer a igreja que é a representação do reinode Deus na face terra.Muito diferente do modelo de discipulado quevemos em muitas igrejas.
  • 18. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.1 Como discipular segundo JESUSA regra básica é sempre se perguntar: Como JESUS agiria nesta situação?
  • 19. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.2 A ressurreição e o discipuladoPrincipais evidencias da ressurreição:- 1) Tumulo Vazio: Três provas de que o Corpo de Cristo não foi roubado: a) O cenário do local onde jazia o corpo de Cristo estava arrumado e nãodesarrumado, não há roubos sem desarrumação, a desarrumação é característicacomum de roubos. Na ocasião se de fato houvesse o roubo teriam que usar aforça e tempo para tal a desarrumação seria inevitável. (Jo. 20:4-8)b) A Escolta estava bem armada e pronta para suprimir qualquer tentativa deroubo ou furto do corpo de Jesus, eles estavam prontos para peleja em pequena,média e grande proporção.c) Os Discípulos de Cristo e seus seguidores foram instruídos por Cristo queEle ressuscitaria, sendo assim desnecessária a atividade de roubar o corpo deCristo.
  • 20. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.2 A ressurreição e o discipuladoPrincipais evidencias da ressurreição:- 1) Tumulo Vazio: Três provas de que o Corpo de Cristo não foi roubado: a) O cenário do local onde jazia o corpo de Cristo estava arrumado e nãodesarrumado, não há roubos sem desarrumação, a desarrumação é característicacomum de roubos. Na ocasião se de fato houvesse o roubo teriam que usar aforça e tempo para tal a desarrumação seria inevitável. (Jo. 20:4-8)b) A Escolta estava bem armada e pronta para suprimir qualquer tentativa deroubo ou furto do corpo de Jesus, eles estavam prontos para peleja em pequena,média e grande proporção.c) Os Discípulos de Cristo e seus seguidores foram instruídos por Cristo queEle ressuscitaria, sendo assim desnecessária a atividade de roubar o corpo deCristo.
  • 21. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.2 A ressurreição e o discipuladoPrincipais evidencias da ressurreição:2) Os Anjos Testificaram a Ressurreição de Cristo MT. 28:2-7At. 1:9 Tendo ele dito estas coisas, foi levado para cima, enquantoeles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos.10 Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eisque junto deles apareceram dois varões vestidos de branco,11 os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aíolhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para océu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.
  • 22. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.2 A ressurreição e o discipuladoPrincipais evidencias da ressurreição:3) Os Apóstolos e outros seguidores Viram-no RessuscitadoAt. 1: 2 até o dia em que foi levado para cima, depois de haver dadomandamento, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;3 aos quais também, depois de haver padecido, se apresentou vivo, commuitas provas infalíveis, aparecendo-lhes por espaço de quarenta dias, elhes falando das coisas concernentes ao reino de Deus.13 E, entrando, subiram ao cenáculo, onde permaneciam Pedro e João,Tiago e André, Felipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus; Tiago, filho de Alfeu,Simão o Zelote, e Judas, filho de Tiago.14 Todos estes perseveravam unanimemente em oração, com asmulheres, e Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele.
  • 23. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.2 A ressurreição e o discipuladoPrincipais evidencias da ressurreição:4) Maria Madalena e outras Mulheres Lc. 24: 10 E eram Maria Madalena, e Joana, e Maria,mãe de Tiago; também as outras que estavam comelas relataram estas coisas aos apóstolos.11 E pareceram-lhes como um delírio as palavrasdas mulheres e não lhes deram crédito. Elas estavam tão convencidas que pareciam que estavam em delírio,devido ao tamanho da surpresa e da alegria ao ver o Cristo Ressuscitado.
  • 24. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.2 A ressurreição e o discipuladoPrincipais evidencias da ressurreição:5. O Suborno dos Principais sacerdotes Ao vir os relatos dos soldados da escolta romana que o Cristohavia sido ressuscitado, eles ficaram surpreendidos, pois os soldados nãoeram cristãos. E se aqueles soldados saíssem por ai divulgando a Nova osegundo erro deles seria maior que o primeiro, como de fato foi.Mt. 28:15
  • 25. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.2 A ressurreição e o discipuladoPrincipais evidencias da ressurreição:6) A Confissão de Pedro Pedro durante a Crucificação estava indeciso, descrente, confuso,fraco na Fé, desanimado... Deveras havia negado o Cristo três vezes. Masquando ao ver o Cristo ressuscitado, a sua Fé é fortalecida, ele seencontra fortalecido, animado, renovado... Caso o Cristo não houvesseressuscitado Pedro seria o primeiro a desviar depois de Tomé. (Jo. 21:24,25) Pedro renova as suas forças e sua Fé fica amadurecida e Pregapara multidões ganhando 3 mil almas num só dia e escreve cartas asIgrejas do presente e do futuro testemunhando que Cristo está vivo.(At.2:14-41)
  • 26. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.2 A ressurreição e o discipuladoPrincipais evidencias da ressurreição:7) A Ascensão de Cristo O Cristo Ressurreto ascendendo aos Céus diantefoi visto por centenas de pessoas. (At. 1:6-11/ 1ª Co. 15:6)
  • 27. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.2 A ressurreição e o discipuladoPrincipais evidencias da ressurreição: 8-Mais de 500 Testemunhas Oculares1ª Co. 15: 3 Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristomorreu por nossos pecados,segundo as Escrituras;4 que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia,segundo as Escrituras;5 que apareceu a Cefas, e depois aos doze;6 depois apareceu a mais de quinhentos irmãos duma vez, dos quais vive ainda amaior parte, mas alguns já dormiram;7 depois apareceu a Tiago, então a todos os apóstolos;8 e por derradeiro de todos apareceu também a mim,como a um abortivo.
  • 28. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.2 A ressurreição e o discipuladoPrincipais evidencias da ressurreição: 9) A Conversão de Paulo de Incrédulo no Cristopara Crente no Cristo(Acompanhe o testemunho de Paulo em Atos 9:1-20)
  • 29. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 1. O MESTRE JESUS CRISTO1.3 Poder de JESUS de enviar os novos discípulos
  • 30. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃO2.1 Os primeiros discípulosOs doze discípulos/apóstolos originais estão listados em Mateus 10:2-4: “Ora, osnomes dos doze apóstolos são estes: primeiro, Simão, por sobrenome Pedro, eAndré, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu;Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Zelote, eJudas Iscariotes, que foi quem o traiu”. A Bíblia também lista os 12discípulos/apóstolos em Marcos 3:16-19 e Lucas 6:13-16. Ao comparar as trêspassagens, há algumas pequenas diferenças. Aparentemente, Tadeu também eraconhecido como “Judas, filho de Tiago” (Lucas 6:16). Simão, o Zelote também eraconhecido como Simão, o cananeu. Judas Iscariotes, que traiu Jesus, foisubstituído entre os doze apóstolos por Matias (veja Atos 1:20-26). Algunsprofessores bíblicos vêem Matias como um membro “inválido” para os 12apóstolos, e acreditam que o apóstolo Paulo foi a escolha de Deus para substituirJudas Iscariotes como o décimo segundo apóstolo.
  • 31. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃO2.1 Os primeiros discípulosOs doze discípulos/apóstolos eram homens comuns a quem Deususou de maneira extraordinária. Entre os 12 estavam pescadores,um coletor de impostos, um revolucionário. Os Evangelhosregistram as constantes falhas, dificuldades e dúvidas destes dozehomens que seguiam a Jesus Cristo. Após testemunharem aressurreição e a ascensão de Jesus ao Céu, o Espírito Santotransformou os discípulos/apóstolos em homens poderosos deDeus que “viraram o mundo de cabeça para baixo” (Atos 17:6).Qual foi a mudança? Os 12 apóstolos/discípulos haviam “estadocom Jesus” (Atos 4:13). Que o mesmo possa ser dito de nós!
  • 32. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃO2.3 Os que foram efetivamente transformadosTodos nós devemos experimentar a transformação de DEUS. Paraisso o maior desafio é controlarmos os nossos temperamentos
  • 33. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOPERSONAGENS BÍBLICOS E SEUS TEMPERAMENTOSPedro – O Sangüíneo – Mt 16:13-20Depois do Senhor Jesus Cristo, Pedro é a pessoa que mais sobressainos evangelhos, característica típica de um sangüíneo de chamaratenção por onde passa. Dentre os discípulos é o que deixa seusdefeitos visíveis a todos, num momento é amável e alegre, no outroassusta com suas atitudes:- Falava mais que os outros discípulos- O Senhor conversava muito com ele- Teve a ousadia de repreender o Mestre- Quando experimentou a plenitude do Espírito Santo não só foi ohomem de maior influência na Igreja dos primeiros tempos e um desafiopara os cristãos exemplificando o que o Espírito Santo pode fazer comuma vida entregue a Ele.
  • 34. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOCaracterísticas do Pedro SangüíneoImpulsivoMt 4:20 – no modo como atendeu ao chamado de JesusMt 14:28-29 – sua reação ao ver Jesus andando sobre o marMt 17:1-13- sua atitude diante da transfiguraçãoJo 18:10 – ao reagir à prisão do Senhor JesusMt 28:6; Jo 20:6 – ao saber da ressurreição do Senhor JesusJo 21:1-11 – ao encontrar-se com o Senhor após a ressurreição
  • 35. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃODesinibidoLc 5:1-11 – sua atitude reveladora na pesca maravilhosaFalanteMt 16:13-20, Jo 6:66-69 – o efeito positivo do seu testemunhoacerca da identidade de JesusEgoístaMt 16:22 – sua motivação egoísta valeu-lhe a repreensão maissevera feita pelo SenhorInteresseiroMt 19:27-30 – seus questionamentos quanto aos favores porseguir ao mestreFanfarrãoMt 26:33 – sua tendência a gabolice
  • 36. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOPedro cheio do Espírito Santo“O que Deus fez por seu apóstolo sangüíneo, Ele fará por você, desdeque esteja disposto a cooperar com o Espírito Santo permitindo que oseu poder o fortaleça em suas fraquezas”.At 1:15 – o primeiro sinal de uma transformação: Pedro, um homemsangüíneo e iletrado, agora, cheio do Espírito Santo torna-se umgrande pregador do Evangelho.At 3:1-7 – a ousadia de Pedro é convertida em glorificar o Senhor Jesuse não a si mesmo.At 4:5-13 – o Pedro que antes negara o Senhor Jesus, agora confessaabertamente que Ele é o Salvador.At 5:40-42 – a constância de Pedro é evidente ao ser açoitadoseveramente pelo oficial do Sinédrio.At 9:36-42 – a humildade e dependência de Deus.2 Pe 3:15 – a maturidade de Pedro
  • 37. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOPaulo – O ColéricoPersonagem bíblico que melhor ilustra o temperamento colérico éo apóstolo Paulo. Ele é de fato excelente exemplo da maneiracomo o Espírito Santo modifica uma pessoa de vontade férrea,após sua conversão. Saulo de Tarso era um colérico deaprimorada educação e muita religiosidade. Aparece no cenáriobíblico, participando do apedrejamento de Estevão (At 7:54-58).As testemunhas deixaram suas vestes aos seus pés de um jovemchamado Saulo, o que indica ser ele o líder do grupo. Estudiososafirmam que ele era membro do Sinédrio – o conselho dossetenta anciões de Israel. E Saulo que era jovem na época, istoseria um privilégio fora do comum.
  • 38. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOCaracterísticas do Paulo ColéricoCruel – a Bíblia descreve Saulo como “respirando ameaças emorte contra os discípulos do Senhor”(At 9:1-2). A maioria doscoléricos tem forte tendência a astúcia e a ardilosidade quandomotivados pelo ódio ou pela intolerância. Antes de sua conversãoera por instinto um líder zeloso e ativo, implacavelmente cruelcom os que o contrariavam.
  • 39. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOForça de vontade – uma das maiores vantagens do indivíduocom este temperamento é sua força de vontade, o que pode fazerdele uma pessoa muito bem sucedida. Paulo se refere a isso em1 Co 9:24-27. Suas atitudes tinham metas definidas, Paulo sabiao que queria e para onde ia. Ele sabia que autodisciplina começane mente. Se você não resolver em sua mente que façadeterminada coisa, provavelmente jamais conseguirá fazê-la (2Co 10). Esta imensa força de vontade fez dele um líder comcapacidade de dirigir e motivar outras pessoas.
  • 40. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOAgressivo – ira e agressividade são características destetemperamento. Vimos que tais sentimentos o influenciaram antesde sua conversão, mas depois desta, raramente aquelasaparecem. Um desses casos é relatado em At 15, sua discussãocom Barnabé. Paulo mostrou-se intolerante e inflexível. Outraerupção de ira do apóstolo se encontra em At 23, ao ser levadopreso perante o Sinédrio. Isto mostra que um colérico, mesmocristão, tem na ira um problema.
  • 41. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOA transformação de PauloApesar do grande potencial, ele é, provavelmente por natureza, omais carente das características proporcionadas pela plenitudedo Espírito Santo do que qualquer dos outros temperamentos. Acarta aos Gálatas 5:22-23 – revela-nos as característicasnecessárias ao temperamento colérico. Todas elas se encontramna vida do apóstolo após sua conversão.Amor – o Espírito Santo, de maneira maravilhosa, transformouum indivíduo irado, amargo e perseguidor, em uma pessoacalorosa e compassiva (Rm 10:1, 9:1-3).
  • 42. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOPaz – O Espírito Santo de Deus fez com que Paulocompreendesse que a paz não depende de circunstâncias ideais.Quando o apóstolo foi encarcerado, um sentimento sobrenaturalde paz tomou conta de seu ser (Fp 4:11-12; 6,7)Humildade – O Espírito Santo conhecia bem a necessidade quePaulo tinha de humildade, pois após sua visão do céu relatadaem 2 Co 12, foi-lhe posto um espinho na carne (Rm 8:28). Paulotinha necessidade de sempre relembrar sua dependência deDeus.
  • 43. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOConclusão: Paulo entregou sua férrea vontade ao Senhor Jesusna estrada de Damasco. Quando tomou esta decisão parecia termuito a perder, porém, sua vida é um exemplo claro das palavrasde Jesus “Quem perder a sua vida por minha causa, achá-la há(Mt 10:39).
  • 44. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOMoisés – O MelancólicoO melancólico Moisés nos fornece excelente material para umestado analítico do temperamento porque as Escrituras nos dãomuitas informações a seu respeito. O melancólico líder de Israelilustra claramente a diferença que o poder de Deus faz na vida deum homem. Depois de educado aprimoradamente durantequarenta anos na sede da cultura egípcia, este brilhantemelancólico passou 40 anos cuidando de animais num desertodistante. Com 80 ouviu o chamado de Deus da sarça ardente, edurante os 40 anos seguintes foi um dos maiores líderes domundo. Como qualquer cristão dos dias de hoje, Moisés só foiprodutivo para Deus quando controlado pelo Espírito Santo.
  • 45. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOCaracterísticas do Moisés MelancólicoTalentoso – em At 7:22, Estevão, 1º mártir docristianismo, nos informa que Moisés foi educado emtoda a ciência dos egípcios e era poderoso em palavrase obras. O Egito era na época o centro da civilização eele absorveu todo o conhecimento dos egípcios sem sedeixar dominar. A habilidade de Moisés em conduzir trêsmilhões de pessoas através do deserto; como juiz,profeta reflete sua natureza excepcionalmente bemdotada.
  • 46. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOAbnegado – os indivíduos melancólicos têmdificuldades em desfrutar do conforto ou do sucessosem sentir alguma culpa. Têm freqüentemente ainclinação de se dedicar a causas que exijam sacrifício.Na vida de Moisés isto é visto claramente em Hb 11:23-27, seu exemplo de abnegação e renúncia é prova deque homem algum sai perdendo quando dá sua vida aDeus.
  • 47. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOA lealdade de Moisés – um dos traços mais admiráveis domelancólico é a sua lealdade e fidelidade. Embora não sejafácil fazer amigos, é intensamente leal àqueles que adquire.Esta característica fez com que tivesse facilidade em ser demaneira especial devotado a Deus. A devoção de Moiséscresceu durante os 40 anos no deserto. Quando osproblemas surgiram, buscava direção divina e como líderdeu várias provas de sua fidelidade ao Senhor (Ex14;16;17). Isto não significa que Moisés era perfeito. Vocêencontrará diversas falhas em sua vida indicando que eramuito humano, durante os anos em que serviu a Deus.
  • 48. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOComplexo de inferioridade – os talentos de Moisés sãonegligenciados devido ao seu excessivo sentimento deinferioridade. As desculpas que Moisés deu ao Deus Todo-Poderoso quando conversaram junto à sarça ardente são umexemplo clássico da depreciação que os melancólicos fazem desi mesmos:1. Não tenho talento – “quem sou eu para ir a Faraó e tirar doEgito os filhos de Israel?”(Ex 3:11). Moisés depreciava suas habilidades pessoais erecuava diante da idéia de colocar seus talentos à disposição doSenhor. A resposta de Deus a Moisés é válida para todos oscristãos: “Certamente Eu serei contigo”(Ex 3:12) Do que maisMoisés precisava?
  • 49. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃO2. Ninguém acredita em mim – “Mas eis que nãocrerão nem acudirão à minha voz”(Ex 4:1)O medo de ser rejeitado faz parte do complexo deinferioridade do melancólico. Este temor é totalmenteegoísta, e quanto mais cedo for reconhecido comopecado, mais depressa experimentaremos o podertransformador de Deus em nossas vidas.
  • 50. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃO3. Não sei falar em público – “Nunca fuieloqüente…pois sou pesado de boca e pesado delíngua”(Ex 4:10). A resposta de Deus a Moisés é hojetão pertinente quanto foi o passado: “Quem fez a bocado homem?… Eu serei com tua boca e te ensinarei oque hás de falar” (Ex 4:11). Pregar e ensinar a palavrade Deus não tem nada a ver com eloqüência e sim comobediência. A resposta do Senhor a Moisés esclareceque o êxito espiritual é alcançado pelo poder de Deus enão pelo nosso potencial e nossos talentos.
  • 51. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃO4. A ira de Moisés – além do medo, a ira reprimidafreqüentemente espreita o temperamento melancólico.Sua incapacidade de controlar essa emoção o impediude entrar na terra prometida (Ex 16:20; 32:19). A iraauto-indulgente desagrada a Deus e leva a gravespecados. Nenhuma pessoa compreensiva criticariaMoisés por se irritar com aquele povo ingrato, masDeus, O Todo-Poderoso, assim o fez, pois o Senhor lhetinha oferecido toda orientação e poder necessário.
  • 52. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃO5. A depressão de Moisés – Moisés é um dos três grandesservos de Deus que ficaram deprimidos a ponto de se desesperare pedir a Deus que lhes permitisse morrer. Os outros dois foramElias (1 Rs 19) e Jonas (Jn 4:1-3). De todos os temperamentos, omaior problema das pessoas melancólicas é a depressão. Orelato da depressão de Moisés é dado em Nm 11:1-15. Deusjamais pediu a Moisés que suportasse a todo aquele peso deresponsabilidade, os quais eram Dele. Porém Moisés cultivou detal forma a auto-piedade que pediu ao Senhor: “Se assim metratas mata-me de uma vez, eu Te peço, se tenho achado favoraos Teus olhos”. Lembre-se de que a reação de Moisés, face aosacontecimentos, foi o que causou a sua depressão, e não ascircunstâncias em si mesmas.
  • 53. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOAbraão – o FleumáticoAs pessoas de mais fácil convivência são as fleumáticas. Suanatureza calma e sossegada faz com que sejam benquistas portodos. Por ser um tanto introvertido, suas fraquezas e virtudesnão são tão perceptíveis. Um de seus maiores problemas é afalta de motivação. Tem a tendência de olhar a situação comomero espectador, evitando a todo custo envolver-se ematividades; o medo de errar perante as outras pessoas, gerarelutância em lançar-se a algum projeto. Vários homens dostempos bíblicos parecem ter possuído boa parcela destetemperamento: Noé, Samuel, Daniel, José (esposo de Maria),Natanael, Felipe e Tiago, porém, o melhor exemplo é Abraão.
  • 54. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOCaracterísticas do Abraão FleumáticoCauteloso – a hesitação, indecisão e o medo, naturaisno fleumático, são vistos em Abraão em Gênesis 12, aoreceber o chamado do Senhor, era tão dependente deseus pais que em vez de obedecer inteiramente aordem de Deus, levou consigo seus familiares o que lhecausou sérios problemas. Muitos cristãos fleumáticosrelutam diante das oportunidades, não pela falta decapacidade, mas pela hesitação de aventurarem-se pelodesconhecido.
  • 55. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOPacífico – uma das características mais admiráveis é oseu amor à paz. Tendem a demonstrar serenidade ecalma, seu desejo de paz e harmonia é, em geral, maiordo que o de possuir bens pessoais. Em Gn 13:8-9 nadiscussão entre os pastores de Ló e Abraão, esteintervém de maneira ordeira, dando ao sobrinho odireito de escolha.
  • 56. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOLeal – sua atitude quando pressionado, revela suapersonalidade. De todos os tipos de temperamentos, osfleumáticos são os que melhor trabalham sob pressão,demonstram calma e eficiência em tempos de crise. EmGn 14, ao saber que a terra de Ló estava em guerra eque este havia sido levado cativo, Abraão age como seudefensor demonstrando características latentes deliderança e que sua amizade ao sobrinho estava acimade suas diferenças pessoais.
  • 57. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOPassivo – junto à sua inclinação natural para a paz, háa passividade face aos conflitos. Em Gn 16 vemos aexagerada influência de Sara sobre Abraão, o queresultou em sérias conseqüências que permanecem atéos dias de hoje. Uma das lições que os fleumáticosprecisam aprender é que nada se consegue pelaacomodação.
  • 58. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOTemeroso – o fleumático possui doses generosas de medoe Abraão tinha grande problema com seus temores íntimos.Por causa da grande fome que assolava a terra, Abraãodeixou de lado a vontade de Deus e foi para o Egito; porcausa de seu temor a Faraó, nega que Sara era sua esposa.A covardia de Abraão resultou em sua expulsão da terra,dando um péssimo testemunho do Senhor naquela terrapagã (Gn 12). Abraão negou a Sara novamente paraconseguir os favores de Abimeleque. Se não fosse aintervenção divina, os dois teriam sido envolvidos em umpecado trágico (Gn 20). Os nossos pretextos e as nossasconcessões jamais melhoram o plano e a provisão de Deus.
  • 59. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 2. A GRANDE COMISSÃOA transformação de AbraãoO crescimento de Abraão na fé mostra-nos umcrescimento gradual que Deus dá a todo crente. Umadas maiores provas deste crescimento está no sacrifíciode Isaque (Gn 22). O resultado desta fé está naconfiança que Abraão depositou na Palavra de Deus,agindo conforme sua promessa. A fé não precisa derespostas, só de direção.
  • 60. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 3. POR QUE DEVEMOS DISCIPULARIsso exige preparo e vida exemplar
  • 61. A INSTITUIÇÃO DO 3. PORDISCIPULADO QUE DEVEMOS DISCIPULARO ideal é viver o que se prega e ensina, pois somosobservados todo o tempo.
  • 62. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 3. POR QUE DEVEMOS DISCIPULAR 3.1 Por causa da eficácia desse método1. RELACIONAL3ª Disponibilidade: o discipulado deverá ser uma prioridade. VocêDiscipulado é transfusão de ter um acesso significativo de um aoe seu discípulo precisam vida. Discipulado é relacionamento: umencontro de uma vida com outra. Não é apenas uma série de reuniõesoutro para terde estudo. Apresentamos qualidade.com um plano um relacionamento de algumas qualidades que nos4ª Sinceridade: no discipulado o relacionamento no discipulado:auxiliarão a desenvolver um relacionamento saudável não sedesenvolve enquanto não haja comunicação sincera com empatia1ª Calor Humano: discipulado é amizade, devemos escutar eas mágoas, tristezas, interesses, alegrias no seu discípulo, falando detransparente. Estimule a sinceridade e preocupações do nossodiscípulo. O Escute! Sua atenção prova que você se importa comsi mesmo. amor motiva-nos a andar a segunda milha.2ª Maturidade: o discipulador deverá servir de exemplo, desta forma oele.discípulo imitará sua conduta e aprenderá a ter atitudes corretas. O5ª Motivação: Todos ser leal, imparcial, e ter paciência com paradiscipulador necessita precisam de motivação constante seusprosseguir em direção ao alvo. Procure encorajar seu discípulodiscípulos.em todas as oportunidades.
  • 63. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 3. POR QUE DEVEMOS DISCIPULAR3.2 Porque a vinda de JESUS se aproxima Data Região Mortos Magnitude Comentários 1290 27/09 Chihli, China 100.000 1556 23/01 Shensi, China 800.000 1737 11/10 Calcutá, India 200.000 1755 01/11 Lisboa, Portugal 70.000 1783 04/02 Calábria, Itália 50.000 1797 04/02 Quito, Equador 40.000 1828 12/12 Echigo, Japão 30.000 1868 16/08 Equador/Colômbia 70.000 1906 18/04 São Francisco, USA 700 8,25 Incêndio em São Francisco 1908 28/12 Messina, Itália 120.000 7,5
  • 64. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 3. POR QUE DEVEMOS DISCIPULAR3.2 Porque a vinda de JESUS se aproxima1920 16/12 Kansu,China 180.000 8,51923 01/09 Kwanto, Japão 143.000 8,2 Incêndio em Tóquio1932 26/12 Kansu, China 70.000 7,61939 31/05 Quetta, India 60.000 7,51960 29/02 Agadir, Marrocos 14.000 5,9 Matou 40% da população1964 28/03 Alaska 131 8,6 Grande destruição1968 31/08 Iran 11.600 7,4 Falha superficial1971 09/02 San Fernando, Calif. 65 6,5 Prejuízos meio bilhão de dólares1972 23/12 Manágua, Nicaragua 5.000 6,2 Praticamente destruiu a capital1975 04/02 Haicheng, China 1.328 7,4 Foi predito
  • 65. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 3. POR QUE DEVEMOS DISCIPULAR3.2 Porque a vinda de JESUS se aproxima 1976 04/02 Guatemala 22.000 7,9 O falhamento rompeu cerca de 200 Km Ocasionou o maior número de mortos neste 1976 27/07 Tangshan, China 650.000 7,6 século Sérios danos na cidade do México 1985 18/09 México 10.000 8,1 com cerca de US$3.5 bilhões de prejuízos 1989 17/10 Loma Prieta, Cal. 57 7,1 Prejuízos da ordem de US$ 6 bilhões 1994 17/01 Northridge, Cal. 62 6,7 Prejuízos da ordem de US$15 bilhões 1995 16/01 Kobe, Japão 5.500 6.8 Prejuízos da ordem de US$ 100 bilhões Atentado as Torres Gêmeas (World Trade 2001 09/11 Nova Iorque, EUA 3.000 Center) 2004 26/12 Indonésia, Ásia 250.000 Tsunami
  • 66. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 3. POR QUE DEVEMOS DISCIPULAR3.2 Porque a vinda de JESUS se aproxima O clima foi o responsável por tragédias. Em Portugal, imensas áreas foram devastadas por incêndios na seca de 2005 08 América e Europa agosto. E enchentes mataram 30 pessoas na Áustria, Suiça e Romênia. 2005 08/27 Uttar Pradesh, Índia 800 Encefalite Japonesa ou Febre do Cérebro Katrina, o pior furacão dos EUA nos últimos 13 anos. – Ventos de até 2005 08/29 New Orleans, Luisiana, EUA 1036 50.000 casas danificadas. Causou um prejuízo de R$500 233 Km/h bilhões. Tufão Damrey, destruiu ou danificou 10.400 casas e escolas vietnamitas, também devastou quase 120 km de 2005 09/29 Vietnã , Ásia 120 diques construídos para proteger arrozais da água do mar, segundo o governo.
  • 67. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 3. POR QUE DEVEMOS DISCIPULAR3.2 Porque a vinda de JESUS se aproxima 200 New Orleans, Luisiana, Texas, EUA KM/h (classificaç Furacão Rita – deixou mais de 1 milhão de casas sem energia 2005 09/23 e Golfo do México ão 5 na escala de elétrica. Provocou incêndios em várias cidades. furacões) Furacão Stan – cerca de 20.000 pessoas tiveram que buscar 2005 10/06 Guatemala 652 abrigo em albergues. 2005 Tem a segunda pior estação de furacões da história. Foram 19 Golfo do México Jan-Out tempestades até agora. Terremoto. Vilas inteiras soterradas por avalanches Afeganistão, Paquistão (norte), 2005 10/08 53.000 7.6 provocadas pelo terremoto. Nas cidades do norte do país, Índia e até Bangaladesh. bairros desaparecidos. 2005 10/16 Tóquio, Japão 6.2 Terremoto 2005 10/18 México, Cuba e Flórida 4 Furacão Vilma
  • 68. A INSTITUIÇÃO DO DISCIPULADO 3. POR QUE DEVEMOS DISCIPULAR3.3 Porque a vida terrena é curta, mas a alma éeterna