Conselho Escolar e o aproveitamento significativo do tempo pedagógico
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Conselho Escolar e o aproveitamento significativo do tempo pedagógico

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Essa apresentação aborda a função da escola de formar o cidadão, assegurando ao educando o acesso e a apropriação do conhecimento sistematizado, mediante a instauração de um ambiente ...

Essa apresentação aborda a função da escola de formar o cidadão, assegurando ao educando o acesso e a apropriação do conhecimento sistematizado, mediante a instauração de um ambiente propício as aprendizagens significativas ás praticas de convivência democrática. Para cumprir sua função precípua de favorecer essa formação, a escola precisa construir/instituir, de forma coletiva, um projeto político-pedagógico.

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Conselho Escolar e o aproveitamento significativo do tempo pedagógico Conselho Escolar e o aproveitamento significativo do tempo pedagógico Presentation Transcript

  • Caderno 4 – Conselho Escolar e o Aproveitamento Significativo do Tempo Pedagógico.
  • Objetivo:
    Contribuir para o Conselho Escolar no exercício democrático e responsável de acompanhamento das atividades na escola, especialmente com a relação ao tempo pedagógico.
  • Estrutura do caderno:
    I Parte: A Escola como espaço de cidadania;
    II Parte: A organização da Escola e do Tempo Pedagógico – A participação do Conselho Escolar.
  • Parte I
    A escola pública como espaço de exercício do direito de cidadania
    1. Educação de qualidade e organização da escola:
    A importância de construir de forma coletiva um Projeto Político Pedagógico;
    O Projeto Político Pedagógico é o norte orientador das atividades e da organização da escola o que é expresso nas práticas cotidianas.
    1.1.De que maneira a escola pode se organizar para atender o direito do estudante de ter acesso a uma educação de qualidade?
  • Infraestrutura, material didático e recursos adequados;
    Autonomia na gestão;
    Docentes autônomos e responsáveis pelos estudantes;
    Número reduzido de alunos por turma;
    Avaliação de forma sistemática;
    Pais envolvidos nas atividades da escola.
    1.2.Como pode se assegurar uma educação de qualidade?
    Os calendários escolares;
    O ano letivo;
    Organização da escola e do Projeto Político Pedagógico de acordo com a realidade inserida
  • 1.3. De que modo as classes ou turmas podem ser organizadas?
    “Muitas escolas, atualmente, no país, adotaram a organização em ciclos escolares ou ciclos de aprendizagem. Assim o fizeram por considerar que a matriz curricular por seriação anual da educação escolar está impregnada de uma lógica produtivista, que legitima a fragmentação e a desarticulação do currículo. Essa escolas e sistemas de ensino entenderam que, ao introduzir essa nova matriz curricular, estariam concorrendo para o estabelecimento de uma nova lógica de pensar a escola e o currículo [...]” (p.22)
  • 2. O Conselho Escolar e a avaliação da aprendizagem:
    “A avaliação constitui um elemento central na organização da prática pedagógica, na medida em que favorece o processo de construção do conhecimento [...] pro meio dos procedimentos e mecanismos de avaliação, constatar, compreender e intervir nos processos de construção do conhecimento”. (p. 29-30)
  • Parte II
    Tempo escolar – a mediação pedagógica consciente
    1. As atividades escolares e a formação cidadã do estudante:
    A escola nessa perspectiva é tida como espaço que fornece ao indivíduo a compreensão do movimento dialético e para isso precisa levar em conta o tempo escolar que é o mesmo tempo pedagógico;
    Levando em consideração o ritmo, o tempo e as experiências dos estudantes;
    Visão do conhecimento de forma interdisciplinar e transdiciplinar, estabelecendo assim relação entre vivencia, conteúdo e realidade;
    Estimulando a prática democrática.
  • 1.2. O tempo pedagógico e o conselho escolar:
    TEMPO PEDAGÓGICO: é o tempo escolar que favorece a aquisição, pelos estudantes das aprendizagens significativas. Mas refere-se também ao sentido pedagógico do tempo livre. Assim:
    Não pode ser desperdiçado ou sem sentido e essa é uma das tarefas que o Conselho Escolar deve assumir;
    O Conselho Escolar deve atentar-se para o currículo, pois este não é neutro e vem carregado de ideologia.
    1.3. O tempo é um fator importante na avaliação escolar?
  • “[...] o tempo é fundamental para que o docente possa identificar os fatores de sua ação pedagógica que incidem no cotidiano escolar, bem como possibilitar analisar de forma mais consciente o desempenho de cada um dos estudantes do grupo”.
    1.4 Componentes que abrande a avaliação escolar segundo Freitas:
    Aspecto institucional –avalia o domínio de habilidades e conteúdos;
    A avaliação do comportamento do aluno em sala;
    Avaliação de valores e atitudes.
  • Considerações Finais
    O papel do Conselho é portanto por em relevo as finalidades da escola e do Projeto Político Pedagógico que norteia o currículo e as ações pedagógicas. Favorecendo assim a natureza das relações pedagógicas que são vivenciadas na escola pelos seus diversos autores – favorecendo a formação integral e emancipadora dos estudantes.
  • Referências
    AGUIAR, Márcia A. da S.; SILVA, Aída M. M. (Orgs.). Retrato da escola no
    Brasil. Brasília: CNTE, 2004.
    BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Lei n. 9.394/96.
    Disponível em: <www.mec.gov.br/legis/default.shtm>. Acesso em: 20 out.2004.
    BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Lei n. 9.394/96. 4.
    ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. Apresentação de Carlos Roberto Jamil Cury.
    BRASIL. Parecer n. 05/97 da Câmara de Educação Básica (CEB) do Conselho
    Nacional de Educação (CNE). Disponível em: <www.mec.gov.br/cne/
    parecer2.shtm>. Acesso em: 20 out.2004.
    BRASIL. Parecer CNE/CP n. 003-2004: Diretrizes Curriculares Nacionais para
    a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura
    Afro-Brasileira e Africana. Disponível em: <www.mec.gov.br/cne/
    parecer1.shtm>. Acesso em: 20 out.2004.
  • CASASSUS, Juan. A escola e a desigualdade. Brasília: Editora Plano, 2002.
    CHARLOT, Bernard. Da relação com o saber. Porto Alegre: Artmed Editora,
    2000.
    DOURADO, Luiz F. A gestão democrática e a construção de processos coletivos
    de participação e decisão na escola. In: FERREIRA, Naura S. C.; AGUIAR,
    Márcia A. da S. (Orgs.). Para onde vão a orientação e a supervisão educacional?
    Campinas, SP: Papirus, 2002. Referências 65
    FERREIRA, Naura S. C.; AGUIAR, Márcia, A. da S. (Orgs.). Gestão da educação:
    impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2000.
    ENGUITA, M. F. A face oculta da escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
    FREITAS, Luiz C. A avaliação e as reformas dos anos de 1990. Educação &
    Sociedade, Campinas, n. 86, p. 13-170, 2004.
  • GRACINDO, Regina Vinhaes. Projeto Político-Pedagógico: retrato da escola em movimento. In: AGUIAR, Márcia A. da S.; SILVA, Aída M. M. (Orgs.). Retrato da escola no Brasil. Brasília: CNTE, 2004.
    PERRENOUD, P. Das diferenças culturais às desigualdades escolares: a avaliação e a norma num ensino diferenciado. In: ALLAL, L.; CARDINET, J.; PERRENOUD, P. Avaliação formativa num ensino diferenciado.Coimbra: Almedina, 1986.
    PREFEITURA DO RECIFE. Secretaria de Educação. Os ciclos de aprendizagem e a organização escolar. Recife, 2001.
    SILVA, Tomaz T. da.Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
    VEIGA, Ilma P. A.; RESENDE, Lúcia M. G. de (Orgs.). Escola: espaço do projeto
    político-pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 1998.
    WITTMANN, Lauro Carlos; GRACINDO, Regina Vinhaes (Coords.). O estado da arte em política e gestão da educação no Brasil: 1991 a 1997. Brasília; Campinas: ANPAE; Editora Autores Associados, 2001.