HÁ ALGUM “PERIGO” DE AS
COISAS MELHORAREM?
OS 100 PRIMEIROS DIAS DO
GOVERNO DILMA
E OS PRÓXIMOS 30 ANOS NO BRASIL
Octavio ...
QUAIS OS
PRIMEIROS
SINAIS E O QUE
ESPERAR DO
GOVERNO
DILMA
ROUSSEFF?
Presidente
2
MAIS
RACIONAL E
TÉCNICO.
PRAGMÁTICO
GERENCIALMENTE
3
GOVERNO DILMA
É MAIS TÉCNICO E
MENOS POLÍTICO.
É “MAIS
AGENDA”
5
Burocracia
Carga tributária
Infraestrutura
Custos trabalhistas
Portos
Regras claras
Judiciário eficiente
Falta d...
CONCEITUALMENTE, A
MÉDIO PRAZO, SAI BEM
MAIS BARATO
COMBATER A BAIXA
PRODUTIVIDADE DO QUE
MANTER JUROS ALTOS
PARA COMBATER...
Coalização PT
73%
Coalização PSDB
22%
Independentes
5%
DISTRIBUIÇÃO NA CÂMARA
FONTE: ARKO ADVICE
ELABORAÇÃO: BRADESCO
77
DISTRIBUIÇÃO NO SENADO
88
Coalização PT
74%
Coalização PSDB
26%
FONTE: ARKO ADVICE
ELABORAÇÃO: BRADESCO
DEFINIÇÃO DO
GOVERNO DILMA:
“HETERODOXIA
DISCIPLINADA”
9
DILMA:
PRESIDENTA DA
OFERTA
LULA: PRESIDENTE
DA DEMANDA
10
FORÇAS MOTORAS DO RENASCIMENTO ECONÔMICO
BRASILEIRO
 Termos de troca extremamente favoráveis (commodities)
 Programas so...
EMPRESÁRIOS AINDA
NÃO SE DERAM
CONTA QUE 2010
TERMINOU (OU NÃO
TERMINOU?)
NÃO HÁ
EMPRESÁRIO NO
BRASIL QUE TENHA
PIB DE 4% OU MENOS
NO SEU IMAGINÁRIO
DE NEGÓCIOS EM
2011
1.67
2.51
3.60
4.70
3.96
6.09
5.16
-0.64
7.49
3.80
4.70
-1.0
1.0
3.0
5.0
7.0
9.0
1981-1990
1991-2000
2001-2010
2011-2020
2...
PIB TRIMESTRAL BRASILEIRO CRESCENDO ABAIXO DO
POTENCIAL (2007-2010) ALTERNATIVO
1,95%
1,62%
1,12%
1,76% 1,74% 1,79%
1,57%
...
A QUASE
TOTALIDADE DAS
EMPRESAS ESTÁ
OLHANDO PARA
MUITO ALÉM DE
2011
CAME: CONSUMO APARENTE DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
1992-2011
89.3
170.1
151.3 149.3
174.7
263.3
272.7 258.2
50.00
80.00
110...
TAXA DE INVESTIMENTO SEGUIRÁ CRESCENDO
RAZOAVELMENTE BEM (PROJEÇÃO CONSERVADORA) 1996-2011
%
FONTE: IBGE
ELABORAÇÃO: BRADE...
16,91
17,40
16,99
15,69
16,87
17,07
16,40
15,30
16,09
15,95
16,44
17,45
18,68
16,74
18,28
19,51
20,16
14,0
15,0
16,0
17,0
...
DINÂMICA DA
ECONOMIA
BRASILEIRA ESTÁ
MENOS CÍCLICA
DO QUE SE PENSA
COMUMENTE
INVESTIMENTO FIXO CRESCE MAIS DO QUE O CONSUMO DA FAMÍLIAS DESDE
2005
2002q4 = 100
95,72
104,11
125,03
153,13
135,30
167,3...
INVESTIMENTO
ESTÁ BEM MENOS
SENSÍVEL AO
CURTO PRAZO DO
QUE NO PASSADO
23
INVESTIMENTOS
TOTAIS
ANUNCIADOS
BATEM RECORDE
EM MARÇO
57
33
49
35
5048
44
61
4041
37
48
64
45
65
55
78
74
121
102
71
7977
93
83
113
102
83
95
85
78
49
62
42
51
35
11
44
3837
71...
25
NÚMERO DE ANÚNCIOS* BRASIL-TRIMESTRAL - 2006 – 2011*
FONTE: IMPRENSA ELABORAÇÃO:
BRADESCO
133
117
142 142 149
165
228
2...
26
NÚMERO DE ANÚNCIOS DE INVESTIMENTOS VERSUS FBKF 2006 – 2011 –
MM 3 MESES DOS DADOS DESSAZONALIZADOS
FONTE: IMPRENSA ELA...
27
GRÁFICO DE DISPERSÃO DE ANÚNCIOS DE INVESTIMENTO VERSUS FBKF –
2006 - 2011
FONTE: IMPRENSA ELABORAÇÃO:
BRADESCO
y = 0.2...
PESO DA CADEIA PETRÓLEO E GÁS NO PIB BRASILEIRO
FONTE: CBIE
ELABORAÇÃO: BRADESCO
0%
7%
14%
21%
1998 2010 2020
4%
12%
20%
“O BRASIL É O MERCADO
DA DÉCADA”.
JOHN STUDZINSKI DA
BLACKSTONE
BRASILEIROS QUE VIVEM EM FAMÍLIAS DAS CLASSES A, B e C
SOMADAS - MÉDIA MÓVEL 12 MESES
SOURCE: PME, PNAD/IBGE
PREPARATION: ...
EVOLUÇÃO DAS PARTICIPAÇÕES DAS CLASSES A, B, C E DA CLASSE E
NA POPULAÇÃO BRASILEIRA – DADOS ORIGINAIS EM MM12M
FONTE: PME...
PER CAPITA INCOME IN BRAZIL (US$ PPP) 2005-2020*
BASED ON THE AVERAGE GROWTH IN THE LAST 5 YEARS
8.505
10.976
14.185
18.33...
AS RESTRIÇÕES DO
MERCADO DE
TRABALHO HOJE
EXPRESSAM
ESTRATÉGIAS DE
PRAZOS MUITO MAIS
LONGOS DAS EMPRESAS
OU SEJA, A FALTA DE
TRABALHADORES ESTÁ
RELACIONADA MUITO
MAIS A PROJETOS DE
INVESTIMENTO E NÃO
TANTO À DEMANDA
AQUECIDA
35
PERCEPÇÃO DOS CONSUMIDORES EM RELAÇÃO À DIFICULDADE DE
OBTER EMPREGO NO MOMENTO ATUAL - % DE RESPOSTAS “ESTÁ
MAIS DIFÍC...
BRASIL: GERAÇÃO LÍQUIDA DE EMPREGOS FORMAIS 1996-2011
SOURCE: CAGED
PREPARATION: BRADESCO
-271.226
-35.735
-581.744
-196.0...
“TRINTA ANOS
GLORIOSOS À
FRENTE”
DEPENDEM
APENAS DE:
PAPEL DE
LIDERANÇA DA CHINA,
PROTEÇÃO FISCAL DO
“ESTADO DO BEM-
ESTAR” E ESTABILIDADE
MONETÁRIA
O RECONHECIMENTO DA
NECESSIDADE DE UM AJUSTE
FISCAL DE LONGO PRAZO, UMA
REFORMA DA PREVIDÊNCIA,
TRABALHO PESADO NA
EDUCAÇÃ...
BANCO
CENTRAL
INJUSTAMENTE
NA BERLINDA
É POSSSÍVEL UM
BANCO CENTRAL
SER AUTÔNOMO E
COOPERATIVO AO
MESMO TEMPO?
A MINHA
RESPOSTA É
CATEGORICAMENTE
POSITIVA
“TEMPOS
EXCEPCIONAIS
PEDEM MEDIDAS
EXCEPCIONAIS”
42
FONTE:BACEN
ELABORAÇÃO: BRADESCO
EVOLUÇÃO DA EXPECTATIVA DO MERCADO PARA O PIB EM
2011 E PARA O IPCA EM 2011
EM %
4,35
4,4...
44
FONTE:BACEN
ELABORAÇÃO: BRADESCO
EVOLUÇÃO DA EXPECTATIVA DO MERCADO PARA O PIB EM 2011 E
PARA O IPCA EM 2012
EM %
4,09
...
EXPECTATIVAS DE
INFLAÇÃO MUITO
CONTAMINADAS
PELOS PREÇOS DE
COMMODITIES
PREÇO DE COMMODITIES – CRB INDEX SPOT DEFLACIONADO PELO CPI DESDE 1947
FONTE:BLOMBERG E ECOWIN
ELABORAÇÃO: BRADESCO
3,80
6...
INFLAÇÃO EM 2011
DEVE SE SITUAR EM
TORNO DE 6,0%
BANCO CENTRAL EXIBE
“PACIÊNCIA, DISCERNIMENTO E
DETERMINAÇÃO”
EVOLUÇÃO DO IPCA MENSAL EM 2011
FONTE :IBGE
ELABORAÇÃO:BRADESCO
0,83%
0,80% 0,79%
0,60%
0,42%
0,31%
0,28%
0,25%
0,36% 0,37...
INFLAÇÃO ANUAL BRASILEIRA– 2002-2012*
FONTE: IBGE
ELABORAÇÃO: BRADESCO
12,53%
9,30%
7,60%
5,69%
3,14%
4,46%
5,90%
4,31%
5,...
A PRINCIPAL
PREOCUPAÇÃO É A
INFLAÇÃO DE
SERVIÇOS
CHANGE IN CPI SERVICES X CPI GOODS (DURABLE AND
SEMI-DURABLES) 12 MONTHS
10,3%
10,8%
7,0%
9,9%
2,3%
1,4%
3,8%
1,6%
3,9%
3,...
52
PERCEPTION OF A NEW AND GROWING COMPETITION
IN THE BRAZILIAN INDUSTRY
24,9
25,1
24,4
26,1
28,0
27,9
28,9
28,1
29,5
30,1...
RELATÓRIO DE
INFLAÇÃO FOI
“TURNING POINT” NA
OPÇÃO DO BACEN EM
MUDAR RITMO DE
AUMENTOS DE JUROS
FOCO AGORA É 2012
“DISCRICIONARIEDADE
LIMITADA” DO REGIME
DE METAS EM TEMPOS
QUE PEDEM MAIOR
DISCRICIONARIEDADE
(MUNDO DE PERNAS
PARA O AR)
ALAN BLINDER (EX-FED) DIZ
QUE “SE AS AUTORIDADES
MONETÁRIAS FOSSEM SÓ
APLICAR A REGRA DE
TAYLOR, BASTARIA UM
COMPUTADOR CO...
INÉRCIA E
DESANCORAGEM
DE
EXPECTATIVAS:
QUAL ALCANCE?
COMBATE À INÉRCIA
NÃO PODERÁ MAIS
SER TAREFA
EXCLUSIVA DO
BANCO CENTRAL
PORQUE ISSO SÓ
AGRAVA DISTORÇÕES
DESINDEXAÇÃO É
TAREFA AMPLA DE
GOVERNO QUE
DEVERIA DESENHAR
INCENTIVOS PARA
REDUZIR A INÉRCIA
DA ECONOMIA
CONSIDERANDO UM
CONJUNTO DE POLÍTICAS
(MONETÁRIA, FISCAL,
CREDITÍCIA E PRUDENCIAL)
O BRASIL É UM DOS PAÍSES
NO MUNDO QUE M...
“As medidas adotadas pelo
Banco Central do Brasil e pelo
Governo Federal nos últimos
meses para combater a inflação
não en...
O EQUILÍBRIO MACRO É
TÃO RUIM QUE NÃO
TEMOS ESPAÇO PARA
DEIXAR O CÂMBIO
APRECIAR MAIS PARA
EVITAR A IMPORTAÇÃO
DA INFLAÇÃO...
LIQUIDEZ
INTERNACIONAL
EXPANDE CRÉDITO
NO BRASIL E
PREJUDICA A
POLÍTICA MONETÁRIA
QUEM ADVINHA
QUAL É O PAÍS
MAIS CARO DO
MUNDO?
EXCLUINDO PAÍSES
ESCANDINAVOS
RANKING ÍNDICE BIG MAC – PAÍSES EMERGENTES (PREÇO EM US$*)
(*) Cotação: 04/04/11FONTE: MC DONALDS, THE ECONOMIST E BLOOMBE...
REAL E PROJEÇÃO DE REAL BASEADA EM COMMODITIES - 2010-
2011
FONTE:BLOMBERG E BRADESCO
ELABORAÇÃO: BRADESCO
1,727
1,884
1,8...
QUEM ADVINHA
QUAL É O PAÍS
COM A MAIOR
TAXA DE REAL DE
JUROS DO
MUNDO?
67
TAXA DE JUROS REAL (EX-POST) – PAÍSES SELECIONADOS
FONTE: BLOOMBERG
ELABORAÇÃO: BRADESCO
-3.9%
-3.2%
-2.6%
-1.8%
-1.5%
...
VISÃO PRUDENCIAL
SUGERE QUE O
CRÉDITO BANCÁRIO
NÃO DEVERIA
CRESCER ACIMA DE
15% AO ANO
6,2%
22,2%
27,0%
34,4%
14,8%
21,0%
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30,0%
35,0%
40,0%
out/03
dez/03
fev/04
ab...
2006 2007 2008 2009 2010 Anterior Atual
Depec -
Bradesco
Crédito Total 20,7% 27,8% 31,1% 15,2% 20,6% 15,0% 13,0% 15,2%
Rec...
71
PERCEPÇÃO DO CONSUMIDOR EM RELAÇÃO À POUPANÇA - PERCENTUAL
DE RESPOSTAS “POUPANDO” (DADOS DESSAZONALIZADOS)
FONTE: FGV
...
DESAFIO FISCAL:
MELHORAR A
QUALIDADE DO
GASTO PÚBLICO
FEDERAL GOVERNMENT EXPENSE AS GDP RATIO – 1997-2010
SOURCE: STN
PRODUCED BY: BRADESCO
4,2%
3,5%
4,2%
3,1%
4,1%
4,8%
14,2%
...
SOCIAL PROTECTION EXPENSES VERSUS POPULATION AGED 65
AND ABOVE (% OF TOTAL) - 2007
Japan
Italy
Greece
Sweden
BelgiumEstoni...
O QUE PODE DAR ERRADO?
 Alteração substancial no cenário na China
 Aperto monetário global alterando fluxos (overkill)
...
OTIMISMO? JAMAIS
INSPIRAÇÃO: POPPER-HIRSHMANN
Defesa intransigente da “economia
política do possível”, uma vez que a
verda...
OCTAVIO DE BARROS
Economista Chefe
Depec-Bradesco
+55 11 3684-7733
4968.octavio@bradesco.com.br
WWW.ECONOMIAEMDIA.COM.BR
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Análise dos 100 Primeiros Dias do Governo Dilma, 07/04/2011

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Análise dos 100 Primeiros Dias do Governo Dilma, 07/04/2011

  1. 1. HÁ ALGUM “PERIGO” DE AS COISAS MELHORAREM? OS 100 PRIMEIROS DIAS DO GOVERNO DILMA E OS PRÓXIMOS 30 ANOS NO BRASIL Octavio de Barros BRADESCO Economista Chefe EVENTO FECOMÉRCIO 07-04-11
  2. 2. QUAIS OS PRIMEIROS SINAIS E O QUE ESPERAR DO GOVERNO DILMA ROUSSEFF? Presidente 2
  3. 3. MAIS RACIONAL E TÉCNICO. PRAGMÁTICO GERENCIALMENTE 3
  4. 4. GOVERNO DILMA É MAIS TÉCNICO E MENOS POLÍTICO. É “MAIS AGENDA”
  5. 5. 5 Burocracia Carga tributária Infraestrutura Custos trabalhistas Portos Regras claras Judiciário eficiente Falta de mão-de-obra qualificada Custo do capital ainda alto Previdência versus educação etc. AGENDA DO DESTRAVAMENTO: A LISTA É EXTENSA, MAS APESAR DA FALTA DE APETITE POR REFORMAS, O BRASIL JÁ MOSTROU QUE É CAPAZ DE AVANÇAR EM IMPORTANTES TEMAS.
  6. 6. CONCEITUALMENTE, A MÉDIO PRAZO, SAI BEM MAIS BARATO COMBATER A BAIXA PRODUTIVIDADE DO QUE MANTER JUROS ALTOS PARA COMBATER A INFLAÇÃO
  7. 7. Coalização PT 73% Coalização PSDB 22% Independentes 5% DISTRIBUIÇÃO NA CÂMARA FONTE: ARKO ADVICE ELABORAÇÃO: BRADESCO 77
  8. 8. DISTRIBUIÇÃO NO SENADO 88 Coalização PT 74% Coalização PSDB 26% FONTE: ARKO ADVICE ELABORAÇÃO: BRADESCO
  9. 9. DEFINIÇÃO DO GOVERNO DILMA: “HETERODOXIA DISCIPLINADA” 9
  10. 10. DILMA: PRESIDENTA DA OFERTA LULA: PRESIDENTE DA DEMANDA 10
  11. 11. FORÇAS MOTORAS DO RENASCIMENTO ECONÔMICO BRASILEIRO  Termos de troca extremamente favoráveis (commodities)  Programas sociais ousados e abrangentes  Estabilidade monetária e BACEN autônomo  Educação quantitativamente melhor  Acesso ao crédito popularizado nacionalmente  Amadurecimento Institucional inequívoco
  12. 12. EMPRESÁRIOS AINDA NÃO SE DERAM CONTA QUE 2010 TERMINOU (OU NÃO TERMINOU?)
  13. 13. NÃO HÁ EMPRESÁRIO NO BRASIL QUE TENHA PIB DE 4% OU MENOS NO SEU IMAGINÁRIO DE NEGÓCIOS EM 2011
  14. 14. 1.67 2.51 3.60 4.70 3.96 6.09 5.16 -0.64 7.49 3.80 4.70 -1.0 1.0 3.0 5.0 7.0 9.0 1981-1990 1991-2000 2001-2010 2011-2020 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 CrescimentoAnual2006-2012 PIB BRASILEIRO: NOVAS PROJEÇÕES DO DEPEC (1981-2020) FONTE: IBGE, BRADESCO
  15. 15. PIB TRIMESTRAL BRASILEIRO CRESCENDO ABAIXO DO POTENCIAL (2007-2010) ALTERNATIVO 1,95% 1,62% 1,12% 1,76% 1,74% 1,79% 1,57% -4,21% -1,92% 1,88% 2,57% 2,45% 2,19% 1,59% 0,39% 0,74% 1,00% -4,5% -3,0% -1,5% 0,0% 1,5% 3,0% 2007.I 2007.II 2007.III 2007.IV 2008.I 2008.II 2008.III 2008.IV 2009.I 2009.II 2009.III 2009.IV 2010.I 2010.II 2010.III 2010.IV 2011.I PIB MARGEM PIB CRESCIMENTO NA MARGEM QoQ VERSUS PIB MENSAL BRADESCO
  16. 16. A QUASE TOTALIDADE DAS EMPRESAS ESTÁ OLHANDO PARA MUITO ALÉM DE 2011
  17. 17. CAME: CONSUMO APARENTE DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 1992-2011 89.3 170.1 151.3 149.3 174.7 263.3 272.7 258.2 50.00 80.00 110.00 140.00 170.00 200.00 230.00 260.00 290.00 320.00 Jan-92 Jan-93 Jan-94 Jan-95 Jan-96 Jan-97 Jan-98 Jan-99 Jan-00 Jan-01 Jan-02 Jan-03 Jan-04 Jan-05 Jan-06 Jan-07 Jan-08 Jan-09 Jan-10 Jan-11 Came dessazonalizado Came dessazonalizado CAME VERSUS PROXY FBKF TRANSPORTES
  18. 18. TAXA DE INVESTIMENTO SEGUIRÁ CRESCENDO RAZOAVELMENTE BEM (PROJEÇÃO CONSERVADORA) 1996-2011 % FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO 1,51 8,73 -0,34 -8,20 5,03 0,44 -5,23 -4,59 9,12 3,63 9,77 13,85 13,57 -10,30 21,85 9,17 8,50 -12,0 -9,0 -6,0 -3,0 0,0 3,0 6,0 9,0 12,0 15,0 18,0 21,0 24,0 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011(p) 2012(p)
  19. 19. 16,91 17,40 16,99 15,69 16,87 17,07 16,40 15,30 16,09 15,95 16,44 17,45 18,68 16,74 18,28 19,51 20,16 14,0 15,0 16,0 17,0 18,0 19,0 20,0 21,0 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Fonte: IBGE Elaboração: Bradesco TAXADE INVESTIMENTO NO BRASIL COMO PROPORÇÃO DO PIB TAXA DE INVESTIMENTO (FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL FIXO COMO PROPORÇÃO DO PIB) 1996 – 2012 % DO PIB FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO
  20. 20. DINÂMICA DA ECONOMIA BRASILEIRA ESTÁ MENOS CÍCLICA DO QUE SE PENSA COMUMENTE
  21. 21. INVESTIMENTO FIXO CRESCE MAIS DO QUE O CONSUMO DA FAMÍLIAS DESDE 2005 2002q4 = 100 95,72 104,11 125,03 153,13 135,30 167,38 99,41 118,17 126,89 129,91 141,52 90 100 110 120 130 140 150 160 170 180 2002q04 2003q01 2003q02 2003q03 2003q04 2004q01 2004q02 2004q03 2004q04 2005q01 2005q02 2005q03 2005q04 2006q01 2006q02 2006q03 2006q04 2007q01 2007q02 2007q03 2007q04 2008q01 2008q02 2008q03 2008q04 2009q01 2009q02 2009q03 2009q04 2010q01 2010q02 2010q03 2010q04 Gross formation of fixed capital Household consumption FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL FIXO E CONSUMO DAS FAMÍLIAS - MÉDIA MÓVEL DE 4 TRIMESTRES DA SÉRIE ENCADEADA (NÃO DESSAZONALIZADA) Fonte: IBGE Elaboração: Bradesco 2002q4 = 100 SOURCE: IBGE PREPARATION: BRADESCO
  22. 22. INVESTIMENTO ESTÁ BEM MENOS SENSÍVEL AO CURTO PRAZO DO QUE NO PASSADO
  23. 23. 23 INVESTIMENTOS TOTAIS ANUNCIADOS BATEM RECORDE EM MARÇO
  24. 24. 57 33 49 35 5048 44 61 4041 37 48 64 45 65 55 78 74 121 102 71 7977 93 83 113 102 83 95 85 78 49 62 42 51 35 11 44 3837 71 99 9188 103 150 143 139 134 130 119 97 115 125 80 131 175 86 120 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 mar/06 abr/06 mai/06 jun/06 jul/06 ago/06 set/06 out/06 nov/06 dez/06 jan/07 fev/07 mar/07 abr/07 mai/07 jun/07 jul/07 ago/07 set/07 out/07 nov/07 dez/07 jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 nov/08 dez/08 jan/09 fev/09 mar/09 abr/09 mai/09 jun/09 jul/09 ago/09 set/09 out/09 nov/09 dez/09 jan/10 fev/10 mar/10 abr/10 mai/10 jun/10 jul/10 ago/10 set/10 out/10 nov/10 dez/10 jan/11 fev/11 mar/11 NÚMERO DE EMPRESAS QUE DIVULGARAM INVESTIMENTOS - 2006 - 2010 (FONTE: IMPRENSA) 24 NÚMERO DE EMPRESAS QUE ANUNCIARAM INVESTIMENTOS 2006 – 2011 N° DE EMPRESAS FONTE: IMPRENSA ELABORAÇÃO: BRADESCO
  25. 25. 25 NÚMERO DE ANÚNCIOS* BRASIL-TRIMESTRAL - 2006 – 2011* FONTE: IMPRENSA ELABORAÇÃO: BRADESCO 133 117 142 142 149 165 228 294 249 298 263 189 150 90 112 261 341 431 383 337 386 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 500 mar/06 jun/06 set/06 dez/06 mar/07 jun/07 set/07 dez/07 mar/08 jun/08 set/08 dez/08 mar/09 jun/09 set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 Número de Anúncios por trimestre BRASIL *Número total dos investimentos anunciado
  26. 26. 26 NÚMERO DE ANÚNCIOS DE INVESTIMENTOS VERSUS FBKF 2006 – 2011 – MM 3 MESES DOS DADOS DESSAZONALIZADOS FONTE: IMPRENSA ELABORAÇÃO: BRADESCO 133 273 277 178 94 191 438 320 396 160.4 195.7 157.3 188.5 215.2 130.00 140.00 150.00 160.00 170.00 180.00 190.00 200.00 210.00 220.00 50 100 150 200 250 300 350 400 450 mar/06 mai/06 jul/06 set/06 nov/06 jan/07 mar/07 mai/07 jul/07 set/07 nov/07 jan/08 mar/08 mai/08 jul/08 set/08 nov/08 jan/09 mar/09 mai/09 jul/09 set/09 nov/09 jan/10 mar/10 mai/10 jul/10 set/10 nov/10 jan/11 mar/11 Anúncios de investimento x FBKF - 2006 a 2011 - DADOS DESSAZONALIZADOS - mm 3m INVESTIMENTOS Dessaz FBKF - DESSAZ FONTE: Imprensa N° DE ANÚNCIOS ÍNDICE
  27. 27. 27 GRÁFICO DE DISPERSÃO DE ANÚNCIOS DE INVESTIMENTO VERSUS FBKF – 2006 - 2011 FONTE: IMPRENSA ELABORAÇÃO: BRADESCO y = 0.2431x + 0.0002 R² = 0.688 -20.0% -15.0% -10.0% -5.0% 0.0% 5.0% 10.0% 15.0% -50.0% -40.0% -30.0% -20.0% -10.0% 0.0% 10.0% 20.0% 30.0% 40.0% 50.0% VAR% DOS ANÚNCIOS VAR% DO FBKF Anúncios de investimento cresceram cerca de 20% no 1º trim/11 Indicam aumento entre 3% a 5% da FBKF
  28. 28. PESO DA CADEIA PETRÓLEO E GÁS NO PIB BRASILEIRO FONTE: CBIE ELABORAÇÃO: BRADESCO 0% 7% 14% 21% 1998 2010 2020 4% 12% 20%
  29. 29. “O BRASIL É O MERCADO DA DÉCADA”. JOHN STUDZINSKI DA BLACKSTONE
  30. 30. BRASILEIROS QUE VIVEM EM FAMÍLIAS DAS CLASSES A, B e C SOMADAS - MÉDIA MÓVEL 12 MESES SOURCE: PME, PNAD/IBGE PREPARATION: BRADESCO 73.394.514 74.336.800 77.276.507 82.938.042 88.213.993 97.148.698 100.073.160 106.272.871 111.965.788 117.933.943 72.000.000 78.000.000 84.000.000 90.000.000 96.000.000 102.000.000 108.000.000 114.000.000 120.000.000 set/03 nov/03 jan/04 mar/04 mai/04 jul/04 set/04 nov/04 jan/05 mar/05 mai/05 jul/05 set/05 nov/05 jan/06 mar/06 mai/06 jul/06 set/06 nov/06 jan/07 mar/07 mai/07 jul/07 set/07 nov/07 jan/08 mar/08 mai/08 jul/08 set/08 nov/08 jan/09 mar/09 mai/09 jul/09 set/09 nov/09 jan/10 mar/10 mai/10 jul/10 set/10 nov/10 jan/11 Fonte:IBGE Elaboração: Bradesco Em milhões
  31. 31. EVOLUÇÃO DAS PARTICIPAÇÕES DAS CLASSES A, B, C E DA CLASSE E NA POPULAÇÃO BRASILEIRA – DADOS ORIGINAIS EM MM12M FONTE: PME E PNAD/IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO 43,0% 43,3% 46,3% 47,0% 48,4% 51,8% 55,1% 56,4% 59,2% 64,1% 32,8% 33,1% 35,2% 33,0% 27,3% 23,3% 21,5% 20,6% 18,3% 17,0% 25,0% 33,0% 41,0% 49,0% 57,0% 65,0% jan/04 mar/04 mai/04 jul/04 set/04 nov/04 jan/05 mar/05 mai/05 jul/05 set/05 nov/05 jan/06 mar/06 mai/06 jul/06 set/06 nov/06 jan/07 mar/07 mai/07 jul/07 set/07 nov/07 jan/08 mar/08 mai/08 jul/08 set/08 nov/08 jan/09 mar/09 mai/09 jul/09 set/09 nov/09 jan/10 mar/10 mai/10 jul/10 set/10 nov/10 jan/11 Classes A, B e C Classe E Classes A, B e C em Janeiro de 2011 (MM12M): 117,9 milhões de pessoas (74,1 em 2004) Classe E em Janeiro de 2011 (MM12M): 33,6 milhões de pessoas (56,5 em 2004)
  32. 32. PER CAPITA INCOME IN BRAZIL (US$ PPP) 2005-2020* BASED ON THE AVERAGE GROWTH IN THE LAST 5 YEARS 8.505 10.976 14.185 18.332 8.000 9.000 10.000 11.000 12.000 13.000 14.000 15.000 16.000 17.000 18.000 19.000 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 média de crescimento dos últimos 5 anosmédia de crescimento dos últimos 5 anos US$ 1.000 PPP SOURCE: WORLD BANK PRODUCED BY: BRADESCO
  33. 33. AS RESTRIÇÕES DO MERCADO DE TRABALHO HOJE EXPRESSAM ESTRATÉGIAS DE PRAZOS MUITO MAIS LONGOS DAS EMPRESAS
  34. 34. OU SEJA, A FALTA DE TRABALHADORES ESTÁ RELACIONADA MUITO MAIS A PROJETOS DE INVESTIMENTO E NÃO TANTO À DEMANDA AQUECIDA
  35. 35. 35 PERCEPÇÃO DOS CONSUMIDORES EM RELAÇÃO À DIFICULDADE DE OBTER EMPREGO NO MOMENTO ATUAL - % DE RESPOSTAS “ESTÁ MAIS DIFÍCIL” FONTE: FGV ELABORAÇÃO: BRADESCO 89,5 85,7 87,0 87,8 84,4 66,5 73,2 65,8 78,7 72,0 63,1 51,0 53,2 47,2 42,5 36,0 43,0 50,0 57,0 64,0 71,0 78,0 85,0 92,0 99,0 set/05 nov/05 jan/06 mar/06 mai/06 jul/06 set/06 nov/06 jan/07 mar/07 mai/07 jul/07 set/07 nov/07 jan/08 mar/08 mai/08 jul/08 set/08 nov/08 jan/09 mar/09 mai/09 jul/09 set/09 nov/09 jan/10 mar/10 mai/10 jul/10 set/10 nov/10 jan/11 mar/11 PERCEPÇÃODOS CONSUMIDORES EM RELAÇÃOÀ FACILIDADE DE OBTER EMPREGONO MOMENTO ATUAL (DADOS DESSAZONALIZADOS)- % DE RESPOSTASEstá mais difícil Fonte:FGV Elaboração: Bradesco
  36. 36. BRASIL: GERAÇÃO LÍQUIDA DE EMPREGOS FORMAIS 1996-2011 SOURCE: CAGED PREPARATION: BRADESCO -271.226 -35.735 -581.744 -196.001 657.596591.079 762.415 645.433 1.523.276 1.253.981 1.617.392 1.452.204 995.439 2.524.678 1.505.932 -1.000.000 -500.000 0 500.000 1.000.000 1.500.000 2.000.000 2.500.000 3.000.000 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011* Saldo acumulado no ano - 1996 - 2009 Em postos de trabalho
  37. 37. “TRINTA ANOS GLORIOSOS À FRENTE” DEPENDEM APENAS DE:
  38. 38. PAPEL DE LIDERANÇA DA CHINA, PROTEÇÃO FISCAL DO “ESTADO DO BEM- ESTAR” E ESTABILIDADE MONETÁRIA
  39. 39. O RECONHECIMENTO DA NECESSIDADE DE UM AJUSTE FISCAL DE LONGO PRAZO, UMA REFORMA DA PREVIDÊNCIA, TRABALHO PESADO NA EDUCAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE REFORMAS PARA REDUZIR “CUSTOS DE TRANSAÇÃO” NA ECONOMIA
  40. 40. BANCO CENTRAL INJUSTAMENTE NA BERLINDA
  41. 41. É POSSSÍVEL UM BANCO CENTRAL SER AUTÔNOMO E COOPERATIVO AO MESMO TEMPO? A MINHA RESPOSTA É CATEGORICAMENTE POSITIVA
  42. 42. “TEMPOS EXCEPCIONAIS PEDEM MEDIDAS EXCEPCIONAIS” 42
  43. 43. FONTE:BACEN ELABORAÇÃO: BRADESCO EVOLUÇÃO DA EXPECTATIVA DO MERCADO PARA O PIB EM 2011 E PARA O IPCA EM 2011 EM % 4,35 4,41 4,89 5,39 5,83 6,05 4,12 4,18 4,00 4,48 4,55 4,06 3,5 4,0 4,5 5,0 5,5 6,0 01/04/08 01/05/08 01/06/08 01/07/08 01/08/08 01/09/08 01/10/08 01/11/08 01/12/08 01/01/09 01/02/09 01/03/09 01/04/09 01/05/09 01/06/09 01/07/09 01/08/09 01/09/09 01/10/09 01/11/09 01/12/09 01/01/10 01/02/10 01/03/10 01/04/10 01/05/10 01/06/10 01/07/10 01/08/10 01/09/10 01/10/10 01/11/10 01/12/10 01/01/11 01/02/11 01/03/11 01/04/11 EVOLUÇÃO DA EXPECTATIVADO MERCADO PARA O PIB EM 2011 E PARA O IPCA EM 2011 E 2012. Fonte: BC. Elaboração: Bradesco IPCA 2011 PIB 2011
  44. 44. 44 FONTE:BACEN ELABORAÇÃO: BRADESCO EVOLUÇÃO DA EXPECTATIVA DO MERCADO PARA O PIB EM 2011 E PARA O IPCA EM 2012 EM % 4,09 4,35 4,31 4,46 4,74 4,99 4,15 4,28 4,00 4,48 4,31 4,55 4,06 3,8 4,0 4,2 4,4 4,6 4,8 5,0 01/04/08 01/05/08 01/06/08 01/07/08 01/08/08 01/09/08 01/10/08 01/11/08 01/12/08 01/01/09 01/02/09 01/03/09 01/04/09 01/05/09 01/06/09 01/07/09 01/08/09 01/09/09 01/10/09 01/11/09 01/12/09 01/01/10 01/02/10 01/03/10 01/04/10 01/05/10 01/06/10 01/07/10 01/08/10 01/09/10 01/10/10 01/11/10 01/12/10 01/01/11 01/02/11 01/03/11 01/04/11 EVOLUÇÃO DA EXPECTATIVADO MERCADO PARA O PIB EM 2011 E PARA O IPCA EM 2011 E 2012. Fonte: BC. Elaboração: Bradesco IPCA 2012 PIB 2011
  45. 45. EXPECTATIVAS DE INFLAÇÃO MUITO CONTAMINADAS PELOS PREÇOS DE COMMODITIES
  46. 46. PREÇO DE COMMODITIES – CRB INDEX SPOT DEFLACIONADO PELO CPI DESDE 1947 FONTE:BLOMBERG E ECOWIN ELABORAÇÃO: BRADESCO 3,80 6,25 4,01 3,64 2,62 5,06 3,97 2,81 1,99 1,16 2,27 1,46 2,51 - 0,8 1,6 2,4 3,2 4,0 4,8 5,6 6,4 1947 1949 1951 1953 1955 1957 1959 1961 1963 1965 1967 1969 1971 1973 1975 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 2007 2009 2011
  47. 47. INFLAÇÃO EM 2011 DEVE SE SITUAR EM TORNO DE 6,0% BANCO CENTRAL EXIBE “PACIÊNCIA, DISCERNIMENTO E DETERMINAÇÃO”
  48. 48. EVOLUÇÃO DO IPCA MENSAL EM 2011 FONTE :IBGE ELABORAÇÃO:BRADESCO 0,83% 0,80% 0,79% 0,60% 0,42% 0,31% 0,28% 0,25% 0,36% 0,37% 0,30% 0,42% Média do semestre: 0,33% 0,00% 0,10% 0,20% 0,30% 0,40% 0,50% 0,60% 0,70% 0,80% 0,90% jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 jul/11 ago/11 set/11 out/11 nov/11 dez/11
  49. 49. INFLAÇÃO ANUAL BRASILEIRA– 2002-2012* FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO 12,53% 9,30% 7,60% 5,69% 3,14% 4,46% 5,90% 4,31% 5,91% 5,70% 4,50% 0,0% 2,0% 4,0% 6,0% 8,0% 10,0% 12,0% 14,0% 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011* 2012* Evolução anual do IPCA: 2002 a 2012 Fonte: IBGE Elaboração: BRADESCO
  50. 50. A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO É A INFLAÇÃO DE SERVIÇOS
  51. 51. CHANGE IN CPI SERVICES X CPI GOODS (DURABLE AND SEMI-DURABLES) 12 MONTHS 10,3% 10,8% 7,0% 9,9% 2,3% 1,4% 3,8% 1,6% 3,9% 3,2% 2,7% 7,5% 7,2% 7,3% 6,0% 5,2% 7,4% 6,4% 8,5% 7,6% 0,0% 2,0% 4,0% 6,0% 8,0% 10,0% 12,0% mar/03 jun/03 set/03 dez/03 mar/04 jun/04 set/04 dez/04 mar/05 jun/05 set/05 dez/05 mar/06 jun/06 set/06 dez/06 mar/07 jun/07 set/07 dez/07 mar/08 jun/08 set/08 dez/08 mar/09 jun/09 set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 set/11 dez/11 EVOLUÇÃO IPCA SERVIÇOS vs. IPCA BENS (DURÁVEIS E SEMI DURÁVEIS)– ACUMULADO EM 12 MESES Bens Serviços Fonte:IBGE Elaboração: Bradesco Goods Services SOURCE: IBGE PRODUCED BY: BRADESCO
  52. 52. 52 PERCEPTION OF A NEW AND GROWING COMPETITION IN THE BRAZILIAN INDUSTRY 24,9 25,1 24,4 26,1 28,0 27,9 28,9 28,1 29,5 30,1 24,0 25,6 27,2 28,8 30,4 jan/06 mar/06 mai/06 jul/06 set/06 nov/06 jan/07 mar/07 mai/07 jul/07 set/07 nov/07 jan/08 mar/08 mai/08 jul/08 set/08 nov/08 jan/09 mar/09 mai/09 jul/09 set/09 nov/09 jan/10 mar/10 mai/10 jul/10 set/10 nov/10 jan/11 Percentual de empresas (Aumento - Queda) da concorrência concorrência com empresas nacionais MM12M
  53. 53. RELATÓRIO DE INFLAÇÃO FOI “TURNING POINT” NA OPÇÃO DO BACEN EM MUDAR RITMO DE AUMENTOS DE JUROS FOCO AGORA É 2012
  54. 54. “DISCRICIONARIEDADE LIMITADA” DO REGIME DE METAS EM TEMPOS QUE PEDEM MAIOR DISCRICIONARIEDADE (MUNDO DE PERNAS PARA O AR)
  55. 55. ALAN BLINDER (EX-FED) DIZ QUE “SE AS AUTORIDADES MONETÁRIAS FOSSEM SÓ APLICAR A REGRA DE TAYLOR, BASTARIA UM COMPUTADOR COM UM BOM ALGORÍTMO E NÃO VÁRIOS DE DIRETORES”.
  56. 56. INÉRCIA E DESANCORAGEM DE EXPECTATIVAS: QUAL ALCANCE?
  57. 57. COMBATE À INÉRCIA NÃO PODERÁ MAIS SER TAREFA EXCLUSIVA DO BANCO CENTRAL PORQUE ISSO SÓ AGRAVA DISTORÇÕES
  58. 58. DESINDEXAÇÃO É TAREFA AMPLA DE GOVERNO QUE DEVERIA DESENHAR INCENTIVOS PARA REDUZIR A INÉRCIA DA ECONOMIA
  59. 59. CONSIDERANDO UM CONJUNTO DE POLÍTICAS (MONETÁRIA, FISCAL, CREDITÍCIA E PRUDENCIAL) O BRASIL É UM DOS PAÍSES NO MUNDO QUE MAIS AÇÕES ESTÃO EMPREENDENDO NO COMBATE À INFLAÇÃO
  60. 60. “As medidas adotadas pelo Banco Central do Brasil e pelo Governo Federal nos últimos meses para combater a inflação não encontram paralelo em outras economias, sejam elas economias emergentes ou avançadas”. Tombini na CAE 60
  61. 61. O EQUILÍBRIO MACRO É TÃO RUIM QUE NÃO TEMOS ESPAÇO PARA DEIXAR O CÂMBIO APRECIAR MAIS PARA EVITAR A IMPORTAÇÃO DA INFLAÇÃO DE COMMODITIES
  62. 62. LIQUIDEZ INTERNACIONAL EXPANDE CRÉDITO NO BRASIL E PREJUDICA A POLÍTICA MONETÁRIA
  63. 63. QUEM ADVINHA QUAL É O PAÍS MAIS CARO DO MUNDO? EXCLUINDO PAÍSES ESCANDINAVOS
  64. 64. RANKING ÍNDICE BIG MAC – PAÍSES EMERGENTES (PREÇO EM US$*) (*) Cotação: 04/04/11FONTE: MC DONALDS, THE ECONOMIST E BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO 5.43 4.43 4.14 3.97 3.88 3.69 3.563.56 3.113.10 2.99 2.91 2.71 2.63 2.54 2.41 2.29 2.18 1.90 1.73 3.00 0.0 1.0 2.0 3.0 4.0 5.0 6.0 Brasil Colômbia Uruguai CostaRica Hungria RepúblicaTcheca Turquia Chile Peru Cingapura Letônia CoreiadoSul Lituânia EmiradosÁrabes Polônia Estônia ÁfricadoSul México ArábiaSaudita Indonésia Taiwan Rússia Paquistão Tailândia Filipinas Malásia China Egito HongKong SriLanka Ucrânia Argentina Ranking Índice Big Mac Emergentes - Preço em US$* Em US$ Preço Médio:
  65. 65. REAL E PROJEÇÃO DE REAL BASEADA EM COMMODITIES - 2010- 2011 FONTE:BLOMBERG E BRADESCO ELABORAÇÃO: BRADESCO 1,727 1,884 1,813 1,775 1,733 1,742 1,675 1,713 1,682 1,672 1,607 1,6135 1,757 1,715 1,598 1,654 1,557 1,532 1,547 1,488 1,533 1.483 1,45 1,50 1,55 1,60 1,65 1,70 1,75 1,80 1,85 1,90 5/4/2010 5/5/2010 5/6/2010 5/7/2010 5/8/2010 5/9/2010 5/10/2010 5/11/2010 5/12/2010 5/1/2011 5/2/2011 5/3/2011 5/4/2011 REAL PROJEÇÃO REAL COM COMMODITIES
  66. 66. QUEM ADVINHA QUAL É O PAÍS COM A MAIOR TAXA DE REAL DE JUROS DO MUNDO?
  67. 67. 67 TAXA DE JUROS REAL (EX-POST) – PAÍSES SELECIONADOS FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO -3.9% -3.2% -2.6% -1.8% -1.5% -1.4% -1.1% -0.8% 0.4% 0.9% 1.2% 1.8% 2.1% 6.5% -4.5% -2.5% -0.5% 1.5% 3.5% 5.5% 7.5% Reino Unido Grécia Índia EUA Rússia Zona do Euro Alemanha França Japão México China África do Sul Austrália Brasil Taxa de Juros Real ex-post (países selecionados) Fonte: bloomberg
  68. 68. VISÃO PRUDENCIAL SUGERE QUE O CRÉDITO BANCÁRIO NÃO DEVERIA CRESCER ACIMA DE 15% AO ANO
  69. 69. 6,2% 22,2% 27,0% 34,4% 14,8% 21,0% 16,3% 13,0% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 35,0% 40,0% out/03 dez/03 fev/04 abr/04 jun/04 ago/04 out/04 dez/04 fev/05 abr/05 jun/05 ago/05 out/05 dez/05 fev/06 abr/06 jun/06 ago/06 out/06 dez/06 fev/07 abr/07 jun/07 ago/07 out/07 dez/07 fev/08 abr/08 jun/08 ago/08 out/08 dez/08 fev/09 abr/09 jun/09 ago/09 out/09 dez/09 fev/10 abr/10 jun/10 ago/10 out/10 dez/10 fev/11 abr/11 jun/11 ago/11 out/11 dez/11 Fonte: Bacen Crescimento YoY do estoque de crédito TOTAL Para atingir o crescimento de 13%, o crédito total deverá crescer em média de março a dezembro, 1,0% por mês. 69 CRESCIMENTO NOMINAL EM 12 MESES DO ESTOQUE TOTAL DE CRÉDITO 2003 - 2011 FONTE: BACEN ELABORAÇÃO: BRADESCO
  70. 70. 2006 2007 2008 2009 2010 Anterior Atual Depec - Bradesco Crédito Total 20,7% 27,8% 31,1% 15,2% 20,6% 15,0% 13,0% 15,2% Recursos Livres 23,4% 32,6% 31,8% 9,6% 16,9% 12,0% 11,0% 14,6% Pessoa Física 24,8% 33,4% 24,2% 19,2% 19,1% 10,0% Não divulgou 13,8% Pessoa Jurídica 22,2% 31,8% 38,9% 1,6% 14,7% 14,0% Não divulgou 15,4% Recursos Direcionados 15,2% 17,4% 29,4% 29,1% 28,3% 23,0% 19,0% 16,4% 2011* 70 PROJEÇÕES DO BANCO CENTRAL DE CRESCIMENTO NOMINAL DO CRÉDITO EM 12 MESES - 2006 - 2011 FONTE: BACEN ELABORAÇÃO: BRADESCO RELAÇÃO CRÉDITO/PIB DE 48% EM 2011.
  71. 71. 71 PERCEPÇÃO DO CONSUMIDOR EM RELAÇÃO À POUPANÇA - PERCENTUAL DE RESPOSTAS “POUPANDO” (DADOS DESSAZONALIZADOS) FONTE: FGV ELABORAÇÃO: BRADESCO 15,1 13,8 15,6 13,5 15,4 13,1 14,0 11,7 14,8 15,4 12,2 17,2 15,1 18,5 16,4 19,6 15,5 20,3 22,6 24,1 22,3 23,8 11,0 13,0 15,0 17,0 19,0 21,0 23,0 25,0 set/05 nov/05 jan/06 mar/06 mai/06 jul/06 set/06 nov/06 jan/07 mar/07 mai/07 jul/07 set/07 nov/07 jan/08 mar/08 mai/08 jul/08 set/08 nov/08 jan/09 mar/09 mai/09 jul/09 set/09 nov/09 jan/10 mar/10 mai/10 jul/10 set/10 nov/10 jan/11 mar/11 PERCEPÇÃO DO CONSUMIDOR EM RELAÇÃO À POUPANÇA E AO ENDIVIDAMENTO - PERCENTUAL DE RESPOSTAS (DADOS DESSAZONALIZADOS) Poupando Série2 Fonte: FGV Elaboração: Bradesco
  72. 72. DESAFIO FISCAL: MELHORAR A QUALIDADE DO GASTO PÚBLICO
  73. 73. FEDERAL GOVERNMENT EXPENSE AS GDP RATIO – 1997-2010 SOURCE: STN PRODUCED BY: BRADESCO 4,2% 3,5% 4,2% 3,1% 4,1% 4,8% 14,2% 15,2% 14,1% 14,8% 15,7% 15,8% 16,6% 16,9% 17,2% 16,4% 16,8% 18,2% 14,0% 14,5% 15,0% 15,5% 16,0% 16,5% 17,0% 17,5% 18,0% 18,5% 3,0% 3,2% 3,4% 3,6% 3,8% 4,0% 4,2% 4,4% 4,6% 4,8% 5,0% jan/98 mai/98 set/98 jan/99 mai/99 set/99 jan/00 mai/00 set/00 jan/01 mai/01 set/01 jan/02 mai/02 set/02 jan/03 mai/03 set/03 jan/04 mai/04 set/04 jan/05 mai/05 set/05 jan/06 mai/06 set/06 jan/07 mai/07 set/07 jan/08 mai/08 set/08 jan/09 mai/09 set/09 jan/10 mai/10 set/10 jan/11 Despesas Totais do Governo Central, em % do PIB Discretionary expense Total expense
  74. 74. SOCIAL PROTECTION EXPENSES VERSUS POPULATION AGED 65 AND ABOVE (% OF TOTAL) - 2007 Japan Italy Greece Sweden BelgiumEstonia Spain France Switzerland Hungary Norway Canada USA Iceland Ireland IsraelKorea Chile Brazil Mexico Turkey 4.0 6.0 8.0 10.0 12.0 14.0 16.0 18.0 20.0 22.0 0.0 2.0 4.0 6.0 8.0 10.0 12.0 14.0 16.0 18.0 20.0 Populationaged65andabove(%oftotalpopulation) Social Security Expenses - % of GDP SOURCE: OECD, WORLD BANK BRADESCO
  75. 75. O QUE PODE DAR ERRADO?  Alteração substancial no cenário na China  Aperto monetário global alterando fluxos (overkill)  Mudança abrupta de fluxo de capitais  Falta de sentido de urgência em reformas  Ajuste fiscal de longo prazo insuficiente
  76. 76. OTIMISMO? JAMAIS INSPIRAÇÃO: POPPER-HIRSHMANN Defesa intransigente da “economia política do possível”, uma vez que a verdade é inalcançável e precisamos nos aproximar dela por tentativas. O estado atual da ciência é sempre provisório. Ao encontrarmos uma teoria ainda não refutada pelos fatos e pelas observações, devemos nos perguntar, será que é mesmo assim ?
  77. 77. OCTAVIO DE BARROS Economista Chefe Depec-Bradesco +55 11 3684-7733 4968.octavio@bradesco.com.br WWW.ECONOMIAEMDIA.COM.BR DEPEC - BRADESCO does not accept responsibility for any actions/decisions that may be taken based on the information provided in its publications and projections. All the data and opinions contained in these information bulletins is carefully checked and drawn up by fully qualified professionals, but it should not be used, under any hypothesis, as the basis, support, guidance or norm for any document, valuations, judgments or decision taking, whether of a formal or informal nature. Therefore, we emphasize that all the consequences and responsibility for using any data or analysis contained in this publication is assumed exclusively by the user, exempting BRADESCO from all responsibility for any actions resulting from the usage of this material. We all point out that access to this information implies acceptance in full of this term of responsibility and usage.

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