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  • 1. INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA EM STARTUPS/PMES São Paulo, 29 de outubro de 2013 © 2010 Clarke, Modet & Cº Líderes em Propriedade Industrial e Intelectual em países de língua Espanhola e Portuguesa Líderes & Cº 2013. Todos os direitos reservados © Clarke, Modet en Propiedad Industrial e Intelectual en países de habla Hispana y Portuguesa
  • 2. RACIONAL © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 3. O QUE HÁ EM COMUM? © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 4. O QUE HÁ EM COMUM? • Fundada em 2007 em Linkoping, Suécia • Spinoff da Saab • Fornece soluções detalhadas de visualização em 3D de cidades para a indústria de mapeamento • Comprada em 2011 pela Apple por aprox. US$240 milhões (não oficial)Clarke, Modet & Cº © 2010 4 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 5. O QUE HÁ EM COMUM? © 2010 Clarke, Modet & Cº 5 Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados ©
  • 6. MODELOS DE INOVAÇÃO Modelo de Inovação Fechada Modelo de Inovação Aberta Licença/cessão Base tecnológica interna Base científica e tecnológica Projetos de Pesquisa P Spin -off D Base tecnológica externa Input tecnológico P © 2010 Clarke, Modet Researching a New Paradigm” - H. Chesbrough, W. Vanhaverbeke, J. West Fonte: “Open Innovation:& Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados NOVO MERCADO MERCADO ATUAL MERCADO Novos Desenvolvimento produtos / serviços MERCADO DE OUTROS D
  • 7. INOVAÇÃO ABERTA “Novo paradigma que considera que as empresas podem e devem usar ideias internas e externas, assim como caminhos internos e externos para o mercado” “Existem muitas boas ideias fora da empresa que podem contribuir com meu negócio” © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados “Existem muitos novos negócios que podemos gerar com nossas ideias”
  • 8. PRINCIPAIS CARACTERÌSTICAS DA INOVAÇÃO ABERTA • Relacionamento (Networking) • Colaboração • Empreendedorismo • Acesso à informação • Acesso a recursos financeiros • Conhecimento • Visão Global • Gestão da Propriedade Intelectual © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 9. COMPETITIVIDADE E COLABORAÇÃO • Competitividade: produtos de alto valor agregado a um preço competitivo • A globalização e o livre comércio: competição internacional, mesmo nos seus mercados internos • Atualmente, as PMEs não podem ser vistas como entes isolados capazes de fazer tudo por conta própria • E começam a conectar à redes de informação, tecnologia, inovação e desenvolvimento de produtos como alternativa de sobrevivência e perpetuação • Relação de ganha-ganha, um mercado © 2010 Clarke, aberto paraModetinovação a & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 10. INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO Se... • O conhecimento em si é um elemento essencial em uma sociedade integrada cada vez mais em redes e se... • O acesso à inovações informação gera potenciais INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO SÃO FUNDAMENTAIS © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 11. Conhecimento é poder… © 2010 Clarke, Modet & Cº F. Bacon © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 12. CONHECIMENTO É PODER Poder... Posse... Propriedade... Proprietário... © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 13. CONHECIMENTO É INTANGÍVEL Valor de Mercado Capital Físico & Financeiro) ATIVOSTANGÍVEIS Capital Intelectual (Knowledge/ Intellectual Capital) © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados ATIVOS INTANGÍVEIS
  • 14. CADEIA DE VALOR DOS ATIVOS INTANGÍVEIS Fundamento Legal Propriedade Industrial • Patentes, Marcas • Segredos Ind. • © 2010 Clarke, Modet & Cº Direitos autorais Propriedade Intelectual • • • • © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Ativo Intelectual Invenções não protegidas Processos Know-how Contratos/Acordos Capital Intelectual • • • Reputação Experiências Competências
  • 15. MARCO LEGAL DA PROPRIEDADE INTELECTUAL INVENÇÃO PATENTE MODELO DE UTILIDADE DESENHO INDUSTRIAL PROPRIEDADE INTELECTUAL MARCA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA CULTIVARES REGISTRO Lei no 9.456/97 DIREITO DE AUTOR Lei no 9.610/98 SOFTWARE Lei no 9.609/98 © 2010 Clarke, Modet & Cº TOPOGRAFIA DE CIRCUITOS INTEGRADOS Lei no 11.484/07 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados PROPRIEDADE INDUSTRIAL Lei no 9.279/96
  • 16. FORMAS DE PROTEÇÃO DE UM PRODUTO Patente (abridor) Desenho Industrial / Marca Tridimensional (formato da lata) Patente (processo de conformação do metal) Direitos Autorais © (desenho gráfico da lata) Segredo Industrial (bebida) Marca e logotipo (denominação do produto) © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 17. VISÃO GERAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL Proteção Legal Para? Como? Patentes Novas invenções Depósito e exame Direitos Autorais Obras artísticas criativas ou originais Existem automaticamente Marcas Identificação e distinção de produtos ou serviços Uso e/ou registro Desenho Industrial Aparência externa Registro Segredos Industriais Informações não públicas Manutenção de segredo © 2010 Clarke, Modet & Cº Source: Google Images © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 18. PROPRIEDADE INDUSTRIAL Conhecimento revelado e protegido por proteção intelectual/industrial © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 19. FORMAS DE PROTEÇÃO DE UM PRODUTO Patente de Invenção: Produto/Processo © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 20. FORMAS DE PROTEÇÃO DE UM PRODUTO Modelo de Utilidade © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 21. FORMAS DE PROTEÇÃO DE UM PRODUTO Desenho Industrial © 2010 Clarke, Modet & Cº 21Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados ©
  • 22. FORMAS DE PROTEÇÃO DE UM PRODUTO Invenção: criação resultante do trabalho intelectual do seu criador, que atende aos requisitos de novidade, atividade inventiva e aplicação industrial para solução de um problema técnico dentro de um determinado campo tecnológico. (VALIDADE: 20 anos) Modelo de Utilidade: objeto de uso prático, ou parte deste, suscetível de aplicação industrial e que apresente forma ou disposição novas, envolvendo ato inventivo, que resulte em melhoria funcional no seu uso ou em sua fabricação. (VALIDADE: 15 anos) © 2010 Clarke, Modet & Cº Desenho industrial: forma plástica ornamental de um objeto ou o conjunto ornamental de linhas e cores que possa ser aplicado a um produto, proporcionando resultado visual novo e original na sua configuração externa e que possa servir de tipo de fabricação industrial. (VALIDADE: 10 anos + 3 x 5 anos = 25 anos) Fonte: Adaptado de Moreira, 2009 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 23. FORMAS DE PROTEÇÃO DE UM PRODUTO DESENHO INVENÇÃO © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados PRODUTO
  • 24. CARACTERÍSTICAS DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL INOVAÇÃO: PARTE DA INVENÇÃO INVENÇÕES PATENTEÁVEIS TODAS INVENÇÕES DEPÓSITOS DE PATENTES INOVAÇÕES Inovação relevante para depósito de patente Invenções patenteadas sem aplicação econômica © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Inovação – invenções relevantes sem depósitos de patentes Invenções não patenteadas sem aplicação econômica
  • 25. PATENTE • O que é  Direito legal provindo das atividades intelectuais na área científica e industrial.  Um título de propriedade temporário, com validade territorial concedido pelo Estado • Por outro lado...  O inventor se compromete a revelar para sociedade da descrição da invenção (disseminar o conhecimento) Importante dizer  Patente não é necessariamente um novo produto  Não é necessário ter um protótipo © 2010 Clarke, Modet & Cº  O objeto não precisa ser revolucionário © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 26. PATENTE - REQUISITOS Principais requisitos • Novidade • Atividade Inventiva • Aplicação Industrial • Suficiência Descritiva • • Suficientemente clara e completa para ser conduzida por um técnico na arte Reivindicações claras e concisas devem definir o assunto no qual visa a proteção © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 27. PODE, NÃO PODE… O que PODE ser patenteado*  Invenções (produtos, dispositivos, máquinas, ferramentas, etc.)  Tecnologias  Processos  Melhorias * Desde que atenda os requisitos de patenteabilidade O que NÃO pode ser patenteado  Descobertas, teorias científicas  Criações puramente intelectuais e abstratas (métodos matemáticos, métodos de idiomas)  Técnicas Cirúrgicas, jogos de azar, apresentação de informações  O que for contrário à moral, à segurança pública, aos interesses nacionais e que colocam a saúde em risco  Todo ou parte de seres vivos encontrado na natureza © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 28. ATENÇÃO!!! • Como prejudicar os direitos de patente        Apresentação não-confidencial a terceiros Apresentação oral ou escrita Congressos, seminários, palestras... Participação em feiras e eventos Publicações de resumos de reuniões Papers Web site © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 29. PROCESSO ADMINISTRATIVO NO BRASIL Tramitação no Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI 18 meses 36 meses Taxa de exame © 2010 Clarke, Modet & Cº 6 meses Taxa final -Subsídios ao exame (terceiros); -Exigências; -Pareceres técnicos. © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Nulidade Administrativa
  • 30. SISTEMAS DEPÓSITO NO EXTERIOR Princípio da TERRITORIALIDADE O escopo de proteção é territorial, ou seja, só garante exclusividade para aquele país em que foi solicitada e concedida a proteção © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 31. SISTEMAS DEPÓSITO NO EXTERIOR Como proteger em outros países? CUP – Convenção de Paris PCT – Tratado de Cooperação de Patentes Ambos em 12 meses a contar da primeira data de depósito. © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 32. SISTEMAS DEPÓSITO NO EXTERIOR CENÁRIO IDEAL: Solicita-se a proteção patentária no Brasil e estende-se aos demais países de interesse para garantir a exclusividade também naqueles mercados. BRASIL © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados EXTERIOR
  • 33. SISTEMAS DEPÓSITO NO EXTERIOR Tramitação Nacional CUP Argentina E.U.A. Brasil Argentina E.U.A. Brasil 0 meses 12 meses Europa Europa Japão Japão PCT Brasil © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados 12 meses PCT E.U.A. 18 meses Europa Japão
  • 34. PAÍSES LÍDERES EM PROTENÇÃO PATENTÁRIA © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 35. Mercados/Clientes OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO Novo para o Mundo Novo para o país Existente Existente Nova para o país Nova para o Mundo Tecnologia  Facilidade de “inovar agora” varia entre os quadrantes Verdes ao Vermelho © 2010 Clarke, Modet & Cº  Quadrantes Verde e Azul são frequentemente protegidos por patentes, mas é provável que no Brasil existam poucas Fonte: Adaptado de Paul Germeraad © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 36. PROPRIEDADE INDUSTRIAL Conhecimento não/parcialmente revelado e protegido por proteção intelectual/industrial © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 37. OUTRAS FORMAS DE PROTEÇÃO INDUSTRIAL Secretas Confidenciais Reservadas Públicas © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 38. OUTRAS FORMAS DE PROTEÇÃO INDUSTRIAL Segredo de empresa é todo conhecimento relacionado com as atividades da empresa, e que o empresário deseja “esconder” dos concorrentes. Segredo industrial é o segredo de empresa ligado, direta ou indiretamente, à linha de produção de uma indústria. © 2010 Clarke, Modet & Cº Segredo de negócio é o segredo de empresa ligado aos setores não industriais, isto é, comercial (lista de clientes, fornecedores, etc.) financeiro (custos, lucros e perdas, etc.) e administrativo (recursos humanos, normas e procedimentos internos, etc.) Fonte: Adaptado de Moreira, 2009 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 39. PATENTES VERSUS SEGREDOS DE NEGÓCIO Patentes Segredos Industrial  Requer revelação  Requer sigilo  Válidas por 20 anos  Podem durar por tempo indeterminado  Podem ser violadas involuntariamente © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados  Violação por má-fé
  • 40. PATENTES VERSUS SEGREDOS DE NEGÓCIO Tipo de proteção Requisitos Principais características Recomendável quando... Patente Requisitos legais (novidade, atividade inventiva, aplicação industrial) Função: impedir terceiros de explorar. Prazo de proteção: 20 anos da data do depósito Custo médio: 6 a 12 mil Reais/processo •A invenção cumpre os requisitos de patenteabilidade •A invenção pode ser detectada e copiada Segredo Industrial Sigilo Função: impedir terceiros de explorar. Prazo para proteção: até o segredo ser descoberto Custo: indeterminado (depende de como o segredo é protegido) •Há sigilo/confidencialidade na empresa •A invenção é dificilmente detectável Publicação Depende da forma de publicação (revistas cientificas, patentes, sites, etc) Função: impedir terceiros de proteger. Custo: depende do tipo de publicação •Quando a empresa quer garantir seu livre uso •Não deseja que terceiros protejam, mas não deseja fazer uso da proteção © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 41. Inteligência Tecnológica © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 42. Transformações tecnológicas INTRODUÇÃO • ... são difíceis de prever • ... geram oportunidades e ameaças • ... alteram as regras • ... estão ocorrendo mais rapidamente • ... estão globalizadas • ... estão inter-relacionadas • ... geram sobrecarga de informações © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 43. TRANSFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS ... difíceis de prever “A demanda mundial por veículos a motor não será superior a 1 milhão ... Essencialmente por causa da falta de motoristas.” (Gottlieb Daimler, 1901) “Eu acredito que há espaço para cerca de cinco computadores no mundo, e não mais.” (Thomas J. Watson, Presidente da IBM, 1943) “Internet é apenas uma moda (hype)!” (Bill Gates, Microsoft, 1995) © 2010 Clarke, Modet & Cº Não há nenhuma chance de que o iPhone vai obter qualquer participação de mercado significativa. sem chance” (Steve Ballmer, CEO Microsoft, 2007) © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 44. TRANSFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS ... geram oportunidades © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 45. TRANSFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS ... geram ameaças © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 46. TRANSFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS ... alteram as regras Antes Depois © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 47. TRANSFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS ...estão ocorrendo mais rapidamente © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 48. TRANSFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS ...estão globalizadas Hiphone © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 49. TRANSFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS ...estão inter-relacionadas © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 50. TRANSFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS ...geram sobrecarga de informações • Todos os dias, mais de 6.000 publicações científicas são lançadas • A cada 10 ou 15 anos a quantidade de literatura científica publicada dobra • Estes números têm um equivalente humano: hoje mais de cinco milhões de pessoas trabalham na área de produção de conhecimento em deptos. de P&D. Isso é cerca de 90% dos cientistas que já viveram! © 2010 Clarke, Modet & Cº Fonte: Lichtenthaler (2003) © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 51. REDUNDÂNCIA DE PESQUISAS NAS EMPRESAS Perdas em Pesquisas Redundantes • Na UE, as empresas gastam mais de 32 bilhões de Euros em pesquisas redundantes • Nos EUA mais de 70% das empresas admitiram investir em pesquisas que levou (ou estava levando a) uma solução anteriormente patenteada; • Em termos de valor o desperdício para alguns setores representa:  tecnologia da informação: US$ 15,3 bilhões,  automobilística US$ 9,7 bilhões, e  produtos farmacêuticos US$ 9,2 bilhões. • No total, entre os oito primeiros setores de mercado (em termos de gastos de P&D), o desperdício total nos EUA é de 48 bilhões de dólares © e VTT (2009) Fontes: EPO2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 52. DEFINIÇÃO: QUAIS, QUANDO E ONDE PRIORIZAR INVESTIMENTOS? © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 53. DEFINIÇÃO: DADOS, INFORMAÇÃO, CONHECIMENTO Dados Informaç ão Conheci mento • 41613 • 31416 • 3,1416 2*π*r= perímetro da circunferência © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 54. DEFINIÇÃO: RELAÇÃO DA IT COM OUTRAS DISCIPLINAS • Tendências de investimento de P&D • Tendências Tecnológicas e Novas Tecnologias • Oportunidades/Ameaças Tecnologia Int.Tec. Mercado Competidores • Mudanças de mercado/tendências • Demanda de Mercado Futuro • Novos players do mercado • Relação entreClarke,players do © 2010 os Modet & Cº mercado © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados • Conhecimento dos pontos fortes concorrentes • Estratégias dos concorrentes
  • 55. DEFINIÇÃO DE INTELIGENCIA TECNOLÓGICA “A Inteligência tecnológica pode ser interpretada como a capacidade para executar o processo de busca, gestão e análises de informação que, ao transformar em conhecimento, permitirá a adequada gestão dos recursos para o projeto, produção, melhoramento e comercialização de tecnologias aplicadas em produtos e processos, através da geração de planos e estratégias tecnológicas para a tomada de decisões corretas..” © 2010 Clarke, Modet & Cº Visão sistêmica que incorpora processos de trabalho que promovem a aprendizagem organizacional e a geração de capacidades de tomada de decisões Fonte: Luz Marina Torres P.1, Oscar F. Castellanos D.2,Claudia Nelcy Jiménez H, Valoración de la eficiencia de los sistemas de inteligencia Tecnológica, INGENIERÍA E INVESTIGACIÓN VOL. 30 No. 3, DECEMBER 2010 (106-115) © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 56. DEFINIÇÃO: POR QUÊ? PARA QUE? ANTECIPAR REDUZIR RISCOS • Identificar mudanças: novas tecnologias, equipamentos, mercados, c ompetidores. • Identificar ameaças: patentes, produtos, regulamentações, p arcerias. AUMENTAR COMPETITIVIDADE COOPERAR • Identificar gaps tecnológicos: analisar defasagem tecnológica em relação à players do mercado e academia. • Identificar novas parcerias e networking: empresas startups, Centros de Pesquisas, Universidades. CAPTAR RECURSOS IDENTIFICAR OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO • Estruturar projetos e planos de negócio para apresentação à fundos de investimento e agências de fomento: fundos de S.C., VC., PE., subvenção e financiamento governamental. © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados • Analisar perfis de empresas para fusões , aquisições, joint ventures e cadeia de valor: empresas, fornecedores e distribuidores.
  • 57. DEFINIÇÃO: ANALOGIA James G. March, "Exploration and Exploitation in Organizational Learning", Organization Science, Vol. 2, No. 1 (Feb., 1991) pp. 71–87. © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Exploitation Mercado atual Exploration Novos Mercados
  • 58. DEFINIÇÃO: MONITORING VS. SCANNING Inteligência Tecnológica Vigilância (Monitoring) Tecnológica Busca direcionada de desenvolvimentos tecnológicos em campos específicos do ambiente © 2010 Clarke, Modet & Cº competitivo da empresa © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Exploração (Scanning) Tecnológica Busca direcionada para identificar novas oportunidades tecnológicas em campos ainda não explorados pela empresa
  • 59. DEFINIÇÃO: MONITORING VS. SCANNING Tecnologias centrais (Core Technologies) Atuais White Spaces Em desenv. Outside-in (Exploração/Scanning) Inside-out (Vigilância/Monitoring) © 2010 Clarke, Modet & Cº Fonte: Lichtenthaler (2003) © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 60. DEFINIÇÃO: MONITORING VS. SCANNING Automóvel Meio de Transporte Fonte de tração Motor a combustão Eletrólito Membranas poliméricas Produto/ Sistema/ Material Scanning Célula combustível Scanning Motor a hidrogênio Scanning Ácido fosfórico Hidróxido de potássio Tecnologias Conhecidas Ultraleve Zircônia Tecnologias Desconhecidas © 2010 Clarke, Modet & Cº Fonte: Lichtenthaler (2003) © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Bateria
  • 61. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Estruturas Organizacionais Viabilizadores Estrutura organizacional Recursos (infra, RH, $) © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Aplicação de informação Comunicação de informação Análise de informação Coleta de informação Necessidades de informação Processos da decisão Atividades diretas Melhoria Missão/objetivos
  • 62. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo Necessidades Coleta © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Análise Comunicação Decisão
  • 63. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Necessidades Necessidades Coleta © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Análise Comunicação Decisão
  • 64. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Necessidades 1 Situação geral da área tecnológica e o potencial da mesma 2 Estratégia de comercialização mais adequada: regiões, competidores 3 Potenciais licenciantes ou parceiros para a fabricação e comercialização 4 Potenciais aplicações não consideradas no inicio do projeto 5 Ponto de partida da valoração econômica da tecnologia © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Convém lançar o produto? Onde lançar o produto? Com quem competimos? Com quem posso me aliar? Existem outros mercados potenciais? Quanto vale minha tecnologia?
  • 65. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Processo Necessidades Coleta © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Análise Comunicação Decisão
  • 66. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA • Técnicos • Gestores de P&D • Equipe jurídica / PI • Equipe de marketing, planejamento estratégico, etc) © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Externa Interna Processo: Coleta • Editores de boletins técnicos e periódicos • Pesquisadores e Professores Universitários • Associações de Classe • Consultores • Analistas de investimento
  • 67. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA •Relatórios anteriores de IT •Base de dados de IT (literatura, relatórios, etc) •Contatos e relatórios de viagem •Projetos de P&D •Propostas © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados •Periódicos técnicos •Patentes •Relatórios, estudos •Notícias - imprensa, boletim •Estudos governamentais, documentos •Informação segmentada empregos Literatura Cinzenta Externa •Documentos corporativos Literatura Distribuída Externa Interna Processo: Coleta •Dissertações / teses •White papers
  • 68. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Coleta Observações para seleção de fontes externas de Inteligência Tecnológica  Eficácia - relevância de conteúdo, foco, singularidade  Pontualidade – possibilidade de obter as respostas no tempo desejado?  Confiabilidade – fonte possui uma origem confiável?  Facilidade de acesso – a fonte é fácilmente acessível?  Custo - existe custo de aquisição?  Necessidades – são necessárias múltiplas fontes? © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 69. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Coleta Dificuldade da grande maioria das fontes externas de Inteligência Tecnológica  Muitas das potenciais fontes de informação são pouco confiáveis, são facilmente manipuláveis ou estão “contaminadas”;  A informação se encontra fragmentada e incompleta  Difícil acesso - a maioria das inovações ocorrem em pequenas companhias que não estão auditadas, não tem canais de distribuição, etc  Difícil de obter por meios legais © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 70. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Análise Necessidades Coleta © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Análise Comunicação Decisão
  • 71. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Quantitativo Processo: Análise Análise de Patentes Bibliometria Análise de Relevância Extrapolação de Tendências Delphi Qualitativo Cenários Roadmaps Brain storming & Cº © 2010 Clarke, Modet 5 anos 10 anos 15 anos © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados 20 anos 25 anos Fonte: Adaptado de Zurich Institute of Technology, 2002
  • 72. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Análise • Extrapolação de Tendências © 2010 Clarke, Modet & Cº Fonte: Adaptado de Balaguer, 2006 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 73. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Análise • Roadmap Tecnológico – Provê um meio estruturado e gráfico para explorar os relacionamento entre o mercado, os produtos e as tecnologias no tempo. © 2010 Clarke, Modet & Cº Fonte: Adaptado de Balaguer, 2006 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 74. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Análise • Cenários – “Cenário é o conjunto formado pela descrição coerente de uma situação futura e pelo encaminhamento dos acontecimentos que permitem passar da situação de origem à situação futura” (Michel Godet). © 2010 Clarke, Modet & Cº Fonte: Adaptado de Balaguer, 2006 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 75. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Análise • Análise Patentométrica Nº Doc. – Analises estatística de indicadores de patentes como objetivo de conhecer atividades tecnológica e inventivas de países, áreas e instituições 16 14 12 10 8 6 4 2 0 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Año de Solicitud © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 76. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: A Patente como Fonte de Informação Por que realizar Inteligência Tecnológica através das Patentes? 1 2 DISPONÍVEIS CONFIÁVEIS 3 4 PRECOCE © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados 5 ESTRUTURADA RELACIONADA
  • 77. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: A Patente como Fonte de Informação 1 2 DISPONÍVEIS CONFIÁVEIS 3 4 PRECOCE © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados 5 ESTRUTURADA RELACIONADA
  • 78. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: A Patente como Fonte de Informação 1 2 DISPONÍVEIS CONFIÁVEIS 3 4 PRECOCE 5 ESTRUTURADA RELACIONADA  Mais de 50 milhões de patentes – 90% das invenções mundiais podem ser localizadas nas bases de patentes  Cada ano mais de 1 milhão de novos documentos - “80% da literatura publicada sobre tecnologia ocorre somente através de patentes”, ou seja, que não se publica em nenhum outro meio  Nos EUA, 84% das patentes contém tecnologia não divulgada por outros meios © 2010 Clarke, Modet & Cº Fonte: WIPO, Global Patent Sources, Derwent Information © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 79. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: A Patente como Fonte de Informação 1 2 DISPONÍVEIS CONFIÁVEIS Um concorrente solicita uma patente 36 meses 3 4 PRECOCE Um Concorrente participa em um Congresso 2 anos Aparece publicado o pedido de © 2010 Clarke, Modet & Cº patente 1 ano 5 ESTRUTURADA Um fornecedor comum informa os pedidos RELACIONADA Apresentação em uma feira 6 meses 2 meses 1 mês Lançamento 1 semana Comercial Um cliente comum ouviu “algo” © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Um cliente comum avisa o lançamento A imprensa publica o lançamento
  • 80. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: A Patente como Fonte de Informação 1 2 DISPONÍVEIS 3 CONFIÁVEIS 4 PRECOCE  As patentes aportam informação estruturada facilita a análise CIP Prioridade  Possuem dados adicionais que ajudam o posicionamento global da linha de pesquisa em estudo: Código © 2010 Clarke, Modet & Cº Internacional de Patentes 5 ESTRUTURADA RELACIONADA Número de identificação Países Titulares Inventores © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Resumo Título
  • 81. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: A Patente como Fonte de Informação 1 2 DISPONÍVEIS CONFIÁVEIS 3 4 PRECOCE  Os requerentes devem mostrar o estado da técnica, citado na patente;  Mais citações nas patentes US que EPO: ESTRUTURADA © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados RELACIONADA Dois possíveis usos das citações para o estudo da inovação: A Mais citações de uma patente indica que tem sido útil - ao menos para o desenvolvimento de novas tecnologias B As citações indicam as direções dos fluxos de conhecimento - pode mostrar: a difusão, as redes sociais, os grupos de conhecimento, etc.  Filosofia EUA.: todos os documentos até os mais remotos são citados  Filosofia EPO: informe de busca que contém toda a informação técnica pertinente, com um número mínimo de citações 5
  • 82. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: A Patente como Fonte de Informação © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 83. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Imitator Pioneer 80% Share of Citations from Self 70% 60% 50% Protects 40% 30% 20% 10% Teaches 0% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% Share of Citations to Self © 2010 Clarke, Modet & Cº Firm2 Firm1 Firm3 Firm4 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Firm5 Firm8 Firm10 Firm16
  • 84. Científicas Industriais Sociais Político & Econ. DEFINIÇÃO DE FONTES DE INFORMAÇÃO © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 85. Industriais DEFINIÇÃO DE FONTES DE INFORMAÇÃO © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 86. FONTES DE INFORMAÇÃO PATENTÁRIAS Escritório brasileiro – INPI: • Apenas patentes brasileiras e apresenta o status quo do processo por meio dos despachos Escritórios Europeus – EPO: • patentes do mundo todo, possibilidade de impressão do documento original. Escritório norte-americano USPTO: • Busca em todas as patentes norteamericanas concedidas desde 1791. Organização Mundial de Propriedade Intelectual – OMPI: • buscas de pedidos internacionais de patentes (PCT) Escritório japonês – JPO: Escritório de Singapura – IPOS: • documentos depositados e concedidos somente no Japão • busca de pantentes de nos bancos de dados dos EUA(USPTO), Singapore (IPOS), PCT (WIPO), Europeu (EPO), China (SIPO), Canada (CIPO), Coreia (KIPO), Taipei (TIPO), UK (UK-IPO), Tailandia(TIPIC), Japão (JPO) © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 87. REFERÊNCIAS DE BUSCA E ANÁLISE DE PATENTES Patentscope Search & CLIR •Destinado para familiarizar usuários com as características do serviço de pesquisa PATENTSCOPE e recursos relacionados. Finding technology using Patents •Fornece uma visão geral das informações contidas em documentos de patentes e fontes de informação sobre patentes. WIPO Guide to using Patent information WIPO IP Facts and Figures, 2012 edition •Destinado para auxiliar usuários na utilização de informações de patentes, descrevendo diferentes estratégias e técnicas de busca, bem como abordagens para analisar resultados de pesquisa. •Fornece uma visão geral das atividades da Propriedade Intelectual com base no último ano disponível de estatísticas extraídas escritórios de PI nacionais e regionais PCT Yearly Review: The International Patent System, 2012 edition World Intellectual Property Indicators, 2011 edition •Fornece uma visão geral do desempenho e desenvolvimento do sistema PCT. © 2010 Clarke, Modet & Cº •Fornece uma ampla gama de indicadores que abrangem diversas áreas da propriedade intelectual: patentes, modelos de utilidade, marcas, desenhos industriais e microrganismos. http://www.wipo.int/patentscope/en/publica tions/ © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 88. BASE DE DADOS DE PATENTES http://worldwide.espacenet.com © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 89. BASE DE DADOS DE PATENTES http://worldwide.espacenet.com © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 90. INDICADORES Título Biomass Pretreatment Process Packed bed scrubber using a fusel oil solvent Producing edible residues from ethanol production Method and apparatus for conversion of cellulosic material to ethanol Method and system for saccharifying and fermenting a biomass feedstock Publicação Publicação Inventor(es) Titular (es) Classificação No. De Depósito Internacional Date de depósito US2012214216 Brady michael [us] 23/08/2012 o'connor paul [nl] stamires dennis [us] KIOR INC C12P7/10 C07C51/00 US201213458285 2012/04/27 US2012214215 Sibik Larry Kenneth 23/08/2012 [Us] PINNACLE ENGINEERING INC C12P7/06 C12M1/00 US201113160261 2011/06/14 22/08/2012 Medoff marshall [us] XYLECO INC A23K1/06 C12P7/10 EP20100823967 2010/10/12 Holm christensen 17/05/2012 borge gerlach lena holm INBICON AS C12P7/10 C13B10/00 C13K1/02 AU20120202325 2012/04/19 XYLECO INC C12M1/00 C12P7/06 C12P7/10 C12P7/14 AU20100343264 2010/11/18 DEDINI S A IND DE BASE C12P7/06 C12P7/14 WO2011BR00038 2011/01/31 EP2488048 AU2012202325 AU2010343264 Process for producing ethanol from the fermentation of sugar sources in a WO2012103609 fermentation medium © 2010 Clarke, Modet & Cº with high ethanol content 16/08/2012 Medoff marshall masterman thomas Mantelatto paulo 09/08/2012 eduardo [br] e outros © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 91. INDICADORES  A evolução temporal de publicações permite uma visão mais clara sobre o grau de maturidade alcançado pela tecnologia  Evolução crescente  Área tecnológica atualmente em crescimento © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 92. Líderes en Propiedad Industrial e Intelectual en países de habla Hispana y Portuguesa
  • 93. INDICADORES © 2010 Clarke, Modet & Cº Fonte: Adaptado de JPO, 2000 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 94. INDICADORES Outros Impressão Digital 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Iris 1995-1999 2000-2004 2005-2009 Assinatura Facial Voz © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 95. INDICADORES © 2010 Clarke, Modet & Cº Fonte: Adaptado de JPO, 2000 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 96. INDICADORES 2010 2000 © 2010 Clarke, Modet & Cº Fonte: Adaptado de JPO, 2000 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 97. INDICADORES © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 98. INDICADORES Patentes Philips EUA (2000-2009) Equip. Médicos (ex. Tomografia) Iluminação (ex. Lâmpadas Electrodeless) Iluminação (ex. Lâmpadas LED) Semicondutores © 2010 Clarke, Modet & Cº Comunicação (ex. redes s/fio) Sist. Ópticos de leitura e gravação (ex. DVD “Blu-ray”) Aprox. 17.000 docs Fonte: Thomson Innovation © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 99. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Desvantagens da informação de patentes  Nem todas as inovações são patenteáveis, nem todas as inovações patenteáveis estão patenteadas - o segredo pode ser às vezes um mecanismo de proteção mais eficiente.  Diferenças na propensão de patentear em função da indústria, tamanho da empresa, tipo de invenção (por exemplo, ciclo de vida do produto), custo da imitação, etc  Uma parte substancial das patentes se realizam por motivos estratégicos, preferentemente competitivos - nem todas as patentes são comercialmente viáveis  As patentes não proporcionam informação do estado de desenvolvimento da © 2010 Clarke, Modet & Cº tecnologia © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 100. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: A Patente como Fonte de Informação Fontes de Informação Complementar Artigos Científicos Notícias Estudos de Mercado Legislação © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 101. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Comunicação Necessidades Coleta © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Análise Comunicação Decisão
  • 102. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Comunicação © 2010 Clarke, Modet & Cº 111 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 103. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Decisão Necessidades Coleta © 2010 Clarke, Modet & Cº © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados Análise Comunicação Decisão
  • 104. SISTEMA DE INTELIGÊNCIA TECNOLÓGICA Processo: Decisão “...garantir a continuidade do negócio, minimizar o risco ao negócio, maximizar o retorno sobre os investimentos e as oportunidades de negócio” expandir e garantir © 2010 Clarke, Modet & Cº VANTAGEM COMPETITIVA © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 105. Apropriabilidade Legal MATRIZ DE DECISÃO PARA PI Alta Licenciamento/Spin Off para benefício estratégico Manter em casa Ações Baixa © 2010 Clarke, Modet & Cº Ignorar Licenciar/Difundir para diluir vantagem de competidores Baixa Alta Vantagem Competitiva Fonte: Adaptação de Pitkethly, 2001 © Clarke, Modet & Cº 2013. Todos os direitos reservados
  • 106. Claudio Mazzola Coordenador de Inteligência Tecnológica Clarke, Modet & Co. Brasil cmazzola@clarkemodet.com.br www.clarkemodet.com.br www.clarkemodet.com.br Argentina - Brasil - Chile - Colômbia - Espanha - México - Portugal - Peru – Uruguai - Venezuela 116 © 2013 Clarke, Modet & Cº
  • 107. Argentina - Brasil - Chile - Colombia - Espanha - México - Portugal - Perú – Uruguai - Venezuela 117 © 2013 Clarke, Modet & Cº

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