Turismo Cultural Ferroviário – Potencialidades e Perspectivas

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Por: Fernando Caixeta - MTur

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Turismo Cultural Ferroviário – Potencialidades e Perspectivas

  1. 1. Turismo Cultural Ferroviário – Potencialidades e Perspectivas Santa Maria, março de 2010
  2. 2. Plano Nacional de Turismo 2007-2010 MACROPROGRAMAS Logística de Transportes Planejamento e Gestão Informações e Estudos Turísticos Regionalização do Turismo Fomento à Iniciativa Privada Infra-Estrutura Pública Qualificação dos Equipamentos e Serviços Turísticos Promoção e Apoio à Comercialização
  3. 3. <ul><li>O modelo de gestão descentralizada do turismo, implantado no País pelo Ministério do Turismo apoiado por seus colegiados parceiros, proporciona que cada Unidade Federada, região e município busque suas próprias alternativas de desenvolvimento, de acordo com suas realidades e especificidades. O que propõe o Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil são diretrizes políticas e operacionais para orientar o processo do desenvolvimento turístico, com foco na regionalização. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Regionalizar não é apenas o ato de agrupar municípios com relativa proximidade e similaridades. É construir um ambiente democrático, harmônico e participativo entre poder público, iniciativa privada, terceiro setor e comunidade. É promover a integração e cooperação intersetorial, com vistas à sinergia na atuação conjunta entre todos os envolvidos direta e indiretamente na atividade turística de uma determinada localidade. </li></ul>
  5. 5. Plano Nacional de Turismo 2007-2010 MACROPROGRAMA 4 Regionalização do Turismo Programa de Planejamento e Gestão da Regionalização Programa de Estruturação dos segmentos Turísticos Programa de Estruturação da Produção Associada ao Turismo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Regional
  6. 6. A segmentação constitui uma forma de organizar o turismo. É uma estratégia para a estruturação de produtos e consolidação de roteiros e destinos, a partir dos elementos de identidade da oferta e também das características e variáveis da demanda. Fonte: Marcos Conceituais – Segmentação do Turismo, 2006 . Programa de Estruturação dos Segmentos Turísticos Propõe o ordenamento e a consolidação de cada segmento, a articulação e o fortalecimento de suas instâncias representativas e a padronização de referência conceitual, que juntamente com a estruturação da produção associada ao turismo configuram a base para a construção de roteiros. Fonte: PNT 2007-2010, p. 68.
  7. 7. Turismo Social Ecoturismo Turismo Cultural Turismo de Pesca Turismo de Aventura Turismo Náutico Turismo de Negócios e Eventos Turismo Rural Segmentos Turísticos Turismo de Estudo e Intercâmbio Turismo de Sol e Praia Turismo de Esportes Turismo de saúde
  8. 8. Turismo Cultural Compreende as atividades turísticas relacionadas à vivência do conjunto de elementos significativos do patrimônio histórico e cultural e dos eventos culturais, valorizando e promovendo os bens materiais e imateriais da cultura.
  9. 9. <ul><ul><li>Sítios históricos </li></ul></ul><ul><ul><li>Edificações </li></ul></ul><ul><ul><li>Festas e celebrações </li></ul></ul><ul><ul><li>Gastronomia típica </li></ul></ul><ul><ul><li>Artesanato </li></ul></ul><ul><ul><li>Saberes e fazeres </li></ul></ul>
  10. 10. Dos roteiros preferidos pelos turistas, cerca de 20 % são cidades históricas
  11. 11. <ul><li>Incremento no número de viagens turísticas realizadas por trens turísticos; </li></ul><ul><li>Preservação da malha ferroviária brasileira; </li></ul><ul><li>Criar e qualificar mão-de-obra especializada; </li></ul><ul><li>Consumir um produto de alto valor agregado, com aspectos diferenciados para um público específico; </li></ul><ul><li>Modernização das Estações Ferroviárias; </li></ul><ul><li>Abrangência Territorial. </li></ul><ul><li>* Projeto BenchMarking </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Fomentar e incentivar os projetos de trens turísticos e culturais; </li></ul><ul><li>Recuperação e aproveitamento da malha ferroviária e do patrimônio da RFFSA; </li></ul><ul><li>Criar um destino indutor de trens turísticos (referência) dentro do segmento de turismo cultural; </li></ul><ul><li>Geração de emprego e renda; </li></ul><ul><li>Incremento da infra-estrutura turística regional. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Dispersão de informações sobre como implementar um projeto de trens turísticos e culturais; </li></ul><ul><li>Falta de equipamento (Ex.: material rodante); </li></ul><ul><li>Pouca mão-de-obra especializada; </li></ul><ul><li>Falta de política pública específica para o setor; </li></ul><ul><li>Alto custo de implementação dos projetos. </li></ul>
  14. 14. Principais marcos ferroviários brasileiros <ul><li>No Brasil, o advento das ferrovias se deu graças a Irineu Evangelista de Souza, quando em 1854, implementou a ligação entre Porto de Estrela, na Baía de Guanabara e Raiz da Serra, próximo à cidade de Petrópolis. </li></ul><ul><li>Ligação Rio – São Paulo, no dia 08 de julho de 1877; </li></ul><ul><li>Em 1922, existia no país um sistema ferroviário com, aproximadamente, 29.000 Km de extensão, cerca de 2.000 locomotivas e 30.000 vagões em tráfego. </li></ul><ul><li>Já em 1995, o processo de desestatização da RFFSA foi realizado com base na Lei n.º 8.987, (Lei das Concessões). Esta lei estabeleceu os direitos e obrigações para as partes envolvidas no processo de concessão, definindo ainda, o princípio da manutenção do equilíbrio econômico e financeiro e os direitos dos usuários. </li></ul>
  15. 15. O Grupo de Trabalho de Turismo Ferroviário <ul><li>O Grupo de Trabalho de Turismo Ferroviário foi constituído pela Portaria n° 18 de 25 de fevereiro de 2010. </li></ul><ul><li>Objetivo Geral: </li></ul><ul><li>Desenvolver uma política de fomento ao turismo ferroviário no País, especificamente, no que concerne ao segmento de Trens Turísticos e Culturais, com a finalidade de recuperação, requalificação e preservação dos trechos em atividade ou desativados. </li></ul><ul><li>Competências: </li></ul><ul><li>Compete ao Grupo de Trabalho definir critérios técnicos para análise de projetos concernente à política de fomento ao turismo ferroviário no País. </li></ul>
  16. 16. Diretrizes Gerais para projetos, no que tange aos aspectos turísticos <ul><li>Possuir atrativos turísticos, sejam eles naturais, culturais, atividades econômicas, realizações técnicas, científicas, artísticas ou ainda eventos programados, além de equipamentos turísticos, infra-estrutura, e ainda recursos humanos qualificados; </li></ul><ul><li>Outro ponto importante é o sistema de gestão do destino. Neste caso, é recomendável que o mesmo possua um Órgão Oficial de Turismo e um Conselho Municipal de Turismo, que envolva, além de outros atores públicos, iniciativa privada e terceiro setor; </li></ul><ul><li>Também será considerado se a região/município tem participação em projetos do Governo Federal, e ainda se o município integra o mapa de Regionalização do Turismo 2009, pertencendo a alguma das regiões turísticas mapeadas, sendo um destino indutor ou ainda pertencendo a um dos roteiros prioritários para o Ministério do Turismo, ou ainda, integre alguma das 276 regiões turísticas identificadas pelo Programa de Regionalização do Turismo em 2009. </li></ul>
  17. 17. Priorização dos Territórios para implantação do Programa de Regionalização do Turismo 2009 276 Regiões Turísticas 3.635 Municípios/Distritos 2009 81 roteiros turísticos Priorizados
  18. 18. Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional 65 Destinos Indutores 3 no Rio Grande do Sul: Porto Alegre; Gramado; Bento Gonçalves.
  19. 19. OBRIGADO! Contato: Fernando Moreira Oliviere Caixeta E-mail: [email_address] Telefone: 61 - 2023-8208

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