O comércio interno

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O comércio interno

  1. 1. O comércio internoO ideal de auto-suficiência e a quase inexistência de um sistema regular de compra evenda começou no século XIII a ser substituído por um novo princípio de mercado. Onovo sistema implicava uma troca organizada entre o campo e a cidade e, assim, cadagrande propriedade começou a enviar boa parte da sua produção para a cidade maispróxima, tornando-se o mercado a forma habitual da organização económica.O comércio entre as povoações era feito pelos almocreves, que, nos seus animais,transportavam as mercadorias por todo o reino. Para além dos almocreves, que vendiamos seus produtos de terra em terra, os mercados e as feiras tiveram um papel muitoimportante no desenvolvimento económico do reino. Os mercados eram locais ouregionais e realizavam-se com frequência quinzenais ou mensais. As feiras eramgeralmente anuais, e atraíam grande número de mercadores e compradores.COMÉRCIOINTERNACIONALComo os países não conseguem produzir todos os produtos de que necessitam,especializam-se nas actividades produtivas para os quais se encontram mais aptos,permutando os produtos entre si. Este comércio internacional ou comércio exteriorsubmete os produtores internos a um maior grau de concorrência, reduzindo seu poderde mercado. à Consequentemente, os consumidores internos compram produtos maisbaratos, tanto dos produtores externos quanto dos produtores nacionais que devemmanter seus preços em níveis competitivos. À política de comércio exterior de um paísdeve estar vinculada a sua política interna, no plano económico, social e lega. COMÉRCIO EXTERNO O comércio de exportação e importação tem uma relevância muito especial pelo facto de ser composto por mercadorias de preço mais elevado, dando lugar a maiores margens de
  2. 2. lucro. O negócio dirigia-se às camadas com maior poder de compra, em especial àaristocracia que era a grande compradora de objectos de prestígio, especiarias, artigosde luxo ou armas. Os governantes tinham de assegurar o fornecimento dos recursosessenciais às necessidades dos exércitos e aos sectores chaves da economia. Estas trocasinternacionais tornaram-se assim uma necessidade, ocupando os comerciantes umaposição privilegiada na sua realização.O estabelecimento de relações comerciais entre regiões tornou-se imperativo. Taisrelações só podiam ser mantidas com paz e amizade e não com conflitos, tornando-senecessário estabelecer convenções, concessões ou interdições. Certos estadosacordavam mesmo o fornecimento regular de certas matérias-primas ou a instalação dearmazéns comerciais em locais escolhidos dos seus territórios. Estabeleciam-se tratadosbilaterais que continham cláusulas a autorizar o comércio, a definir as restrições ou aszonas de monopólio. Com o tempo, fixaram-se regras precisas sobre direitosaduaneiros, arrecadação de impostos ou isenções.Bibliografiahttp://www.portugal-tchat.com/forum/do-condado-portucalense-a-consolidacao-de-portugal-1095-1383/3384-comercio-interno.htmlhttp://pt.scribd.com/doc/272271/Comercio-internacionalhttp://www.eumed.net/libros/2008a/372/COMERCIO%20EXTERNO.htm Trabalho realizado por Ana Vaz nº1
  3. 3. T/11ºtvDisciplina de economia modulo 6

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