Câncer colo útero estudo de caso pdf

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Câncer colo útero estudo de caso pdf

  1. 1. CÂNCER DE COLO UTERINO METASTATICO
  2. 2. A maioria das células normais cresce se reproduz e morre em respostaaos sinais internos e externos ao corpo.A célula mutada passa a agir independentemente em vez decooperativamente, dividindo-se de modo descontrolado, até formaruma massa celular denominada tumor. Essas células podem ter ahabilidade de se espalhar pelos tecidos sadios do corpo, por umprocesso conhecido como metástase, invadindo outros órgãos eformando novos tumores (CORRÊA, 2006).O tumor maligno cresce rapidamente e tende a ser agressivo. Estetumor maligno pode ser adquirido basicamente a partir de 3 formas,uma delas é o adquirido, causada por algum fator químico, físico, oubiológico, outra forma é o hereditário e por ultimo a formaespontânea (COELHO, 2009).
  3. 3. CA decolouterinoIdadena 1relaçãosexualN deparceirossexuaisIdadeavançada no 1partoInfecções viraisfrequentes ( HPV)O câncer do colo uterino apresenta alta incidência em todo o mundo,principalmente nos países em desenvolvimento. Gera, aproximadamente, 230 milóbitos de mulheres por ano no mundo (LIMA; PALMEIRA; CIPOLOTTI, 2006).O Brasil é o país commaior taxa de incidênciado câncer do colouterino, na AméricaLatina.Entre outros fatores, as alterações de condições imunológicas locais na áreacomprometida, as alterações nutricionais (deficiência de Beta Carotenos,vitaminas A e E), o hábito de fumar, a infecção por clamídia, entre outros, e atéo contato com o sêmen humano ( GUIMARÂES, 2003).
  4. 4. Infecções virais estão intimamente relacionadas ao aparecimento do câncer decolo, como papiloma vírus humano (HPV), que constitui a causa central dessecâncer as suas patologias precursoras.A faixa etária de maior ocorrência do câncer de colo uterino é de 40 a 50 anos,10 a 15 anos após a idade de maior frequência das lesões pré-invasiva e osprincipais sintomas do câncer do colo do útero são sangramento vaginal,corrimento e dor (GUIMARÃES, 2004).
  5. 5. As exenterações pélvicas são um procedimento cirúrgico que consiste naremoção dos órgãos pélvicos (útero, ovários, vagina, bexiga, e recto-sigmóide).Trata-se da cirurgia oncológica mais radical.É acompanhada de um procedimento com o objetivo de realizar umaderivação urinária após remoção da bexiga com recurso a um segmento de íleofixado à direita do abdómen com a colostomia do lado esquerdo (HUFF;CASTRO, 2011).As complicações em longo prazo mais importantes são as relacionadas comderivações urinárias: infecções urinárias recorrentes, obstrução epielonefrites com uma frequência descrita de complicações pós-operatóriastardias de 20% e com uma necessidade de re-intervenção cirúrgica de 42%.
  6. 6. O procedimento de Colostomia é caracterizado como um procedimento cirúrgico queconsiste na exteriorização do intestino grosso e na abertura de um orifício externo,através da parede abdominal, para eliminação de gases ou fezes, a finalidade dacolostomia é permitir que as fezes não passem por uma parte doente ou danificada docólon.A colostomia não tem um músculo esfíncter, de modo que uma pessoa que tem umacolostomia não possui controle voluntário sobre sua evacuação intestinal. Em vez disso,a pessoa usa uma bolsa descartável para coletar as fezes (SILVA, et al., 2008).
  7. 7. A paciente em questão foi deu entrada no setor de oncologia no dia 17/10/12 com dores nocanal vaginal, foi internada na ala 6 leito 1.Mora com os pais e filho, não pratica atividade física, hábito intestinal com colostomia(esvaziamento de 3 a 4 vezes ao dia).Apresentou episódios de náusea e vômito nos últimos dias que estava internada.J.D.S, Sexo feminino50 anos.Data de Internação: 17/10/12Procedente de São JõaoBatistaDivorciada, trabalhava nocomércioHPP: Câncer de colo uterinoPossui colostomia a 11 mesese exenteração pélvica a 7meses.Antecedentes familiares: Paitem HPP de câncer depróstata e DM 2.
  8. 8. Os valores antropométricos obtidos no dia 22/10/2012, da paciente J.D.S. internada naMaternidade Carmela Dutra seguem no quadro abaixo:Estatura 1,57 mPeso ideal 51,76 kg - FAO (1985)Peso atual 54,7Peso usual 60 kgIMC 22,33 - Eutrófico segundo a OMS(1998)% de perda depeso/classificação8,83% Perda moderada de peso em 6meses ( 10%). Fonte: ASPEN, 1993;
  9. 9. Exames Resultado ReferênciaGlicose 82 70 – 100 mg/dLUreia 55 13 – 43 mg/dLCreatinina 0,77 0,5 - 1,1Hemácia 3,89 milhões/mm³ 3 – 4,91 milhões/mm³Hemoglobina 10,7 g/dL 11 a 14 g/dLHematócrito 34 36 – 44VCM 87 82 – 86 flHCM 27,5 27 – 32,6 pgCHCM 31,5 g/dL 33,6 – 34,9 g/dLPlaquetas 212 mm³ 143 - 350 mm³Leucócito 5,41 mm³ 3,9 – 11,1 mm³Neutrófilo 3.657 1.700 a 7.500 mm³Eusinófilo 162 30 – 460 mm³Basófilo 11 000 a 130 mm³Linfócito 1.109 1000 – 3.200 mm¹Monócito 471 200 – 920 mm³Data: 18.10.12Referência: Diab Core 34: 1419 20ís
  10. 10. Dos resultados da avaliação antropométrica, paciente está eutrófica,e em relação a hemoglobina e o hematócrito a paciente encontra-secom anemia.
  11. 11. Necessidades calóricas:NE= 54,7 kg x 30 kcal = 1640 kcal.Recomendações proteicas:NP utilizada: 1,3 = 54,7 x 1,3 = 71,11g/ptn/ dia284,44 kcal = 17% de ptn na dietaRecomendações Hídricas:RI= 35 x 54,7= 1914,5 ml/kg/diaFonte: INCA, 2009Distribuição MacronutrientesNutrientes g/kg/dia g/dia Kcal %VETENERGIA 1640 100PTN 1,28 69,75 279 17CHO 4,42 242 968 59LIP 0,8 43,78 394 24Distribuição Micronutrientes – DRI, 2002Cálcio (mg) : 1.000 Vit. A (mcg RE) - 700Magnésio (mg): 320 Vit. D (mcg) – 5,00Ferro (mg) : 18 Vit. B1 (mg) – 1,10Selênio (mcg) : 55 Vit. B12 (mcg) : 2,40Potássio (mg): 5.000 Vit. C (mg) : 75Zinco (mg) : 8 Vit. E (mg) : 15Para o cálculo de necessidades nutricionais foi utilizado as recomendaçõesnutricionais no paciente oncológico adulto pós-cirúrgico do Inca (2009), sendoescolhido por ser o mais adequado ao diagnóstico do paciente.
  12. 12. Na dieta usual da paciente foi possível analisar que esta consumiu uma dietanormoglicídica, normoproteica, normolipídica, pobre em fibras e água, consumiu grandequantidade de CHO simples, pobre em micronutrientes e muitos produtos contendogordura trans.A paciente relata que faz cinco a seis refeições/dia em sua própria casa, as refeições sãopreparadas por sua mãe. Não apresenta intolerância ou aversões alimentares.Não consegue consumir carne vermelha, somente se for moída ou ensopada.Consome fritura cerca de duas vezes na semana, sal e açúcar diariamente, mas em poucaquantidade, cerca de 2 e 1 colher respectivamente.Consome líquido junto as refeições. Consome muito CHO simples como “lanches depadaria” durante a semana.
  13. 13. DISTRIBUIÇÃO DOS MACRONUTRIENTESPrescrição Dia UsualAdequaçãoNutrientes g/kg/dia g/dia Kcal %VET g/kg/dia g/dia Kcal %VET%ENERGIA 1640 100 1372,65 100% 83,69PTN 1,3 71,11 284,44 17 0,97 52,97 211,88 15,44 74,49CHO 4,42 242 968 59 3,77 206,65 826,6 60,22 85,39LIP 0,8 43,78 394 24 0,67 37,13 334,17 24,34 84,81Nutriente Calculado DiausualPrescrição AdequaçãoFibras (g) 5,6 20 28%Vit. A (RE) 491,3 700 70,1%Vit. B12 (mcg) 0,44 2,40 18,3%Vit. C (mg) 70,7 75 94,2%Vit. E (mg) 15,6 15 104%Vit. D (mcg) 0,6 5,00 12%Magnésio (mg) 72,2 320 22,56%Zinco (mg) 2,0 8 25%Na (mg) 1592,8 2400 66,36%Potássio (mg) 689,9 5.000 13,79%Ferro (mg) 6,9 18 38,3%
  14. 14. Alimento Medida caseira GramasDesjejum 07:00PÃO CASEIRO 1 unidade M 50gQUEIJO MUSSARELA 1 Fatia Fina 25gMARGARINA COM ÓLEO INTERESTIFICADOCOM SAL1 Col. Chá rasa; 12gSUCO A BASE DE SOJA GOIABA 1 copo P 200mlColação 10:00SUCO A BASE DE SOJA PÊSSEGO DEL VALLE 1 copo P 200mlAlmoço 12:00FILÉ DE FRANGO GRELHADO 1 filé P 30 gPURÊ DE BATATAS 2 Col. S. CH 48gBETERRABA 2 Col. S. CH 40gCENOURA 2 Col. S. CH 40gTOMATE 2 Col. S. CH 40gLanche da Tarde 15:00BOLO DE CHOCOLATE 1 Fatia M 80gCAFÉ COM LEITE DESNATADO C/ AÇÚCAR 1 xíc de chá 50mlJantar 19:00PÃO CASEIRO 1 unidade M 50gQUEIJO MUSSARELA 1 Fatia Fina 25gMARGARINA COM ÓLEO INTERESTIFICADOCOM SAL1 Col. Chá rasa; 12gSUCO A BASE DE SOJA GOIABA 1 copo P 200mlCeia 20:00GELATINA SABORES VARIADOS PÓ 2 Col. S. CH 48gLanche Extra 1 22:00CHÁ ERVA-DOCE INFUSÃO 1 xíc. de chá 50ml
  15. 15. DISTRIBUIÇÃO DOS MACRONUTRIENTESPrescrição Recordatório 24hAdequaçãoNutrientesg/kg/diag/dia Kcal %VETg/kg/diag/dia Kcal %VET%ENERGIA 1640 100 1284,68 100 78,33PTN 1,3 71,11 284,44 17 0,81 44,84 179,52 13,96 63,11CHO 4,42 242 968 59 3,89 212,97 851,88 66,31 88LIP 0,8 43,78 394 24 0,51 28,16 253,44 19,73 64,32Dieta pouco fracionada, paciente não conseguiu consumir grandequantidade das refeições servidas, consumindo uma dietahiperglicídica, normoproteica, normolipídica, pobre em fibras emicronutrientes. Durante o recordatório 24H, paciente relatou que teveepisódios de vômito durante todo o dia.
  16. 16. Nutriente R24h Prescrição AdequaçãoFibras (g) 12,2 20 61%Vit. A (RE) 491 700 70,14%Vit. B12 (mcg) 0,73 2,40 30,41%Vit. C (mg) 210,4 75 280%Vit. E (mg) 8,1 15 54%Vit. D (mcg) 0,1 5,00 2%Magnésio (mg) 144,3 320 45,09%Zinco (mg) 2,8 8 35%Na (mg) 3048,8 2400 127%Potássio (mg) 1792,3 5.000 35,8%Ferro (mg) 6,8 18 45,3%
  17. 17. Alimento Medida caseira GramasDesjejum 07:00PÃO DE TRIGO CASEIRO 1 unidade M 20gMARGARINA COM ÓLEO HIDROGENADOCOM SAL1 Col. Chá rasa 4gQUEIJO MUSSARELA FATIADA 1 fatia F 14gCAFÉ COM LEITE DESNATADO C/ AÇÚCAR 1 copo P 165mlMAMÃO FORMOSA 1 fatia P 80gColação 10:00BANANA 2 unidades P 30gAlmoço 12:00SOPA DE LEGUMES E MACARRÃO 1 prato R 325gARROZ BRANCO COZIDO 2 Col. S. CH 50gPICADINHO DE CARNE COM FRUTAS 2 Col. S. CH 70gABOBRINHA COZIDA 1 Col. S. CH 36gBETERRABA 2 Col. S. CH 32gSUCO DE LARANJA PRONTO PARA BEBER -SANTAL PARMAL1 copo P 165mlLanche da Tarde 15:00LARANJA 1 unidade P 30gPÃO DE TRIGO CASEIRO 1 unidade M 20gMARGARINA COM ÓLEO HIDROGENADOCOM SAL1 Col. Chá rasa 4gJantar 19:00RISOTO DE FRANGO 4 Col. S. CH 80gSUCO DE LARANJA 1 copo P 165mlCHUCHU COZIDO 2 Col. S. CH. 40gCeia 20:00BISCOITO ADRIA ÁGUA E SAL 4 unidades P 24gCAFÉ COM LEITE DESNATADO C/ AÇÚCAR 1 copo P 165 ml
  18. 18. Paciente com dieta normal ou livre.
  19. 19. Sinais e Sintomas Fisiopatologia PrescriçãoDietoterápicaPrescriçãoMedicamentosaDor no canal vaginal Com a cirurgia, a vulva pode serdesnervada e há inchaço e dor noclitóris. Para que a cura totalaconteça é sugerido,aproximadamente um prazo de 12 a18 meses após a cirurgia. Pode sertambém causada por uma infecçãoMorfina 10 mgConcentração dehemoglobina ehematócrito baixo(anemia)Com a redução de hemoglobinadiminui a capacidade do sangue detransportar oxigênio para os tecidos.Essa falta de oxigênio nos órgãos éconhecida como hipoxia. Podendocausar cansaço, fraqueza, pelepálida, problemas menstruais erespiratórios, mal estar, tontura enáusea.Dieta adequada emferro (18mg/dia).Hiperuremia O catabolismo proteico aumentado,obstrução do trato urinário,desidratação, condições queresultam na diminuição do fluxosanguíneo para os rins, podemprovocar elevação da ureia.Dieta hiperproteica(1,3g/dia),hiperglicídica(59%),normohídrica(2L/dia).Huff; Castro (2011); Vieira (2010); Moura; Reyes (2002); Miyata, Toshio (1999). Cuppari (2005).
  20. 20. Fonte: MOURA; REYES, 2002, FREITAS, 2010, Guia Fármaco nutriente.Medicamento/ Posologia Indicação Efeitos Colaterais Interação Fármaco xNutrienteMetoclopramida10mg 8/8HRefluxo gastroesofágico Boca seca, aumento doesvaziamento gástrico,tontura, insônia,náuseas,depressão e edema.Tomar meia hora antes dasrefeições e ao deitar. Evitarálcool e na diabete, poispode alterar osrequerimentos de insulina.Morfina (Sulfato)10 mgAnalgésico para dor Anorexia, boca seca,diminuição da motilidadegástrica, náuseas e vômitos,hipotensão, sonolência,fraqueza, edema e sudorese.Pode causar dependênciaem uso prolongado.Tomar junto com refeiçõespara diminuir o desconfortogastrointestinal. Asseguraringestão hídrica adequada.Evitar álcool e não usar nalactação.Paracetamol300mgAnalgésico e antitérmico Hepatotoxicidade, anemiahemolítica, diminuição deleucócitos e aumento dabilirrubina.Evitar alimentos ricos emfibras junto ou próximo àadministração domedicamento, poisdiminuem a ação dofármaco.
  21. 21. Dieta de consistência normal, fracionamento aumentado (8x ao dia), normocalórica,normolipídica, normoglicídica, hiperprotéica, adequada em fibras e água.Baseado no Maruyama (2004) a dieta deve ser normal em fibras, devido a colostmoia realizadana paciente a 7 meses, para não aumentar o bolo fecal.Necessidade EnergéticaRecomendação Calculo Utilizado NEEm manutenção de peso25-30 kcal/Kg/diaNE= 54,7 kg x 30 kcal 1640 kcalNecessidade ProtéicaCom estresse moderado1,1-1,5NP utilizada: 1,3 = 54,7 x 1,3 71,11 g/ptn/ dia284,44 kcal 17% de ptn na dietaNecessidade Hídrica18-55 anos 35ml/kg/dia RI= 35 x 54,7 1914,5 ml/kg/diaFonte: INCA, 2009
  22. 22. DISTRIBUIÇÃO DOS MACRONUTRIENTESPrescrição Exemplo de cardápio AdequaçãoNutrientes g/kg/dia g/dia Kcal %VET g/kg/dia g/dia Kcal %VET %ENERGIA 1640 100 1647,63 100 100,4PTN 1,3 71,11 284,44 17 1,31 71,54 286,16 17,37 100,6CHO 4,42 242 968 59 4,45 243, 55 974,2 59,13 100,6LIP 0,8 43,78 394 24 0,78 43,03 387,27 23,50 98,29Nutriente Calculado Ex. Cardápio Prescrição AdequaçãoFibras (g) 22 20 110%Vit. A (RE) 1898,3 700 271,18%Vit. B12 (mcg) 2,78 2,40 115,8%Vit. C (mg) 107,1 75 142,8%Vit. E (mg) 4,0 15 26,6%Vit. D (mcg) 2,3 5,00 4%Magnésio (mg) 259,2 320 81%Zinco (mg) 6 8 75%Na (mg) 1569,3 2400 123%Potássio (mg) 2952,6 5.000 59%Ferro (mg) 12 18 66,6%
  23. 23. Alimento Medida caseira GramasDesjejum 07:00PÃO DE FORMA 7 GRÃOS LIGHT 2 Fatias 50gSUCO DE LARANJA COM ACEROLA SEMAÇÚCAR1 Copo 240mlGELÉIA DE FUTA 1 Col. S. Cheia 20gMELÃO 1 Fatia P (100g)Colação 9:00IOGURTE LIGHT CORPUS ½ Pote 50gAVEIA EM FLOCOS 1 Col. S. Rasa 11gLanche Extra 10:30DAMASCO 2 unidades 10gNOZES 1 Unidade 5gCASTANHA DO PARÁ 2 Unidades 10gAlmoço 12:00ARROZ BRANCO COZIDO 2 Col. S. Cheia 40gSALSINHA 2 Col. S. Cheia 24gALHO Dentes 8gAGRIÃO 2 Col. S. CH. 24gCENOURA COZIDA 2 Col. S. CH. Picada 50gSUCO DE MELANCIA SEM AÇÚCAR 1 Copo 240mlFILÉ DE PEIXE COZIDO 1 Filé P 30gGERGELIM SEMENTE 1 Col. S. CH 14gERVILHA EM CONSERVA 2 Col. S. Cheia 30g
  24. 24. Alimento Medida caseira GramasBISCOITO SALGADO CREAM CRACKER 4 Unidades 34gRICOTA 1 Col. S. CH 20gCAFÉ COM AÇÚCAR (INFUSÃO) 1 Xícara café 50mlLanche Extra 2 16:30IOGURTE LIGHT CORPUS ½ unidade 50gMORANGO 4 Unid. P 30gJantar 19:30EscondidinhoCARNE MOÍDA REFOGADA 2 Col. S. Cheia 50gBATATA INGLESA COZIDA 1 Unid. M 65gABOBRINHA COZIDA 2 Col. S. CH 48gALHO 2 Dentes 8gLOURO EM FOLHA 2 Folha M 5gCHUCHU COZIDO 2 Col. S. CH. Picada 60gAZEITE DE OLIVA 1 Colher de chá 6gALFACE 2 Folhas 5gFEIJÃO PRETO COZIDO SÓ CALDO 1 Concha P. Cheia 55gBETERRABA COZIDA 2 Col. S. Cheia 60gCeia 22:00Gelatina natural (GELATINA INCOLOR + MARACUJÁ ( 1 unidade Média – 50g)GELATINA 2 Col.S. CH 48g
  25. 25. •Evitar alimentos industrializados, temperos prontos (como caldos decarne, caldos de arroz e feijão e temperos para saladas), refrigerantes ebalas.•Optar por hábitos saudáveis como praticar atividade física e não consumirbebida alcoólica e cigarros. Pois o álcool e o cigarro podem interferir naabsorção de alguns nutrientes, na percepção do seu paladar e de seuapetite.•Preparar pratos visualmente agradáveis e coloridos.•Evitar preparações que contenham frituras ou alimentos gordurosos.•Para náuseas e vômitos:Mastigar ou chupar gelo em torno de 30 minutos antes das refeições,aumentar fracionamento da dieta em 6 a 8 refeições por dia e reduzir ovolume por refeição. Dar preferência a alimentos mais secos, de consistênciabranda como alimentos cozidos e fáceis de mastigar.
  26. 26. Alimentos como cebola, feijão, ovos, repolho, brócolis, peixe, ervilha e couve-flor podem produzir odores desagradáveis e formação de gases .•Recomendações para a colostomia:Não ingerir líquidos durante a refeição, pois a produção de gases muitas vezespode ser causada pelo ar que você engole, a ingestão de bebidas gaseificadas,como refrigerantes, águas com gás, entre outros, uso da goma de mascar,podem aumentar a quantidade de gás que você engoleEvite pular refeições e jejum prolongado, pois aumentam a incidência de gáse água.(MARAYUMA, 2004).
  27. 27. Diminuir o uso de cafeína, pois você pode aumentar o teor de ácido do seuestômago, aumentando o tempo de trânsito intestinal.Geralmente deve começar com alimentos com baixo resíduos e fibrasevitando alimentos como salpicão, repolho cru, milho, frutas secas, uvas comcascas, carnes condimentadas, cogumelos, pipoca, batata com casca, entreoutros).Muito importante manter a ingestão diária de água, pois a colostomia podeprovocar uma desidratação, causando graves danos a sua saúde. Entre 2 litrospor dia (8 copos), fracionada em pequenas quantidades nos intervalos dasrefeições. A ingestão de água e sucos.
  28. 28. Através da realização do presente estudo, pôde-se observar a importância dotratamento dietoterápico individualizado, o acompanhamento da evolução, a avaliaçãonutricional, o esclarecimento com a paciente quanto a importância da alimentação,visto que a paciente mostrou-se colaborativa em todo momento da avaliação.De acordo com o quadro clinico pode-se observar a importância de um efetivoacompanhamento nutricional durante todo o período de internação, evitando oumelhorando possíveis complicações, geralmente adquiridas durante a internação.É de fundamental importância sempre que possível adequar a dieta oferecida comas preferências do paciente, o que ajuda na melhora da aceitação,consequentemente no estado nutricional.Durante o período do estágio, foi possível identificar a importância do profissionalnutricionista no ambiente hospitalar, o relacionamento com pacientes e com osoutros profissionais, observar como o conhecimento teórico funciona na prática,ajudando numa melhor formação.
  29. 29. COELHO, Alessandra. Nutrição e Câncer. São Paulo. Pág. 1 a 36. 2009.CORRÊA, Gíldisse de Oliveira, Câncer Endométrio, um estudo de caso. São Paulo: Universidade São Judas Tadeu. P. 1 a 129.Trabalho dirigido ao Estágio em Nutrição Clínica. 2006Cuppari L; Avesani CM; Mendonça COG, et al. Doenças Renais. In: Cuppari L. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2ed.São Paulo: Manole, pág. 167 a 193. 2005.GUIMARÃES, José Renan; MELCHERT, Mônica; PINHEIRO, Walter da Silva. Câncer de Colo Uterino: Quimioterapia. In: GUIMARÃES,José Renan. Manual de Oncologia. São Paulo: Libbs Farmacêutica, 2004. Cap. 29, p. 330-343.HUFF, Raquel; CASTRO, Elisa Kern de. Repercussões Emocionais do Câncer Ginecológico e Exenteração Pélvica. Revista Psicologiae Saúd, São Leopoldo, v. 3, n. 1, p.33-42, 01 jun. 2011.INCA, Consenso nacional de nutrição oncológica, volume 1 / Instituto Nacional de Câncer. – Rio de Janeiro: INCA, 2009. 126 p.INCA,Consenso nacional de nutrição oncológica, volume 2 / Instituto Nacional de Câncer.Coordenação Geral de Gestão Assistencial. Hospital do Câncer I. Serviço de Nutriçãoe Dietética. – Rio de Janeiro: INCA, 2011.LIMA, Carlos Anselmo; PALMEIRA, José Arnaldo Vasconcelos; CIPOLOTTI, Rosana. Fatores associados ao câncer do colo uterino emPropriá, Sergipe, Brasil. Cad. Saúde Publica. Rio de Janeiro, 22(10). Pág. 2151 – 2156. Outubro de 2006MIYATA, Toshio; STRIHOU, Charles Van Yepersele de; KUROKAWA, et al. Alterations in nonenzymatic biochemistry in uremia: Originand significance of "carbonyl stress" in long-term uremic complications. Kidney International, 1999, v. 55, n.1, pág.1523-1755.MOURA, Mirian Ribeiro Leite, REYES, Felix Guillermo Reyes. Interação fármaco-nutriente: uma revisão. Rev. Nutr. Campinas. 2002,vol.15, n.2, pp. 223-238.SILVA, Daniela Gonçalves et al. Influência dos hábitos alimentares na reinserção social de um grupo de estomizados. Rev. Eletr. Enf.,Goiânia, v. 12, n. 1, p.56-62, jul., 2010.Guia Fármaco nutriente. Hospital Madre Teresa. Serviço de Farmácia, pág. 1 a 66.VIEIRA, Regina Coeli da Silva and FERREIRA, Haroldo da Silva. Prevalência de anemia em crianças brasileiras, segundo diferentescenários epidemiológicos. Rev. Nutr. 2010, vol.23, n.3, pág. 433-444.
  30. 30. Obrigada a todos !!

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