333 tt rupturaco ntradição novembro2012

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uma viagem sobre a diversidade da cultura popular brasileira em fotos e textos de TT Catalão sobre as narrativas simbólicas dos Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva

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333 tt rupturaco ntradição novembro2012

  1. 1. FICA O ERUDITO PELO NÃO DITO rupturaCON tradição
  2. 2. banda cabaçal do crato e orquestra sinfônica na Teia-2010
  3. 3. P o n t o s d e C u l t u r a – e n f i m o p o r r e d e M á r i o c o m O s w a l d
  4. 4. luz... camera... tambores... ação!! cineclube em candomblé – cachoeira BA
  5. 5. ...tudo muito além de “tecnologia social”, mas intervenção política e estética
  6. 6. choque - construtivo brasis no caldeirão
  7. 7. o barraco no barroco
  8. 8. Tupi or not Pitu
  9. 9. um brasil ávido...
  10. 10. ...o brasil grávido
  11. 11. a v e r t i g e m d o i m a g i n á r i o x a v i s a g e m d a d e s i n v e n ç ã o
  12. 12. inclusão não é inserir no padrão
  13. 13. miguel couto – baixada fluminense
  14. 14. um Br asi l sem i l has – aber t o par a t r ocas
  15. 15. o p r o f a n o d a r u a s e c o n s a g r a e m s a c r o o f í c i o
  16. 16. a fé não costuma falhar - Gil
  17. 17. ponto do quilombo kaonge em santiago de iguape-BA
  18. 18. do salão de dança a sala de edição quilombo Kaonge - BA
  19. 19. há um outro país sob outros olhares de novas realidades reinventadas
  20. 20. vias e desvios – não há como impedir o choque...
  21. 21. ...mas há como fortalecer a diversidade dos pontos de vista
  22. 22. um outro olhar, reinventa vídeo nas aldeias
  23. 23. novos cânones, outros canais
  24. 24. o garoto é funk, o pai foi boiadeiro: as miçangas travestem
  25. 25. cabaças elétricas pneus percussivos fitas do bomfim magnéticas ebós e-books
  26. 26. o aboio tem passagem de som no palco tekhno
  27. 27. Guaranis-MS kaiowa em hiphop e o rap repente do rapadura xique-chic-DF
  28. 28. grial e griot - cavalo marinho&contemporâneo
  29. 29. posso ser o que você é sem deixar de ser quem sou i d e n t i d a d e e m p e r m a n e n t e c o n s t r u ç ã o
  30. 30. o sagrado desconfia do consagrado
  31. 31. VAI NESSA DUDU.......duchamp...
  32. 32. ocupar corredores antes inacessíveis
  33. 33. espírito republicano lutar por mudanças e combater o medo de quem teme mudar os párias da pátria deixam a exclusão: somos fios da mesma teia
  34. 34. o concer t o dos cam pos i m possí vei s
  35. 35. dimensões do simbólico da cidadania da economia detalhe painel de Portinari no Capanema- Rio (primeiro Diálogo Cultural)
  36. 36. o diferente é que as políticas são legitimadas por gente
  37. 37. lidar com as peças - consolidar as pessoas
  38. 38. axé com crachá
  39. 39. a cultura cai de boca na vida – gênero de primeira necessidade
  40. 40. basta de figuração! agora, ocupação protagonista
  41. 41. o dia em que rouanet começou virar raoni
  42. 42. o crachá não vai matar o axé
  43. 43. fluxo x estrutura o est ado não im põe, o est ado dispõe
  44. 44. estrutura x fluxo o C N P J p o d e m a t a r o s o n h o ?
  45. 45. antes do desfile tem o barracão
  46. 46. ginga x gangue
  47. 47. a u r g ê n c i a d e u m a L e i C u l t u r a Vi v a p a r a escapar dos humores instáveis dos governantes – p r o g r a m a d e E s t a d o , v a i a l é m d a g e s t ã o
  48. 48. a busca de um estado em diálogo com a sociedade: PNC, II CNC,SNC, Colegiados, Câmaras Setoriais, editais públicos etc...
  49. 49. FUNDOS para sair do fundo
  50. 50. a luta por mais verba para a cultura PEC 150 – continuidade nos Programas
  51. 51. o diálogo é político: sai de cena o movimento cultural em busca de unicidade; entra no terreiro a cultura em movimento sob ampla diversidade...
  52. 52. estranhamentos: gestor que canta e dança mexer na política pública
  53. 53. o sentido maior do diálogo é estético: a cultura popular sai do formol folklore e cai na vida sob e sobre novas interações, mídias e discursos...
  54. 54. o feito com afeto política pública sem ranço nem rancor
  55. 55. ponte entre linguagens – pontos de costura pontos de cultura
  56. 56. TEIA é não discriminar expressões por situação econômica ou territorial...
  57. 57. – todos são “centro” por deter um saber ou um fazer, sendo sua “periferia” quem com ele interage...
  58. 58. redes rompem paredes
  59. 59. potencializar o que já pulsa vivo na sociedade Ações do Programa Cultura Viva: Cultura e saúde Griots Economia Viva Bolsas Agente Cultura Viva Cultura Digital Tuxaua Mídias Livres Interações Estéticas Programa Cultura Viva, criado em 2004
  60. 60. somos soma
  61. 61. a r t e c o m o p r o d u t o c u l t u r a f e i t a p r o c e s s o
  62. 62. a v e z d e q u e m n ã o v i a
  63. 63. REVIDE O ADVERSO luiz hermano – galeria – museu tito clemente – galera – ponto poleiro
  64. 64. “...só a antropofagia nos une...” oswald de andrade
  65. 65. Mário de Andrade, das Políticas Públicas ,encontra o canibal Oswald e chama Darcy Ribeiro, Lina Bo Bardi, Aloísio Magalhães, Gilberto Freire, Anísio Teixeira, Glauber Rocha, Milton Santos, Paulo Freire, Villa-Lobos, Guimarães Rosa, etc
  66. 66. Chico Antonio inspirador da Pancada do Ganzá de Mário de Andrade – hoje, Ponto de Cultura RGNorte aqui viveu Chico Antonio
  67. 67. pecado original: o curvo, impreciso, a surpresa versus o reto, o monotemático, o previsível
  68. 68. a peleja do redutor pensamento único VERSUS a diversidade dos muitos em um
  69. 69. o fator humano desestabiliza;
  70. 70. o artefato cultural ressignifica;
  71. 71. um a ar t e s e m e nf ar t e : or gâni c a, c om prom e t i da, pl ur al um a ar t e s e m ar t i f í c ios: na ve i a, di re t a, por t odas as vi as
  72. 72. fabricação das realidades
  73. 73. o povo sabe o que quer, mas também quer o que não sabe...GIL
  74. 74. apropriações permanentes
  75. 75. o cultural interfere, interage, interpreta, intervém com o natural
  76. 76. ...e até com o sobrenatural...
  77. 77. o o l h o d e s c r e v e a p a i s a g e m , o o l h a r a i n v e n t a
  78. 78. transfusão de ícones se o presidente vem do povo a tendência é menosprezar ações como “cultura bumba-meu-boi”
  79. 79. vergara e o cacique de ramos
  80. 80. C P C – a n o s 6 0 : o povo como fetiche; vanguardas determinam caminhos; estética direcionada ; a eterna busca intelectual de uma pureza irreal... cul t ur a “m essi âni ca” a par t i r de event os – transmissão alta – recepção passiva Rural em conflito com o Urbano
  81. 81. Noite do Pontão do Jongo em Vassouras RJ: o antigo Paço Municipal dos barões, agora é de quem liberta
  82. 82. e u s i n t o , e u s e i , e u p o s s o , e u f a ç o , e u m u d o coletivo mistérios e novidades-rio
  83. 83. hoje: mix rural em fluxo urbano fluxo rural em mix urbano
  84. 84. a felicidade guerreira – atuar pelas f(r)estas
  85. 85. simbolismo estático sem tentar misturas nem admitir intervenções que provoquem atritos criativos; forte carga ideológica na condução do que seria ou não “autêntico”;
  86. 86. o real e o cenográfico
  87. 87. o s e r t ã o n ã o v i r o u m a r k e t i n g . . . MANDRAKARU
  88. 88. hoje... C u l t u r a e m M o v i m e n t o recepção digerida em ativo ato de retransmissão
  89. 89. à sombra das parabólicas em flor – samba de cumbuca do quilombo de salinas-PI e x i s t o , c r i o e t a m b é m q u e r o m o s t r a r
  90. 90. organização e consciência do valor individual no coletivo TUA CULTURA ATUA - para mudar a realidade;
  91. 91. Domínio da criação e produção do próprio conteúdo; Diversidade imensa de pontos de vista; Linguagens estéticas múltiplas e interações sem barreiras;
  92. 92. MinC – deveria fortalecer o transe entre criatura e criação; o trânsito entre criador e obra...
  93. 93. o B r a s i l o r g â n i c o v i v e e m e x e r c í c i o p e r m a n e n t e
  94. 94. o c l e r o s a g r a o t e r r e i r o
  95. 95. não há patrimônio da humanidade sem o humano
  96. 96. novos eixos de transmissão do saber – pelo fazer...
  97. 97. ...e pelo testemunho vivo dos que pensam e fazem
  98. 98. G U E TO E U N Ã O T E A G U E N TO : APIMENTAR O APETITE VORAZ DE QUEM ESTAVA OCULTO nova Iguaçu – embaixada fluminense comcausa
  99. 99. G i l -Ber l im ( 2005) : “descom pr i m i r a mola, abrir a represa, libertar o vôo...e não sabemos no que isso vai dar...”
  100. 100. quando se é capaz o capuz é outro cultura x culatra
  101. 101. um toque sem barreiras
  102. 102. se o Estado chegar antes, não precisaremos de UPP depois ministros do MERCOSUL na rocinha-rio
  103. 103. a pulsação orgânica reinventa a estrutura
  104. 104. eletroritos
  105. 105. m u d a r e n q u a n t o s e m u d a
  106. 106. r e i n v e n t a r a t r a d i ç ã o
  107. 107. ao proclamar a diversidade e praticar políticas de celebração da mestiçagem confrontam-se: - o mercantilismo da arte; - o império do produto como único valor de avaliação; - o achatamento das expressões regionais;
  108. 108. “Agora fala quem só ouvia” lema de rádio comunitária - sp
  109. 109. COMO INJETAR VIDA NAS CAMADAS INSTITUCIONAIS? como conjugar o simbólico, o econômico e a cidadania
  110. 110. O IMAGINÁRIO NO PODER
  111. 111. P R O C E S S O P E R M A N E N T E
  112. 112. balé antistatusquo-df o EXUmonumental Brasília – na entrecruzilhada das contradições nacionais primeira foto da cidade-cultura Mario Fontenelle
  113. 113. ponto do Seu Estrelo – brasília -df
  114. 114. antes, só a vaca ia pro brejo...
  115. 115. fazer de cada local um lugar
  116. 116. cabeças r econect adas por novas ar m as: t ecnol ogi a acessí vel
  117. 117. R ED ESC O B R I R R EEN C A N TA R R EFO R Ç A R A S FO R Ç A S O C U LTA DA S ANTES INVISÍVEIS PASSIVOS AGORA VISÍVEIS ATIVOS
  118. 118. “ s a l v e - s e q u e m s o u b e r ” S M E T A K
  119. 119. atuar pelas artes ativar pela linguagem
  120. 120. CHE-sburguer diluição total e canibalismo: perda das fronteiras e signos
  121. 121. montagem el quijote congresso iberoamaericano homenagem aos pontos de cultura - colômbia na palmares
  122. 122. marcha de Buenos Aires pelos Puntos em 2 de dezembro 2010
  123. 123. rede latinoamericana segue MERCOSUL pelos Puntos de Cultura: uruguai, colômbia e argentina
  124. 124. Presídio San Martin – Buenos Aires na frente como um Punto de Cultura argentino
  125. 125. plataforma puente-colombia
  126. 126. ponto de cultura de Viena – chegou a hora dessa gente esbramquiçada mostrar seu valor...
  127. 127. Oxossi arma o arco sobre as arcadas européias
  128. 128. Pontos em debate: Londres
  129. 129. aldeias guaranis no centro articulado dos pontos de fronteira
  130. 130. Murgas de Rio Branco-Uruguai em diálogo nos pontos de fronteira para um carnaval comum com o Brasil
  131. 131. Peru-Brasil – o GPS dos Ashaninkas segue o imaginário/Ponto Apiwtxa-Acre
  132. 132. antes - fraternos nas sombras, hoje - ao sol da solidariedade
  133. 133. o s i s t e m a e n x e r g a o r g a n i z a ç õ e s , s e m v e r o o r g â n i c o
  134. 134. Mandela, o oprimido, faz hoje a cabeça do antigo opressor Londres- 2010
  135. 135. eu sou o outro em mim mostra dos pontos na 12ª. conferencia internacional da ONU-2010 sobre alternativas contra o crime
  136. 136. lina bo bardi, aloysio magalhaes, darcy ribeiro: intervenção altera pela invenção
  137. 137. conjugar o princípio da invenção e do prazer no desenvolvimento pleno do humano
  138. 138. essa escala é o módulo para os modelos de desenvolvimento:
  139. 139. a c u l t u r a c o m o r e f e r ê n c i a d a s e c o n o m i a s
  140. 140. entrencruzilhadas conexões políticas – com continuidade marcos regulatórios – legislação ferramentas – equipamentos - fomento com sustento – fundos marco zero brasília rodoviária/governo – estado teta ou tutor x estado compartilhado?
  141. 141. a sociedade convocada precisa de retorno comprometido
  142. 142. não temo – temos uns aos outros
  143. 143. SINCRÉ SIMBIÔ
  144. 144. C u r t o s C i r c u i t o s – nem sempre se quer a fusão, mais vale a fundição entre opostos
  145. 145. ARI-Ó, JOVEM YAWLAPITI; SEGUNDO O CHEFE ARITANA CADA UM RESPONDE PELO QUE FAZ OU PINTA
  146. 146. a mesa está posta: comunidades dão o seu ponto de vista sobre a própria história
  147. 147. educação – cultura aliança libertária para mudanças
  148. 148. ACESSO NÃO SÓ AO FRUIR, MAS AO CRIAR
  149. 149. samba de cumbuca – quilombo de salinas piauí
  150. 150. r espeito se conquista Ponto de cultura do quilombo do Kaonge santiago do iguape-ba
  151. 151. a f a n t a s i a n o s r e v e l a
  152. 152. s e t e m o D O M . . .
  153. 153. . . . r e p a r t e C O M
  154. 154. Reverter o Reverso da opressão: combate pela beleza morro do Vidigal - ponto nós do cinema ponto da Tia Bete no Alemão
  155. 155. superação tua cultura atua
  156. 156. a festa liberta
  157. 157. a festa é libertária
  158. 158. s e m l i m i t e s n e m p e n a , q u a n d o a a l m a n ã o é p e q u e n a
  159. 159. dragões reconciliados
  160. 160. g r a n d e z a c o r d i a l : u m a p o n t i n h a e p a p e l , b r o t a u m a r a i n h a
  161. 161. a moça põe a mão na massa: cortejo da reproclamação
  162. 162. o q u e é m a i s r e a l ? meu vestido de sonho que me faz inteiro, onde vivo, ou as vestes que me impõem uma realidade estranha?
  163. 163. t a m b o r e s d i g i t a i s , t a m b é m c o m o t a m b o r e s d i g i t a d o s , t e c l a s e m p e r c u s s ã o
  164. 164. 2006
  165. 165. os pontos no terreiro da 29ª. Bienal-SP – interações irrestritas estéticas 2010
  166. 166. sem ser a igreja universal do reino do chip – software livre e conteúdos libertários
  167. 167. A primeira teia SP – foi o jorro, o estamos aqui e viemos pra ficar; A segunda teia BH – a sociedade se estrutura na criação do forum permanente dos Pontos; A terceira teia DF – o desafio institucional e político na ousada reproclamação da república pela cultura; A quarta teia – além da abolição é a hora da ebulição dos libertos: nós desatamos os nós;
  168. 168. criar repertórios, praticar estéticas e obter as ferramentas que ampliem nossa consciência em linguagem e atitude
  169. 169. a legitimação da rede – nós desatamos os nós
  170. 170. tema do cortejo Dragão do Mar para a Teia 2010-Ceará
  171. 171. do do-in antropológico ao do-it antropofágico
  172. 172. vade retro retrocesso o b r i n c a n t e d e s v e s t e o b o d e cortejo da reproclamação da republica, TEIA, 15 de novembro de 2008 um brasil culto estava oculto
  173. 173. o processo em construção coletiva – não há Programa sem atores montagem coletiva de EL QUIJOTE com pontos do Brasil e teatros latinoamericanos
  174. 174. p o d e o E s t a d o c o n v i v e r c o m t a n t a d i v e r s i d a d e ?
  175. 175. é c a p a z d e a c e i t a r t a n t a a u t o n o m i a d a s o c i e d a d e ?
  176. 176. c o n s e g u i r á s e o r i e n t a r e n t r e t a n t a s o r i e n t a ç õ e s ?
  177. 177. suportará tanta beleza?
  178. 178. n ó s s o m o s o s a u t o r e s d a s a u t o r i d a d e s
  179. 179. c u l t u r a é e q u i l í b r i o i n s t á v e l
  180. 180. infinito circular p r o c e s s o p e r m a n e n t e
  181. 181. fotos textos:TT Catalão é preciso estetizar o discurso e proclamar as narrativas em sons, corpo, forma e imagens seu teodoro da resistência df
  182. 182. Catálogo expo Teia 2010 – curadoria Bené Fonteles

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