Livro de biologia de timor leste   professor
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Livro de biologia de timor leste professor

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  • 1. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Anderson Aliston Florentino Erivelto Rodrigues Teixeira Luiz Henrique Marinho Lages Bianca Mees Chagas João Cleto do Nascimento Marina Pereira Reis Biologia VOLUME DOIS 11° ANO ENSINO SECUNDÁRIO Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 1
  • 2. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE José Ramos Horta Presidente da República Kay Rala Xanana Gusmão Primeiro-Ministro João Câncio de Freitas Ministro da Educação Paulo Assis Belo Vice-Ministro da Educação Antoninho Pires Diretor do Instituto Nacional de Formação Profissional e Contínua Armindo de Jesus Barros Assistente Diretor do Instituto Nacional de Formação Profissional e Contínua REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Luiz Inácio Lula da Silva Presidente da República Fernando Haddad Ministro da Educação Edson Marinho Duarte Monteiro Embaixador do Brasil em Timor-Leste Jorge Almeida Guimarães Presidente da CAPES Sandoval Carneiro Junior Diretor de Relações Internacionais da CAPES Fernando Spagnolo Coordenador do Programa de Capacitação de Docentes e Ensino da Língua Portuguesa em Timor-Leste Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 2
  • 3. Anderson Aliston Florentino Licenciado em Ciências Naturais com Habilitação em Biologia Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul Bianca Mees Chagas Licenciada e Bacharel em Ciências Biológicas Universidade Regional de Joinville Erivelto Rodrigues Teixeira Especialista em Microbiologia Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas Licenciado em Ciências Biológicas Universidade Federal do Amazonas João Cleto do Nascimento Licenciado em Ciências Biológicas Universidade de São Paulo Bacharel em Ciências Biológicas Universidade Guarulho Luiz Henrique Marinho Lages Licenciado em Ciências Biológicas Universidade Estadual do Rio de Janeiro Marina Pereira Reis Licenciada e Bacharel em Ciências Biológicas Universidade de Mogi das Cruzes Biologia VOLUME DOIS 11˚ANO ENSINO SECUNDÁRIO Editor Erivelto Rodrigues Teixeira Revisão da Língua Portuguesa Isabela Carvalho Macedo Diagramação e Editoração Erivelto Rodrigues Teixeira Capa Erivelto Rodrigues Teixeira Dili, Timor-Leste 2009 Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 3
  • 4. © BRASILCAPES/INFPC/ME/RDTL. Anderson Aliston Florentino; Bianca Mees Chagas; Erivelto Rodrigues Teixeira; João Cleto do Nascimento; Luiz Henrique Marinho Lages; Marina Pereira Reis, 2009. Direitos Reservados. Capes: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Alexandre Prestes Silveira Coordenador-Geral de Programas de Cooperação Internacional Idelazil Cristina do Nascimento Talhavini Coordenadora-Geral de Programas Especiais Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste – 2008/2009 Programa de Qualificação de Docente e Ensino de Língua Portuguesa no Timor Leste Coordenador-Geral da Cooperação Brasileira em Educação no Timor-Leste: Prof o. Dr. Fernando Spagnolo Projeto Procapes Representante: Prof. Jailson Alves Disciplina: Biologia Prof o. Anderson Aliston Florentino; Profa. Bianca Mees Chagas; Prof o. Esp. Erivelto Rodrigues Teixeira; Prof o. João Cleto do Nascimento; Prof o. Luiz Henrique Marinho Lages; Profa. Marina Pereira Reis. Projeto Elpi Profa. Isabela Carvalho Macedo Projeto Gráfico: Erivelto Rodrigues Teixeira Revisão da Língua Portuguesa: Isabela Carvalho Macedo __________________________________________________ Dados para Catalogação Internacional Biologia – Volume Dois. Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste Anderson Aliston Florentino; Bianca Mees Chagas; Erivelto Rodrigues Teixeira; João Cleto do Nascimento; Luiz Henrique Marinho Lages; Marina Pereira Reis – Dili: BRASIL/CAPES/INFPC/ME/RDTL, 2009. Bibliografia Biologia (Ensino Secundário) I. FLORENTINO, Anderson Aliston; CHAGAS, Bianca Mees; TEIXEIRA, Erivelto Rodrigues; NASCIMENTO, João Cleto do; LAGES, Luiz Henrique Marinho; REIS, Marina Pereira. II. Título Código do Editor: 989-20 - Erivelto Rodrigues Teixeira ISBN 978-989-20-1618-4 (LIVRO DO ALUNO) ISBN 978-989-20-1619-1 (LIVRO DO PROFESSOR) Agência Nacional ISBN Av. Estados Unidos da América, 97 – 6º esq. • 1700-167 Lisboa tel.: 21 847 35 91 • fax: 21 847 35 90 • e-mail: isbn@apel.pt Site: http://www.apel.pt Como Citar as Obras: FLORENTINO, Anderson Aliston; CHAGAS, Bianca Mees; TEIXEIRA, Erivelto Rodrigues; NASCIMENTO, João Cleto do; LAGES, Luiz Henrique Marinho; REIS, Marina Pereira. Biologia – Volume Dois. Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste. Díli: BRASIL/CAPES/INFPC/ME/RDTL, 2009. FLORENTINO, Anderson Aliston; CHAGAS, Bianca Mees; TEIXEIRA, Erivelto Rodrigues; NASCIMENTO, João Cleto do; LAGES, Luiz Henrique Marinho; REIS, Marina Pereira. Biologia – Volume Dois, Livro do Professor. Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste. Díli: BRASIL/CAPES/INFPC/ME/RDTL, 2009. República Democrática de Timor-Leste Ministério da Educação Instituto Nacional de Formação Profissional e Contínua Dili, Timor-Leste 2009 Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 4
  • 5. Agradecimentos Anderson Aliston Florentino, Bianca Mees Chagas, Erivelto Rodrigues Teixeira, João Cleto do Nascimento, Luiz Henrique Marinho Lages e Marina Pereira Reis, agradecem a todas as pessoas que contribuíram direta ou indiretamente para o lançamento desta primeira edição do livro Biologia – Volume Dois: Livro do Professor, com destaque especial para: Fernando Spagnolo, pela escolha de nossos nomes para este projeto; Idelazil Cristina do Nascimento Talhavini, pelo desafio proposto a nós, que é passar um ano em terras Maubere; Alexandre Pestes Silveira, nosso coordenador no Brasil; Ricardo Araújo, por sempre responder nossos e-mails; Isabela Carvalho Macedo, pela revisão da Língua Portuguesa; Jailson Alves, pelo apoio moral; Armindo de Jesus Barros, pelo respeito que sempre teve conosco; Antoninho Pires, pela estrutura do INFPC para realização do trabalho; A todos nossos colegas da Cooperação Brasileira, pelas grandes amizades formadas em meio a uma convivência turbulenta, mas, com marcantes momentos de paz, amizade e confraternização que guardaremos para sempre. O que aconteceu no Timor-Leste, ficará para sempre no TimorLeste. Partimos dessa surpreendente terra com o coração iluminado por Deus por nosso dever cumprido; Ao Governo da República Democrática de Timor-Leste, por nos aceitar como autores de uma obra que fará parte da formação de toda uma geração; Erivelto Rodrigues Teixeira, pelo duro e cansativo trabalho de editoração e formatação desta obra; Ao timorense nosso amigo João José, o Jhon, por sua grande ajuda com o celacanto indonésio; A Deus, por nos permitir estarmos vivos para viver esse momento; A nossas famílias no Brasil, pela força dada que nos permitiu não desistir dessa aventura chamada Timor-Leste; A nossos pais, nossa eterna gratidão e nosso amor incondicional; A nossas esposas, maridos, filhos, netos, namoradas, namorados, amigos, que nos fazem sentir vivos e nos dão esperança, ainda que estejamos tão longe de casa; A todo povo timorense nosso muito obrigado por tudo que vocês representaram em nossas vidas, não nos esqueceremos de vocês ainda que nossos corações estejam distantes, e saibam todos que: Nesta obra, plantamos nossa alma, e que ela germine e possa nutrir o valente povo Maubere com frutos de eterna prosperidade. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 5
  • 6. SUMÁRIO Prefácio, 7 Apresentação da Obra, 8 Estrutura Geral da Obra, 9 UNIDADE I – METODOLOGIA DO ENSINO, 10 Seção 1, Técnica de Ensino, 11 Seção 2, Planejamento, 25 Seção 3, Linhas Orientadoras, 35 Seção 4, Pedagogia, 52 UNIDADE II – SUPLEMENTO DE ATIVIDADES, 56 Seção 5, Respostas, 57 Capítulo 1, Citologia, 58 Capítulo 2, Metabolismo Celular, 67 Capítulo 3, Histologia Vegetal, 73 Capítulo 4, Fisiologia Vegetal, 78 Capítulo 5, Histologia Animal, 86 Capítulo 6, Embriologia, 91 Capítulo 7, Sistema Nervoso, 95 Capítulo 8, Sistema Sensorial, 100 Capítulo 9, Sistema Cardiovascular, 105 Capítulo 10, Sistema Respiratório, 111 Capítulo 11, Sistema Digestório, 118 Capítulo 12, Sistema Excretor, 125 Capítulo 13, Sistema Locomotor, 128 Capítulo 14, Sistema Reprodutor, 138 Vocabulário, 143 Referencial Bibliográfico, 153 Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 6
  • 7. Prefácio A Cooperação entre Ministério da Educação do Brasil e Ministério de Educação de Timor-Leste, no âmbito do “Programa de Qualificação de Docente e Ensino de Língua Portuguesa em Timor-Leste”, abrange projetos de formação de professores de diferentes níveis de educação, desde a pré-primária até a de nível superior. O projeto Procapes ocupa-se, especificamente, da capacitação de professores da educação pré-secundária e secundária. É o maior projeto da cooperação brasileira e envolve cerca da metade de seus integrantes. Os professores do Procapes são licenciados e/ou pós-graduados em Matemática, Física, Química, Biologia, História e Geografia. Graças ao trabalho que eles desenvolveram nos últimos quatro anos, é possível hoje, nas escolas timorenses, lecionar e estudar essas disciplinas em língua portuguesa. A partir de 2005, quando foram elaborados os livros (sebentas) do primeiro ano de educação pré-secundária, foram produzidos, a cada ano, os livros das séries sucessivas. Em 2009, chegou-se até o segundo ano da secundária e espera-se, em 2010, de concluir essa coletânea de livros. Acompanha o livro, a partir de 2007, o Guia do Professor, que contém orientações, exercícios e respectivas soluções. Os livros tiveram que se guiar pelo currículo indonésio - tido com currículo transitório – por falta de um currículo definitivo da educação pré-secundária e secundária. No entanto, inovações foram introduzidas, tanto no conteúdo quanto na metodologia. Dessa forma, além de preencherem a grave lacuna de falta de livros em português, eles apontam caminhos para o novo currículo. O livro didático de nada serve se não é lido e estudado. É por isso que contêm exercícios, glossários e outras orientações para ajudar no ensino e na aprendizagem. Para que este livro tenha sucesso, é necessário que ele chegue a todas as escolas e que os professores o estudem e transmitam os conhecimentos aos alunos. Estas etapas do processo ensino-aprendizagem (compreensão, assimilação e transmissão) são as mais difíceis e precisam de muito estudo e dedicação. As capacitações intensivas promovidas pelo governo e o acompanhamento continuado aos professores feito pelo Procapes é a chance de aprofundar-se em sua área de conhecimento e de tornar-se um professor qualificado. A Cooperação Brasileira faz votos de que este livro se torne seu companheiro de viagem, que seja consultado, utilizado, debatido com seus alunos, e que se transforme em instrumento efetivo de melhoria da qualidade do ensino nas escolas pré-secundárias e secundárias de Timor-Leste. Prof.o Dr. Fernando Spagnolo Coordenador do Programa de Capacitação de Docentes e Ensino da Língua Portuguesa em Timor-Leste. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 7
  • 8. Apresentação da Obra Um dia um homem disse: A humanidade é salva, na mesma proporção em que adquire conhecimento. Mas, “salvar do quê?”, alguém poderia perguntar. A resposta seria salvar de nós mesmos. A educação é o alicerce de um povo, e só ela é capaz de mudar a forma de ver o mundo, de pensar. O Timor-Leste é um país que busca uma identidade social no mundo globalizado, onde o conhecimento é uma moeda de troca, a forma de inclusão do ser humano na nova sociedade do século XXI. Esta obra foi idealizada pelo grupo de Professores de Biologia do Programa de Capacitação de Docentes em Língua Portuguesa, da Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste, grupo composto por brasileiros das mais diferentes origens, desde grandes centros urbanos até regiões remotas do Brasil, mas de grande importância para a humanidade, como por exemplo, a floresta amazônica. Essa diversidade de culturas buscou entender a complexidade do pensamento moderno e atual do novo homem asiático, o timorense. O livro Biologia – Volume Dois: Livro do Professor é direcionado aos professores timorenses do segundo ano do ensino secundário do Timor-Leste, procurando contemplar as diversas opções de conteúdo adotadas pelo currículo timorense, dentro dos conceitos fundamentais das Ciências Biológicas. Entendemos este livro didático como instrumento flexível, uma fonte de informação atualizada e que também proponha atividades e exercícios para os estudantes timorenses, com o objetivo de estimular e promover a aprendizagem. Para ser um apoio efetivo nesse sentido, buscamos idealizar um texto claro, explicativo, estruturado e bem ilustrado, que convide os estudantes timorenses a vencer mais prazerosamente os desafios inerentes à aquisição de novos conhecimentos em Língua Portuguesa. Esperamos que esta edição ajude os estudantes timorenses a compreender os conceitos fundamentais em Biologia, além de facilitar a ligação conceitual aos eventos cotidianos. Temos a intenção de que os mesmos percebam o quanto as Ciências Biológicas têm sido importante para a humanidade, e o grande potencial para novas descobertas que se delineia neste século XXI, principalmente aqui no Timor-Leste, um país com um vasto campo de pesquisa pronto para ser explorado. Nossa expectativa é que cada professor timorense possa utilizar este livro da melhor maneira possível, de acordo com a disponibilidade de sua carga horária e de seus objetivos de aprendizagem. Os Autores Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 8
  • 9. Estrutura da Obra O Livro do Professor da obra Biologia – Volume Dois tem a finalidade de subsidiar o professor da disciplina Biologia, do segundo ano do ensino secundário, no que tange ao processo ensino-aprendizagem. Está estruturado em duas unidades, e cinco seções, com os 14 capítulos constantes no livro-texto. Na Unidade I, Metodologia do Ensino, a seção um aborda diferentes técnicas de ensino, detalhadas e com ilustrações de simples entendimento. Na seção dois, está o planejamento. Nessa parte, o professor tem acesso a modelos de planos em diferentes níveis de amplitude. O plano de ação semanal proposto é uma alternativa para um melhor controle do conteúdo aplicado aos alunos. Ele é dividido nas seguintes partes: Horário, onde o professor deve indicar o dia da semana e a hora que será dada a aula. Conteúdo do livro, nesta seção o professor deve escrever o nome do capitulo e a as páginas que serão trabalhadas naquele dia. Na seção seguinte, Estratégia, é onde o professor deve indicar a técnica de ensino na qual planejou a aula. As atividades, o professor deve indicar a atividade do livro ou uma atividade feita pelo próprio professor. O plano de aula é caracterizado pela descrição específica de tudo que o professor realizará em classe durante as aulas de um período específico. O plano de aula deve ser elaborado seguindo as fases da aprendizagem, ou seja, deve seguir uma linha de ensino-aprendizagem contínua. São as fases de aprendizagem: apresentação, desenvolvimento e integração. Na apresentação o professor prepara a classe para a compreensão de novos conteúdos. No desenvolvimento acontece a análise. Nessa etapa acontece o processo de orientação e aprendizagem do aluno. É nessa etapa que acontece o estudo de um texto, a realização de um experimento, a resolução de exercícios, etc. A integração é a etapa final. Nessa fase o professor faz a verificação dos resultados obtidos pelos alunos na fase do desenvolvimento. O plano de ensino é o planejamento geral, só pode ser realizado se houver um calendário anual, pois estarão nele as atividades de um ano inteiro. Na elaboração de um plano de ensino devem ser considerados vários pontos e critérios que unidos especificam quais os objetivos finais o professor espera alcançar no decorrer do ano letivo. Os critérios que o professor deve estar atento durante a confecção de seu plano de ensino são: Adequação dos estímulos, especificação operacional, estrutura flexível e ordenação. Na seção três estão as linhas orientadoras, onde o professor tem informações como o número de aulas anuais. Na seção quatro oferecemos ao professor uma abordagem simples e sucinta sobre pedagogia. Na Unidade II, o Suplemento das Atividades do livro-texto, apresenta a seção cinco, respostas, dividida em 14 capítulos. Em cada capítulo, o conteúdo do livro-texto é apresentado por meio de um esquema com os principais tópicos do capítulo, seguido dos objetivos do capítulo e dos pré-requisitos necessários ao entendimento do conteúdo. Depois estão relacionadas às respostas de todas as atividades do livro texto, obedecendo a mesma seqüência. O aprendizado requer participação ativa dos estudantes. Atividades de pesquisa bibliográfica, seminários, aulas práticas na sala e no campo, e estudos dirigidos, entre outras estratégias pedagógicas, podem tornar altamente dinâmico e motivador um curso de Biologia do ensino secundário. O professor deve sempre ler os objetivos de cada capítulo a seus alunos, assim eles saberão da importância de entender cada conteúdo ensinado. A capacidade do aluno de aprender, não existe apenas para este se adaptar a um novo local ou a uma nova série, mas, sobretudo para transformar sua realidade, para nela intervir, recriandoa, o professor é o mediador desse processo. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 9
  • 10. UNIDADE I Metodologia do En s i n o Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 10
  • 11. Seção 1 TÉCNICAS DE ENSINO A elaboração das técnicas de ensino apresentadas nesta edição do livro Biologia Volume Dois: Livro do Professor procurou ser direcionada a realidade do professor timorense e partiu de questionamentos sobre como eram dadas as aulas nas escolas timorenses, onde se constatou um ensino bastante tradicional, reflexo dos anos em que o país esteve sob domínio de outras nações. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 11
  • 12. 1.1 TÉCNICAS DE ENSINO A metodologia de ensino procura apresentar roteiros para diferentes situações didáticas, conforme a corrente pedagógica adotada pelo professor ou pela escola, de forma que o aluno se aproprie dos conhecimentos propostos e apresente suas pesquisas e demais atividades pedagógicas. A análise da prática pedagógica tem demonstrado que só serão possíveis mudanças significativas na educação timorense, à medida que o professor tiver uma compreensão profunda da razão de ser da sua prática e uma clara opção política sobre do seu ato pedagógico. Embora muitos professores sintam que têm um papel importante na determinação de mudanças significativas no processo de ensino, e se frustram quando, na busca de alternativas, nem sempre conseguem bons resultados. Se na sua prática cotidiana o professor percebe que a metodologia adotada favorece apenas alguns alunos, em detrimento de outros ou da maioria, é preciso que ele compreenda e tenha claro o porquê disso, a que alunos este método favorece e porque os favorece. Sem essa compreensão, dificilmente conseguirá mudanças que levam a resultados significativos. O objetivo de ensino é o definidor dos critérios de seleção e organização dos métodos e técnicas. A estrutura do assunto a ser ensinado determina o tipo de atividade. A etapa no processo de ensino determina o tipo de atividades mais indicado. As atividades metodológicas desenvolvidas devem ser combinadas, de forma simultânea ou seqüencial, oferecendo ao aluno a oportunidade de perceber e analisar o assunto sob diversos ângulos. As técnicas de ensino propostas neste livro estão relacionadas partindo de seus devidos objetivos e uma sucinta explicação da metodologia. Os métodos de ensino apresentados seguem três modalidades básicas: Métodos de Ensino Individualizado A ênfase está na necessidade de se atender às diferenças individuais, como por exemplo: ritmo de trabalho, interesses, necessidades, aptidões, etc., predominando o estudo e a pesquisa, o contato entre os alunos é acidental. Métodos de Ensino Socializado O objetivo principal é o trabalho de grupo, com vistas à interação social e mental proveniente dessa modalidade de tarefa. A preocupação máxima é a integração do educando ao meio social e a troca de experiências significativas em níveis cognitivos e afetivos. Métodos de Ensino Sócio-Individualizado Procura equilibrar a ação grupal e o esforço individual, no sentido de promover a adaptação do ensino ao educando e o ajustamento deste ao meio social. Métodos Testados em Timor-Leste As técnicas de ensino objetivam tornar a aula mais dinâmica e construtiva, que busque levar a formação plena do aluno numa abordagem crítica e atual, e, que fuja da aula tradicional e monótona, levando o aluno a participar do processo de ensino e aprendizagem. Essa participação visa despertar o interesse pelos conhecimentos biológicos, e como estes poderão ser úteis em seu dia-a-dia, tanto em Timor-Leste, Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 12
  • 13. como em qualquer parte do mundo, tendo em vista que o conhecimento é universal. O quadro a seguir sugere a escolha das técnicas em função dos objetivos a atingir (Quadro 1.1). Quadro 1.1 As técnicas de ensino e seus objetivos. Modalidades Técnicas Básicas Individualizado Estudo Dirigido Ensino por fichas Instrução programada Ensino por módulos Socializado Discussão em pequenos grupos Estudo de casos Discussão 66 ou Phillips 66 Painel Painel Integrado Grupo de cochicho Discussão dirigida Brainstorming Seminário Aplicações Estimular método de estudo e pensamento reflexivo. Levar a autonomia intelectual. Atender a recuperação de estudos. Revisão e enriquecimento de conteúdos Apresentação de informações em pequenas etapas e seqüência lógica. Fornece recompensa imediata e reforço. Permite que o aluno caminhe no seu ritmo próprio. Leva o estudante a responsabilidade no desempenho das tarefas propostas. Propõe ao aluno os objetivos a serem atingidos e variadas atividades para alcançar esses objetivos. Troca de idéias e opiniões face a face. Resolução de problemas. Busca de informações. Tomada de decisões. Revisão de assuntos. Estímulo à ação. Troca de idéias e conclusão Definir pontos de acordo e desacordo. Debate, consenso e atitudes diferentes (assuntos polêmicos) Troca de informações. Integração total (das partes num todo). Novas oportunidades de relacionamento. Máximo de participação individual. Troca de informações. Funciona como meio de incentivação. Facilita a reflexão. Solução conjunta de problemas. Participação de todos os Criatividade (Idéias originais). Participação total e livre. Estudo aprofundado de um tema. Coleta de informações e experiências. Pesquisa, conhecimento global do tema. Reflexão crítica. As técnicas descritas nessa obra foram testadas e aprovadas pelos professores de biologia do Brasil e de Timor-Leste, durante a capacitação dos professores timorenses Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 13
  • 14. em língua portuguesa no ano de 2008, nos distritos de Ainaro, Baucau, Bombonaro e Dili, em Timor-Leste. Leitura Marcada Objetivos Desenvolver a leitura interpretativa; Reconhecer o som e a pronúncia correta de palavras em língua portuguesa. A técnica denominada de leitura marcada deve ter um cartaz explicativo, como exemplificado abaixo, com seus objetivos e metodologias na sala, visível aos alunos. Ela consiste em uma leitura feita pelos alunos, um aluno para cada parágrafo, onde o professor deve questionar o aluno sobre o entendimento do parágrafo, para em seguida, o professor explicar brevemente o parágrafo e assim continuar a leitura com outro aluno escolhido pelo aluno que terminou de ler, com isso os alunos são encorajados a participar das aulas (Fig. 1.1). Figura 1.1 Cartaz de apresentação da técnica de ensino: Leitura Marcada. Aula Explicativa com Esquema Objetivos Desenvolver a capacidade de síntese do professor. Construir conhecimentos a partir da interligação de conceitos. Nessa técnica de ensino o professor deve montar um esquema usando uma parte Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 14
  • 15. de um dos capítulos do livro Biologia – Volume Dois. O esquema pode seguir o modelo acima (Fig. 1.2). Figura 1.2 Representação de um esquema da glândula tireóide. (Baseado em Amabis e Martho, 2006) Aula Dialogada Objetivos Desenvolver a capacidade de raciocínio lógico; Sistematizar conhecimentos. A técnica de aula dialogada deve ter à disposição um cartaz explicativo ao aluno, como uma gravura de uma planta por exemplo. O professor deve estudar bastante o conteúdo previamente, e à medida que explica usa o quadro branco (lousa) para registrar palavras pertinentes ao tema explicado. Mas, sem utilizar nenhuma fonte de consulta enquanto der sua aula a fim de passar segurança e domínio de assunto para o aluno (Fig. 1.3). Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 15
  • 16. Figura 1.3 Cartaz de apresentação da técnica de ensino: Aula Dialogada. Aula Expositiva Objetivos Interligar teoria; Prática e construir conhecimento. Nessa técnica o professor deve levar uma planta ou animal e colocar palavras no quadro e explicar seu significado. Em seguida, contextualizar o tema à medida que questiona os alunos através de diálogos diretos. O professor não poderá usar nenhuma fonte de consulta escrita enquanto aplica sua aula, para demonstrar domínio de conteúdo, e assim fortalecer seu vínculo com o aluno (Fig. 1.4). Figura 1.4 Cartaz de apresentação da técnica de ensino: Aula Expositiva. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 16
  • 17. Visita de Campo Objetivos Reconhecer conceitos teóricos na prática; Buscar a interação com o aluno na redescoberta do conhecimento. As aulas de visita de campo servem para apresentar ao aluno o meio ambiente e seu funcionamento além de coletar materiais para a técnica “aula expositiva”. O professor deverá explorar os recursos e junto com o aluno construir o conhecimento, partindo de teorias até as práticas. A aula exige um conhecimento mais aprofundado sobre conceitos biológicos, por isso o professor deve ter visitado previamente o local e identificado os recursos a serem usados na explicação (Fig. 1.5). Figura 1.5 Fotografia de uma aula de campo em Dili, Timor-Leste. A professora explica como funciona a vegetação denominada de mangue. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 17
  • 18. Aula Prática Objetivos Inter-relacionar teoria e prática; Reconhecer conceitos básicos da Biologia. A aula prática consiste em incentivar o aluno a descobrir a ciência e sua importância para o mundo. Ao término da aula o aluno deve ser incentivado a expor seu trabalho e o professor deve questioná-lo sobre os resultados obtidos no experimento contextualizando a teria com a prática, sendo que o aluno deverá justificar suas devidas afirmações (Fig. 1.6). Figura 1.6 Fotografia de aula prática sobre o pulmão artificial. Seminários, Jogos e Dinâmicas de Grupo Objetivos Introduzir novos mecanismos de avaliação contínua; Induzir os alunos a participar das aulas. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 18
  • 19. o Tira o chapéu O conteúdo trabalhado com essa técnica será sobre um dos capitulo do Livro Biologia – Volume Dois. Cada um dos alunos deverá redigir uma pergunta com a devida resposta, dentro do conteúdo trabalhado previamente pelo professor, e colocá-la em um chapéu. Lembrando que a dinâmica incluí uma premiação: a posse de uma bala ou bombom (rebuçado) por cada um dos alunos. Todos os alunos devem ser desafiados, um a um pelos colegas, quem acerta a pergunta ganha a bala do desafiador, errando a resposta, deverá entregar sua bala ao seu desafiante (Fig. 1.7). Figura 1.7 Cartaz de apresentação da técnica de ensino: Tira o chapéu. o Bingo Nessa atividade pretende-se trabalhar uma proposta de diferenciação baseada não em decorar os nomes, mas entender que está envolvido na formação dos mesmos ou seus conceitos fundamentais. Cada aluno deve elaborar uma cartela de bingo contendo diferentes nomes propostos pelo professor, por exemplo, de estruturas da célula. Em seguida, o professor, retira de uma sacola plástica uma a uma as perguntas e o aluno deve marcar na cartela se tiver a resposta. Por exemplo: Qual a organela responsável pela respiração celular? Resposta: Mitocôndria (Fig. 1.8). Figura 1.8 Cartaz de apresentação da técnica de ensino: Bingo. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 19
  • 20. o Seminários Seminários devem ser usados para tirar dúvidas sobre os mais diversos temas da biologia, preferencialmente com conteúdo já trabalhado pelo professor, e centrados em avaliar o desempenho do aluno de modo a não tolir, ou seja, destruir a criatividade, e sim incentivar a exposição de idéias. Feira de Ciências Objetivos Difundir conhecimentos científicos; Aproximar a comunidade da escola. A idéia da feira de ciências é expor todos os materiais produzidos pelos alunos, como experimentos, maquetes, modelos, cartazes e outros, para os visitantes da comunidade. Cada grupo de alunos deverá receber um tema e estes deverão buscar meios para expor o tema, o professor deve incentivar a criatividade. A feira de ciências deve ter um tema geral como base, por exemplo, humanidade e ambiente, saúde e higiene, entre outros temas gerais (Fig. 1.9). Figura 1.9 Fotografia da Feira de Ciências de Ainaro de 2008. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 20
  • 21. Recursos audiovisuais Objetivos Utilizar vídeos, imagens e software para fixar conhecimentos específicos; Induzir o aluno à reflexão através da visualização de ações do cotidiano. Com o uso de algum recurso audiovisual, os alunos são levados a conhecer temas pertinentes à biologia através de projetores, filmes e documentários, ou mesmo algum evento que esteja ocorrendo na cidade sobre os mais diversos temas da biologia com o intuito de demonstrar ao aluno como ele pode explorar o cotidiano na fixação de conhecimentos Elaboração de atividades diversificadas Objetivos Diversificar as atividades diárias dos alunos buscando a motivação na sua realização; Incentivar a criatividade na elaboração de trabalhos para casa. Baseado no conteúdo do livro Biologia – Volume Dois, o professor levará o aluno a usar a técnica de elaboração de atividades diferenciadas como a criação de gibi (revista em quadrinhos) que exige criatividade do aluno. Um painel de seres vivos pode ser feito a partir de visitas de campo com recolhimento de sementes, folhas e flores, e, um álbum de folhas prensadas feito a partir da desidratação de folhas simples e compostas (Fig. 1.10). Figura 1.10 Modelo de álbum de folhas prensadas.. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 21
  • 22. Produção e uso de cartazes Objetivos Direcionar enfoque em conteúdos específicos; Visualizar temas relevantes da biologia. Esta técnica é centrada na utilização de materiais didáticos como cartazes, sejam estes de origem impressas ou confeccionados pelo próprio professor. A criatividade do professor pode superar a falta de materiais, podendo utilizar materiais alternativos mais fáceis de serem encontrados. A criatividade do professor será o diferencial do material didático produzido (Fig. 1.11). Figura 1.11 Apresentação de sala de aula com cartazes feitos pelo próprio professor na Escola Secundária Santa Maria de Ainaro, TimorLeste. 1.2 MUDANÇAS COM O ENSINO Em tempos de mudanças com o ensino que se transforma a todo tempo e novas técnicas de ensino, o que se esperava dos alunos era uma vontade de aprender passiva para mudar a realidade em que vive. Porém com a introdução das novas tecnologias e Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 22
  • 23. as diversas técnicas e inovações principalmente na área educacional, o professor ganhou novos aliados para instigar nos seus alunos a vontade de aprender. A Educação e a Integração A educação propõe um repensar o conhecimento, pois ela é muito mais do que desenvolver no aluno a capacidade de aprender, é a escola que redefine o papel da sociedade atribuindo novos objetivos estimulando e aprofundando as novas habilidades cognitivas do aluno. Dessa forma, educar requer participações ativas do aluno. Educar é ouvir, falar, ler, discutir, escrever, raciocinar, trocar idéias, debater crescer com os erros e acertos, uns dos outros. A escola deve estar sempre se atualizado e acompanhando as mudanças da sociedade, pois a dimensão filosófica conduz o aluno a uma lógica formal e ao desenvolvimento de valores tornando-se uma base sólida na formação da cidadania. Dessa forma o papel do educador hoje esta mais para instigador do educando na aventura de sua busca pelo conhecimento, não só na sala de aula, mas em toda parte, proporcionando ao aluno condições para que este amplie seu relacionamento com o plano social, semântico e virtual. Quem Ensina Aprende Visando o caráter construtivista da escola, nós professores, contamos com a colaboração e a participação dos alunos em todos os sentidos das aulas, esclarecendo dúvidas e buscando novas hipóteses. A práxis educacional compreende uma atitude humana não meramente casual, mas capaz de transformar a natureza e a sociedade sendo subsídios para essa atitude à junção de conhecimentos teóricos e práticos. Paulo freire, mestre neste sentido, nos informa que quem ensina aprende e quem aprende ensina ao aprender. A Inclusão Digital O uso dos computadores nas escolas é uma alternativa para despertar o interesse do aluno, desenvolvendo habilidades de leitura, interpretação, interdisciplinaridade e interação social que contribuem com a sua formação. As novas tecnologias que estão surgindo deixam cada vez mais no passado os métodos antigos e tradicionais de dar aula, e dão lugar a um novo aprendizado proporcionado pela instalação de computadores nas escolas. A inclusão digital surgiu com a necessidade das pessoas utilizarem a informática nas situações do cotidiano como, por exemplo, utilizar o caixa eletrônico de um banco, o qual exige que a pessoa compreenda as informações emitidas pela máquina para que consiga o seu objetivo. Sem entender o texto que está escrito não é possível realizar nenhuma transação bancária no caixa eletrônico, tornando mais complicado e demorado este procedimento. O Professor e a Criatividade Cabe ao professor, portanto, criar condições para que os alunos possam apropriarse de características discursivas e lingüísticas de gêneros diversos, em situações de comunicação real. Isso pode ser feito com muita eficiência por meio de projetos pedagógicos que visem ao conhecimento, à leitura, à discussão sobre o uso e as funções Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 23
  • 24. sociais dos gêneros escolhidos e, quando pertinente, à sua produção escrita e circulação social. O professor deve usar tudo que estiver ao seu alcance para propiciar ao aluno um aprendizado completo, para assim, garantir ao educando condições de conhecer e experimentar toda tecnologia para o beneficio de sua educação e crescimento educacional e profissional. Dessa forma, educar requer participações ativas do aluno. Dessa forma o papel do educador hoje está mais para instigador do educando na aventura de sua busca pelo conhecimento, não só na sala de aula, mas em toda parte, proporcionando ao aluno condições para que este amplie seu relacionamento com o plano social, semântico e virtual. O Professor e a Violência A arte da dialética, o poder de argumentação, do convencimento, está intimamente ligada ao respeito que o professor deve ter pelo estudante. A experiência levará o professor a perceber uma maneira só dele de dominar a sala de aula. Não há necessidade de violência para controlar os alunos, o respeito pelo trabalho do professor precisa ser conquistado. O processo de ensino e aprendizagem exige uma cumplicidade do professor com o aluno. Afinal, uma coisa é o professor ensinar, e outra bem diferente é o aluno aprender. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 24
  • 25. Seção 2 PLANEJAMENTO Planejar é uma atividade que está dentro da educação, visto que esta tem como características básicas: evitar a improvisação, prever o futuro, estabelecer caminhos que possam nortear mais apropriadamente a execução da ação educativa, prever o acompanhamento e a avaliação da própria ação. Planejar e avaliar andam de mãos dadas. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 25
  • 26. 2. PLANEJAMENTO O planejamento é o processo de busca de equilíbrio entre meios e fins, entre recursos e objetivos, visando ao melhor funcionamento de empresas, instituições, setores de trabalho, organizações grupais e outras atividades humanas. O ato de planejar é sempre processo de reflexão, de tomada de decisão sobre a ação; processo de previsão de necessidades e racionalização de emprego de meios (materiais) e recursos (humanos) disponíveis, visando à concretização de objetivos, em prazos determinados e etapas definidas, a partir dos resultados das avaliações. Planejar, em sentido amplo, é um processo que visa a dar respostas a um problema, estabelecendo fins e meios que apontem para sua superação, de modo a atingir objetivos antes previstos, pensando e prevendo necessariamente o futuro. Mas considerando as condições do presente, as experiências do passado, os aspectos contextuais e os pressupostos filosófico, cultural, econômico e político de quem planeja e com quem se planeja. Existem vários tipos de planejamento, um chamado de Plano de Ação Semanal, o professor deve usar para controlar o conteúdo do livro principalmente. É mais simples e de fácil utilização. Os outros planos seguem sendo explicados a seguir. 2.1 PLANO DE AÇÃO O plano de ação deve ser usado pelo professor para controlar de maneira prática seu conteúdo a ser aplicado. Nele consta o horário das aulas, o conteúdo do livro de cada ano do ensino secundário, a técnica de ensino adotada, e as atividades de sala e de casa (Quadro 2.1). Quadro 2.1 Modelo de Plano de Ação. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 26
  • 27. 2.2 PLANO DE AULA O plano de aula é um documento utilizado pelo professor para elaborar o seu dia letivo, para o registro de decisões do tipo: o que se pensa fazer, como fazer, quando fazer, com que fazer, com quem fazer. Para existir plano é necessária a discussão sobre fins e objetivos, culminando com a definição dos mesmos, pois somente desse modo é que se podem responder as questões indicadas acima. O plano é a apresentação sistematizada e justificada das decisões tomadas relativas à ação a realizar. Plano tem a conotação de produto do planejamento. Plano de aula é um guia e tem a função de orientar a prática do professor, partindo da própria prática e, portanto, não pode ser um documento rígido e absoluto. Ele é a formalização dos diferentes momentos do processo de planejar que, por sua vez, envolve desafios e contradições É o processo que antecede as ações e tem função de organizador da prática pedagógica. Para tanto necessita ter dados precisos e claros. É a previsão inteligente e bem calculada de todas as etapas do trabalho educacional que envolvem as atividades docentes e discentes, de modo a tornar o ensino seguro e eficiente. A esse conceito poderíamos hoje acrescentar, ainda, colocar em ordem os passos que se devem seguir de forma qualitativa e estruturada. Aqui temos algumas informações necessárias para iniciarmos uma pesquisa reflexiva para elaboração de um plano de aula diferenciado. Ao qual apresente uma seqüência de tudo o que vai ser desenvolvido em um dia letivo em sala de aula com detalhes, objetivos a serem alcançados (conhecimento, competências e habilidades), itens do conteúdo, as metodologias e estratégias que serão utilizadas, os procedimentos que serão adotados e as atividades que serão desenvolvidas assim como os recursos, a avaliação e referência. Porém encontramos uma diversidade de modelos bastante diferenciados, uma vez que esta atividade muda conforme o modelo de cada instituição, mas há uma matriz na qual se pode apoiar para a construção do nosso plano de aula a fim de alcançar nossos objetivos pedagógicos. Embora represente apenas uma faceta da atividade docente, o plano de aula proporciona maior qualidade, equilíbrio e segurança ao professor na sala de aula. Sendo que, permite a esse profissional auxiliar de maneira mais eficaz os alunos; encorajando-os assim, a serem pensadores críticos, criativos e atuantes, com capacidade para assumirem sua própria e permanente formação. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 27
  • 28. Identificação do plano o o o o o o Nome da instituição de ensino (também do centro e do departamento se for o caso); Nome do curso (Secundário); Ano (série); Área do conhecimento (Disciplina); Nome do professor ministrante; Tema da aula ou assunto. IDENTIFICAÇÃO DO PLANO Escola ___________________________________________________________________ Nome do curso: Secundário Ano: 11o – 2o secundário Disciplina: Biologia Nome do Professor: ________________________________________________________ Tema da aula: Citologia Conteúdo Programático o o Estabelecimento de tópicos na seqüência em que vão ser apresentados no decorrer da aula; Considerar que toda aula tem abertura, desenvolvimento e encerramento (início, meio e fim). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A história da célula Cientistas pioneiros; Teoria celular Tipos de células Objetivos: o Uso de verbos como capacitar, instrumentalizar, compreender, reconhecer, descrever, reconhecer, entre outros verbos, para traçar a meta da aula. OBJETIVOS Compreender que a célula é a unidade fundamental da vida. Reconhecer os componentes da célula Estratégias de aprendizagem e metodologia: Procedimentos adotados para facilitar o processo de aprendizagem. o Aulas expositivas; o Dinâmicas; Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 28
  • 29. o Debates; o Seminários; o Exercícios; o Análises; o Situações-problemas; E outros que o professor julgue necessário. Recursos Didáticos: A designação dos recursos áudios-visuais mostra a dinâmica da aula. o Quadro de giz; o Retroprojetor; o Datashow; o Rádio; o Cartazes; o Painéis; o Vídeo; o DVD. E outros que o professor julgue necessário. Avaliação: Designa de que forma o professor avaliará os alunos na aula. o Participação; o Análise de caso; o Atividades práticas; o Situações-problemas; o Apresentação de trabalhos. E outros que o professor julgue necessário. Referências: o Indicar conforme as normas vigentes, os autores e obras utilizados na preparação da aula; o Indicar periódicos e sites visitados. A seguir apresentamos alguns modelos de formulários de plano de aula. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 29
  • 30. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO PLANO DE AULA Escola: ______________________________________________________________ Nome do curso: __________________________________________________________ Ano:________ Disciplina: ______________________________________________ Nome do Professor: _____________________________________________________ Tema da aula: _________________________________________________________ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO OBJETIVOS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM E METODOLOGIA RECURSOS DIDÁTICOS AVALIAÇÃO REFERÊNCIAS Assinatura da Supervisão Escolar: ______________________________________ Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 30
  • 31. PLANO DE AULA Escola ____________________________________________ Data: ___/_____/___ Professor: ________________________________ Distrito: ____________________ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO OBJETIVOS METODOLOGIA REFERÊNCIAS RECURSOS DIDÁTICOS AVALIAÇÃO _________________________________________________ Assinatura da Supervisão Escolar ou Pedagogo (a) Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 31
  • 32. 2.3 PLANO DE ENSINO Aprendizagem é, por excelência, construção; ação e tomada de consciência da coordenação das ações. Na prática pedagógica é importante o professor conhecer como ocorre a aprendizagem e ter claro a sua posição. No ensino de Biologia, como no ensino informatizado, existe um consenso de que as atividades experimentais são essenciais para a aprendizagem científica, mas essas atividades devem levar o aluno a ter ações eficazes, modificando suas estruturas e, talvez, até criando uma nova estrutura, sempre a partir de um processo de desenvolvimento. Um plano de ensino tem como principal objetivo fazer a distribuição do conteúdo programático que será trabalhado durante o ano, o semestre, o trimestre, etc. e nele ainda deverá constar o número de aula e o tempo necessário para cada assunto abordado dentro da disciplina. É importante ressaltar que o plano de ensino deve ser encarado como uma necessidade e não como exigência ou obrigação imposta pela escola. PLANO DE ENSINO Disciplina: COLOQUE AQUI O NOME DA DISCIPLINA Carga Horária Anual: QUANTAS AULAS ACONTECEM POR ANO Curso: QUAL O NÍVEL DE ENSINO? SECUNDÁRIO, PRÉ-SECUNDÁRIO Professor: SEU NOME Horário de aulas: DIA E HORÁRIO Objetivos da Disciplina: PARA QUE ESTUDAR ESSA MATÉRIA? Metodologia de Ensino: O CURSO ENVOLVERÁ QUE TIPOS DE AULAS. Ementa: LISTAR TODOS OS CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS NO ANO INTEIRO. Programa: SEPARAÇÃO DOS CAPÍTULOS POR TRIMESTRE. Critérios de Avaliação: COMO O ALUNO SERÁ AVALIADO. Conduta esperada: ESPERA-SE DOS ALUNOS COMO FUNDAMENTO O RESPEITO MÚTUO. ESSA CONDUTA INCLUI OS ELEMENTOS ABAIXO, EMBORA NÃO SE LIMITE SOMENTE A ESTES: • Presença nas aulas: CADA AULA SE BENEFICIA DA PRESENÇA E PARTICIPAÇÃO DE TODOS. A NOTA DE PARTICIPAÇÃO SERÁ AFETADA NEGATIVAMENTE PELAS AUSÊNCIAS ÀS AULAS. • Pontualidade: QUEM CHEGA ATRASADO PODE INTERROMPER A EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR E AS DISCUSSÕES EM CLASSE, ALÉM DE SIGNIFICAR UM DESRESPEITO PARA COM OS QUE CHEGARAM NA HORA. • Minimizar interrupções: TELEMÓVEIS, PAGERS E OUTROS APARELHOS ELETRÔNICOS DEVEM SER DESLIGADOS Calendário Anual de Atividades (Aula, Data, Item do programa Atividades a desenvolver e Bibliografia Utilizada) Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 32
  • 33. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PLANO DE ENSINO ESCOLA: _______________________________________________________ DISTRITO: _____________________________SUB-DISTRITO:____________ ANO LETIVO: ________ Disciplina: Carga Horária Anual: Curso: Professor (a): Horário de aulas: Objetivos da Disciplina: Metodologia de Ensino: Ementa: Programa: Critérios de Avaliação: Conduta esperada: Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 33
  • 34. Calendário Anual de Atividades: Setembro Outubro Dezembro Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Assinatura da supervisão escolar: ______________________________________ Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 34
  • 35. Seção 3 LINHAS ORIENTADORAS A escola deve estar sempre se atualizado e acompanhando as mudanças da sociedade, pois a dimensão filosófica conduz o aluno a uma lógica formal e ao desenvolvimento de valores tornando-se uma base sólida na formação da cidadania. Dessa forma o papel do educador hoje esta mais para instigador do educando na aventura de sua busca pelo conhecimento, não só na sala de aula, mas em toda parte, proporcionando ao aluno condições para que este amplie seu relacionamento com o plano social, semântico e virtual. As linhas orientadoras de uma obra têm a missão de direcionar o trabalho do professor servindo de subsídios para uma atitude de junção de conhecimentos teóricos e práticos. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 35
  • 36. 3. LINHAS ORIENTADORAS As linhas orientadoras servem para ajudar o professor a programar seu conteúdo conforme a quantidade de aulas previstas por semana e principalmente pelas aulas dadas. Como entender a proposta das linhas orientadoras: 1. Verificar a quantidade de aulas previstas por semana fazer um cálculo para descobrir a quantidade de aulas previstas para o ano letivo; 2. Separar os conteúdos conforme a quantidade de aulas previstas; 3. Na nossa proposta separamos o ano letivo em 32 semanas, mas cabe ao professor adaptar a sua realidade. Fonte dos Conteúdos FLORENTINO, Anderson Aliston; CHAGAS, Bianca Mees; TEIXEIRA, Erivelto Rodrigues; NASCIMENTO, João Cleto do; LAGES, Luis Henrique Marinho; REIS, Marina Pereira. Biologia – Volume Dois. Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste. Díli: BRASIL/CAPES/INFPC/ME/RDTL, 2009. Outras Referências Indicadas Pelos Autores AMABIS, José M; MARTHO, Gilberto. Fundamentos de Biologia Moderna. São Paulo, Moderna: 2006. ANDERSEN, Jesper L.; SCHJERLING, Peter & SALIW, Bent. Muscle, gene and athletic performance. Scientific American, 283:30-37, 2000. APEZZATO-DA-GLÓRIA, B. & CARMELLO-GUERREIRO, S. M. Anatomia Vegetal. Ed. UFV - Universidade Federal de Viçosa. 2003, Viçosa. ARMAS, Karen, CAMP, Pamela S. Biology. Orlando: Sanders college Publishing, 1995 CUTTER, E.G. 1986. Anatomia Vegetal. Parte I - Células e Tecidos. 2ª ed. Roca. São Paulo. CUTTER, E.G. 1987. Anatomia Vegetal. Parte II - Órgãos. Roca. São Paulo. ESAU, K. 1960. Anatomia das Plantas com Sementes. Trad. 1973. Berta Lange de Morretes. Ed. Blucher, São Paulo. FAVARETO, J. A; MERCADANTE, C. Componente curricular Biologia. 1ª ed. São Paulo: Moderna, 2005. FERRI, M.G., MENEZES, N.L. & MONTENEGRO, W.R. 1981. Glossário Ilustrado de Botânica. Livraria Nobel S/A. São Paulo. FRICKE, Hans. Coelacanthus: the Fish that Time forgot. National Geografic, 173, 1988, p. 824-38. LINHARES, S.; GEWANDSNAJDER, F. Biologia Hoje, vol. 2. Rio de Janeiro, Ática: 1994 PAULINO, W. R. Biologia volume único novo ensino médio. 8ª ed. São Paulo: Ática, 2003 RAVEN, P.H.; EVERT, R.F. & EICHCHORN, S.E. 2001. Biologia Vegetal. 6ª . ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro. ROMER, A. S.; PARSONS, T. S. Anatomia comparada dos vertebrados. São Paulo, Atheneu: 1985 SOERENSEN, B.; Animais peçonhentos. São Paulo, Atheneu: 1990 STORER, T. I.; USINGER, R. L.; STEBBINS, R. C.; NYBAKKEN, J. W.; Zoologia Geral. Rio de Janeiro, Companhia Editora Nacional: 1991. O Celacanto. Uma espetacular expedição à procura dos celacantos. Disponível em: www.criptopage.caixapreta.org/secao/criptozoologic . Acesso em 10 de novembro de 2008. The Internet Encyclopedia of Science. Anatomy & Physiology. Disponível em www.daviddarling.info/encyclopedia/B/biceps.html Acesso em 17 de novembro de 2008. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 36
  • 37. 3.1 DIVISÃO DOS CAPÍTULOS POR TRIMESTRE 1.o TRIMESTRE UNIDADE I – BASES BIOLÓGICAS Capítulo 1, Citologia Capítulo 2, Metabolismo Celular Capítulo 3, Histologia Vegetal Capítulo 4, Fisiologia Vegetal Capítulo 5, Histologia Animal 2.o TRIMESTRE Capítulo 6, Embriologia UNIDADE II – SISTEMAS DE CONTROLE CORPORAL Capítulo 7, Sistema Nervoso Capítulo 8, Sistema Sensorial Capítulo 9, Sistema Cardiovascular Capítulo 10, Sistema Respiratório 3.o TRIMESTRE Capítulo 11, Sistema Digestório Capítulo 12, Sistema Excretor UNIDADE III – MOVIMENTO E REPRODUÇÃO Capítulo 13, Sistema Locomotor Capítulo 14, Sistema Reprodutor Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 37
  • 38. 3.2 PRIMEIRO TRIMESTRE Semanas: o Aulas previstas para o primeiro trimestre PREVISÃO DE AULAS 14 Semanas CAPÍTULO 1, CITOLOGIA Tópicos e Sub-Tópicos o o o o o A HISTÓRIA DA CÉLULA ENVOLTÓRIOS CELULARES o Parede Celular, Glicocálix e Membrana Plasmática o Endocitose o Transporte Passivo o Tranporte Ativo o Exocitose CITOPLASMA o Retículo Endoplasmático o Ribossomos o Complexo Golgiense o Lisossomos o Peroxisossomos o Mitocôndrias o Plastos o Citoesqueleto o Centríolos o Cílios de Flagelos NÚCLEO CELULAR o Carioteca o Cromatina, Nucléolo e Nucleoplasma o Cromossomos, Genes e DNA o O Centrômero e Classificação dos Cromossomos O CICLO CELULAR E A MITOSE o Interfase o Mitose o Meiose Objetivos o o Compreender que a célula é a unidade fundamental da vida. Reconhecer os componentes da célula. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 38
  • 39. Descrição de Linhas Gerais A célula é a menor porção da matéria viva. Por formar e ser responsável pelo funcionamento do corpo do ser vivo, a célula é o seu constituinte estrutural e funcional. CAPÍTULO 2, METABOLISMO CELULAR Tópicos e Sub-Tópicos o o COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA o Água o Vitaminas o Glicídios o Lipídios o Proteínas o Aminoácidos o Enzimas o Ácidos Nucléicos METABOLISMO CELULAR o Respiração Celular o Glicólise o Ciclo de Krebs o Fosforilação Oxidativa o Cadeia Transportadora de Elétrons o Fermentação o Fermentação Lática o Fermentação Alcoólica o Fotossíntese o Fase Clara: Etapa Fotoquímica o Fase Escura: Etapa Química o Quimiossíntese Objetivos o o Reconhecer a existência de uma realidade invisível aos olhos, mas que pode ser investigada cientificamente e utilizada para explicar fatos e processos do mundo macroscópico. Reconhecer que os seres vivos são constituídos por partículas minúsculas semelhantes às encontradas em qualquer outro tipo de matéria, o que ressalta nossa identidade com os componentes não-vivos do universo. Descrição de Linhas Gerais Ações químicas ocorrem o tempo todo em nosso corpo. Através delas, obtemos os nutrientes necessários para a sobrevivência do nosso corpo. Algumas reações, para ocorrerem, recebem energia, enquanto outras liberam energia. Neste capítulo, veremos de que maneiras essas reações ocorrem nas células. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 39
  • 40. CAPÍTULO 3, HISTOLOGIA VEGETAL Tópicos e Sub-Tópicos OS TECIDOS VEGETAIS o Os Tecidos Meristemáticos o Tipos de meristemas o Protoderme o Procâmbio o Meristemas secundários o Câmbio o Suberofelogênico ou felogênio o Cerne o Alburno o Tecidos de proteção ou revestimento o Epiderme o Cutícula o Espinhos o Acúleos o Pêlos ou tricomas o Estômatos o Súber o Periderme o Tecidos de Sustentação o Colênquima o Esclerênquima o Os Tecidos Parenquimáticos o Parênquima clorofiliano o Parênquima de reserva o Tecidos Condutores o Floema ou líber o Xilema ou lenho o Objetivos o Identificar as partes da raiz, do caule e da folha e reconhecer a estrutura interna o Conhecer a estrutura e a localização na planta dos principais tecidos vegetais: epiderme, periderme, parênquima, colênquima, xilema, floema e meristema. microscópica de Linhas Gerais Descrição desses órgãos quanto aos principais tecidos. Descrição de Linhas Gerais Na formação dos tecidos vegetais tomaremos como referência o grupo das angiospermas, plantas dotadas de raízes, caules, folhas, flores, sementes e frutos. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 40
  • 41. CAPÍTULO 4, FISIOLOGIA VEGETAL Tópicos e Sub-Tópicos o o o o O EQUILÍBRIO HÍDRICO I o A absorção nos vegetais o Estrutura de uma raiz o A absorção de água o Condução da seiva bruta ou inorgânica o Anéis anuais e a idade das árvores o Sudação ou gutação o Condução da seiva elaborada o Cintamento ou anel de Malpighi (anel de casca) O EQUILÍBRIO HÍDRICO II o Transpiração o Estômatos o Funcionamento dos estômatos HORMÔNIOS E MOVIMENTOS VEGETAIS o Auxinas ou ácido indolacético (AIA) o Giberelinas o Citocininas o Ácido abscísico o Etileno MOVIMENTOS VEGETAIS o Os tropismos o Fototropismo o Geotropismo o Os tactismos o Os nastismos Objetivos Conhecer as substâncias minerais que as plantas necessitam.Explicar como a água e os sais minerais absorvidos pelas raízes Descrição de Linhas Gerais chegam as folhas (transporte pelo xilema), e como as substância produzidas nas folhas chegam às diversas partes da planta (transporte pelo floema.). o Caracterizar hormônio vegetal e identificar os principais grupos de hormônio, associando-os às suas funções na planta. o Descrição de Linhas Gerais Para reconhecer as necessidades básicas das plantas quanto à nutrição mineral e orgânica, reconhecendo a importância desses conhecimentos para a preservação dos ambientes. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 41
  • 42. CAPÍTULO 5, HISTOLOGIA ANIMAL Tópicos e Sub-Tópicos o o o o o o TECIDO EPITELIAL o Especializações das Células Epiteliais o Microvilos ou Microvilosidades o Cílios e Flagelos o Junções Celulares o Tecidos Epiteliais de Revestimento o Tecidos Epiteliais Glandulares TECIDO CONJUNTIVO o Tecido Conjuntivo Frouxo o Tecido Conjuntivo Denso o Tecido Conjuntivo Adiposo o Tecido Conjuntivo Cartilaginoso TECIDO ÓSSEO TECIDO MUSCULAR o Tecido Muscular Estriado Esquelético o Tecido Muscular Estriado Cardíaco o Tecido Muscular Liso TECIDO NERVOSO o Neurônios o Célula da Glia TECIDO HEMATOPOIÉTICO o Plasma o Glóbulos Sanguíneos Objetivos o o Reconhecer os diferentes tipos de tecidos como conjunto de células Classificar os tecidos conforme sua função Descrição de Linhas Gerais Histologia é o ramo da Biologia que estuda os tecidos e as células que os formam. Tecido é um conjunto de células que atuam de maneira integrada, desempenhando funções definidas. Existem quatro tipos de tecidos: epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso. 3.3 SEGUNDO TRIMESTRE Semanas o Aulas previstas para o segundo trimestre PREVISÃO DE AULAS 10 Semanas Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 42
  • 43. CAPÍTULO 6, EMBRIOLOGIA Tópicos e Sub-Tópicos o o o EMBRIOLOGIA GAMETOGÊNESE o Espermatogênese o Estrutura dos testículos o Desenvolvimento das células espermáticas o Fases de desenvolvimento do espermatozóide  Multiplicação  Crescimento  Maturação  Transformação o Estrutura do espermatozóide o Ovogênese o Fases de Desenvolvimento  Multiplicação  Crescimento  Maturação o Estrutura do Ovário DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO o Embriologia dos Órgãos dos Sentidos o Embriologia dos Sistemas Digestório e Respiratório o Embriologia do Sistema Digestório o Embriologia do Sistema Respiratório o Embriologia do Sistema Cardiovascular o Embriologia da Pele e Anexos o Embriologia do Sistema Locomotor o Embriologia do Sistema Nervoso Objetivos o o Desmistificar processos básicos de formação de um se vivo na sua concepção; Analisar cada fase de desenvolvimento do ser até sua total formação básica embrionária. Descrição de Linhas Gerais Embriologia é a ciência biológica que estuda, nos vegetais e animais, o desenvolvimento da semente ou do ovo até constituir um espécime completo. Para alguns, seu campo de aplicação se estende aos processos de formação dos gametas e à fecundação. A teoria da epigênese, formulada em 1651 pelo médico e anatomista inglês William Harvey, afirmava que as estruturas especializadas do indivíduo se desenvolviam passo a passo, a partir de formas prévias indiferenciadas no ovo. No entanto, a prova desta teoria não aconteceu até 1759, quando o anatomista alemão Kaspar Friedrich Wolff divulgou seu estudo sobre o desenvolvimento do pinto no ovo e demonstrou que os órgãos derivam de um material indiferenciado. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 43
  • 44. CAPÍTULO 7, SISTEMA NERVOSO Tópicos e Sub-Tópicos o o o SISTEMA NERVOSO CENTRAL o Cérebro o Tálamo, Epitálamo e Hipotálamo o Mesencéfalo, Ponte e Cerebelo o Bulbo Raquidiano o Medula Espinhal o Regeneração da Medula Espinhal SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO o Nervos SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO o Glândulas Endócrinas e Regulação Hormonal Objetivos o o Identificar os componentes e as funções do Sistema Nervoso Compreender a relação entre o Sistema Nervoso e os outros sistemas Descrição de Linhas Gerais O sistema nervoso humano é composto do encéfalo, medula espinhal, nervos e dos gânglios nervosos. Seu constituinte fundamental é o tecido nervoso. Associado ao sistema nervoso está o sistema sensorial, formado por um conjunto de estruturas que permitem a percepção de estímulos originados do exterior ou do interior do corpo. CAPÍTULO 8, SISTEMA SENSORIAL Tópicos e Sub-Tópicos o SISTEMA SENSORIAL o Os sentidos nos animais invertebrados o Os sentidos nos animais vertebrados o Os sentidos humanos o Tato o Paladar o Olfato o Audição o Visão o Alguns defeitos da visão Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 44
  • 45. Objetivos o o o o Compreender e comparar o sistema sensorial dos principais grupos animais e os meios utilizados por eles na percepção e nas respostas adequadas aos estímulos recebidos. Conhecer a anatomia dos órgãos dos sentidos do homem, compreendendo o seu mecanismo de funcionamento. Associar os sentidos à percepção do ambiente em que estamos inseridos e dos perigos que nos cercam. Compreender que o sistema sensorial estabelece relações com outros sistemas do corpo do animal, principalmente com o sistema nervoso, a fim de manter o organismo em equilíbrio e em pleno funcionamento. Descrição de Linhas Gerais Por meio de células especializadas ou órgãos sensoriais os animais são capazes de se relacionar com os ambientes externos e internos do seu próprio corpo. Assim, dependendo do animal, é possível distinguir estímulos sonoros, luminosos, odoríferos, gustativos e dolorosos. CAPÍTULO 9, SISTEMA CARDIOVASCULAR Tópicos e Sub-Tópicos o o o o SANGUE, CORAÇÃO, VEIAS E ARTÉRIAS SISTEMAS CIRCULATÓRIOS ABERTOS E FECHADOS o Tipos de sistemas circulatórios SISTEMA CIRCULATÓRIO DUPLO CIRCULAÇÃO HUMANA Objetivos o o Conhecer os componentes básicos do sistema cardiovascular; Compreender a fisiologia do sistema cardiovascular nos diversos tipos de animais. Descrição de Linhas Gerais Antes de explicarmos os tipos de circulação que existem nos diferentes grupos de animais, vamos aprender certas características que podem ser consideradas “comuns” mesmo em seres completamente diferentes. Por exemplo, a circulação sempre envolve um ou mais líquidos que circulam no interior do corpo do animal. Esses líquidos, também chamados de fluídos internos, podem ter diversas nomenclaturas, de acordo com sua composição. Nos invertebrados de circulação aberta, o fluído transportado pelo sistema circulatório é chamado de hemolinfa, pois transporta os nutrientes oriundos da digestão, bem como células de defesa do organismo e uma grande quantidade de outras substâncias, principalmente hormônios. Já no caso dos vertebrados, o fluído interno transportado pela circulação é o sangue, que além de transportar os nutrientes, também é responsável por carregar o oxigênio. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 45
  • 46. CAPÍTULO 10, SISTEMA RESPIRATÓRIO Tópicos e Sub-Tópicos o o o o o COMO OS ANIMAIS RESPIRAM? A RESPIRAÇÃO TRAQUEAL DOS INSETOS A RESPIRAÇÃO BRANQUIAL DOS PEIXES RESPIRAÇÃO DOS VERTEBRADOS TERRESTRES A RESPIRAÇÃO NOS SERES HUMANOS Objetivos o o Conhecer o sistema respiratório das mais diversas espécies de animais; Explicar como ocorrem os diversos processos de respiração dos seres vivos. Descrição de Linhas Gerais Todos os seres dependem de reações químicas que ocorrem no interior de cada célula para se manterem vivos. No caso das plantas, ocorre uma reação chamada fotossíntese. No caso dos animais, ocorre uma reação diferente chamada de respiração. Na respiração o oxigênio e a glicose são utilizados para gerar energia para o organismo, e os resultados finais dessa reação são o dióxido de carbono e a água. Essa é a respiração celular.No entanto para que a respiração celular aconteça, é necessário que ocorram outros processos maiores, envolvendo o organismo como um todo. Um desses processos é a digestão, outro é a circulação, e de especial importância para nós nesse capítulo, a respiração. Para que a respiração ocorra, é necessário que vários órgãos funcionem de forma coordenada, formando o que nós chamamos de sistema respiratórios. Existem vários tipos de sistemas respiratórios diferentes, embora todos façam a mesma função: realizar as trocas gasosas da qual dependem a respiração celular. 3.4 TERCEIRO TRIMESTRE Semanas o Aulas previstas para o primeiro trimestre PREVISÃO DE AULAS 08 Semanas Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 46
  • 47. CAPÍTULO 11, SISTEMA DIGESTÓRIO Tópicos e Sub-Tópicos o o O SISTEMA DIGESTÓRIO o Digestão o Absorção o Egestão o Tubo digestivo o A digestão nos animais invertebrados o A digestão nos animais vertebrados o Digestão em alguns animais o A digestão humana o Boca o Os dentes o A língua o As glândulas salivares o Faringe e Esôfago o Estômago e Suco Gástrico o Intestino Delgado o Intestino Grosso AS GLÂNDULAS ANEXAS o Pâncreas o Fígado Objetivos o o o Compreender e comparar o sistema digestório dos principais grupos animais e os meios utilizados por eles na digestão dos alimentos. Conhecer a anatomia do sistema digestório humano, compreendendo o papel de cada um dos seus órgãos. Compreender que o sistema digestório está intimamente relacionado aos outros sistemas do corpo do animal, o que permite que ele se mantenha em atividade, garantindo assim sua sobrevivência. Descrição de Linhas Gerais Os animais apresentam como característica peculiar o fato de realizarem a digestão dentro do corpo. Na história da evolução, primeiramente, surge um tubo digestivo com uma única abertura que ao mesmo tempo serve de entrada para do alimento e saída dos resíduos. A digestão é o tema deste capítulo. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 47
  • 48. CAPÍTULO 12, SISTEMA EXCRETOR Tópicos e Sub-Tópicos o o o SISTEMA EXCRETOR o A Excreção dos Animais Invertebrados o A Excreção dos Animais Vertebrados o Osmorregulação o Animais osmoconformantes o Animais Osmorreguladores O SISTEMA EXCRETOR HUMANO o Como funcionam os rins o Regulação da função renal A ELIMINAÇÃO DA URINA o Ureter o Bexiga urinária o Uretra o Suor Objetivos o o Definir o sistema excretor e suas funções nos organismos. Promover uma contextualização de forma que possamos compreender o processo de excreção. Descrição de Linhas Gerais Reconhecemos como sistema excretor qualquer conjunto de órgãos que em um organismo, é responsável pela manutenção do meio interno, regulação do teor de água e sais minerais e eliminação de resíduos nitrogenados formados durante o metabolismo celular. No ser humano podemos considerar como sistemas excretores o sistema urinário (onde é produzida a urina) e a pele (que produz suor através das glândulas sudoríparas). O sistema respiratório, ao eliminar dióxido de carbono, que é um dos principais resíduos da respiração celular, é por vezes, também incluído neste grupo por alguns autores (ainda que, na verdade, não seja responsável pela produção de uma "excreção" no sentido próprio da palavra). Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 48
  • 49. CAPÍTULO 13, SISTEMA LOCOMOTOR Tópicos e Sub-Tópicos o SISTEMA LOCOMOTOR o A locomoção dos animais invertebrados o O SISTEMA MUSCULAR o Os Tecidos Musculares o A musculatura dos mamíferos o A musculatura humana o Músculos Estriados Esqueléticos o Organização das Miofibrilas o O cálcio e a contração muscular o Energia para a contração muscular o Antagonismo muscular o Lei do tudo ou nada o Tônus muscular o Tensão muscular e resistência o Contrações musculares: Isotônica e isométrica o A musculatura das aves o A musculatura dos répteis o A locomoção das serpentes o Progressão Linear o Movimento de Propulsão o Movimento em Espiral o A musculatura dos Anfíbios o A musculatura dos Peixes o O SISTEMA ESQUELÉTICO o Função do Sistema Esquelético o Articulações ósseas o Tipos de articulações o O esqueleto humano o Esqueleto axial o Esqueleto apendicular o Ossos da cabeça o Ossos do tronco o Ossos dos membros o Os cíngulos dos membros superiores e inferiores o O esqueleto das aves o O esqueleto dos répteis o O esqueleto dos anfíbios o O esqueleto dos peixes Objetivos o o o o Compreender a visão científica atual sobre a locomoção dos animais. Conhecer os mecanismos responsáveis pela locomoção. Identificar e relacionar os principais músculos do corpo humano e conhecer a musculatura dos demais animais Identificar e relacionar os principais ossos do corpo humano e conhecer a musculatura dos demais animais. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 49
  • 50. Descrição de Linhas Gerais A combinação de músculos e ossos, coordenados pelo sistema nervoso, permite a realização de movimentos precisos e elaborados. Os músculos e o esqueleto atuam em conjunto, produzindo os mais diversos tipos de movimentos corporais. O reconhecimento nos seres vivos das bases estruturais e fisiológicas que permitem a movimentação corporal, e a compreensão dos aspectos básicos do funcionamento e os componentes dos sistemas esqueléticos e musculares serão apresentados neste capítulo. CAPÍTULO 14, SISTEMA REPRODUTOR Tópicos e Sub-Tópicos o SISTEMA REPRODUTOR o Reprodução assexuada o Divisão binária, bipartição ou cissiparidade o Brotamento, gemulação ou gemiparidade o Regeneração ou Fragmentação o Divisão múltipla o Reprodução sexuada o A reprodução nos animais invertebrados o A reprodução nos animais vertebrados o A reprodução humana  Os órgãos sexuais masculinos  Os órgãos sexuais femininos o Produção das células sexuais o Os ciclos da reprodução o Fecundação o Gravidez o Gêmeos o Contracepção e DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) Objetivos o o o o o Compreender e comparar o sistema reprodutor dos principais grupos animais e os meios utilizados por eles para se reproduzirem. Conhecer a anatomia do sistema reprodutor humano, compreendendo o papel de cada um dos seus órgãos. Compreender que a partir da reprodução, os seres vivos originam descendentes, garantindo, assim, a perpetuação da espécie. Reconhecer os cuidados necessários na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez não planejada. Compreender os avanços tecnológicos e científicos nessa área, reconhecendo os benefícios para a humanidade, bem como seus riscos. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 50
  • 51. Descrição de Linhas Gerais Na função reprodutiva, os organismos não utilizam os mesmos mecanismos reprodutores, existindo dois grandes processos: A reprodução assexuada e a reprodução sexuada. A capacidade de originar descendentes está presente em todos os seres vivos e é uma das suas características básicas. Ela é de fundamental importância para a manutenção das espécies, pois, atualmente, sabe-se que a vida surge sempre de outra vida, por mais simples que sejam os organismos envolvidos. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 51
  • 52. Seção 4 PEDAGOGIA A pedagogia é a parte normativa do conjunto de saberes que precisamos adquirir, e manter, se quiser desenvolver uma boa educação. A pedagogia é aquela parte do saber que está ligada à razão que não se resume à razão instrumental apenas, mas que inclui a racionalidade que nos possibilita o convívio, ou seja, a vigência da tolerância e, mesmo, do amor. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 52
  • 53. 4.1 A FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO A filosofia da educação é um saber mais independente, que pode ou não ter um vínculo com os saberes da pedagogia e da didática, ou do saber prático (e imediato) que faz a educação acontecer. O termo filosofia da educação aponta para um tipo de saber que, de um modo amplo, é aquele acumulado na discussão sobre o campo educacional. Faz assim ou para colocar valores e fins e legitimá-los através de fundamentos, ou para colocar valores e fins e legitimá-los através de justificações. Há, portanto, dois grandes tipos de filosofia da educação: a que serve como fundamentação para a pedagogia, e, a que serve como justificação. A pedagogia se desenvolve de maneira mais específica, apontando questões filosóficas à prática do ensino adequadas a realidade vigente. Se ninguém se liberta sozinho, ou se ninguém liberta ninguém, ou se na verdade, todos nos libertamos em comunhão, então é preciso que todos percebam a mesma realidade para buscar essa transformação, e o entendimento do pensamento pedagógico pode ser o primeiro passo rumo ao sucesso do processo de ensino e aprendizagem. 4.2 A PEDAGOGIA DO OPRIMIDO Paulo Freire, o educador brasileiro mais reconhecido no mundo inteiro, como um percebedor da realidade por sua origem pobre, com uma situação de vida semelhante a da maioria do povo timorense na atualidade. Tem sua luta e presença baseada na palavra “opressão”, principalmente, por ter sido um homem que fez uma leitura concreta do mundo do oprimido, da complexidade da relação entre o oprimido e o opressor, para, finalmente, propor uma pedagogia libertadora que consiste em uma educação voltada para a conscientização da opressão, a pedagogia do oprimido, e a conseqüente ação transformadora. A categoria “opressão” de Paulo Freire assume várias dimensões: Opressão antropológica A catana da cultura do homem, a destruição do seu saber enquanto homem, o epistemicídio, ou seja, a morte do conhecimento do outro. A intolerância arma o homem com a catana do esquecimento. O homem não tem mais o direito de manifestar sua cultura. Opressão psicológica A queda do “ser”, do “eu” do homem, permitindo como conseqüência sua coisificação e ou despersonalização. A opressão psicológica provoca o medo de manifestar sua opinião. Durante muitos anos o Timor-Leste viveu sobre esse tipo de opressão, que o levou a perda de sua auto-estima. Nenhum homem seja ele, português, brasileiro, australiano ou indonésio é maior, ou melhor, do qualquer homem timorense. As diferenças culturais não indicam que um homem é superior ou inferior a outro homem. A submissão do homem timorense frente aos “malaes”, leva à perda da identidade cultural, aos complexos de inferioridade. O ideal de superioridade de um homem não está associado ao poder financeiro e sim ao poder intelectual. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 53
  • 54. Opressão ontológica A ação paralela à desumanização, enquanto “ser homem”, o processo de hominização versus o culturamento necrófilo. A miséria que se vê, nos mais longínquos sucos de Timor-Leste, nem de longe se compara à perda da dignidade do homem enquanto homem, ser humano. A pobreza nunca esteve e nem nunca estará associada a desumanização, um homem pode ter todo dinheiro do mundo e ainda assim será sujo, pobre em sua alma. O homem que se contenta com o nada porque foi convencido a acreditar que aquilo era o tudo. A vida em Timor-Leste é muito mais do que a subsistência e a sobrevivência. O homem timorense deve buscar viver plenamente e não somente sobreviver em uma existência vazia e sem ambição. Opressão econômica A opressão permite que os ricos estejam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. A ideologia do “ter mais” se concretiza na relação cruel do dominador e do dominado. Há na maioria das residências timorenses, agregados, parentes que se deslocam de uma região a outra do país para estudar, ou mesmo buscar uma nova oportunidade de vida. E acabam tendo de, em troca do abrigo e do alimento, se sujeitar ao trabalho em regime de escravidão pelos próprios familiares, isso ocorre principalmente com meninas, que saem de seus sucos para estudar e terminam como escravas-do-lar. Opressão política A ação do poder central, o distrito, sobre a periferia, o sub-distrito, isto é, ou são leis que beneficiam e privilegiam alguns, ou são “medidas provisórias” que retratam um poder autoritário que é cego às necessidades e prioridades de uma grande maioria. A hierarquia da submissão, do homem como o dono supremo do poder sobre o homem lacraio, que se curva à catana da opressão em nome da sobrevivência. Não há vontade própria, ninguém é capaz de pensar nada por si próprio, sua opinião é sua perdição. A catana da rebeldia foi vencida pela catana do estado maior, Díli. Opressão pedagógica O caráter de opressão se estabelece na forma de leis que na prática retrocedem às conquistas e desejos de toda comunidade educativa e também na forma de relação professor e aluno e todas as nuances do sistema de ensino (currículo, prática pedagógica e avaliação). Se um professor timorense “educa” seu aluno na base da palmatória acreditando que só há respeito se houver violência, porque na sua época de estudante ele só respeitava seu mestre quando era agredido fisicamente, e quando os pais dos estudantes concordam e acham normal seus filhos serem espancados em um lugar que deveriam se ensinados, em nome da disciplina, isso soa como um alerta. Violência sempre gerou e sempre irá gerar mais violência, chegará o dia em que o professor opressor será o professor oprimido, e quando esse dia chegar, a comunidade educativa o abandonará em nome da lei vigente. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 54
  • 55. 4.3 A PEDAGOGIA DA CONSCIÊNCIA A obra e a vida de Paulo Freire dão uma resposta para os diversos tipos de opressão, apontando caminhos. A pedagogia da “consciência” pretende elucidar do educando sua criticidade, criatividade e ação diante do que está dado: é preciso que o oprimido tenha consciência de sua opressão. 4.4 A PEDAGOGIA DA PERGUNTA Ao tratar da pedagogia da “pergunta”, Paulo Freire torna-se um sociólogo da sala de aula e reflete a relação professor e aluno enquanto concepção bancária x concepção libertadora, onde o primeiro (como num banco) deposita conhecimentos através da transmissão apenas no segundo e, este o armazena e devolve na prova final. Entre educador e o educando não há mais uma relação de verticalidade, em que um é o sujeito e o outro objeto. Agora a pedagogia é dialógica, pois ambos são sujeitos do ato cognoscente. É o “aprender ensinando e o ensinar aprendendo”. O diálogo exige um pensar verdadeiro, um pensar crítico. Este não separa homens e mundo, mas os vê em contínua interação. Como seres inacabados, os homens se fazem e refazem na interação com mundo, objeto de sua práxis transformadora. A prática pedagógica passa a ser uma ação política de troca de concretudes e de transformação. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 55
  • 56. UNIDADE II Suplemento de Atividades Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 56
  • 57. Seção 5 RESPOSTAS Amigo Professor (a) nesta seção se encontra todas as respostas do livro-texto. Mas lembre-se Professor (a), se você estuda, se prepara, o aluno sentirá mais segurança em suas aulas, e você sentirá também mais confiança. Porque quem ensina também aprende. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 57
  • 58. Capítulo 1 CITOLOGIA Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo No conteúdo de Citologia o aluno irá encontrar conteúdos familiares, o que facilita bastante a compreensão do capítulo. Além disso, há possibilidade de integração com as disciplinas de Química (componentes químicos presentes na célula) e Educação Física (como as células reagem perante exercícios físicos), o que facilita a interdisciplinaridade. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 58
  • 59. Como citologia é um conteúdo muito subjetivo, o professor pode trabalhar bastante com modelos e esquemas, já que isso facilita bastante a visualização do conteúdo estudado, caso não haja a possibilidade de aulas práticas. Neste capítulo pode-se também abordar como algumas doenças comuns no Timor afetam as células, caso da malária, gripe, dengue, entre outras. OBJETIVOS Compreender que a célula é a unidade fundamental da vida. Reconhecer os componentes da célula. RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 1,Citologia.. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 01 1. Complete as frases abaixo, usando as palavras em destaque no quadro. a) A principal diferença entre a célula animal e a célula vegetal é a ausência de parede celular na célula animal. b) Na fagocitose, a célula engloba partículas sólidas e, na pinocitose, a célula engloba partículas líquidas. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 59
  • 60. há. c) No transporte passivo não há gasto de energia, enquanto no transporte ativo d) A descoberta da célula foi feita por Robert Hooke em 1665. Em 1838, Schleiden e Schwann, através da observação de células vegetais e animais concluíram que os seres vivos são formados por células, dando origem à Teoria Celular. e) A membrana plasmática da célula possui permeabilidade seletiva, o que permite a entrada de algumas substâncias, e de outras não. ATIVIDADES 02 1. Diga quais as estruturas comuns a todos os tipos de células, e quais as funções dessas estruturas.  Membrana Plasmática: isola o citoplasma do meio em que a célula se encontra. Também permite a passagens de algumas substâncias, se assim for de interesse para a célula.  Citoplasma: líquido em forma de gel onde estão mergulhados o núcleo e as organelas celulares.  Ribossomos: responsáveis pela síntese proteica.  Cromatina: conjunto de cromossomos em estado de repouso. 2. Elabore um esquema para explicar os conceitos de solução isotônica, hipertônica e hipotônica. Na figura acima, a solução A está hipertônica em relação à solução B, por estar mais concentrada em soluto. Na figura acima, as soluções A e B estão isotônicas, pois apresentam a mesma concentração em soluto. ATIVIDADES 03 1. Identifique as estruturas das figuras abaixo: Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 60
  • 61. Cílios Flagelo Mitocôndria Complexo Golgiense 2. A corrente citoplasmática orientada em um sentido é conhecida como: a) Exosmose b) Plasmólise c) Deplasmólise d) Osmose e) CICLOSE ATIVIDADES 04 1. Na década de 1930 um pesquisador alemão estava procurando entender o papel do núcleo celular. Para seus experimentos escolheu como material de trabalho a alga marinha unicelular Acetabularia, visível a olho nu. Esse pesquisador analisou o comportamento de duas espécies de Acetabularia: a que possui um tipo de chapéu crenulado em forma de guarda-chuva no ápice da célula, chamada Acetabularia crenulata, e outra, cujo chapéu lembra uma margarida e recebe o nome de Acetabularia mediterranea. O pesquisador verificou que ambas as espécies apresentavam o mesmo comportamento ao sofrerem cortes em suas células: a parte da célula que ficava com o núcleo conseguia regenerar o restante da célula. Depois disso, ele realizou transplantes entre as partes cortadas dessas duas espécies, conforme as figuras abaixo. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 61
  • 62. No indivíduo recém-transplatado, regenerou-se um chapéu com características intermediárias entre A. Crenulata e o de A. Mediterranea. Diante disso, o pesquisador resolveu cortar novamente o chapéu desse indivíduo transplantado para saber o que aconteceria. Veja qual foi o resultado na figura abaixo. Explique os resultados desses experimentos. Na experiência acima fica claro que quem determina o formato do chapéu (ou umbrela) é o núcleo. Após os transplantes dos talos, observe que a planta híbrida (misturada) possui o núcleo e o chapéu correspondentes à mesma espécie. Exemplo: a planta que possui o núcleo da espécie A. mediterranea possui o chapéu também da espécie A. mediterranea. A planta que possui o núcleo da espécie A. crenulata possui o chapéu também da espécie A. crenulata. SUGESTÃO DE ATIVIDADES Elabore com seus alunos um modelo de célula e suas organelas. O material utilizado pode ser escolhido com os alunos. Como fazer Pode-se usar uma vasilha como membrana plasmática, uma bola de tênis como o núcleo e gel de cabelo como citoplasma, por exemplo. É importante que os alunos dêem sugestões dos materiais que eles têm disponíveis para a construção do modelo, a fim de uma maior participação dos mesmos. Para as organelas celulares, lembre-se que alguns alimentos (frutas, alimentos cozidos, biscoitos...) não são recomendáveis, já que estragam com mais rapidez e podem danificar o modelo. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 62
  • 63. Peça, ao final da montagem, que os alunos expliquem cada estrutura apresentada no modelo. Essa parte final pode ser feita em uma Feira de Ciências ou em outra ocasião, caso o professor deseje a participação da comunidade. ATIVIDADES 05 1. Escreva o trecho que irá complementar o trecho da molécula de DNA abaixo: ATG-TTC-GGG-ATT-ACG-AAC-GTA-CGT-ACC-CCT-GGA-AGC-TTT-AGC-AAAC TAC-AAG-CCC-TAA-TGC-TTG-CAT-GCA-TGG-GGA-CCT-TCG-AAA-TCG-TTTG 2. Como se classificam os cromossomos? Explique com o uso de desenhos. Cromossomo Metacêntrico: o centrômero está localizado exatamente no meio, o que deixa o cromossomo com dois braços iguais. Cromossomo Submetacêntrico: o centrômero está localizado um pouco acima do meio. O braço superior é mais curto que o braço inferior. Cromossomo Acrocêntrico: o centrômero está localizado perto de uma das extremidades. O braço superior é muito menor que o braço inferior. Cromossomo Telocêntrico: o centrômero está localizado junto à extremidade do braço superior. Este é quase inexistente. 3. Os cariótipos abaixo contêm mutações. Circule os cromossomos onde elas ocorreram, e dê os nomes das doenças que resultaram dessas mutações. a. Síndrome de Turner Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 63
  • 64. b. Síndrome de Down c. Síndrome de Klinefelter d. Síndrome de Edwards SUGESTÃO DE ATIVIDADES O professor pode montar, junto com os alunos, o modelo da dupla hélice do DNA, usando barbante, balas coloridas (que sejam macias), palitos de dente e canudos. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 64
  • 65. Como Fazer Na figura acima tem-se o modelo da dupla hélice do DNA. Para que o aluno crie o seu modelo, ele pode usar as balas coloridas para representarem as moléculas de fosfato (letra A) e os palitos de dente (para darem sustentação) cobertos com os canudos para representarem as bases nitrogenadas e as pontes de hidrogênio (letra B). ATIVIDADES 06 1. Nos quadros abaixo decifre as palavras secretas sobre a divisão celular: a. Corpúsculo denso, não-delimitado por membrana, presente no interior do núcleo N U b. T C L É O L O Última fase da mitose, onde os cromossomos se descondensam E L Ó F A S E c. Processo onde há invaginação da membrana plasmática que, quando completa, divide a célula em duas C I d. da célula T O C I N E S E Fase da Meiose I onde os cromossomos se deslocam para os pólos A N Á F A S E I e. Fase da Meiose II onde os cromossomos se condensam, e há o desaparecimento do nucléolo e da carioteca P R Ó F A S E I I 2. Complete o quadro abaixo com as informações corretas: Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 65
  • 66. FASES Prófase Metáfase Anáfase Telófase MITOSE Cromossomos se condensam. Há a formação do fuso mitótico. Placa equatorial formada pelos cromossomos duplicados e nãoemparelhados. Há a separação dos centrômeros. Descondensação cromossomos e suas atividades. MEIOSE Cromossomos homólogos se emparelham. Cromossomos prendem-se ao fuso acromático e atingem o grau máximo de condensação. Não há a separação dos centrômeros. dos Em cada pólo da célula, encontramretomada de se n cromossomos duplicados (díades). Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 66
  • 67. Capítulo METABOLISMO CELULAR 2 Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo O capítulo 2, Metabolismo Celular, integra conceitos químicos e biológicos, por isso requer cuidados especiais quanto aos conceitos prévios dos estudantes, principalmente devido a assuntos ligados à Química. Sugerimos que o professor reserve um tempo de aula para fazer o aluno reconhecer conceitos químicos sobre átomo, molécula, substância, elemento químico, entre outros, de modo a estabelecer o ponto de partida no conteúdo e assim atingir os objetivos propostos. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 67
  • 68. Neste capitulo, os conceitos biológicos são aplicados ao conhecimento da composição química dos seres vivos. Mas, o professor de Biologia não se pode perder a oportunidade de integrar os assuntos com a disciplina de Química. É o que se chama de interdisciplinaridade. OBJETIVOS Metabolismo Celular Reconhecer a existência de uma realidade invisível aos olhos, mas que pode ser investigada cientificamente e utilizada para explicar fatos e processos do mundo macroscópico. Reconhecer que os seres vivos são constituídos por partículas minúsculas semelhantes às encontradas em qualquer outro tipo de matéria, o que ressalta nossa identidade com os componentes não-vivos do universo. RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 2, Metabolismo Celular. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 01 1. Preencha corretamente os espaços em branco nos quadros abaixo, relacionando corretamente a vitamina com suas principais fontes e deficiências: Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 68
  • 69. ATIVIDADES 02 1. Ligue corretamente as moléculas e suas características fundamentais: 2. O que são enzimas e qual sua função? São proteínas que funcionam como catalisadores biológicos. Na definição química, um catalisador participa de uma reação química, acelerando-a, mas sem se desgastar, podendo ser reutilizado. ATIVIDADES 03 Responda as questões: 1. Quais os dois tipos de ácidos nucléicos? Existem dois tipos de ácidos nucléicos: o DNA (ácido desoxirribonucléico) e o RNA (ácido ribonucléico). 2. Qual a função do DNA e do RNA? O DNA (ácido desoxirribonucléico), que é o principal constituinte dos cromossomos e o RNA (ácido ribonucléico), que participa principalmente do processo de síntese de proteínas. 3. Qual a composição de um nucleotídeo? Cada nucleotídeo é formado pelo conjunto de três componentes:  Fosfato  Açúcar (desoxirribose no DNA e ribose no RNA)  Base nitrogenada (varia entre os nucleotídeos) 4. Preencha os espaços das principais diferenças entre os ácidos nucléicos: Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 69
  • 70. ATIVIDADES 04 1. O que é a respiração celular e quais são as suas três etapas? Envolve o processo de síntese de ATP, onde o gás oxigênio atua como oxidante de moléculas orgânicas. A respiração é um processo que ocorre em três etapas. A primeira etapa é a glicólise, a segunda é o ciclo de Krebs e a terceira é a fosforilação oxidativa. 2. Decifre: É uma sequência de 10 reações químicas catalisadas por enzimas livres no citosol, onde uma molécula de glicose é quebrada em duas moléculas de ácido pirúvico ou piruvato (C3H4O3), liberando energia e hidrogênio. G L I C Ó L I S E 3. Descreva como ocorre o processo de glicólise no citoplasma celular. É uma sequência de 10 reações químicas catalisadas por enzimas livres no citosol, onde uma molécula de glicose é quebrada em duas moléculas de ácido pirúvico ou piruvato (C3H4O3), liberando energia e hidrogênio. Esse hidrogênio se combina com moléculas de NAD (sigla em inglês para dinucleotídeo de nicotinamida-adenina), formando NADH + H+ ou simplesmente NADH2. A energia então liberada é usada na síntese do ATP formando, no final, 2 ATPs. 4. Como a célula efetua o controle das oito reações que compõem o ciclo de Krebs? É composto por oito reações controladas pela célula por enzimas 5. O que é a fosforilação oxidativa? É a síntese da maior parte do ATP formado na respiração celular ocorre durante a reoxidação das moléculas de NADH e FADH2, que se transforma, respectivamente, em NAD e FAD. 6. Quantos ATPs são produzidos na cadeia transportadora de elétrons por cada uma das moléculas de FADH2 e NADH? Cada molécula de NADH permite a síntese de três moléculas de ATP, enquanto que a molécula de FADH2 apenas permite a síntese de duas moléculas de ATP. AULA PRÁTICA Vamos fazer um experimento de fermentação? Você precisará de 6 tubos de vidro, água morna, fermento fresco, açucar e farinha de trigo. Procedimento Usar três tubos ou garrafas plásticas como controle e outros três para o experimento. Os tubos devem ficar distribuídos da seguinte maneira: TUBO 1, com água morna, TUBO 2, com água morna e uma colher de açúcar, TUBO 3, com água morna e uma colher de farinha de trigo, TUBO 4, com fermento biológico (fermento de pão) e Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 70
  • 71. água morna; TUBO 5, com fermento biológico, água morna e uma colher de açúcar; tubo 6 com fermento biológico, água morna e uma colher de farinha de trigo. Ferva 20 ml de água dissolva o fermento fresco; e distribua essa solução entre os três últimos vidros. Adicione aproximadamente seis ml em cada vidro, colocamos uma colher de açúcar no quinto vidro e uma colher de farinha de trigo no sexto, misture e tampe cada vidro com uma bexiga para que assim você possa visualizar a liberação de gás carbônico. Para o seu relatório você deve observar: Nos três primeiros tubos não deverá ocorrer nada, porém no tubo 4 haverá somente liberação de bolhas, no tubo 5 onde tínhamos água morna, fermento biológico uma colher de açúcar deverá haver uma liberação de gás carbônico mais rápido que no tubo 6, uma vez que o açúcar quebra mais rápido o amido que compõe 70% da farinha de trigo liberando glucoses e maltoses, produtos que a levedura utiliza como fonte de energia para o seu metabolismo, havendo então açúcares disponíveis, ela vai fermentar a massa, ou levedar, como se costuma dizer. E levedar é fazer subir a massa, de modo a que o miolo do pão fique leve e fofinho devido à liberação de gás. Esse gás é retido pelas fibras protéicas (glúten) da farinha. No tubo 6 onde há farinha de trigo ao invés de açúcar o processo é mais lento, porém também há liberação de gás. Quando realizamos essa mistura o trabalho fica para a água em quebrar o amido e as proteínas insolúveis da farinha de trigo, que compõe 14% desta, formando primeiramente um precipitado. Tivemos a oportunidade de observar a liberação do gás carbônico com o auxilio das bexigas (balão de gás), que tampavam os vidros. Essas foram enchendo conforme o amido se quebrava. ATIVIDADES 05 1. O que é a fotossíntese? E quais são as etapas que a compõem? Processo celular onde a grande maioria dos seres autotróficos obtém substâncias orgânicas. É realizada pelos seres clorofilados, tais quais as plantas, alguns protistas, bactérias fotossintetizantes e cianobactérias. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 71
  • 72. 2. O que ocorre na etapa clara e na etapa escura da fotossíntese? Fase Clara: Etapa Fotoquímica, Aqui ocorre a fotólise da água (reação de decomposição da água em íons de oxigênio e hidrogênio na presença da luz), com a participação de enzimas dos tilacóides. O hidrogênio formado se une à molécula de NADP, formando o NADPH2 + H+. Fase escura: Etapa Química, Essa fase ocorre no estroma do cloroplasto. Nela, o carbono que vem do ar (na forma de CO2) recebe o hidrogênio transportado pelas moléculas de NADPH formados na fotólise da água. Esse carbono é então fixado e integrado a uma molécula de carboidrato. Desta fase resultam as substâncias orgânicas, como a glicose. Muitos pensam que essa etapa ocorre à noite, devido ao seu nome. Mas na verdade, ela ocorre logo após a fase claro, e não precisa da luz para acontecer. AULA PRÁTICA 1. Vamos visualizar a transpiração vegetal e saber que existe a fotossíntese? Veja como se faz: Pegue duas garrafas plásticas, recorte-as ao meio com uma tesoura. Coloque em uma das metades, um pouco de pedras pequenas, terra fértil e uma planta pequena. Após isso, coloque um inseto qualquer dentro e cubra com a outra metade da garrafa. Lacre com uma fita adesiva de modo a não entrar ar no recipiente. 2. Segunda parte do experimento: Espere um dia e observe que a garrafa ficará embaçada, com a presença de gotas de água e vapor d’água. 3. Terceira parte: Faça um relatório e explique a sobrevivência do inseto por alguns dias devido à liberação de oxigênio pela planta. [PESSOAL] Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 72
  • 73. Capítulo i 3 HISTOLOGIA VEGETAL Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo Este capítulo aborda os aspectos básicos da histologia vegetal das plantas angiospermas. O aprendizado da Botânica é mais fácil e motivador quando é possível observar, nas próprias plantas, as estruturas e as explicações tratadas no texto. Assim, é importante que os estudantes tenham oportunidade de analisar detalhadamente, com orientação da professora ou do professor, as partes de uma raiz, de um caule e de uma folha. Estimule os estudantes a observar plantas na natureza, identificando suas diversas estruturas. Incentive-os a observar atentamente as ilustrações do livro texto, e de outros materiais didáticos, prestando atenção também nas legendas. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 73
  • 74. OBJETIVOS Identificar as partes da raiz, do caule e da folha e reconhecer a estrutura interna microscópica desses órgãos quanto aos principais tecidos. Conhecer a estrutura e a localização na planta dos principais tecidos vegetais: revestimento, preenchimento, sustentação, condutores e meristemáticos. RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 3, Histologia Vegetal. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 01 1. O que são meristemas e quais seus principais tipos? Meristemas são tecidos que provem o crescimento da planta. Podem ser primários (promovem o crescimento em extensão). Ou secundário (provem o crescimento em espessura). 2. São meristemas primários, a.felogênio e endoderme. b.gema apical do cale e felogênio. c.meristema apical da raiz e periciclo. d.MERISTEMA APICAL DA RAIZ E MERISTEMA APICAL DO CAULE. 3.Responda. Em relação aos tecidos: a.Qual a função dos meristemas primários e onde se localizam? Os meristemas primários provem o crescimento em extensão da planta; localizam-se no ápice do caule, e no sub-ápice da raiz e nas gemas laterais (nesse caso, os meristemas primários são responsáveis pela formação de ramos, folhas e flores). b.Qual a função dos meristemas secundários? Promovem o crescimento em espessura de raízes e caules. 4. Qual o tecido com células diferenciadas, responsável pelo crescimento da planta em comprimento e espessura? Meristema primário 5. Desenhe um troco de árvore e identifique cada parte como mostra a figura 4 deste capitulo. [PESSOAL] Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 74
  • 75. ATIVIDADES 02 1. Acamada de material impermeabilizante que reveste a porção da epiderme exposta ao ar recebe que denominação? C U T Í C U L A 2. Que tecido reveste caules, raízes jovens e folhas? E P I D E R M E ATIVIDADES 03 1. Relacione os assuntos estudados à sua definição. a. Tecido adulto b. Xilema c. Floema d. Meristema e. Parênquima clorofiliano f. Epiderme g. Mesofilo h. Estômato i. Estrutura secundaria (g)Tecido de revestimento (d)Tecido com células indiferenciadas, responsável pelo crescimento da planta em comprimento e espessura. (f)Tecido abundante em folhas, principal responsável pela fotossíntese. (b)Tecido cujo o vaso condutores transportam seiva bruta. (c)Válvula epidérmica pela qual ocorrem trocas gasosas. (a)Seiva rica em matéria orgânica. (i )Tecido com células diferenciadas. (e)Arranjo peculiar dos tecidos de uma planta que, além de crescimento em comprimento, tem crescimento em espessura. (h)Espaço que ocupa a maior parte do interior das folhas. 2. Tecidos especializados na sustentação esquelética do carpo das plantas. a) COLÊNQUIMA E ESCLERÊNQUIMA. b) Colênquima e parênquima. c) Parênquima e xilema. d) Parênquima e esclerênquima. 3. O meristema primário e o meristema secundário de uma planta eucotiledônea estão relacionados a) apenas ao crescimento em espessura. b) Apenas ao crescimento em extensão. c) Ao crescimento e espessura e ao crescimento em extensão, respectivamente. d) AO CRESCIMENTO EM EXTENSÃO E AO CRESCIMENTO EM ESPESSURA, RESPECTIVAMENTE. 4. Quando se toca em uma planta de urtiga acontece uma forte irritação na pele, porque nosso reagem com a substancia dessa planta a) Que tipo de estrutura produz essa substancia urticante? Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 75
  • 76. 5. 6. 7. 8. 9. A estrutura que produz a substancia urticante são os pêlos urticantes. b) Que tecido vegetal pertence essa estrutura? Os pêlos urticantes pertencem ao tecido epidérmicos. Tecidos constituídos por células vivas com paredes relativamente finas, que desempenham funções como fazer fotossíntese e armazenar reservas nutritivas, são chamados de a) Floemas. b) Meristemas. c) PARÊNQUIMAS. d) Xilemas. Leia as palavras a seguir para responder às questões 6, 7, 8 e 9 a) Cutícula. b) Estômato. c) Lenticela. d) Periderme. A camada de material impermeabilizante que reveste a porção da epiderme exposta ao ar recebe que dominação? Cutícula. Qual é o tecido de revestimento que substitui a epiderme, em raízes e caules que tiveram crescimento secundário? Periderme. Que estrutura permite a troca de gases entre o ar e caules com crescimento secundário? Lenticela. Qual é estrutura epidérmica que permite a troca de gases entre o ar e a planta? Estômato. Leia as palavras a seguir para responder às questões 10, 11e 12 a) Epiderme b) Floema c) Súber d) Xilema 10. Em planta que crescem em espessura, que tecido evita a perda d’água nos caules? Súber. 11. Qual o tecido especializado em fazer com que a água e os sais minerais absorvidos pelas raízes cheguem até as folhas? Xilema. 12.Que tecido reveste caules, raízes jovens e folhas? Epiderme. 13.O que são estômatos e para que servem? Estômato são diferenciações da epiderme vegetal que promovem trocas gasosas entre a planta e o meio ambiente. 14.Qual o revestimento de caules e raízes com estruturas secundaria? Periderme. 15.Desenhe os tecidos vegetais estudado nesse capitulo. [PESSOAL] LEITURA COMPLEMENTAR Orientações de leitura Após ler o texto apresentado, faça o que se pede: Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 76
  • 77. 1. Explique por que, com o avanço das modernas técnicas de biotecnologia, a preservação da biodiversidade assumiu papel mais destacado. Explicação do aluno com ajuda do professor. 2. Leia o segundo parágrafo. De acordo com texto, como se explica a confecções de inúmeros objetos extraídos de árvores? Explicação do aluno com ajuda do professor. 3. Explique a técnica da cultura de tecidos, conhecida como biotecnologia dos meristemas. Explicação do aluno com ajuda do professor Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 77
  • 78. CAPÍTULO 4 FISIOLOGIA VEGETAL Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. i Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo Para entender plenamente os assuntos tratados neste capitulo, é necessário que os estudantes dominem os conceitos de células, parede celular, respiração celular, fotossínteses e osmoses. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 78
  • 79. OBJETIVOS Conhecer as substâncias minerais que as plantas necessitam; Explicar como a água e os sais minerais absorvidos pelas raízes chegam as folhas (transporte pelo xilema), e como as substância produzidas nas folhas chegam às diversas partes da planta (transporte pelo floema.); Reconhecer a fotossíntese como a fonte primária de alimentos orgânicos para as plantas; Caracterizar hormônio vegetal e identificar os principais grupos de hormônio, associando-os às suas funções na planta; Conceituar fotoperiodismo, explicando o que são plantas de dia longo, plantas de dia curto e plantas indiferentes. RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 4, Fisiologia Vegetal. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 01 RESPONDA EM SEU CADERNO. 1. Relacione os conceitos estudados à sua definição. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 79
  • 80. a. Tecido condutor da seiva elaborada. Floema b. Fluido constituído de água e sais minerais. Seiva bruta c. Tecido especializado no transporte da seiva bruta. Xilema d. Tipo de celular encontrado nos vasos lenhosos. Elemento de vasos lenhosos e. Retirada de um anel da casca ao redor de toda a circunferência do caule. Cintamento f. Cada par de camadas concêntricas e justapostas de xilema no troco, uma mais clara e outra mais escura. Anel anual g. Atração eletrostática entre as moléculas de água e uma superfície. Adesão h. O fenômeno de eliminação de água líquida e de sais através dos hidatódios. Sudação 2. Explique o fluxo de água em uma planta desde os pêlos absorventes até os vasos lenhos. O pêlo absorvente retira a água do solo por osmose. Do pêlo absorvente, a água, por osmose, atravessa o córtex da raiz até atingir os vasos lenhosos. 3. Quando o jardineiro transporta um vegetal de um local para o outro, deve tomar um certo cuidado para não danificar as raízes, especialmente duas de suas regiões. Identifique-as e explique o porquê de tal procedimento. Deve-se tomar um especial cuidado com a religião meristemática, associada com o crescimento da raiz, e com a região pilífera, responsável pela absorção de água e de sais minerais. 4. Como se explica a condução de seiva bruta e de seiva orgânica nos vegetais dotados de sistema especializado de transporte? A seiva bruta pode ser sugada pelo sistema de folhas, principalmente quando a transpiração é intensa; pode, ainda, ser bombeada pela raiz, com pressão positiva, principalmente quando a transpiração é baixa e o solo se encontra bem suprido de água; a seiva bruta circula na planta através dos vasos do lenho ou xilema. A seiva elaborada circula pelo líber, com pressão positiva, dos órgãos com altas pressões osmóticas para os órgãos com baixas pressões osmóticas. 5. O que é sudação ou gutação? Qual a estrutura vegetal por onde ocorre esse fenômeno? Sudação é o processo de eliminação do excesso de água e de sais minerais absorvidos pela planta; ocorrem hidatódios. ATIVIDADES 02 RESPONDA EM SEU CADERNO. 1. Relacione os assuntos estudados à sua definição. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 80
  • 81. a. Perda de vapor d’água através dos estômatos. Transpiração estomática b. Fenda do estômato. Ostíolo c. Célula estomática que delimita o ostíolo. Célula-guarda d. Perda de vapor d’água através da epiderme. Transpiração cuticular e. Grau de tensão da célula, dependente do teor de água em seu interior. Turgescência f. Perda de vapor d’água do interior das folhas para o ambiente. Transpiração 2. De que maneira o suprimento hídrico e a intensidade de luz afetam a abertura e o fechamento dos estômatos? Quando o suprimento hídrico da planta é elevado, os estômatos ficam túrgidos e se abrem; com a baixa disponibilidade de água, os estômatos murcham e se fecham. Em presença de luz os estômatos realizam fotossíntese, consumindo para o CO2 do sucu celular, que se torna básico; então, o amido se converte em glicose, a concentração celular aumenta e ocorre ganho de água, acontecimento que promove a abertura do estômato. 3. Explique por que uma planta não pode sobreviver se seu estômatos estiverem permanentemente fechados. Com os estômatos permanentemente fechados, a aquisição de gás carbônico seria insuficiente para a fotossíntese. Além disso, a transpiração estomática cessaria. ATIVIDADES 03 RESPONDA EM SEU CADERNO. 1. Relacione os conceitos estudados à sua definição. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 81
  • 82. a. Fitormônio gasoso relacionado o amadurecimento de frutos e com a abscisão foliar. Auxina b. Resulta do desenvolvimento do ovário sem que tenha ocorrido a fecundação. Abscisão c. Bloqueio do desenvolvimento das gemas laterais pelas auxinas produzidas pela gemas laterais. Dominância apical d. Ácido indolacético. Fruto partenocárpico e. Queda de folhas e de frutos é decorrente de ação desse hormônio e da baixa produção de auxinas. Etileno f. Hormônio vegetal. Fitormônio 2. Qual o hormônio que induz o amadurecimento de frutos? Etileno 3. Como se denomina o efeito inibidor exercido pela gema do ápice caulinar pela forca gravitacional. Dominância apical ATIVIDADES 04 RESPONDA EM SEU CADERNO 1. Relacione os conceitos estudados à sua definição. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 82
  • 83.  a. Crescimento orientado, resultante de estimulo mecânico. Tigmotropismo b. Respostas às durações relativas do dia e da noite. Fotoperiodismo c. Crescimento orientado pela luz. Fototropismo d. Movimento orientado, com locomoção, em resposta a estímulos externos. Tactismo e. Crescimento orientado direcionado por estímulos externos. Tropismo f. Crescimento orientado no sentido oposto ao da gravidade. Geotropismo negativo 2. Considerando uma plântula sendo iluminada lateralmente desde o ápice da folha até a extremidade da raiz. Responda: a. Para que lado se inclinarão o caule e a raiz, durante o crescimento dessa planta? O caule se inclinará em direção à fonte de luz e a raiz, na direção contraria. b. Por quê? A face iluminada haverá diminuição do teor de auxinas. Esse fato bloqueia o crescimento do caule, que crescendo mais pela face escura, inclinase em direção a luz, configurando o fototropismo positivo. No caso da raiz na face iluminada, a diminuição do teor de auxina favorece o crescimento; assim, crescendo mais pela iluminada, a raiz foge da luz, caracterizando o fototropismo negativo. 3. O estimulo para certas plantas florescerem é a duração das noites, fenômeno denominado Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 83
  • 84. a. Estiolamento. b. FOTOPERIODISMO. c. Fototropismo. d. Gravitropismo. 4. Explique o movimento dos folíolos de mimosa, ao serem tocados. Ao serem tocados, os folíolos das mimosas perdem água do lado superior (a água passa para o ramo) e dobram-se para cima. DESAFIO BIOLÓGICO RESPONDA EM SEU CADERNO. 1. Como é conhecida a explicação para deslocamento da seiva bruta através do xilema a. Teoria celular b. TEORIA DA COESÃO-TENSÃO c. Teoria do equilíbrio osmótico d. Teoria da evolução Considere as alternativas a seguir para responder as questões 2 e 3 a. Coesão c. Transpiração cuticular. b. Tensão d. Transpiração estomática 2. Como é chamada a perda de água por evaporação através da cutícula? Transpiração cuticular 3. Como é chamada a perda de água por evaporação pelos estômatos? Transpiração estomatar 4. Cite três adaptações de plantas, associada à conquista da terra firme. Presença da raízes com pêlos absorventes, de vasos condutores, de estômatos, de tecidos de revestimento relativamente impermeáveis, etc. 5. Em que alternativa a associação entre hormônio vegetal e a respectiva função está INCORRETA? Hormônio A( ) Auxina Função Inibe desenvolvimento das gemas laterais do caule B ( x ) Citocinina Promove crescimento por meio do alongamento das células C( ) Giberelina Estimula o crescimento de caules e folhas D ( ) Etileno Promove amadurecimento de frutos LEITURA COMPLEMENTAR Orientações de leitura RESPONDA EM SEU CADERNO Após ler o texto apresentado, faça o que se pede: Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 84
  • 85. 1. Pesquise e compare o papel das algas(no ecossistema marinho) e o da cobertura vegetal (em área florestais) na pluviosidade. [PESSOAL] Pesquisa do aluno com orientação do professor. 2. Explique por que desflorestamento também pode afetar o clima em escala planetária. [PESSOAL] Pesquisa do aluno com orientação do professor. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 85
  • 86. Capítulo 5 HISTOLOGIA ANIMAL Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo No conteúdo de Histologia Animal o aluno irá encontrar conteúdos diretamente ligados ao seu cotidiano, o que proporciona respostas à questões como “o que é a carne que eu como?”, “por que ficamos com cicatrizes quando nos machucamos?”, entre outras. Essas questões, por serem do cotidiano do aluno, aumentam o interesse do mesmo nos temas, o que torna a aula mais dinâmica, além de aumentar o aproveitamento do aluno. Nesse capítulo há a possibilidade de interdisciplinaridade com Química, já que em Tecido Nervoso fala-se em impulso nervoso, que é mediado por elementos químicos. Pode-se até haver a realização de uma aula conjunta. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 86
  • 87. OBJETIVOS Reconhecer os diferentes tipos de tecidos como conjunto de células. Classificar os tecidos conforme sua função RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 5, Histologia Animal. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 01 1. Os tecidos epiteliais de revestimento têm em comum o fato de estarem apoiados em tecido conjuntivo e apresentarem reduzida espessura, mesmo nas modalidades constituídas por várias camadas de células. Tais características estão justificadas num dos itens abaixo. Assinale-o. a. Presença de queratina que impermeabiliza as células, ficando o tecido conjuntivo responsável pela sustentação do epitélio. b. AUSÊNCIA DE VASOS SANGÜÍNEOS, QUE RESULTA EM NUTRIÇÃO OBRIGATÓRIA POR DIFUSÃO A PARTIR DO TECIDO CONJUNTIVO SUBJACENTE. c. Como a função desses epitélios é meramente revestidora, não há razão para que sejam muito espessos. d. Como servem a funções do tipo impermeabilização e absorção, grandes espessuras seriam desvantajosas. e. A rede de vasos capilares que irriga abundantemente esses epitélios torna desnecessárias grandes espessuras, abastecendo ainda, por difusão, o tecido conjuntivo subjacente. 2. Palavra Cruzada Nos quadros abaixo, cada letra da palavra “epitélio” representa uma questão. As perguntas estão logo abaixo. Vamos testar seus conhecimentos? Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 87
  • 88. J L I T C M G I C U R O F R D N A P L O C E Ç N R A V Ú S Õ S O G I B M E P I T E L I O S A Ç E L O C S V Ã Í O S O S C I O N S E M O M L E U N O L T A O R S E O S S A E. Responsáveis por ajudar na união e comunicação entre as células P. Esse tipo de epitélio possui uma única camada de células achatadas I. Esse epitélio estratificado possui células em quantidade e formas variáveis T. Essa substância é um dos constituintes básicos da lâmina basal E. Estruturas filamentosas móveis que se projetam da superfície celular, são pouco numerosos e longos. L. Estão presentes apenas em epitélios que têm a função de absorver I. Esse tipo de epitélio possui apenas uma camada de células cúbicas O. Com a forma de disco, aumentam a adesão entre as células ATIVIDADES 02 1. Caça-Palavras! No quadro abaixo estão os principais tipos de tecidos conjuntivos! Você é capaz de encontrá-los? 2. Qual a principal diferença entre glândulas endócrinas e glândulas exócrinas? As glândulas endócrinas, enquanto as glândulas exócrinas possuem. Essas secreções podem ir para fora do corpo, ou para cavidades internas de órgãos. 3. O tecido conjuntivo ósseo é o principal componente dos ossos. É formado por um material intercelular denominado matriz óssea, e por células que podem ser de três tipos. Quais? Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 88
  • 89. Osteoblastos, osteócitos e osteoclastos ATIVIDADES 03 1. A célula codificada abaixo consta de um corpo celular, ou pericárdio, de onde partem numerosos prolongamentos geralmente pequenos e chamados de dentritos, e um prolongamento geralmente grande denominado axônio. Decifre-a. E N O E R U I R N Ô N N O I U O 2. Marque a alternativa que completa corretamente os espaços: “O tecido muscular liso possui contração ___________ e ____________, isto é, não depende da nossa vontade para funcionar. O tecido muscular esquelético possui contração ________ e _____________”. a) Rápida, voluntária, lenta, involuntária. b) LENTA, INVOLUNTÁRIA, RÁPIDA, VOLUNTÁRIA. c) Lenta, voluntária, rápida, voluntária. d) Lenta, voluntária, rápida, involuntária. e) Rápida, involuntária, lenta, voluntária. ATENÇÃO PROFESSOR! No livro-texto o tecido muscular liso possui contração involuntária e lenta, e o tecido muscular esquelético possui contração voluntária, mas não se especifica se é lenta ou rápida. Mais uma informação para você: a contração é rápida! 3. O "Crack" é uma droga que atua no cérebro, alterando a fisiologia das sinapses nervosas, o que pode levar a paradas cardíacas e convulsões. Sobre as sinapses entre neurônios é INCORRETO afirmar: a) Possuem mediadores químicos responsáveis pela transmissão do impulso nervoso entre dois neurônios; b) Possuem receptores moleculares específicos na membrana pós-sináptica, onde se ligam os mediadores químicos; c) CORRESPONDEM A LOCAIS ONDE HÁ CONTINUIDADE DO CITOPLASMA DE UM NEURÔNIO COM O CITOPLASMA DE OUTRO; d) Possuem mediadores químicos denominados neurotransmissores que ficam armazenados em vesículas; e) Podem diferir quanto ao tipo de neurotransmissor presente. 3. Relacione os itens da coluna da esquerda com os itens da coluna da direita. (A) Miócito (B) Axônio (C) Célula cardíaca (D) Miosina (E) Neurônio ( B ) Expansão celular fina com ramificações na porção final ( D ) Proteína que gera força para a contração do tecido muscular ( E ) Célula especializada em receber e transmitir impulso nervoso ( F ) Região onde ocorre a transmissão do impulso de um neurônio para outro ( A ) Célula dos tecidos musculares Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 89
  • 90. (F) Sinapse (G) Bainha de mielina ( G ) Protege e auxilia o funcionamento dos neurônios ( C ) Exemplo de célula que possui contração involuntária SUGESTÃO DE ATIVIDADES 1. Têm (ou tem) função hematopoiética: a. as glândulas parótidas b. as cavidades do coração c. o fígado e o pâncreas d. o cérebro e o cerebelo e. A MEDULA VERMELHA DOS OSSOS 2. Responda as perguntas abaixo, utilizando as palavras no quadro em destaque. a. Qual o nome de um fragmento celular que participa do processo de coagulação do sangue? Plaqueta b. Qual o nome do fluido em que estão mergulhadas as células sanguíneas? Plasma sanguíneo c. Como se denomina a célula de forma discóide, sem núcleo e de cor vermelha devido à presença de hemoglobina? Hemácia d. Que célula sanguínea tem forma esférica, núcleo bem desenvolvido e atua na defesa do corpo contra infecções? Leucócito 3. Complete o quadro abaixo com o nome das estruturas destacadas pelas setas azuis:     Seta Seta Seta Seta 1: 2: 3: 4: Eritrócito Neutrófilo Basófilo Monócito Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 90
  • 91. Capítulo 6 EMBRIOLOGIA Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo Nesse capítulo são apresentadas as bases para o estudo da reprodução dos diversos seres vivos. Alguns aspectos gerais da reprodução, já são de conhecimento dos alunos, entretanto estes podem desconhecer os fenômenos envolvidos no processo de fertilização. O aluno deve saber conceitos básicos sobre células e tecidos, isso facilitará o processo de ensino e aprendizagem. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 91
  • 92. OBJETIVOS Reconhecer os processos básicos de formação de um ser vivo desde a sua concepção; Analisar cada fase de desenvolvimento embrionário do ser até sua completa formação. RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 6, Embriologia. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 01 01 01 1. Relacione as colunas: A B C • É a ciência que estuda o desenvolvimento do zigoto, do embrião, e o crescimento do feto. • É o processo de formação de gametas a partir de células germinativas. • É o processo de formação do gameta masculino, o espermatozóide, que ocorre nos testículos. [A] Embriologia [B] Gametogênese [C] Espermatogênese Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 92
  • 93. 2. Onde ocorre a produção de espermatozódes? A produção de espermatozóide ocorre nos testículos nos túbulos seminínferos. 3. Quais células dão origem aos espermatozóides? As células que dão origem são as espermatogônias. ATIVIDADES 1. 02 01 Marque F para falso e V para verdadeira nas questões a seguir: 01 [F] • Espermatogênse é o processo de formação do gameta feminino, o óvulo, que ocorre nos ovários. [V] • A fase de multiplicação, ocorre antes do nascimento, onde as células germinativas femininas, a ovogônias, experimentam mitoses sucessivas, fazendo aumentar o seu número. [V] • O termo isogamia significa igual ou semelhante, ou seja, os gametas masculinos e femininos possuem a mesma forma e o mesmo tamanho. 2. Onde ocorre a produção do óvulo? A produção de óvulos ocorre nos ovários 3. Que célula da origem ao óvulo e qual órgão a produz? A célula que da origem ao óvulo é as ovogõnias e o órgão responsável pela sua produção é os ovários SOL DE IDÉIAS Você é capaz de reconhecer os oito temas do Sol de idéias? Veja como você irá fazer: Cada raio do sol indica uma ação muscular. Você deverá, a partir do enunciado, descobrir o nome do tema descrito nos conceitos abaixo, e escrever o resultado nos raios do sol de idéias. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 93
  • 94. 1. É o processo de união sexual dos gametas. 2. É a etapa em que a blástula se transforma em gástrula. 3. É a nova cavidade que surge quando a blastocela desaparece 4. É o período que vai desde a primeira divisão do zigoto até a formação da blástula. 5. É a união do conteúdo dos pronúcleos dos gametas. 6. É a primeira célula do novo indivíduo. 7. É o processo de desenvolvimento de um novo ser a partir do zigoto. 8. O tipo de segmentação está diretamente relacionado com a quantidade desse material. ATIVIDADES 03 01 01 1. O que é e o que ocorre durante a organogênese? Durante a organogênese ocorre a formação dos órgãos do ser vivo. 2. Monte um esquema explicativo com os folhetos germinativos e os órgãos que formam? FOLHETOS GERMINATIVOS ECTODERMA ENDODERMA MESODERMA ORIGINA Pele Sistema Nervoso Pêlos Unhas Glândulas Sebáceas Glândulas Sudoríparas ORIGINA Glândulas Salivares Glândulas Mucosas Pâncreas Fígado Glândulas Estomacais Sistema Respiratório ORIGINA Músculos Ossos Sistema Cardiovascular Sistema Urinário Sistema Reprodutor Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 94
  • 95. Capítulo 7 SISTEMA NERVOSO Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo No conteúdo de Sistema Nervoso o aluno irá encontrar esclarecimentos sobre o cérebro, que até hoje muitos consideram um mistério. Além disso, ele pode observar como realmente são determinadas partes do nosso corpo como cérebro, medula espinhal, vértebras, entre outras. No momento em que se fala como o cérebro controla nossas funções, a possibilidade de interdisciplinaridade com Educação Física e Química é muito grande. Pode-se fazer uma aula conjunta com essas disciplinas, o que aumenta o dinamismo e o interesse da aula. O professor também pode trabalhar como os alunos a construção de modelos, a fim de aumentar o interesse dos mesmos pelo conteúdo, além de facilitar a sua compreensão. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 95
  • 96. OBJETIVOS Identificar os componentes e as funções do Sistema Nervoso Compreender a relação entre o Sistema Nervoso e os outros sistemas RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 7, Sistema Nervoso. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 1. 01 Responda as perguntas abaixo, utilizando as palavras no quadro em destaque. a. Qual a área do cérebro ligada à visão? Lobos Occipitais b. Qual o nome da região que liga um hemisfério do cérebro ao outro? Corpo Caloso c. Como se denomina cada uma das membranas de tecido conjuntivo que revestem o encéfalo e a medula espinhal? Meninge d. Qual a parte do Sistema Nervoso que processa e integra as informações? Sistema Nervoso Central e. Qual o nome da estrutura que é formada pelo telencéfalo e pelo diencéfalo? Cérebro Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 96
  • 97. 2. Assinale (V) para as alternativas verdadeiras, e (F) para as alternativas falsas: a. (F) O SNC é composto pelo encéfalo e pela medula espinhal b. (F) Dentre os cordados, o animal com o maior cérebro é o tubarão c. (F) Geralmente, nos mamíferos o rombencéfalo está relacionado com a memória, inteligência e processamento da visão, audição e fala d. (F) O lobo temporal está localizado na porção frontal da cabeça e. (V) As áreas sensoriais do córtex cerebral são aquelas responsáveis pelas sensações 3. Desenhe uma cabeça humana, e indique a posição de cada lobo cerebral. [PESSOAL] ATIVIDADES 02 1. Por que se, ficarmos a girar bastante o corpo, ao pararmos ficamos sem a sensação de equilíbrio e não conseguimos andar em linha reta? Porque, ao girarmos o corpo, o cerebelo (responsável pelo equilíbrio) fica desorientado, já que as informações visuais são confusas. Além disso, a tendência do cerebelo era manter o equilíbrio do corpo em movimento, que parou subitamente. 2. Qual a função do quiasma óptico? No quiasma óptico os nervos ópticos se cruzam, para depois dirigirem-se ao cérebro. ATIVIDADES 03 1. Qual a diferença entre a medula óssea e medula espinhal? A medula óssea é responsável pela produção das células sanguíneas, enquanto a medula espinhal é responsável pela troca de informações entre o cérebro e o corpo. 2. Quando alguém sofre lesão na coluna, as seqüelas dependem do ponto onde ocorreu essa lesão. Quanto mais próximo do pescoço, mais graves são as seqüelas. Por exemplo: uma pessoa que sofreu uma lesão bem próxima ao pescoço, precisa de aparelhos para respirar, visto que essa pessoa não consegue respirar sozinha. Já uma pessoa que sofre lesão na base da coluna perde apenas o movimento das pernas. Por que ocorre essa variação de sintomas? Porque, quanto mais próxima da parte inferior do corpo for a lesão, maior é o percurso que a informação percorre desde que sai do cérebro. Por exemplo: se a lesão é logo abaixo do pescoço, quando o cérebro manda a informação para os pulmões se dilatarem na inspiração, essa informação pára no local lesionado. Ou seja, ela não chega ao seu destino (pulmões). 3. Algumas experiências com ratos que sofreram lesão na coluna devolveram a eles alguma habilidade locomotora. Porém, esses ratos não conseguiam andar ou ficarem em pé. Por quê? Porque os axônios danificados não conseguem penetrar no tecido da medula espinhal depois de deixarem o implante de nervos. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 97
  • 98. SUGESTÃO DE ATIVIDADES O professor pode trabalhar com os alunos a construção de um modelo do Sistema Nervoso. Geralmente usa-se massa de modelar, mas materiais alternativos podem ser utilizados. ATIVIDADES 04 Vértebra Artéria Veia Vértebra Ramificação do Nervo Medula Espinhal 1. Por que, ao batermos com um martelo no joelho, o mesmo “pula”? Devido ao arco reflexo onde, involuntariamente, o toque no joelho estimula as fibras sensitivas do nervo espinhal. Esse toque é transformado em ordem de movimento pela substância cinzenta do cérebro. 2. Substitua os números no desenho abaixo pelas palavras corretas que estão no círculo: Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 98
  • 99. 1. Medula Espinhal 2. Ramificação do Nervo 3. Artéria (Lembre aos alunos que a artéria é representada sempre em vermelho, por transportar sangue rico em oxigênio) 4. Veia (Lembre aos alunos que a veia é representada sempre em azul, por transportar sangue pobre em oxigênio) 5. Vértebra 6. Vértebra 3. Por que o Sistema Nervoso Autônomo (SNA) recebe esse nome? Porque o SNA é responsáveis por ações que independem da nossa vontade. 4. De que maneira se dá a atividade antagônica dos sistemas simpático e parassimpático? Através da noradrenalina e da acetilcolina, que funcionam como mediadores químicos. As atividades desses sistemas ocorrem em oposição, onde o sistema simpático é excitante e o sistema parassimpático é relaxante. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 99
  • 100. Capítulo 8 SISTEMA SENSORIAL Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo Nesse capítulo são apresentadas as bases para o estudo dos sentidos: tato, paladar, olfato, audição e visão, dos diversos seres vivos. Para entender melhor o conteúdo, o aluno deve reconhecer conceitos básicos sobre células, tecidos e principalmente sistema nervoso, isso facilitará o processo de ensino e aprendizagem. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 100
  • 101. OBJETIVOS Compreender e comparar o sistema sensorial dos principais grupos animais e os meios utilizados por eles na percepção e nas respostas adequadas aos estímulos recebidos. Conhecer a anatomia dos órgãos dos sentidos do homem, compreendendo o seu mecanismo de funcionamento. Associar os sentidos à percepção do ambiente em que estamos inseridos e dos perigos que nos cercam. Compreender que o sistema sensorial estabelece relações com outros sistemas do corpo do animal, principalmente com o sistema nervoso, a fim de manter o organismo em equilíbrio e em pleno funcionamento. RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 8, Sistema Sensorial. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 01 Palavra cruzada 1. Nos quadros abaixo cada letra da palavra sentidos representa uma pergunta, que está logo abaixo. Vamos testar seus conhecimentos? S. Sistema de órgãos especializado em captar os estímulos do meio e encaminhá-los ao sistema nervoso do animal. E. Está presente na lateral do corpo dos nematódeos e é sensível aos estímulos do ambiente. N. Receptor responsável pela captação de estímulos auditivos. T. Receptor que determina a posição do animal em relação ao ambiente, um dos componentes da chamada orientação espacial. I. Tipo de olhos presentes nos aracnídeos. D. Pequenas unidades visuais presentes nos olhos compostos. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 101
  • 102. O. Nome dado aos olhos simples das planárias. S. Função dos órgãos sensoriais que convertem algumas formas de energia em impulsos nervosos. 2. Cite os nomes e as funções das estruturas sensoriais presentes: a. nos insetos Na cabeça dos insetos localizam-se duas antenas que atuam como órgãos sensoriais do olfato e do tato. Na cabeça também existem dois olhos compostos, formados por diversas unidades visuais denominadas omatídeos e três olhos simples (ocelos) que provavelmente servem para detectar luz e sombra. Esse sistema visual é muito eficiente, pois aumenta o campo de visão dos insetos, permitindo que eles enxerguem melhor os seus predadores e as suas presas. b. nos crustáceos Na cabeça dos crustáceos estão presentes, além dos dois pares de antenas, dois olhos compostos. c. nos aracnídeos Os aracnídeos, além das quelíceras e dos olhos simples, possuem, ao redor da boca, um par de pedipalpos, estrutura que pode atuar como órgão sensorial ou órgão da cópula no macho. d. quilópodes e diplópodes Os quilópodes e diplópodes possuem apenas olhos simples. DESAFIO BIOLÓGICO A questão a seguir é mais difícil! Será que você consegue respondê-la? Está proposto o desafio biológico! Um cientista, procurando identificar que sentidos são usados por certo peixe predador para reconhecer e atacar suas presas montou um experimento em que preparou três aquários com esses peixes nas seguintes condições: Aquário I – foi mantido iluminado e nele se introduziram presas vivas; Aquário II – ficou em total escuridão e também recebeu presas vivas; Aquário III – ficou iluminado, recebeu presas vivas e dentro de um recipiente impermeável, transparente e incolor; a. Se a visão for o único sentido que faz o peixe reconhecer a presa, o que será observado nos três aquários? No aquário I, as presas serão atacadas pelo predador; No aquário II nada acontecerá; No aquário III, poderá ocorrer o ataque, mas sem sucesso. b. O que será observado caso o peixe utilize apenas o olfato para reconhecer a presa? No aquário I, as presas serão atacadas pelo predador; No aquário II, as presas serão atacadas pelo predador; No aquário III, poderá ocorrer o ataque, mas sem sucesso. c. Se os peixes não predarem o aquário III, o que você pode concluir? O recipiente funcionou como uma barreira ao sistema sensorial do predador. PARE E PENSE O sistema auditivo humano é sensível às alterações da freqüência sonora. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 102
  • 103. Pequenas variações na freqüência dos sons fazem com que o sistema auditivo humano perceba que ele se tornou mais grave ou mais agudo. Apesar disso, essa sensibilidade não possibilita ao ouvido humano captar as freqüências sonoras dos ultra-sons e dos infra-sons, pois esses não estão na faixa de freqüência auditiva que o ouvido humano consegue captar, que é de 20 hertz a 20 000 hertz. No entanto, existem animais que conseguem perceber o ultra-som. Experiências mostram que o cão é um desses animais que consegue perceber ultra-sons que chegam até 50000 hertz. É por esse motivo que eles são adestrados para atenderem a apitos de ultra-sons, que o ser humano não consegue perceber. Os morcegos são outros animais que também conseguem perceber as freqüências dos ultra-sons. Esses animais conseguem emitir e ouvir freqüências sonoras que chegam até 120000 hertz. Crie uma pequena história em que você consiga destacar a percepção de sons. [PESSOAL] ATIVIDADES 02 1. Classifique os receptores sensoriais de acordo com os estímulos aos quais eles respondem. Os mecanorreceptores são de pressão, termorreceptores de calor e receptores de dor. Receptores de Krause Frio Receptores de Ruffini Calor Discos de Merkel Tato e pressão Receptores de Vater-Pacini Pressão Receptores de Meissner Tato Terminações nervosas livres Dor (principalmente) 2. Explique como sentimos o gosto e o cheiro dos alimentos. Os receptores gustativos são excitados por substâncias químicas existentes nos alimentos, enquanto que os receptores olfativos são excitados por substâncias químicas do ar. Esses sentidos trabalham conjuntamente na percepção dos sabores. O centro do olfato e do gosto no cérebro combina as informações sensoriais da língua e do nariz. 3. A que categoria pertence uma célula sensorial estimulada por moléculas que se associam especificamente a proteínas receptoras de sua membrana? a. fotorreceptor b. mecanorreceptor c. QUIMIORRECEPTOR 4. No interior da artéria aorta e da artéria carótida há células sensoriais de percebem a diminuição de gás oxigênio no sangue. Como são classificadas essas células? QUIMIORRECEPTORAS 5. As camadas de tecidos que formam o bulbo do olho, de fora para dentro: a. ESCLERA, CORÓIDE E RETINA b. esclera, retina e coróide c. coróide, retina e esclera d. retina, esclera e coróide Considere as palavras seguir para responder às questões 6 e 7. a. coróide b. lente c. esclera d. retina 6. A que camada do olho pertence a córnea? Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 103
  • 104. Esclera 7. Que camada do revestimento do olho forma a íris? Coróide ou corióide 8. Um raio de luz que penetra no olho passa, na seqüência, por: a. córnea – humor aquoso – pupila – lente – humor vítreo b. CÓRNEA – PUPILA – HUMOR AQUOSO – LENTE – HUMOR VÍTREO c. pupila – córnea – humor aquoso – lente – humor vítreo d. pupila – humor aquoso – córnea – lente – humor vítreo 8. Se uma pessoa não tivesse cones em sua retina, mas seus bastonetes fossem normais, ela: a. não enxergaria na penumbra. b. NÃO VERIA AS CORES. c. seria cega. d. teria visão normal. 9. A função dos pequenos ossos da orelha média é transmitir as vibrações: a. da janela oval para o tímpano b. da janela oval para o nervo auditivo c. DO TÍMPANO PARA A JANELA OVAL d. do tímpano para o nervo auditivo. 10. Qual das alternativas indica a seqüência correta das estruturas que vibram na orelha por efeito de uma onda sonora? a. janela oval – estribo – bigorna – martelo – tímpano b. janela oval – martelo – bigorna – estribo – tímpano c. tímpano – estribo – bigorna – martelo – janela oval d. TÍMPANO – MARTELO – BIGORNA – ESTRIBO – JANELA OVAL 11. Complete o nome das estruturas abaixo: Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 104
  • 105. Capítulo SISTEMA CARDIOVASCULAR 9 Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo Esse capítulo trata da definição do que é um sistema circulatório, dos diferentes tipos de sistemas circulatórios, e mais ainda, traz uma descrição detalhada do do funcionamento do sistema circulatório do ser humano. É importante, neste capítulo, ressaltar que diferentes animais, apresentam diferentes adaptações no seu sistema circulatório, porém nenhum é mais avançado que o outro são apenas adaptações para diferentes formas de vida. É importante destacar como cada tipo de sistema circulatório afeta a forma de vida de cada grupo animal estudado. Na circulação humana é importante destacar a anatomia do coração, e também entender medidas como pressão e freqüência cardíaca, que são importantes para pessoa monitorar a sua saúde. O capítulo apresenta uma leitura complementar bastante importante, tratando do surgimento de muitas doenças cardíacas. Deve-se aproveitar Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 105
  • 106. esse texto para despertar no aluno a consciência de cuidar da saúde, afim de evitar problemas graves no futuro. OBJETIVOS Conhecer os componentes básicos do sistema cardiovascular; Compreender a fisiologia do sistema cardiovascular nos diversos tipos de animais. RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 9, Sistema Cardiovascular. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no Livro do Professor. ATIVIDADES 01 1. Qual a função do sistema circulatório? Levar a glicose e o oxigênio para as células. Também pode ser dito que o sistema circulatório tem a função de transportar nutrientes e outras substâncias ao longo de todos os tecidos do organismo. 2. Qual a diferença entre o sangue e a hemolinfa? A hemolinfa transporta os nutrientes oriundos da digestão, bem como células de defesa do organismo e uma grande quantidade de outras substâncias, principalmente hormônios. Já no caso do sangue, além de transportar os nutrientes, também é responsável por carregar o oxigênio. 3. Quais são os tipos de vasos sanguíneos? Artérias, veias e vasos capilares. 4. Faça a associação correta entre as duas colunas: (1) Sangue Arterial (2) Sangue Venoso (3) Artérias (4) Veias (2) Recebe oxigênio do sistema respiratório (1) Carrega nutrientes para o organismo (4) São vasos pouco elásticos (3) São vasos que saem do coração em direção a outras partes do corpo ATIVIDADES 02 1. Qual a principal conseqüência da circulação aberta para o metabolismo dos animais? Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 106
  • 107. A principal conseqüência deste tipo de circulação é que o sangue acaba fluindo de maneira mais lenta pelo corpo do animal. 2. Sabendo que os insetos são animais de metabolismo intenso, quais foram as adaptações que eles desenvolveram para compensar o sistema circulatório aberto? Para superar as limitações deste tipo de circulação, estes animais desenvolveram duas adaptações mais importantes. A primeira é que o sangue não transporta nem o oxigênio, nem o dióxido de carbono. Esses gases são transportados diretamente pelo sistema respiratório traqueal destes animais. Outra adaptação importante nesses animais, é o fato de apresentarem um coração rudimentar, porém dividido em várias câmaras, que irão bombear o sangue com força, pelo corpo do inseto. ATIVIDADES 03 1. Por quê razão o coração dos animais de circulação simples, apresenta apenas um ventrículo e um átrio? Isso se dá porque nesses animais, o sangue, em todo o caminho que faz ao percorrer o corpo, passa apenas uma vez pelo coração. 2. Assinale as alternativas corretas: (X) Todos os vertebrados apresentam circulação fechada ( ) Todos os vertebrados apresentam circulação simples (X) Todo animal de circulação simples também apresenta circulação fechada ( ) Todo animal de circulação simples também apresentam circulação aberta ( ) Todo animal de circulação fechada apresenta circulação simples 3. Diga qual é a função do: a) Átrio: O átrio é a câmara do coração que, ao pulsar, recebe o sangue que vem do corpo. b) Ventrículo: O ventrículo é a câmara do coração que, ao pulsar, envia o sangue para o corpo. c) Cone arterioso: É o vaso sanguíneo que recebe o sangue bombeado diretamente do ventrículo, e também é de onde vão surgir as principais artérias do corpo do animal. ATIVIDADES 04 01 1. Assinale (V) para as alternativas verdadeiras ou (F) para as alternativas falsas: (V) A circulação fechada é comum a todos os vertebrados 01 (F) (F) (F) (F) Os peixes apresentam circulação aberta Nas aves a circulação é incompleta A endotermia surgiu graças ao aparecimento da circulação dupla incompleta Os anfíbios também são animais endotérmicos Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 107
  • 108. (F) Em alguns mamíferos a circulação se tornou dupla. Mas na maioria, ela é simples 2. Agora explique qual o erro nas alternativas que você marcou (F): Os peixes apresentam circulação fechada Nas aves a circulação é completa A endotermia surgiu graças ao aparecimento da circulação dupla completa Em todos os mamíferos a circulação se tornou dupla. Não há circulação simples PARE E PENSE Conforme visto na leitura complementar, vemos que a falta de atividade física (também chamado sedentarismo), o fumo e o alto colesterol podem causar muitos males a saúde. Sabendo desses fatos, reflita sobre a seguinte frase: “Você não pode modificar sua idade, seu histórico familiar ou seu gênero. No entanto, estes fatores de risco podem servir como um impulso para que cuide melhor dos fatores modificáveis.” Com base na sua reflexão, faça uma lista dos fatores de risco que ocorrem nas pessoas de sua família, e veja quais são os hábitos ser melhorados para que haja a redução nos rico para a saúde. [PESSOAL] ATIVIDADES 05 1. Nos quadros abaixo decifre as palavras secretas sobre o sistema circulatório humano: a. O nome da válvula que separa o átrio direito do ventrículo direito: T R I C Ú S P I D E b. O nome das artérias que alimentam o irrigam o coração: C O R O N A R I A S c. Principal artéria, que sai diretamente do coração para alimentar o resto do corpo: A O R T A d. : No texto temos a seguinte frase: “O sangue venoso é conduzido por diversas veias, que irão desembocar em duas veias maiores: a veia inferior cava, e a veia superior cava.” A palavra que está faltando é: V E N O S O Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 108
  • 109. e. Na leitura complementar temos o seguinte texto: “A dor no peito resultante é chamada de angina.” A palavra que está faltando é: A N G I N A 2. Como se denomina cada uma das câmaras que formam o coração humano? Qual a função de cada uma? Átrio esquerdo: recebe o sangue vindo diretamente do pulmão, através da veia pulmonar, e o conduz para o ventrículo esquerdo. Ventrículo esquerdo: é de onde o sangue será bombeado para todo o nosso corpo. Átrio direito: recebe o sangue que vem do corpo sangue passa para o ventrículo direito. Ventrículo direito: irá bombear o sangue para as artérias pulmonares, para que ele recebe oxigênio. 3. Qual a diferença que há entre pericárdio e miocárdio? O pericárdio é a membrana fibrosa que cobre o coração. Já o pericárdio é o músculo que forma o coração 4. Qual a seqüência correta das estruturas do sistema circulatório que o sangue percorre, no ser humano? a. Veia cava superior – Átrio direito – Ventrículo esquerdo – Aorta b. Veia cava inferior – Átrio esquerdo – Ventrículo direito – Artéria pulmonar c. VEIA CAVA SUPERIOR – ÁTRIO DIREITO – VENTRÍCULO DIREITO – ARTÉRIA PULMONAR d. Veia cava inferior – Átrio esquerdo – Ventrículo esquerdo – Artéria pulmonar e. Veia cava superior – Sino venoso – Átrio – Ventrículo – Cone arterial 5. Como acontece o infarto do miocárdio? O infarto é a morte das células musculares cardíacas, quando não recebem oxigênio suficiente. 6. O que é arteriosclerose? A arteriosclerose é o termo mais comum para o endurecimento das artérias, devido ao acumulo de placas de ateroma. Pode levar ao infarto. 7. O que são placas de ateroma? São o acúmulo de material gorduroso nas camadas mais internas das artérias. 8. O que vem a ser a doença vascular periférica? Ocorre quando uma artéria da perna é bloqueada, causando muitas dores ao andar. É causada pela arteriosclerose. 9. “Artérias são vasos que transportam sangue arterial, enquanto as veias transportam sangue venoso.” Você concorda com essa frase? Explique. Não, pois a artéria pulmonar transporta sangue venoso e a veia pulmonar transporta sangue arterial. As definições corretas são: artéria são os vasos que levam o sangue do coração, enquanto que as veias retornam o sangue para o coração. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 109
  • 110. DESAFIO BIOLÓGICO 1. Leia o trecho abaixo com atenção: O coração apresenta quatro câmaras, dois átrios e dois ventrículos e, nesse caso, não se misturam sangue arterial e venoso. A circulação é dupla, o que permite melhor controle da pressão arterial. O sistema circulatório é mais eficiente, possibilitando uma chegada rápida dos alimentos aos tecidos, garantindo assim, o controle da temperatura corpórea. Qual das alternativas a seguir apresenta um animal que não se relaciona com o trecho descrito? a. b. c. d. e. águia bufalo galo porco COBRA 2. Chamamos artéria a todo o vaso sanguíneo que: a. b. c. d. chega ao coração conduz sangue venoso PARTE DO CORAÇÃO conduz sangue arterial Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 110
  • 111. Capítulo 10 SISTEMA RESPIRATÓRIO Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo Os conteúdos desse capítulo tratam de uma atividade fundamental para a vida: a respiração. Esse é um tema que pode ser relacionado com muitas atividades do cotidiano, principalmente a atividades esportivas. A primeira parte do capítulo tem como objetivo apresentar algumas das formas mais comuns de respiração entre alguns grupos de animais, bem comuns no cotidiano do aluno. Para essa parte do capítulo é essencial que os conceitos aprendidos no primeiro ano do secundário estejam bem claros para os Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 111
  • 112. alunos. Ou seja, o aluno deve ser capaz de identificar e diferenciar seres pertencentes a diferentes filos e classes, principalmente aqueles envolvidos neste capítulo (insetos, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos). Na segunda parte do capítulo, o objetivo é compreender o funcionamento da respiração no ser humano. É importante frisar esse conteúdo através de algumas práticas. Por exemplo, ao falar de inspiração e expiração mostre ao aluno como musculatura das costas se comporta. Faça-o inspirar e expirar, para que ele observe em seu próprio corpo essa atividade. A anatomia do sistema respiratório pode ser enfatizada pelo uso de cartazes ou de modelos pedagógicos. Por ultimo, o aluno deve compreender que o sistema respiratório está diretamente relacionado com a realização da respiração celular, que já foi citado no início deste livro. OBJETIVOS Conhecer o sistema respiratório das mais diversas espécies de animais; Explicar como ocorrem os diversos processos de respiração dos seres vivos. RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 10, Sistema Respiratório. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 01 01 1. Assinale (V) para as alternativas corretas ou (F) para as alternativas incorretas: (V) A respiração aeróbia é comum a todos os vertebrados (F) Os peixes respiram na água, na ausência de oxigênio (V) As aves conseguem respirar em grandes altitude graças ao seus pulmões em forma de tubo (V) A única função das traquéias, nos insetos, é a de transportar o ar (V) Os anfíbios também respiram através de brânquias (F) A traquéia, nos mamíferos, tem a função de absorver de oxigênio para o sangue 2. Responda corretamente as seguintes questões: a. Quais as adaptações desenvolvidas pelos animais para respirar no meio terrestre? São as traquéias nos insetos, e os pulmões, nos vertebrados. Também não podemos esquecer os anfíbios que realizam a absorção de oxigênio através da pele Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 112
  • 113. b. Qual a vantagem que os insetos obtém, utilizando a respiração traqueal? Os insetos compensam o sistema circulatório lento, que eles possuem, com um sistema próprio para conduzir os gases respiratórios, independente da circulação. Dessa forma eles conseguem apresentar um sistema metabólico mais eficiente, que os permite voar, por exemplo. c. Como os anfíbios respiram? Na fase jovem, eles respiram por brânquias (respiração branquial). Na fase adulta, respiram por pulmões (respiração pulmonar) e também pela pele (respiração cutânea). d. Qual a função dos sacos aéreos nas aves? Os sacos aéreos têm a função de estimular a entrada de ar no pulmão. Essa é uma adaptação bem útil para respirar em ambientes de baixa pressão atmosférica, como altitudes elevadas por exemplo. e. Qual o produto da respiração aeróbia que é devolvido para a atmosfera? O dióxido de carbono ( CO2 ) 3. Nos quadros abaixo decifre as palavras secretas sobre a respiração: a. São órgãos em forma de saco, que se enchem de ar para que o animal respire: P U L M Õ E S b. Pequenos canais que transportam o ar diretamente para os tecidos, aonde as trocas gasosas ocorrerão: T R A Q U É I A S c. Órgão compostos por lamelas, que realizam as trocas gasosas diretamente com a água: B R Â N Q U I A S FICHA DE LEITURA A ficha de leitura é uma forma de destacar os pontos principais de um texto. Nos quadros abaixo coloque os aspectos centrais sobre a respiração nos insetos, peixes, anfíbios e aves. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 113
  • 114. Insetos Peixes Anfibios Aves •Os insetos apresentam respiração traqueal, ou seja, o oxigênio é absorvido por pequenas aberturas chamadas espiráculos, seguindo por uma rede canais chamados de traquéias, que irão realizar as trocas gasosas diretamente com os tecidos do animal. •Os peixes apresentam a respiração branquial, que é um tipo de respiração adequado para o meio aquático. As brânquias consistem em estruturas formadas por pequenas lamelas, que apresentam inúmeros pequenos vasos capilares. Dentro desses vasos o sangue corre na direção contrária ao fluxo da água que passa pela lamela. Esse arranjo é chamado de fluxo contracorrente, e é essencial para melhorar a absorção de oxigênio no peixe. •O primeiro grupo de vertebrados completamente adaptados a respirar na atmosfera foram os anfíbios. Esses animais apresentam respiração pulmonar, sendo o primeiro grupo a apresentar pulmões. Nesses ainda existem outros tipos diferentes de respiração, como a respiração cutânea, onde a troca gasosa irá ocorrer também através da pele. Em alguns Anfíbios, como as rãs, esse tipo de respiração é mais importante que respiração pulmonar. Na fase jovem os anfíbios apresentam respiração branquial. •As aves apresentam adaptações para respirar em grandes altitudes, onde a pressão atmosférica é muito baixa. Seus pulmões tem a forma de tubo, e estão conectados a sacos aéreos, que irão estimular o fluxo de ar dentro do corpo do animal. O pulmão em forma de tubo também aumenta a taxa de absorção de oxigênio. PARE E PENSE Conforme visto na leitura complementar, vemos que o cigarro pode causar muitos males a saúde. Também vimos que uma vez que a pessoa começa a fumar, ela se torna viciada no cigarro e não consegue largar esse hábito. Sabendo desses fatos, reflita sobre a seguinte frase: “90% dos fumantes começaram a fumar ainda crianças e jovens, induzidos pela publicidade e pelo exemplo de ídolos, pais e amigos. O hábito começa na juventude e a indústria do tabaco sabe disso e age, direcionando as campanhas de publicidade para os jovens, futuros consumidores.” Com base na sua reflexão, pergunte as pessoas que você conhece e que tenham o hábito de fumar e pergunte qual o motivo que os levou a esse vicio. Liste todos os motivos que levaram essas pessoas a fumar. Lembre-se que é fácil começar a fumar, mas é muito difícil parar, e com o tempo esse hábito leva a muitas doenças. [PESSOAL] Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 114
  • 115. ATIVIDADES 02 1. Nos quadros abaixo decifre as palavras secretas sobre o sistema respiratório humano: a. O nome do tubo oco constituído por cartilagem em que se localizam as pregas vocais: L A R I N G E b. O nome do tubo reforçado por peças de cartilagem anelares e que se ramifica em dois brônquios: T R A Q U É I A c. O órgão comum ao sistema digestório e ao sistema respiratório, que conduz alimento ao esôfago e ar as vias respiratórias: L A R I N G E 2. Qual a alternativa completa a seguinte frase: “Quando os músculos intercostais e o diafragma se contraem, a cavidade torácica amplia-se. Com isso sua pressão interna (1), o que ocasiona a (2).” a. (1) aumenta; (2) respiração b. (1) aumenta; (2) expiração c. (1) DIMINUI; (2) INSPIRAÇÃO d. (1) diminui; (2) expiração 3. Como se denomina cada uma das bolsas microscópicas formadas por células achatadas recobertas por capilares sanguíneos, onde o sangue recebe oxigênio? São os alvéolos pulmonares. 4. Como se denomina cada um dos inúmeros tubos intensamente ramificados que constituem a árvore respiratória? São os bronquíolos. 5. Qual a seqüência das estruturas do sistema respiratório que o ar percorre quando é inspirado? a. fossas nasais – laringe – esôfago – brônquios – traquéia b. FOSSAS NASAIS – FARINGE – LARINGE – TRAQUÉIA – BRÔNQUIOS c. fossas nasais – laringe – faringe – traquéia – brônquios d. fossas nasais – faringe – esôfago – traquéia – brônquios e. fossas nasais – faringe – traquéia – laringe – brônquios 6. A obstrução (fechamento) dos bronquíolos impede que o oxigênio atinja: a. a faringe b. o esôfago c. a laringe d. a traquéia e. OS ALVÉOLOS 7. Qual o nome de cada um dos dois tubos com reforços cartilaginosos que penetram nos pulmões? São os Brônquios. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 115
  • 116. 8. Na expiração: a. Os músculos intercostais e o diafragma se contraem, a caixa torácica diminui e o ar entra b. Os músculos intercostais e o diafragma se contraem, a caixa torácica diminui e o ar sai c. Os músculos intercostais e o diafragma relaxam, a caixa torácica diminui e o ar entra d. OS MÚSCULOS INTERCOSTAIS E O DIAFRAGMA RELAXAM, A CAIXA TORÁCICA DIMINUI E O AR SAI DESAFIO BIOLÓGICO 1. Determine o tipo de respiração encontrado nos seguintes animais: a. Gafanhoto O gafanhoto é um inseto, logo apresenta respiração traqueal b. Tubarão O tubarão é um peixe, logo apresenta respiração branquial c. Sapo O sapo é um anfíbio, logo apresenta respiração branquial, quando jovem, Respiração pulmonar e cutânea quando adulto. d. Baleia A baleia é um mamífero, logo apresenta respiração pulmonar. 2. Certos vertebrados possuem pulmão de grande superfície e pele seca e impermeável. Outros vertebrados possuem pulmão de pequena superfície e pele úmida e permeável. Por que os primeiros estão mais bem adaptados ao ambiente terrestre? Porque no ambiente terrestre, um dos principais problemas é a falta de água. Um animal com pulmão pequeno e pele úmida, absorve pode absorver o oxigênio através da pele, mas, no entanto perderá muita água para realizar esse processo. Por outro lado um animal com um pulmão grande, e pele impermeável, pode viver em ambientes secos, sem precisar perder água para obter oxigênio. 3. Identifique o grupo de vertebrados na qual ocorre a maior diversidade de sistemas apropriados para trocas gasosas e discuta uma das causas fundamentais para esta diversificação. São os anfíbios, pois como são animais que estão na transição entre o ambiente aquático e terrestre, acabam por ter sistemas respiratórios adequados para respirar tanto na água, quanto em meio terrestre. 4. A evolução criou muitos tipos de sistemas respiratórios, e cada um deles resolveu o problema de um modo diferente. Todos põem o meio exterior em contato com o meio interno de cada célula. Em qual das circunstâncias abaixo o sistema circulatório não participa das trocas gasosas? a. Somente no branquial b. SOMENTE NO TRAQUEAL c. Somente no cutâneo d. No traqueal e no cutâneo e. No branquial e no pulmonar 5. O tipo mais freqüente de sistema respiratório que retira o oxigênio dissolvido na água é constituído por estruturas denominadas: a. traquéias Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 116
  • 117. b. bronquíolos c. brônquios d. BRÂNQUIAS e. estômatos MODELO Uma forma muito prática de observar o funcionamento dos pulmões é construindo um modelo didático do pulmão humano, cujo funcionamento é bem similar ao real. Essa atividade é importante para ilustrar como a diferença de pressão faz com que ar entre no corpo, e como o diafragma participa nesse processo. Material: 1 garrafa PET de 2 litros 1 tubo plástico Fita cola Dois balões de festa Tesoura Instruções: O modelo de pulmão é construído com a metade superior de uma garrafa PET de 2 litros. A tampa é furada e um tubo plástico transparente é introduzido bem justo, a ponta de fora do tubo fica livre e a de dentro bifurca levando a dois balões pequenos (de festa). A parte aberta em baixo da garrafa é preparada com um anel de PVC serrado de um tubo (cerca de 1 cm) de forma a ficar rígido, sendo a seguir fechada com um pedaço redondo de balão surpresa e fita adesiva (por exemplo aquela transparente e larga). O experimento não pode apresentar vazamento e pode ser feito sem uso de uma gota de cola. Mas se vazar não tem problema, use cola quente. Funcionamento: Ao puxar o balão (diafragma), a pressão dentro da garrafa diminui e os dois balõezinhos (pulmões) se enchem de ar. Quando você soltar o balão, a pressão aumenta, e o ar sai dos balõezinhos. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 117
  • 118. Capítulo SISTEMA DIGESTÓRIO 11 Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo Apesar de este capítulo trabalhar com um grande número de conceitos, muitos deles já são familiares ao estudante. Por exemplo, a maioria dos conceitos relativos aos órgãos que compõem o sistema digestório (boca, esôfago, estômago, etc.) já foram estudados no ensino pré-secundário. Uma boa maneira de iniciar o trabalho com a fisiologia humana é descobrir o nível em que os estudantes dominam certos conceitos básicos. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 118
  • 119. OBJETIVOS Compreender e comparar o sistema digestório dos principais grupos animais e os meios utilizados por eles na digestão dos alimentos. Conhecer a anatomia do sistema digestório humano, compreendendo o papel de cada um dos seus órgãos. Compreender que o sistema digestório está intimamente relacionado aos outros sistemas do corpo do animal, o que permite que ele se mantenha em atividade, garantindo assim sua sobrevivência. RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 11, Sistema Digestório. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 01 Palavra cruzada 1. Nos quadros abaixo cada letra da palavra digestão representa uma pergunta, que está logo abaixo. Vamos testar seus conhecimentos? D. Sistema de órgãos especializado em digerir o alimento no corpo dos animais. I. Animais que se alimentam exclusivamente de vegetais. G. Processo de introdução do alimento no corpo do animal. E. Processo conhecido por defecação. S. É a entrada das micromoléculas do alimento para o meio interno, após a digestão. T. Os animais são assim chamados por se alimentarem de moléculas orgânicas sintetizadas por outros seres vivos. A. Tipo de digestão que ocorre no interior de células especializadas. O. Tubo digestivo que apresenta duas aberturas: boca e ânus. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 119
  • 120. ATIVIDADES 02 1. Sobre a digestão nos diferentes grupos animais, assinale a alternativa INCORRETA: a) É intracelular nas planárias e ocorre no interior dos vacúolos digestivos. b) É INTRACELULAR NAS ESPONJAS E OCORRE NO INTERIOR DE CÉLULAS ESPECIAIS DENOMINADAS COANÓCITOS. c) Começa extracelular na cavidade digestiva e termina no interior das células nas hidras. d) Na minhoca e em outros invertebrados complexos, é extracelular, iniciando-se na cavidade digestiva. 2. A minhoca é um anelídeo comum em vários ecossistemas. Apresenta um sistema digestório como o ilustrado abaixo. Sobre a digestão que ocorre nesses animais, assinale a(s) afirmação (ões) CORRETA(S): a)O alimento ingerido fica armazenado em A, que é o estômago. b)A MOELA SERVE PARA TRITURAR ALIMENTOS MAIS RESISTENTES. c)NA MOELA O PROCESSO DE DIGESTÃO É MECÂNICO. d)NO INTESTINO OCORRE A DIGESTÃO QUÍMICA. e)EM B, TEMOS O ÂNUS QUE ELIMINA AS FEZES QUE ACABAM POR FERTILIZAR O SOLO. f)O sistema digestivo desses animais é do tipo incompleto. g)A digestão é apenas intracelular. 3. De que maneira se alimentam as esponjas, já que não possuem um sistema digestório especializado? As esponjas absorvem as partículas alimentares diluídas na água através dos poros que possuem por toda a superfície do corpo e eliminam os resíduos pelo ápice do corpo numa abertura chamada ósculo, que corresponde à boca. 4. Explique de modo geral como os cnidários obtém e digerem o alimento. Nos cnidários, a cavidade digestiva se comunica com o exterior pela boca, que é rodeada por tentáculos para captura do alimento e por onde também se dá a saída de resíduos. O alimento é parcialmente digerido na cavidade gastrovascular e a digestão é completada pelas células que revestem a cavidade. 5. Compare os platelmintos de vida livre com poríferos e cnidários, quanto à alimentação. Animal Platelminto Cnidário Porífero Tubo digestivo aberto ausente ausente (sem cavidade digestiva) Tubo digestivo fechado presente presente (sem cavidade digestiva) Digestão intracelular presente presente presente Digestão extracelular presente presente ausente Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 120
  • 121. 6. No quadro abaixo, o sinal + indica presença da característica e o sinal – indica ausência dessa característica. Indique a alternativa que se aplica ao invertebrado citado: Tubo digestivo Tubo digestivo Digestão Digestão Animal aberto fechado intracelular extracelular a)platelminto + + + b)equinodermo + + + c)ANELÍDEO + + d)molusco + + ATIVIDADES 03 1. Diferencie os peixes ósseos e cartilaginosos quanto à digestão e ao sistema digestório que possuem. Nos peixes, o sistema digestório é completo. Nos peixes cartilaginosos, a boca é ventral e o intestino termina numa cloaca, isto é, local para onde convergem as porções finais dos sistemas digestório, urinário e reprodutor. Possuem fígado volumoso e internamente oleoso para facilitar a flutuação do animal, já que não apresentam bexiga natatória. Nos peixes ósseos, a boca é anterior com maxila e mandíbula bem desenvolvidas e o intestino termina no ânus; não há cloaca. Portanto, o tubo digestivo, em ambos os casos, é do tipo aberto. 2. Qual a grande vantagem da aquisição de mandíbula pelos peixes? Com a evolução das mandíbulas e dos apêndices pares, os peixes tornaram-se mais ativos e capazes de capturar suas presas e de se alimentar de diferentes maneiras. 3. Na maioria dos vertebrados a transformação química dos alimentos começa: Boca 4. No Egito, muitos pequenos artefatos de pedras vendidos como provenientes dos tempos dos faraós são falsificados. O processo de falsificação consiste em esculpir pequenas pedras e misturá-las com a comida oferecida às galinhas. Atravessando todo o tubo digestivo da galinha, as pedras adquirem o aspecto de objetos antigos e desgastados pelo uso. Esse processo de “envelhecimento mecânico” deve-se principalmente à ação: a) do papo b) do bico c) do estômago químico d) do intestino e) DA MOELA 5. A digestão da celulose nos ruminantes ocorre devido às condições especiais existentes no tubo digestivo desses animais. Da ação ordenada de seus quatro estômagos, os ruminantes obtêm substâncias de alto valor energético e aminoácidos que são absorvidos. Com relação aos mecanismos de digestão desses animais, são apresentadas abaixo três afirmações: I.A celulose é degradada pela ação direta de enzimas secretadas por glândulas presentes na mucosa dos dois primeiros estômagos (rúmen e retículo). II.Bactérias e protozoários são digeridos nos dois primeiros estômagos (rúmen e retículo) e seus produtos absorvidos nos dois últimos (omaso e abomaso). III.Microrganismos que proliferam nos dois primeiros estômagos (rúmen e retículo) aí degradam gorduras e celulose em ácidos graxos simples, açúcares e gases, como gás carbônico e metano. Assinale a alternativa CORRETA: a) SOMENTE A AFIRMAÇÃO I ESTÁ CORRETA. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 121
  • 122. b) Somente a afirmação II está correta. c) Somente a afirmação III está correta. d) Somente as afirmações I e II estão corretas. e) Somente as afirmações II e III estão corretas. 6. Descreva a sucessão de eventos que ocorrem com o alimento no estômago de mamíferos ruminantes. Dê exemplo de um animal ruminante. No rúmen estão presentes bactérias fermentativas que degradam a celulose. Essas bactérias e o material por elas digerido são regurgitados para a boca do animal, que o mastiga demoradamente; no retículo chega o bolo alimentar vindo da boca, que sofrerá a ação das bactérias fermentativas; no omaso a pasta alimentar contendo enorme quantidade de bactérias fermentativas é "concentrada", devido à reabsorção de água; no abomaso ocorre a secreção de ácidos e proteases que completam a digestão de forma tradicional, como no estômago dos demais mamíferos. 7. O esquema seguinte representa o sistema digestório de uma ave. Nos retângulos, escreva os nomes dos órgãos. ATIVIDADES 04 1. O que é digestão mecânica? Onde ocorre tal processo? O que é digestão química? Em que órgãos ocorrem tais processos? Resp.: 2. A figura seguinte representa o sistema digestório humano. Complete a sua legenda. 1 - boca 6 - pâncreas 2 – glândulas salivares 7 – intestino grosso 3 - esôfago 8 – intestino delgado 4 - fígado 9 - reto 5 - estômago 10 - ânus 3. Escreva V se a afirmação for verdadeira ou F se for falsa: a) (V)O suco gástrico atua no estômago. b) (F)O estômago encontra-se revestido por vilosidades. c) (F)A bile e o suco pancreático são produzidos no pâncreas. d) (V)A absorção dos nutrientes ocorre essencialmente através das paredes intestinais. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 122
  • 123. 4. Observe o esquema do sistema digestório humano no exercício anterior. O local onde se inicia a digestão enzimática das gorduras que ingerimos como alimento está identificado pelo número: a) 6 b) 5 c) 4 d) 8 e) 7 5. Observe os conceitos a seguir, relativos aos aspectos anatômicos de órgãos da digestão, no homem: I. Classificam-se em parótidas, sublinguais e submandibulares. II. É um canal de contrações voluntárias que desloca o alimento para o esôfago. III. Realiza movimentos peristálticos involuntários, com o objetivo de deslocar o bolo alimentar para o estômago. a) glândulas salivares, intestino e esôfago b) língua, intestino e esôfago c) língua intestino e faringe d) GLÂNDULAS SALIVARES, FARINGE E ESÔFAGO 5. Uma pessoa que tenha sofrido uma cirurgia para retirada do estômago deverá ter prejuízo, principalmente, na digestão de: a) PROTEÍNAS b) amido c) lipídios d) vitaminas 6. Em qual das alternativas a seguir as três funções mencionadas são realizadas pelo fígado? A) REGULAR O NÍVEL DE GLICOSE NO SANGUE, TRANSFORMAR AMÔNIA EM URÉIA, PRODUZIR BILE. b) Regular o nível de glicose no sangue, transformar amônia em uréia, secretar quimiotripsina. c) Regular o nível de glicose no sangue, produzir ácido clorídrico, secretar quimiotripsina. d) Produzir bile, transformar amônia em uréia, produzir ácido clorídrico. e) Produzir bile, produzir ácido clorídrico, secretar quimiotripsina. 7. O esquema abaixo representa uma seção do tubo digestivo humano com alguns anexos. Observe as indicações e resolva os itens. a) Cite o nome do nutriente digerido pela principal enzima produzida em I. Proteína Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 123
  • 124. b) Qual a função da substância armazenada em IV? A bile é um líquido que atua no emulsionamento das gorduras ingeridas, facilitando, assim, a ação da lipase. c) Pacientes com problemas de metabolismo da glicose podem apresentar disfunção de secreção endócrina do anexo indicado pelo número: II. 8. Em que parte do tubo digestivo se dá a maior parte da digestão dos alimentos? a) esôfago b) estômago c) INTESTINO DELGADO d) intestino grosso 9. O processo da digestão humana consiste na transformação de macromoléculas em micromoléculas para que possam ser assimiladas e aproveitadas pelas células. A respeito de dois nutrientes, X e Y, sabe-se que depois de ingeridos, o primeiro é parcialmente digerido na boca, enquanto o segundo não sofre modificação no aparelho digestivo. Os nutrientes X e Y são respectivamente: a) As vitaminas e as proteínas. b) OS CARBOIDRATOS E AS VITAMINAS. c) Os lipídeos e as proteínas. d) Os lipídeos e os carboidratos. e) Os sais minerais e as vitaminas. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 124
  • 125. Capítulo 12 SISTEMA EXCRETOR Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo No conteúdo de Sistema Excretor se faz necessário que o aluno conheça o sistema cardiovascular, visto que a urina é tão somente o sangue filtrado. Deve também ter conhecimentos sobre o cérebro. No momento em que se fala como o cérebro controla nossas funções, a possibilidade de interdisciplinaridade com outras disciplinas como a Educação Física e a Química é muito grande. Pode-se fazer uma aula conjunta com essas disciplinas, falando sobre o suor, o que aumenta o dinamismo e o interesse da aula. O professor também pode trabalhar como os alunos a construção de modelos, a fim de aumentar o interesse dos mesmos pelo conteúdo, além de facilitar a sua compreensão. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 125
  • 126. OBJETIVOS Definir o sistema excretor e suas funções nos organismos. Promover uma contextualização de forma que possamos compreender o processo de excreção. RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 12, Sistema Excretor. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 01 Palavra cruzada Cada linha indica uma palavra que será a resposta das questões abaixo. Vamos testar seus conhecimentos? E. Líquido que circula em nosso corpo e que é filtrado pelo sistema excretor. X. Um dos órgãos que constitui o sistema excretor humano. C. Grupo de invertebrados que não possuem um sistema de órgãos com a finalidade de excreção. R. É uma longa estrutura tubular microscópica que possui, em uma das extremidades, uma expansão em forma de taça, denominada cápsula de Bowman. E. Outro hormônio participante do equilíbrio hidro-iônico do organismo. T. Um dos constituintes do sistema excretor. O. É o conjunto de mecanismos pelos quais são controladas as concentrações de Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 126
  • 127. água e de solutos. R. Situam-se na região dorsal do abdome, logo abaixo do diafragma, um de cada lado da coluna vertebral e tem a forma de um grão de feijão. ATIVIDADES urina? 02 1. Como se denomina a bolsa de parede elástica e musculosa que armazena A bolsa com parede elástica denomina-se bexiga. 2. Qual o nome do condutor que sai do rim e leva a urina à bolsa onde ela é temporariamente armazenada? O nome do condutor que sai do rim é ureter. 3. Que canal é responsável pela eliminação de urina para fora do corpo? O canal responsável é a uretra. 4. Como se denomina a unidade básica do rim, responsável pela filtração do sangue? A unidade do rim responsável pela filtração é o nefron. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 127
  • 128. Capítulo 13 SISTEMA LOCOMOTOR Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo A maioria dos conceitos mencionados no capítulo 13, Sistema Locomotor, já é familiar desde o curso pré-secundário aos alunos timorenses. Mesmo assim, o professor deve destacar os conceitos que os estudantes já dominam e suas eventuais dúvidas, o que pode tornar mais eficiente a abordagem didática dos assuntos. O sistema locomotor tratado neste capítulo possibilita integrações com a área de Educação Física. Muitas professoras e professores de Educação Física incluem (ou gostariam de incluir) aspectos teóricos de fisiologia humana em suas aulas, o que poderia render uma interessante parceria com Biologia. A integração poderia fornecer Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 128
  • 129. um forte componente motivador, uma vez que a atividade esportiva atrai a maioria dos estudantes. Um aspecto importante relacionado aos assuntos deste capítulo é a atividade física, tanto a praticada como esporte competitivo quanto a utilizada como prática pessoal de saúde. As pesquisas na área de medicina esportiva têm levado a um maior conhecimento da fisiologia humana, em particular dos músculos e dos sistemas corporais mais relacionados com a atividade física. Uma conseqüência positiva desse conhecimento é que mais pessoas são estimuladas a praticar esportes, melhorando assim sua saúde e qualidade de vida. OBJETIVOS DO CAPÍTULO Sistema Locomotor Compreender a visão científica atual sobre a locomoção dos animais. Conhecer os mecanismos responsáveis pela locomoção. Sistema Muscular Identificar e relacionar os principais músculos do corpo humano e conhecer a musculatura dos demais animais Sistema Esquelético Identificar e relacionar os principais ossos do corpo humano e conhecer a musculatura dos demais animais. RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 13, Sistema Locomotor. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 01 Palavra cruzada Nos quadros abaixo, cada letra da palavra “músculo” representa uma questão, as perguntas estão logo abaixo. Vamos testar seus conhecimentos? M. Conjunto de células longas dotadas de alta capacidade de contração. Ú. Órgão visceral que possui tecido muscular liso. S. Denominação de feixes ricos em fibras colágenas. C. Único local do corpo onde é encontrado o tecido muscular estriado cardíaco. U. Tipo de contração da musculatura cardíaca. L. Tecido muscular também chamado de não-estriado e tecido muscular visceral. O. Órgão visceral constituído por tecido muscular liso. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 129
  • 130. ATIVIDADES 02 1. Nos quadros abaixo decifre as palavras secretas sobre os músculos esqueléticos: a. São músculos estriados que constituem grande parte de nossa massa corporal, formando o que se conhece popularmente como carne: E S Q U E L É T I C O S b. São filamentos resistentes constituídos pelas extremidades do tecido fibroso que reveste os músculos: T E N D Õ E S 2. Relacione as colunas sobre as características gerais dos músculos esqueléticos a. Miômero ou sarcômero (C) b. Cálcio (A) c. Miofibrilas contráteis (D) d. Voluntária (B) Preenche o citoplasma da fibra muscular esquelética. Denominação de cada unidade de repetição de actina e miosina. Tipo de contração do músculo esquelético. Elemento químico que desbloqueia os sítios de ligação da actina e permite que esta se ligue à miosina, iniciando a contração muscular. 3. Explique como ocorre a contração muscular. Ocorre pelo deslizamento dos filamentos de actina sobre os de miosina. ATIVIDADES 03 1. Complete as frases usando as palavras abaixo: Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 130
  • 131. a. Ao se contrair, o músculo puxa os ossos aos quais está ligado, e ao se distender, não consegue empurrar os ossos. b. A lei do tudo ou nada diz que a contração de uma fibra muscular ocorre totalmente ou não ocorre. c. O tônus muscular é responsável pela manutenção da postura corporal. d. A tensão muscular é a força que um músculo exerce sobre um objeto. e. As contrações isotônicas são responsáveis pelo movimento dos membros inferiores. ATIVIDADES 04 1. Caça-Palavras! No quadro abaixo estão os quatro tipos de movimentos das serpentes! Você é capaz de encontrá-los? 2. Responda as questões: a. Qual a função dos músculos peitorais das aves? Os músculos peitorais das aves são responsáveis pelo movimento da asa durante o vôo e se inserem na quilha. b. Porque as patas das aves possuem poucos músculos? Elas possuem poucos músculos para evitar a perda de calor e garantir uma forma mais aerodinâmica. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 131
  • 132. ATIVIDADES 05 1. Sobre os anfíbios, mais especificamente a rã, sabe-se que seus membros são delicados e respondem ao mínimo estímulo do ar circundante e sendo muito móveis, sua sensação conduz ao movimento. Sobre esse tema responda: O que é o sistema de membros da rã? O sistema de membros da rã é o centro produtor do movimento e da ação. 2. Como está dividida a musculatura dos peixes? A musculatura dos peixes divide-se em sistema axial, um eixo longitudinal do corpo que inclui a cabeça e o tronco, e o sistema apendicular composto pelos apêndices locomotores, que são as nadadeiras. A musculatura visceral é composta por músculos lisos e cardíacos, com contração involuntária, que não depende da vontade do animal. SOL DE IDÉIAS Você é capaz de reconhecer os oito temas do Sol de idéias? Veja como você irá fazer: Cada raio do sol indica uma ação muscular. Você deverá, a partir do enunciado, descobrir o nome do tema descrito nos conceitos abaixo, e escrever o resultado nos raios do sol de idéias. 1. 2. 3. 4. 5. A contração de uma fibra muscular ocorre totalmente ou não ocorre. É o estado permanente de tensão muscular. Movimentos contrários dos músculos esqueléticos. É a força que um músculo exerce sobre um objeto. É a força que ocorre de maneira igual. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 132
  • 133. 6. É o não encurtamento do músculo durante a contração. 7. São responsáveis pelo movimento da asa das aves durante o vôo. 8. Movimento réptil em que o animal empurra as laterais de seu corpo contra rochas ou outras irregularidades do solo. PARE E PENSE Reflita essa informação: Os músculos esqueléticos atuam geralmente em duplas, com movimentos antagônicos: contrários. Enquanto a contração de um músculo da dupla produz movimento em um sentido, a contração do outro produz movimento em sentido contrário. Um exemplo de antagonismo muscular ocorre com os músculos do braço: o bíceps e o tríceps. Baseado nesse antagonismo muscular descreva uma luta de artes marciais enfatizando os movimentos musculares humanos. Na figura ao lado, o Muay Thai é uma luta originária da Tailândia, também conhecida como Boxe tailandês ou Thai Boxing. Arte marcial com mais de dois mil anos de existência criada pelo povo tailandês como forma de defesa nas suas guerras e para obter uma boa saúde. O nome Muay Thai significa, literalmente, Arte Marcial Tailandesa (Mu=Marcial, Ay=Arte e Thai=Tailândia). Na Tailândia o Muay Thai também é conhecido "Luta da Liberdade" ou "Arte dos Livres", pois foi com o Muay Thai que se protegeram dos povos opressores que tentavam conquistar seu território. Então como venceram suas batalhas utilizando as técnicas do Muay Thai conseguiram sua liberdade, por isso o nome "Luta da Liberdade". Quando uma pessoa faz movimentos de ataque como na foto ocorre uma forte contração muscular. Ao atacar o adversário com os braços o bíceps contrai e puxa o antebraço para cima e o tríceps ao se contrair produz a extensão do antebraço. [ESTA É APENAS UMA PROPOSTA DE RESPOSTA, O PROFESSOR DEVE INCENTIVAR A CRIATIVIDADE DO ALUNO E ACEITAR RESPOSTAS DE CUNHO PESSOAL OU HISTÓRIAS QUE ELES SAIBAM.] ATIVIDADES 06 1. Qual a diferença entre endoesqueleto e exoesqueleto? O endoesqueleto que é o esqueleto interno presente nos vertebrados e nos equinodermos, e o exoesqueleto que é o esqueleto externo, presente na maioria dos invertebrados. 2. Qual a função do sistema esquelético? A função do sistema esquelético é proteger do corpo, servindo de ponto de apoio para a ação dos músculos esqueléticos. Além dessas funções, o esqueleto atua como reserva de cálcio e local de formação das células do sangue. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 133
  • 134. 3. O que são articulações ósseas e como podem ser classificadas? É o local onde dois ossos fazem contato. Podem ser fixas ou móveis. As articulações ósseas móveis podem ser classificadas em três tipos: Articulações de movimento livre ou sinoviais, articulações de movimento parcial e articulações fixas. 4. Quantos ossos possuem uma pessoa adulta? Uma pessoa adulta tem 206 ossos, responsáveis por cerca de 14% da massa corporal. 5. Complete: a. O maior osso do corpo humano é o fêmur, o osso da coxa, com cerca de 45 cm de comprimento. b. Os ossos menores são os da orelha média, denominados de bigorna, martelo e estribo, com cerca de 0,25 cm cada um. c. O esqueleto humano pode ser dividido em duas partes: Esqueleto axial e esqueleto apendicular. 6. Qual parte do corpo humano é formada pela caixa craniana na região da cabeça, e coluna vertebral e caixa torácica na região do tronco? Esqueleto axial 7. Qual parte do corpo humano compreende a cintura escapular, formada pelas escápulas e clavículas; cintura pélvica, formada pelos ossos ilíacos e o esqueleto dos membros superiores ou anteriores e inferiores ou posteriores? Esqueleto apendicular 8. Qual único osso móvel da cabeça, que permite abrir e fechar a boca? Mandíbula 9. Como estão divididas as 33 vértebras que existem na coluna vertebral? As 33 vértebras são assim divididas: Sete vértebras cervicais, doze vértebras torácicas, cinco vértebras lombares, cinco vértebras sacrais e quatro vértebras coccianas. A coluna vertebral dos adultos devido à união das últimas vértebras apresenta sete ossos a menos que a das crianças. 10. Quais são os ossos que existem nos membros superiores e inferiores? O braço possui um único osso, o úmero. No cotovelo o úmero se articula com os dois ossos do antebraço, o rádio e a ulna. No punho, o rádio e a ulna se articulam com os oito ossos do carpo que formam a mão. Ao carpo segue-se o os cinco ossos do metacarpo que se articula com os ossos dos dedos denominados falanges. A coxa possui um único osso, o fêmur, que é o mais longo do corpo humano. A perna possui dois ossos, a tíbia e a fíbula. O fêmur se articula com a tíbia e com a patela, um pequeno osso em frente à articulação do joelho. Nessa região também ocorre a articulação da tíbia com a fíbula. No tornozelo, a tíbia e a fíbula articulam-se com o osso tálus, um dos sete ossos que formam o tarso, a região posterior do pé. Ao tarso seguem-se os cinco ossos do metatarso, que se articula com as falanges, que são os dedos dos pés. 11. Quais são os ossos existentes na cintura escapular e na cintura pélvica? A cintura pélvica é também conhecida como bacia ou quadril. É formada por dois ossos: Ilíacos, um de cada lado da coluna. O ilíaco é formado pela fusão de três ossos, o ílio, o ísquio e o púbis. Os ossos ilíacos articulam-se na parte traseira com o osso sacro. Na parte dianteira, são unidos por um ligamento chamado de sínfise púbica. O osso da coxa, o fêmur, se encaixa na cintura pélvica em uma cavidade denominada acetábulo. A cintura pélvica também tem a função de proteger alguns órgãos, como a bexiga urinária, uma parte do intestino grosso e nas mulheres, o útero. A cintura pélvica na mulher é mais larga que no homem. Isso é considerado uma adaptação ao parto. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 134
  • 135. FICHA DE LEITURA A ficha de leitura é uma forma de destacar os pontos principais de um texto. Nos quadros abaixo coloque os aspectos centrais sobre os répteis, anfíbios e os peixes. MODELO ANATÔMICO Está na hora de mostrar sua criatividade! Usando papel, madeira ou outro tipo de material construa um modelo anatômico do esqueleto humano e apresente aos seus colegas. SIMULANDO A ATUAÇÃO DE UM PAR DE MÚSCULOS ANTAGÔNICOS O objetivo desta atividade é construir um modelo de braço e antebraço que permite visualizar o papel dos músculos bíceps e tríceps na flexão e na distensão do antebraço. Material necessário • cartolina • fita adesiva • balões infláveis de borracha (“bexigas”) • arame fino ou clipes de papel • barbante O modelo é muito fácil de ser montado pelos estudantes. A cartolina será o material utilizado para construir os ossos do modelo. Para isso, oriente os estudantes a cortar dois quadrados de cartolina cujos lados tenham o comprimento do antebraço, e um quadrado de lado igual ao comprimento do braço. Os quadrados de Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 135
  • 136. cartolina devem ser enrolados de modo a formar cilindros finos, e assim mantidos com fita adesiva (veja a figura abaixo). Oriente os estudantes a furar as extremidades dos tubos de cartolina e a prendê-los com arame, como está mostrado na figura. As extremidades livres dos tubos correspondentes aos ossos do antebraço devem ser unidas com fita adesiva. As bexigas devem ser enchidas apenas parcialmente, de modo a adquirir um “tônus” firme, que lembre a consistência de um músculo. A bexiga que simulará o bíceps deve ter uma de suas pontas amarrada com barbante na extremidade livre do tubo que simula o úmero. A outra ponta deve ser amarrada nos tubos que simulam os ossos do antebraço. A bexiga que representa o tríceps deve ter uma de suas pontas amarrada na extremidade livre do tubo que simula o úmero, no lado oposto à primeira bexiga. A outra ponta da bexiga deve passar por trás do “cotovelo” do modelo e ser amarrada nos tubos que simulam os ossos do antebraço. A movimentação da articulação do modelo mostra claramente o antagonismo entre o bíceps e o tríceps e permite visualizar com clareza a ação integrada das alavancas ósseas e dos músculos na produção dos movimentos corporais. PESQUISE Pesquise e escreva em seu caderno sobre a osteoporose, uma doença que atinge os ossos dos seres humanos, destacando os sintomas e qual é a forma de prevenção dessa doença. [PESSOAL] LEITURA COMPLEMENTAR Orientações de leitura O texto que escolhemos para esta leitura de Márcio Pinto trata de um problema da sociedade moderna, o surgimento de doenças devido o sedentarismo. Para facilitar a leitura e a compreensão do texto, elaboramos um questionário de orientação, a seguir. 1. Leia o primeiro e o segundo parágrafo da Leitura Complementar. Como se explica a doença arterial obstrutiva periférica? Quais são os sintomas dessa doença? Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 136
  • 137. A sigla DAOP explica o acúmulo de placas de gordura nas artérias nas pernas e tem três fatores de risco: diabetes, tabagismo e idade. O principal sintoma é dor nas pernas durante caminhadas e outros exercícios. 2. Porque no quarto parágrafo o autor afirma que, o fato de a pessoa ter a DAOP é um marcador de que ela tem a mesma doença no coração e no cérebro? Porque a circulação é sistêmica. 3. Leia o quinto parágrafo e responda por que se diz que o sedentarismo é uma das principais causas de a doença arterial obstrutiva periférica ser ignorada pelos pacientes? Porque quando você faz exercícios, o músculo necessita de mais oxigênio e nutrientes para gerar energia. Isso é trazido pelo sangue. Se ele tem dificuldade para chegar, o músculo sofre. O paciente sente dor, formigamento e cansaço. 4. Leia do sexto ao décimo parágrafo e responda: qual a importância de diagnosticar a doença arterial periférica? A importância de diagnosticar a doença arterial periférica está justamente na prevenção de infartos e derrames. 5. Leia os últimos parágrafos e explique como o médico diagnosticou o "cansaço diferente" citado no texto. 70% da ilíaca (principal artéria da perna) estava entupida. DESAFIO BIOLÓGICO As questões a seguir são mais difíceis! Será que você consegue respondê-las? Está proposto o desafio biológico! 1. O que é tônus muscular? Qual é sua relação com a postura corporal? É o estado permanente de tensão muscular que ocorre devido à contração de algumas fibras musculares serem contínuas, somente quando estas fibras se relaxam, as outras se contraem. O tônus muscular é responsável pela manutenção da postura corporal, ou seja, a firmeza dos músculos. 2. Consideremos o seguinte fato: o aumento do consumo de carboidrato no músculo é acompanhado de um aumento imediato e considerável do consumo do O2 e de um aumento paralelo da eliminação de CO2. Qual a explicação para esse fato e por que o músculo é considerado um transformador de energia? A energia para a contração muscular é suprida por moléculas de trifosfato de adenosina (ATP) produzidas durante a respiração celular, que consome oxigênio e libera gas carbônico. A quantidade de ATP presente na célula muscular é suficiente para suprir apenas alguns segundos de atividade muscular intensa. O músculo transforma energia química do carboidrato em energia mecânica nos movimentos corporais. 3. Considerando a lei do tudo ou nada é válida para todos os músculos esqueléticos, como podemos graduar nossa força muscular? A contração em maior ou menor grau depende da quantidade de impulsos nervosos emitidos pelo encéfalo ou pela medula espinhal. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 137
  • 138. Capítulo SISTEMA REPRODUTOR 14 Para melhor entender o capítulo sugerimos ao professor também criar seus próprios exercícios, seja eles na forma de questionários ou da forma que o professor esteja habituado a avaliar seus alunos. Esquema com os principais tópicos do capítulo PRÉ-REQUISITOS Conhecimentos prévios que o aluno deve ter para entender melhor o conteúdo É possível que a maioria dos estudantes já domine os conceitos básicos que serão desenvolvidos no capítulo do sistema reprodutor. Mesmo assim, é necessário começar o capítulo estimulando os estudantes a expressarem seus conceitos e opiniões sobre os assuntos que serão tratados, o que, entre outras coisas, permitirá corrigir erros e definir estratégias. Rever o capítulo de embriologia, principalmente conceitos será proveitoso. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 138
  • 139. Apesar das dificuldades inerentes ao assunto, desenvolver conhecimentos corretos e sem distorções sobre a sexualidade e a reprodução humana é de grande importância para os estudantes, muitos dos quais podem não ter outra oportunidade de aprender corretamente conceitos tão úteis em sua vida. OBJETIVOS Compreender e comparar o sistema reprodutor dos principais grupos animais e os meios utilizados por eles para se reproduzirem. Conhecer a anatomia do sistema reprodutor humano, compreendendo o papel de cada um dos seus órgãos. Compreender que a partir da reprodução, os seres vivos originam descendentes, garantindo, assim, a perpetuação da espécie. Reconhecer os cuidados necessários na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez não planejada. Compreender os avanços tecnológicos e científicos nessa área, reconhecendo os benefícios para a humanidade, bem como seus riscos. RESPOSTAS DAS ATIVIDADES Caro Professor, Agora apresentamos ao senhor as respostas das atividades do capítulo 14, Sistema Reprodutor. As atividades estão numeradas da mesma forma que estão no livro texto para que não haja dúvidas sobre as respostas. Respostas de cunho pessoal não aparecem no livro do professor. ATIVIDADES 01 1. Código secreto Para responder as questões a seguir você deve decifrar suas respostas no quadro abaixo: Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 139
  • 140. a. É o processo que ocorre quando os descendentes originam-se de um único ascendente (progenitor), sem a participação de estruturas reprodutoras especiais e sem a troca de células reprodutoras. [.REPRODUÇÃO ASSEXUADA.....................................................] b. Esse fenômeno existe nas planárias, esponjas e algumas plantas. [.REGENERAÇÃO.....................................................] c. Ocorre quando um broto ou gema se desenvolve no organismo. [.BROTAMENTO.....................................................] d. Neste tipo de reprodução uma célula, por mitose, se divide em duas e origina células geneticamente idênticas à progenitora. [.DIVISÃO BINÁRIA.....................................................] 2. Complete: a. Um caso especial de reprodução é a PARTENOGÊNESE, processo onde não há fecundação, apesar de haver a participação do ÓVULO. Este tipo de reprodução ocorre nas abelhas, alguns peixes, anfíbios e répteis. FICHA DE LEITURA A ficha de leitura é uma forma de destacar os pontos principais de um texto. Nos quadros abaixo estão os tópicos dos aspectos centrais sobre a reprodução sexuada. Em seu caderno faça um resumo de cada um dos tópicos citados abaixo que você os encontra neste capítulo. REPRODUÇÃO SEXUADA SISTEMA REPRODUTOR REPRODUÇÃO DOS INVERTEBRADOS REPRODUÇÃO ASSEXUADA Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 140
  • 141. 1. Na reprodução sexuada, os descendentes são originados a partir de dois progenitores, que produzem células reprodutoras (gametas) que ao unirse formam o novo indivíduo. 2. A reprodução assexuada é o processo que ocorre quando os descendentes originam-se de um único ascendente (progenitor), sem a participação de estruturas reprodutoras especiais e sem a troca de células reprodutoras. 3. Sistema reprodutor: A capacidade de originar descendentes está presente em todos os seres vivos e é uma das suas características básicas. Ela é de fundamental importância para a manutenção das espécies, pois, atualmente, sabe-se que a vida surge sempre de outra vida, por mais simples que sejam os organismos envolvidos. 4. A reprodução dos invertebrados ocorre de maneiras bem variadas: brotamento,metagênese, fragmentação, emtre outros tipos. ATIVIDADES 02 Palavra cruzada 1. Nos quadros abaixo cada letra da palavra REPRODUÇÃO representa uma pergunta, que está logo abaixo. Vamos testar seus conhecimentos? R. Sistema de órgãos especializado em garantir a perpetuação das espécies de seres vivos existentes na Terra. E. Tipo de reprodução assexuada onde ocorre recomposição de partes perdidas do corpo do animal. P. Reprodução assexuada presente nas bactérias e nos protozoários. R. Nas hidras ocorre esse tipo de reprodução assexuada. O.Característica reprodutiva das minhocas que apresentam os sistemas reprodutores masculino e feminino num mesmo indivíduo. D. Diz-se da espécie que possui indivíduos de ambos os sexos. U. Forma-se nas esponjas a partir da reprodução sexuada. Ç. Tipo de reprodução em que ocorre fecundação da célula feminina pela célula masculina. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 141
  • 142. Ã. Tipo de reprodução em que os descendentes são clones dos progenitores. O. Diz-se do organismo que cuja fêmea mantém os ovos dentro do corpo até sua eclosão. LEITURA COMPLEMENTAR Orientações de leitura: Muito se fala sobre clonagem humana, entretanto, sempre grupos religiosos se manifestam contra esses experimentos. E você, qual sua opinião sobre clonagem humana? [PESSOAL] Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 142
  • 143. VOCABULÁRIO Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 143
  • 144. A Abordar – aproximar-se de (alguém). Tratar de, ventilar, explanar (assunto). Absorver – embeber em si; sorver. Assimilar. Abundante – que abunda ou há em grande quantidade; rico; copioso. Acarretar – causar, ocasionar. Produzir como conseqüência; implicar. Achatado – tornar-se chato. Acirrar – açular (cão). Instigar. Exaltar; irritar. Acuidade – agudeza; eficiência. Perspicácia; argúcia. Açular – incitar (cão) a morder. Instigar; incitar. Provocar. Acúmulo – acumulação, amontoamento; aglomeração. Adentrar – penetrar; entrar. Adequado – o que ou aquilo que está acomodado; amoldado. De acordo. Aderir – colar ou ligar intimamente. Adesão – ação ou efeito de aderir. Adestrar – tornar destro, hábil; treinar; ensinar. Adjacente – contíguo; próximo. Adversidade – contrariedade; sorte adversa; infortúnio. Adverso – contrário; oposto. Aerodinâmico – diz-se daquilo cuja forma oferece a menor resistência possível ao ar. Afetado – que mostra lesão ou moléstia. Atingido. Afinidade- grau de semelhança e relação, identidade ou semelhança de tendência. Agilidade – qualidade daquilo que é ligeiro; rápido. Aglomeração – juntar-se, reunir-se, amontoar-se. Agressão – ação ou efeito de agredir. Investida física. Ferimento; surra. Provocação; insulto; ofensa. Ajuste – ajustamento. Pacto; acordo. Aleatório – que depende da sorte ou do acaso, casual, fortuito. Alinhar – pôr em linha reta. Alojar – abrigar; acomodar. Amortecedor – o que amortece ou anula choques e vibrações. Amortecer – diminuir a intensidade de. Entorpecer. Enfraquecer. Diminuir a intensidade. Amplificador – que amplia. Amplo – extenso; largo. Espaçoso; vasto. Ilimitado; sem restrições. Análogo – em que há analogia. Semelhante. Comparável. Ancestral – relativo aos antepassados. Anexar – ajuntar; ligar; incorporar. Anexo – ligado; unido; incorporado. Aquilo que está ligado a uma coisa principal; dependência. Antagônico – oposto; contrário. Anteceder – estar ou vir antes de, preceder; compreender. Ápice – cume; vértice. O mais alto grau. Apropriado – adequado; conforme. Oportuno. Armazenagem – ação ou efeito de armazenar. Depositar em armazém. Armazenamento – armazenagem. Armazenar – depositar; acumular; guardar. Arredondar – tornar(-se), aproximadamente, redondo. Arroxeado – arroxado. Ser roxo, cor resultante da mistura de vermelho com azul; violeta. Ascendente – que sobe, se eleva. Pessoa de quem descendemos; antepassado. Áspero – rugoso, qualidade daquilo que não é liso. Assentar – pôr sobre o assento; fazer sentar. Colocar (alguma coisa) de modo seguro; instalar. Assoalho – soalho. Pavimento; piso. Base. Associado – que se associou. Reuniu-se; uniu-se; aliou-se. Aterragem – ação ou efeito de aterrar; aterrissagem. Ativo – que age, impulsiona. Que põe em prática; atuante, diligente; aplicado. Atrito – resistência ao deslocamento dos corpos devido ao contato com uma superfície; fricção. Atrofiamento – atrofiar. Causar atrofia. Definhar-se. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 144
  • 145. B Barreira – obstáculo. Trincheira. Limite. Benefício – que faz bem, favorável, salutar, bom. Bifurcação – separação em dois ramos. Bloqueio – ação ou efeito de bloquear. Fazer bloqueio; impedir o movimento ou a continuidade de. Bolhas – bolha de ar que se forma nos líquidos em movimento, em ebulição ou fermentação. Bombear – elevar ou esgotar por meio de bomba. Bucal - relativo à boca; oral. C Canteiro – porção de terreno para o plantio de flores, hortaliças, etc. Captar – granjear; atrair; conquistar. Recolher; pegar; colher. Aprender. Casual – dependente do acaso; fortuito; acidental. Cavidade – parte cavada ou vazia de um corpo sólido, cova, buraco. Ceder – deixar (a outrem). Transferir o direito. Curvar-se; não resistir. Desistir. Celas – aposento de frades ou freiras, em convento. Aposento de detento em penitenciária. Cerda – pêlo espesso e resistente presente em alguns animais. Cessar – fazer parar; pôr fim a; interromper. Parar; desistir. Chance – ocasião favorável; oportunidade. Cilíndrico – que tem forma de cilindro (corpo roliço de diâmetro igual em todo o comprimento). Circulante – que circula; rodear; cercar. Circundante – que circunda; andar ou estar em roda de> rodear; cercar. Colapso - diminuição da eficiência de qualquer coisa; paralisação; crise. Coletar – reunir; colecionar; arrecadar; colher. Compactaçao – tornar maciço ou denso, comprimir. Compacto – que tem as partes constituintes muito aderentes; maciço. Compartimento – divisão, repartição de casa, gaveta, vagão, etc. Compensar – contrabalançar, equilibrar. Complementar – que complementa, completar. Complexidade – qualidade de complexo. Complexo – que abrange muitas coisas ou grande número de partes de uma coisa; complicado. Comprimido – que se comprimiu. De volume reduzido. Refreado; contido; reprimido. Concentrado – rico em substâncias dissolvidas. Diz-se de ou substância da qual se reduziu o volume. Concêntrico – que tem o mesmo centro. Condensado – tornar denso ou mais denso, passar do estado gasoso para liquido. Conectar – estabelecer conexão (ligação; correlação). Entrar em rede. Conectivo – que une ou liga. Conexão – ligação; união. Correlação; nexo. Conjunto – grupo; reunião dos elementos ou partes de um todo. Consagrar – fazer sagrado, sancionar, dedicar a deus, oferecer homenagem, dedicar, devotarse. Considerável – que merece consideração; respeitável. Grande; importante. Consistente – sólido; rígido. Estável; firme. Que consta ou consiste. Contato – estado de corpos que se tocam. Ligação; aproximação. Comunicação. Contínuo – seguido, sucessivo, sem interrupção. Contorcer – torcer(-se) muito; contrair(-se). Contrapartida – compensação; correspondência. Contrátil – que se pode contrair; encolher. Controvérsia – discussão em torno de um problema ou de idéia; polêmica. Convencional – geralmente admitido; usual. Convergir – dirigir-se para o mesmo ponto. Conversão – ação ou efeito de converter(-se). Mudança de religião, ideologia, modo de vida, etc. Converter - transformar (alguma coisa), mudando seu estado, sua forma ou propriedade. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 145
  • 146. Coordenar – dispor segundo certa ordem; arranjar; organizar. Corrosivo – que corrói; roer lentamente; que consome. Cortiça – casca de sobreiro e de outras árvores. Culminar – chegar ao auge, ao ponto culminante. Curvatura – dobramento; arqueamento; forma de curva de qualquer corpo. D Danificar – causar dano a; prejudicar; avariar. Decifrar – interpretar, desvendar o sentido oculto de. Decodificar – decifrar um código; interpretar. Decorrência – decurso; conseqüência. Deficiência – falha; insuficiência; falta. Deformar – alterar a forma de; modificar; deturpar; perder a forma primitiva; desfigurar-se. Degeneraçao – alterar; deturpar; corromper. Perder as qualidades naturais próprias ou de sua raça. Degenerativo – que degenera; alterar; deturpar; corromper. Corromper-se. Deglutição – ato de engolir. Degradar – privar de dignidade ou cargo. Aviltar; rebaixar. Delimitar – fixar os limites de; demarcar. Restringir, cercear. Demanda – ação de demandar. Procurar. Dirigir-se para. Necessitar. Denso – que tem mais massa em relação ao volume; espesso; compacto. Deparar – encontrar inesperadamente; topar. Apresentar-se; encontrar-se. Derivado – que deriva; procede. Descamar – tirar as escamas de; escamar. Descendente – que descende de outro(s). Que desce ou decresce. Descolar – despegar (o que estava colado); desgrudar. Descriçao – ação ou efeito de descrever. Representação. Narração. Desembocar – sair de um lugar relativamente estreito para outro mais largo. Ir ter; terminar. Desempenhar – exercer; executar; cumprir. Desencadear – libertar; dar vazão. Desprender-se; soltar-se. Desfeito – que se desfez. Destruído; anulado. Desgastar – gastar-se aos poucos. Gastar-se pelo atrito ou uso. Desintegrar – decompor um todo em suas partes essenciais. Dividir-se; reduzir-se. Deslizamento – deslizar; escorregar suavemente; resvalar. Deslize – ação ou efeito de deslizar. Deslocar – tirar do lugar em que estava; fazer mudar de lugar ou posição; sair ou mudar-se de lugar. Despejar – jogar, fazer cair, de qualquer recipiente, o seu conteúdo ou carga. Desperceber – não perceber; não notar. Desprender – soltar; separar (o que estava preso); despregar; desatar. Soltar; libertar. Destacável – fazer sobressair; salientar-se. Separar-se, soltar-se. Desvantajoso – desvantagem; falta de vantagem. Inferioridade. Desproveito; prejuízo. Detalhar – expor em detalhes, minuciosamente; pormenorizar; particularizar. Detectar – captar; perceber; sentir. Revelar. Diferenciação – diferenciar; estabelecer diferença entre; distinguir; discriminar. Diversificar. Diferenciar – estabelecer diferença; distinguir; diferir. Diferir – ser diferente; diferençar-se. Divergir; discordar. Adiar; retardar. Difundir – espalhar(-se); alastrar(-se); propagar(-se). Dilatação – dilatar; aumentar o volume de. Estender; prolongar. Expandir-se. Diluir – tornar mais fluído, menos espesso ou concentrado. Dissolver. Diminuto – muito pequeno; reduzido; escasso. Dispersão – ação ou efeito de dispersar; debandada; espalhar. Dispor – pôr em lugar apropriado; arranjar; ordenar. Preparar; planejar. Desfazer-se de alguma coisa. Distensibilidade – distender; estender; estirar; esticar. Alongar-se; prolongar-se. Distinto – diferente; diverso. Nobre; elegante. Notável; perceptível. Distúrbio – perturbação orgânica; disfunção. Perturbação de ordem social; motim; tumulto. Diversificação – diversificar; tornar diferente; fazer variar. Ser diferente; variar; divergir. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 146
  • 147. Dormência – estado de dormente. Torpor. Dotar – dar dote a. Prover de dons naturais ou qualidades; prendar. Duplicação – duplicar. Duplicar – multiplicar por dois; dobrar; tornar-se outro tanto maior. E Efetuar – levar a efeito; realizar; efetivar; fazer; executar. Eficaz – que tem força, virtude de produzir efeito. Eficiência – qualidade de eficiente. Eficiente – que tem capacidade de desempenhar, realizar, produzir. Elaborar – preparar, organizar gradualmente e com trabalho. Ordenar. Modificar. Formar-se; operar-se. Emparelhar – por lado a lado; unir com jugo; jungir; igualar-se; equiparar-se. Empilhar – por em pilhas; amontoar. Encaixar – meter no encaixe. Embutir. Ajustar(-se) uma peça a outra preparada para recebê-la. Adaptar-se, ajustar-se, enquadrar-se. Encaixe – cavidade destinada a receber peça saliente. Juntura; união. Enfatizar – expressar com ênfase. Realçar; frisar; destacar. Enfermidade – doença; moléstia. Englobar – reunir num todo; juntar. Enovelado – enovelar; enrolar em novelos. Entrelaçar – enlaçar(-se). Entreter(-se). Envolto – envolvido; embrulhado. Envoltório – o que envolve; invólucro. Envolver – cobrir completamente. Abranger. Rodear. Equilíbrio – igualdade de forças. Ponderação; prudência. Autocontrole; autodomínio. Equivocado – que toma uma coisa por outra; enganado. Escassez – qualidade de escasso; falta; míngua. Escasso – de que há pouco; minguado; ralo; raro. Escorregar – deslizar com o próprio peso. Resvalar. Cometer falta; erro; deslize. Específico – relativo à espécie. Peculiar; exclusivo; particular. Espessamento – espessar; tornar(-se) espesso. Espesso – denso; grosso. Basto; cerrado. Compacto; consistente. Espessura – qualidade de espesso; densidade. Espiral – curva cujos pontos, obedecendo a determinadas leis matemáticas, se afastam continua e uniformemente de um ponto fixo. Em forma de caracol; espiralado. Esponjoso – que tem a aparência de esponja. Que é leve e poroso como a esponja. Essencial – relativo a essência. Fundamental; capital; principal. Estabilização – estabilizar; tornar(-se) estável. Estatura – altura, tamanho de pessoa em posição vertical. Tamanho; grandeza. Estimular – incitar; instigar. Encorajar; animar. Estímulo – aquilo que estimula, que anima, que incita à atividade, à realização de algo; encorajamento; incitamento. Estreito – pouco largo ou amplo; acanhado. Estresse – conjunto de reações orgânicas a agressões. Estrutural – relativo a estrutura. Que representa uma estrutura. Exceção – ação ou efeito de excetuar. Desvio da regra geral. Coisa excetuada da regra. Exclusão; ressalva. Excedente – que excede. Pessoa ou coisa excedente; sobra, excesso. Excesso – sobra; sobejo. Exagero; exorbitância; demasia. Desmando; desregramento. Excitante – que excita, estimula ou anima. Excitar – ativar o movimento, a ação; estimular. Expandir – dilatar(-se). Desenvolver(-se). Espalhar(-se); difundir(-se). Expelir – lançar de si; expulsar. Afastar violentamente. Explodir – fazer explosão; estourar. Expandir-se ruidosamente. Exposto – que está a mostra; a vista. O que se expôs. Enjeitado (criança). Expulso – expulsar; pôr fora à força; repelir. Excluir. Lançar fora. Extravasado – extravasar; fazer transbordar; derramar. Expandir. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 147
  • 148. Extremidade – qualidade do que é extremo. Parte extrema ou terminal. Ponto mais distante; extremo; limite. Ponta. Orla. F Face – parte do rosto, dos olhos ao queixo. Rosto; cara. Parte anterior; frente. Superfície; lado. Fatia – cortado ao comprido em forma de lâmina; talhada. Fenda – abertura; rachadura. Fiel – que cumpre o que prometeu. Exato; pontual. Verdadeiro. Fileira – série de pessoas, animais ou coisas em linha reta; linha. Fixar – tornar fixo. Pregar; firmar. Fixo – firme; cravado. Estável; inalterável. Flácido – mole; macio; fofo; frouxo. Flexibilidade – flexibilizar; tornar flexível. Flexível – que se pode dobrar; dobradiça. Maleável. Dócil; submisso. Fluído – que corre como liquido; fluente; correntio. Corpo cujas moléculas têm pouca coesão, separando-se e movendo-se sob a menor pressão. Fluir – escorrer (um líquido). Passar, decorrer. Derivar. Flutuação – flutuar; manter-se à superfície de um líquido; boiar; sobrenadar. Pairar no ar. Fluxo – o correr de líquido; escoamento. Grande quantidade (de qualquer coisa) em movimento contínuo. Fragmentação – redução a fragmentos; quebra. Fragmento – parte de um todo que foi dividido ou quebrado; fração; pedaço. Fricção – ação ou efeito de esfregar; atrito. Frontal – relativo à fronte (parte fronteira). Funcional – relativo a função ou funções. Que atende antes de tudo a função ou a fim prático. Fundamental – que serve de fundamento. Básico; essencial. Vital. Fundir – derreter, liquefazer. Unir, ligar. G Galeria – corredor subterrâneo; túnel. Garra – unha em forma de gancho, das aves de rapina e de certos animais. Unhas; dedos; mãos. Fibra; ardor; valor. Giratório – que gira; rotatório. Globoso – em forma de globo; esférico. Gustativo – relativo ao sentido do gosto, paladar. I Ignorar – não saber; não ter conhecimento de. Estranhar; censurar. Igualar – tornar-se igual. Nivelar-se. Emparelhar-se. Imerso – mergulhado; imergido. Impacto – choque; colisão; embate. Impressão ou sensação muito forte. Impermeabilizar – tornar impermeável. Não deixa penetrar fluídos. Implantar – introduzir(-se); estabelecer(-se). Plantar(-se). Inserir(-se). Imposto – que se impôs. Impregnacão – impregnar; infiltrar(-se); imbuir(se). Embeber(-se). Impulsionar – dar impulso a; impelir. Estimular; incitar. Inativo – que não atua; não ativo. Incessante – que não cessa; que não pára. Inconstante – não constante; mutável; variável. Independer – não depender. Indispensável- que não se pode dispensar; imprescindível. Induzir – raciocinar por indução. Causar; persuadir; influenciar. Concluir; deduzir. Inflar – encher(-se) de ar. Inchar(-se). Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 148
  • 149. Influenciar – exercer influência sobre; influir. Sofrer influência. Inibir – reprimir; tolher. Embaraçar(-se); acanhar(-se). Inserção – inserir; meter(-se); introduzir(-se). Fixar(-se). Insuficiência – não suficiente. Incapaz; incompetente. Intensivo – próprio para intensificar. Ativo, veemente. Feito com aplicação ou em profundidade, especialmente em pouco tempo. Introduzir – meter(-se) para dentro. Fazer(-se) entrar. Inverter – virar em sentido oposto ao natural. Trocar; mudar. Investigação – indagar com minúcia; pesquisar; inquirir. Involuntário – não voluntário; contrário à vontade ou independente dela. Irritação – ação ou efeito de irritar(-se); indignação; cólera. Isolante – que isola; isolador. Não conduz eletricidade. J Jardineiro – indivíduo que cultiva jardins, por profissão. Jejum – abstenção ou redução de alimentos em períodos ou dias determinados por preceito médico ou religioso. Abstenção; privação. Junção – ato ou efeito de juntar. Ponto em que duas coisas se juntam. Justaposto – que se justapôs. Justapor; por(-se) junto, em contigüidade; juntar(-se); anexar(se). L Latência – latente; oculto; não manifesto; não explicito; subentendido. Lesão - ação ou efeito de lesar. Ferimento. Lesar – ferir; contundir. Ofender. Liberação – tornar livre; libertar; livrar. Lidar – tomar parte em; pelejar. Ter como atividade; trabalhar; mexer. Ligeiro – veloz; ágil; rápido. Limitação – limitar; fixar os limites de; demarcar. Restringir. Fazer fronteiras; confinar. Listar – relacionar nomes de pessoas ou de coisas; rol; listagem. Lubrificar – untar com preparado oleoso; engraxar. M Manutenção – ação ou efeito de manter(-se). Maturação – ação ou efeito de maturar(-se); amadurecimento. Mediador – que(m) medeia ou intervém; intercessor; medianeiro; intermediário. Minúsculo – pequeno ou miúdo. Misto – misturado; mesclado. Mistura. Mobilidade – qualidade do que é móvel. N Nomenclatura – conjunto dos termos especiais de uma ciência ou arte; terminologia. Notável – digno de ser notado. Que se destaca. Extraordinário; excelente. Ilustre. O Obter – conseguir, alcançar (coisa que se pretende). Oco – que não tem substância interna; vazio; escavado. Ocorrência – acontecimento; fato sucedido. Ocasião; eventualidade; circunstância. Odorífero – relativo ao sentido do odor, olfato. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 149
  • 150. Opressor – que(m) oprime. Tirano; déspota. Orifício – pequeno buraco ou abertura; furo. Oriundo – originário; proveniente. Descendente. Oxigenar – prover de oxigênio. P Parcial – realizado por partes. Que não abrange o todo. Favorável a uma das partes litigantes; faccioso. Partícula – parte muito pequena. Passivo – inerte; indiferente. Não ativo. Peculiar – próprio; privativo; especial. Percepção – ação, efeito ou faculdade de perceber. Percurso – ação ou efeito de percorrer. Espaço percorrido; trajeto. Permeável – que (corpo) pode ser atravessado por outros corpos, através dos seus poros. Plano – sem desigualdades, diferenças de nível; liso. Pontiagudo – terminado em ponta aguçada; agudo na ponta. Popular- querido ou característico do povo ou da maioria. Homem do povo. Poro – pequeno orifício da pele, de órgão ou parte vegetal. Poroso – que possui poros, orifícios. Poupador – poupar; gastar com parcimônia; não esperdiçar; economizar. Aquele que vive com economia. Preciso – exato; certo; rigoroso. Necessário. Precursor – que(m) vai adiante, precede, antecipa ou anuncia alguma coisa. Prega – dobra em tecido. Ruga. Prematuro – que sucede, se manifesta ou que amadureceu antes do tempo; precoce; temporão. Pré-requisito – condição exigida para determinado fim. Prévio – anterior; antecipado; preliminar. Privilegiar – conceder privilégio; vantagem concedida a alguém ou algo. Profilerativo – que(m) possui capacidade de proliferar; reproduzir(-se). Crescer em número; multiplicar(-se). Projeção – ação ou efeito de projetar. Saliência; proeminência. Projetar – fazer o projeto ou plano de; delinear. Arremessar; atirar; lançar. Promover – favorecer a realização ou o progresso de; fomentar, trabalhar a favor de. Causar; motivar. Elevar a cargo superior. Propiciar – favorável, oportuno, apropriado. Propulsão – propulsionar; impelir para frente. Protáctil – protátil; que se pode protrair; que se pode alongar para a frente. Proveniência – origem; procedência. Proveniente – origem, procedência. Lugar de origem. R Ramificado – ramificar; dividir(-se) em ramos ou ramais. Dividir(-se) em partes; subdividir(-se). Rastejante – rastejar; seguir o rasto de; rastear. Arrastar(-se) pelo chão. Readquirir – tornar a adquirir. Reagir – opor ação contrária a outra. Opor-se; lutar; resistir. Receptor – que recebe. Recipiente - que recebe. Vaso, caixa, etc. Que pode receber, conter líquidos ou sólidos. Recoberto – recobrir; cobrir de novo. Cobrir bem ou totalmente. Recompor – tornar a compor. Reorganizar. Reconstituir. Refletir – fazer retroceder, desviando da direção inicial. Reproduzir a imagem de. Pensar; meditar. Reproduzir-se. Regurgitar – lançar, pôr fora; expelir. Vomitar. Remodelar – refazer sob novo(s) modelo(s). Reparação – reparar; consertar; restaurar. Corrigir; emendar. Atentar; observar. Repentino – súbito; momentâneo; inesperado. Resíduo – o que resta de qualquer substância. Borra, sedimento. Sobra; resto. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 150
  • 151. Resistência – ação ou efeito de resistir. Qualidade de um corpo que resiste à ação de outro. Recusa. Respectivamente – respectivo; que diz respeito a cada um dentre vários, segundo a ordem em que são citados. Correspondente; próprio. Ressaltar – tornar saliente. Dar relevo a; destacar. Sobressair; destacar-se. Ressecamento – efeito de ressecar; tornar-se muito seco. Restringir – estreitar muito. Tornar mais limitado ou curto. Limitar-se. Resultar – ser o efeito ou conseqüência natural. Tornar-se. Retardar – fazer tardar muito. Atrasar. Adiar. Demorar. Reter – guardar em seu poder. Segurar firme. Não deixar sair. Conservar; manter. Revestir – tornar a vestir. Estender-se por sobre; cobrir. Fazer revestimento em ou cobrir com revestimento. Dar aparência ou aspecto a. Rigidez – rígido; teso; rijo. Austero; rigoroso. Rítmico – ritmo; série de movimentos ou ruídos que ocorrem, no tempo, a intervalos regulares. Qualquer processo, variação, situação, etc. Que ocorre periodicamente. Sucessão, com intervalos regulares. Ruga – prega na pele ou em tecidos. Vinco. S Saliência – protuberância; proeminência; eminência. Atrevimento; petulância. Seccionado – seccionar; secionar; dividir-se em seções. Cortar(-se). Secretar – segregar. Expelir; produzir secreção. Semirígido – quase rígido; teso; rijo. Sensível – que sente. Que pode ser percebido pelos sentidos. Severo – rigoroso nos costumes ou na observância dos deveres. Duro; ríspido. Grave; austero. Significativo – que significa ou é próprio para significar. Que exprime com clareza; expressivo. Que revela ou indica alguma coisa. Que tem interesse; relevante. Similar – que é da mesma natureza que outro(s). Semelhante; análogo. Objeto similar. Síntese – exposição resumida; sinopse; resumo; sumário. Método que vai do simples para o composto, das partes para o todo, das causas para as conseqüências. Sintetizar – tornar sintético; resumir. Produzir. Sobrepor – pôr(-se) por cima ou em cima; superpor(-se). Antepor(-se). Acrescentar(-se); juntar(-se). Sobrevir; suceder. Soldar – unir(-se) com solda. Ligar(-se); unir(-se). Solúvel – que se pode solver, dissolver ou resolver. Subjacente – que jaz ou está por baixo. Subentendido; implícito. Submeter – subjugar; dominar; vencer. Sujeitar-se; render-se. Sucção – ação ou efeito de sugar. Sucessivo – que vem em seguida; consecutivo. Suporte – aquilo que sustenta uma coisa; apoio; base. Suprir – completar; inteirar. Preencher. Fazer às vezes de; substituir. Remediar; prevenir. Sustentar – segurar por baixo. Escorar; apoiar. Agüentar; suportar. Resistir a. Amparar. Proteger; defender. Alimentar(-se); nutrir(-se). Conservar(-se); manter(-se). T Taça – vaso para beber, largo, pouco fundo e provido de pé. Tardio – que vem tarde, fora do tempo. Tátil – relativo ao tato. Que se pode tatear. Tendência – inclinação; propensão; queda. Teor – proporção de uma substância num todo. Regra; norma. Modo; qualidade. Teto – parte superior interna da casa ou outro local; limite máximo. Textura – composição; contextura; tessitura. Típico – que serve de tipo; característico. Tolerância – que tolera; indulgente; condescendente; transigente. Tóxico – que envenena; venenoso. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 151
  • 152. Tração – ação de uma força que puxa e desloca um corpo. Transplante – arrancar (planta, árvore) de um lugar e plantar em outro. Substituir (um órgão de corpo humano) por outro. Transversalmente – que está disposto através, obliquamente. Tridimensional – referente às três dimensões: comprimento, largura e altura. Triturar – reduzir a pequenos fragmentos ou a pó; moer. Tubular – tubulado. Que tem forma de tubo. Túrgido – inchado; intumescido. V Vaivém – movimento para um lado e para outro; oscilação; balanço. Valia – valor intrínseco. Valor estimativo. Utilidade; préstimo; valimento. Vantagem – qualidade do que está adiante. Superioridade. Privilégio; primazia. Benefício; proveito. Variabilidade – variar; tornar vário, diverso; modificar; diversificar. Alternar. Sofrer mudanças, diversificações. Vedante – aquilo que vedar; fechar; impedir de correr; estancar. Ventral – que está no ventre. Barriga; cavidade abdominal; abdômen. Vermiforme – semelhante a verme. Versátil – que tem qualidades variadas. Viabilizar – tornar viável; exeqüível; possível. Vibração – ação ou efeito de vibrar. Oscilação; tremor. Movimento vibratório. Vigoroso – que tem vigor, força, energia. Expressivo; marcante. Viscoso – pegajoso como visco (suco vegetal pegajoso); grudento. Cheio de visco. Visualizar – tornar (conceito abstrato) em imagem real ou mentalmente visível. Z Zíper – fecho articulado e flexível para bolsas, malas, roupas, etc.; fecho-ecler. Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 152
  • 153. REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 153
  • 154. AMABIS, José M; MARTHO, Gilberto. Fundamentos de Biologia Moderna. São Paulo, Moderna: 2006. ANDERSEN, Jesper L.; SCHJERLING, Peter & SALIW, Bent. Muscle, gene and athletic performance. Scientific American, 283:30-37, 2000. ANTUNES, Celso. Jogos para estimulação das múltiplas inteligências. Petrópolis: Vozes, 2000. APEZZATO-DA-GLÓRIA, B. & CARMELLO-GUERREIRO, S. M. Anatomia Vegetal. Ed. UFV Universidade Federal de Viçosa. 2003, Viçosa. ARMAS, Karen, CAMP, Pamela S. Biology. Orlando: Sanders college Publishing, 1995 BENINCÁ, E. As origens do planejamento participativo no Brasil. Revista Educação - AEC, n. 26, jul./set. 1995 BORDENAVE, Juan Díaz; PEREIRA, Adair Martins. Estratégias de Ensino-Aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 1989. CUTTER, E.G. 1986. Anatomia Vegetal. Parte I - Células e Tecidos. 2ª ed. Roca. São Paulo. CUTTER, E.G. 1987. Anatomia Vegetal. Parte II - Órgãos. Roca. São Paulo. ESAU, K. 1960. Anatomia das Plantas com Sementes. Trad. 1973. Berta Lange de Morretes. Ed. Blucher, São Paulo. FAVARETO, J. A; MERCADANTE, C. Componente curricular Biologia. 1ª ed. São Paulo: Moderna, 2005. FERRI, M.G., MENEZES, N.L. & MONTENEGRO, W.R. 1981. Glossário Ilustrado de Botânica. Livraria Nobel S/A. São Paulo. FRICKE, Hans. Coelacanthus: the Fish that Time forgot. National Geografic, 173, 1988, p. 824-38. LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão escolar: teoria e prática. 4. ed. Goiânia: Editora alternativa, 2001 LINHARES, S.; GEWANDSNAJDER, F. Biologia Hoje, vol. 2. Rio de Janeiro, Ática: 1994 LÜCK, H. Planejamento em orientação educacional. 10. ed. Petrópolis: Vozes, 1991 MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2001. MARTINS, Pura Lúcia Oliver. Didática Teórica e Didática Prática: para além do confronto. São Paulo: Loyola, 1989. MATTOS, L.A. de Sumário de Didática Geral. Rio de Janeiro: Aurora, 1971 NÉRICI, Imídeo Giuseppe. Metodologia do Ensino: uma introdução. São Paulo: Atlas, 1981. O Celacanto. Uma espetacular expedição à procura dos celacantos. Disponível em: www.criptopage.caixapreta.org/secao/criptozoologic . Acesso em 10 de novembro de 2008. PADILHA, R. P. Planejamento dialógico: como construir o projeto político-pedagógico da escola. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2001 PAULINO, W. R. Biologia volume único novo ensino médio. 8ª ed. São Paulo: Ática, 2003 RAMOS, Cosete. Sala de aula de qualidade total. Rio de Janeiro: Qualitymark Ed., 1995. RAVEN, P.H.; EVERT, R.F. & EICHCHORN, S.E. 2001. Biologia Vegetal. 6ª. ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro. ROMER, A. S.; PARSONS, T. S. Anatomia comparada dos vertebrados. São Paulo, Atheneu: 1985 SOERENSEN, B.; Animais peçonhentos. São Paulo, Atheneu: 1990 STORER, T. I.; USINGER, R. L.; STEBBINS, R. C.; NYBAKKEN, J. W.; Zoologia Geral. Rio de Janeiro, Companhia Editora Nacional: 1991. The Internet Encyclopedia of Science. Anatomy & Physiology. Disponível em www.daviddarling.info/encyclopedia/B/biceps.html Acesso em 17 de novembro de 2008. VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 1999. VILARINHO, Lúcia Regina Goulart. Didática: Temas Selecionados. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1985. VASCONCELLOS, C. S. Planejamento: plano de ensino-aprendizagem e projeto educativo. São Paulo: Libertad, 1995 Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 154
  • 155. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE Repúblika Demokrátika Timor Lorosa'e Lema: Unidade, Ação e Progresso Nacionalidade: Timorense ou Maubere Bandeira Nacional Bandeira Nacional Brazão Oficial Brazão Oficial Pátria é o hino nacional da República Democrática de Timor-Leste. Com letra de Francisco Borja da Costa e música de Afonso Redentor Araújo, foi composto em 1975 e usado pela primeira vez no dia 28 de dezembro do mesmo ano, quando Timor-Leste declarou-se unilateralmente independente de Portugal. O país foi invadido pela Indonésia em 7 de dezembro de 1976 e Francisco Borja da Costa foi morto no mesmo dia. Foi declarado como hino nacional no dia da independência da Indonésia: 20 de maio de 2002. A letra é somente em Língua Portuguesa, pois ainda não há uma versão em Tétun, a língua nacional e a língua co-oficial do país. Pátria, Pátria, Timor-Leste, nossa Nação. Glória ao povo e aos heróis da nossa libertação. Pátria, Pátria, Timor-Leste, nossa Nação. Glória ao povo e aos heróis da nossa libertação. Vencemos o colonialismo, gritamos: Abaixo o imperialismo. Terra livre, povo livre, Não, não, não à exploração. Avante unidos firmes e decididos. Na luta contra o imperialismo O inimigo dos povos, até à vitória final. Pelo caminho da revolução. COORDENAÇÀO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste CONTATO COM OS AUTORES teixeiraer@yahoo.com.br, alistoni@hotmail.com, biojcleto@hotmail.com, marina-reis2@hotmail.com, brasdili@mail.timortelecom.tp Biologia – Volume 2, Livro do Professor: Cooperação Internacional Brasil/Timor-Leste 155