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MARCUS CORRADINI
        Biólogo


CULTIVO E PROPAGAÇÃO
 DE CACTOS E OUTRAS
 PLANTAS SUCULENTAS


       SANTO ANDRÉ
     ...
CARACTERÍSTICAS


    Superfície foliar reduzida


    Acúmulo de água dentro do corpo da planta



    Epiderme com ap...
Saguaro




Carnegiea
gigantea
Lithops
OCORRÊNCIA
CACTÁCEAS
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    Suculentas     pertencentes   à    família
Cactaceae


    Ocorrem do sul do Canadá até a Patagônia
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Aréolas em Opuntia microdasys
MORFOLOGIA
                 CAULES

  Local de armazenamento de água

  Realização de fotossíntese
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  Diversos formatos...
MORFOLOGIA
 FORMATOS
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                         CAULES


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MORFOLOGIA
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
    Funções: sustentação e absorção de
         água e de sais minerais




Raízes...
MORFOLOGIA
                       FOLHAS

    Folhas inteiras em alguns gêneros
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MORFOLOGIA
                   ESPINHOS
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    Folhas modificadas
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    Dois tipos:
    
      Radiais: mais numerosos
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MORFOLOGIA
TIPOS DE ESPINHOS
MORFOLOGIA
               FLORES



    Pouca durabilidade
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    Diversas cores, tamanhos e formatos
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 Polinização princ...
MORFOLOGIA
                    FLORES




Flor no ápice em
                             Flor de Cereus
Opuntia litoralis
MORFOLOGIA
                           FLORES
                         Lã axilar em Mammillaria




Flor de Nopalea cocholi...
MORFOLOGIA
                 FRUTOS

 Têm origem na transformação do ovário
após a polinização

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    Diferentes formatos
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MORFOLOGIA
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                                    ...
SUCULENTAS


 Cerca de 50 famílias botânicas, com mais
de 600 gêneros e milhares de espécies


  Muitas destas espécies ...
USO DAS PLANTAS
         SUCULENTAS
             1. PAISAGISMO


 Grande porte (Agavaceae, Euforbiaceae
e Asphodelaceae) ...
Exemplos




                              Agave americana




Euphorbia ingens
                   Crassula ovata
2. COLEÇÕES


  Espécies de menor porte  simetria, colorido
variado e delicadeza das formas, excelentes para
formar cole...
Exemplos




Echeveria "Perle von Nurnberg"




                                 Kalanchoe thyrsiflora



   Sedum nussbau...
3. PÁTIOS E TERRAÇOS


 Espécies menos agressivas podem ser
cultivadas em vasos ou recipientes
maiores, exercendo função ...
Exemplos




Agave atenuata


                   Kalanchoe tomentosa
4. COBERTURA DO SOLO
Aizoaceae - produzem flores bonitas e em
grande quantidade, além de formarem
raízes e fixarem a terra...
5. CERCAS AGRESSIVAS

Podem-se usar os gêneros Agave,
Opuntia, Euphorbia, Pereskia e Cereus




    Opuntia microdasys
   ...
6. REVESTIMENTO DE
             MUROS DE PEDRAS
 Falhas entre as pedras podem ser preenchidas com
suculentas de pequeno po...
7. REVESTIMENTO DE PEDRAS E ROCHAS

 Em pedras de
grande porte e
rochas, os orifícios
podem ser
preenchidos com
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CULTIVO
LUZ  luz solar intensa e direta o maior
número de horas possível, tanto para o
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CULTIVO

ÁGUA  é preferível faltar água do que
tê-la em excesso
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 No solo, regar pouco no período de
chuvas; na seca, re...
CULTIVO

    Adubação mineral
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 Fórmula 10-10-10 ou similar, na quantidade
indicada na embalagem
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CULTIVO
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
  Checar as plantas duas vezes por mês para
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PRAGAS E DOENÇAS
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PRAGAS E DOENÇAS
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PROPAGAÇÃO
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PROPAGAÇÃO

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PROPAGAÇÃO
                 ESTAQUIA
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PROPAGAÇÃO
ESTACA CAULINAR
PROPAGAÇÃO
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
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PROPAGAÇÃO
  FOLHAS
PROPAGAÇÃO

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
  Cortar a haste pela base, antes do
término do florescimento

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PROPAGAÇÃO
              BROTAÇÕES

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 Cactos de formato cilíndrico ou esférico
produzem brotos

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PROPAGAÇÃO
              ENXERTIA


 Plantar brotos de uma espécie com 15 a
20 cm de altura e, após o enraizamento,
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CURIOSIDADES

  Risco de extinção (coleta e destruição de
habitats)

  Espinhos usados como palitos, agulhas ou
pentes
...
CURIOSIDADES


  Fabricação de fibras

  Construção de casas

  Toxinas

  Alimentação (frutos, geléias)

  Bebidas (...
CONTATO



marcus.corradini@gmail.com
REFERÊNCIAS


 BENEDITO, André Luiz Dadona; CORRADINI, Marcus Silva.
  Cultivo de cactos e suculentas. Santo André, 2006.
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Cactos e Suculentas

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Apresentação do curso de cultivo de cactos e suculentas ministrado no Parque Escola em Santo André em 2008 e 2009.

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  1. 1. MARCUS CORRADINI Biólogo CULTIVO E PROPAGAÇÃO DE CACTOS E OUTRAS PLANTAS SUCULENTAS SANTO ANDRÉ 2009
  2. 2. CARACTERÍSTICAS  Superfície foliar reduzida  Acúmulo de água dentro do corpo da planta  Epiderme com apêndices (pêlos, ceras, espinhos) para evitar perda de água por evaporação
  3. 3. Saguaro Carnegiea gigantea
  4. 4. Lithops
  5. 5. OCORRÊNCIA
  6. 6. CACTÁCEAS  Suculentas pertencentes à família Cactaceae  Ocorrem do sul do Canadá até a Patagônia  São encontradas em locais como pradarias, desertos e florestas tropicais  Atualmente são conhecidos cerca de 100 gêneros com, aproximadamente, 2.000 espécies  Possuem aréolas
  7. 7. Aréolas em Opuntia microdasys
  8. 8. MORFOLOGIA CAULES  Local de armazenamento de água  Realização de fotossíntese  Diversos formatosdiminuição da evaporação  Globoso  Arbóreo  Achatado  Colunar  rasteiro
  9. 9. MORFOLOGIA FORMATOS
  10. 10. MORFOLOGIA CAULES Caule colunar em Cereus peruvianus Caule globular em Caule Echinocereus grusonii achatado em Rhipsalis sp Caule arbustivo em Opuntia leuchotricha
  11. 11. MORFOLOGIA RAÍZES  Funções: sustentação e absorção de água e de sais minerais Raízes adventícias em Raízes suculentas em Hilocereus undatus Mammillaria
  12. 12. MORFOLOGIA FOLHAS  Folhas inteiras em alguns gêneros  Espécies da subfamília Opuntioidea - caducas e subuladas Folhas inteiras em Folhas subuladas em Pereskiopsis Nopalea
  13. 13. MORFOLOGIA ESPINHOS  Folhas modificadas  Dois tipos:  Radiais: mais numerosos  Centrais: mais grossos e escassos  Diferentes formatos e tamanhos  Rígidos ou flexíveis  Coloração - desde o branco até o negro
  14. 14. MORFOLOGIA TIPOS DE ESPINHOS
  15. 15. MORFOLOGIA FLORES  Pouca durabilidade  Diversas cores, tamanhos e formatos  Polinização principalmente por animais
  16. 16. MORFOLOGIA FLORES Flor no ápice em Flor de Cereus Opuntia litoralis
  17. 17. MORFOLOGIA FLORES Lã axilar em Mammillaria Flor de Nopalea cocholinifera Cefálio em Melocactus
  18. 18. MORFOLOGIA FRUTOS  Têm origem na transformação do ovário após a polinização  Diferentes formatos  Tomentosos, espinhosos ou escamosos  Maioria - carnosos e adocicados  Podem conter de 3 a 3.000 sementes
  19. 19. MORFOLOGIA FRUTOS Fruto de Pereskia aculeata Fruto de Cereus jamacaru (Mandacaru) Fruto de Mamillaria sp
  20. 20. SUCULENTAS  Cerca de 50 famílias botânicas, com mais de 600 gêneros e milhares de espécies  Muitas destas espécies habitam as áreas ensolaradas do globo (principalmente África)  Nas Américas ocorrem principalmente as famílias Crassulaceae, Agavaceae e Cactaceae
  21. 21. USO DAS PLANTAS SUCULENTAS 1. PAISAGISMO  Grande porte (Agavaceae, Euforbiaceae e Asphodelaceae)  jardins rochosos  Pequeno porte (Crassulaceaa)  podem ser utilizadas como plantas de forração na cobertura do solo em jardins
  22. 22. Exemplos Agave americana Euphorbia ingens Crassula ovata
  23. 23. 2. COLEÇÕES  Espécies de menor porte  simetria, colorido variado e delicadeza das formas, excelentes para formar coleções em vasos  Suculentas  Echeveria (rosa-de-pedra), Sedum (dedo-de-moça) e Kalanchoe  Cactáceas  Notocactus, Echinocactus e Rebutia
  24. 24. Exemplos Echeveria "Perle von Nurnberg" Kalanchoe thyrsiflora Sedum nussbaumeranum
  25. 25. 3. PÁTIOS E TERRAÇOS  Espécies menos agressivas podem ser cultivadas em vasos ou recipientes maiores, exercendo função decorativa  As espécies mais recomendadas são: Agave attenuata, Kalanchoe sp. e Crassula sp.
  26. 26. Exemplos Agave atenuata Kalanchoe tomentosa
  27. 27. 4. COBERTURA DO SOLO Aizoaceae - produzem flores bonitas e em grande quantidade, além de formarem raízes e fixarem a terra Lampranthus productus
  28. 28. 5. CERCAS AGRESSIVAS Podem-se usar os gêneros Agave, Opuntia, Euphorbia, Pereskia e Cereus Opuntia microdasys Cereus hildmannianus
  29. 29. 6. REVESTIMENTO DE MUROS DE PEDRAS Falhas entre as pedras podem ser preenchidas com suculentas de pequeno porte - Echeveria, Sedum e Sempervivum Sedum rubrotinctum
  30. 30. 7. REVESTIMENTO DE PEDRAS E ROCHAS Em pedras de grande porte e rochas, os orifícios podem ser preenchidos com espécies de pequeno porte - Crassuláceas Crassula falcata
  31. 31. CULTIVO LUZ  luz solar intensa e direta o maior número de horas possível, tanto para o cultivo em jardim como em recipientes RECIPIENTES  vasos de barro, fibra de vidro, cerâmica, plástico ou metal, cobertos por uma camada de 1 a 2 cm de espessura de cascalho SOLO  arenoso, por ser bem arejado e de fácil drenagem
  32. 32. CULTIVO ÁGUA  é preferível faltar água do que tê-la em excesso  No solo, regar pouco no período de chuvas; na seca, regar uma vez por semana  Em vasos, esperar que a terra seque e procurar regar apenas o solo
  33. 33. CULTIVO  Adubação mineral  Fórmula 10-10-10 ou similar, na quantidade indicada na embalagem  Adubo orgânico  O adubo deve ser bem misturado à terra e não deve ser aplicado nos meses de inverno
  34. 34. CULTIVO CUIDADOS!  Checar as plantas duas vezes por mês para tirar a poeira e folhas mortas  Podas ocasionais beneficiam as plantas  É recomendável trocar a terra a cada ano  Algumas plantas não devem ser regadas sobre os espinhos, pois podem “melar”  O pH do solo deve estar entre 5.5 e 8.5
  35. 35. PRAGAS E DOENÇAS  Pulgões  Pequenos insetos de cor escura, que surgem nas brotações novas. Combatidos com inseticidas fosforados  Apodrecimento  Causado por bactérias. É evitado com a moderação das regas, pois o excesso de umidade no solo favorece o crescimento das bactérias
  36. 36. PRAGAS E DOENÇAS Cochonilhas – Pequenos insetos de coloração branca, esverdeada ou acinzentada. Combatidas com inseticidas.
  37. 37. PROPAGAÇÃO SEMENTES Crescimento lento, mas que permite a obtenção de um grande número de plantas em uma área pequena  Semeadura em caixas contendo areia  Mudas com 1 a 2 cm de altura devem ser retiradas da caixa e transplantadas para vasos
  38. 38. PROPAGAÇÃO SEMENTES
  39. 39. PROPAGAÇÃO DIVISÃO DE TOUCEIRAS  Método muito utilizado para as crassuláceas  A touceira é arrancada e as plantas são separadas individualmente, mantendo- se terra junto às raízes  As mudas são plantadas em solo apropriado
  40. 40. PROPAGAÇÃO ESTAQUIA  Ramos cortados em pedaços de 5 a 10cm de comprimento e enterrados até 1/3 de seu tamanho em terra arenosa, após cicatrização  Irrigação por cerca de 30 dias, evitando encharcar  Transplante das mudas quando estiverem enraizadas
  41. 41. PROPAGAÇÃO ESTACA CAULINAR
  42. 42. PROPAGAÇÃO FOLHAS  Método indicado para crassuláceas e liliáceas  Retirar uma folha inteira e enterrar parcialmente na areia ou na terra arenosa  Quando uma nova planta surgir, transplantar para outro recipiente
  43. 43. PROPAGAÇÃO FOLHAS
  44. 44. PROPAGAÇÃO HASTES DE INFLORESCÊNCIAS  Cortar a haste pela base, antes do término do florescimento  Dividir em pedaços com 10 cm de comprimento e enterrar em caixas com areia ou terra até a metade da altura  Transplantar para outros recipientes quando surgirem novas plantas
  45. 45. PROPAGAÇÃO BROTAÇÕES  Cactos de formato cilíndrico ou esférico produzem brotos  Os brotos podem ser retirados e colocados em areia para enraizar  Os brotos com 5 a 10 cm de diâmetro são os mais indicados
  46. 46. PROPAGAÇÃO ENXERTIA  Plantar brotos de uma espécie com 15 a 20 cm de altura e, após o enraizamento, cortar o ápice na altura de 3 cm  Fazer um corte horizontal na base do broto da espécie que se deseja propagar e justapor na parte superior da planta enraizada
  47. 47. CURIOSIDADES  Risco de extinção (coleta e destruição de habitats)  Espinhos usados como palitos, agulhas ou pentes  Alimento para gado (Opuntia)  Opuntia - produção de álcool  Produção de corante de cochonilha  Sabão
  48. 48. CURIOSIDADES  Fabricação de fibras  Construção de casas  Toxinas  Alimentação (frutos, geléias)  Bebidas (tequila)  Aloe sp. - hidratante para cabelo e cicatrizante
  49. 49. CONTATO marcus.corradini@gmail.com
  50. 50. REFERÊNCIAS BENEDITO, André Luiz Dadona; CORRADINI, Marcus Silva. Cultivo de cactos e suculentas. Santo André, 2006. BENEDITO, André Luiz Dadona; CORRADINI, Marcus Silva. O jardim de plantas suculentas do Parque Escola. Disponível em: http://www.jardimdesuculentas.net76.net GONÇALVES, Antonio Luiz. Plantas suculentas. São Paulo: Instituto de Botânica, 1997. 2 ed. rev.
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