Sistemas de informação e ti aplicada a logística

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Sistemas de informação e ti aplicada a logística

  1. 1. Sistemas de Informações TI Aplicada à Logística Professor: Luiz Augusto luiz.augusto28@oi.com.br luizlima2006@hotmail.com
  2. 2. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Ondas da Transformação Revolução Agrícola Revolução Industrial Revolução da Informação
  3. 3. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Revolução Agrícola Ao longo da história humana, tem ocorrido uma série de mudanças tecnológicas que, pela sua magnitude e pelos impactos de longo prazo, são chamadas de revoluções. Cada uma delas traz um novo patamar de conforto e qualidade de vida para a humanidade... e, depois de cada uma, a vida nunca mais foi a mesma! Há cerca de 10.000 anos, houve a revolução agrícola. Ao aprender a plantar seu próprio alimento,o homem transpôs uma era em que dependia exclusivamente dos favores da natureza para continuar sobrevivendo. Foi um progresso e tanto! A partir do momento em que se iniciou o cultivo, por mais rudimentar que fosse, isso fez com que os humanos primitivos começassem a se fixar em determinados locais, deixando de ser nômades ou, no mínimo, reduzindo drasticamente a freqüência de suas migrações. Provavelmente, foi esse o princípio basilar para a organização familiar-social que, apesar de não poucas modificações, sobrevive até os dias atuais. Ao longo de todos esses milênios, a sociedade agrícola – ou, como também se diz, agropastoril – passou por vários estágios de evolução. Esse período cobre a quase totalidade dos últimos 6.000 anos que conhecemos como História.
  4. 4. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Revolução Industrial Bem mais recente, a Revolução Industrial consolidou-se no século XIX, há pouco mais de 150 anos. Com ela, o ser humano passou a não mais se obrigar a consumir apenas aquilo que plantasse ou que conseguisse produzir artesanalmente. Ao viabilizar a produção em massa, as máquinas trouxeram novos produtos, os quais passaram a ser oferecidos para a extensa parcela da população que, até então, vivia no limite da subsistência. Ademais, a Revolução Industrial teve profundos impactos na organização social, pois, a partir dela, a posse de terra deixou de ser o fator mais crítico na criação de riquezas, provocando um completo rearranjo das relações entre as pessoas.
  5. 5. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Revolução da Informação A Revolução da Informação é mais nova ainda... Tão nova que ainda não há um consenso sobre quando teria sido o seu início... alguns falam que ela começou em 1946 com ENIAC-II, o primeiro computador Eletrônico; outros defendem que é um fenômeno mais recente, iniciado na década de 60, quando efetivamente se iniciou, em larga escala, o uso comercial de computadores, primeiro nos bancos e, depois, nas indústrias; outros mais sustentam que se trata de algo associado à disseminação das redes de computadores, a partir do final dos anos 70, pois foi naquela época que começaram a se consolidar os conceitos ligados à Tecnologia de Informação mais ou menos como os que conhecemos hoje; há ainda quem diga que ela teria se iniciado com os microcomputadores, nos anos 80, pois foram eles que fizeram com que a idéia de tratamento da informação saísse de salas fechadas e fosse para a mesa – e a cabeça – de um enorme número de pessoas; finalmente, muitos associam esta revolução ao advento da Internet, em meados dos anos 90, uma vez que foi ela que, de fato, viabilizou a explosão da informação.
  6. 6. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Eras Empresariais Era da Produção em Massa 1920 Era da Qualidade 1970 Era da Eficiência 1950 1º 1º Era da Competitividade 1990 Era da Informação. 2000
  7. 7. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITO BÁSICO Como garantir eficiência nos processos de suprimento de produtos e materiais por toda a Cadeia de Abastecimento, em tempo satisfatório para cada entidade da cadeia, no menor custo, com qualidade, com competência e agregando valor para os clientes? “A resposta para essa pergunta está na combinação de duas ciências: A Logística e a Tecnologia da Informação ”.
  8. 8. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Mas o que é tecnologia? “Tudo que utilizamos em nossa vida diária, pessoal e profissional – utensílios, livros, giz e apagador, papel, canetas, lápis,sabonetes, talheres... – são formas diferenciadas de ferramentas tecnológicas. Quando falamos da maneira como utilizamos cada ferramenta para realizar determinada ação, referimo-nos à técnica. A tecnologia é o conjunto de tudo isso: as ferramentas e as técnicas que correspondem aos usos que lhes destinamos, em cada época”. Kensky,2004,p.19
  9. 9. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E tecnologia da informação? “Consiste em hardware e software utilizados por toda a cadeia de suprimentos para agrupar e analisar as informações. A TI é como os olhos e ouvidos da gerência de uma cadeia de suprimento, recebendo e enviando as informações necessárias para uma boa decisão.” (CHOPRA,MEINDL 2003) Para Valle (1996) TI é como uma ferramenta utilizada pelas empresas produtivas para alavancar e potencializar o processo de criação e desenvolvimento de capacitação tecnológica. E qual é o impacto da TI nas organizações?
  10. 10. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO A empresa contemporânea? CLIENTES MERCADO COLABORADORES FORNECEDORES CONCORRÊNCIA SOCIEDADE PARCERIAS ESTRATÉGICAS TECNOLOGIA ACIONISTAS POLÍTICA ECONOMIA NATUREZA MEIO AMBIENTE
  11. 11. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS Nesse ambiente dinâmico, tem-se tornado cada vez mais evidente a importância dos Sistemas de Informação (SI) e o uso de Tecnologia de Informação (TI) para obter ganhos estratégicos. Entretanto argumenta-se na literatura que organizações tem falhado na exploração do completo potencial de TI, poucas organizações usam a TI como uma alavanca para as suas estratégias.
  12. 12. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS A decisão de investir em Sistemas de Informação (SI) e em Tecnologia de Informação (TI) tem sido alvo na última década de inúmeras discussões, principalmente pela dificuldade de quantificar os benefícios advindos desse investimento. Entretanto, um ponto nesse processo decisório é objeto de consenso ma literatura: nenhum investimento em SI/TI será satisfatório e atenderá às expectativas das organizações sem um alinhamento com a ESTRATÉGIA DO NEGÓCIO. Sem esta interação os investimentos realizados podem falhar e não se conseguirão os benefícios que a organização objetiva.
  13. 13. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS Não existe qualquer relação entre os gastos com computadores e o desempenho das empresas. Não são computadores, mas a forma como a empresa os utiliza, que faz a diferença. Paul A. Strassmann – http://www.strassmann.com
  14. 14. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS O investimento em SI pode em não implicar em lucratividade para uma organização e um erro que usualmente as organizações cometem é querer expressar o retorno desses investimentos SOMENTE em termos de valores financeiros. Alguns benefícios do investimento em SI não podem ser avaliados nesses termos, sendo ainda, assim, reais benefícios para o negócio. O alinhamento com a estratégia do negócio é uma forma de maximizar o valor desse investimento.
  15. 15. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO BENEFÍCIOS PROPORCIONADOS PELA TI Normalmente de curto prazo e facilmente mensuráveis, mas que apresentam menor impacto sobre a capacidade competitiva das empresas. Benefícios diretos Benefícios Intangíveis Normalmente de longo prazo e intimamente associados à estratégia competitiva das empresas.
  16. 16. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Caracterização de um ambiente de oportunidades que viabilize a implantação da TI Será que todas as minhas operações não poderiam ser integradas? Será que meus fornecedores acompanham as minhas necessidades específicas? Será que minha organização é flexível o suficiente para atender as minhas freqüentes mudanças? Será que eu sei quem são os integrantes da minha cadeia de abastecimento? Será que tenho uma adequada gestão de estoques até o consumidor final?
  17. 17. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS Numa visão mais moderna de planejamento, esse deve ser proativo, quando se antecipa às necessidades da organização, e ao mesmo tempo,. reativo, sendo flexível o suficiente para ajustar-se às mudanças no ambiente. O Planejamento de Sistema de Informação deve partir dessa visão estratégica da organização, para criar uma arquitetura de TI e planos de SI, para uso estratégico da TI nas empresas, e para que isso aconteça, o processo de planejamento de SI deve ser direcionado pelo negócio e não pela tecnologia.
  18. 18. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS Para que a TI seja usada estrategicamente numa organização, o Planejamento de Sistema de Informação deve fazer parte do Plano de Estratégias Corporativas da Organização. É preciso ressaltar que o ambiente dinâmico onde as empresas estão envolvidas e o crescimento e a complexidade cada vez maior da TI têm tornado o planejamento de SI também mais complexo e difícil de executar.
  19. 19. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS Em muitas organizações o relacionamento do CEO (CEOS Chief Enterprise Officers – gestores organizacionais) com o CIO (CIOS – Chief Information Officers – gestores de SI/TI), é crítico para o sucesso do uso estratégico da TI e para a realização desta integração. O CIO funciona como um link entre a estratégia corporativa e a gestão de TI. O CIO deve ter habilidade para falar a mesma língua do CEO e transformar capacidade técnica em negócios e benefícios estratégicos. A literatura mostra que não existe uma única metodologia para integrar os Planos de Negócio e de SI e guiar um gerente a tomar a decisão mais adequada de investimento e que a integração entre os planos pode acontecer de várias formas.
  20. 20. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ESTRATÉGIAS x INFORMAÇÃO X DADOS “Uma empresa não consegue alcançar seus objetivos se não tiver um processo de tomada de decisão eficaz e se não tiver como garantir a eficiência de seus processos”(COSTA e ALMEIDA, 2002b, p.13). E que: “ Indicador é tudo aquilo que se quer medir, ou seja, é a representação quantificada de uma informação” (FORMOSO et al, 1994, p.77-90 apud COCHLAR,2000).
  21. 21. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ESTRATÉGIAS x INFORMAÇÃO X DADOS Partindo destes princípios é importante observar que decisão eficaz está associada a processo eficiente, e este ao seu desempenho e pode-se assim deduzir que desempenho é um indicador oriundo de uma informação quantificada. Há várias opiniões e conceitos existentes na literatura sobre informação o que leva a idéia quase unânime que informação está em contraposição ao dado. Assim, informação, palavra de origem do latim informare – dar forma, pode ser apresentada como sendo um produto obtido de um sistema de informação que tem o dado como matéria prima.
  22. 22. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DADOS São fatos não trabalhados. Como por exemplo: nome de um empregado, horas trabalhadas, quantidade de produção, custo de matéria-prima, número de empregados, número de pedidos de vendas, horas semanais trabalhadas... Porém nesta forma bruta, os dados pouco contribuem para o executivo na busca de uma visão mais integrada de um determinada situação... E AGORA?
  23. 23. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO INFORMAÇÃO É uma coleção de fatos organizados de modo que adquirem valor adicional além do valor dos próprios fatos. Então precisamos que sejam construídas algumas conexões entre os dados. Uma espécie de regras e relacionamentos que organizam dados e os transformam em ... Dessa forma agregamos valor a eles.
  24. 24. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DADOS X INFORMAÇÕES Dados Dados Processo de Transformação Informação Informação O processo de transformação se dá aplicando conhecimento pela seleção, organização e manipulação dos dados. O tipo de informação depende dos relacionamentos definidos entre os dados existentes. Adicionar novos ou diferentes dados significa que os relacionamentos podem ser redefinidos e novas informações podem ser criadas.
  25. 25. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS “Segundo Davis (apud Almeida et al, p.4) o conceito de informação é apresentado da seguinte forma: “corresponde ao dado que tenha sido processado de uma forma que tenha significado para o receptor (usuário) e tenha valor, real ou percebido, em uma decisão atual ou futura”. Ou seja, o uso da informação está relacionado a uma decisão e o próprio processo de decisão deve estar inserido no Sistema de Informação (SI) (GOLDRAT, 1991; ALMEIDA et al 2002).
  26. 26. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Sistema de Informação e Logística Dados Sistemas Operacionai s e outras fontes Informação Conhecimento Perfil do Cliente Mercados Alvo Informação do Produto Conhecimento do Cliente Perfil da Concorrência Estratégias Competitivas Base de Dados Dados Tratamen to dos Dados Ação Campanha de Marketing Desenvolvimento de Novos Produtos Estratégias de Personalização Centro de Decisões
  27. 27. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS Sistema de Informação Transacional (SIT): Verifica as atividades rotineiras, aumenta a eficiência da operação. Registra os dados das transações, procurando assegurar a integridade dos dados, rapidez na disponibilidade da informação e minimizar os erros para garantir um melhor fornecimento de produtos e serviços. É a competência básica do SI. Sistemas de Informações Gerenciais (SIG): É o que melhor sintetiza a correlação indicador e informação. É utilizado somente quando existem problemas estruturados, ou seja, quando existem procedimentos bem definidos, tarefas bem programadas e não precisa de um decisor para implementação . Extremamente usado pela média gerência, pois através de seus relatórios que informam a situação em que um indicador gerencial está fora de controle. Estes relatórios que podem ser impressos ou visualizados em telas de computador são divididos em:
  28. 28. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS Programado: Ou seja, são aqueles produzidos em intervalos regulares (diariamente, semanalmente ou quinzenalmente); Sob solicitação: Quando através de uma demanda específica o gerente solicita o relatório para obter uma determinada informação; Relatórios de exceção: Relatórios que são emitidos quando uma situação fora do comum acontece. O Sistema de Apoio a Decisão (SAD) – Um sistema onde a participação do decisor não pode ser dispensada. O SAD suporta a tomada de decisão em face de problemas semi-estruturados (onde não está totalmente definida por procedimentos padrões e incluem previsão de demanda, orçamento, análise de compra de capital) e não estruturados (que são decisões únicas pela sua natureza e a presença e intuição do decisor não pode ser dispensada e usa-se a pouca tecnologia de computação). O SAD é um meio e fornece uma recomendação para o decisor.
  29. 29. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PRINCIPAIS PAPÉIS DO SI Apoio as Estratégias para Vantagem Competitiva. Apoio a tomada de Decisão Empresarial. Apoio às operações e aos Processos. ESTRATÉGICO Sistema de Apoio a Decisão TÁTICO Sistema de Informação Gerencial OPERACIONAL Sistema de Informação Transacional
  30. 30. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS Percebe-se então que o antigo fluxo de informações que se baseava principalmente em papel, resultando em uma transferência de informações lenta, pouco confiável e propensa a erros não deve existir mais em um ambiente altamente competitivo e globalizado. Desta forma o SI funciona como um elo que liga as atividades logísticas em um processo integrado, permitindo controlar e gerenciar as operações logísticas e assim obter o sucesso da cadeia de suprimentos.
  31. 31. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS Para isso acontecer é necessário que as informações sejam: Precisas: Ou seja, informações que ofereçam o verdadeiro quadro do estado da cadeia de suprimentos, para que não se tome a decisão errada. Não é necessário que as informações estejam 100% corretas, mas que os dados disponíveis possam criar a imagem de realidade que estejam no mínimo inclinados a precisão; Devem estar acessível no tempo certo: Para se tomar boas decisões é necessário informações atualizadas e de fácil acessibilidade. Úteis: Muitas vezes, existe uma quantidade de dados que não colaboram para a tomada de decisões. Assim é necessário analisar quais informações devem ser registradas para que fontes valiosas não sejam desperdiçadas com dados insignificantes e principalmente para que os dados realmente importantes não passem despercebidos.
  32. 32. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS O fluxo de informações ocorre ao longo da cadeia, em qualquer instante , sem necessariamente, fazer parte de uma transação específica e não possui nenhuma limitação quanto ao fato de mover-se seqüencialmente para cima ou para baixo da cadeia. O importante é ser difundido ao mesmo tempo em qualquer subconjunto da cadeia assegurando que todos estejam operando munidos, ao mesmo tempo, das mesmas informações.
  33. 33. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Papel da Informação no sucesso da cadeia de suprimentos Sucesso da Cadeia de Suprimentos Decisões Coordenadas Escopo Amplo Informação CARACTERÍSTICAS: Úteis; Precisas; Disponíveis em Tempo Hábil. INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS: Fornecedor; Fabricante; Distribuidor e Varejo; Demanda. Fonte: Prof. Luiz Flores
  34. 34. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS Avisos Extratores Previsões Fabricantes Distribuidores Cronogramas Fonte: Taylor (2005) Cronogramas Varejista
  35. 35. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MAPA DA TI NA CADEIA DE SUPRIMENTOS Qual seria então o mapa da Tecnologia da Informação na Cadeia de Suprimentos? Chopra & Meindl, criaram uma matriz de tecnologia da informação da cadeia de suprimentos que tem por objetivo mapear qualquer sistema de tecnologia da informação utilizado na cadeia de suprimentos. Essa matriz, conforme figura da próxima página, tem seu eixo horizontal correspondente aos estágios da cadeia de suprimentos e o eixo vertical corresponde ao nível de funcionalidade que os sistemas desempenham. Assim, o eixo horizontal definirá o escopo de um sistema de tecnologia da informação, pois existem sistemas de tecnologia da informação distribuídos em toda a cadeia de suprimentos, desde os fornecedores de matéria prima até os clientes. Já o eixo vertical define a fase de decisão da cadeia de suprimentos, para qual é utilizado o sistema de tecnologia da informação.
  36. 36. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MAPA DE TI DA CADEIA DE SUPRIMENTOS MAPA DE TI DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Estratégico SCM APS Dem Plan MES Planejamento Transport & Invetory Planning Transport Execution & WMS CRM / SFA Supplier Apps Operacional Fornecedor Fabricante Distribuidor Varejista Cliente
  37. 37. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MAPA DA TI NA CADEIA DE SUPRIMENTOS APS – (Advanced Planning ad Scheduling ou Planejamento Avançado e Programação); WMS – (Werehouse Management Systems ou Sistema de Gerenciamento de Armazém); ERP – (Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recurso da Empresa); CRM – (Customer Relationship Management ou Gestão do Relacionamento com o Cliente); MES – (Manufacturing Execution Systems ou Sistema de Execução de Manufatura).
  38. 38. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITOS Observa-se assim que à medida que a importância da informação aumenta, valorizam-se mais ainda os indicadores atrelados à mesma. Desta forma, a estratégia passa a ser não somente uma visão e sim uma ação onde se deve analisar os dados para uma tomada de decisão rápida e eficaz.
  39. 39. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RESUMO USO DA TI NA LOGÍSTICA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) Assim: Instrumento que permite a sincronização dos fluxos (fluxos de materiais coordenados com os fluxos de informação) As decisões são melhores; A quantidade de material diminui; A eficiência do serviços aumenta; O ponto de venda tem maior disponibilidade de produtos; O cliente fica mais satisfeito; O transporte é racionalizado; A agilidade é maior.
  40. 40. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COLETOR DE DADOS
  41. 41. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COLETOR DE DADOS Coleta de dados que usa como meio de transmissão e recepção de informações as ondas HERTZ. Heinrich Rudolf Hertz (Hamburgo, 22 de Fevereiro de 1857 — Bonn, 1 de Janeiro de 1894) foi um físico alemão que demonstrou a existência da radiação eletromagnéticas criando aparelhos emissores e detectores de ondas de rádio.
  42. 42. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COLETOR DE DADOS FUNCIONAMENTO DESTA TECNOLOGIA: O sinal de código de barras é captado, decodificado e lido; Simultaneamente a mensagem é transmitida por radiofreqüência para uma base de rádio; Essa transmissão pode ser direta ou usando quantos repetidores forem necessários; A base de rádio converte o sinal de radiofreqüência em sinal elétrico e o transmite para um computador colocando a mensagem a disposição do sistema.
  43. 43. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COLETOR DE DADOS VANTAGENS DESSA TECNOLOGIA: Eliminação de fios e cabos; Redução de custos de instalação e manutenção; Portabilidade; Velocidade na coleta e transmissão de dados; Minimização dos riscos de perdas de dados; Disponibilização rápida de informações para o usuários; Redução de custos de coleta de dados; Maior precisão.
  44. 44. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COLETOR DE DADOS EQUIPAMENTOS PARA OPERAR: Computador central (Grande porte ou PC); Controlador de rede (Componente de comunicação entre o computador central e outros componentes do sistema); Estação (Unidade de rádio transmissão entre o controlador de rede e os terminais de comunicação); Terminais de comunicação de dados de radiofreqüência (Equipamentos portáteis ou instalados em veículos).
  45. 45. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO WMS – WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM (Sistema de Gerenciamento de Armazém) DEFINIÇÃO O WMS é um sistema que permite o completo gerenciamento dos centros de distribuição e depósitos de mercadorias. Tendo como principais objetivos: permitir um eficaz controle sobre o produto armazenado, identificando a sua localização e volume ocupado no armazém, automatizar o processo de armazenamento e retirada do produto, economizar tempo e dinheiro com estocagem e movimentação de produtos.
  46. 46. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO WMS – WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM (Sistema de Gerenciamento de Armazém) WMS tem a missão de gerenciar: movimentação de mercadoria, recebimento de produtos ou insumos, separação, expedição, roteirização de picking, entre outras atividades logísticas. Os eventos são registrados em tempo real, identificando o operador ou equipamento que realizou a tarefa, possibilitando o registro de todas as ações realizadas no CD. Principais benefícios na implementação: Aumento da produtividade na separação, Acuracidade (precisão) do inventário, Informações para o gerenciamento dos recursos utilizados na operação.
  47. 47. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO WMS – WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM Principais fatores para a implementação do sistema: A necessidade de otimização de espaço interno do armazém; Aumento de produtividade com redução de erro ao cliente; Obtenção dos custos logísticos das operações; Flexibilidade no Layout; Redução de tempo no atendimento ao cliente; Redução de mão-de-obra na cadeia logística; Eliminação de custos; Atender a grande demanda da produção; Conseguir uma melhor apresentação do serviço prestado à terceiros.
  48. 48. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO WMS – WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM Sistema de Gerenciamento de Armazém CUSTOS WMS LICENÇA: R$ 40.000,00 A R$ 300.000,00 + Custos de Treinamentos Customizações + + Usuário Adicional + Manutenção + etc. Consultoria +
  49. 49. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO WMS – WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM A correta implementação de um WMS permite obter uma elevada confiabilidade e minimizar o risco por parte da empresa: – Diminuição dos erros de separação e devoluções; – Controle preciso de lote e validade dos produtos; – Garantia de saída das menores validades (FEFO); – Otimização do espaço de armazenagem; – Racionalização das movimentações de produtos; – Redução de tempos de operação e avarias; – Melhor prestação de serviço aos clientes;
  50. 50. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO WMS – WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM Estudo de Caso M&G 100% dos itens estão endereçados e facilmente localizados – não é mais necessário memorizar onde está o produto dentro do CD; Hoje existe uma linha de separação lógica e paletizada (aumento da produtividade); O índice de avaria diminuiu em 86%; Dobrou a capacidade de expedição. Antes da implantação, expedia-se 12 cargas/dia, hoje, expede-se até 25 cargas/dia, e com o mesmo número de funcionários no CD; O tempo de carregamento diminuiu em média 50%, embora não seja feito paletizado devido ao tamanho do paletes. Neste caso, também não acréscimo no número de funcionários.
  51. 51. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GPS – Global Position System (Sistema de Posicionamento Global) DEFINIÇÃO GPS é um sistema de rádio navegação baseado em satélites desenvolvido e controlado pelo departamento de defesa dos Estados Unidos (U.S.DoD) que permite a qualquer usuário saber a sua localização, velocidade e tempo, 24 horas por dia, sob quaisquer condições atmosféricas e em qualquer ponto do globo terrestre.
  52. 52. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GPS – Global Position System (Sistema de Posicionamento Global) HISTÓRICO Depois da segunda guerra mundial, o U.S.DoD empenhou-se em encontrar uma solução para o problema do posicionamento preciso e absoluto. Vários projetos durante os 25 anos seguintes, incluindo Loran e o Transit, observou-se que todos determinavam a posição, mas eram limitados em precisão ou funcionalidade. No começo da década de 70, um novo projeto foi proposto, o GPS.
  53. 53. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GPS – Global Position System (Sistema de Posicionamento Global) Rede de 24 satélites de média órbita; Aproximadamente a 20 mil quilômetros da Terra. Os veículos são equipados : Com uma antena de emissão e recepção do lado externo; Um comunicador com uma placa captadora de GPS; Um teclado com Display embarcado, instrumento responsável pela troca de mensagens (motorista e transportadora).
  54. 54. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GPS – Global Position System Sistema de Posicionamento Global
  55. 55. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GPS – Global Position System (Sistema de Posicionamento Global) Tecnologia que combina o uso de satélites com a internet; Permite o controle de veículos em trânsito; Desenvolvida com a finalidade de garantir segurança ao transporte; Adaptado às necessidades da indústria e do comércio eletrônico, indispensável aos processos de logística.
  56. 56. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GPS – Global Position System Estabelece comunicação entre empresa, transporte e clientes: Permite a tomada de decisões no meio do caminho; Elimina-se o risco de prejuízos no frete de retorno; Evita o transporte de volta vazio; Orienta seus veículos para atender novas encomendas; Mudanças no percurso (acidentes, trânsito e alterações climáticas)
  57. 57. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GPS – Global Position System Principais Vantagens Via Satélite: Definição dos períodos de parada do transportador; Tempo para realização dos percursos; Bloqueio do veículo e travamento de portas do baú; Detenção do desengate da carreta e acionamento dos alarmes e sirenes em caso de emergência ou em ações preventivas; Visualização das frotas por meio de mapas digitais atualizados; Controle de velocidade; Emissão de relatórios gerenciais com itens de desempenho dos veículos (combustível, quilômetro carregado, performance do motorista, tempos para carregar e descarregar); Assegurar facilidade de manufatura; Qualidade e confiabilidade de serviços.
  58. 58. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TMS – TRANSPORT MANAGEMENT SYSTEM TMS é um sistema de gerenciamento de transporte e serve como uma ferramenta de apoio no gerenciamento das operações diárias de distribuição e coleta de produtos dentro da Cadeia de Abastecimento. Essa ferramenta fornece suporte integrado necessário a gestão dos processos de transporte de forma consistente, o sistema oferece subsídios para controles estratégicos como estatísticas de desempenho, o que ajuda a prover informações de cunho estratégico.
  59. 59. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TMS – TRANSPORT MANAGEMENT SYSTEM VANTAGENS Controle dos custos inerentes à utilização da frota; Controle de materiais e ativos fixos; Administrar o controle de carregamento e coleta; Simulação das tabelas de fretes para a contratação de terceiros; Acompanhamento mais preciso e prevenido nos processos de manutenção da frota utilizada.
  60. 60. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ECR – EFICIENT CONSUMER RESPONSE Resposta Eficiente ao Consumidor ECR é um movimento global, no qual empresas industriais e comerciais, juntamente com os demais integrantes da cadeia de abastecimento (operadores logísticos, bancos, fabricantes de equipamentos e veículos, empresas de informática e etc.) trabalham em conjunto na busca de padrões comuns e processos eficientes que permitam minimizar os custos e otimizar a produtividade em suas relações. Objetivos do ECR: Minimizar custos; Otimizar produtividade em suas relações; Maximizar atendimento ao consumidor.
  61. 61. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ECR – EFICIENT CONSUMER RESPONSE Resposta Eficiente ao Consumidor Origem: Varejistas, distribuidores e fornecedores do setor varejista dos Estados Unidos, desenvolveram, em 1992, uma prática denominada ECR – Working Group. Brasil: Criação da associação ECR Brasil em 1997 – Site para busca de informações: www.ecrbrasil.com.br ECR analisa e propõe: Modificar os fluxos dos produtos; Modificar o fluxo de informações; Modificar o fluxo de caixa.
  62. 62. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MOVIMENTO DA ECR NO BRASIL Num esforço coletivo, o movimento deverá trabalhar para que cada parte do processo seja o mais eficiente possível para não passar adiante suas falhas. Comitê Executivo: Tecnologia da Informação; Logístico; Marketing; Finanças Potencial de redução dos custos operacionais das cadeias de suprimento norte-americanas: Fornecedor de matéria prima 19% Fabricante do produto final 40% Varejistas 37% Demais membros 4%
  63. 63. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MOVIMENTO DA ECR NO BRASIL Resultados do trabalho da Associação ECR são: Criação de um pallet padrão para o mercado; Criação de um esquema de trocas de paletes; Normatização de transporte urbano e interurbano; Desenvolvimento de normas aduaneiras; A determinação de padrões globais de identificação de produtos; O estabelecimento de uma linguagem comum para a comunicação de dados via computador; Ferramentas de mensuração de custos que permitam a comparação de dados entre diferentes empresas.
  64. 64. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GS1 BRASIL – ANTIGO EAN BRASIL O GS1 Brasil antigo EAN BRASIL, criada em 1993 através de um decreto de lei, é a associação, multisetorial e sem fins lucrativos, que administra a numeração de código de barras e incentiva a utilização de EDI “Intercâmbio Eletrônico de Dados” padrão EANCOM. Para viabilizar este projeto havia necessidade de se adotar um padrão internacional. Desta forma, optou-se pelo padrão EAN Internacional. Na condição de 26º país filiado, o Brasil recebeu seu número código, a flag 789, em maio de 1985. Em 1994, com o objetivo de fortalecer a imagem da entidade em todos os seus campos de atuação , a Associação Brasileira de Automação Comercial mudou sua sigla de ABAC para EAN BRASIL. Era necessário desvincular a sigla de um único segmento e tornar a associação reconhecida nacional e internacionalmente, como representante legal responsável pela utilização dos Sistemas EAN no Brasil. Desta forma, a GS1 Brasil (nova marca da EAN BRASIL) tem atuado no sentido de estabelecer normas técnicas necessárias, promover a cooperação entre os parceiros comerciais, assegurar apoio aos empresários – com relação as exigências das autoridades – divulgar novas tecnologias e, principalmente, incentivar a modernização.
  65. 65. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GS1 BRASIL – ANTIGO EAN BRASIL Sistema EAN.UCC – European Article Numbering (Artigos de Números Europeus) – Uniform Code Council. O Sistema EAN.UCC foi desenvolvido para atender a uma das maiores necessidades que as empresas possuíam, que era a existência de um sistema de identificação que pudesse ser utilizado em todos os setores industriais varejistas, inclusive mundialmente, e que também garantissem a identificação exclusiva e sem ambigüidades ou seja um número exclusivo. Com isso, o sistema foi criado para que fabricantes, exportadores, importadores, hospitais, atacadistas, varejistas, etc. pudessem usá-lo para comunicar informações relativas às mercadorias e aos serviços que comercializam, com todas as necessidades atendidas. Diversas aplicações estão cobertas pelo Sistema EAN.UCC e incluem os itens comerciais, unidades logísticas, ativos e localizações. Essas aplicações dependem de estruturas de numeração padronizadas, por meio das quais podem ser identificados todos os itens envolvidos e seus dados.
  66. 66. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GS1 BRASIL – ANTIGO EAN BRASIL Sistema EAN.UCC – European Article Numbering (Artigos de Números Europeus) – Uniform Code Council. Item Comercial – é definido como qualquer item (produto ou serviço) sobre o qual haja necessidade de recuperar informações predefinidas e que possa receber preço, ser encomendado ou faturado em qualquer ponto na cadeia de suprimento. Unidades Logísticas – unidade física determinada para transporte e estocagem de qualquer tipo de mercadoria que necessite ser gerenciada e rastreada individualmente na cadeia de suprimentos. Portanto os itens comerciais representam os produtos ou serviços que recebem preço e que podem ser interpretados pelos equipamentos do varejo. Já as unidades logísticas são as embalagens que transportam os produtos e que os equipamentos do varejo (leitores ópticos) não identificam e interpretam. Tanto o varejo como a indústria precisa conhecer e identificar o tipo de simbologia que deverão utilizar, pois cada produto exige um tipo de simbologia e a empresa deverá observar padrões para cada item e utilizá-los corretamente, buscando a padronização e evitando problemas no momento da leitura dos códigos.
  67. 67. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GS1 BRASIL – ANTIGO EAN BRASIL O que é EANCOM? Histórico Em vista das atividades das organizações de numeração em EDI e em resposta a uma crescente demanda por um padrão internacional entre as empresas associadas, a Assembléia Geral da EAN resolveu, em 1987, lançar o projeto EDI/EANCOM. Definição O EANCOM é uma simplificação das mensagens EDIFACT (ORDER, IVOIC, INVRPT,...) A EAN International, as Organizações EAN e o UCC publicam guias práticos de implementação das mensagens EDIFACT/EANCOM de fácil interpretação pelos usuários. Além do EANCOM já ser uma padrão adotado por mais de 50 mil empresas no mundo e por isso ter despertado a demanda de mercado, através de empresas que já o implantaram e requisitam o padrão de seus parceiros comerciais, as empresas que ainda não o utilizam buscam conhecê-lo e adotá-lo devido a uma série de benefícios.
  68. 68. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CÓDIGO DE BARRAS - HISTÓRIA Em 1948 Bernard Silver e Norman Joseph Woodland começaram a desenvolver um dispositivo leitor de padrões de tinta usando luz ultravioleta. Não deu certo devido a instabilidade da impressão dos padrões de tinta usados na impressão dos preços. Em 1952 eles criam o primeiro leitor de código der barras que funciona como os atuais. Depois da aprovação no EUA e Canadá do Universal Product Code (UPC) (Primeiro código de barras padronizado), o primeiro produto vendido foi um pacote de chicletes em 1974.
  69. 69. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CÓDIGO DE BARRAS – POR QUE? Combinados com tecnologia de coleta de dados, códigos de barras suportam uma maneira rápida, eficiente e precisa de coletar, processar, transmitir, gravar e gerenciar os dados dos produtos numa variedade de indústrias e comércio. Permite automatizar o processo de identificação dos produtos e dar baixa automática no estoque quando um produto é vendido e permite ter o controle sobre o preço dos produtos vendidos, evitando produtos iguais com preços diferentes ou a imediata atualização dos preços sem ter que trocar o rótulo de cada um. É proporcionar uma linguagem comum entre parceiros comerciais, facilitando relações comerciais de importação e exportação. É peça chave para a prática do EDI.
  70. 70. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CÓDIGO DE BARRAS – COMO É LIDO? Um fonte de luz (laser) efetua uma varredura no código de barras em um espaço em branco (a zona de silêncio) antes da primeira barra e continua passando até a última barra, encerrando em um espaço em branco que a segue. Quanto maior for a informação a ser codificada, maior será o código de barras. Suas Cores: BARRAS: preto, azul, verde (escuro) e marrom (escuro). FUNDO: branco, amarelo, laranja, vermelho e bege.
  71. 71. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CÓDIGO DE BARRAS – PADRÕES E SÍMBOLOS Existem 2 sistemas importantes: UPC (Universal Product Code) usado nos EUA e Canadá, tem 12 dígitos. EAN (European Article Numbering) usado na Europa e adotado no Brasil, normalmente tem 13 dígitos. EAN-13: Unidade de consumo – Brasil; EAN-8: Unidades de consumo com espaço físico insuficiente para a aplicação do EAN-13; EAN-14: Unidade de distribuição. EAN-128: Unidade de distribuição que permite identificação do número de lote, série, fabricação, validade, textos livres, e outros dados – único código de sistema EAN alfanumérico composto conforme sua aplicação. EAN/ISSN (International Standard Serial Number): Código para publicações periódicas. EAN/ISBN (International Standard Book Number): Código para livros.
  72. 72. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CÓDIGO DE BARRAS – BENEFÍCIOS Podem dar apoio a softwear de gestão: financeiro, logística, CRM, (Customer Relationship Management), etc, possibilitando automação de diversos tipos de empresas; Redução de erros na digitação de preços; Possibilidade de mudanças de preços em pouco minutos; Identificação do volume de estoques; Rapidez na leitura de preços, melhorando o atendimento no check-out; Fornecendo informações sobre a necessidade de reabastecimento.
  73. 73. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDI – ELETRONIC DATA INTERCHANGE Intercâmbio Eletrônico de Dados A transferência de dados estruturados, pelos padrões acordados de mensagens de um aplicativo de computador a outro por meio eletrônico e com o mínimo de intervenção humana. Objetivo do EDI: Evitar e prevenir a intervenção do homem no processamento de informação trocada entre parceiros de negócio estabelecendo um protocolo de transmissão de dados padrão entre as empresas.
  74. 74. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDI – ELETRONIC DATA INTERCHANGE Intercâmbio Eletrônico de Dados O EDI é adotado pelas empresas para a integração de sua cadeia de suprimentos, seus distribuidores, suas relações com governos e com os bancos comerciais, estando dentro da relação chamada de business-to-business (B2B). Geralmente utilizam Redes de Valor Agregado (VAN – Vallue Added Network) tais como Algarnet, GSI, Interchange, Proceda, Tradenet ou o stm400 (Embratel). Pode-se também conectar os computadores das entidades forma direta, como por exemplo a internet.
  75. 75. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO VAN – VALLUE ADDED NETWORK Critérios para seleção de uma VAN Disponibilidade de serviço; Distribuição; Acesso; Auditoria; Garantia de segurança; Backup; Recursos de serviço; Segurança.
  76. 76. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO VAN – VALLUE ADDED NETWORK VANTAGENS As entidades não precisam estar conectadas o tempo todo. Existe um computador intermediário que fica ligado 24h/dia com capacidade de armazenamento das mensagens enviadas/recebidas; Quando o destinatário recebe definitivamente a mensagem é enviada uma outra de notificação ao emissor; Independência do horário para envio e recebimento dos dados; Não há necessidade de um operador o tempo todo para receber/enviar mensagens; Pode-se receber/enviar mensagens para várias entidades ao mesmo tempo; Facilita a auditoria. DESVANTAGENS Alto custo de manutenção.
  77. 77. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO WEB EDI É a troca eletrônica de dados pela internet que permite o envio da informação via arquivo ou através de formulário virtual. VANTAGENS: O baixo custo de acesso a internet; Alcance em todo mundo. DESVANTAGENS: Falta de garantia na velocidade de transmissão dos dados; Criticidade com as questões de segurança.
  78. 78. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDI – ELETRONIC DATA INTERCHANGE VANTAGENS DO EDI Racionalização do tempo e dos recurso humanos; Otimização dos recursos humanos em tarefas não automatizáveis; Não há necessidade de um documento “papel” para iniciar o processo; Diminuição dos riscos com o documento “papel”: perda, atrasos, danificação etc; Não há necessidade de redigitação (interface direta com os aplicativos da empresa); Qualidade e fidelidade dos dados; Rapidez no acesso ao dados (desnecessário a impressão ou translado do documento); Facilita a utilização em vários idiomas e moedas.
  79. 79. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDI – ELETRONIC DATA INTERCHANGE Algumas Razões para Implementação do EDI Adição de valor a produtos e serviços por intermédio da informação (Por exemplo: Melhorando o atendimento ao cliente); Redução de custos administrativos; Aperfeiçoamento do controle de estoques; Benefícios estratégicos realizados com integração dos dados do EDI e do processamento das informações corporativas.
  80. 80. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDI – ELETRONIC DATA INTERCHANGE Números Representativos O Bradesco teve que adotar uma nova infra-estrutura de TI para viabilizar o seu novos sistema de compras que passou por uma reestruturação. A nova estratégia de compras requer um sistema que armazene cadastros de clientes e fornecedores e também permita compras eletrônicas pelos funcionários autorizados. Há também uma extranet, através da qual alguns transacionam eletronicamente com o Bradesco. Esta reestruturação, que já dura alguns anos, já proporcionou uma economia de 15% nas compras do banco.
  81. 81. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDI – ELETRONIC DATA INTERCHANGE Números Representativos EDI na Gessy Lever Comunicação via EDI com 20% dos seus compradores proporcionando redução de custos dos pedidos e permitindo a entrega em até 24 horas de produtos de alto giro nos supermercados. Crescimento de 26% para mais de 80% no atendimento de solicitações de clientes quanto à cumprimento de quantidades e prazos preestabelecidos . EDI no Pão de Açúcar Redução do índice de falta de mercadorias de 25% para 4%. Redução no tempo médio de armazenamento de 40 para 10 dias.
  82. 82. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E-COMMECE – COMÉRCIO ELETRÔNICO O comércio é a troca de produtos e serviços por dinheiro; Comércio eletrônico é a evolução do papel-moeda, cheques, ordens bancárias, cartões de crédito ou outra forma de representação de numerário.; Utilização da internet para disponibilizar produtos e/ou serviços para um público com acesso a computadores ou outros meios tecnológicos, de forma que possa fazer compras por meio de um sistema eletrônico interativo. Os principais elementos que distinguem o comércio eletrônico do comércio tradicional são: Comunicação Dado Segurança
  83. 83. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E-COMMECE – COMÉRCIO ELETRÔNICO De acordo com o acompanhamento que a e - bit faz do comércio eletrônico, percebe-se que o setor tem um crescimento contínuo, elevando os números a cada mês. Para se ter uma idéia, as lojas virtuais chegaram a faturar R$ 1,9 bilhão no 2º trimestre de 2008, entre os meses de abril, maio e junho, o que significou um acréscimo de 41% em relação ao mesmo período do ano passado, quando faturaram R$ 1,3 bilhão. Pode-se dizer que alguns fatores têm contribuído para essa alta. Um deles seria o maior volume de pedidos – foram contabilizados, somente nesses três meses, aproximadamente 5,5 milhões de pedidos – impulsionados pela entrada de novos e - consumidores (até maio de 2008, mais de 11 milhões de pessoas já experimentaram comprar, pelo menos uma vez pela internet). Já quando comparamos o valor pago em cada compra, ou seja, o tíquete médio do período, espera-se um crescimento nominal de 11%, o que significa que os e – consumidores devem gastar cerca de R$ 330,00, contra R$ 297,00 gastos em 2007.
  84. 84. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E-COMMECE – COMÉRCIO ELETRÔNICO “A escolha cada vez mais maior, por produtos de valor agregado mais alto, como informática e telefonia celular, além de elevar o tíquete médio, mostra que os e – consumidores estão mais seguros em comprar pela internet”, completa o diretor geral da e – bit, Pedro Guasti. Ranking produtos mais vendidos – 2º semestre de 2008: 1. Livros 2. Informática 3. Saúde e Beleza 4. Telefonia Celular e Eletrônicos 5. Eletrodomésticos
  85. 85. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LOGÍSTICA X COMÉRCIO ELETRÔNICO Quando os produtos não estão em um local físico definido, mas, sim, em um espaço virtual, a logística é vital para garantir a fidelidade do cliente, que pode trocar de provedor com um simples clique do mouse. Com tão altas exigências de serviço e custos que tendem a dissipar-se, a logística assume o principal papel no modelo de negócio da nova economia do B2C, contribuindo , diretamente, para o êxito ou fracasso da empresa; No comércio virtual, a pessoa que entrega a mercadoria é o reflexo da empresa na qual o consumidor depositou a sua confiança, antes de pagar pela mercadoria adquirida. Todo o esforço realizado anteriormente pode se perder por uma entrega mal realizada; Pesquisas realizadas no EUA indicam que muitas empresas de e – commerce concentram sua atenção no desenvolvimento do sites, relegando a segundo plano as estruturas logísticas adequadas aos desafios apresentados.
  86. 86. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO B2B (BUSINESS TO BUSINESS) Tem como objetivo fortalecer a posição de negociação entre empresas por meio do uso da internet. As soluções B2B permitem uma comunicação mais eficaz, integrando as organizações, seus processos , seus fornecedores, clientes, parceiros e distribuidores. B2B é caracterizado por pessoas jurídicas nas duas pontas do processo. B2B em 2007 faturou 395 bilhões onde 85% deste valor está na mão de 30 empresas.
  87. 87. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO B2C (BUSINESS TO CONSUMER) Tem como objetivo a venda de produtos e/ou serviços para consumidores por meio da internet. Esse tipo de comércio eletrônico vem sofrendo uma evolução bastante rápida, criando novas oportunidades de negócio. Comprador é pessoa física, realizando busca a partir de um computador pessoal e é caracterizado por sua alta volatilidade. Cliente dá muita importância aos fatores logísticos, exigindo organização adequada da infra-estrutura logística, em termos de estoques, distribuição, tratamento da informação, recursos humanos etc. O faturamento do B2C em 2007 ficou em pouco mais de 6 bilhões, representando 2% do faturamento geral do varejo em 2007 onde mais de 50% do valor está na mão de somente 3 empresas (Americanas, Submarino e Gol).
  88. 88. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO C2C (CONSUMMER TO CONSUMER) É composto pelos sites que disponibilizam informações provenientes de pessoas físicas, destinadas às pessoas jurídicas. Um exemplo deste tipo de site são as bolsas de empregos, nas quais pessoas interessadas em conseguir uma nova ocupação disponibilizam suas informações para possíveis empresas interessadas em contratá-las. Envolve sites que intermediam transações entre duas pessoas físicas. O exemplo mais famoso deste tipo de site são os de leilões, onde qualquer pessoa interessada em negociar um bem pode disponibilizar informações sobre o mesmo, incluindo um preço inicial para os possíveis interessados, que devem então dar “lances” para adquiri-los, iguais ou maiores ao valor inicial proposto.
  89. 89. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO M - COMMERCE Você já se imaginou comprando ingressos para teatro ou cinema enquanto conversa com amigos em uma mesa de bar, ou navegando pela internet e fazendo compras durante o trajeto para o trabalho? Tudo isso será possível graças ao que os especialistas em tecnologia batizaram de M – commerce, a versão móvel do badalado E – commerce. M – commerce é a sigla para Mobile – Commerce. Numa tradução livre poderia se chamar de Comércio Móvel. Na verdade, a própria sigla é uma derivada do E – commerce, ou comércio eletrônico. De certa forma, o termo correto seria E – M – Commerce. No Brasil, o Banco do Brasil e as operadoras de telefonia (Claro, Tim, Vivo) já trabalham o M – commerce.
  90. 90. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E-COMMECE – COMÉRCIO ELETRÔNICO PRINCIPAIS VANTAGENS Inserção instantânea no mercado; Relações mais ágeis e redução de burocracia; Análise mercadológica facilitada; Alcance global: o comércio eletrônico não tem limites geográficos; Conveniência – transação rápida; Resposta rápida – muitos produtos podem ser comercializados diretamente do fabricante para o consumidor e transportados pela rede, sendo descarregados eletronicamente. Ex: Livros, Aplicativos, Músicas, Filmes, Games etc..; Processamento da informação eficiente e flexível; Gerenciamento dos dados; Redução dos custo de venda e distribuição.
  91. 91. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E-COMMECE – COMÉRCIO ELETRÔNICO PRINCIPAIS DESVANTAGENS Fraude; Impostos; Confidenciabilidade; Confiança, preocupação com a segurança por parte dos clientes; Ausência de contato; Idioma – com o conhecimento de inglês é possível navegar em mais de 80% dos sites existentes; Propriedades e direitos autorais: MP3, DivX, E – book; Falta de motivos para comprar.
  92. 92. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E-COMMECE – COMÉRCIO ELETRÔNICO DESAFIOS LOGÍSTICOS Aumento considerável no despacho de intens soltos no depósito (SKU’s) acarretando: Amento do número de operações; Exigência de mais cuidado contra avarias; Necessidade de maior coordenação Dificuldade de previsão de demanda, podendo acarretar back orders; Diversas falhas costumam ocorrer nos bastidores logísticos das empresas que atuam no B2C: Um cliente com pedido de produto A e produto B; Outros tantos pedidos com algumas superposição de produtos; Dinâmica de processamento de pedido (..., picking, sorting etc ).
  93. 93. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Gestão de Recursos Empresariais Década de 50 - Início com gerenciamento de estoque, atividade pioneira da interseção entre gestão e tecnologia. Máquinas grandes e caras. Década de 70 - Nascem os MRPs (Material Requirement Planning ou Planejamento das Requisições de Materiais). Eles surgiram já na forma de conjuntos de sistemas, também chamados de pacotes, que conversavam entre si e que possibilitavam o planejamento do uso dos insumos e a administração das mais diversas etapas dos processos produtivos.
  94. 94. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Nascem as ferramentas especialistas e setorizadas Contabilidade Faturamento Produção Jurídico Contas a pagar Estoque de produto acabado Marketing Contas a receber Transportes Vendas Estoque de matéria prima Folha de pagamento Setor Fiscal A ferramenta trata apenas do setor
  95. 95. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Gestão de Recursos Empresariais Década de 80 – Início das redes de computadores das redes de computadores ligadas a servidores – mais baratos e fáceis de usar – e a revolução nas atividades de gerenciamento de produção e Logística. O MRP se transformou em MRP II (que significava Manufacturing Resource Planning ou Planejamento dos Recursos de Manufatura), que agora também controlava outras atividades como mão-de-obra e maquinário.
  96. 96. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Nascem as ferramentas especializadas por área - PACOTES Comercial Contabilidade Contas a pagar Contas a receber Administrativa Financeira Comercial Folha de pagamento Marketing Faturamento Jurídico Transportes Estoque de matéria prima Estoque de produto acabado Industrial Compras Produção
  97. 97. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Gestão de Recursos Empresariais Década de 90 – ERP (Enterprise Resource Planning) Planejamento de Recursos da empresa. Ao desfazer a complexidade do acompanhamento de todo o processo de produção, venda e faturamento , a empresa tem mais subsídios para se planejar, diminuir gastos e repensar a cadeia de produção. Suporte Estratégico e Logístico; Simulações; Monitorar Performance; Monitorar Resultados Operacionais; Monitorar Ciclo de Vida dos Produtos; Monitorar Relacionamentos
  98. 98. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING ERP – Todos os sistemas em um só. Contabilidade Folha de pagamento Comercial Marketing Contas Jurídico Transportes a Faturamento pagar Contas Estoque de Compras a matéria prima receber Produção Estoque de produto acabado Integração e Confiabilidade
  99. 99. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Gestão de Recursos Empresariais Origem – Em 1979, na indústria de manufatura européia, quando a empresa alemã SAP (Systeme, Anwendugen, und Produkte in Datenverarbeitung) desenvolveu o R/2, uma primeira versão de deu software ERP. Sistemas ERP – Consistem na integração de todas as atividades de negócio de uma empresa, como compras, vendas, produção, finanças, recursos humanos, entre outras, facilitando o fluxo de informação e permitindo um controle de processos de negócios e tomadas de decisões mais rápidas dentro da empresa. Genericamente falando, ERP é mais um nome para um sistema integrado cujo objetivo é captar e fornecer informações de todos os processos da sua empresa, de forma precisa e na hora certa.
  100. 100. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Gestão de Recursos Empresariais Módulos hoje disponíveis na maioria dos “ERP’s” Módulo relacionados a operações e Supply Chainn Management ; Módulos relacionados à gestão financeira , contábil e fiscal; Módulos relacionados a gestão de recurso humanos.
  101. 101. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Gestão de Recursos Empresariais Módulos relacionados a operações e Supply Chain Management. Previsões / análise de vendas; Listas de materiais; Programação –mestre de produção/capacidade aproximada; Planejamento de materiais; Planejamento detalhado de capacidade; Compras; Controle de fabricação; Controle de estoque e distribuição física; Gerenciamento de transporte e projetos; Apoio a produção repetitiva e à gestão de produção em processos; Apoio à programação com capacidade finita de produção discreta e configuração de produtos.
  102. 102. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Gestão de Recursos Empresariais Módulos relacionados à gestão financeira / contábil / fiscal. Contabilidade geral; Custos; Contas a pagar; Contas a receber; Faturamento; Recebimento fiscal; Contabilidade fiscal; Gestão de caixa; Gestão de ativos; Gestão de pinterdos; Definição e gestão dos processos de negócios.
  103. 103. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Gestão de Recursos Empresariais Módulos relacionados à gestão de recursos humanos. Pessoal; Folha de pagamentos; RH
  104. 104. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Gestão de Recursos Empresariais Impactos Tem impactos sobre os recurso humanos da empresa – as pessoas terão que se preocupar com o processo como um todo e não apenas com a sua atividade específica; O perfil dos profissionais muitas vezes será alterado, uma vez que se exigirá multidisciplinaridade e conhecimentos que nem sempre os atuais funcionários possuem.
  105. 105. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Gestão de Recursos Empresariais Dificuldades Possuem custos elevados, destacando-se os custo de hardware e infra-estrutura computacional, de aquisição e licença de uso do ERP, de treinamento e consultoria para implantação. Forçam, muitas vezes, alterações nos processos e administrativos, pois será necessário tanto a adaptação do sistema de processos da empresa, como a adaptação da empresa a determinados processos do sistema. Devido à integração do sistema, um problema de uma área poderá ser alastrar rapidamente para outros departamentos, existindo o risco de afetar a empresa.
  106. 106. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Gestão de Recursos Empresariais Quais a vantagens do ERP? Eliminar o uso de interfaces manuais – pessoas; Redução de custos; Otimizar o fluxo da informação e a qualidade da mesma dentro da organização (eficiência); Otimizar o processo de tomada de decisão – ser rápido; Eliminar a redundância de atividades; Reduzir os limites de tempo de resposta ao mercado; Reduz as incertezas do lead – time – compra e entrega.
  107. 107. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ERP – ENTERPRISE RESOURCE PLANNING Gestão de Recursos Empresariais Quais as desvantagens do ERP? A utilização do ERP por si só não torna uma empresa verdadeiramente integrada; Dependência do fornecedor do pacote; Adoção de best practices aumenta o grau de imitação e padronização entre as empresas de um segmento; Cortes de pessoal, que gera problema social; Torna os módulos dependentes uns dos outros, pois cada departamento depende das informações do módulo anterior. Logo, as informações têm que serem constantemente atualizadas, uma vez que as informações são em tempo real (online), ocasionando maior trabalho. Excesso de controle sobre as pessoas , o que aumenta a resistência mudança e pode gerar desmotivação por parte dos funcionários.
  108. 108. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RFID – RADIO FREQUENCY IDENTIFICATION DEFINIÇÃO: É um método de armazenamento e recuperação de dados remotos que usa dispositivos pequenos denominados etiquetas ou tags RFID. Estas etiquetas são dispositivos pequenos que podem ser aderidos ou incorporados em um produto, animal ou pessoa. As etiquetas RFID contêm antenas para a recepção e transmissão de pedidos por radiofreqüência desde um emissor – receptor RFID. HISTÓRICO: Tecnologia utilizada pelo espião soviético (Léon Theremin) em 1945 também desenvolvida pelos britânicos na segunda guerra mundial para identificar aviões ou inimigos; O conceito foi evoluindo e registrou sua primeira patente nos anos 70, desenvolvendo-se diversas aplicações até hoje; Segundo especialistas, esta tecnologia substituirá o emprego do código de barras no futuro.
  109. 109. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RFID – RADIO FREQUENCY IDENTIFICATION FUNCIONAMENTO (RFID) Como o próprio nome já diz, RFID é uma tecnologia de identificação que utiliza a radiofreqüência para interceptar os dados e não a luz como no caso do código de barras, com isso a tecnologia de RFID permite que uma etiqueta seja lida, sem a necessidade de um campo visual, através de objetos tais como, madeira, plástico, papel etc.
  110. 110. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RFID – RADIO FREQUENCY IDENTIFICATION FUNCIONAMENTO (RFID) Para que ocorra essa comunicação, precisamos basicamente de dois componentes: Um transponder ou RF TAG (etiqueta); Um leitor com antena, que pode também ser gravador caso seja necessário escrever novos dados no chip da etiqueta. Quando aproximamos uma etiqueta do leitor, o campo do leitor alimenta a etiqueta, que transmite dados da sua memória para o leitor e vice-versa, no caso de uma etiqueta de leitura / escrita.
  111. 111. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RFID – RADIO FREQUENCY IDENTIFICATION RFID X Código de Barras As etiquetas de RFID podem ser lidas a distância maiores, assim podem ler produtos que não estejam ao seu alcance visual (Ex: Caminhão); Um leitor de RFID pode ler centenas de etiquetas ao mesmo tempo (Ex: Carrinho de Supermercado); Um objeto etiquetado com essa tecnologia pode ser rastreado em qualquer lugar do mundo, deste que este lugar tenha um leitor ao alcance.
  112. 112. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RFID – RADIO FREQUENCY IDENTIFICATION RFID X Código de Barras A tecnologia de RFID não tem a pretensão de substituir o código de barras em todas a suas aplicações. O RFID deve ser visto como um método adicional de identificação, utilizado em aplicações onde o código de barras e outras tecnologias de identificação não atendam a todas as necessidades. Também pode ainda ser usada sozinha ou em conjunto com algum outro método de identificação. Cada tipo de identificação tem as suas vantagens, e o que precisamos é de saber aproveitar os melhores benefícios de cada tecnologia para montar a solução ideal. Os benefícios principais do RFID são: a eliminação de erros de escrita e leitura de dados, captação ou intercepção de dados de forma mais rápida e automática, redução de processamento de dados e maior segurança. Quanto as vantagens do RFID em relação às outras tecnologias de identificação e captação de dados, temos: operação segura em ambiente severo (lugares húmidos, molhados, sujos, corrosivos, altas temperaturas, vibração, choques), operação sem contato e sem necessidade de campo visual e grande variedade de formatos e tamanhos.
  113. 113. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RFID – RADIO FREQUENCY IDENTIFICATION Características Resistência Mecânica Formatos Exige Contato Visual Vida Útil Possibilidade de Escrita Leitura Simultânea Dados Armazenados Funções Adicionais Segurança Custo Inicial Reutilização RFID Alta Variados Sim Alta Sim Sim Alta Sim Alta Alto Sim Código de Barras Baixa Etiquetas Não Baixa Não Não Baixa Não Baixa Baixo Não
  114. 114. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RFID – RADIO FREQUENCY IDENTIFICATION CUSTO: Etiquetas passivas custam atualmente de US$ 0,20 a US$ 10,00 (contra US$ 0,001 de uma etiqueta de códigos de barras); O custo da etiqueta (“tag”) RFID tem caído constantemente com o aumento da demanda. No momento, o uso das etiquetas ainda é recomendado somente para produtos de alto valor agregado, ou conjuntos (como pallets) de produtos. Uma regra geral é que a etiqueta não deve ultrapassar 1% do preço final do item. PONTOS CRÍTICOS: Rastreamento de produtos e conseqüente invasão de privacidade; É possível desativar a etiqueta após esta ter servido ao seu propósito, e a maioria das etiquetas só pode ser lida a um raio de até 3 metros, mas é confiável?; Em uma pesquisa feita pelo Auto-ID Center, no MIT, 78% das pessoas mostraram-se preocupadas quanto a ética desta tecnologia.
  115. 115. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RFID – RADIO FREQUENCY IDENTIFICATION CASOS PRÁTICOS HOSPITAIS Jacob Medical Center (NY – EUA). Controle de medicamentos; Permite aos funcionários dedicar mais tempo no atendimento aos pacientes; Outros exemplos: Controlar cadeia de suprimentos, cadeiras de rodas, alimentação, etc. GOVERNOS - ALEMANHA: Colocar o sistema em seu novo passaporte; O passaporte será válido por 10 anos e a etiqueta conterá a foto do dono do passaporte e as impressões digitais de seus dedos indicadores esquerdo e direito.
  116. 116. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO VMI – VENDOR MANAGED INVENTORY Inventário Gerenciado pelo Fornecedor O QUE É? Vendor Managed Inventory (VMI) significa inventário gerenciado pelo fornecedor. Na prática, quer dizer que o fornecedor passa a ser responsável por manter os níveis de inventário do cliente em valores pré-estabelecidos. O fornecedor passa ter acesso aos dados de inventário do cliente (normalmente via EDI) e é responsável por gerar ordens de compra para seu próprio material. É importante entender que não se trata de material em consignação, já que no VMI a propriedade do material em inventário é do cliente. A implementação de um processo de VMI envolve fortes mudanças nas empresas participantes. Mesmo com contratos detalhados, a confiança e senso de parceria passam a ser a base do relacionamento. Obviamente, existem benefícios e riscos associados a um programa de VMI. Para alavancar os benefícios, é importante que, como em qualquer programa, as atividades sejam bem planejadas, executadas e lideradas.
  117. 117. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO VMI – VENDOR MANAGED INVENTORY Inventário Gerenciado pelo Fornecedor BENEFÍCIOS Para Fornecedor e Comprador: Reforça a parceria entre as empresas; Redução dos tempos na cadeia de suprimentos; Melhor atendimento ao cliente final, ao ter melhor disponibilidade do material em inventário; Melhor timing das ordens de compras.
  118. 118. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO VMI – VENDOR MANAGED INVENTORY Inventário Gerenciado pelo Fornecedor BENEFÍCIOS Para o Comprador: Estabilidade no inventário e menor risco de falta de materiais; Redução do custo de emissão e processamento de pedidos; Crescimento do nível de serviço; Pode manter o foco no serviço ao cliente final; Redução do risco.
  119. 119. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO VMI – VENDOR MANAGED INVENTORY Inventário Gerenciado pelo Fornecedor BENEFÍCIOS Para o Fornecedor: Melhor previsão da demanda, já que tem acesso a dados detalhados de inventário e consumo do comprador; Maior facilidade de incorporar promoções no plano de inventário; Redução de erros.
  120. 120. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO VMI – VENDOR MANAGED INVENTORY Inventário Gerenciado pelo Fornecedor RISCOS Complexidade: O sistema de EDI deve ser testado exaustivamente para garantir que os dados são confiáveis; Aceitação: Os funcionários envolvidos nas duas empresas devem conhecer os objetivos e processos do VMI, já que a relação fornecedor-comprador muda. Comunicação: Aumenta a dependência de comunicação entre fornecedor e comprador. Devem-se definir novos processos entre as empresas; Excesso ou falta de inventário: Devem existir regras claras para casos nos quais sobre ou falte material, e quando o comprador quer mudar os níveis de inventário. Tempo: O VMI envolve um tempo de aprendizado considerável. As empresas envolvidas devem ter isto claro e aceitar a curva de aprendizagem; Resistência: Os vendedores do fornecedor podem ser contrários a um sistema que tira o poder de venda de suas mãos.
  121. 121. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MES – MANUFACTURING EXECUTION SYSTEMS Sistema de Execução da Manufatura MÊS são sistemas que integram a automação no chão-defábrica a um sistema de gerenciamento de informação, potencializando as informações de controle de processo, para análise e interação, entre as diversas áreas da indústria. Fornecem uma resposta rápida, resultante de condições de mudanças acopladas com um foco na redução de atividades que não agregam valor. Dirigem processos e operações da área de fabricação. Proporciona dados operacionais para outros sistemas de informação na empresa. Estas informações podem ser utilizadas para manter clientes e fornecedores da cadeia de abastecimento atualizados com que está acontecendo na fabricação de produtos.
  122. 122. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MES – MANUFACTURING EXECUTION SYSTEMS Sistema de Execução da Manufatura Algumas Aplicações de MES: Sistemas de controle e gerenciamento de produção (Execução, Planejamento e Relatórios); Controle Estatístico de Processo (CEP); Rastreabilidade de processo; Sistema de Controle e Gerenciamento de Paradas e Perdas do Processo (Downtime, Perdas & Ganhos); Sistemas de Autocontrole / Gerenciamento de Processos (Expedição, Recebimento, Logístico etc); Sistema de manutenção preditiva e preventiva; Integração MÊS / ERP (Sistema de Gestão Empresarial).
  123. 123. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO APS – ADVANCED PLANNING SYSTEMS Sistema Avançado de Planejamento Os sistemas APS podem abranger desde o nível estratégico até o nível de programação do chão de fábrica. APS utilizam o que há de mais moderno na lógica de planejamento da manufatura: inteligência artificial, otimização, heurística, algoritmos genéticos, regras de seqüenciamento e outras tecnologias modernas para resolver os conflitos de ordens e as restrições de produção. Estas técnicas permitem que as limitações que existem no sistema ERP, em relação a não consideração simultânea das restrições inerentes à manufatura, seja solucionada, refinando a programação, objetivando a otimização dos resultados da empresa.
  124. 124. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO APS – ADVANCED PLANNING SYSTEMS Sistema Avançado de Planejamento Uma outra característica importante do APS e que torna-se um fator de competitividade, é o tempo da geração programação e das eventuais reprogramações, que leva de segundos a minutos, situação em que o MRP leva horas ou até dias. Essa importância torna-se evidente quando imaginamos o dia a dia da empresa, onde vários eventos podem acontecer ao longo das operações, como por exemplo a falta de materiais, quebra de equipamentos e ferramentas, problemas de qualidade na matéria-prima ou nos produtos fabricados, falta de operadores, taxa de produção diferente dos tempos padrão utilizados e outros. Com isso a capacidade de resposta a esses eventos torna-se de extrema importância.
  125. 125. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO APS – ADVANCED PLANNING SYSTEMS Sistema Avançado de Planejamento Benefícios Trazidos pelo APS: Melhorias na performance de atendimento dos pedidos: pode-se definir com precisão a possibilidade de atendimento ao cliente, em relação a datas de entrega de pedidos. A eventuais imprevistos, gera reprogramações para atendimento de alterações na carteira de pedidos. Isto é fundamental frente as exigências crescentes do mercado consumidor. As relações com clientes passam a se fundamentar na confiança. Melhorias no processo de gerenciamento de compras e serviços: os processos de gerenciamento de compras e serviços passam a se basear em programação confiável (quantidades e datas), além de assegurar a empresa, quando de alguma alteração brusca, maior velocidade de reação. Os estoques de matéria prima e insumos podem ser substancialmente reduzidos. Os fornecedores, principalmente de matéria-prima, passam a trabalhar com pedidos baseados em previsões realistas.
  126. 126. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO APS – ADVANCED PLANNING SYSTEMS Sistema Avançado de Planejamento Benefícios Trazidos pelo APS: Redução do estoque de produtos acabados: ocorre a redução do estoque de produtos acabados, a partir da flexibilidade que o APS tem de programar e reprogramar com velocidade e precisão as quantidades e datas de fabricação. Redução dos lead times de atendimento: obtido pela possibilidade de elaborar programações das ordens de produção que minimizem os tempos de setup, que produzam lotes racionais, respeitando a disponibilidade de recursos, insumos e matérias primas. Redução na ociosidade de recurso: gera-se programações que garantam a melhor utilização dos recurso de produção – máquinas, mão-de-obra e insumos. Permite também, aproveitar as paradas eventuais das linhas e equipamentos, para programar manutenções (preventivas ou corretivas), modificações e testes, bem como para providenciar a realocação de mãode-obra, ou economizar o consumo de energia.
  127. 127. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO “FOCO NO PROBLEMA” E “FOCO NA SOLUÇÃO” Quando a NASA iniciou o lançamento de astronautas, descobriram que as canetas não funcionavam com gravidade zero. Para resolver este enorme problema, contrataram a Andersen Consulting, hoje Accenture. Empregaram uma década e 12 milhões de dólares. Conseguiram desenvolver uma caneta que escrevesse com gravidade zero, de ponta cabeça, debaixo d’água, em praticamente qualquer superfície incluindo cristal e em variações de temperatura desde abaixo de zero até mais de 300 graus Celsius. OS RUSSOS USARAM UM LÁPIS... PENSE NISSO.

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