Your SlideShare is downloading. ×
Democracia de portugal_e_a_democracia_atenienses
Democracia de portugal_e_a_democracia_atenienses
Democracia de portugal_e_a_democracia_atenienses
Democracia de portugal_e_a_democracia_atenienses
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Democracia de portugal_e_a_democracia_atenienses

546

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
546
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
10
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Democracia de Portugal e a Democracia atenienses<br />-520758390179<br />2568806177627<br />Trabalho realizado por:Rui Seixas nº16 1ºH<br />Professor: Armando Rocheteau<br />Disciplina: Área de Integração <br />Ano lectivo: 2010/2011<br />Comparação<br />Na democracia ateniense, em 508 a. C., foi inventado na cidade de Atenas um novo sistema político, a democracia - que representava uma alternativa à tirania. Propõe algumas reformas que concediam a cada cidadão um voto apenas, nas assembleias regulares relativas a assuntos públicos.Surgiu também um conselho de 500 membros, que era constituído por cidadãos com idades acima dos 30 anos que não podiam servir mais do que duas vezes numa vida. Esta alternativa à tirania incluía camponeses, mas excluía as mulheres como iguais.Todos os cidadãos do sexo masculino eram livres de assistir às assembleias, que debatiam e ratificavam as questões civis, normalmente quatro vezes por mês.<br />Não havia nesse tempo partidos políticos organizado; contrariamente aos sistemas democráticos actuais, a democracia grega não se regia pela eleição dos representantes, as decisões respeitavam sim a opinião da maioria relativamente a cada assunto aberto ao debate.<br />Antes do século VI a. C., Atenas era governada por uma monarquia, caracterizada por uma série de conflitos que deram à tomada do poder, Kratos, por parte dos ricos proprietários. Iniciava-se um período de governação aristocrática que evoluirá, muito rapidamente, na qual, para além dos aristocratas, pontificavam os ricos comerciantes da urbe. Este regime caracterizou-se por uma profunda instabilidade, uma vez que os direitos políticos, sociais e civis escapavam à larga maioria da população.<br />Este regime, já de cariz democrático, será plenamente concretizado com Péricles. Com ele, estabelecem-se, definitivamente, as condições que tornaram possível a participação dos cidadãos no governo da cidade. Aproveitando os tributos sobre os lucros da exploração das minas, Péricles instituiu remunerações para quem ocupasse aqueles cargos e, com isso, interessando muito mais gente na vida política. Velha cultura aristocrata desenvolveu-se dentro da democracia. Um dos principais beneficiários desta renovação cultural foi o teatro. O domínio total pertenceu a Atenas, foi não só a idade de Péricles, mas também a idade de ouro de Atenas. Os seus professores e um filósofo exerceram, particularmente, uma forte influência na sua formação. <br />Em função de suas ideias inovadoras para a sociedade, começa a atrair a atenção de muitos jovens atenienses. Suas qualidades de orador e sua inteligência, também colaboraram para o aumento de sua popularidade. Temendo algum tipo de mudança na sociedade, a elite mais conservadora de Atenas começa a encarar Sócrates como um inimigo público e um agitador em potencial.<br />Péricles foi reconhecido, pela maioria dos cidadãos de Atenas, pela sua sagacidade, patriotismo e eloquência. Na política ateniense Péricles procurou que todos os cidadãos participassem na governação. Introduziu, o pagamento do serviço político dos cidadãos e a escolha dos membros do Conselho entre os cidadãos de Atenas.Fortaleceu o império grego, organizou a defesa contra o inimigo persa. Sob a sua liderança, Atenas afirmou-se como uma grande potência naval, e atraiu aliados das grandes ilhas do Egeu e de muitas cidades do Norte.<br />No ano seguinte, em430 a. C., a cidade, superpovoada, foi assolada pela peste, abalando a confiança de Atenas. Péricles foi deposto, julgado e multado por uso impróprio dos fundos públicos. Em 429 a. C., no entanto, foi reeleito, vindo a falecer pouco tempo depois. Sócrates era considerado pelos seus contemporâneos um dos homens mais sábios e inteligentes. Em seus pensamentos, demonstra uma necessidade grande de levar o conhecimento para os cidadãos gregos. Ele não foi muito bem aceito por parte da aristocracia grega, pois defendia algumas ideias contrárias ao funcionamento da sociedade grega. Criticou muitos aspectos da cultura grega, afirmando que muitas tradições, crenças religiosas e costumes não ajudavam no desenvolvimento intelectual dos cidadãos gregos.<br />Enquanto a história da democracia portuguesa refere – se a evolução social que difere a política, e para se perceberem as continuidades e transformações da sociedade democrática é necessário recuar até à década de 60, a partir da qual se verificaram importantes mudanças, algumas das quais se contam entre os factores que deram origem à revolução.<br />A emigração acompanha a História portuguesa como um factor estrutural. Nos anos 60, sobretudo em direcção a França, seguiu-se um abrandamento. Nos anos 80 os portugueses migraram muito menos e os destinos alteram-se: emigram em direcção aos EUA, Venezuela, Canadá e Austrália.Contudo, o movimento mais espectacular, após o 25 de Abril, foi o do regresso dos portugueses das ex-colónias africanas - é este aspecto que caracteriza a imigração dos meados da década de 70, entrando em Portugal mais de meio milhão de pessoas.  <br />Nos trinta anos que se situam entre 1971 e 1991, regista-se um aumento da população portuguesa (a residir em Portugal) de cerca de 1 milhão de pessoas, para depois, entre 1981 e 1991, se verificar uma estabilização da população, em torno dos 10 milhões.Portugal apresentou, na década de 70, uma taxa de crescimento médio anual da ordem dos 1,30%. Este forte crescimento ficou a dever-se, em grande medida, ao regresso de portugueses das colónias, e, em menor escala, ao regresso de nacionais da Europa. A década seguinte caracterizou-se, sobretudo, por uma situação de estagnação, que espelha o real envelhecimento da população.<br />

×