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Capites de abril

  1. 1. 655748531144 Capitães de Abril<br />321233519828<br />Trabalho realizado por:<br />Rui Seixas Nº16 1ºH<br />Professor: Armando Rocheteau<br />Disciplina: Área de Integração <br />Ano Lectivo: 2010/2011<br />Realizador:  Maria de Medeiros<br />Actores principais: Stefano Accorsi (Salgueiro Maia), Maria de Medeiros (Antónia), Joaquim de Almeida (Gervásio), Frédéric Pierrot (Manuel) <br />Actores secundários: Fele Martínez (Lobão), Manuel João Vieira (Fonseca), Marcantónio Del Carlo (Silva), Emmanuel Salinger (Botelho), Rita Durão (Rosa), Manuel Manquiña (Gabriel), Duarte Guimarães (Daniel), Manuel Lobão (Fernandes), Luís Miguel Cintra (Pais), Joaquim Leitão (Filipe), Henrique Canto e Castro (Salieri), Rogério Samora (Rui Gama), Pedro Hestnes (Emilio), Marcello Urgeghe (Locutor da rádio), José Airosa (Paulo Ruivo), José Boavida (Técnico da rádio), António Capelo (Chamarro), Ruy de Carvalho (Spínola), Ricardo Pais (Marcelo Caetano), José Eduardo (Virgílio), Peter Michael (Pedro), Raquel Mariano (Amélia), Horácio Santos (Cesário) João Reis (voz de Salgueiro Maia). <br />Sinopse: <br />Na noite do 24 para o 25 de Abril de 1974, a rádio emite uma canção proibida: "Grândola, Vila Morena". Poderia apenas ter sido a insubmissão de um jornalista rebelde mas, na realidade, é um dos sinais programados do golpe de estado militar que vai transformar completamente o país, sujeito à ditadura do Estado Novo durante várias décadas. Ao som da voz do poeta e cantor José Afonso, as tropas insurgidas tomam os quartéis. Na madrugada, o Movimento das Forças Armadas marcham para Lisboa. Basicamente, não entrando em grandes detalhes, os revoltosos apoderaram-se, sem grande dificuldade, o Quartel-general da Região Militar do Porto, o Aeroporto de Lisboa, a RTP e o RCP. <br />Estes eram os lugares que os militares achavam importantes para conseguirem o que queriam. O governo ordena um contra-ataque por tropas do quartel, mas recusaram as ordens e se juntaram aos revoltosos.<br />Salgueiro Maia comandando as forças da Escola Prática de Cavalaria ocupa o Terreiro do Paço e depois cerca o Quartel da GNR do Carmo onde se tinha refugiado Marcelo Caetano. O quartel é atacado com rajadas de metralhadoras ligeiras e, por fim, Caetano rende-se, é levado e enviado para o aeroporto com destino para a Madeira. E meses depois, iria passar o resto da sua vida no Brasil.<br />Assim acaba uma vitoriosa revolução, salva pela desmoralização, indisciplina e apatia que reinava no exército, que não reagiu aos golpistas. Pelo apoio popular eufórico que correu à rua mais para apreciar o Tatoo militar, que era um espectáculo militar, por fim houve muita gritaria e festejos. Houve dezenas de civis feridos e morreram nesta revolução 4 manifestantes que foram abatidas pela DGS “ Direcção-Geral de Segurança”.<br />Relacionamento com a matéria: o filme relata a revolução portuguesa, no dia 24 a 25 de Abril de 1974, que foi um dia muito importante para o país, pois no nosso país não tínhamos direitos, democracia e muito mais. Esta revolução começa quando a rádio emite uma canção proibida: "Grândola, Vila Morena" que era um dos sinais programados do golpe de estado militar que ia transformar completamente o país. Agora, todos os anos, festejamos o 25 de Abril que é um feriado nacional, uma bela homenagem à memória de Salgueiro Maia e ao dia que mudou Portugal.<br />Antes do 25 de Abril de 1974, em Portugal, não havia liberdade, existia censura e as pessoas não podiam dizer o que pensavam nem exprimir a sua opinião.Havia uma polícia política, a PIDE, que controlava os cidadãos. A PIDE perseguia as pessoas que dissessem alguma coisa sobre o Governo ou sobre os governantes e, por isso havia muitos presos políticos. Não havia Liberdade nem Democracia. O estatuto legal das mulheres portuguesas era de completa e total discriminação em função do sexo.<br />Por exemplo: as mulheres não poderiam dar as suas opiniões e, também não podiam votar e os homens praticavam, actos e abusos de poder contra as mulheres que são crimes bastante graves. O pior era as mulheres casadas que eram condenadas a situação de menoridade ou incapacidade de forma permanente uma vez que o casamento celebrado segundo o ritual católico, a forma mais frequente de celebração deste tipo de contrato, era indissolúvel à face da lei civil.<br />A mulher casada não tinha praticamente direitos, devendo obediência e sujeição ao chamado “chefe da família” que decidia como entendia, em relação à mulher, aos filhos, ao património do casal e à residência, apenas tinha o direito de se ocupar do governo da casa e de ser ouvida sempre que a sua opinião fosse diferente da opinião do marido e muito mais.<br />E depois do 25 de Abril, podemos falar livremente, dizer aquilo com que concordamos e o que não apoiamos, as mulheres já podem dar as suas opiniões e poder votar.Viver num novo Espaço Europeu e ter acesso directo ao Mundo sem receio de censura ou perseguições. Temos eleições livres para podermos escolher os nossos governantes.<br />[…]<br />Ver Mais<br />

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