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Captacao secretarias de turismo
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Captacao secretarias de turismo

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Oficina sobre captação de recursos para prefeitos, secretarios de turismo e gestores das estâncias turísticas do estado de são paulo

Oficina sobre captação de recursos para prefeitos, secretarios de turismo e gestores das estâncias turísticas do estado de são paulo

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  • 1. Estratégias de Captação de Recursos para o Setor Público Professor: Marcelo Estraviz
  • 2. Informes iniciais  Algumas informações importantes:  Falaremos da área pública E também do terceiro setor.  Experiências dos alunos são bem-vindas!  Trata-se de uma consultoria coletiva.
  • 3. Nossa agenda  Serão 4 grandes temas:  O que é captação de recursos  Diversificação das fontes de financiamento  Captação e o poder local  Envolvimento Comunitário
  • 4. Fundraising no Brasil
  • 5. Onde estão nossos aliados? Seja em ONGs como em municípios:  Na vizinhança  Nas outras esferas governamentais  Em outros municipios que fazem ou fizeram o mesmo que estamos fazendo  Em outros países.
  • 6. Metas de um plano de ONG Após o planejamento estratégico contendo as atividades que realizarão, devem definir as metas financeiras para concretizar essas atividades:  Qual a meta total  Qual o prazo  Quais as fontes  Quais as metas por fontes.
  • 7. Projetos e Programas Tanto para a área pública como para ONGs (e também empresas em muitos casos), é importante definir a diferença entre projetos e programas.  Na área pública há o PPA.  Em ONGs existem as linhas de atuação (programas) e as atividades com começo, meio e fim (projetos).
  • 8. Munícipe/aliado/pessoa/gente
  • 9. Atuais e futuros apoiadores  Um projeto se faz “com” e não “para”.  Se isso não foi feito assim: revise-o "com"  Se já não é possivel, apresente-o antes de começá-lo.  Se já o começou, convide pessoas para opinarem.  Se... Você ainda acha que terá apoiadores?
  • 10. Diversificação de Fontes  Para além dos repasses da união e da cobrança de impostos.  Experiências do terceiro setor na diversificação  Casos de municípios que diversificam.  Planos de captação específicos para a diversificação de recursos.
  • 11. Um pouco sobre Projetos • Projetos são ferramentas de gestão. • Tem começo meio e fim. • Ter um esforço concentrado, para depois passar a ser algo com continuidade. Exemplo: construção de um hospital. • No Brasil somos bons de projetos e ruins de manutenção.
  • 12. Campanhas Anuais  A boa gestão pede que para além de recursos novos para projetos novos, busquemos recursos para financiar nossos custeios.  Muitas ONGs se financiam via projetos quando deveriam buscar recursos não carimbados para sua manutenção.
  • 13. Patrocínios na área pública?  Na verdade isso já existe. Governo federal, estadual e municipal se complementam nos recursos.  Categorias de patrocínio, como vemos na área cultural, é a forma mais pragmatica de valorizar o investimento de acordo com seus tamanhos.  É importante estar atento ao ministério público e a interpretação da Lei 8.666.
  • 14. Pensar para além de projetos
  • 15. Antes e após a inauguração  Cessão de espaços, locações, “naming rights”, PPPs, concessões...  Privatizações e/ou estatizações. O importante é gerir o recurso público.
  • 16. Orçando o custeio Após a inauguração, costumamos ver equipamentos públicos se deteriorarem com rapidez. Isso acontece porque simplesmente não se planejou o orçamento de manutenção de coisas simples, como uma torneira ou um vidro. E é tão simples...
  • 17. As escolas e os fundos da APM Pensando nisso que se criaram os macanismos jurídicos adequados para que as escolas recebessesm, através das APMs, recursos de pequena monta para usos corriqueiros: pintar um muro, comprar um computador... O que tem acontecido em muitos municipios é que nem os pais sabem dessa possibilidade e se alega pouca participação...
  • 18. Eventos simbólicos  Fazer um encontro, um evento, uma reunião para escutar; tudo isso é muito simples e fácil de organizar.  Nessas horas se descobrem os talentos e as forças locais. Não é pra fazer comício e sim pra explicar algo e convidá-los a se envolver.
  • 19. Plano Plurianual  A ideia de planejamento é recente no Brasil como um todo. Na área privada havia uma inflação que impedia qualquer plano e na área pública plano estava associado a uma solução drástica (plano collor, verão, cruzado...)  Os PPAs buscam mudar isso.
  • 20. Programas, ações, projetos
  • 21. Contratos
  • 22. Convênios
  • 23. Tranferências constitucionais  Aqui entram os fundos previstos na constituição, como os de participação dos municípios ou o FUNDEB.  Os pequenos municípios em sua maioria vivem desses recursos.
  • 24. SICONV Antigamente cada ministério e órgão federal tinha seu próprio sistema de conveniamento. Hoje em dia se busca integrar tudo isso em um único portal, que está a meio caminho de ser algo ideal. A lógica segue o PPA. Um Universo de programas e recursos.
  • 25. Qual o caminho das pedras?
  • 26. QI do Bem • Chamado “quem indica” pode e deve ser aplicado para obtenção de informações. • O que se costuma fazer (e é errado!) é obtenção de vantagens, facilidades e recursos “não contabilizados”. • É possivel ter aliados em Brasilia.
  • 27. Pressão gera transparência  Recursos sobram  Faltam bons projetos  Há corrupção  Faltam bons gestores  Pressão política
  • 28. Envolvimento Comunitário  Para além do gabinete.  Envolver a vizinhança  Sentimento de pertencimento.  O ciclo virtuoso.
  • 29. Elefantes Brancos  O que difere uma obra de outra para que algumas rapidamente tenham um aspecto de abandonadas e outras pareçam vivas e dinâmicas?
  • 30. Óculos de ver redes
  • 31. Governar para quem ou para que?  O grande risco que um gestor corre é o de passar a considerar as suas ações o mais importante. Cada ação tem pessoas envolvidas e pessoas beneficiadas. Cada projeto tem um conjunto de pessoas que devem ser chamadas a participar pelo menos em alguma fase do processo.
  • 32. Acessa São Paulo  Associações comunitárias  Municípios  Espaços do governo estadual  Quais tem mais uso?
  • 33. Onde cabe o envolvimento? Em todos os lugares e projetos:  Consultá-los para perguntar o que querem.  Consultá-los para melhorarem algo.  Trabalhar com eles para novas ideias.  Realizar pesquisas qualitativas sobre atendimentos.
  • 34. Por que insisto no tema praças Claro que poderíamos falar de implantação de postos de saúde ou escolas ou pavimentação ou segurança. Mas praça é um simbolismo importante. Na Europa, as praças são o exemplo da vida cotidiana e comunitária. Há praças para turistas e praças do bairro. Nos movimentos da Primavera Arabe e Occupy Wall Street tudo ocorreu em praças.
  • 35. Parque da Juventude Todos conhecem a história do Carandiru e a morte de 111 presos no início dos anos 90. O local já se encontrava deteriorado e com superlotação. Um novo parque poderia ser um local somente para uma estética higienista ou poderia ser um espaço de envolvimento da vizinhança. Foi o que fizemos.
  • 36. Cidadão ativo é doador de seu tempo e dinheiro  Não há muita diferença entre ONGs e governos se pensarmos sobre essa ótica  Existem governos assistencialistas e ONGs assistencialistas.  Os que votam estão cada vez mais sábios  Um cidadão consciente gera um município melhor pra se viver.  É o que queremos, certo?
  • 37. Ops, acabou! Espero que tenham gostado. Eu gostei! Agora é com vocês.  Meus dados: marcelo@estraviz.com.br www.estraviz.com.br 11 97972-7949

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