Jovem Condenado Por Chacina (J Manhã 18ev2009) - Presentation Transcript
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CASO KUBANACAN - Jovem condenado por participar de chacina
esportes
18/02/2009
geral
opinião
Em julgamento de quase oito horas, a Justiça de Marília condenou ontem a 16 anos
policial de prisão em regime fechado o desempregado Paolo Graziane Rodrigues Verga, de 22
política anos, pela participação no assassinato de duas pessoas em 2005 na maior chacina da
rubens coca história da cidade, crime conhecido como “Caso Kubanacan”. O outro acusado José
Mário Ferreira, de 39 anos, foi absolvido por um erro administrativo no curso do
in society processo. CHARGE DO DIA
SERVIÇOS Segundo a denúncia do Ministério Público, em janeiro de 2005, os réus na companhia
de outras três pessoas, que foram impronunciadas do crime, efetuaram disparo de
Expediente arma de fogo contra as vítimas Marcos Roberto Carneiro e Eduardo Gonçalves da
Silva. Este último também foi ferido e torturado com vários golpes de faca. Em
Fale Conosco
seguida Paolo ajudou o acusado a enterrar as vítimas no quintal da chácara.
Opinião do Leitor
Pesquisa Na mesma chácara também foram encontrados os corpos de outras três pessoas. Em TEMPO
uma cova estava Antônio Carlos de Oliveira, de 27 anos, conhecido como Chico
Tatuagem. Ele foi esfaqueado pelos bandidos e teve as mãos e pés amarrados. Em
CLASSIFICADOS outra abertura, a cerca de 15 metros da primeira, localizaram o casal Alexandre
Paulino de Souza, 24 anos e Bárbara Luiza Reis de Siqueira, de 22 anos. Ele teria sido
Empregos morto por asfixia e a mulher foi degolada pelos criminosos.
Carros
Motos O JULGAMENTO
Imóveis
O julgamento de ontem teve plenário cheio durante todo o dias. Familiares dos réus,
das vítimas, estudante marcam presença no Fórum. No sorteio dos jurados, acusação
e defesa recusaram três pessoas respectivamente e uma outra foi impedida por
conhecer Paolo.
A única pessoa a ser ouvida foi uma testemunha protegida, acusada de ser telefonista
da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e que teria presenciado os
assassinatos. Forte esquema policial a escoltou até o plenário. A mulher vestia colete
a prova de balas, capacete da tropa de choque e não teve o seu rosto exposto para o
público.
Em depoimento, ela confirmou reconhecimento apenas de Paolo. A testemunha oculta
afirmou que prestou serviço para o PCC por oito anos. Ela era responsável por
transferir as ligações de presídios para chefes do bando. A mulher também afirmou
que a chácara onde aconteceu os crimes era utilizada para negociação de drogas.
A testemunha oculta afirmou que presenciou a execução de Chico Tatuagem,
Alexandre e Bárbara. No dia do assassinato de Marcos Roberto e Eduardo ela não
estava na chácara, mas disse que Paolo confidenciou participação ao seu ex-
namorado. O réu ajudou a enterrar as vítimas.
Em seguida o réu José Mário prestou depoimento. Ele alegou não ter envolvimento no
crime ou conhecer algum dos outros criminosos. O acusado afirmou que o mais
próximo que chegou de Marília foi através da rodovia Transbrasiliana (BR-153). Ao
final do testemunho, o juiz confirmou que ele foi confundido por ser homônimo do
verdadeiro assassino e que o júri ocorreu por um erro processual.
Por fim, o juiz ouviu depoimento do réu Paolo. O acusado também negou participação
e alegou que nunca passou perto da chácara Kubanacan. Ele afirmou que policiais
civis lhe disseram que sua participação seria a entrada para a facção criminosa. Fato
também rejeitado pelo réu.
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