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Unidade IV – O Nordeste
Capítulo 11 – O espaço socioeconômico nordestino
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Observe as fotos.
De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa...
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A cidade de Caruaru se destaca como polo turístico, comercial e ...
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Hotel em São Luís, MA.
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Subregiões Nordestinas
MárioYoshida
Fonte: Atlas nacional do Bra...
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Conversa
 Quais subregiões do nordeste estão
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A concentração de riquezas e o desenvolvimento
Esses fatores são...
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Passar a fabricar produtos de base tecnológica, como
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Apesar de terem ocorrido investimentos no setor
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A agropecuária nas subregiões nordestinas
Zona da Mata
Área ocup...
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A cana-de-açúcar é cultivada praticamente em todos os
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Colheita manual de cacau em
fazenda da Bahia (2002).
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Fumo
Outros produtos cultivados na
Zona da Mata são o arroz, o
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Agreste
A porção leste é uma área coberta por trechos de
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Sobressaem-se, na
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Uma das principais atividades econômicas é a criação de g...
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• clima quente e relativamente úmido,
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Trator prepara a terra para o plant...
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Além do Recôncavo Baiano, os estados nordestinos de Sergipe,
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Desde então, foram feitas várias tentativas p...
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  1. 1. Geografia Homem & Espaço 7º ano Unidade IV – O Nordeste Capítulo 11 – O espaço socioeconômico nordestino ELIAN ALABI LUCCI e ANSELMO LAZARO BRANCO ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva
  2. 2. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Observe as fotos. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a cultura do algodão herbáceo destaca-se como uma das mais importantes da região Nordeste, em especial para os pequenos e médios produtores do Sertão. Uma das grandes vantagens desta atividade é que mais de 75% do custo de produção é com mão-de-obra, o que significa ocupação para milhares de trabalhadores rurais. MiguelPortela/DiáriodoNordeste/FuturaPress
  3. 3. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva A cidade de Caruaru se destaca como polo turístico, comercial e cultural do interior de Pernambuco. A Feira de Caruaru recebeu o título de Patrimônio Imaterial Brasileiro. O Alto do Moura, núcleo de produção artesanal, é o maior centro de Artes Figurativas da América. Além disso, há a grandiosa festa de São João. A cidade se destaca também pelas confecções. DelfimMartins/PulsarImagens
  4. 4. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Hotel em São Luís, MA. OImparcial/FuturaPress
  5. 5. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Subregiões Nordestinas MárioYoshida Fonte: Atlas nacional do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1992 (adaptado).
  6. 6. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Conversa  Quais subregiões do nordeste estão presentes nas fotos?  Quais são as atividades econômicas representadas nas fotos?  Que fator facilita a utilização de grande quantidade de mão-de-obra na agricultura do Sertão?
  7. 7. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva A concentração de riquezas e o desenvolvimento Esses fatores são grandes responsáveis pela existência de uma distribuição de renda acentuadamente desigual. Propriedade rural Estrutura política Fortemente controlada por famílias tradicionais, da classe dominante. Aspectos importantes na determinação de muitos problemas sociais do Nordeste.
  8. 8. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Fábrica de automóveis que se instalou na cidade de Horizonte (CE) e foi beneficiada pelas políticas de desenvolvimento econômico implantadas pela Sudene e pelos governos estaduais. O processo de urbanização nessa região foi iniciado muito mais pela estagnação do seu meio rural do que pela industrialização de sua economia. JoséLeomar/DiáriodoNordeste/FuturaPress
  9. 9. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Passar a fabricar produtos de base tecnológica, como aços especiais, automóveis e produtos petroquímicos. Porém, o Nordeste tem redescoberto as suas atividades tradicionais como o artesanato. E desenvolvido novos setores, como a agroindústria e o turismo. ALÉM DE: Como resultado de uma série de políticas de desenvolvimento econômico implantadas pela Sudene e por governos estaduais, o Nordeste, desde os anos 1970, vem apresentando índices de crescimento superiores aos do Centro-Sul e à média brasileira.
  10. 10. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Apesar de terem ocorrido investimentos no setor agropecuário, a prioridade na atuação da Sudene passou a ser a industrialização do Nordeste, oferecendo incentivos aos empresários que se instalassem na região. Pode-se dizer que a Sudene não conseguiu atingir plenamente seus objetivos de redução das disparidades regionais verificadas no interior do espaço geográfico brasileiro.
  11. 11. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva A agropecuária nas subregiões nordestinas Zona da Mata Área ocupada principalmente pelo cultivo da cana-de-açúcar, importante produto agrícola da região desde o período colonial. Usina Monte Alegre, em Mamanguape, PB (2007). RubensChaves/PulsarImagens A estrutura agrária da região, que se mantém até hoje, é controlada pelo poder político regional, ocasionando grandes desigualdades na distribuição de terras.
  12. 12. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva A cana-de-açúcar é cultivada praticamente em todos os estados do litoral oriental, cujos principais produtores são os estados de Pernambuco e de Alagoas. Sua produção começou a se destacar no início do século XIX, especialmente no litoral sul da Bahia, nos municípios de Ilhéus e Itabuna. Outro produto agrícola importante na região é o cacau. Até os anos 1980, o Brasil era um dos principais exportadores mundiais de cacau. Desde então, a participação das exportações brasileiras no mercado mundial apresentou uma queda bastante acentuada.
  13. 13. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Colheita manual de cacau em fazenda da Bahia (2002). AntonioGusmão/Tyba No final dos anos 1990, o Brasil passou a importar o produto. Essa alteração no quadro do comércio exterior em relação ao cacau deve-se a dois fatores basicamente: o aumento do consumo interno e a queda da produção dos cacaueiros baianos. Além disso, também contribuíram as estiagens de 1992 e 1995 e o pouco investimento em tecnologia para aumento da produtividade.
  14. 14. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Fumo Outros produtos cultivados na Zona da Mata são o arroz, o coco-da-baía e o sorgo, empregado principalmente na alimentação de animais. As principais áreas produtoras são: • o Recôncavo Baiano; • os municípios de São Félix e Cachoeira, na Bahia; • Arapiraca, em Alagoas, responsável pela maior parte da produção nordestina. O Nordeste dedica-se sobretudo à produção de fumos escuros, para charutos, contribuindo com 16,5% do total nacional. Cultivo que requer grande quantidade de mão-de-obra. Produto de destaque na economia regional nordestina.
  15. 15. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Agreste A porção leste é uma área coberta por trechos de vegetação mais densa. Na forma de policultura, diferentemente do que ocorre no Sertão e na Zona da Mata, onde predominam as grandes propriedades. Há trechos com vegetação de caatinga, principalmente na porção oeste. Principalmente nos estados Pernambuco Paraíba Além da pecuária leiteira. Pratica-se a agricultura em pequenas e médias propriedades.
  16. 16. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Sobressaem-se, na agricultura do Agreste, o algodão e o sisal ou agave. Plantação de algodão no Agreste, em Luís Eduardo Magalhães, BA (2007). DorivalMoreira/PulsarImagens Dos vários produtos cultivados, destacam-se: • os gêneros alimentícios. Essas culturas de plantas industriais são praticadas em propriedades de porte médio.
  17. 17. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Sertão Uma das principais atividades econômicas é a criação de gado. Os caprinos são os que melhor se adaptam ao clima semiárido. Quando as secas são mais fortes e duradouras, o gado é conduzido às regiões serranas. Criação de gado na região de Itamaraju, BA. RubensChaves/IsuzuImagens Mais extensa das subregiões do Nordeste. Criação praticada em caráter extensivo, em fazendas de grandes dimensões. Nos períodos de seca, para suprir a falta de espécies vegetais, são aproveitados alguns tipos de cactos, que servem de alimento ao gado.
  18. 18. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva O algodão arbóreo é de grande valor para a atividade industrial têxtil. As condições de trabalho são precárias, pois as máquinas utilizadas são extremamente arcaicas e não oferecem segurança. Utilizado para confeccionar cordas, rechear estofamentos e produzir pasta para a indústria de celulose. Sisal É comum o emprego de crianças.
  19. 19. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva A agricultura sertaneja é praticada ao longo dos cursos de alguns rios, nos seus leitos, no fundo de lagos e lagoas, aproveitando o pouco de umidade que resta durante a seca. AdrianoGambarini/PulsarImagens Vazante do rio São Francisco em Petrolina, PE (2000). A essas culturas agrícolas dá-se o nome de cultura de vazante.
  20. 20. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva A produtividade da uva é cerca de 2,5 vezes maior que em outras regiões do país. Colheita de manga em Petrolina, PE. GeyssonMagno-Lumiar/SambaPhoto Em Petrolina, uma das principais fontes de renda e de geração de empregos é a agricultura irrigada. Nessa região vem crescendo também a produção de vinho, que apresenta boa qualidade e tem recebido prêmios no Brasil e no exterior.
  21. 21. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva As culturas dos projetos de irrigação possibilitaram o aumento dos rendimentos, mas acabaram gerando renda localizada. Colheita de melão em Mossoró, RN. Além disso, a utilização intensiva da irrigação pode ocasionar problemas ambientais, tanto para o solo, como para os rios de onde a água é retirada. FabioColombini
  22. 22. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Fornos de carvoaria no vale do Jequitinhonha, MG (2002). RicardoAzoury/OlharImagem
  23. 23. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Meio-Norte • clima quente e relativamente úmido, • compreende parte do Piauí e do Maranhão. Da carnaúba tudo se aproveita: • a madeira, que é resistente; • as raízes, para a obtenção de compostos medicinais; • o fruto, que serve de alimento para o gado; • as folhas, com as quais são feitas esteiras e redes; • a semente, de onde se extrai o óleo de cozinha; • e a cera, sua principal riqueza, extraída da camada superficial das folhas. Duas espécies de palmeiras constituem fonte de renda para a população: a carnaúba e o babaçu.
  24. 24. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Árvores de carnaúba no delta do rio Parnaíba, PI. RicardoAzoury/OlharImagem No Maranhão, nos vales dos rios Mearin e Pindaré, sobressai o cultivo do arroz, que é o principal produto agrícola desse estado. O Piauí ainda tem tradição na plantação de mamona, destinada à fabricação de óleo de rícino. O babaçu é empregado sobretudo na produção de óleos.
  25. 25. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Babaçu na região de Santa Inês, MA. RubensChaves Quebradeiras de coco em Codó, MA. RubensChaves
  26. 26. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva JeffersonCoppola/FolhaImagem Trator prepara a terra para o plantio de mamona no Núcleo de Produção Comunitária Santa Clara (PI), cuja plantação abastece o programa de biodiesel do governo federal (2004).
  27. 27. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Os recursos minerais e a atividade industrial No Nordeste são encontrados alguns importantes minerais: • chumbo; • tungstênio; • magnesita; • gipsita; • cobre; • xisto betuminoso; • e urânio. Além desses minerais, destaca-se também o sal marinho, que tem o Nordeste como seu principal produtor brasileiro e exportador.
  28. 28. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Salineiro em Pernambuquinha, RN. AndréaD’Amato/SambaPhoto Plataforma de petróleo no campo de Piranema, SE (2007). MárcioGarcez/FolhaImagem
  29. 29. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva O primeiro poço de petróleo encontrado no Brasil foi o de Lobato, na Bahia, mais exatamente no Recôncavo Baiano. Além do seu uso na alimentação, o sal é empregado também nas indústrias químicas. O Nordeste possui outros minerais que constituem importantes fontes de energia: o petróleo e o gás natural. Ele continua sendo, até hoje, uma das principais áreas produtoras de petróleo do país.
  30. 30. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Além do Recôncavo Baiano, os estados nordestinos de Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte e Ceará também contribuem para a produção nacional de petróleo. S/CComunicação Fonte: Ministério de Minas e Energia. Balanço Energético Nacional 2006.
  31. 31. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva A industrialização Desde então, foram feitas várias tentativas para industrializar o Nordeste, principalmente após a criação da Sudene e a aplicação da política de incentivos fiscais para quem quisesse se estabelecer na região. O pioneirismo da industrialização do Nordeste coube ao pernambucano Delmiro Gouveia. Usina hidrelétrica em Paulo Afonso, SE (2007). Em 1913, inaugurou uma usina hidrelétrica em Paulo Afonso. QUE
  32. 32. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Principais setores e centros industriais Industrialização nordestina Dessa forma, indústrias de eletrodomésticos e de produtos eletrônicos, higiene e limpeza fixaram-se na região metropolitana de Recife, e de produtos alimentícios, na região de Fortaleza. A instalação de outros setores industriais no Nordeste deu-se em função dos incentivos oferecidos pela Sudene. Com a descoberta do petróleo, passou a se destacar também a indústria petroquímica. Sempre ligada à agricultura da cana-de-açúcar e do algodão. O que beneficiou o desenvolvimento de usinas de açúcar e de fábricas de fiação e tecelagem.
  33. 33. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Em Camaçari (BA), no ano de 2001, foi inaugurada a fábrica da Ford, a primeira grande indústria automobilística instalada fora do Centro-Sul. O empreendimento recebeu incentivos dos governos federal, estadual e municipal. Inauguração do Porto da Ford (Terminal Portuário Privativo Miguel de Oliveira) em Candeiras, BA (2005).
  34. 34. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva A partir da década de 1990, a instalação de indústrias no Nordeste passou a ser estimulada pelos próprios estados, que passaram também a doar terrenos e a investir em infraestrutura. No Ceará, empresas calçadistas instalaram-se em Sobral, Crato e Fortaleza. Porto de Suape em Cabo de Santo Agostinho, PE (2006). JorgeHenrique/FuturaPress
  35. 35. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva • Em Pernambuco, há o polo gesseiro em Araripina, que produz cerca de 90% do gesso do Brasil; nesse estado também se destacam as confecções de Caruaru. • Na Bahia, em Feira de Santana encontra-se o terceiro principal Centro Industrial do estado. • Em Ilhéus, formou-se um polo de informática e indústrias eletroeletrônicas, em virtude de incentivos oferecidos pelo município, pelo estado e pela Sudene. Em todos esses casos, a mão-de-obra barata também é um forte atrativo para as empresas.
  36. 36. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva A atividade turística Crescimento da atividade turística nas capitais do Nordeste, inclusive para turistas estrangeiros. Os turistas são atraídos principalmente pelas belas praias e pela perspectiva de calor praticamente o ano todo. A partir dos anos 1980. Importante fonte de renda para o Nordeste. .E gera milhares de empregos na região.
  37. 37. Houve também investimentos estrangeiros em diversos pontos do litoral nordestino, com a construção de hotéis semelhantes aos existentes nos grandes centros turísticos internacionais. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Os governos estaduais passaram a estimular a atividade turística, veiculando comerciais nos meios de comunicação de outros estados do Brasil, principalmente São Paulo, o estado mais populoso e com maior poder aquisitivo
  38. 38. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva JucaMartins/OlharImagens Arquipélago de Fernando de Noronha, PE (2000).
  39. 39. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, MA (2006). Praia de Iracema, em Fortaleza, CE (2007). JorgeHenrique/FuturaPress RicardoAzoury/PulsarImagens
  40. 40. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Vale do Pati no Parque Nacional da Chapada Diamantina, BA (2007). Visitantes observam paredão de pinturas rupestres no Parque Nacional da Serra da Capivara, PI (2004). PaleZuppani/PulsarImagens Aureliano Müller/Folha Imagem
  41. 41. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Observe a foto.EduardoQueiroga-Lumiar/SambaPhoto
  42. 42. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva A imagem mostra parte do centro histórico da cidade de São Luís (MA), que foi revitalizado. A capital maranhense também é palco de uma das mais belas e expressivas manifestações culturais do Brasil: a festa do Bumba-meu-boi. Alguns projetos de recuperação e preservação de áreas históricas, associados a ações de reestruturação urbana, foram realizados no Brasil, a partir da década de 1980. Além de São Luís, outros exemplos são o Pelourinho, em Salvador (BA), e o centro histórico do Recife (PE).
  43. 43. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Conversa  Em sua opinião, na cidade onde você mora há um bairro ou uma rua que poderia passar por um projeto de restauração desse tipo? Explique por quê.  Para quais atividades esse bairro ou essa rua deveria ser destinado?
  44. 44. Geografia Homem & Espaço 7º ano Unidade IV – O Nordeste Capítulo 11 – O espaço socioeconômico nordestino ELIAN ALABI LUCCI e ANSELMO LAZARO BRANCO ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva
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