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Seminário kenski versão final
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Seminário kenski versão final

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  • 1.  
  • 2. Daniele Vasques de Amorim Guilmer Brito Silva Maria Aparecida de Araújo Lima Nilza Quintino Rose Mary Ferreira P. Gomes
  • 3. A Educação serve para fazer mais do que usuários e desenvolvedores de tecnologia
  • 4. Qual a função da escola?
  • 5. Sociedade da informação: Incluídos x excluídos
  • 6. Qual a função das TICs?
  • 7.
    • Tabuleiro Digital da Bahia
    • Enlaces ou World Links
    • Infovias e Educação / Projeto Reducativa
    • Cooperação Internacional no Distrito Federal
    Exemplos de projetos educacionais via redes
  • 8.  
  • 9. Diferenças no uso das tecnologias
  • 10. “ Educação a distância não é nem apenas um processo exclusivo de auto-aprendizagem nem uma forma massiva de oferecer treinamento superficial e supostamente com menor custo operacional.” (Kenski 2007, p. 82).
  • 11.  
  • 12.
    • Algumas Premissas básicas sobre as TICs:
    • Mudanças na forma de ensinar e aprender.
    • Independente da intensidade do uso em sala de aula, todos têm contato com elas durante todo o dia.
    • O uso das TICs na educação difere do seu uso em outras áreas.
    Interações no dia-a-dia com Mídias geram Informações que se tornam referências para novas descobertas
  • 13.
    • Mesmo na educação tradicional, o ensino-aprendizagem vai além do ambiente presencial (semipresencial).
    • EAD é quando a maior parte das atividades é realizada longe da escola.
    • O uso das mídias deve estar condicionado ao:
        • Tipo de aluno;
        • Conteúdo;
        • Objetivos pretendidos (intencionalidade).
    • Após o uso deve-se:
        • Debater e conversar;
        • Incentivar a reflexão;
        • Trabalhar criticamente esse conteúdo.
  • 14.
    • A TIC deve proporcionar ao aluno:
        • Autonomia na aprendizagem;
        • Administração do tempo de estudo;
        • Seleção do conteúdo a ser estudado;
        • Participação ativa nas atividades;
    Cria vínculos entre participantes Fortalece a relação ensino-aprendizagem Redefine a dinâmica da aula INTERAÇÃO ATRAVÉS DAS TICs
  • 15. SEM Planejamento Pedagógico COM Planejamento Pedagógico Uso das TICs Sistematização da Aprendizagem Dispersão da Aprendizagem
  • 16. Aprendizagem Cooperativa TIC Participação de todos Valorização do Diálogo Experiências Pedagógicas GRANDE REVOLUÇÃO NO ENSINO!
  • 17.
    • Distância Transacional
    • Grau de interação em atividades educativas;
    • Varia de acordo com:
      • A forma como os alunos são tratados;
      • A estrutura do material de ensino.
    “ Com a separação surge um espaço psicológico e comunicacional a ser transposto, um espaço de potenciais mal-entendidos entre as intervenções do instrutor e as do aluno. Este espaço psicológico e comunicacional é a distância transacional.” (Michael G. Moore).
  • 18.
    • Mudanças de percepção sobre as TICs na escola
    • Computadores utilizados em atividades isoladas de ensino;
    • TIC sem interação com projeto pedagógico;
    • Uso da TIC para “dar satisfação à sociedade”;
    • O raciocínio e a aprendizagem de conceitos eram desprezados;
    1º Momento
  • 19.
    • Mudanças de percepção sobre as TICs na escola
      • Com a chegada dos periféricos, o computador passa a ser um “auxiliar” nas pesquisas;
      • Criação de projetos “interdisciplinares”;
    2º Momento
      • Fosso informacional entre professores e alunos que têm acesso aos computadores e entre os que não têm;
      • Movimento dos “sem-tela” nas escolas.
  • 20.
    • Mudanças de percepção sobre as TICs na escola
    • Surgimento da Internet;
    • Aulas no ciberespaço;
    • Busca de novas parcerias e processos
    • para ensinar e aprender;
    • Exigência de novos procedimentos pedagógicos;
    • Aspectos trabalhados nos alunos:
        • Criatividade;
        • Responsabilidade;
        • Racionalidade;
        • Respeito às diferenças.
    3º Momento
  • 21.
    • Mudanças de percepção sobre as TICs na escola
    PANORAMA GERAL O uso da tecnologia digital no Brasil vem ocorrendo com maior intensidade nas escolas nos últimos 10 anos. É um tempo desigual na distribuição e no acesso ao uso mais intensivo desses equipamentos.
  • 22. REDESENHO DA SALA DE AULA = AVA Derrick Kerckhove define AVA como um “entorno vivo, quase orgânico de inteligências humanas trabalhando em muitas coisas que tenham relevância potencial para os demais”.
    • Os Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) oferecem um diferencial para a aprendizagem individual ou grupal:
      • Interação (sincrônica e assíncrônica)
      • Hipertextualidade (propagação de atitudes de cooperação)
      • Conectividade (rápido acesso à informação e comunicação interpessoal)
  • 23.
    • * Os Primeiros Projetos de AVA surgiram em 1990 e possuíam atividades na web totalmente textuais.
    • * Posteriormente, com a inovação de janelas gráficas, surgiram 2 tipos de AVAs:
    • Sistemas Abertos Plataforma Proprietária
  • 24.
    • Novas Escolas:
    • Promover o acesso democrático ao conhecimento (escolha do objeto de estudo interessado e no tempo desejado).
    • Novos Professores:
    • Aplicar as TICs de forma produtiva no processo de ensino-aprendizagem de acordo com o contexto de cada escola.
    • Novos Alunos:
    • Alunos interessados, colaborativos, aprendendo a aprender, respeitando diferenças e sendo cidadãos participativos.
  • 25.
    • “ Nesse sentido, muito se tem investido, tanto pelo Ministério da Educação (MEC) quanto pelas secretarias de educação municipais e estaduais brasileiras, na formação docente para a utilização pedagógica dos recursos tecnológicos. Contudo, apesar dos investimentos realizados pode-se perceber que o avanço tecnológico não significou exatamente uma melhoria da educação pública escolar, como era esperado”.
    • (SANCHO, 2006)
  • 26.
    • “ Não basta, no entanto, o uso de novas tecnologias, máquinas e equipamentos para fazermos a reformulação necessária na educação. [...] Mais ainda, o mais importante é que essas pessoas estejam reunidas em um determinado espaço com o objetivo maior de aprender juntas ”.
    Uma nova realidade: Comunidades virtuais de aprendizagem
  • 27. CAMINHOS FUTUROS NAS RELAÇÕES ENTRE NOVAS E VELHAS TECNOLOGIAS CAPÍTULO 6 O Futuro: Mas que futuro? O futuro da educação em jogo Tudo junto na tecnologias: Escolas reais em ambientes virtuais Redefinição do conceito presencial ou a distância Todos juntos e colaborando livremente em redes Uma escola do tamanho do mundo
  • 28. Figura 1 Futuro: Mas que futuro? Figura 2 Figura 3
  • 29. “ [...] Um enorme “fosso tecnológico” como diz Michael Lewis (2001), vai criar largas barreiras entre alunos e professores que usam e não usam os meios digitais para todos os fins [...]” (Kenski 2007, p. 115) “ [...] Essas novas maneiras de pensar e agir das novas gerações digitais influenciarão o futuro das escolas e da educação de modo geral [...]” (Kenski 2007, p. 116)
  • 30. “ As competências e habilidades dos alunos da geração net estão mudando” (Kenski 2007, p. 116) “ O futuro da escola está em jogo e, justamente são os jogos a causa e a consequência dessas mudanças no comportamento dos jovens. Em suas casas ou em lan houses , dedicam-se ao que mais gostam de fazer jogar em rede” (Kenski 2007, p. 116) Figura 4 Figura 5 Figura 6 O Futuro da educação em jogo
  • 31. Os jogos eletrônicos mais procurados pertencem a três tipos básicos: “ Simuladores: Exigem reflexos e movimentos rápidos (pilotar carros velozes)” (Kenski 2007, p. 117) Figura 7 Jogos de Estratégia: precisam de mais raciocínio (construir e administrar uma cidade) Figura 8 Figura 9 Jogos de Ação: aqueles em que o jogador encarna um personagem do jogo e comanda ações, em geral com movimentos rápidos “ (Kenski 2007, p. 117) Figura 10
  • 32. Comportamento dos jogadores está sendo estudado (Kenski 2007, p. 118 e 119) “ [...] aspecto importante que vem sendo estudado no comportamento desses jovens é o desenvolvimento de algumas habilidades específicas como habilidade da escrita e desenho com ambas as mãos, principalmente no uso do teclado e do mouse” “ [...] Algumas dessas habilidades já foram notadas pelas agências de inteligência americanas. Em quartéis e bases militares – jogos de guerra” “ [...] No meio do maior barulho – som, TV e computador ligados – eles são capazes de responder sobre algum assunto, sem ao menos olhar para quem perguntou, e continuar normalmente, fazendo tudo que estavam fazendo, vendo e ouvindo ao mesmo tempo [...] As cirurgias de videolaporoscopia – médicos além formação e conhecimentos especializados, também tem habilidade para manipular equipamentos muito semelhantes aos usados em jogos eletrônicos.
  • 33. Desafios trazidos para a escola a partir dos jogos “ O mundo dos jogos pode trazer para educação escolar, novos desafios, a começar pela organização dos currículos dos cursos e das atividades de aprendizagem, pelas novas formas de avaliação e pela formação dos professores especializados em jogos”. (Kenski 2007, p. 119) Figura 11 Figura 12 Figura 14 Figura 13
  • 34. “ Mark Ward na BBC News (2004), nos jogos coletivos as pessoas aprendem a trabalhar em cooperação, desenvolver boas amizades e dar origem a comunidades fortalecidas de lazer, trabalho, estudo ou de tudo isso junto.” (Kenski 2007, p. 119) “ Kurt Squire (2004), projetista de jogos educacionais do Massachutts Institute of Technology (MIT), acredita no uso dos jogos como estratégias educacionais” (Kenski 2007, p. 119) Figura 16 Figura 15
  • 35. “ Os ambientes digitais de aprendizagem estão se expandindo para além dos computadores. Novas formas híbridas – computadores portáteis, palms, agendas eletrônicas, telefones celulares de última geração, relógio de pulso etc.” [...]” (Kenski 2007, p. 120). Tudo junto, também nas TIC: Escolas reais em ambientes virtuais Figura 19 Figura 21 Figura 20 Figura 18 Figura 17
  • 36. [...] Durante o Império Romano, os povos dominados foram obrigados a falar o latim, a língua dos romanos, que deu origem às formas diferenciadas de latim vulgar, de onde se originaram todas as línguas neolatinas português, espanhol, francês, etc [...] (Kenski 2007, p. 121 e 122) [...] Da mesma forma, já está em uso nas redes um novo tipo de idioma. Plugar, deletar, lincar, etc., já pertencem à nossa fala usual em português (Kenski 2007, p. 122) [...] O uso sistemático de sites e ambientes virtuais em educação tem nos blogs, um aliado. (Kenski 2007, p. 122). Figura 25 Figura 24 Figura 22 Figura 23 Redefinição de conceitos presencial ou a distância [...] Caem por terra as definições do que é ensino presencial e a distância. Temos: alunos próximos em conexão, independente do lugar onde estejam e alunos distantes pelo simples fato de não estarem conectados [...] (Kenski 2007, p. 121)
  • 37. Todos juntos colaborando livremente em redes “ Os softwares Livres são programas de computador que podem ser alterados, distribuídos e copiados sem restrições” (Kenski 2007, p. 123) “ Apesar de também poderem ser vendidos, os softwares livres são, em geral, distribuídos gratuitamente . (Vogt 2001)” (Kenski 2007, p. 123) No Brasil, o projeto Software Livre é uma iniciativa não governamental que reúne pessoas e grupos informais, instituições públicas e privadas: poder público, universidades, empresários, grupos de usuários, hackes, ONG, etc. (Kenski 2007, p. 124). Figura 26
  • 38. [...] As tecnologias garantem às escolas a possibilidade de se abrirem e oferecerem educação para todos, indistintamente, em qualquer lugar, a qualquer tempo [...] (Kenski 2007, p. 124) [...] Por maior e melhor que seja a estrutura tecnológica, sozinha não consegue realizar num projeto educacional de qualidade [...] (Kenski 2007, p. 125) [...] Nem mesmo a formação pedagógica e crítica para o desenvolvimento de projetos educacionais vai resolver o problema [...] (Kenski 2007, p. 125). [...] A escola do tamanho do mundo que se viabiliza pelo uso intensivo das tecnologias e das redes digitais, precisa ser vista como uma nova mentalidade[...]” (Kenski 2007, p. 125). Figura 27 Figura 28 Figura 29 Figura 30 Uma escola do tamanho do mundo
  • 39. Espaços virtuais como Orkut, Messenger, blogs, Wikipédia, entre outros mostram a força dessa nova realidade. (Kenski 2007, p. 127). Figura 31 Figura 32 Figura 33 Uma escola do tamanho do mundo [...] Essas novas exigências educacionais nos encaminham para definições já feitas pela maioria dos países que se preocupam com o futuro dos seus cidadãos. [...] Grande reformulação curricular deve ser implementada, criam-se novas disciplinas e atividades [...] .Todos sem distinção transformaram a educação em prioridade nacional
  • 40. Muito melhor! um ... mais ... jogo ... Senhor! Preciso de um atualizador Como é que eu vou assistir youtube com uma banda larga ruim? Basta clicar nela! Seu maldito novato! Não me incomode! Estou no chat. Eu faço uma fortuna tirando a minha camisa na minha webcan
  • 41. Fontes das figuras usadas na apresentação: 01 – matheusmelolacerda.blogspot.com 02 – produto.mercadolivre.com.br 03 – atitudeexperimental.blogspot.com 04 – paranavainet.com 05 – cempmnmadrededeus.blogspot.com 06 – sistemaig.wordpress.com 07 –bruxinhaalegre.blogspot.com 08 – midgard-olimpu.blogspot.com 09 – spcrianca.blogspot.com 10 – ben10ultimatealien3.blogspot.com 11 – folhavitoria.com.br 12 – manuella-cielo.blogspot.com 13 – blogmidia8.com 14 – submarino.com.br 15 – website.education.wisc.edu 16 – website.education.wisc.edu 17 – http://newswww.bbc.net.uk/2/hi/technology/3334923.stm 18 – metropoledigital.ufrn.br 19 – mundodastribos.com 20 – acessa.com 21 – leilacordeiro.blogspot.com 22 – tecnologiaoutonal.com.br 23 – http://www.diariopopular.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?id=3&noticia=30420 24 – ramontalles.blogspot.com 25 – dedosnoteclado.wordpress.com 26 – info.abril.com.br 27 – itapecurunoticias.com.br 28 – tocadacotia.com 29 – blog.brenosiviero.com.br 30 – movimentolivre.org 31 – chapado.wordpress.com 32 – nead-ead.blogspot.com 33 –meiosdigitaisnaeducacao.blogspot.com
  • 42.  
  • 43. Obrigada pela atenção!

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