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Sílvia viana ( tic educa2010)
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  • 1. UNIVERSIDADE DO MINHO Mestrado em Estudos da Criança Tecnologias de Informação e Comunicação
  • 2. Génese - Necessidade urgente de trabalhar o pensamento reflexivo e crítico dos nossos alunos que vivem actualmente numa sociedade em que tudo se compra e/ou aparece feito. - Contacto diário com esta realidade; - Expectativa de ser possível melhorar o uso que os nossos alunos fazem das tecnologias digitais com que trabalham no seu dia-a-dia. - Tradução versus tradução nas escolas; - Tradução como auxiliar no ensino das línguas estrangeiras bem como o seu contributo na produção de trabalhos escolares de qualidade.
  • 3. QUESTÃO DE INVESTIGAÇÃO Estudar o contributo dos tradutores online para o desenvolvimento de competências linguísticas e cognitivas.
  • 4. OBJECTIVOS - Desenvolver as competências necessárias à elaboração de trabalhos escolares de qualidade através do tratamento de informação, da tradução (com apoio de tradutores online) e do sentido crítico de correcção e adequação - Estudar a evolução dos alunos desde o início até ao final do ano escolar, em termos de pensamento reflexivo operacionalizado no uso crítico do tradutor online; - Apurar o contributo dos tradutores online para o desenvolvimento de competências linguísticas e cognitivas.
  • 5. Fundamentação teórica - Problemática da tradução automática; - Uso de tradutores em contexto de ensino; - Crianças, tecnologias, pensamento crítico, ensino das línguas estrangeiras e o papel do professor.
  • 6. Estudo de caso - “…investigação empírica que investiga um fenómeno contemporâneo no seio do seu contexto real e no decurso do qual são utilizadas múltiplas fontes de evidência” (Yin 1984,p.23) METODOLOGIA
  • 7. Recolha de dados - Observação participante - Entrevistas conversacionais - Notas de campo - Trabalhos realizados pelos alunos - Relatórios e opiniões de professores da escola e outros elementos da comunidade educativa
  • 8. Projecto de Intervenção - 13 alunos do 8º Ano de escolaridade -Laboratório de Línguas ( Escola E.B. 2,3 de Ribeirão) - Semanalmente (45m) durante um ano lectivo.
  • 9. -Foram escolhidos e fornecidos aos alunos ao longo das sessões três tipos de textos, em Inglês : - Instruções de funcionamento de uma máquina de café (Técnico); - “The Pearl” - John Steinbeck (Literário); - “The Blackboard Jungle” – Evan Hunter (Descritivo). A tarefa proposta foi a tradução desses textos para Português, recorrendo aos tradutores automáticos. Houve portanto três fases no estudo.
  • 10. Os alunos utilizaram vários tradutores automáticos : -Babel fish; -Translito; -Bússola Escolar; -WorldLingo; -Systran; -Intertran; -Freetranslation.
  • 11. Resultados
  • 12. Após a tradução do 1ºTexto verificou-se que: ● A maior parte dos alunos fez “copiar” e “colar” directamente do que lhes foi fornecido pelo tradutor automático para o designado “trabalho final” ; ● Não fizeram correcções ao texto em termos de Língua Portuguesa (construção frásica; concordância em número e género,…); ● O vocabulário desconhecido pelo tradutor, e portanto não traduzido, manteve-se em Inglês e os alunos não identificaram esses vocábulos nem os alteraram (porque nem sequer uma leitura atenta fizeram).
  • 13. Medidas implementadas : - Análise de uma tradução correcta do texto (feita por um profissional) e comparação com a tradução dos alunos; - Chamada de atenção para a necessidade de se avaliar o resultado fornecido pelo tradutor e aperfeiçoar, recorrendo a dicionários, gramáticas, prontuários,…
  • 14. Após a tradução do 2º texto verificou-se que: ● Os alunos pediram mais sessões para a execução desta segunda tradução. ● Fizeram algumas correcções ao texto em termos de Língua Portuguesa. ● Os alunos identificaram o vocabulário desconhecido pelo tradutor automático e recorreram a dicionários para corrigir. ● Leram várias vezes o trabalho antes de o entregarem.
  • 15. Após a tradução do 3º texto verificou-se que: ● Os alunos necessitaram de mais tempo para a execução desta terceira tradução. ● Fizeram correcções ao texto em termos de Língua Portuguesa. ● Dividiram o texto em segmentos/frases. (intuitivamente). ● Utilizaram dicionários, gramáticas e nem tudo foi traduzido “à letra”, recorrendo para isso a sinónimos que melhor se adequassem ao contexto. ● Leram várias vezes o trabalho antes de o entregarem.
  • 16. Após a tradução do 1º texto (novamente) verificou-se que: ● Os alunos não necessitaram das minhas intervenções/ ajuda. ● Sentiram-se confiantes e já tinham “em mente” a metodologia usada, por isso obtiveram uma melhor tradução, quando comparada com a primeira. Veja-se o exemplo (quadro que se segue):
  • 17. Texto em Inglês (original) 1ªTradução feita pelo aluno (início deste estudo) 2ªTradução feita pelo aluno (final deste estudo) Texto Traduzido por um profissional Fill bottom containerFill bottom container with water to brim.with water to brim. Encher até cima o recipiente com água para borda. Encha o recipiente com água. Encher a parte inferior com água até ao bordo. Insert funnel-shapedInsert funnel-shaped filter.filter. Introduzir funil forma filtro. Insira o filtro em forma de funil. Meter o filtro em forma de funil. Fill with coffeeFill with coffee powder.powder. Encher com café em pó. Encha com café em pó . Encher de café. Do not press.Do not press. Não prima. Não Prima. Não comprimir. Screw top to bottom.Screw top to bottom. Parafuso de cima para baixo. Apertar a máquina. Atarraxar a parte superior e a inferior. Heat over fire.Heat over fire. Aquecer durante incêndio. Aquecer. Aquecer ao lume.
  • 18. CONCLUSÕES
  • 19. Neste estudo/ projecto os alunos: - aprenderam a fazer pesquisa e a usar com espírito crítico o tradutor online recorrendo não só aos tradutores mas também a dicionários, gramáticas, prontuários e enciclopédias; - descobriram que os tradutores online não são eficazes: desconhecem muitas palavras e traduzem mal muitas outras (pois desconhecem o contexto em que se inserem bem como os binómios e as expressões idiomáticas); - deram-se conta de que podem ser “Falantes Ingénuos” (Fillmore, 1979) quer como aprendizes de uma língua estrangeira quer como falantes da própria língua materna;
  • 20. - aprenderam que há palavras que, quando “acompanhadas por outras” adquirem novos significados (expressões idiomáticas); -enriqueceram o vocabulário; - aprenderam que é mais fácil dividir o texto que se pretende traduzir em frases/segmentos ( unidades de tradução). - assumiram uma postura crítica perante o texto fornecido pelo tradutor ( a que já não lhe chamavam “produto final”) e não davam o trabalho por concluído sem, eles próprios, analisarem construtivamente e fazerem as devidas correcções/ alterações.
  • 21. Em suma, e com base nas reflexões feitas quer pelos alunos intervenientes como pelos professores envolvidos, todos afirmaram que foi uma experiência enriquecedora e que as suas habilidades recém-adquiridas de pesquisa, análise crítica e pensamento reflexivo no uso dos tradutores online bem como a sua contribuição para o desenvolvimento de competências linguísticas e cognitivas lhes vai ser útil ao longo do seu percurso escolar.
  • 22. Segundo Gouvêa (1999): “O professor será mais importante do que nunca, pois ele precisa se apropriar dessa tecnologia e introduzi-la na sala de aula, no seu dia-a- dia, da mesma forma que um professor, um dia, introduziu o primeiro livro numa escola e teve de começar a lidar de modo diferente com o conhecimento – sem deixar as outras tecnologias de comunicação de lado. Continuaremos a ensinar e a aprender pela palavra, pelo gesto, pela emoção, pela afectividade, pelos textos lidos e escritos, pela televisão, mas agora também pelo computador, pela informação em tempo real, pela tela em camadas, em janelas que vão se aprofundando às nossas vistas...”
  • 23. Obrigada

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