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Reino Protista

From tiago.ufc, 3 months ago

Aula sobre Reino Protista

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Slide 1: Reino Protista

Slide 2: Características do Reino Protista • O reino possui tanto formas unicelulares quanto pluricelulares • São todos eucariontes • Autótrofos e heterótrofos • Possuem organelas verdadeiras

Slide 3: Divisão do Reino Protista • Algas protistas • Protozoários (Autótrofos) (Heterótrofos) • Euglenophyta • Sarcodina • Pyrrophyta • Mastigophora • Chrysophyta • Ciliophora • Phaeophyta • Sporozoa • Rhodophyta • Chlorophyta

Slide 4: As algas Protistas • Podem ser Unicelulares ou pluricelulares • Habitam mares, lagos, rios, ambientes úmidos • Base da cadeia alimentar • Formam o fitoplâncton • Reposição do O2 na atmosfera • Podem viver isoladas ou coloniais • Obs:. Antigamente eram classificadas como vegetais

Slide 5: Filo Euglenophyta • Grupo apresenta cerca de 500 espécies • Apresentam alimentação mixotrófica • Predominantemente dulcícolas • Apresentam um núcleo • São flageladas: com um ou dois flagelos

Slide 6: Euglena sp.

Slide 8: Euglena sp.

Slide 9: Filo Pyrrophyta (Dinoflagelados) • Ocupam principalmente habitat marinho • Principal componente do fitoplâncton • Possuem os pigmentos: clorofila, carotenos e xantofilas • Apresentam dois flagelos para locomoção • Possuem reservas nutritivas como óleos e amidos • Apresentam a lórica, formada por celulose e dióxido silício • A espécie Noctiluca milliaris é conhecida por realizar bioluminescência •

Slide 11: Maré vermelha • A super população de dionoflagelados provoca o fenômeno das “marés vermelhas”. Nessa circunstância, a grande quantidade de catabólicos tóxicos eliminados na água por esses protistas provoca a mortandade de peixes, crustáceos, tartarugas, focas e etc

Slide 13: Filo Chrysophyta (diatomáceas) • Unicelulares • Conhecidas popularmente como algas douradas • Possuem os pigmentos: clorofila, carotenos e xantofilas; óleos como substância de reserva • Principal característica é uma carapaça bivalvular (epivalva e hipovalva) silicosa • Importantes para industria: abrasivos em creme dentais, polidores especiais, catalisadores, antibióticos, isolantes térmicos e etc.

Slide 15: Filo Chlorophyta (algas verdes) • Podem ser unicelulares ou multicelulares • Apresentam talos na estrutura dos corpos • São muito parecidas com os vegetais pois apresentam clorofila A e B como pigmento, parede celular de celulose e amido como reserva energética

Slide 16: Estrutura denominada TALO

Slide 17: Proliferação de algas verdes

Slide 18: Filo Phaeophyta (algas pardas) • Exclusivamente multicelulares • Maioria de habitat marinho • Apresentam clorofila a e c como pigmento, carotenos e fucoxantina • Parede celular apresenta celulose e algina; óleos e lamiranina como substâncias de reserva • Um bom exemplo são os Sargaços, compostos pelo gênero Sargassum spp.

Slide 19: Sargassum sp.

Slide 21: Filo Rhodophyta • Algas multicelulares • Formada por talos ramificados • Pigmentos clorolofilado a e d, ficofiamina e ficorieritrina, celulose e hidrocolóides na composição da parede celular • Substância de reserva amido

Slide 23: Reprodução das algas • Divisão binária ou cissiparidade • Conjugação • Ciclo haplobionte • Ciclo diplobionte • Ciclo haplobionte diplonte

Slide 24: Protozoa

Slide 25: Características dos protozoários • Antigamente eram classificados como animais por apresentarem nutrição heterótrofa • O termo Protozoa ou Protozoário deriva do grego protos = primeiro e zoon = animal, significando primeiro animal • A forma mais comum de reprodução é a bipartição ou cissiparidade • As doenças causadas por protozoários são chamadas de protozooses • Os grupos de protozoários são classificados pelo seu modo de locomoção

Slide 26: Grupos • Sarcodina locomoção através de projeções celulares denominadas PSEUDÓPODES • Mastigophora locomoção através de flagelos

Slide 27: Grupos • Ciliophora locomoção através de cílios • Sporozoa não possuem estruturas locomotoras

Slide 28: Protozooses • Amebíase • Tripassomíase ou Mal de Chagas • Úlcera-de-Bauru ou Leishmaniose tegumentar • Giardíase • Tricomíase • Malária

Slide 29: Mal de Chagas

Slide 30: Formas de contagio • Transfusão de sangue • Congênita • Amamentação • Transmissão por insetos hematófagos

Slide 31: Transmissão por insetos Vetor e agente etiológico • Vetor insetos hematófagos da ordem Hemiptera conhecidos como Barbeiros • A espécie mais comum é o Triatoma infestans • Agente etiológico Trypanosoma cruzi

Slide 32: Trypanosoma cruzi

Slide 33: Barbeiros

Slide 34: Áreas de maior ocorrência

Slide 35: Locais preferidos por barbeiros

Slide 36: Ciclo de vida Animal Barbeiro Homem silvestre Hospedeiro Vetor Hospedeiro

Slide 37: Formas do Trypanosoma • Tripomastigota (tripanossoma) Livre na corrente sangüínea • Epimastigota (critídia) Livre na corrente sangüínea • Amastigota (leishmânia) Parasitaria - aderida aos tecidos fazem a reprodução, que é assexuada

Slide 38: Transmissão • O Barbeiro pica um animal silvestre que é hospedeiro do Trypanosoma cruzi, dentro do barbeiro o T. cruzi passa pelas suas três formas (Tripanossoma, critídia e leishmânia), a forma tripanossoma é eliminada juntamente com as fezes • No momento em que o barbeiro pica ele também defeca, a pessoa coça o local da picada se auto-infectando, havendo um novo ciclo dentro de seu organismo

Slide 39: Sintomas • Fase aguda febre, hepatomegalia, miocardia aguda e meningoencefalite • Fase crônica cardiomegalia, megaesôfago e megacólon.

Slide 40: Leishmaniose tegumentar ou Úlcera de Bauru

Slide 41: Vetor e agente etiológico • Agente etiológico protozoário flagelado chamado Leishmania brasiliensis • Vetor mosquito do Gênero Lutzomyia popularmente conhecido como birigüi, corcundinha ou mosquito-palha

Slide 42: Agente e vetor Leishmania brasiliensis Lutzomyia sp.

Slide 43: Formas • Amastigotas (leishmânias) Aflagelada • Promastigotas (leptômonas) Flagelada

Slide 44: Ciclo de vida

Slide 45: Sintomas • O aparecimento dos sintomas variam de algumas semanas até meses • Feridas na pele • Feridas na região nasal (interna e externamente), faringe

Slide 52: Malária

Slide 53: Formas de contagio • Transfusão de sangue • Congênita • Transmissão pelo mosquito do gênero Anopheles

Slide 54: Agente e vetor • Vetores espécies de mosquitos do gênero Anopheles • Agentes etiológicos protozoários do gênero Plasmodium

Slide 55: Tipos de Malária TIPO AGENTE CICLO FEBRIL Terçã benigna Plasmodium vivax 48 horas Terçã maligna Plasmodium falciparum 24 horas Quartã Plamodium malarium 72 horas

Slide 56: CARACTERÍSTICAS: *organismos unicelulares ou multicelulares *eucariontes. * Heterótrofos, digestão intracelular Vida livre ou parasitas.

Slide 57: REPRESENTANTES • Protozoários como ameba, paramécio, giardia. certas algas unicelulares - como euglenofíceas, pirrofíceas e crisofíceas.

Slide 58: As algas Protistas Podem ser Unicelulares ou pluricelulares •Habitam mares, lagos, rios, ambientes úmidos •Base da cadeia alimentar •Formam o fitoplâncton •Reposição do O2 na atmosfera •Podem viver isoladas ou coloniais •Obs:. Antigamente eram classificadas como vegetais

Slide 59: Maré vermelha A super população de dionoflagelados provoca o fenômeno das “marés vermelhas”. Nessa circunstância, a grande quantidade de substâncias tóxicas eliminados na água por esses protistas provoca a mortandade de peixes, crustáceos, tartarugas, focas e etc

Slide 61: Filo Chrysophyta (diatomáceas) Importantes para industria: abrasivos em creme dentais, polidores especiais, catalisadores, antibióticos, isolantes térmicos e etc.

Slide 62: Proliferação de algas

Slide 63: Filo Phaeophyta (algas pardas)

Slide 65: Filo Rhodophyta

Slide 66: Classificação dos protozoários • Os protozoários podem ser fixos ou se deslocar através de cílios, flagelos ou pseudópodes. De acordo com o tipo e a presença ou não dessas organelas locomotoras, os protozoários classificam-se em: • rizópodes ou sarcodíneos - locomovem-se através de pseudópodes. • flagelados ou mastigóforos - locomovem-se através de flagelos. • ciliados - locomovem-se através de cílios; • esporozoários - desprovidos de organelas locomotoras.

Slide 67: Classificação dos protozoários Sarcodíneos ou Rizópodos Locomoção por pseudópodos. Nutrição por fagocitose. Digestão intracelular. Vida livre (aquáticos) ou parasitas. Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis para controle osmótico. Reprodução assexuada por divisão binária. Nome genérico  Amebas. Ex.: Amoeba proteus (vida livre) e Entamoeba histolytica (parasita).

Slide 68: Movimento por pseudópodes

Slide 69: Flagelados ou mastigóforos • Locomoção por flagelos. • Mutualísticos ou parasitas. • Digestão intracelular. • Reprodução assexuada por divisão binária. • Ex.: Trichonymphas sp. (mutualístico), Trypanosoma cruzi (parasita), Giardia lambia (parasita), Leishmania brasiliensis (parasita

Slide 70: Exemplos de flagelados

Slide 71: CILIADOS Nutrição pelo sulco oral. Digestão intracelular. Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis. Vida livre, mutualísticos ou parasitas. Reprodução assexuada por divisão binária e sexuada por conjugação. Locomoção por cilios. Ex.: Paramaecium spp (vida livre), Balantidium coli (parasita). São os protistas mais complexos.

Slide 72: Exemplos de ciliados

Slide 73: ESPOROZOÁRIOS No grupo dos esporozoários encontram-se os protistas que não têm qualquer tipo de sistema de locomoção. Todos eles são parasitas obrigatórios. Os mais comuns são do gênero Plasmodium, que causam a Malária, e do gênero Toxoplasma, que causam a toxoplasmose.

Slide 74: ESPOROZOÁRIOS

Slide 75: REPRODUÇÃO • ASSEXUADA por divisão binária e • Ocorre por exemplo em amebas e no tripanossomo. • SEXUADA por conjugação que ocorre no paramécio.

Slide 76: REPRODUÇÃO EM PARAMÉCIO

Slide 77: DOENÇAS CAUSADAS POR PROTOZOÁRIOS • DOENÇA DE CHAGAS • Descobridor: o médico brasileiro Dr. Carlos Justiniano Ribeiro das Chagas. Definição: E uma doença transmissível, causado por um parasito do gênero Trypanosoma e transmitida principalmente através do \"barbeiro\". É conhecido também por: chupança. • Agente causador: É um protozoário denominado Trypanosoma cruzi. No homem e nos animais, vive no sangue e nas fibras musculares, especialmente as cardíacas e digestivas: no inseto transmissor, vive no tubo digestivo.

Slide 78: DOENÇA DE CHAGAS • Transmissor: O \"barbeiro\", é um inseto que se alimenta exclusivamente de vertebrados, sendo chamados hematófagos. A principal espécie propagadora da Doença de Chagas no Estado de São Paulo, foi o Triatoma infestans, hoje eliminado do nosso meio.. Geralmente, abrigam-se em locais muito próximo à fonte de alimento e podem ser encontrados na mata. Nas casas escondem-se nas frestas, buracos das paredes, nas camas, colchões e baús.

Slide 79: SINTOMAS DA DOENÇA DE CHAGAS • Na fase aguda, ocorrem febre moderada, hepatomegalia discreta (grande fígado), inflamação dos gânglios linfáticos, miocardia aguda, meningoencefalite (dores na meninges), etc. É comum a diminuição dos sintomas. As crianças apresentam uma maior taxa de letalidade variando de 2% a 7%. Na fase crônica, ocorre o comprometimento do coração e do sistema digestivo. A duração depende de vários fatores, desde idade e estado nutricional do paciente até os intrínsecos dos parasitas. Os sintomas mais importantes são a cadiomegalia (coração grande), o megaesôfago (esôfago grande) e o megacólon (cólon grande).

Slide 80: Sintomas da Doença de Chagas

Slide 81: PROFILAXIA Baseia-se principalmente em medidas de controle ao \"barbeiro\", impedindo a sua proliferação nas moradias e em seus arredores. Além de medidas específicas (inquéritos sorológicos, entomológicos e desinsetização), as atividades de educação em saúde, devem estar inseridas em todas as ações de controle, bem como, as medidas a serem tomadas pela população local, tais como: - melhorar habitação, através de reboco e tamponamento de rachaduras e frestas;

Slide 82: -usar telagem em portas e janelas; - impedir a permanência de animais, como cão, o gato, macaco e outros no interior da casa; - evitar montes de lenhas, telhas ou outros entulhos no interior e arredores da casa; - construir galinheiro, paiol, tulha, chiqueiro, depósito afastados das casas e mantê-los limpos; - retirar ninhos de pássaros dos beirais das casas; - manter limpeza periódica nas casas e em seus arredores;

Slide 83: -difundir junto aos amigos, parentes, vizinhos, os conhecimentos básicos sobre a doença, vetor e sobre as medidas preventivas; - encaminhar os insetos suspeitos de serem \"barbeiros\", para o serviço de saúde mais próximo.

Slide 84: AMEBÍASE • Agente causador: E.Histolytica • Hospedeiro definitivo: homem • Local do parasitismo: intestino grosso. Podem, também, ser afetados o fígado, os pulmões e o cérebro

Slide 85: Ciclo: Ameba • Uma pessoa vai a um restaurante e ingere um alface mal-lavado e contaminado com cistos (formas de resistência) de amebas. Tal cisto chega ao intestino do hospedeiro e se abre, liberando jovens amebas. Elas invadem a parede do intestino e começam a se alimentar de células e sangue. Além disso, elas começam a se multiplicar e inflamar a parede do intestino. Com o tempo, tal inflamação se rompe, liberando sangue junto com novas amebas.

Slide 86: Sintomas: amebíase • O período de incubação é de 2 a 4 semanas. A disenteria amebiana aguda manifesta-se com quadro disentérico agudo, cólicas abdominais, náuseas, vômitos, emagrecimento e fadiga muscular.

Slide 87: Profilaxia e tratamento: amebíase • manter sanitários limpos; *lavar as mãos antes das refeições e após a defecação; *tratar os doentes e portadores assintomáticos; *não usar excrementos, como fertilizantes; *combater as moscas e baratas.

Slide 88: Giardíase • Parasita à Giardia lamblia • Hospedeiro definitivo: homem • Local do parasitismo: intestino delgado

Slide 89: • A infecção ocorre pela ingestão de cistos em água ou alimentos contaminados.No ambiente podem sobreviver meses na água fria. •

Slide 90: Ciclo: Giardia

Slide 91: Sintomas • A giardíase se manifesta por azia e náusea que diminuem de intensidade quando ocorre ingestão de alimentos, ocorrem cólicas seguidas de diarréia, perda de apetite, irritabilidade. Raramente observa- se muco ou sangue nas fezes do indivíduo com giardíase que no entanto possuem odor fétido, são do tipo explosiva e acompanhadas de gases.

Slide 92: Profilaxia • Basicamente, para se evitar a giardíase deve-se tomar as mesmas medidas profiláticas usadas contra a amebíase, já que as formas de contaminação são praticamente as mesmas. Portanto deve-se: Só ingerir alimentos bem lavados e/ou cozidos; Lavar as mãos antes das refeições e após o uso de sanitários; Construção de fossas e redes de esgotos; Só beber água filtrada e/ou fervida; Tratar as pessoas doentes.

Slide 93: Malária • Causadores: P. vivax, P. malariae, P. falciparum, P. ovale. • Hospedeiro definitivo: mosquitos do gênero Anopheles. Só as fêmeas sugam sangue humano e podem atuar como transmissoras dos parasitas.O sangue humano contém nutrientes essenciais para a maturação e desenvolvimento dos ovos desses insetos. • Hospedeiro intermediário: homem • Locais do parasitismo: glóbulos vermelhos do sangue, células hepáticas, corpo do mosquito.

Slide 94: SINTOMAS: Malária • Período de incubação - 7 a 21 dias • Calafrio, calor e suor • Febre • Mal estar • Cefaléia • Vômito • Diarréia • Hipoglicemia • Insuficiência renal • Convulsão

Slide 95: Profilaxia • Detecção e tratamento precoce dos infectados • Medidas de proteção individual e coletiva • Telagem de janelas e portas • Inseticidas de ação residual • Impregnação de mosquiteiros com inseticida • Desenvolvimento de novos fármacos • Treinamento de Recursos Humanos • Estruturação do sistema de saúde • Desenvolvimento de Vacina

Slide 96: TRICOMONÍASE • Causador: Trichomonas vaginalis • Transmissão: É considerada doença sexualmente transmissível, embora raramente, possa ser transmitida por vias não sexuais, como por exemplo, objetos contaminados (toalhas, vasos sanitários de locais públicos etc.) • Sintomas No homem, a sintomatologia é mais discreta: corrimento uretral, geralmente pela manhã, antes da primeira micção, bem como irritação da uretra. Na mulher, corrimento abundante, amarelo ou amarelo-esverdeado, bolhoso, com mau cheiro característico; prurido e/ou irritação vulvar; ocasionalmente dor pélvica;. Pode permanecer assintomática no homem e, na mulher, principalmente após a menopausa.

Slide 97: TRICOMONÍASE • Profilaxia e tratamento • É recomendável o uso de preservativo durante o ato sexual, uso individual de roupas íntimas, tratamento de indivíduos portadores, esterilização dos aparelhos ginecológicos, higiene em relação aos sanitários públicos, etc. O tratamento é feito com uso de nitroimidazóis, em administração oral e vaginal. Em todos os casos em que se positiva o diagnóstico da infecção na mulher, deve-se estender também o tratamento ao seu marido ou companheiro, já que, sem tal cuidado, poderá surgir uma nova contaminação da mulher e perpetuação do quadro clínico apresentado.

Slide 98: LEISHMANIOSE • Causador: Leishmania brasiliensis • Hospedeiro definitivo: homem • Hospedeiro intermediário: inseto conhecido como mosquito- palha ou birigüi. • Ciclo: os parasitas se reproduzem no corpo do inseto e são inoculados durante a picada. Os ferimentos provocados pela picada ulceram e neles os parasitas se multiplicam. Novas picadas espalham as leishmânias de pessoa a pessoa.

Slide 99: Prevenção: Lesihmaniose • Medidas clínicas, diagnóstico precoce e tratamento. Toda a pessoa que apresentar ferida de difícil cicatrização deverá procurar a Unidade Básica de Saúde, para a realização do exame específico e tratamento. • Medidas de proteção individual, são meios mecânicos através do uso de mosquiteiros simples, telas finas em portas e janelas , evitar a frequência na mata, principalmente no horário noturno, a partir das 20:00 horas (crepúsculo) sem o uso de roupas adequadas,boné, camisas de manga comprida, calças compridas e botas além do uso de repelentes. • Manter limpo terrenos baldios que possa servir como criadouros de insetos transmissores.

Slide 100: Leishmaniose