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Reino Protista

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  • Poxa tou muito ferrada #
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    qualquer coisa se vc n entender e so vc conversar pelo msn ruanmalbadboy@hotmail.com
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Transcript

  • 1. Reino Protista
  • 2. Características do Reino Protista <ul><li>O reino possui tanto formas unicelulares quanto pluricelulares </li></ul><ul><li>São todos eucariontes </li></ul><ul><li>Autótrofos e heterótrofos </li></ul><ul><li>Possuem organelas verdadeiras </li></ul>
  • 3. Divisão do Reino Protista <ul><li>Protozoários </li></ul><ul><li>(Heterótrofos) </li></ul><ul><li>Sarcodina </li></ul><ul><li>Mastigophora </li></ul><ul><li>Ciliophora </li></ul><ul><li>Sporozoa </li></ul><ul><li>Algas protistas </li></ul><ul><li>(Autótrofos) </li></ul><ul><li>Euglenophyta </li></ul><ul><li>Pyrrophyta </li></ul><ul><li>Chrysophyta </li></ul><ul><li>Phaeophyta </li></ul><ul><li>Rhodophyta </li></ul><ul><li>Chlorophyta </li></ul>
  • 4. As algas Protistas <ul><li>Podem ser Unicelulares ou pluricelulares </li></ul><ul><li>Habitam mares, lagos, rios, ambientes úmidos </li></ul><ul><li>Base da cadeia alimentar </li></ul><ul><li>Formam o fitoplâncton </li></ul><ul><li>Reposição do O 2 na atmosfera </li></ul><ul><li>Podem viver isoladas ou coloniais </li></ul><ul><li>Obs:. Antigamente eram classificadas como vegetais </li></ul>
  • 5. Filo Euglenophyta <ul><li>Grupo apresenta cerca de 500 espécies </li></ul><ul><li>Apresentam alimentação mixotrófica </li></ul><ul><li>Predominantemente dulcícolas </li></ul><ul><li>Apresentam um núcleo </li></ul><ul><li>São flageladas: com um ou dois flagelos </li></ul>
  • 6. Euglena sp.
  • 7. &nbsp;
  • 8. Euglena sp.
  • 9. Filo Pyrrophyta (Dinoflagelados) <ul><li>Ocupam principalmente habitat marinho </li></ul><ul><li>Principal componente do fitoplâncton </li></ul><ul><li>Possuem os pigmentos: clorofila, carotenos e xantofilas </li></ul><ul><li>Apresentam dois flagelos para locomoção </li></ul><ul><li>Possuem reservas nutritivas como óleos e amidos </li></ul><ul><li>Apresentam a lórica, formada por celulose e dióxido silício </li></ul><ul><li>A espécie Noctiluca milliaris é conhecida por realizar bioluminescência </li></ul>
  • 10. &nbsp;
  • 11. Maré vermelha <ul><li>A super população de dionoflagelados provoca o fenômeno das “marés vermelhas”. Nessa circunstância, a grande quantidade de catabólicos tóxicos eliminados na água por esses protistas provoca a mortandade de peixes, crustáceos, tartarugas, focas e etc </li></ul>
  • 12. &nbsp;
  • 13. Filo Chrysophyta (diatomáceas) <ul><li>Unicelulares </li></ul><ul><li>Conhecidas popularmente como algas douradas </li></ul><ul><li>Possuem os pigmentos: clorofila, carotenos e xantofilas; óleos como substância de reserva </li></ul><ul><li>Principal característica é uma carapaça bivalvular (epivalva e hipovalva) silicosa </li></ul><ul><li>Importantes para industria: abrasivos em creme dentais, polidores especiais, catalisadores, antibióticos, isolantes térmicos e etc. </li></ul>
  • 14. &nbsp;
  • 15. Filo Chlorophyta (algas verdes) <ul><li>Podem ser unicelulares ou multicelulares </li></ul><ul><li>Apresentam talos na estrutura dos corpos </li></ul><ul><li>São muito parecidas com os vegetais pois apresentam clorofila A e B como pigmento, parede celular de celulose e amido como reserva energética </li></ul>
  • 16. Estrutura denominada TALO
  • 17. Proliferação de algas verdes
  • 18. Filo Phaeophyta (algas pardas) <ul><li>Exclusivamente multicelulares </li></ul><ul><li>Maioria de habitat marinho </li></ul><ul><li>Apresentam clorofila a e c como pigmento, carotenos e fucoxantina </li></ul><ul><li>Parede celular apresenta celulose e algina; óleos e lamiranina como substâncias de reserva </li></ul><ul><li>Um bom exemplo são os Sargaços, compostos pelo gênero Sargassum spp. </li></ul>
  • 19. Sargassum sp.
  • 20. &nbsp;
  • 21. Filo Rhodophyta <ul><li>Algas multicelulares </li></ul><ul><li>Formada por talos ramificados </li></ul><ul><li>Pigmentos clorolofilado a e d, ficofiamina e ficorieritrina, celulose e hidrocolóides na composição da parede celular </li></ul><ul><li>Substância de reserva amido </li></ul>
  • 22. &nbsp;
  • 23. Reprodução das algas <ul><li>Divisão binária ou cissiparidade </li></ul><ul><li>Conjugação </li></ul><ul><li>Ciclo haplobionte </li></ul><ul><li>Ciclo diplobionte </li></ul><ul><li>Ciclo haplobionte diplonte </li></ul>
  • 24. Protozoa
  • 25. Características dos protozoários <ul><li>Antigamente eram classificados como animais por apresentarem nutrição heterótrofa </li></ul><ul><li>O termo Protozoa ou Protozoário deriva do grego protos = primeiro e zoon = animal, significando primeiro animal </li></ul><ul><li>A forma mais comum de reprodução é a bipartição ou cissiparidade </li></ul><ul><li>As doenças causadas por protozoários são chamadas de protozooses </li></ul><ul><li>Os grupos de protozoários são classificados pelo seu modo de locomoção </li></ul>
  • 26. Grupos <ul><li>Sarcodina locomoção através de projeções celulares denominadas PSEUDÓPODES </li></ul><ul><li>Mastigophora locomoção através de flagelos </li></ul>
  • 27. Grupos <ul><li>Ciliophora locomoção através de cílios </li></ul><ul><li>Sporozoa não possuem estruturas locomotoras </li></ul>
  • 28. Protozooses <ul><li>Amebíase </li></ul><ul><li>Tripassomíase ou Mal de Chagas </li></ul><ul><li>Úlcera-de-Bauru ou Leishmaniose tegumentar </li></ul><ul><li>Giardíase </li></ul><ul><li>Tricomíase </li></ul><ul><li>Malária </li></ul>
  • 29. Mal de Chagas
  • 30. Formas de contagio <ul><li>Transfusão de sangue </li></ul><ul><li>Congênita </li></ul><ul><li>Amamentação </li></ul><ul><li>Transmissão por insetos hematófagos </li></ul>
  • 31. Transmissão por insetos Vetor e agente etiológico <ul><li>Vetor insetos hematófagos da ordem Hemiptera conhecidos como Barbeiros </li></ul><ul><li>A espécie mais comum é o Triatoma infestans </li></ul><ul><li>Agente etiológico Trypanosoma cruzi </li></ul>
  • 32. Trypanosoma cruzi
  • 33. Barbeiros
  • 34. Áreas de maior ocorrência
  • 35. Locais preferidos por barbeiros
  • 36. Ciclo de vida Animal silvestre Barbeiro Homem Hospedeiro Vetor Hospedeiro
  • 37. Formas do Trypanosoma <ul><li>Tripomastigota (tripanossoma) </li></ul><ul><li>Livre na corrente sangüínea </li></ul><ul><li>Epimastigota (critídia) </li></ul><ul><li>Livre na corrente sangüínea </li></ul><ul><li>Amastigota (leishmânia) </li></ul><ul><li>Parasitaria - aderida aos tecidos fazem a reprodução, que é assexuada </li></ul>
  • 38. Transmissão <ul><li>O Barbeiro pica um animal silvestre que é hospedeiro do Trypanosoma cruzi , dentro do barbeiro o T . cruzi passa pelas suas três formas (Tripanossoma, critídia e leishmânia), a forma tripanossoma é eliminada juntamente com as fezes </li></ul><ul><li>No momento em que o barbeiro pica ele também defeca, a pessoa coça o local da picada se auto-infectando, havendo um novo ciclo dentro de seu organismo </li></ul>
  • 39. Sintomas <ul><li>Fase aguda febre, hepatomegalia, miocardia aguda e meningoencefalite </li></ul><ul><li>Fase crônica cardiomegalia, megaesôfago e megacólon. </li></ul>
  • 40. Leishmaniose tegumentar ou Úlcera de Bauru
  • 41. Vetor e agente etiológico <ul><li>Agente etiológico protozoário flagelado chamado Leishmania brasiliensis </li></ul><ul><li>Vetor mosquito do Gênero Lutzomyia popularmente conhecido como birigüi, corcundinha ou mosquito-palha </li></ul>
  • 42. Agente e vetor Leishmania brasiliensis Lutzomyia sp.
  • 43. Formas <ul><li>Amastigotas (leishmânias) Aflagelada </li></ul><ul><li>Promastigotas (leptômonas) Flagelada </li></ul>
  • 44. Ciclo de vida
  • 45. Sintomas <ul><li>O aparecimento dos sintomas variam de algumas semanas até meses </li></ul><ul><li>Feridas na pele </li></ul><ul><li>Feridas na região nasal (interna e externamente), faringe </li></ul>
  • 46. &nbsp;
  • 47. &nbsp;
  • 48. &nbsp;
  • 49. &nbsp;
  • 50. &nbsp;
  • 51. &nbsp;
  • 52. Malária
  • 53. Formas de contagio <ul><li>Transfusão de sangue </li></ul><ul><li>Congênita </li></ul><ul><li>Transmissão pelo mosquito do gênero Anopheles </li></ul>
  • 54. Agente e vetor <ul><li>Vetores espécies de mosquitos do gênero Anopheles </li></ul><ul><li>Agentes etiológicos protozoários do gênero Plasmodium </li></ul>
  • 55. Tipos de Malária
  • 56. <ul><li>CARACTERÍSTICAS: </li></ul><ul><li>*organismos unicelulares ou multicelulares </li></ul><ul><li>*eucariontes. </li></ul><ul><li>* Heterótrofos, digestão intracelular </li></ul><ul><li>Vida livre ou parasitas. </li></ul>
  • 57. REPRESENTANTES <ul><li>Protozoários como ameba, paramécio, giardia. </li></ul><ul><li>certas algas unicelulares - como euglenofíceas, pirrofíceas e crisofíceas. </li></ul>
  • 58. As algas Protistas <ul><li>Podem ser Unicelulares ou pluricelulares </li></ul><ul><li>Habitam mares, lagos, rios, ambientes úmidos </li></ul><ul><li>Base da cadeia alimentar </li></ul><ul><li>Formam o fitoplâncton </li></ul><ul><li>Reposição do O 2 na atmosfera </li></ul><ul><li>Podem viver isoladas ou coloniais </li></ul><ul><li>Obs:. Antigamente eram classificadas como vegetais </li></ul>
  • 59. Maré vermelha A super população de dionoflagelados provoca o fenômeno das “marés vermelhas”. Nessa circunstância, a grande quantidade de substâncias tóxicas eliminados na água por esses protistas provoca a mortandade de peixes, crustáceos, tartarugas, focas e etc
  • 60. &nbsp;
  • 61. Importantes para industria: abrasivos em creme dentais, polidores especiais, catalisadores, antibióticos, isolantes térmicos e etc. Filo Chrysophyta (diatomáceas)
  • 62. Proliferação de algas
  • 63. Filo Phaeophyta (algas pardas)
  • 64. &nbsp;
  • 65. Filo Rhodophyta
  • 66. Classificação dos protozoários <ul><li>Os protozoários podem ser fixos ou se deslocar através de cílios, flagelos ou pseudópodes. De acordo com o tipo e a presença ou não dessas organelas locomotoras, os protozoários classificam-se em: </li></ul><ul><li>rizópodes ou sarcodíneos - locomovem-se através de pseudópodes. </li></ul><ul><li>flagelados ou mastigóforos - locomovem-se através de flagelos. </li></ul><ul><li>ciliados - locomovem-se através de cílios; </li></ul><ul><li>esporozoários - desprovidos de organelas locomotoras. </li></ul>
  • 67. Classificação dos protozoários <ul><li>Sarcodíneos ou Rizópodos </li></ul><ul><li>Locomoção por pseudópodos. </li></ul><ul><li>Nutrição por fagocitose. </li></ul><ul><li>Digestão intracelular. </li></ul><ul><li>Vida livre (aquáticos) ou parasitas. </li></ul><ul><li>Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis para controle osmótico. </li></ul><ul><li>Reprodução assexuada por divisão binária. </li></ul><ul><li>Nome genérico  Amebas. </li></ul><ul><li>Ex.: Amoeba proteus (vida livre) e Entamoeba histolytica (parasita). </li></ul>
  • 68. Movimento por pseudópodes
  • 69. Flagelados ou mastigóforos <ul><li>Locomoção por flagelos. </li></ul><ul><li>Mutualísticos ou parasitas. </li></ul><ul><li>Digestão intracelular. </li></ul><ul><li>Reprodução assexuada por divisão binária. </li></ul><ul><li>Ex.: Trichonymphas sp . (mutualístico), Trypanosoma cruzi (parasita), Giardia lambia (parasita), Leishmania brasiliensis (parasita </li></ul>
  • 70. Exemplos de flagelados
  • 71. CILIADOS <ul><li>Nutrição pelo sulco oral. </li></ul><ul><li>Digestão intracelular. </li></ul><ul><li>Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis. </li></ul><ul><li>Vida livre, mutualísticos ou parasitas. </li></ul><ul><li>Reprodução assexuada por divisão binária e sexuada por conjugação. </li></ul><ul><li>Locomoção por cilios. </li></ul><ul><li>Ex.: Paramaecium spp (vida livre), Balantidium coli (parasita). </li></ul><ul><li>São os protistas mais complexos. </li></ul>
  • 72. Exemplos de ciliados
  • 73. ESPOROZOÁRIOS <ul><li>No grupo dos esporozoários encontram-se os protistas que não têm qualquer tipo de sistema de locomoção. </li></ul><ul><li>Todos eles são parasitas obrigatórios. </li></ul><ul><li>Os mais comuns são do gênero Plasmodium, que causam a Malária, e do gênero Toxoplasma, que causam a toxoplasmose. </li></ul>
  • 74. ESPOROZOÁRIOS
  • 75. REPRODUÇÃO <ul><li>ASSEXUADA por divisão binária e </li></ul><ul><li>Ocorre por exemplo em amebas e no tripanossomo. </li></ul><ul><li>SEXUADA por conjugação que ocorre no paramécio. </li></ul>
  • 76. REPRODUÇÃO EM PARAMÉCIO
  • 77. DOENÇAS CAUSADAS POR PROTOZOÁRIOS <ul><li>DOENÇA DE CHAGAS </li></ul><ul><li>Descobridor: o médico brasileiro Dr. Carlos Justiniano Ribeiro das Chagas. Definição: E uma doença transmissível, causado por um parasito do gênero Trypanosoma e transmitida principalmente através do &amp;quot;barbeiro&amp;quot;. É conhecido também por: chupança. </li></ul><ul><li>Agente causador : É um protozoário denominado Trypanosoma cruzi . No homem e nos animais, vive no sangue e nas fibras musculares, especialmente as cardíacas e digestivas: no inseto transmissor, vive no tubo digestivo. </li></ul>
  • 78. DOENÇA DE CHAGAS <ul><li>Transmissor: O &amp;quot;barbeiro&amp;quot;, é um inseto que se alimenta exclusivamente de vertebrados, sendo chamados hematófagos. A principal espécie propagadora da Doença de Chagas no Estado de São Paulo, foi o Triatoma infestans , hoje eliminado do nosso meio.. Geralmente, abrigam-se em locais muito próximo à fonte de alimento e podem ser encontrados na mata. Nas casas escondem-se nas frestas, buracos das paredes, nas camas, colchões e baús. </li></ul>
  • 79. SINTOMAS DA DOENÇA DE CHAGAS <ul><li>Na fase aguda, ocorrem febre moderada, hepatomegalia discreta (grande fígado), inflamação dos gânglios linfáticos, miocardia aguda, meningoencefalite (dores na meninges), etc. É comum a diminuição dos sintomas. As crianças apresentam uma maior taxa de letalidade variando de 2% a 7%. Na fase crônica, ocorre o comprometimento do coração e do sistema digestivo. A duração depende de vários fatores, desde idade e estado nutricional do paciente até os intrínsecos dos parasitas. Os sintomas mais importantes são a cadiomegalia (coração grande), o megaesôfago (esôfago grande) e o megacólon (cólon grande). </li></ul>
  • 80. Sintomas da Doença de Chagas
  • 81. PROFILAXIA <ul><li>B aseia-se principalmente em medidas de controle ao &amp;quot;barbeiro&amp;quot;, impedindo a sua proliferação nas moradias e em seus arredores. Além de medidas específicas (inquéritos sorológicos, entomológicos e desinsetização), as atividades de educação em saúde, devem estar inseridas em todas as ações de controle, bem como, as medidas a serem tomadas pela população local, tais como: - melhorar habitação, através de reboco e tamponamento de rachaduras e frestas; </li></ul>
  • 82. <ul><li>-usar telagem em portas e janelas; - impedir a permanência de animais, como cão, o gato, macaco e outros no interior da casa; - evitar montes de lenhas, telhas ou outros entulhos no interior e arredores da casa; - construir galinheiro, paiol, tulha, chiqueiro, depósito afastados das casas e mantê-los limpos; - retirar ninhos de pássaros dos beirais das casas; - manter limpeza periódica nas casas e em seus arredores; </li></ul>
  • 83. <ul><li>-difundir junto aos amigos, parentes, vizinhos, os conhecimentos básicos sobre a doença, vetor e sobre as medidas preventivas; - encaminhar os insetos suspeitos de serem &amp;quot;barbeiros&amp;quot;, para o serviço de saúde mais próximo. </li></ul>
  • 84. AMEBÍASE <ul><li>Agente causador: E.Histolytica </li></ul><ul><li>Hospedeiro definitivo: homem </li></ul><ul><li>Local do parasitismo: intestino grosso. Podem, também, ser afetados o fígado, os pulmões e o cérebro </li></ul>
  • 85. Ciclo: Ameba <ul><li>Uma pessoa vai a um restaurante e ingere um alface mal-lavado e contaminado com cistos (formas de resistência) de amebas . Tal cisto chega ao intestino do hospedeiro e se abre, liberando jovens amebas. Elas invadem a parede do intestino e começam a se alimentar de células e sangue. Além disso, elas começam a se multiplicar e inflamar a parede do intestino. Com o tempo, tal inflamação se rompe, liberando sangue junto com novas amebas. </li></ul>
  • 86. Sintomas: amebíase <ul><li>O período de incubação é de 2 a 4 semanas. A disenteria amebiana aguda manifesta-se com quadro disentérico agudo, cólicas abdominais, náuseas, vômitos, emagrecimento e fadiga muscular. </li></ul>
  • 87. Profilaxia e tratamento: amebíase <ul><li>manter sanitários limpos; *lavar as mãos antes das refeições e após a defecação; *tratar os doentes e portadores assintomáticos; *não usar excrementos, como fertilizantes; *combater as moscas e baratas. </li></ul>
  • 88. Giardíase <ul><li>Parasita à Giardia lamblia </li></ul><ul><li>Hospedeiro definitivo: homem </li></ul><ul><li>Local do parasitismo: intestino delgado </li></ul>
  • 89. <ul><li>A infecção ocorre pela ingestão de cistos em água ou alimentos contaminados.No ambiente podem sobreviver meses na água fria.  </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  • 90. Ciclo: Giardia
  • 91. Sintomas <ul><li>A giardíase se manifesta por azia e náusea que diminuem de intensidade quando ocorre ingestão de alimentos, ocorrem cólicas seguidas de diarréia, perda de apetite, irritabilidade. Raramente observa-se muco ou sangue nas fezes do indivíduo com giardíase que no entanto possuem odor fétido, são do tipo explosiva e acompanhadas de gases.  </li></ul>
  • 92. Profilaxia <ul><li>Basicamente, para se evitar a giardíase deve-se tomar as mesmas medidas profiláticas usadas contra a amebíase, já que as formas de contaminação são praticamente as mesmas. Portanto deve-se:  Só ingerir alimentos bem lavados e/ou cozidos;       Lavar as mãos antes das refeições e após o uso de sanitários;       Construção de fossas e redes de esgotos;       Só beber água filtrada e/ou fervida;       Tratar as pessoas doentes. </li></ul>
  • 93. Malária <ul><li>Causadores: P. vivax, P. malariae, P. falciparum, P. ovale. </li></ul><ul><li>Hospedeiro definitivo: mosquitos do gênero Anopheles. Só as fêmeas sugam sangue humano e podem atuar como transmissoras dos parasitas.O sangue humano contém nutrientes essenciais para a maturação e desenvolvimento dos ovos desses insetos. </li></ul><ul><li>Hospedeiro intermediário: homem </li></ul><ul><li>Locais do parasitismo: glóbulos vermelhos do sangue, células hepáticas, corpo do mosquito. </li></ul>
  • 94. SINTOMAS: Malária <ul><li>Período de incubação - 7 a 21 dias </li></ul><ul><li>Calafrio, calor e suor </li></ul><ul><li>Febre </li></ul><ul><li>Mal estar </li></ul><ul><li>Cefaléia </li></ul><ul><li>Vômito </li></ul><ul><li>Diarréia </li></ul><ul><li>Hipoglicemia </li></ul><ul><li>Insuficiência renal </li></ul><ul><li>Convulsão </li></ul>
  • 95. Profilaxia <ul><li>Detecção e tratamento precoce dos infectados </li></ul><ul><li>Medidas de proteção individual e coletiva </li></ul><ul><li>Telagem de janelas e portas </li></ul><ul><li>Inseticidas de ação residual </li></ul><ul><li>Impregnação de mosquiteiros com inseticida </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de novos fármacos </li></ul><ul><li>Treinamento de Recursos Humanos </li></ul><ul><li>Estruturação do sistema de saúde </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de Vacina </li></ul>
  • 96. TRICOMONÍASE <ul><li>Causador: Trichomonas vaginalis </li></ul><ul><li>Transmissão: É considerada doença sexualmente transmissível, embora raramente, possa ser transmitida por vias não sexuais, como por exemplo, objetos contaminados (toalhas, vasos sanitários de locais públicos etc.) </li></ul><ul><li>Sintomas No homem, a sintomatologia é mais discreta: corrimento uretral, geralmente pela manhã, antes da primeira micção, bem como irritação da uretra. Na mulher, corrimento abundante, amarelo ou amarelo-esverdeado, bolhoso, com mau cheiro característico; prurido e/ou irritação vulvar; ocasionalmente dor pélvica;. Pode permanecer assintomática no homem e, na mulher, principalmente após a menopausa. </li></ul>
  • 97. TRICOMONÍASE <ul><li>Profilaxia e tratamento </li></ul><ul><li>É recomendável o uso de preservativo durante o ato sexual, uso individual de roupas íntimas, tratamento de indivíduos portadores, esterilização dos aparelhos ginecológicos, higiene em relação aos sanitários públicos, etc. O tratamento é feito com uso de nitroimidazóis, em administração oral e vaginal. Em todos os casos em que se positiva o diagnóstico da infecção na mulher, deve-se estender também o tratamento ao seu marido ou companheiro, já que, sem tal cuidado, poderá surgir uma nova contaminação da mulher e perpetuação do quadro clínico apresentado. </li></ul>
  • 98. LEISHMANIOSE <ul><li>Causador: Leishmania brasiliensis </li></ul><ul><li>Hospedeiro definitivo: homem </li></ul><ul><li>Hospedeiro intermediário: inseto conhecido como mosquito- palha ou birigüi. </li></ul><ul><li>Ciclo: os parasitas se reproduzem no corpo do inseto e são inoculados durante a picada. Os ferimentos provocados pela picada ulceram e neles os parasitas se multiplicam. Novas picadas espalham as leishmânias de pessoa a pessoa. </li></ul>
  • 99. Prevenção: Lesihmaniose <ul><li>Medidas clínicas, diagnóstico precoce e tratamento. Toda a pessoa que apresentar ferida de difícil cicatrização deverá procurar a Unidade Básica de Saúde, para a realização do exame específico e tratamento. </li></ul><ul><li>Medidas de proteção individual, são meios mecânicos através do uso de mosquiteiros simples, telas finas em portas e janelas , evitar a frequência na mata, principalmente no horário noturno, a partir das 20:00 horas (crepúsculo) sem o uso de roupas adequadas,boné, camisas de manga comprida, calças compridas e botas além do uso de repelentes. </li></ul><ul><li>Manter limpo terrenos baldios que possa servir como criadouros de insetos transmissores. </li></ul>
  • 100. Leishmaniose

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