Loading…

Flash Player 9 (or above) is needed to view presentations.
We have detected that you do not have it on your computer. To install it, go here.

Like this presentation? Why not share!

Motores

on

  • 16,235 views

 

Statistics

Views

Total Views
16,235
Views on SlideShare
14,486
Embed Views
1,749

Actions

Likes
3
Downloads
690
Comments
0

19 Embeds 1,749

http://electricidad-ibf.blogspot.com 974
http://electricidad-ibf.blogspot.mx 262
http://electricidad-ibf.blogspot.com.es 225
http://electricidad-ibf.blogspot.com.ar 128
http://www.electricidad-ibf.blogspot.com 82
http://www.electricidad-ibf.blogspot.com.ar 30
http://electricidad-ibf.blogspot.com.br 12
http://www.dicasdeeletrica.blogspot.com 9
http://www.electricidad-ibf.blogspot.com.es 8
http://electricidad-ibf.blogspot.pt 3
http://www.electricidad-ibf.blogspot.mx 3
http://www.electricidad-ibf.blogspot.com.br 2
http://electricidad-ibf.blogspot.it 2
http://dicasdeeletrica.blogspot.com.br 2
http://electricidad-ibf.blogspot.de 2
http://dicasdeeletrica.blogspot.com 2
http://electricidad-ibf.blogspot.fr 1
https://si0.twimg.com 1
http://electricidad-ibf.blogspot.ca 1
More...

Accessibility

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

Motores Motores Presentation Transcript

  • MANUAL DO MOTOR ELÉTRICO; SELEÇÃO E APLICAÇÃO DOS MOTORES ELÉTRICOS DE INDUÇÃO MOTOR ELÉTRICO 1 2 Início MANUTENÇÃO BÁSICA DE MOTORES 3
  • MANUAL DE MOTORES ELÉTRICOS NOÇÕES FUNDAMENTAIS; CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO; CARACTERÍSTICAS DO AMBIENTE; AMBIENTES PERIGOSOS; CARACTERÍSTICAS DE ACELERAÇÃO; REGULAÇÃO DE VELOCIDADE DE MOTORES DE INDUÇÃO; CARACTERÍSTICAS EM REGIME; CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS; ENSAIOS. 2 3 4 5 7 8 9 10 1 Motor REFRIGERAÇÃO; 6
  • UNIVERSO TECNOLÓGICO EM MOTORES ELÉTRICOS: MOTOR C.A. MONOFÁSICO UNIVERSAL TRIFÁSICO ASSÍNCRONO SÍNCRONO ASSÍNCRONO GAIOLA DE ESQUILO ROTOR BOBINADO SPLIT - PHASE CAP. PARTIDA CAP. PERMANENTE CAP. 2 VALORES PÓLOS SOMBREADOS REPULSÃO RELUTÂNCIA HISTERESE DE GAIOLA DE ANÉIS IMÃ PERMANENTE PÓLOS SALIENTES PÓLOS LISOS MOTOR C.C. EXCITAÇÃO SÉRIE EXCITAÇÃO INDEPENDENTE EXCITAÇÃO COMPOUND IMÃ PERMANENTE SÍNCRONO NOÇÕES FUNDAMENTAIS Manual 1-8
  • C = F . d = Força x distância [ Nm ] NOÇÕES FUNDAMENTAIS CONCEITOS BÁSICOS: CONJUGADO: ENERGIA E POTÊNCIA MECÂNICA: Também chamado de Momento, Torque ou Binário. Manual 2-8
  • Potência: - Ativa [ W ]  P = V . I . cos  - Reativa [ VAr ]  Q = V . I . sen  - Aparente [ VA ]  S = V . I Energia: - Ativa [ kWh ]  E = P . t - Reativa [ kVArh]  E = Q . t Q (kVAr) P (kW) S (kVA) NOÇÕES FUNDAMENTAIS ENERGIA E POTÊNCIA ELÉTRICA: Manual 3-8
  • FATOR DE POTÊNCIA: RENDIMENTO: SISTEMAS DE CORRENTE ALTERNADA : NOÇÕES FUNDAMENTAIS Manual 4-8 SISTEMAS MONOFÁSICOS POLIFÁSICOS BIFÁSICOS TRIFÁSICOS HEXAFÁSICOS, ETC.
  • LIGAÇÕES NOS SISTEMAS TRIFÁSICOS: I L Triângulo: Estrela: NOÇÕES FUNDAMENTAIS Manual 5-8 I L I F V F V L I F V F V L
  • MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO: NOÇÕES FUNDAMENTAIS ESTATOR 1 PARTES:
      • Carcaça;
      • Núcleo de Chapas;
      • Enrolamento Trifásico.
    2
      • Eixo;
      • Núcleo de Chapas;
      • Barras e anéis de curto.
    3 ROTOR OUTRAS PARTES
      • Tampas;
      • Ventilador;
      • Caixa de ligação;
      • Rolamentos;
      • Placa de Identificação;
      • Defletora, etc.
    Manual 6-8
  • CARCAÇAS LINHA DE BAIXA TENSÃO LINHA MASTER “M” LINHA “H” LINHA “AGA” 1-2 Partes
  • NÚCLEO DE CHAPAS E ENROLAMENTO 2-2 Partes
  • ROTOR DE GAIOLA (INJETADO) ROTOR DE GAIOLA (BARRAS) ROTOR BOBINADO (ANÉIS) ROTORES 1-1 Partes
  • OUTRAS PARTES TAMPAS FLANGES ROLAMENTOS / VENTILADOR / DEFLETORA / CAIXA DE LIGAÇÕES 1-4 Partes
  • OUTRAS PARTES PORTA ESCOVAS (LEVANTAMENTO AUTOMÁTICO) MANCAL DE ROLAMENTO MANCAL DE BUCHA 2-4 Partes
  • OUTRAS PARTES CAIXA DE LIGAÇÃO DE FORÇA CAIXA DE LIGAÇÃO COM PARA-RAIO E CAPACITOR 3-4 Partes
  • OUTRAS PARTES 4-4 Partes
  • VELOCIDADE SÍNCRONA (ns): f - frequência nominal; onde: p - número de pares de pólos; 2p - número de pólos. VELOCIDADE NOMINAL (n): n - velocidade nominal; onde: ns - velocidade síncrona; s - escorregamento; NOÇÕES FUNDAMENTAIS Manual 7-8
  • ESCORREGAMENTO: NOÇÕES FUNDAMENTAIS Manual 8-8 n n n s Conjugado Rotação s
  • De acordo com a norma NBR 7094/96, as regiões de tolerâncias da tensão e frequência são classificadas como zona “A” e zona “B”. CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO TOLERÂNCIAS: Manual 1-6 0,95 “ B” 1,10 1,05 1,02 1,03 0,95 0,90 0,98 “ A” TENSÃO ( p.u. ) FREQUÊNCIA ( p.u. ) NOMINAL ZONA “ A ” ZONA “ B ”
  • TOLERÂNCIAS
      • Desempenhar sua função principal continuamente (assegurar o seu conjugado nominal);
      • Desvios em suas características de desempenho à tensão e frequências nominais (rendimento, fator de potência, etc.);
      • Elevações de temperatura superiores àquelas a tensão e frequência nominais (podem exceder em aproximadamente 10K os limites especificados pela norma);
    Zona “A” Zona “B”
      • Desempenhar sua função principal (assegurar o seu conjugado nominal);
      • Desvios em suas características de desempenho, à tensão e frequência nominais, superiores àqueles da zona A
      • Elevações de temperatura superiores àquelas a tensão e frequência nominais e superiores às da zona “A”;
    CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO Manual 2-6
  • TENSÕES NORMALMENTE UTILIZADAS EM FUÇÃO DO POTÊNCIA DO MOTOR CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO Manual 3-6 Não há um padrão mundial para escolha da tensão de alimentação. Entre os principais fatores considerados, pode-se citar:
      • Nível de tensão disponível no local;
      • Limitações da rede de alimentação com referência à
      • corrente de partida;
      • Distância entre a fonte de tensão (subestação) e a carga;
      • Custo do investimento, entre baixa e alta tensão potências
      • entre 150 e 450kW.
  • TENSÕES USUAIS: Baixa Tensão: 220, 380, 440, 660 V Média Tensão: 2.300, 3.300, 4.160, 6.600, 13.800 V CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO Manual 4-6
  • Tripla Tensão Nominal - Tensões: 220/380/440/760 V - Cabos: 12 ( doze ) LIGAÇÕES: Série - Paralela - Cada fase é dividida em 2 partes; - Segunda tensão é o dobro da primeira; - Tensões: 220/440 V e 230/460 V - Cabos: 9 ( nove ) Estrela - Triângulo - Segunda tensão  3 vezes maior que a primeira; - Tensões: 220/380 V, 380/660 V, 440/760 V - Cabos: 6 ( seis ) CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO Manual 5-6
  • MÉTODOS DE PARTIDA: DIRETA ESTRELA - TRIÂNGULO SÉRIE - PARALELA CHAVE COMPENSADORA ELETRÔNICA POR RESISTOR POR REATOR PRIMÁRIO 2 3 4 5 6 7 1 CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO Manual 6-6
  • PARTIDA DIRETA
      • IDEAL (Sempre que possível);
      • Nos casos em que a corrente de partida é elevada, podem ocorrer:
      • Elevada queda de tensão no sistema de alimentação da rede;
      • Imposição das concessionárias de energia elétrica, devido as implicações de
    • variação na tensão da rede;
      • Sistema de proteção dos motores (cabos, contatores) mais caro (superdimencionado);
    CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO 1-1 Partida
  • PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO Utilizada em aplicações cujas cargas tem conjugados baixos ou partidas a vazio
      • O motor deve possuir 6 terminais;
      • A corrente e o conjugado de partida ficam reduzidos a 33% ;
      • Dupla tensão, sendo a segunda tensão  3 vezes a primeira.
    CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO
      • Ex.:(220/380Volts)
    1-1 Partida (a) Corrente em triângulo (b) Conjugado em triângulo (c) Corrente em estrela (d) Conjugado em estrela (e) Conjugado resistente 1 2 3 4 5 6 80 60 40 20 0 100 % rpm (e) (d) (c) (b) (a) Ip / In Cp / Cn
  • PARTIDA SÉRIE-PARALELA
    • O motor deve possuir 9 terminais;
    • Dupla tensão, sendo a segunda tensão 2 vezes a primeira. Ex.:(220/440Volts);
    • Na partida o motor é ligado em série até atingir sua rotação nominal e, então, faz-se a comutação para a configuração paralelo.
    CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO 1-1 Partida
  • PARTIDA COM CHAVE COMPENSADORA
    • Partida de motores sob carga;
    • Reduz a corrente de partida, evitando sobrecarga no circuito;
    • A tensão na chave compensadora é reduzida através de auto-transformador;
    • Tap´s do auto-transformador: 50, 65 e 80% da tensão.
    CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO Partida 1-3
  • RELAÇÕES DE TENSÕES Fatores de redução K1 e K2 em função das relações de tensão do motor e da rede Um / Un Exemplo: Para 85% da tensão nominal CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO PARTIDA COM CHAVE COMPENSADORA Partida 2-3 K1 K2 1.0 0.9 0.8 0.7 0.6 0.5 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 Um / Un 0
  • EXEMPLO: Características de desempenho de um motor de 425 cv, VI pólos, quando parte com 85% da tensão CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO PARTIDA COM CHAVE COMPENSADORA Partida 3-3 100% 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Conjugado ( % ) do conj. nominal 100 200 Relação de corrente 1 2 5 3 6 4 Relação em porcentagem da rotação síncrona
  • PARTIDA ELETRÔNICA POR SOFT-STARTER
    • Método de partida suave;
    • Controle apenas da tensão
    • ( 25 a 90% da tensão nominal );
    • Tempo de aceleração
    • regulável entre 1 e 240 segundos.
    CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO 1-1 Partida
  • PARTIDA COM RESISTOR PRIMÁRIO
    • Resistores em série com cada uma das fases;
    • Queda de tensão nos bornes do motor;
    • Redução na corrente absorvida;
    • Próximo da velocidade nominal o motor é ligado diretamente à rede;
    • Melhora o fator de potência na partida;
    • Maior perda de energia na partida, devido aos resistores;
    • Método pouco utilizado.
    CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO 1-1 Partida
  • PARTIDA COM REATOR PRIMÁRIO
    • Reatância indutiva em série com cada uma das fases;
    • Queda de tensão nos bornes do motor;
    • Redução na corrente absorvida;
    • Próximo da velocidade nominal o motor é ligado diretamente à rede;
    • Fator de potência e torque máximo melhores do que com resistores;
    • Perdas menores;
    • Método utilizado apenas para partida de motores de grande potência e de média tensão.
    CARACTERÍSTICAS DA REDE DE ALIMENTAÇÃO 1-1 Partida
  • CURVA DE CONJUGADO X ROTAÇÃO: N - Conjugados normais, Corrente de partida normal, Baixo escorregamento; H - Conjugados altos, Corrente de partida normal, Baixo escorregamento; D - Conjugados altos (C p  275% C n ), Corrente de partida normal, Alto escorregamento ( 5 a 8% e 8 a 13% ). Os valores de C máx , C mín e C p são especificados pela norma NBR 7094 CARACTERÍSTICAS DE ACELERAÇÃO CATEGORIAS: Manual 1-6 Cp Cmín Cmáx Cn n n n s Conjugado Rotação s
  • CURVA DE CONJUGADO X ROTAÇÃO PARA AS CATEGORIAS “ N ”, “ H ” E “ D ”: Comparativo entre as normas NBR 7094 e EB 120 ( Baseada na norma NEMA ) CARACTERÍSTICAS DE ACELERAÇÃO 50 100 150 200 275 300 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Categoria D Categoria H Categoria N Conjugado (%) Rotação (%) Manual 2-6 NBR 7094 EB 120 A B H C D D E F N ****
  • É a medida da resistência que um corpo oferece a uma mudança em seu movimento de rotação. O momento de inércia deve ser referido ao eixo do motor: CARACTERÍSTICAS DE ACELERAÇÃO MOMENTO DE IMPULSO: MOMENTO DE INÉRCIA: Manual 3-6 Momento de Inércia em rotações diferentes MOTOR J M CARGA J C n M n C
  • Tempo que o motor leva para acionar a carga desde a rotação zero até a rotação nominal. É dado pela seguinte equação: onde: n - Rotação em [ rps ]; Jm - Momento de inércia do motor [ Kgm² ]; Jce - Momento de inércia da carga referido ao eixo do motor [ Kgm² ]; Cmmed - Conjugado motor médio em [ Nm ]; Crmed - Conjugado resistente médio em [ Nm ]. CARACTERÍSTICAS DE ACELERAÇÃO TEMPO DE ACELERAÇÃO: Manual 4-6
  • Valores máximos são especificados pela norma NBR 7094, em forma de kVA / cv ou kVA / kW CARACTERÍSTICAS DE ACELERAÇÃO CORRENTE DE PARTIDA: POTÊNCIA APARENTE C/ ROTOR BLOQUEADO ( Sp / Pn ) Manual 5-6 > 0,54  8,6 > 0,4  6,3 9,6 13 > 8,6  34 > 6,3  25 8,8 12 > 34  140 > 25  100 8,1 11 > 140  860 > 100  630 7,4 10 cv kW kVA / cv kVA / kW
  • A NORMA NEMA CLASSIFICA EM LETRA CÓDIGO: CARACTERÍSTICAS DE ACELERAÇÃO CÓDIGO DE PARTIDA: A 0 - 3,14 L 9,0 - 9,99 B 3,15 - 3,54 M 10,0 - 11,09 C 3,55 - 3,99 N 11,2 - 12,49 D 4,0 - 4,49 P 12,5 - 13,99 E 4,5 - 4,99 R 14,0 - 15,99 F 5,0 - 5,59 S 16,0 - 17,99 G 5,6 - 6,29 T 18,0 - 19,99 H 6,3 - 7,09 U 20,0 - 22,39 J 7,1 - 7,99 V 22,4 - MAIOR K 8,0 - 8,99 COD. kVA / cv COD. kVA / cv Manual 6-6
  • ROTAÇÃO SÍNCRONA E ROTAÇÃO NOMINAL : REGULAÇÃO DE VELOCIDADE FORMAS DE VARIAÇÃO DA VELOCIDADE: VARIANDO O ESCORREGAMENTO VARIANDO A FREQUÊNCIA VARIANDO O NÚMERO DE PÓLOS 2 3 1 Manual 1-3
  • REGULAÇÃO DE VELOCIDADE VARIAÇÃO DA FREQUÊNCIA: UTILIZAÇÃO DE INVERSORES DE FREQUÊNCIA Manual 2-3
    • Variação :
      • 6 a 30 Hz - Perda de ventilação;
    • 30 a 60 Hz - Motores standard;
    • 6 a 60 Hz - Depende da carga acionada.
      • Acima de 60 Hz - Enfraquecimento de campo.
    • Utilização de motores DAHLANDER;
    • Utilização de motores de ENROLAMENTOS INDEPENDENTES.
    • Variação da resistência rotórica ( MOTORES DE ANÉIS );
    • Variação da tensão no estator.
    REGULAÇÃO DE VELOCIDADE VARIAÇÃO DO NÚMERO DE PÓLOS: VARIAÇÃO DO ESCORREGAMENTO: Manual 3-3
    • A vida útil do motor é função da isolação;
    • Um aumento de 10 graus na temperatura, acima da suportável pelo isolante,
    • reduz a vida útil pela metade.
    • Obtido através de Ensaio de Elevação de Temperatura
    CARACTERÍSTICAS EM REGIME MEDIDA DA ELEVAÇÃO DE TEMPERATURA: VIDA ÚTIL DO MOTOR: R 1 - Resistência do enrolamento; T 1 - Temperatura do enrolamento; 1 - antes do ensaio Ta - Temperatura do ambiente; R 2 - Resistência do enrolamento; T 2 - Temperatura do enrolamento; 2 - depois do ensaio  T - Elevação de Temperatura. Manual 1-11
  • COMPOSIÇÃO DA TEMPERATURA EM FUNÇÃO DA CLASSE DE ISOLAMENTO: CARACTERÍSTICAS EM REGIME Manual 2-11 Temperatura Ambiente ºC 40 40 40 40 40  T = Elevação de Temperatura K 60 75 80 105 125 ( método da resistência ) Diferença entre o ponto mais ºC 5 5 10 10 15 quente e a temperatura média Total: Temperatura do ponto ºC 105 120 130 155 180 mais quente Classe de Isolamento - A E B F H
  • RTD: Resistência calibrada; (Pt - 100 Platina 100  a 0 ºC) CARACTERÍSTICAS EM REGIME TIPOS DE DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO TÉRMICA: Protetores Térmicos: São do tipo bimetálico, com contato normalmente fechado, instalado em motores monofásicos; Termostatos: São do tipo bimetálico, com contato normalmente fechado; Termistores: Material semi-condutor ( silício ), a resistência varia com o calor; PTC - Alta resistência para alta temperatura. NTC - Baixa resistência para alta temperatura. Manual 3-11
  • CARACTERÍSTICAS EM REGIME REGIMES DE SERVIÇO MAIS IMPORTANTES:
    • Regime S1 : Regime contínuo
    tn Carga Perdas Elétricas Temperatura Tempo  máx Manual 4-11
  • CARACTERÍSTICAS EM REGIME REGIMES DE SERVIÇO MAIS IMPORTANTES:
    • Regime S2 : Funcionamento a carga constante durante um período inferior ao tempo necessário para atingir o equilíbrio térmico.
    S2 60 min S2 30 min Manual 5-11 tn Tempo  máx Carga Perdas Elétricas Temperatura
  • CARACTERÍSTICAS EM REGIME REGIMES DE SERVIÇO MAIS IMPORTANTES:
    • Regime S3 : Sequência de ciclos idênticos, sendo um período a carga constante e um período de repouso. O ciclo é tal que a corrente de partida não afeta significativamente a elevação de temperatura.
    S3 25% ED S3 40% ED Manual 6-11 Carga Perdas Elétricas Temperatura  máx Tempo tn tr Duração do ciclo
  • CARACTERÍSTICAS EM REGIME REGIMES DE SERVIÇO MAIS IMPORTANTES:
    • Regime S4 : Sequência de ciclos idênticos, sendo um período de partida, um período a carga constante e um período de repouso. O calor gerado na partida é suficientemente grande para afetar o ciclo seguinte.
    S4 40% ED Manual 7-11 Carga Perdas Elétricas Temperatura Tempo Duração do ciclo  máx td tn tr
  • POTÊNCIA EQUIVALENTE PARA CARGAS DE “ PEQUENA INÉRCIA “: CARACTERÍSTICAS EM REGIME Manual 8-11 P1 P2 P3 P4 Pn t1 t2 t3 t4 tn t (s) P (cv)
  • Tolerâncias de Norma ( NBR 7094/1996 ) CARACTERÍSTICAS EM REGIME RENDIMENTO: Manual 9-11 Tolerâncias no Rendimento (  ) Rendimento Tolerância   0,851 -0,20 ( 1 -  )  < 0,851 -0,15 ( 1 -  )
    • Conforme Portaria do DNAEE (1569 - 23 de dezembro de 1993)
      • cos   0,92;
      • medição hora-sazonal;
      • Faturamento da energia reativa capacitiva excedente;
    CARACTERÍSTICAS EM REGIME FATOR DE POTÊNCIA: VELOCIDADE NOMINAL: É a velocidade (rpm) do motor funcionando à potência nominal, sob tensão e frequência nominais ( depende do escorregamento ) Correção: Utilização de Bancos de Capacitores Manual 10-11
  • É o fator que aplicado à potência nominal, indica a carga permissível que pode ser aplicada continuamente ao motor, sob condições especificadas. OBS.: Por norma, um motor trabalhando no fator de serviço, terá o limite de temperatura da classe do isolante acrescido de até 10ºC. CARACTERÍSTICAS EM REGIME CORRENTE NOMINAL: É a corrente que o motor absorve da rede quando funcionando à potência nominal, sob tensão e frequência nominais. FATOR DE SERVIÇO (FS): Manual 11-11
  • REFRIGERAÇÃO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO Define a maneira pela qual é feita a troca de calor entre as partes aquecidas do motor e o ar ambiente. São classificados de acordo com a norma ABNT-NBR 5110 e/ou IEC-346. REFRIGERAÇÃO AXIAL REFRIGERAÇÃO MISTA REFRIGERAÇÃO BILATERAL SIMÉTRICA 2 3 1 Manual
  • VENTILAÇÃO AXIAL LINHA STANDARD TOTALMENTE FECHADO - IC 0141 LINHA HGF ABERTO (AUTO-VENTILADO) - IC 01 LINHA AGA Voltar 1-1
  • REFRIGERAÇÃO REFRIGERAÇÃO MISTA TROCADOR DE CALOR AR-AR ABERTO TROCADOR DE CALOR AR-ÁGUA 2 3 1 POR DUTOS 4 Voltar
  • TROCADOR DE CALOR AR-AR TOTALMENTE FECHADO - IC 0161 LINHAS MGF E MAF VENTILAÇÃO INDEPENDENTE - IC 0666 LINHAS MGI E MAI Mista 1-1
  • ABERTO AUTO VENTILADO -IC 01 LINHAS MGA, MAA E AGA VENTILAÇÃO INDEPENDENTE - IC 06 LINHAS MGV E MAV Mista 1-1
  • TROCADOR DE CALOR AR-ÁGUA FECHADO - ICW 37A81 LINHAS MGW, MAW VENTILAÇÃO INDEPENDENTE -ICW 37A81 LINHAS MGL, MAL Mista 1-1
  • POR DUTOS AUTO VENTILADO - IC 33 LINHAS MGD, MAD VENTILAÇÃO INDEPENDENTE - IC 33 LINHAS MGT, MAT Mista 1-1
  • REFRIGERAÇÃO BILATERAL SIMÉTRICA TROCADOR DE CALOR AR-AR ABERTO TROCADOR DE CALOR AR-ÁGUA 2 3 1 POR DUTOS 4 Voltar
  • TROCADOR DE CALOR AR-AR TOTALMENTE FECHADO - IC 0161 LINHAS MGF E MAF VENTILAÇÃO INDEPENDENTE - IC 0666 LINHAS MGI E MAI Simétrica 1-1
  • ABERTO AUTO VENTILADO -IC 01 LINHAS MGA, MAA E AGA VENTILAÇÃO INDEPENDENTE - IC 06 LINHAS MGV E MAV Simétrica 1-1
  • TROCADOR DE CALOR AR-ÁGUA FECHADO - ICW 37A81 LINHAS MGW, MAW VENTILAÇÃO INDEPENDENTE -ICW 37A81 LINHAS MGL, MAL Simétrica 1-1
  • POR DUTOS AUTO VENTILADO - IC 33 LINHAS MGD, MAD VENTILAÇÃO INDEPENDENTE - IC 35 LINHAS MGT, MAT Simétrica 1-1
  • CARACTERÍSTICAS DO AMBIENTE CONDIÇÕES NORMAIS DE OPERAÇÃO: INFLUÊNCIA DA ALTITUDE: A potência útil fornecida pelo motor reduz com o aumento da altitude.
    • De acordo com a norma NBR 7094:
      • Altitude  1000 m;
      • Temperatura  40 ºC;
      • Atmosfera limpa
    AR + RAREFEITO Manual 1-3
  • CARACTERÍSTICAS DO AMBIENTE FATOR DE MULTIPLICAÇÃO DA POTÊNCIA ÚTIL EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA AMBIENTE ( T ) EM “ ºC ” E DA ALTITUDE (H ) EM “m” : 10 - - - - - - 1,05 15 - - - - - 1,05 0,99 20 - - - - 1,05 0,99 0,93 25 - - - 1,05 0,98 0,93 0,88 30 - - 1,04 0,97 0,92 0,87 0,82 35 - 1,02 0,96 0,91 0,86 0,81 0,77 40 1,00 0,94 0,89 0,85 0,80 0,76 0,72 45 0,92 0,87 0,83 0,78 0,74 0,70 0,67 50 0,85 0,80 0,76 0,72 0,68 0,65 0,62 55 0,77 0,74 0,70 0,66 0,63 0,60 0,57 60 0,71 0,67 0,64 0,60 0,57 0,55 0,52 T/ H 1000 1500 2000 2500 3000 3500 4000 Manual 2-3
  • 1º ALGARISMO ( indica o grau de proteção contra penetração de corpos sólidos e contato acidental) 2º ALGARISMO ( indica o grau de proteção contra penetração de água no interior do motor) GRAUS DE PROTEÇÃO A letra (W) entre as letras IP e os algarismos, indica que o motor é protegido contra intempéries CARACTERÍSTICAS DO AMBIENTE Manual 3-3 0 Sem proteção 1 Corpos estranhos de dimensões acima de 50mm - Toque acidental com a mão 2 Corpos estranhos de dimensões acima de 12mm - Toque com os dedos 3 Corpos estranhos de dimensões acima de 2,5mm - Toque com os dedos 4 Corpos estranhos de dimensões acima de 1,0mm - Toque com ferramentas 5 Proteção contra acúmulo de poeiras prejudiciais ao motor - Completa contra toques 6 Totalmente protegido contra a poeira - Completa contra toques 0 Sem proteção 1 Pingos de água na vertical 2 Pingos de água até a inclinação de 15° com a vertical 3 Água da chuva até a inclinação de 60° com a vertical 4 Respingos em todas as direções 5 Jatos d’água de todas as direções 6 Água de vagalhões 7 Imersão temporária 8 Imersão permanente
  • Uma atmosfera é explosiva quando a proporção de gás, vapor ou pó na atmosfera é tal que uma faísca proveniente de um circuito elétrico ou o aquecimento de um aparelho pode provocar uma explosão AMBIENTES PERIGOSOS ATMOSFERA EXPLOSIVA: CONDIÇÕES PARA OCORRÊNCIA DA EXPLOSÃO: SUBSTÂNCIAS INFLAMÁVEIS (Gás, vapor, poeira, fibras) AR (Oxigênio) FONTE DE IGNIÇÃO (Faísca, temperatura superficial excessiva) Manual 1-6
  • AMBIENTES PERIGOSOS CLASSIFICAÇÃO DE ÁREAS DE RISCO - IEC/ ABNT/ CENELEC Manual 2-6 0 Presença permanente da atmosfera 1 Presença frequente da atmosfera 2 Presença rara da atmosfera 10 Presença permanente da atmosfera (pó e fibra) 11 Presença ocasional da atmosfera (pó e fibra) ZONA DESCRIÇÃO I Gases de minas - Grisú II A Propano, benzeno, acetona II B Etileno, éter dietílico II C Hidrogênio, acetileno GRUPO DESCRIÇÃO
  • CLASSIFICAÇÃO ÁREAS DE RISCO - NEC AMBIENTES PERIGOSOS Manual 3-6 1 Presença permanente da atmosfera 2 Presença acidental da atmosfera DIVISÃO DESCRIÇÃO I Presença de gases e vapores inflamáveis II Presença de poeiras inflamáveis III Presença de fibras inflamáveis CLASSE DESCRIÇÃO GASES: MINAS Grisú A Acetileno B Butadieno, hidrogênio C Etileno, ciclopropano D Propano, butano E Pó de alumínio, magnésio (alta condutividade) F Pó de carbono, coque (leve condutividade) G Grãos e cereais (não condutivo) GRUPO DESCRIÇÃO
  • CLASSES DE TEMPERATURA - NEC / IEC AMBIENTES PERIGOSOS Manual 4-6 T1 450 °C T1 450 °C T2 300 °C T2 300 °C T2A 280 °C T2B 260 °C T2C 230 °C T2D 215 °C T3 200 °C T3 200 °C T3A 180 °C T3B 165 °C T3C 160 °C T4 135 °C T4 135 °C T4A 120 °C T5 100 °C T5 100 °C T6 85 °C T6 85 °C IEC NEC Classe Temp. máx. Classe Temp. máx.
  • COMPARATIVO ENTRE ABNT/IEC E NEC/API AMBIENTES PERIGOSOS Manual 5-6 IEC Zona 0 Zona 1 Zona 2 NEC/API Divisão 1 Divisão 2 Normas Ocorrência de mistura inflável contínua condição normal condição anormal IEC Gr II C Gr II C Gr II B Gr II A NEC/API Classe I Classe I Classe I Classe I Gr A Gr B Gr C Gr D Grupo de Grupo de Grupo de Grupo de Acetileno Hidrogênio Eteno Propano Gases Normas
  • AMBIENTES PERIGOSOS EQUIPAMENTOS PARA ÁREA DE RISCO Manual 6-6 Segurança Ex (e) Em condições normais de Zonas aumentada operação não produzem arco, 1 e 2 centelha ou alta temperatura. Não Ex (n) Em condições normais de Zona acendível operação não possuem energia 2 suficiente para inflamar a atmosfera explosiva A prova de Ex (d) Suportam explosão interna sem Zonas explosão permitir que se propague para 1 e 2 o meio externo. Tipo de Simbologia Definição Área de Proteção IEC/ABNT Aplicação
  • ABNT, IEC - Dimensões em mm; NEMA - Dimensões em polegadas. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS Número da Carcaça ABNT Distância do centro da ponta de eixo à base do pé do motor DIMENSÕES: NORMAS: Manual 1-6
    • Com ou sem pés;
    • Com ou sem flanges;
    • Tipos de flanges:
    • - FF ( ou FA )
    • - FC
    • - FC DIN
    • Vertical ou Horizontal.
    FORMAS CONSTRUTIVAS NORMALIZADAS: CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS Manual 2-6
      • Quando utiliza-se polias - deve-se observar os seguintes pontos:
        • - Diâmetro mínimo da polia motora;
        • - Diâmetro da polia movida;
        • - Largura da polia movida;
        • - Utilizar gráficos de esforços para selecionar/verificar o tipo de rolamento;
    CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ESFORÇOS AXIAIS E RADIAIS: Manual 3-6
  • A WEG apresenta planos de pintura para cada aplicação: CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS PLANOS DE PINTURA: 201 Ambientes não agressivos; 202 Ambientes industriais agressivos abrigados; 203 Ambientes de baixa agressividade; 204 Ambientes industrias marítimos desabrigados; 205 Ambientes industriais agressivos desabrigados; 206 Ambientes industriais marítimos abrigados; 207 Ambientes não agressivos. PLANO USO RECOMENDADO Manual 4-6
  • Conforme NBR 8008, balanceamento é o processo que procura melhorar a distribuição de massa de um corpo, de modo que este gire em seus mancais sem forças de desbalanceamento NORMAL Máquinas sem requisitos especiais, tais como: Máquinas gráficas, laminadores, britadores, bombas, etc. REDUZIDO Máquinas de precisão para trabalho sem vibração, tais como: Máquinas a serem instaladas sobre fundamento isolado a prova de vibração, mandriladora e fresadoras de precisão. ESPECIAL Máquinas para trabalho de alta precisão, tais como: retíficas, balanceadoras, mandriladora de coordenadas, etc. BALANCEAMENTO: CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS Manual 5-6
    • Quanto aos elementos de transmissão, tais como, polias, acoplamentos, etc.:
      • Balanceados dinamicamente antes de serem instalados;
      • Perfeitamente alinhados entre si;
      • A tensão na correia deverá ser suficiente para evitar o escorregamento;
      • Observar o diâmetro mínimo das polias.
    CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ELEMENTOS DE TRANSMISSÃO: Manual 6-6 INCORRETO CORRETO
    • Ensaio com rotor bloqueado;
    • Ensaio de partida;
    • Ensaio de sobrevelocidade;
    • Ensaio de nível de ruído;
    • Ensaio de tensão no eixo;
    • Ensaio de vibração.
    ENSAIOS
    • Ensaio de resistência elétrica, a frio;
    • Ensaio em vazio;
    • Ensaio com rotor bloqueado;
    • Ensaio de tensão secundária para motores
    • com rotor enrolado;
    • Ensaio de tensão suportável.
    ENSAIOS DE ROTINA: ENSAIOS DE TIPO:
    • Todos os ensaios de rotina;
    • Ensaio de elevação de temperatura;
    • Ensaio de resistência elétrica, a quente;
    • Ensaios relativos a potência fornecida;
    • Ensaio de conjugado máximo em tensão nominal ou reduzida;
    ENSAIOS ESPECIAIS 1-2 Manual
  • Manual 2-2 Início ENSAIOS SALA DE POTÊNCIA - LAB. ALTA TENSÃO