Hermano

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Hermano

  1. 1. CIDADES INTELIGENTES Hermano José Batista de Carvalho
  2. 2. CIDADES Um olhar de administrador!
  3. 3. CIDADESAs cidades são catalisadores da crise contemporânea, já que são muito sensíveis a tudo que afeta os seus componentes, como sua estrutura demográfica, sua composição racial, o equilíbrio de seus estratos sociais, o nível de emprego e as atitudes sócio-culturais de seus habitantes.
  4. 4. CIDADESSão geradoras de problemas, como as disparidades nos níveis de qualidade de vida dos diferentes grupos sociais e étnicos, o congestionamento do tráfego, os preços do solo, a escassez de moradia, a insuficiência de infra-estrutura e equipamentos coletivos, o desemprego, a pressão fiscal e a contaminação do meio ambiente urbano.
  5. 5. CIDADESAs cidades atuam como catalisadores sociais para os imigrantes, geram condições para a oferta de melhores serviços de saúde, além de contribuírem para o aumento da riqueza e da qualidade de vida de seus habitantes, quando comparadas às localidades não-urbanas.
  6. 6. CIDADES O modelo de administração pública, de caráter meramente reativo, perde importância frente aosdesafios da atualidade, indicando a necessidade de uma nova forma de gestão urbana, capaz de se antecipar aos problemas sociais.
  7. 7. CIDADESDecidir sobre o futuro da cidade não pode ser umaexclusividade de poucos “iluminados ou tecnocratas etecnólogos que, num desejo de converter-se em elite, pretendem dar um salto no vazio frente à difícilresolução dos problemas sociais e econômicos atuais,no curto prazo, a partir da apresentação de utopias de longo prazo” (FORN e FOXÁ, 1990, p. 237).
  8. 8. CIDADESCresce a necessidade de participação dos cidadãos comoelemento essencial para as decisões de funcionamento dacidade, a partir do desenvolvimento de projetos quetenham identificação com eles, tornando-os partícipes daconstrução de um futuro mais igualitário. .
  9. 9. CIDADESAs cidades tiveram de recorrer a uma nova forma deplanejamento, estabelecendo-se a necessidade de se realizar o traslado dos conceitos de planejamento estratégico do âmbito empresarial para a realidade urbana. .
  10. 10. CIDADES . O planejamento estratégico procurava desenvolver um caráter complementar e interseccional com os outros planejamentos necessários aos territórios (o urbano, oterritorial, o de política regional e o setorial).
  11. 11. CIDADES A cidade de Barcelona iniciou, em 1988, um esforço parasediar os Jogos Olímpicos, o que resultou na formulação eimplementação de um planejamento estratégico para acidade, o qual viria a se transformar em ícone dessametodologia, levando a sua disseminação pela Europa eAmérica Latina.
  12. 12. CIDADES“Queremos fazer uns jogos para a cidade. E não uma cidade para uns jogos”. Maragall (alcaide de Barcelona)
  13. 13. CIDADESA transformação da cidade em empresa temcomo principal resultado o esquecimento dacidade enquanto espaço político. Suprimem-se asdiscussões sobre valores, filosofia e utopias.Como na empresa, valorizam-se o pragmatismo,o realismo e o sentido prático (VAINER, 2001).
  14. 14. CIDADES O modelo busca o consenso, pois “sem consenso nãohá qualquer possibilidade de estratégias vitoriosas. Elesupõe, exige, depende de que a cidade esteja unificada, toda, sem brechas, em torno do projeto” (VAINER, 2001, p. 91).
  15. 15. CIDADESPOLÍTICA X CONSENSO
  16. 16. CIDADESGESTÃO RELACIONALA cidade estaria necessitando de uma gestão relacional,que incluiria a participação de redes sociais auxiliando aadministração pública local de forma permanente. Esteve (2001)
  17. 17. CIDADES INTELIGENTES O olhar do pesquisador!
  18. 18. CIDADES INTELIGENTES BREVE HISTÓRICO1. SEMINÁRIO INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL (INOVADR) – Outubro.2011 – Fortaleza (CE)2. PALESTRA “CIDADES INTELIGENTES” – José Luiz Moutinho (Universidade Lisboa – Instituto Técnico Superior)3. ESTUDOS INICIAIS
  19. 19. CIDADES INTELIGENTESMISSÃO À EUROPA: SOLUÇÕES INTELIGENTES Portugal, Espanha, Holanda e Finlândia Visitas a 44 Organizações Públicas e Privadas (Prefeituras, Centros de Pesquisas, Universidades, Organizações Públicas e Empresas)
  20. 20. CIDADES INTELIGENTES RESULTADOS DA MISSÃO  Conhecimento de Soluções Inteligentes dos países visitados Aproximação com os Living Labs (Laboratórios Vivos)
  21. 21. CIDADES INTELIGENTES CIDADES DIGITAISO conceito de cidade digital é difuso e polissêmico, ou seja, o seu âmbito e as suas fronteiras não estão bem definidos e, por isso, dá origem a diferentes interpretações. A sua difusão foi feita baseando-se fortemente na intercontectividade e no governo eletrônico local. (MOUTINHO, 2010).
  22. 22. CIDADES INTELIGENTESAbordagem de inovação aberta e co-criação com os cidadãos de oportunidades concretas para odesenvolvimento de soluções adaptadas à realidade de cada comunidade, no sentido da governança partilhada, da economia sustentável, do desenvolvimento social inclusivo e na melhoria da qualidade de vida. (MOUTINHO, 2010).
  23. 23. CIDADES INTELIGENTES Colocar a infra-estrutura tecnológica à disposição do cidadão, a fim de que ele a utilize em sua rotina diária, em casa, no trabalho ou no lazer; Cuidar de um maior diálogo com a sociedade civil, procurando atender de forma eficaz as suas necessidades e desejos; Identificar e mobilizar agentes de mudança locais, para estimular comunidades de prática; “Passar do governo eletrônico para a democracia eletrônica”, promovendo a “diversidade e inclusão social”. (MOUTINHO, 2010).
  24. 24. CIDADES INTELIGENTES CIDADES DIGITAIS X CIDADES INTELIGENTES Substituir a perspectiva determinística da oferta detecnologia das cidades digitais, pela ótica da demanda social. COMO FAZER?
  25. 25. CIDADES INTELIGENTES PROCESSODesenvolver uma metodologia de implantação de Cidades Inteligentes, para pequenas e médias cidades do semi-árido nordestino.
  26. 26. CIDADES INTELIGENTESPROJETO-PILOTO:03 PEQUENAS/MÉDIAS CIDADES DO CEARÁAPOIO: FUNDECI (BNB)
  27. 27. CIDADES INTELIGENTES TEMAS ESTUDADOS 1. A Economia (Aspectos de Competitividade) Agricultura, Industria e Serviços Tradicionais e Modernos, Economia Criativa, Arranjos Produtivos, Espírito Inovador, Empreendedorismo, Produtividade, Flexibilidade do mercado de trabalho, Ligações internacionais, Capacidade de transformar. 2. População (Capital Social e Humano) Nível de qualificação, Aprendizagem, Pluralidade étnica e social, Flexibilidade, Criatividade, Cosmopolitismo, Abertura a novas idéias, Participação na vida pública.
  28. 28. CIDADES INTELIGENTES TEMAS ESTUDADOS 3. Governança (Participação) Participação nos processos de tomada de decisão, Serviços públicos e sociais, Governação transparente, Estratégias e perspectivas políticas. 4. Mobilidade e Tecnologias da Informação e Comunicação (Transportes e TICs) Acessibilidade local, Acessibilidade Nacional e Internacional, Infraestrutura das TIC, Sistemas de transporte sustentáveis, inovadores e seguros.
  29. 29. CIDADES INTELIGENTES TEMAS ESTUDADOS 5. Meio-Ambiente (Recursos Naturais) Atratividade das condições naturais, Poluição, Proteção ambiental, Gestão sustentável dos recursos. 6. Sociabilidade e Modo de Viver (Qualidade de Vida) Equipamentos culturais e de lazer, Condições dos serviços de saúde, Segurança pessoal, Qualidade da habitação, Equipamentos educacionais, Atratividade turística, Coesão social.
  30. 30. CIDADES INTELIGENTES RESULTADOS ESPERADOS  Formulação de uma Metodologia adaptada às nossas condições  Contribuição e Difusão do conceito de Laboratórios Vivos  Inserção da UECE nas comunidades locais Disseminação do Modelo em nível mundial (Inserção da UECE no contexto nacional e internacional)  Produção Científica dos pesquisadores e alunos  Contribuição com as esferas governamentais com modelos de elaboração de projetos para a melhoria das cidades (Formulação de Editais adequados etc)
  31. 31. FELIZ - CIDADES O olhar do cidadão!
  32. 32. FELIZ - CIDADES INDICADORES DO FIB“trate teu vizinho como a ti mesmo”
  33. 33. FELIZ - CIDADESINDICADORES DO FIB: LIBERDADENa Dinamarca eles se importam uns com os outros, eeles estabeleceram seus programas públicos e suasvidas privadas para mostrar essa relação entre si. Demodo que isso passa a ser um apoio extremamenteimportante para o bem-estar. John Helliwell
  34. 34. FELIZ - CIDADES INDICADORES DO FIBA felicidade é, de fato, mais relacional do que relativa, porque a qualidade e a profundidade do relacionamento com os outros influencia a nossa felicidade muito mais do que a possessão de uma mercadoria. Jigmi Thinley (2009)
  35. 35. FELIZ - CIDADES INDICADORES DO FIBA busca do FIB significa empreender para criar uma sociedade ou nação na qual a facilitação da progressiva felicidade coletiva seja a meta da governança. Jigmi Thinley (2009)
  36. 36. FELIZ - CIDADESÀ medida que as nossas redes sociais se transformam de pequenos assentamentos rurais para um estilo de vida mais urbano, existe um óbvio deslocamento e uma fragmentação da vida social e comunitária – bem como dos valores que sustentam a vitalidade comunitária. Jigmi Thinley (2009)
  37. 37. FELIZ - CIDADESAs redes sociais formadas pela Tecnologias da Informação e Comunicação podem ser, nas cidades, o sustentáculo dos valores que dão a vitalidade comunitária.
  38. 38. FELIZ - CIDADES GESTÃO RELACIONAL Importância de uma nova forma de governo nas cidades; Importância do crescimento dos níveis de cidadania pela participação na governança das cidades;  Importância do bem comum e da felicidade geral da comunidade
  39. 39. FELICIDADES! hermanocarvalho@terra.com.br  hermano.carvalho@uece.br

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