Física

1,599 views

Published on

Published in: Technology, Business
0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
1,599
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
50
Actions
Shares
0
Downloads
25
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Física

  1. 1. Física <ul><li>Vetores </li></ul><ul><li>Lançamento Horizontal </li></ul><ul><li>Cinemática circular </li></ul><ul><li>Movimento circular </li></ul><ul><li>Jéssica Moraes 12, Stefani, Larissa 15, Samara 27,Thaís do </li></ul><ul><li>Nascimento 31 e Thaís Lauanne 32 </li></ul>
  2. 2. Vetores <ul><li>Vetor : Segmento de reta orientado. </li></ul><ul><li>O vetor é definido por três características: módulo, direção e </li></ul><ul><li>sentido : </li></ul><ul><li>Módulo : É o comprimento do segmento </li></ul><ul><li>Direção : É a inclinação da reta que contém o vetor. </li></ul><ul><li>Sentido : É a orientação do segmento, isto é, para onde </li></ul><ul><li>ele aponta. Para cada direção são possíveis dois sentidos. </li></ul><ul><li>Grandeza Escalares: Tempo, comprimento e temperatura. </li></ul><ul><li>Grandeza Vetorial: Deslocamento velocidade e aceleração. </li></ul>
  3. 3. Deslocamento Vetorial <ul><li>Exemplo: </li></ul><ul><li>Se um ponto material está no ponto A no instante de t1 e no ponto B t2 seu deslocamento entre esses dois pontos é o vetor que tem origem em A e extremidade em B. </li></ul><ul><li>O deslocamento depende somente dos pontos A e B, e não da trajetória do corpo entre dois pontos. </li></ul>
  4. 4. Soma Vetorial <ul><li>Para somar várias parcelas de um grandeza escalar usa-se a soma aritmética. Por exemplo, se você esperou 1 hora numa fila e depois esperou mais 2 horas, a espera total foi de 3 horas. </li></ul><ul><li>1h+2h=3h </li></ul><ul><li>Com grandezas vetoriais, é preciso executar uma operação geométrica, no caso geral, para fazer a soma vetorial, desenham-se a sequência os vetores a serem somados, com a extremidade de um coincidindo com a origem do próximo. Depois, constrói-se um vetor ligando a origem do primeiro à extremidade do último. </li></ul>
  5. 5. Subtração Vetorial <ul><li>Chamamos vetor oposto a um vetor dado o vetor que tem mesmo módulo, mesma direção e sentido contrário a ele. O vetor oposto ao vetor A é representado por – A. </li></ul><ul><li>Para efetuar a subtração de dois vetores, somamos o primeiro vetor com o vetor oposto ao segundo. </li></ul>
  6. 6. Velocidade Vetorial <ul><li>Velocidade é o quociente entre deslocamento e intervalo de tempo. Sendo d o deslocamento vetorial, a velocidade vetorial é dada por: </li></ul><ul><li>Considere um corpo que se move com a trajetória mostrada a seguir. Num determinado intervalo de tempo, seu deslocamento é d. </li></ul><ul><li>A velocidade instantânea é a velocidade média num intervalo de tempo muito pequeno. Portanto, ela tem a direção da reta tangente no ponto onde o corpo se encontra. </li></ul>
  7. 7. Aceleração Vetorial <ul><li>A aceleração adquire uma importância muito grande, pois é com ela que descrevemos os efeitos das curvas.Na curva, a aceleração é perpendicular à velocidade e aponta para o centro da trajetória. </li></ul><ul><li>Aceleração vetorial : Uma demonstração matemática. </li></ul><ul><li>Aceleração é o quociente entre a variação de velocidade e o intervalo de tempo. Utilizando vetores, essa definição fica assim: </li></ul>
  8. 8. Variação de velocidade vetorial <ul><li>A variação de velocidade vetorial, fórmula : </li></ul><ul><li>Vamos analisar como é a aceleração num movimento retilíneo, tomando como exemplo um carro que aumenta a sua velocidade, Nesse caso, a direção da velocidade não varia, mas seu módulo sim. </li></ul><ul><li>Nesse caso, a aceleração resulta da variação do módulo da velocidade </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Vamos analisar a aceleração de um carro que faz uma curva sem aumentar ou diminuir sua velocidade. Nesse caso, o módulo da velocidade não varia, mas sua direção sim. </li></ul><ul><li>Nesse caso, a aceleração resulta variação de direção. </li></ul><ul><li>Módulo da Aceleração vetorial </li></ul><ul><li>As componentes tangencial e centrípeta da aceleração são </li></ul><ul><li>calculadas separadamente, cada uma por meio de uma </li></ul><ul><li>fórmula diferente. </li></ul>
  10. 10. Aceleração Tangencial <ul><li>Módulo: è igual ao módulo da aceleração escalar. </li></ul><ul><li>Direção: Da reta tangente à trajetória. </li></ul><ul><li>Sentido: O mesmo de v no movimento acelerado e contrário a v no movimento retardado. </li></ul>
  11. 11. Aceleração centrípeta <ul><li>Módulo: Depende da velocidade v e do raio da curva r. É dada pela fórmula: </li></ul><ul><li>Direção: da reta normal à trajetória. </li></ul><ul><li>Sentido: para o centro da Curva. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Usando a segunda lei de Newton, obtemos a força resultante nesse corpo: </li></ul>
  13. 13. Lançamento horizontais <ul><li>Nesse caso abaixo, o corpo é uma esfera que rola sobre uma mesa em movimento uniforme e entra em queda livra ao ultrapassar a borda. </li></ul><ul><li>Vamos demonstrar isso matematicamente. A força resultante no corpo é seu peso , pois essa é a única força aplicada nele. Por esse motivo, sua aceleração é . </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Num intervalo de tempo “t”, a variação de velocidade é: </li></ul><ul><li>No lançamento horizontal: </li></ul><ul><li>Na direção horizontal, o movimento é uniforme. </li></ul><ul><li>Na direção vertical, o movimento é uniformemente variado, </li></ul><ul><li>com a aceleração . </li></ul><ul><li>Movimento Horizontal </li></ul><ul><li>A função horária do movimento uniforme é: </li></ul><ul><li>Movimento vertical </li></ul><ul><li>No movimento uniformemente variado, valem as seguintes </li></ul><ul><li>funções horárias: </li></ul>
  15. 15. Cinemática circular <ul><li>A cinemática descreve o movimento dos corpos através da posição, velocidade e aceleração, que são relacionadas com o tempo por meio de tabelas, gráficos e fórmulas matemáticas. </li></ul><ul><li>Movimento Circular Uniforme: É o movimento no qual o corpo descreve trajetória circular, a velocidade escalar e a velocidade vetorial permanece constante durante o trajeto mais a direção é variável. A aceleração tangencial é nula (at = 0), mais a aceleração centrípeta não é nula (ac ≠ 0).A direção da aceleração centrípeta, é </li></ul><ul><li>perpendicular à velocidade vetorial e aponta para o centro da trajetória.A aceleração centrípeta é escrito da seguinte forma: ac = v2/r , onde r é o raio da circunferência descrita pelo móvel. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Um corpo em um movimento circular uniforme esta com sempre com a mesma velocidade em toda a trajetória.Assim se tornando um movimento repetitivo ou Movimentos Periódicos, divido em frequência e período. </li></ul><ul><li>Frequência: é o número de voltas que o corpo efetua em um determinado tempo (f = 1/ T) . </li></ul><ul><li>Período: é o tempo gasto para se completar um ciclo (T = 1/ f) . </li></ul><ul><li>Equações do Movimento Circular : </li></ul><ul><li>Posição angular: S = φ .R , onde R é o raio da circunferência. Velocidade angular média: ωm = Δφ/Δt Aceleração centrípeta: ac = v2/R , onde R é o raio da circunferência. </li></ul>
  17. 17. Forças nos Movimentos Curvilíneos <ul><li>Vamos analisar a que forças ficam submetidos os corpos que descrevem movimento curvilíneos.Para isso, utilizaremos os conceitos já vistos anteriormente sobre aceleração vetorial. </li></ul><ul><li>Decompondo a aceleração vetorial segundo as direções tangencial e normal, obtém-se a aceleração tangencial e aceleração centrípeta.A aceleração centrípeta mede a variação de direção e aceleração tangencial, mede a variação do módulo da velocidade ao longo do tempo. A aceleração total é a soma vetorial das duas: </li></ul>

×