Auto-avaliação da BE

1,385 views
1,283 views

Published on

0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
1,385
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
5
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Auto-avaliação da BE

  1. 1. Auto-Avaliação da Biblioteca Escolar<br />Integração do processo no contexto da escola<br />BIBLIOTECA/CRE<br />1<br />agrupamento de escolas de vagos<br />CP - Fevereiro 2010<br />
  2. 2. BIBLIOTECA/CRE<br />2<br />agrupamento de escolas de vagos<br />Biblioteca Escolar <br /><ul><li>«A biblioteca escolar proporciona informação e ideias fundamentais para sermos bem sucedidos na sociedade actual, baseada na informação e no conhecimento. A biblioteca escolar desenvolve nos alunos competências para a aprendizagem ao longo da vida e estimula a imaginação, permitindo-lhes tornarem-se cidadãos responsáveis.»
  3. 3. «Está comprovado que quando os bibliotecários e os professores trabalham em conjunto, os alunos atingem níveis mais elevados de literacia, de leitura, de aprendizagem, de resolução de problemas e competências no domínio das tecnologias de informação e comunicação.»</li></ul>IFLA/UNESCO (1999)<br />
  4. 4. BIBLIOTECA/CRE<br />3<br />agrupamento de escolas de vagos<br />A Biblioteca Escolar - Novos desafios<br /> A biblioteca escolar deve ser vista actualmente como instrumento pedagógico. Como ferramenta e não como espaço lúdico, ou apenas de literatura. Actualmente a informação científica tem um crescimento exponencial e consequentemente a desactualização do conhecimento é muito rápida. Perante a inovação e a rápida desactualização do que se aprendeu, a formação nunca está completa e terá de se constituir como uma aprendizagem ao longo da vida.<br /> A BE deixou de conter apenas livros para se tornar num espaço multimédia, onde os alunos acedem a meios audiovisuais, suportes informáticos, incluindo sistemas de informação complexos em suportes muito diversificados. É um centro de recursos multimédia de acesso livre, destinado à consulta e produção de informação em suportes variados.<br />
  5. 5. BIBLIOTECA/CRE<br />4<br />agrupamento de escolas de vagos<br />A Biblioteca Escolar - Novos desafios<br /> “Trata-se de garantir que a biblioteca escolar se assume, no novo modelo organizacional das escolas, como estrutura inovadora, (…) capaz de acompanhar e impulsionar as mudanças nas práticas educativas, necessárias para proporcionar o acesso à informação e ao conhecimento e o seu uso, exigidos pelas sociedades actuais. “<br /> (Portaria nº 756/2009, no âmbito da criação da função de professor bibliotecário)<br />
  6. 6. BIBLIOTECA/CRE<br />5<br />agrupamento de escolas de vagos<br />A Biblioteca Escolar - Novos desafios<br />Novos paradigmas tecnológicos e digitais<br />Mudanças na forma de acesso, produção e comunicação de informação<br />Saber gerir a mudança é um dos maiores desafios para a BE<br />Novos modelos de aprendizagem<br />TIC e a Internet – crescente portabilidade e facilidade de acesso a equipamentos e documentação online<br />
  7. 7. A Biblioteca Escolar no Agrupamento<br />BIBLIOTECA/CRE<br />6<br />agrupamento de escolas de vagos<br />“… A Biblioteca Escolar deve orientar a sua acção para o desenvolvimento do currículo, das literacias, para a descoberta do prazer de ler e escrever e para o aprofundamento da cultura cívica, científica, tecnológica e artística. Este equipamento deverá articular diversos projectos, funcionando como pólo aglutinador e impulsionador, ao promover práticas pedagógicas e organizacionais inovadoras dirigidas a todos os ciclos de ensino com disponibilização de recursos para todos os utilizadores (…) Deve fomentar, para além disso, o desenvolvimento das competências necessárias para a auto-formação e aprendizagem ao longo da vida.” <br /> Projecto Educativo do Agrupamento <br />
  8. 8. BIBLIOTECA/CRE<br />7<br />agrupamento de escolas de vagos<br />A Biblioteca Escolar no Agrupamento<br />3.1.2 A BE/CRE, parte integrante do processo educativo, é um pólo dinamizador da vida pedagógica da escola, uma vez que, para além de promover a igualdade de oportunidades e o consequente esbatimento de diferenças sociais, é também uma estrutura que coordena os diferentes saberes e as diferentes áreas curriculares.<br />3.1.4. A BE/CRE coordena a gestão e utilização dos recursos informativos e de conhecimento, essenciais ao desenvolvimento curricular e não curricular, bem como à formação integral do indivíduo. <br />Regulamento Interno do Agrupamento de Escolas de Vagos<br />
  9. 9. A Biblioteca Escolar no Agrupamento<br />BIBLIOTECA/CRE<br />8<br />agrupamento de escolas de vagos<br />“Proporcionar à Biblioteca/ CRE as condições para desenvolver com os docentes e as estruturas pedagógicas trabalho colaborativo, com vista ao desenvolvimento da literacia e das competências de informação dos alunos.”<br />Plano Plurianual do Agrupamento de Escolas de Vagos<br />
  10. 10. BIBLIOTECA/CRE<br />9<br />agrupamento de escolas de vagos<br />A Biblioteca Escolar surge como parte integrante do processo educativo. O sucesso da escola, da sua acção educativa, depende, entre outros factores, da disponibilização de serviços de aprendizagem, gestão e dinamização desses serviços, em articulação estreita com o projecto educativo da escola e a comunidade educativa. <br />PE<br />BE<br />Comunidade escolar<br />Professor-bibliotecário<br />equipa <br />SUCESSO EDUCATIVO<br />
  11. 11. BIBLIOTECA/CRE<br />10<br />agrupamento de escolas de vagos<br />A Biblioteca Escolar: um contributo importante para o trabalho de professores : <br /><ul><li>Recurso fundamental para o desenvolvimento das várias literacias
  12. 12. Espaço privilegiado de conhecimento e aprendizagem
  13. 13. Instrumento essencial ao desenvolvimento dos currículos</li></li></ul><li>Domínios de intervenção da BE<br />BIBLIOTECA/CRE<br />11<br />agrupamento de escolas de vagos<br />A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular<br />A.1 . Articulação Curricular da BE com as Estruturas de Coordenação Educativa e Supervisão Pedagógica e os Docentes <br />A.2. Promoção das Literacias da Informação, Tecnológica e Digital<br />B. Leitura e Literacia<br />B.1. Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura no agrupamento.<br />B.2.Integração da BE nas estratégias e programas de leitura ao nível do agrupamento. <br />B.3 Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e da literacia.<br />C. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade<br />C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular<br />C.2. Projectos e parcerias<br />D. Gestão da Biblioteca Escolar<br />D.1. Articulação da BE com a Escola/ Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE<br />D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços<br />D.3. Gestão da colecção<br />
  14. 14. A BE no Agrupamento<br />BIBLIOTECA/CRE<br />12<br />agrupamento de escolas de vagos<br />PLANO DE ACÇÃO DA BE:elaborado para 4 anos, define as acções a realizar, de acordo com os objectivos traçados para cada domínio, em articulação com as metas do PEA. Sujeito às alterações decorrentes da <br /> auto-avaliação<br />AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: avaliar para quê?<br />
  15. 15. 13<br />agrupamento de escolas de vagos<br />AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: avaliar para quê?<br /><ul><li>Contribuir para a afirmação e reconhecimento do papel da BE.
  16. 16. Determinar até que ponto a missão e os objectivos estabelecidos para a BE estão ou não a ser alcançados.
  17. 17. Identificar práticas que têm sucesso e que deverão continuar (pontos fortes).
  18. 18. Identificar pontos fracos para melhorar.
  19. 19. Aferir a acessibilidade, a qualidade e eficácia dos serviços e a satisfação dos utilizadores.</li></ul> Ajustar continuamente as práticas com vista à melhoria dos resultados: integrar acções de melhoria no PLANO DE ACÇÃO<br /> Conhecer o desempenho para se poder perspectivar o futuro.<br />BIBLIOTECA/CRE<br />
  20. 20. BIBLIOTECA/CRE<br />14<br />A implementação do modelo implica o envolvimento <br />agrupamento de escolas de vagos<br />AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: com quem?<br />Director<br /> Líder coadjuvante na implementação do processo.<br />Professor bibliotecário<br />Líder e gestor de todo o processo, mobilizando a equipa e comunidade.<br />Professores/Alunos<br /><ul><li>Questionários, entrevistas, grelhas de observação
  21. 21. Questionários, entrevistas</li></ul>Encarregados de Educação/Pais<br />Conselho Pedagógico<br /> Análise do relatório e recomendações para a melhoria.<br />
  22. 22. AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: Como?<br />BIBLIOTECA/CRE<br />15<br />agrupamento de escolas de vagos<br />
  23. 23. AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: Como?<br />BIBLIOTECA/CRE<br />16<br />agrupamento de escolas de vagos<br />Implementar o Modelo de Auto-Avaliação:<br />
  24. 24. BIBLIOTECA/CRE<br />17<br />agrupamento de escolas de vagos<br />CRONOGRAMA DAS ACÇÕES <br />
  25. 25. BIBLIOTECA/CRE<br />18<br />agrupamento de escolas de vagos<br />BIBLIOGRAFIA<br /><ul><li>O Modelo de Auto-Avaliação no contextodaEscola/Agrupamento
  26. 26. Scott, Elspeth S., How good is your school library resource centre? An introduction to performance measurement
  27. 27. McNicol, Sarah, Incorporating library provision in School Self-Evaluation
  28. 28. Jonhson, Doug, Getting the Most fromEscolares Your School Library Media Program
  29. 29. Gabinete da Rede de Bibliotecas - Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares
  30. 30. IFLA/UNESCO – Manifesto da Biblioteca Escolar ( 1999)
  31. 31. Regulamento Interno do Agrupamento de Escolas de Vagos</li>

×