Migração de Oracle para PostgreSQL - FISL
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Migração de Oracle para PostgreSQL - FISL

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Palestra realizada no FISL em 2006 sobre migração de Oracle para PostgreSQL

Palestra realizada no FISL em 2006 sobre migração de Oracle para PostgreSQL

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Migração de Oracle para PostgreSQL - FISL Migração de Oracle para PostgreSQL - FISL Presentation Transcript

  • Fábio Telles – Chefe de Desenvolvimento - DTI (Prefeitura Diadema) Fernando Ike - Assistente do DTI (Prefeitura Diadema)
  • Boas práticas
    • Evitar utilizar extenções específicas de um SGBD.
    • Utilizar ao máximo a sintaxe padrão ANSI SQL.
    • Evite o uso de mixed case (notação Húngara), use minúsculas para nomes de objetos e maiúsculas para palavras reservadas.
    • Documentar rigorosamente todo o código armazenado no banco.
    • Utilizar tipos de dados binários somente quando necessário.
  • Antes de migrar
    • Leia atentamente toda a documentação dos SGBDs e identifique diferenças na sintaxe e funcionalidades utilizadas.
    • Realizar Backup antes de realizar qualquer teste.
    • Realizar testes em um servidor de teste.
    • Verificar codificação de caracteres e localização.
    • Verificar espaço em disco disponível, o espaço ocupado pelo banco pode variar de SGBD para SGBD.
    • Registre todo o processo.
    • Migre primeiros sistemas não críticos.
    • Migre primeiro o que é mais simples como tabelas e índices.
    • Se possível, gere scripts em texto puro com todo DDL e DML.
    • Importe tabelas, dados e constraints separadamente.
    • Habilitar e checar logs durante exportações e importações.
    • Migre primeiro o que é mais simples como tabelas e índices.
    • Homologue cada etapa antes de prosseguir.
    Durante a migração
  • Oracle != PostgreSQL
    • Tipos de dados
    • VARCHAR2 > VARCHAR
    • NUMBER > NUMERIC
    • JOIN
    • FROM t1, t2 > FROM t1 LEFT OUTER JOIN t2
    • WHERE t1.id = t2.id(+) ON t1.id = t2.id
    • Funções:
    • DECODE (sexo, 'M', > CASE WHEN sexo = 'M' then 'Masculino'
    • 'Masculino,'F','Feminino') WHEN sexo = 'F' then 'Feminino' END
    • NVL > COALESCE
    • sysdate, systimestamp > current_date, current_timestamp
    • UNION
    • MINUS > EXCEPT
    • Clausula LIMIT e OFSET:
    • ROWNUM, ROWID > LIMIT, OFSET, OID
  • SQL
    • Catálogo de sistema SYS e SYSTEM do Oracle são equivalentes ao pg_catalog e information_schema no PostgreSQL.
    • PostgreSQL é S ensitive Case . Todos nomes de objetos com letras maiúsculas devem estar entre aspas.
    • O PostgreSQL não necessita do uso da tabela “DUAL”. Pode ser criada uma para manter a compatibilidade.
    • Implementação de hierarquia entre tabelas, XML, Database Link e outras funções avançadas possuem diferenças.
    • O PostgreSQL não possui visões materializadas. No entanto é possível contornar este problema com gatilhos e funções.
  • PL/SQL X PLpg/SQL
    • Ambos possuem PL/Java, funções em C dentro do banco. No PostgreSQL há outras linguagens como PL/Perl, PL/Pyhton, etc.
    • Não existem procedures no PostgreSQL, no entanto uma função pode ser utilizada retornando o tipo VOID.
    • Não existem valores DEFAULT para parâmetos recebidos no PL/SQL, no entanto é possível utilizar sobrecarga de funções.
    • Não existem Packages no PostgreSQL, no entanto os objetos podem ser organizados num esquema separado. Variáveis de nível de pacote podem ser armazenadas em tabelas temporárias mantidas durante a sessão.
    • Cursores não são necessários no PostgreSQL. A consulta deve ser declarada junto a cláusula FOR do laço.
    • O corpo da função deve estar delimitado com marcas de dólar no PostgreSQL
    • Os gatilhos no PostgreSQL chamam uma e apenas uma função, não havendo código em seu corpo.
  • Storage
    • O conceito de Espaço de Tabelas no PostgreSQL se refere a uma pasta que é gerenciada pelo SGBD. Não é possível definir DataFiles específicos. A única influência sobre os DataFiles é especificar o formato de armazenamento nas colunas com valores grandes.
    • O PostgreSQL não tem implementado explicitamente o conceito de extensões e segmentos.
    • Ainda não é possível especificar o local de armazenamento separado para áreas temporárias (para operações de Rollback , Ordenação , Indexação , etc). Estas áreas ficam todas no mesmo local que o catálogo do sistema.
  • Backup
    • Conceito de Redo no Oracle é semelhante ao conceito de WAL no PostgreSQL.
    • Conceito de DUMP é semelhante em ambos.
    • DUMP no PostgreSQL permite redirecionamento via pipe.
    • Conceito de cópia de arquivos de dados é semelhante em ambos.
    • Conceito de Stand By é semelhante em ambos.
    • O PostgreSQL não possui uma ferramenta de FlashBack .
    • O PostgreSQL não possui ferramenta nativa no estilo do RMAN.
  • Segurança
    • GRANT e REVOKE tem funcionalidade semelhante.
    • SCHEMAS não são automaticamente atrelados ao usuário no PostgreSQL. Eles precisam ser criados manualmente. Depois disso se comporta de maneira parecida. No entanto um esquema pode possuir objetos de outro dono se ele tiver as permissões necessárias para isso.
    • O ROLE “connect” no Oracle é realizado através do pg_hba.conf no PostgreSQL.
    • O ROLE “resource” no Oracle é semelhante a possuir privilégio para criar objetos num esquema do PostgreSQL.
    • O Role DBA é no Oracle é semelhante ao superusuário do PostgreSQL.
    • O Role SYS é no Oracle é semelhante ao usuário POSTGRES no PostgreSQL.
    • * Os GROUPs foram convertidos para ROLEs na versão 8.1
  • Lógica da Migração - Ora2pg
  • Ora2pg
    • Feito em PERL. Depende dos módulos DBI, DBD::Pg e DBD::Oracle.
    • Importa dados e definições do Oracle para um arquivo texto ou direto para um banco no PostgreSQL.
    • Suporte a extração de DDL de tabelas, indices, constraints, views, triggers, procedures, functions, packages e grants.
    • Dados podem ser exportados no formato INSERT ou COPY.
    • Pode ser selecionado um esquema ou tabela específico para ser importado.
    • Corrige nomes de tipos de dados diferentes.
    • Extrai o código do corpo de triggers numa função.
    • Algumas funções com nome diferente precisam.
    • Funções em PL/SQL geralmente precisam de um pouco de edição manual.
    • Funções SQL diferentes precisam de edição manual.
  •  
  • DBI-Link - Pl/Perl Untrusted. - DBI/DBD. - Mapeamento de tabelas remotas utilizando Views + Rules + Triggers. - Acesso Transparente a tabelas de Banco de Dados Remotos (Oracle, MSSQL, MySQL).
  • Referências Oracle - http://www.oracle.com PostgreSQL - http://www.postgresql.org TechDocs (Migração) - http://www.postgresql.org/docs/techdocs.3 Ora2Pg - http://www.samse.fr/GPL/ora2pg/ora2pg.html DBI-Link - http://pgfoundry.org/projects/dbi-link/ História de horror de Migração para PostgreSQL - http://www.frankhilliard.com/horrorstory.cfm
  • Contatos Fábio Telles < [email_address] > < [email_address] > Fernando Ike < [email_address] > < [email_address] >