2 seminario redeformação
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2 seminario redeformação 2 seminario redeformação Document Transcript

  • Relatório de Atividades daRede Nacional de Formaçãopara Inclusão Digital doPrograma Telecentros.BR 2º Seminário da Rede Nacional de Formação do Programa Telecentros.BR 5 a 8 de outubro de 2010
  • 5 a 8 de Outubro de 2010Apresentação dos Participantes eProcesso da Rede de Formação A Rede de Formação tem se constituído a até o momento por esta rede, para perceber, partir do compartilhamento e valorizaçãoa partir das narrativas, os efeitos deste das experiências de cada um e a processo em cada um dos participantes e as construção coletiva de princípios e valores. marcas comuns para todos. Para isso, um O II Seminário da Rede de Formação teve dos participantes se posicionou no centro início com a apresentação de todos, parada roda, com uma bola na mão e começou integrar os novos participantes dos polos. a contar sua versão da história da Rede de Convidamos todos a fazer uma roda. O Formação, enquanto jogava a bola para as primeiro passo foi outras pessoas que pedir a cada um que estavam à sua volta. dissesse seu nome, em Quem ficou contando sequência. Fizemos a história lançava e duas rodadas, para que recebia a bola de forma os nomes pudessem ritmada, enquanto fazia ser memorizados. sua narrativa. Quando Em seguida, um dos outro participante participantes recebeu quisesse continuar uma bola e coube a a história, poderia ele olhar para outro interromper, roubando integrante da Rede a bola durante o trajeto, de Formação, dizer o ocupando o centro da nome deste integrante roda, e começando a e jogar a bola para ele. sua versão da história. Este repetia a ação, Essa atividade deu e assim por diante, até que todos, na roda, visibilidade às percepções singulares do tivessem recebido a bola pelo menos uma vez. processo vivido por cada participante, além de constituir campos comuns, de aproximação Em seguida, retomamos o processo vivido entre todos. 2
  • Apresentação dos Resultados de3 Meses de Ecologia WebApresentamos para toda Rede Nacionalde Formação uma análise dos indicadoresobtidos dos diversos ambientes virtuais darede. Foram apresentados os ambientes,a quantidade de acessos, os membros eas ações de divulgação. Além disto, estaanálise contemplou a lista de discussão daRede Nacional de Formação, mostrando ocrescimento do número de mensagens, osprincipais temas tratados e a quantidadee direcionamento das conversas entre ospolos.Discussão Sobre Impressões doProjeto Módulo 1Durante o 1º Seminário da Rede deFormação, em agosto de 2010, trabalhamosintensamente no sentido de compartilharentendimentos, explicitar apostas e pactuarum projeto coletivo em relação à formação.As discussões, especialmente durante osgrupos de trabalho (Núcleo Comum deConteúdo, Apropriação Comunitária, Projetose Oferta de Múltiplos Caminhos) geraramdocumentos que, sistematizados e vistos emconjunto com a produção da 9a Oficina deInclusão Digital, serviram de referência paraa elaboração, pelo Polo Nacional, de umaprimeira proposta de Módulo 1 do Curso de Neste 2º Seminário, reservamos umFormação – síntese dessas informações e período para compartilhar, no grupo, osdos pactos construídos pela Rede. efeitos e impressões gerais da proposta de formação, e construir uma base comumEsse material foi enviado por e-mail e anexado para produção nos dias subsequentes.na lista de discussão dos Polos, além de A sistematização da discussão foi feita adisponibilizado em um livro colaborativo no partir de 3 olhares: que bom, que pena esite da Rede de Formação para comentários que tal – utilizada também nas avaliaçõese sugestões. Também foi apresentado na gerais dos encontros, trata-se de umareunião mensal da Rede de Formação, em estratégia de registro familiar a todos os14/09/2010. participantes. A discussão foi intensa e todos os pontos de vista foram ouvidos, registrados e considerados. 3
  • Seguem abaixo os principais pontos registrados durante a discussão: Que bom que: De forma geral, temos todos os conteúdos da formação Estamos conseguindo construir a formação de forma democrática, com participação da sociedade civil Temos uma estrutura de conteúdo bem pensada As devolutivas das nossas produções tem sido muito boas O material tem qualidade, e é um retrato do que conseguimos fazer hoje Existe o item “olhar para diversidade, mobilização e ativismo” Há abertura para inserção de questões regionais Que pena que: Não conversamos todos sobre a opção pelo formato de rizoma para a formação Não conseguimos compartilhar algumas conversas sobre o modelo de EAD com o grupo todo antes desse Seminário Tem fórum demais Nem todos contribuíram antes do Seminário no documento do Módulo 1, para que a discussão parta de outro ponto Algumas questões/exercícios são muito grandes para o 1º Módulo Alguns exercícios são muito intelectuais e com poucas coisas ligadas à realidade Tem muitas atividades que necessitam encontros ao mesmo tempo nas atividades Tem algumas referências em inglês Há muita ansiedade de falar muita coisa logo no módulo introdutório As atividades estão com tempos muito fechados, trazendo uma lógica do presencial para o ambiente à distância Sinto falta de uma visão estratégica de ensino, e da definição do papel de cada ator do projeto 4
  • A quantidade teórica parece demasiada para o público, e para um 1º móduloO formato dos conteúdos é baseado muito no presencialMuita tarefa para cada tarefa, e isso não favorece a conversaNo pré-básico senti falta do tema projeto como aglutinadorA prática do cotidiano está muito no finalSenti falta de uma discussão sobre juventudeSenti falta de quais competências queremos desenvolver com a formaçãoO projeto pedagógico não está definidoO formato foge da concepção de rede, vinculado a produção de atividades “fechadas”Os temas: mínimo para funcionar e banco de soluções são estranhos e podem serabordados de outra maneiraFoi inadequado colocar acessibilidade dentro de Espaço Físico → isso é reduzir otemaQue tal se:A gente discutir a escolha metodológica (linear, mapa, rizoma)Discutirmos que formação queremos para esse monitorRepensarmos as atividades vinculadas a cada temáticaTrazer as atividades mais para a prática, e menos intelectuaisPropor mais coisas a serem feitas pelo monitor fora do MoodleFortalecer a rede para marcar presença em eventos sobre inclusão digitalEnxugar com maior foco no públicoFocar em atividades de discussão, reflexão e intervençãoAdequar a carga horária ao ensino à distânciaDividir a atividade em blocos e deixar o monitor cumprir no tempo deleCompor fóruns temáticos: tutor com participação ativa 5
  • Como que o material didático vai estar organizado para dar conta dos inícios em temposdiferentesDefinição de eixos, rizoma, mapa →muitos temas, mais de 5 é furadaConfiguração por eixos temáticos, com um limite máximo de atividades para cadaPensar em práticas que promovam o pertencimento do bolsistaFazer um primeiro grupo, geral, de entrada, e depois grupos menores para trabalhomais sistemáticoProjeto deve ser aglutinador e atrativo no pré-básicoTrazer a prática do cotidiano mais para o inícioDefinir quais as competências que queremos desenvolverDefinir o projeto pedagógicoGarantir a clareza de como o monitor irá sistematizar suas navegaçõesMudar o nome do Cluster Técnica para Tecnologia, TICs...Trabalhar mais tecnicamente software livreGestão de telecentro ser a primeira coisa para se situar no ambiente de trabalhoSoftware livre antes de Creative CommonsNão podemos perder de vista o nosso públicoDefinir em qual momento os Polos adequarão os conteúdos à sua regionalidadeTirar o conteúdo de acessibilidadePensar em estratégias de feedback na ponta 6
  • Organização dos Grupos de TrabalhosDurante o SeminárioO 2º Seminário da Rede Nacional de Formaçãoteve como marca a produção em grupos detrabalho e para isso foi necessário que, logono primeiro dia, a dinâmica de trabalho e asproduções específicas de cada grupo ficassemclaras para todos os participantes, a fim de queos polos garantissem representatividade. Paraisso, apresentamos a divisão dos grupos detrabalho em Design Instrucional, Formação deTutores e Formação de Gestores, esclarecendoquais eram seus objetivos e suas propostas.Em virtude das discussões realizadas noprimeiro dia, criamos um novo grupo nomeadoDiretrizes Pedagógicas, para sistematizaras diretrizes pactuadas até o momento econstruir um documento que representasse asapostas da Rede de Formação para nortearas ações dessa rede. Em seguida, fizemosos combinados gerais sobre horários, locais,momentos de trabalho em subgrupo e emplenária e encerramos o dia.Grupo – Diretrizes Pedagógicas Formamos o grupo de Diretrizes Pedagógicas como uma proposta de dar conta de preocupações expressas pelo grupo na discussão sobre as impressões do Projeto do Módulo 1. A proposta inicial, feita ainda durante a discussão, no dia 05/10/2010, foi a construção de um projeto político pedagógico para a formação. A definição de como seria feito o trabalho deste grupo foi delineada na quarta feira, 6/10/2010, segundo dia do seminário e primeiro dia de trabalho nos grupos. Em um primeiro momento, o grupo discutiu quais as impressões da discussão do dia anterior e quais as convergências e divergências em relação ao trabalho que se julgava necessário ser feito. Esta conversa foi 7
  • fundamental para a constituição deste grupo, pois neste espaço foram colocadas dúvidas,inseguranças e posicionamentos, o que clareou para todos as concepções das quais todospartiriam. Isto contribuiu também para que todos pudessem sentir segurança na coerência daprodução dos outros grupos de trabalho que aconteciam concomitantemente, pois notou-seque muitas das concepções sobre a formação eram compartilhadas e também que seria muitoimportante para a definição das diretrizes que o processo da Rede Nacional de Formaçãofosse analisado e servisse de base de pesquisa. Em seguida, decidimos que este grupoescreveria de fato um projeto político pedagógico e definimos o que seria entendido por todoscomo um projeto político pedagógico.Feito isto, o grupo passou a discutir quais os principais campos que este projeto políticopedagógico deveria conter. A partir destes campos, o grupo desenhou conjuntamente quaisseriam os principais pontos que deveriam ser abordados em cada campo. Houve, então, umadivisão do grupo em subgrupos de trabalho e cada subgrupo ficou responsável por escreverum ou mais campos do projeto. O roteiro do Projeto Político Pedagógico ficou assim:A. Contexto da Rede Nacional de Formação do Programa Telecentros.BR (Ronaldo eMárcio) (A Resgate e Reelaboração das finalidades do Programa) A1.História e finalidade da Rede - ações, processos, valoresB. Definição das Diretrizes Metodológicas de EAD (Drica, Marlene e Juliane) B1.Referências conceituais B2.Aprendizagens - Múltiplos Caminhos B3.Ecologia web - organização rizomática, recursos e materiais didáticos B4.Fluxos de processos ensino-aprendizagem (design educacional) B5.Projetos ComunitáriosC. Conteúdos da Formação e Organização Rizomática (Drica, Marlene e Juliane) C1. Como constituímos o conteúdo C2. Mapa conceitual C3. agregar o trabalho dos grupos deste seminárioD. Sujeitos da Formação (Maurício e Silvana) D1. Rede de Formação, Iniciativas, Gestores , Monitores, ComunidadeE. Diretrizes para Avaliação (Ronaldo e Márcio) E1. Avaliação do ensino e da aprendizagem 8
  • Com o roteiro acordado entre todos, o grupo se dividiu e demos inicio a produção. Criamosum documento online compartilhado para que todos trabalhassem concomitantementee colaborativamente. Foi definido como roteiro de escrita que todos os campos deveriamresponder as seguintes questões como roteiro de escrita: Do que se trata? Onde estamos?Para onde vamos? O que fazer?Foi acordado que as fontes de consulta seriam o Manual da Rede de Formação, documentosproduzidos durante os seminários e todos os documentos publicados no site www.telecentros.br.com. Cada subgrupo ficou responsável por pesquisar todos os documentos para encontrarelementos que contribuíssem para a escritura de um projeto político pedagógico que fossecoerente com o processo vivido pela Rede de Formação.Este processo de escrita foi fundamental para que os integrantes deste grupo de DiretrizesPedagógicas se apropriasse dos documentos e dos processos já vividos pela rede paraconstruir um plano comum.Na tarde da quinta-feira, dia 07/10/2010, o grupo apresentou para todo o seminário o materialque havia produzido, dentre eles um novo mapa conceitual desenhado para a formação erecebeu dos participantes do seminário os seguintes comentários e contribuições: • Como seria o acompanhamento da emergência desses temas nas redes sociais? Tutores são ativadores? • Sugestão: Que ao decidir por ativar algo (depois do voo) ( tema, subtema ou o que nome que for) que o monitor comece e termine esta “área” antes de passar pela próxima. • A proposta está perfeita. Parabéns ao grupo. Parabéns. • Pensar na possibilidade de construir espaço para acompanhamento da execução do projeto também. • É importante não apenas construir o projeto, mas também acompanhar a execução pelo monitor. • Muito legal a metáfora do tabuleiro. • Como será a avaliação no Moodle? Já discutiram? Para obter certificados, etc. • Boa ideia deixá-los livres para navegar pelos eixos/temas/tópicos/módulos. Isso reflete bem a inclusão digital/software livre. • Feliz com a lógica que foi construída. • A flexibilização pelo monitor na abordagem/escolha não exigirá do tutor uma fundamentação ampla. • Como seria feita a passagem de fase e o adensamento conceitual: mudaríamos de sala no Moodle? • Que tal compartilhar as referências teóricas que vocês utilizaram na lista dos polos? • O Projeto Político Pedagógico no momento do desenho do curso reelaborou a distribuição dos temas/conteúdo? • Compreendi a lógica e achei ótimo! Mas não consegui visualizar o processo de como irá acontecer o voo rasante para o inicio da construção do projeto. 9
  • Ponderadas estas contribuições em relação ao texto que já estava sendo construído, oque gerou muita discussão para aumentar a compreensão do próprio grupo de DiretrizesPedagógicas sobre o que estava sendo produzido, definimos o cronograma de ação pós-seminário, que ficou com as seguintes ações e datas: • Digitalizar as contribuições: 08/10 (Grupo Diretrizes) • Primeira versão: 15/10 (fechado por e para o Grupo Diretrizes) • Os subgrupos de cada campo dará a contribuição nos compos dos outros subgrupos até o dia 19/10 • Segunda versão: 22/10 (fechado por todo Grupo Diretrizes.) • Disponibilização para contribuições de toda Rede de Formação: de 22 a 29/10 • Elaboração das contribuições da rede e fechamento da terceira versão, final, (polo nacional) aprovada até 05/11Grupo - Formação de TutoresO grupo Formação de Tutores tinha como proposta construir e pactuar, coletivamente, asdiretrizes e uma pauta mínima para esta formação, prevista para começar em novembro.Iniciamos o encontro compartilhando trajetórias e referências de cada participante, além dediscutir o que levou cada um a escolher este grupo de trabalho. Essa conversa inicial contribuiupara visualizar a diversidade de experiências presente e possibilitou um clima de admiraçãomútua, favorecendo o trabalho.A discussão sobre a formação teve como ponto de partida a leitura quente de trechos do Manualda Rede de Formação: primeiro uma leitura coletiva, em voz alta, seguida de uma segunda leitura,fazendo destaques, sem ordem ou lógica pré-definida, com o objetivo de publicizar trechos quechamassem a atenção de cada um. A ideia era trazer à tona o que convocava cada um e iniciar aconstrução de um campo comum, para partilhar apostas e convidar à adesão a um projeto coletivo.Para pautar a construção da Formação de Tutores, era necessário conhecer o perfil destes, apartir dos editais de contratação construídos por cada Polo. O convite foi, então, para que cadaPolo compartilhasse o perfil desejado, a idade, restrições com relação à região de moradia dotutor e a vinculação de trabalho. ��������� ���� ��� ���� ���� �� ������������ ���� �� ���������� � �� ���������� � �� ����� ����� ���������� � ����������� �� ��� � �� � ������� ��������� ��������� ���������������� ���������� ��� ���"������������ � �!��� ������ ��� � ���� ������������ � � ����� ��������� ����� ������ ������ � ����� ������� � � ����� ��� � ����� ����� �� ����� ������������ ��������������� ���������������� ���������� ��� ���#��� � ����� ��� � �!��� ������ ��� ��������� � ����� ��� ������ �������$��� ���������������� ����� ������������� �������� ����� ������������������ � ������ � �%������������������ ������� ����� ������ ������������ ������������� ��������� � ���� ��� � 10
  • Para dar continuidade à discussão, fizemos uma chuva de ideias a partir das seguintesperguntas: como é o tutor do Programa Telecentros.BR? O que desejamos que ele faça?Que características desejamos que ele desenvolva? Construímos o painel abaixo e pudemosconversar sobre pontos de vista de cada um, além de discutir o papel da formação do tutor. ��������� ���������� ���� �� � � ����� ���� �� � �� ������ ������������������ �������� ������ ����������� ���������� ����������� ����� ���� ���� ��� ������� ���� ������������ �������� ��������������������� ������� �� ��� ����� ����������� ����� ����� ���� ����������������� ���������������� ���� �������������� �������������������� �������� �������#�� ��������������� ������������� ����� ���������� ������ ������������������ ����������� ����� ��� �� � ������������� ���!������� ��������� ��������� �������� ������"���� ����� ��������������������� ������"���� ��!���� ����������� ����������������� ������ ��� ���� �����Olhar para esses mapas (referências e trajetórias de cada um, perfil dos tutores a partir doseditais, ideias que nos convocam no manual e desejos com relação aos tutores) foi o pontode partida para discutir: que formação queremos para os tutores?Cada Polo pôde compartilhar as ideias e produções feitas até o momento, para que osprimeiros contornos fossem pactuados coletivamente. As discussões aconteceram em tornodas seguintes perguntas, essencialmente: haverá formação presencial? Haverá formaçãoonline? O Moodle será utilizado? A formação é única para os Polos ou contará com adaptaçõeslocais? Como será o uso de redes sociais? Construímos uma primeira síntese dessasdiscussões, constituída por um mapa conceitual e por ideias norteadoras, para compartilharcom o grupo: �� ����� 11
  • SÍNTESE• Processo de discussão: tutora: quem é? O que faz? Como faz? editais – diversidade.• Estrutura comum da formação, entre todos os Polos: acolhida + atuação nas redes sociais (orkut e lista nacional) + 3 eixos temáticos: inclusão digital, EAD, articulação social. (Moodle regional)• Como fazer a formação: presencial e a distância.• Conteúdo: é de responsabilidade de cada Polo• Referências: textos curtos, atividades diversas, garantia de diálogo, conhecer a realidade local, princípios da educação popular.• Como envolver e preparar o ativador de rede e supervisor de tutoria para atender e contribuir com as demandas e acompanhar o tutor durante o processo?A partir do compartilhamento com todos os participantes dos Polos, obtivemos as seguintessugestões e questionamentos:Contribuições a partir do compartilhamento• bacana a organização dos eixos da formação de tutores• isso vai ser digitalizado – a imagem do mapa? Sugiro deixar aberto no livro colaborativo• como vai se dar o desenvolvimento desse projeto no Moodle?• Colocando o tabuleiro da web ecologia casa com a ppp. Perfeito, povo!• O curso de tutor deverá acontecer em quantas horas? Sugiro que possa acontecer de acordo com a estrutura do Polo. Semi-presencial.• Sistematizar as ideias da formação de tutor• Compartilhar as experiências de elaboração poderá garantir unidade na diferença• o material usado para a formação dos tutores será o mesmo para todos os Polos?• Mapear materiais e experiências convergentes aos eixos apresentados, de iniciativas ou outros atores que conheçamos.• Porque o conteúdo da formação de tutores é responsabilidade de cada Polo? Não seria melhor ter um esqueleto comum deste conteúdo a ser compartilhado por todos os Polos? 12
  • • Foi ótimo deixar a responsabilidade da formação de tutores com os Polos, pois o perfil dos tutores não será o mesmo em cada Polo.• Relação tutor-monitor: tem vários vídeos interessantes que usamos no grupo de design que mostram falas de monitores e ajudam a trazer suas visões.• Relação tutor-monitor: dentro do tema proposto – trabalhar especificidades da diferença da mediação, da diversidade de tipos de mediação, especialmente a diferença, o complemento, que a Educação Popular traz para a mediação, para a interação, para o engajamento, etc :) Ficou maravilhoso o trabalho, a síntese. Parabéns ao grupo.• Produção de texto: cuidado, corrigir às vezes e usar estratégias para isso, de modo a não intimidar.• Dicas de ação: que tal um banco de pepinos possíveis na tutoria?• EAD: indicações de apoio de textos já prontos. Educação a distância em um hipertexto contido em plataformas open source. Polo sudeste. Luciana.• Fazer em rede: constitui uma ética hacker? Sugiro usar o material Catedral e o Bazar. Eric RaimondPara sistematizar as produções do subgrupo Formação de Tutores e encaminhar os próximospassos do trabalho, construímos um painel com:• pactos do grupo de trabalho• diretrizes do encontro presencial• diretrizes para construção da formação online (Moodle)• cuidados relacionados aos supervisores de tutor e ativadores de rede, com relação à formação• cronograma e responsabilidades de cada Polo para a produçãoPactos do Grupo de Trabalho Formação de Tutores• Aproveitar o material que já existe (produzido para a formação de monitores e/ou referências dos Polos e iniciativas): não criar, reciclar!• Na construção do conteúdo, divirta-se!• Essa formação no Moodle é um primeiro voo rasante e curto. Não exagerar na construção dos conteúdos e atividades. O tutor passa por esse conteúdo em uma ou duas semanas, no máximo. Ou seja, é um Moodle de poucas horas.• A estrutura do Moodle é a mesma a ser utilizada na formação dos monitores. Vamos aproveitar as páginas construídas e somente adaptá-las. 13
  • • A formação dos tutores está estruturada tendo um eixo norteador: o plano de ação. A formação é um voo em que o tutor vai respondendo perguntas que conduzem à elaboração do plano de ação.• Os tutores devem passar por todos os eixos, mas podem escolher a ordem.• A formação de tutores começa com um encontro presencial. Em seguida, é oferecido o Moodle. Esse é o conteúdo básico e é comum a todos os Polos. Cabe a cada Polo fazer os aprofundamentos que julgar necessários.• O tutor faz uma formação mínima a distância, como forma de se familiarizar com a ferramenta e se colocar no lugar do monitor – experimentar a proposta pedagógica da formação• essa formação é uma primeira sensibilização em cada um dos temas propostos.• Como forma de avaliação, o tutor pode responder à seguinte pergunta: como foi se organizar?• referências: textos curtos, atividades diversas, garantir diálogo, conhecer a realidade local, princípios da educação popular.Encontro presencialA formação de tutores começa com um encontro presencial, cuja duração é decidida por cadaPolo. A pauta dessa formação deve contemplar as seguintes diretrizes:• Utilizar estratégias que promovam a acolhida dos tutores• Utilizar estratégias que promovam ativação de rede. Garantir: 1. que os participantes se apresentem 2. que os tutores conversem entre si. 3. estratégias em que os tutores falem e sejam ouvidos e contemplados.• Garantir que os tutores avaliem o processo de formação• Com relação à formação de tutores: 1. Apresentar as diretrizes e explicar a lógica da formação dos tutores 2. Mostrar algumas telas do Moodle para que eles se familiarizem e dar uma explicação sucinta 3. Falar brevemente sobre os conteúdos dispostos nos eixos da formação de tutores 4. Mostrar a comunidade do Orkut dos tutores 5. Recolher os e-mails de todos os tutores presentes para a criação da lista de discussão nacional e contar aos tutores que receberão convite para isso. 14
  • Plano de ação• Como vou organizar minha rotina? (por exemplo: em que momento do dia vou entrar na formação de monitores)• Que estratégias eu vou usar para conhecer: os monitores? A realidade local dos monitores?• Como vou reunir/compartilhar as informações que estão nas redes?Supervisor de tutor e ativador de redes• Envolvê-los na formação dos tutores – cada Polo escolhe a forma e compartilha• Explicitar: a rede é considerada espaço de formação.• Convidar o ativador para participar do fórum de tutores no Moodle, a fim de pensar formas de, nas redes, fortalecer a formação.• Comunicação entre tutor/supervisor e ativador de redes é fundamental.• O ativador deve ter um olhar atento para trazer as coisas aos tutores e supervisores e fazer as ligações.• Se possível, trazer o ativador nos encontros de supervisores.Cronograma da formação de tutores:Norte: 10, 11, 12Sudeste (Minas): 22 e 23Sul: (confirmar na planilha geral)Nordeste (Bahia): 17, 18 e 19 – fechamento dia 29Nordeste (Ceará): (confirmar na planilha geral)São Paulo: devendo dataCentro-Oeste: 13 e 14Responsáveis pelas produções:Sistematização da proposta de formação dos tutores: Luisa e NatiSistematização das perguntas construídas nos eixos - Plano de trabalho: NatiEixo Inclusão Digital: Centro-Oeste e São PauloEixo EAD: Minas Gerais, Ceará e BahiaEixo Articulação social: Sul e NorteComo encerramento dos trabalhos no subgrupo Formação de Tutores, fizemos uma discussãosobre como foi o produzir coletivamente. Todos puderam compartilhar suas impressões arespeito da produção, da metodologia utilizada, da proposta construída e do processo comoum todo. Para encerrar, fizemos uma leitura coletiva do poema “Lição de pintura”, de JoãoCabral de Melo Neto. 15
  • Grupo - Formação de GestoresO grupo esteve dedicado durante o 2ºSeminário a dar os primeiros passosem relação à formação dos gestoresdos telecentros. Iniciamos os trabalhosidentificando o perfil e as atribuições de umgestor, a partir do conhecimento prévio dogrupo sobre as experiências das iniciativas.As seguintes perguntas foram construídas erespondidas pelo grupo. Qual o perfil do gestor? • É quem responde pela instituição • Quer formação • Têm dificuldades semelhantes • No Pará não trata-se de um gestor, mas de um Conselho Gestor • Tem baixa escolaridade • Na Bahia, o gestor pode também ser o monitor • Na Bahia, ele participa de um programa de formação (o que é o programa, para quê serve, qual seu papel etc), que antecede a formação do monitor • Tem idades muito variadas O que faz o gestor? • Participa diariamente do telecentro • Acompanha o trabalho do monitor • Cuida do telecentro (inclusive da limpeza) • Divulga o telecentro • Faz interface com o poder público • Faz atendimento ao público • É quem abre e fecha, mas não necessariamente acompanha as atividades • É quem providencia os materiais (papel, tinta etc) • Participa da implantação do telecentro • Participa da formação de monitores • Na Bahia, é quem indica o monitorApós essa rodada, Soraia Mello, do Ministério do Planejamento, resgatou três importantescaracterísticas desta função, na concepção do programa Telecentros.BR: o gestor é umafigura-chave no telecentro; o gestor apoia a formação do monitor; o gestor tem a dimensão deque o telecentro é um espaço comunitário. 16
  • Levando em consideração o perfil, as atribuições e a expectativa do programa para o gestor,foi momento de conversarmos sobre o que queremos desta formação. Os seguintes aspectosforam identificados: • Apresentar o Telecentros.BR • Apresentar a formação de monitores • Sensibilizar/nortear aspectos voltados à sustentabilidade do telecentro • Que o gestor fique ciente do seu papel no telecentro • Que o gestor fique ciente do papel do monitor • Que o gestor fique ciente do papel de um telecentro • Que o gestor elabore um plano de ação para o telecentroA formação, portanto, precisa dar condições para que o gestor se aproprie do funcionamentodo telecentro e, principalmente, identifique e construa sua atuação neste espaço. Para tanto,queremos que cada gestor tenha condições, durante a formação, de elaborar seu Plano deAção para o telecentro, levando em conta as especificidades de sua comunidade.Modalidade e carga horáriaA decisão sobre a modalidade em quea formação poderá acontecer permeoutodos os dias de trabalho no grupo. Aindaque preferíssemos uma formação 100%presencial, essa opção foi descartada, porfalta de recursos. Na modalidade a distância,discutimos sobre a possibilidade de tutoria.Após muitas ponderações, a opção foi poruma formação com carga horária de 25 horas,com tutoria, e que aconteça preferencialmenteantes da formação de monitores a partir doano de 2011.Conteúdo e metodologia da formação:Fazer uma formação objetiva, coerente com o perfil dos gestores, que considere o repertórioe o saber local, e ao mesmo tempo amplie visões, são alguns dos princípios que orientaram aconstrução das atividades. Após a elaboração coletiva do mapa conceitual da formação, nosdedicamos a detalhar cada um dos temas, iniciando a matriz de design instrucional.Logo abaixo, os temas e subtemas selecionados: Acolhimento • Pesquisa de perfil do gestor • Ambientação no ambiente virtual de aprendizagem Planejamento • Noções de operacionalização e implantação • Plano de ação (o que, como, quando, onde, quem) • Implementação do plano de ação 17
  • Telecentro • O que é? • Parcerias • Sustentabilidade • Boas práticas • Quem é quem (monitor, gestor, tutor, coordenador de formação) • Conselho Gestor • Gestão participativa Telecentros.BR • As iniciativas • Diretrizes do programa • Apresentação da Rede de Formação/Curso Comunicação • Redes sociais • Lista gestores • Ambiente virtual de aprendizagem (chat, fórum, wiki)Para que conseguíssemos elaborar e compreender com clareza o que seria o Plano de Açãode um gestor, fizemos um exercício de simulação: se eu fosse um gestor, o que precisariaconstar no meu plano de ação?• Acompanhar a frequência do bolsista• Garantir que o bolsista tenha as 10h de formação e as 20h de atendimento por semana• Acompanhar as contas (de água, luz, aluguel etc)• Acompanhar a mobilização para o Conselho Gestor• Zelar pelo funcionamento dos equipamentos• Zelar pelo funcionamento do sistema de cadastro de usuários• Divulgar o telecentro na comunidade• Buscar parcerias• Planejar, junto com o monitor e o Conselho Gestor, as atividades do telecentro, visando o uso eficiente do espaço• Garantir acesso livre e gratuito 18
  • ContribuiçõesNa tarde do dia 07 de outubro, apresentamos para os demais participantes o que havíamosfeito até aquele momento. Recebemos, então, por escrito, as seguintes contribuições:• Como vocês imaginam a troca entre eles de suas práticas em outros ambientes virtuais?• Podemos falar da elaboração em rede e como isso pode ajudar os gestores a resolver seus problemas?• Qual seria o plano de comunicação para atrair os gestores a fazer o curso?• Conteúdo offline• Quem vai elaborar o conteúdo da formação de gestores? Vamos fazer juntos?• O curso vai ser tutorado?• Inclusão digital do gestor!• Abrir para contribuições da rede também• Podíamos fazer uma pesquisa online para conhecer o perfil do tutor!• Se esse curso tiver tutor, quem fará a formação? (do tutor) Será a mesma?• Sugestão: aproveitar conteúdo produzido no material para o bolsista (ex: módulo 1.)Efeitos das contribuiçõesIniciamos a manhã do dia 08 conversando sobre como foi compartilhar nossas produções, ecomo foi receber comentários sobre elas. Muita conversa surgiu...• Na redação da metodologia, houve mudança do objetivo geral da formação• As apresentações foram longas e cansativas• Questão: Conseguimos montar toda a formação antes da 1ª turma de monitores?• Precisamos preparar o tutor para acompanhar uma formação com essa visão de EAD.A questão sobre como vamos atrair os gestores para a formação recebeu uma atençãoespecial. Encontramos alguns caminhos:• Formalmente, via iniciativas, através de comunicação oficial• Como fica o cadastro no Moodle? → Coordenação de formação envia dados dos gestores para os Polos• Disponibilizar todo o curso no site da Rede de Formação, pra contribuir com gestores de outros programas• O curso oferecerá certificação, e isso é um atrativo• É um assunto para ser tratado nas reuniões dos Comitês Regionais de Formação (para divulgar a formação, para sugerir um encontro de gestores de cada iniciativa...)• Que tal um Seminário com todos os Comitês, e incluirmos esse assunto na pauta?• Podemos divulgar nas redes sociais 19
  • Grupo – Design InstrucionalO grupo de Design Instrucional se reuniu com o propósito de delinear orientações para aconstrução da interface de interação dos cursos online construídos pela Rede Nacional deFormação. Para isto, começamos os trabalhos com um exercício de reflexão onde todosos presentes compartilharam com o grupo o que de melhor trazem na bagagem para seragregado à Rede.Em seguida foram apresentados os 3 vídeos abaixo, que trazem dimensões fundamentais davisão do monitor a respeito de uma formação, bem como das potencialidades que envolvema vivência nos telecentros:Telecentros de Sampa: http://www.youtube.com/watch?v=RJJr7PmPll8A visão dos estudantes de hoje: http://www.youtube.com/watch?v=ScxmSy4TlqIAcessa São paulo - visão da capacitação módulo 1: http://www.youtube.com/watch?v=fTOZKy03AMQNo exercício seguinte, os participantes se colocaram no lugar do monitor e começaram afalar o que esses monitores estavam pensando sobre a formação.Todos estes pensamentos foram anotados e tornaram-se uma das bases que ajudou ogrupo a construir os primeiros protótipos das telas iniciais do Moodle. Foram planejadas aprimeira tela, que é um começo comum a todos os bolsistas, e um exemplo de como seriamas outras telas, que serão acessadas de acordo com a necessidade de cada bolsista. Protótipo de Tela de Abertura do curso no Moodle. Protótipio de um tema do curso no Moodle. 20
  • Durante esta produção, além dos protótipos acima, o grupo também começou a firmaralguns acordos comuns aos cursos hospedados no Moodle. Os combinados foram:• Disponibilizar todo o material logo de cara.• Bloco na lateral direita com notícias/novidades/imagens que será alimentado depois pelos monitores.• Uma chamada no “Seja Bem-Vindo” que ao clicar leva a um hq com apresentação/acordos do curso. A HQ também tem link para o tutorial de navegação ( “como navegar”).• O PN se responsabiliza pelo curso matriz. Os polos regionais fazem adaptações regionais em um ambiente cópia...• Espaço hipertextual para textos: entre 10 e 30 linhas, corpo 12 a 13-14 (ver na prática). Fonte sem serifa, arial.• Seguir na medida do possível padrões w3c.• “Como navegar” : tutorial de navegação pelo ambiente do módulo.• “Fique Ligado” : Blog e Twitter (feeds em texto).• Link “Conheça a formação”: Apresentação rápida (texto introdutório com objetivos do curso, temas, o que esperamos, etc.)• Experimente este ambiente: “Ferramentas contextualizadas” (Exemplo: Fórum, perfil/ participante, tarefa relacionada com banner rotativo, wiki quem somos nós, etc).• Link para fórum (na lateral) para dúvidas gerais (de temas técnicos, etc).• Avaliação dos monitores sobre tutoria, materiais, dinâmica, etc., no final de cada tema.• As barras laterais se repetem nos temas, mas o monitor pode abrir em tela cheia, se quiser.• Desenvolver como registrar o percurso do monitor pelos temas.• Menu lateral de temas (quando dentro do tema) em 3D (lembrando).• Vídeo sempre que incorporado também tem que ter link externo.• O monitor só tem acesso a sua turma pelo Moodle.• No ‘conheça a formação’, ele já pode se inscrever na lista com todos os monitores dos polos.• No ‘experimenta’, colocar como o monitor entra em contato com todos (tutor, outros monitores da turma.).• Antes do login, ter um ‘fale conosco’.• No ‘seja bem-vindo’ e no ‘tire suas dúvidas’, informações sobre contatos gerais (bolsa por exemplo). 21
  • • Não exigir só vídeo como atividade, dar opções.• Vídeos com transcrição.• No perfil, começar com o resumo das mensagens do fórum no e-mail.• No ‘conheça a formação’, colocar sobre informações dos polos e iniciativas.• Pensar em como visualizar as produções/interações dos outros grupos (além da minha turma de 30)?• Não vamos ter nenhuma atividade com tempo determinado. O tutor não cobra prazos.• Certificado online que pode ser impresso pelo polo quando o monitor termina o tema. [ver critérios de avaliação].• As atividades podem ser entregues fora do Moodle, desde que o monitor poste o link no Moodle.• O supervisor fica nos bastidores.• Questões sobre o gestor e conselho gestor, e-mail para x, no HQ e no ‘tire suas dúvidas’ vão ser citados.• Pedir que no perfil o monitor coloque suas redes sociais.• Critérios de avaliação (?)• Possibilidade futuras: monitor pode criar seus próprios cursos/oficinas no Moodle.• Quando for para atender mais de uma turma ao mesmo tempo, convidados dos polos em chat externo ao Moodle.• No conheça a formação’, mostrar ao monitor que ele pode replicar a formação. No mesmo local também orientar sobre os seus horários de estudo. Se não acontecer, que entre em contato.....• Vamos usar o mesmo DI (design instrucional) para tutores e gestores...• Cada polo vai administrar 3 salas: 2 salas (curso para monitores, tutores) + 1 sala nacional para gestores.• Licença Creative Commons (CC). Especificações da licença sugerida: “CC Share-alike 3.0” (qualquer um pode utilizar o material - que será de acesso público e online - para adaptações, divulgação e até para a venda) + 1 sala nacional para gestores.• ATÉ DIA 15/10/2010 contribuir na wiki (no livro colaborativo http://www.telecentros.br.com/ node/6)• Dia 21/10/2010 – reunião em SP das 10 as 19hs para sistematizações e discussão de contribuições.Como descrito no final dos acordos, o grupo se comprometeu a continuar as colaboraçõesno livro colaborativo do site www.telecentros.br.com até o dia 15/10/2010, sexta-feira. Epara a semana seguinte, no dia 21/10/2010, ficou marcada uma reunião presencial parasistematização conjunta das contribuições e definição da forma como os conteúdos serãoproduzidos. 22
  • Compartilhamento dos Grupos de TrabalhoDurante grande parte do 2o Seminário da Rede Nacional de Formação, trabalhamos,simultaneamente, em 4 grupos de trabalho: Design Instrucional, Formação de Gestores,Formação de Tutores e Diretrizes Pedagógicas. Para compartilhar produção dos grupose possibilitar a abertura a comentários e sugestões, reservamos a tarde da quinta-feira, 7de outubro. Cada grupo foi convidado a apresentar uma síntese de sua produção em 20minutos. Em seguida, recomendamos que os comentários e sugestões fossem escritos emtarjetas e colados junto ao painel de cada grupo de trabalho após a finalização de todas asapresentações. Reservamos cerca de uma hora para que os participantes pudessem colaros comentários e sugestões e conversar entre si, a fim de esclarecer dúvidas, comentar,conversar sobre seus processos e produtos.Compartilhamento dos Planos de TrabalhoCada subgrupo de trabalho formalizou um cronograma com produções e prazos, alémda divisão de responsabilidades. Para finalizar o seminário, construímos um cronogramageral, com todas as ações e datas da Rede de Formação para visualização de todos. Emseguida, como fechamento, fizemos uma roda e, depois de um rememorando silencioso eindividual do processo vivido no seminário, fizemos a leitura de um trecho do texto “CidadesInvisíveis”, de Ítalo Calvino.O cronograma geral pode ser conferido no link: https://spreadsheets.google.com/pub?key=0AjAIhnC4BEyddEVZMXhPVklFVzByNzg1b0lmdTV1cFE&hl=pt_BR&output=html 23
  • Avaliação Ao final do evento foi entregue aos participantes um questionário de avaliação do seminário.���������� �� �������������������������������������������� ��������!��� Os resultados foram: ���������� �� �������������������������������������������� ��������!��� � � � ���������������������� ��������� ��!"�#"!" �����$�������%������� � � � ���������������������� ��������� ��!"�#"!" ����������&�������������������������� �() $�������%������� *�+,��-�"����������������.�����������/������� �(0 �����&�������������������������� �() *�+,��-�+������������&��&��������12����� �() *�+,��-�"����������������.�����������/��������*�+,��-�3�4"��+5������67��-�1�������#���������8���� 9(� �(0 *�+,��-�+������������&��&��������12������*�+,��-�3�4"��+5������67��-�+��&����������#��&��&����������:�������������������� 9(� �() �*�+,��-�3�4"��+5������67��-�1�������#���������8�����*�+,��-�3�4"��+5������67��-�������������������!��� 9(� 9(� �*�+,��-�3�4"��+5������67��-�+��&����������#��&��&����������:��������������������;*�+,��-�$��&�����:����������������:������#��&�� �(9 9(� �*�+,��-�3�4"��+5������67��-�������������������!���)*�+,��-��&���������������&���������������:������#��&�� �(� 9(� ;*�+,��-�$��&�����:����������������:������#��&��)*�+,��-�$��&�����:�����������&���������������:� 9( �(9 )*�+,��-��&���������������&���������������:������#��&��35��6�-�5�&����/!���� 0(� �(� )*�+,��-�$��&�����:�����������&���������������:�35��6�-�$�<= 0() 9( 35��6�-�5�&����/!����35��6�-���#���8�������������� �(9 0(� 35��6�-�$�<=35��6�-�7�&&>�7��� 0(0 0() 35��6�-���#���8��������������35��6�-�7��&���#�� 0(� �(9 35��6�-�7�&&>�7���35��6�-������������#���������8����������������� �(9 0(0 35��6�-�7��&���#��������� ��� ��� 0(� 35��6�-������������#���������8����������������� �(9 ������� ��� ��� ����������<(��=�� ������������������7=:<�6<"6�6 ����������<(��=�� ������������������7=:<�6<"6�6 �������� ������������������������ ���������������������������������������������� �������� ������������������������ ���������������������������������� !������ ���������������������������������������������� "��������#�$�%��&���(�)*%��� �������+���������,���� ���������������������������������� !������ "��������#�$�%��&���(�)*%�����������������+�������������-��.�������-����� ������ "��������#�$�%��&���(�)*%��� �������+���������,���� "��������#�$�%��&���(�)*%���������������������/��� 0��������1��������.�������������-��.������+����� "��������#�$�%��&���(�)*%�����������������+�������������-��.�������-����� ������ 2��������������������������������������-��.������+����� "��������#�$�%��&���(�)*%���������������������/��� 2��������1��������.������������������������-��.� 0��������1��������.�������������-��.������+����� #&��)���&�������/���� 2��������������������������������������-��.������+����� #&��)���1�34 2��������1��������.������������������������-��.� #&��)���%�+���,��������� ���� #&��)���&�������/���� #&��)���*���5�*���#&��)���1�34 #&��)���*������+�� #&��)���%�+���,��������� ���� #&��)��������������+���������,����������������� #&��)���*���5�*��� #&��)���*������+�� 0 6 � " 2 7 8 9 : ; �6 #&��)��������������+���������,����������������� �4��� 6 � " 0 2 7 8 9 : � 24
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  • Pessoas Presentes no SeminárioInstituição NomeMinistério do Planejamento Amanda Dominici Rayana Dias de Oliveira Soraia Silva de MelloPolo Nacional Adriana Guzzi Anne de Souza Galvão Cristina Brites Dalton Lopes Martins Glauco de Paiva Gustavo Giolo Valentim Isis Lima Soares Mariana Manfredi Natália F. C. NoguchiPolo Centro Oeste Silvana Lemos de Almeida Vilmar Simion NascimentoPolo Norte Aleksandra Silva Auxiliadora Maues Bruna A. Souza Iza Helena Silva Lyanny Costa Araújo Ronaldo Lima Silvana Russy de BritoPolo Nordeste Ana Jacy C. Leão Calasans Andréa F. Pereira Reginaldo dos S. JuniorPolo Ceará Marlene de Alencar Dutra Paulo R. C. Sampaio Sérgio Urtiz Tatiana LourençoPolo Sudeste Juliane Corrêa Luciana Zenha Cordeiro Marcio Bunte CarvalhoPolo Sul Elcimar Dias Pereira Marcelo Cordeiro Maurício FalavignaPolo São Paulo Paulo Luiz Rodolfo Avelino São Paulo, 20 de Outubro de 2010 Drica Guzzi e Hernani Dimantas Coordenadores do Lidec - Escola do Futuro da USP www.lidec.futuro.usp.br www.futuro.usp.br SECRETARIA DE LOGISTICA E MINISTÉRIO DO GOVERNO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PLANEJAMENTO FEDERAL