Saresp 2010 atual[1]

6,629
-1

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
6,629
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
57
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Saresp 2010 atual[1]

  1. 1. Secretaria de Estado da Educação & Diretoria de Ensino Norte 1 <ul><li>“ Análise dos Relatórios Saresp 2010 – Preparação para o Dia do Saresp na Escola” </li></ul><ul><li>Língua Portuguesa </li></ul><ul><li>Ciclo I </li></ul><ul><li>setembro/ 2011 </li></ul>
  2. 2. Objetivos <ul><li>Propiciar aos PC a oportunidade de se apropriarem dos dados do SARESP 2010 referentes aos 3ºs e 5ºs anos do Ensino Fundamental Ciclo I, interpretando-os e ressignificando-os, por meio da análise e discussão conjunta dos resultados alcançados; </li></ul><ul><li>Apresentar ao grupo a matriz de habilidades do SARESP 2010, enfatizando a diferença entre matriz curricular e matriz de avaliação; </li></ul><ul><li>Construir orientações para que PC possam auxiliar as escolas no trabalho com a construção de capacidades de leitura pelos alunos; </li></ul><ul><li>Favorecer a compreensão de que as capacidades de leitura são construídas a partir de práticas e modalidades de leitura específicas. </li></ul>
  3. 3. Conteúdos <ul><li>Habilidades/capacidades enfocadas no SARESP; </li></ul><ul><li>Matriz curricular e matriz de avaliação; </li></ul>
  4. 4. Pauta <ul><li>Introdução: Apresentação da pauta e dos objetivos do encontro; </li></ul><ul><li>1ª Atividade : Leitura pela formadora; </li></ul><ul><li>2ª Atividade : Reflexão sobre a lógica do relatório SARESP 2010 e as características fundamentais da avaliação de Língua Portuguesa no SARESP: </li></ul><ul><li>3ª Atividade: Análise dos resultados alcançados nos 3ºs e 5ºs anos </li></ul><ul><li>4ª Atividade : Análise de algumas questões do SARESP, com foco nas habilidades/competências de leitura que foram exigidas na prova do SARESP 2010 e o levantamento das dificuldades encontradas pelos alunos na resolução destas questões: </li></ul>
  5. 5. Pauta <ul><li>5ª Atividade : Análise, em grupos, de dois boletins do SARESP. </li></ul><ul><li>6ª Atividade: Reflexão sobre como auxiliar as escolas no planejamento de um trabalho capaz de desenvolver as habilidades de leitura necessárias, a partir de algumas questões norteadoras. </li></ul>
  6. 6. 1ª Atividade – Leitura inicial Tecendo a manhã – João Cabral de M. Neto
  7. 7. Tecendo a manhã João Cabral de M. Neto “ Um galo sozinho não tece a manhã: ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito que ele e o lance a outro: de um outro galo que apanhe o grito que um galo antes e o lance a outro; e de outros galos que com muitos outros galos se cruzam os fios de sol de seus gritos de galo para que a manhã, desde uma tela tênue, se vá tecendo, entre todos os galos. E se encorpando em tela, entre todos, se erguendo tenda, onde entrem todos, no toldo (a manhã) que plana livre de armação. A manhã, toldo de um tecido tão aéreo que, tecido, se eleva por si: luz balão&quot;.
  8. 8. 2ª Atividade <ul><li>Reflexão sobre a lógica do relatório SARESP 2010 e as características fundamentais da avaliação de Língua Portuguesa no SARESP: </li></ul>
  9. 9. Matriz Curricular X Matriz de Referência <ul><li>Matriz curricular : currículo de uma disciplina, dentro do projeto Pedagógico de uma instituição de ensino. </li></ul><ul><li>Matriz de referência : elenco de habilidades e competências definidas em unidades denominadas descritores, agrupadas em tópicos que compõem a matriz de uma dada disciplina em avaliação </li></ul>
  10. 10. Aspectos que evidenciam a avaliação de Língua Portuguesa <ul><li>1 . A presença do texto; </li></ul><ul><li>2. Os descritores, reunidos em seis tópicos, que apresentam as habilidades de leitura a serem avaliadas; </li></ul><ul><li>3. As estratégias de perguntas que compõem o denominado item de leitura. </li></ul>
  11. 11. SARESP - Competência de Áreas <ul><li>Tema 1 – Reconstrução das condições de produção e recepção de textos (da Habilidade 1 a Habilidade 3); </li></ul><ul><li>Tema 2 – Reconstrução dos sentidos do texto (H 4 ao H 14); </li></ul><ul><li>Tema 3 – Reconstrução da textualidade (H 15 ao H 20); </li></ul><ul><li>Tema 4 – Recuperação da intertextualidade e estabelecimento de relações entre textos (H 21 e H 22); </li></ul><ul><li>Tema 5 – Reflexão sobre os usos da língua falada e escrita (H 23 e H 24); </li></ul><ul><li>Tema 6 – Compreensão de textos literários (H 25 ao H 40); </li></ul>
  12. 12. 3ª Atividade: Análise dos resultados alcançados nos 3ºs e 5ºs anos <ul><li>Parte A : Observem a distribuição percentual dos alunos da Rede Estadual nos Níveis de Proficiência de Língua Portuguesa por Ano/Série – SARESP 2009/2010 e reflitam sobre os resultados alcançados, considerando as expectativas de aprendizagem esperadas, no 3º ano, para a continuidade dos estudos nas séries/anos posteriores. </li></ul><ul><li>Parte B : Observem a distribuição percentual dos alunos da Rede Estadual nos Níveis de Proficiência de Língua Portuguesa por Ano/Série – SARESP 2008/2009/2010 e reflitam sobre os resultados alcançados, considerando as expectativas de aprendizagem esperadas, no 5º ano, para a continuidade dos estudos nas séries/anos posteriores. </li></ul>
  13. 13. Níveis Pontuação Descritor do Nível % de Alunos 2008 % de Alunos 2009 % de Alunos 2010 1 0 a 7 Os alunos escrevem sem correspondência sonora. 6,4 4,0 4,6 2 8 a 14 Os alunos escrevem com correspondência sonora ainda não alfabética. 3,4 3,3 3,5 3 15 a 43 Os alunos escrevem com correspondência sonora alfabética; produzem texto com algumas características da linguagem escrita e do gênero proposto (conto); e localizam, na leitura, informações explícitas contidas no texto informativo. 22,7 25,4 25,3 4 44 a 53 Os alunos escrevem com ortografia regular; produzem texto com características da linguagem escrita e do gênero proposto (conto); e, leem com autonomia, fazendo inferências a partir do texto informativo. 15,5 19,3 19,4 5 54 a 68 Os alunos escrevem com ortografia regular; produzem texto com características da linguagem escrita e do gênero proposto (conto); e, produzem texto com algumas características da linguagem escrita, a partir de situação de leitura autônoma e de texto de outro gênero (instrucional). 36,8 34,6 35,0 6 69 a 72 Os alunos escrevem com ortografia regular e produzem texto com características da linguagem escrita, tanto no gênero proposto (conto) como em situação de leitura autônoma e de texto de outro gênero (instrucional). 15,2 13,3 12,1
  14. 14. NÍVEIS EDIÇÃO 5º EF Abaixo do básico 2008 < 150 26,7 2009 20,9 2010 19,8 Básico 2008 150 a <200 41,0 2009 37,2 2010 39,3 Adequado 2008 200 a <250 25,8 2009 31,6 2010 31,1 Avançado 2008 >ou =250 6,5 2009 10,3 2010 9,8
  15. 15. 4ª Atividade <ul><li>Análise de algumas questões do Saresp, com foco nas habilidades/competências de leitura que foram exigidas na prova do Saresp 2009; </li></ul><ul><li>Parte A: Analisem a questão e levantem quais conhecimentos os alunos precisam mobilizar para resolvê-la, em relação ao texto e à complexidade da tarefa proposta. </li></ul><ul><li>Parte B : Quais as principais dificuldades encontradas pelos alunos na resolução destas questões? </li></ul>
  16. 16. Grupos <ul><li>Grupo 1 e 2 – Questão 1 </li></ul><ul><li>Grupo 3 e 4 – Questão 2 </li></ul><ul><li>Grupos 5 e 6 – Questão 3 </li></ul><ul><li>Grupos 7 e 8 – Questão 4 </li></ul>
  17. 17. H 15 Identificar dois argumentos explícitos diferentes sobre um mesmo fato, em um texto. <ul><li>Leia o texto e responda à questão. </li></ul><ul><li>Era uma vez... </li></ul><ul><li>Sabia que ler contos de fadas estimula a imaginação e ainda pode nos afastar da violência? </li></ul><ul><li>Bela Adormecida, Branca de Neve, A Bela e a Fera... Esses e outros contos de fadas são nossos velhos conhecidos. Mas você sabia que ler histórias como essas, além de fazer a gente sonhar, pode nos afastar da violência? Pois é. Uma pesquisa divulgada recentemente sugere que quem costuma ler contos infantis dá menos atenção aos jogos eletrônicos – alguns muito violentos –, solta a imaginação com mais facilidade e, como ouve e lê mais histórias, tem respostas na ponta língua sobre vários assuntos. “O contato com os livros de literatura infantil, especialmente de contos de fadas, permite às crianças falar, ler e se expressar de maneira harmoniosa, além disso, ela é capaz de analisar e desenvolver certos assuntos com mais facilidade”, diz Carlos Brito. </li></ul><ul><li>Depois dessa pesquisa, quem gosta de um bom conto de fadas vai, com certeza, querer ler muito mais. Já os que dizem que não gostam, podem se animar e abrir um bom livro. Afinal, quem não gosta de viajar de graça em tapetes mágicos, carruagens ou até num bom cavalo alazão? Tudo isso é permitido se você soltar a imaginação e experimentar a magia dos contos de fadas. </li></ul><ul><li>Fonte: ABREU, Cathia. Era uma vez... In: Ciência Hoje das Crianças. Rio de Janeiro, 26 set. 2005. Fragmento. </li></ul><ul><li>Marque a alternativa em que o autor do texto apresenta dois argumentos para convencer o leitor sobre a importância da leitura. </li></ul><ul><li>(A) A leitura permite jogar melhor o jogo eletrônico e ouvir mais. </li></ul><ul><li>(B) A leitura incentiva a compra de livros e o estudo. </li></ul><ul><li>(C) A leitura estimula a imaginação e afasta a violência. </li></ul><ul><li>(D) A leitura ajuda a realizar os sonhos e a fazer mágica. </li></ul><ul><li>Gab C % de respostas </li></ul><ul><li>A – 7,2% B – 15,1% C – 66,8 % D – 10,9 % </li></ul>
  18. 18. H2 - Identificar os possíveis elementos constitutivos da organização interna dos gêneros não-literários: histórias em quadrinhos. Leia o texto e responda a questão: <ul><li>O balão do 4º quadrinho é diferente dos outros. Seu formato indica que o personagem está </li></ul><ul><li>(A) cochichando </li></ul><ul><li>(B) cantando </li></ul><ul><li>(C) gritando </li></ul><ul><li>(D) pensando </li></ul><ul><li>Gab D % de respostas </li></ul><ul><li>A – 7,2% B – 3,1% C – 12,6% D – 77,1% </li></ul>
  19. 20. H 11 – estabelecer relações entre imagens (foto ou ilustração) e o corpo do texto, comparando itens de informação explícita. Leia o texto e responda à questão. <ul><li>O maior autor de livros infantis que o Brasil já teve </li></ul><ul><li>Conheça Monteiro Lobato, o criador de Emília e tantos outros personagens inesquecíveis </li></ul><ul><li>Era uma vez um menino chamado Juca, que nasceu em Taubaté, estado de São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Quando Juca era criança, não havia brinquedos tão sofisticados quanto os de hoje em dia. Sabe o que ele fazia para se divertir? Usando a imaginação, transformava sabugos de milho em bonecos e chuchus com palitos espetados em cavalos. Juca também adorava ir à biblioteca da casa de seu avô: os livros de viagens e aventuras eram os seus favoritos. O nome completo do menino dessa história é José Bento Monteiro Lobato. Isso mesmo: foi ele quem criou a turma do Sítio do Picapau Amarelo e escreveu livros para contar as aventuras de Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Emília, Tia Nastácia, Visconde de Sabugosa e tantos outros personagens. Dona Benta é uma avó dedicada, muito culta e excelente contadora de histórias. Seus netos, os primos Pedrinho e Narizinho, adoram brincadeiras e aventuras. Emília é uma boneca de pano falante e muito curiosa, que vive tendo ideias engraçadas. Tia Nastácia é uma ótima cozinheira e sabe tudo de folclore e cultura popular. Visconde de Sabugosa é sabugo de milho que mais parece um cientista. </li></ul><ul><li>Fonte: MARQUES, Fernanda. Maior autor... Ciência Hoje das Crianças. Rio de Janeiro, 5 set. 2002. Adaptado. </li></ul><ul><li>As gravuras colocadas abaixo do texto servem para ilustrar o que o autor escreve no </li></ul><ul><li>(A) Título do texto </li></ul><ul><li>(B) primeiro parágrafo </li></ul><ul><li>(C)Segundo parágrafo </li></ul><ul><li>(D)Terceiro parágrafo </li></ul>
  20. 21. Gab D - % de respostas A – 39,7 B - 12,2 C – 8,9 D – 39,4
  21. 22. <ul><li>H13 – Inferir tema ou assunto principal de um texto, com base em informações contidas em título, subtítulo ou corpo do texto. </li></ul><ul><li>Leia o texto e responda à questão. </li></ul><ul><li>O MENINO DE BRODÓSQUI </li></ul><ul><li>Desde pequeno Cândido Portinari, o Candinho, gostava de desenhar. Nasceu em Brodósqui, uma pequena cidade do interior de São Paulo. Todos apreciavam muito seus desenhos: seus professores, seus colegas e até o padre da cidade. Ainda não tinha 10 anos quando ajudou a pintar as estrelinhas do teto da igreja. </li></ul><ul><li>Com 15 anos, pegou o trem e viajou para o Rio de Janeiro, para aprender mais sobre pintura e desenho. Aos 26 anos, ganhou o Prêmio de Viagem da Exposição Geral de Belas Artes e foi para a França. </li></ul><ul><li>Durante o tempo que passou lá, não parou de pensar no Brasil, na sua cidade e nas histórias de sua infância . </li></ul><ul><li>O título “O menino de Brodósqui” demonstra que o principal assunto do </li></ul><ul><li>texto é: </li></ul><ul><li>(   )  a morte de Candido Portinari. </li></ul><ul><li>(  )  a biografia de Candido Portinari. </li></ul><ul><li>(  )  os prêmios recebidos por Candido Portinari. </li></ul><ul><li>(  ) os quadros pintados por Candido Portinari.  </li></ul><ul><li>Gab B - % de respostas ( A- 15,1 B – 28,5 C- 8,8 D – 47,6) </li></ul>
  22. 23. 5ª Atividade <ul><li>Análise, em grupos, de dois boletins do SARESP. </li></ul>
  23. 24. 6ª Atividade <ul><li>Reflexão sobre como auxiliar as escolas no planejamento de um trabalho capaz de desenvolver as habilidades de leitura necessárias, a partir das seguintes questões norteadoras: </li></ul><ul><li>Quais são as situações mais propícias ao desenvolvimento das habilidades/capacidades de leitura? </li></ul><ul><li>Como se ensina esse conteúdo de leitura? </li></ul><ul><li>As nossas escolas estão ensinando esses conteúdos? A partir de que série? </li></ul>
  24. 25. Conteúdos de leitura <ul><li>1. Procedimentos de leitura </li></ul><ul><li>2. Comportamento leitor </li></ul><ul><li>3. Capacidades / Habilidades de leitura </li></ul>
  25. 26. O que é ensinar a ler? <ul><li>Ensinar a ler, requer a tematização das capacidades de leitura requeridas para tanto, possibilitando ao aluno constituí-las ou ampliá-las. </li></ul><ul><li>Ensinar a ler, supõe possibilitar ao aluno aprender a ajustar os procedimentos de leitura às finalidades colocadas. </li></ul><ul><li>Ensinar a ler requer a socialização com os alunos de apreciações, pareceres, dúvidas, critérios de escolha. </li></ul><ul><li>Dessa forma, capacidades, procedimentos e comportamentos leitores devem ser tomados como objetos de ensino na escola. Bräkling, 2008. </li></ul>
  26. 27. Como selecionar textos? <ul><li>O trabalho deve se organizar em torno da diversidade de textos e gêneros que circulam socialmente; </li></ul><ul><li>Dos textos que circulam socialmente, aqueles que podem atender a necessidades detectadas do aluno-leitor para uma efetiva participação cidadã; </li></ul><ul><li>Os que possibilitam, de maneira mais imediata, a identificação de elementos implícitos; </li></ul><ul><li>Os que possibilitam o estabelecimento de relações com outros textos já lidos (intertextualidade) e outros discursos (interdiscursividade). </li></ul>
  27. 28. Modalidades organizativas <ul><li>Leitura colaborativa; </li></ul><ul><li>Leitura programada; </li></ul><ul><li>Leitura em voz alta pelo professor; </li></ul><ul><li>Leitura de escolha pessoal; </li></ul><ul><li>Projetos de leitura; </li></ul><ul><li>MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa para o ensino Fundamental (5ª a 8ª série). Brasília (DF): MEC/SEF; 1998. </li></ul>
  28. 29. <ul><li>As modalidades em destaque favorecem o desenvolvimento de capacidades de compreensão, sendo a roda de leitores, como atividade permanente de leitura (roda de jornal, roda de curiosidades, de apreciação de uma obra), a situação mais adequada para o aprendizado e desenvolvimento de comportamento leitores. </li></ul>
  29. 30. Como ensinar a compreender? <ul><li>a) incrementar a iniciativa de alunos e alunas; </li></ul><ul><li>b) utilizar formas gráficas de representação; </li></ul><ul><li>c) oferecer modelos de compreensão e controle. A modelagem do professor; </li></ul><ul><li>d) aumentar a sensibilidade às incoerências do texto; </li></ul><ul><li>e) utilizar técnicas de discussão coletiva; </li></ul><ul><li>f) ajudar a interiorizar orientações a serem seguidas; </li></ul><ul><li>g) relacionar a compreensão com a produção de textos; </li></ul>
  30. 31. Como ensinar a compreender? <ul><li>Na leitura , analisar se o aluno lê textos de gêneros e de complexidade relativa ao trabalho realizado em classe: </li></ul><ul><li>a. Conseguindo antecipar possíveis conteúdos a partir da análise de índices do contexto de produção; </li></ul><ul><li>b. Localizando informações; </li></ul><ul><li>c. realizando inferências simples; </li></ul><ul><li>d. articulando informações de diferentes trechos do texto na busca do sentido; </li></ul><ul><li>e. articulando o conteúdo do texto com seus conhecimentos prévios e experiências vividas </li></ul><ul><li>f. Articulando trechos do texto na busca do sentido; </li></ul><ul><li>g. Sintetizando idéias do texto como um todo; </li></ul><ul><li>h. Na leitura oral, lê com fluência os textos, conseguindo recuperar o sentido dos mesmos. </li></ul>
  31. 32. Bibliografia <ul><li>BRÄKLING, Kátia. “As práticas sociais de leitura e escrita no processo de alfabetização”. In: Educação : fazer e aprender na cidade de São Paulo. São Paulo: SME, 2008. </li></ul><ul><li>COLOMER, Teresa; Camps, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender . Porto Alegre: Artmed, 2002. </li></ul><ul><li>LERNER, Délia. Ler e escrever na escola : o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Editora Artmed, 2005. </li></ul><ul><li>SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura . 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 1998. </li></ul>
  32. 33. Equipe de formadores do Ciclo I <ul><li>PCOP e Supervisoras </li></ul><ul><li>Gleide Celma </li></ul><ul><li>João Bedore </li></ul><ul><li>Joana Macedo </li></ul><ul><li>Luciana Fakri </li></ul><ul><li>Yara Martins- Eliane Simões </li></ul>Telefone : 38689767 D.E. Norte I ATÉ BREVE !!!

×