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Enem na sala de aula
 

Enem na sala de aula

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  • Observe que o aluno não tem que resolver um problema propriamente dito no sentido de ler, interpretar, construir uma estratégia para a resolução, aplicar a estratégia e analisar a resposta obtida. Nesse caso, a aluno deve selecionar qual argumento sustenta a afirmação.
  • uma questão é muitas vezes formulada a partir de textos, figuras, tabelas ou gráficos e todos eles devem ser necessários para que o aluno elabore sua resposta

Enem na sala de aula Enem na sala de aula Presentation Transcript

  • O ENEM Profa. Mestre Lia Gonzalez NA SALA DE AULA
  • Portaria 109 – INEP ENEM - 2009
  • I. Auto-avaliação; II. Seleção para o mercado de trabalho; III. Acesso a cursos Superiores; IV. Acesso a programas governamentais; V. Certificação do Ensino Médio; VI. Avaliação de desempenho de escolas; VII. Avaliação de estudantes ingressantes no curso superior.
  • x Matriz de Referência – Novo Enem x Velho ENEM
  •  
  • 5 EIXOS COGNITIVOS SUBCOMPETÊNCIAS 30 HABILIDADES
  • Matriz de Referência – Novo Enem
  • Matriz de Referência – Novo Enem
  • Matriz de Referência – Novo Enem
  • Matriz de Referência – Novo Enem
  • Matriz de Referência – Novo Enem
  • Matriz de Referência – Novo Enem
  • Matriz de Referência – Novo Enem
  • CONSTRUÇÃO DAS AVALIAÇÕES
    • A Teoria da Resposta ao Item, muitas vezes abreviada apenas por TRI, é uma modelagem estatística utilizada (...) principalmente na área de avaliação de habilidades e conhecimentos. (...) A aplicação mais freqüente da Teoria da Resposta ao Item são as avaliações de habilidades e conhecimentos em testes de múltipla escolha.
    O que é a Teoria da Resposta ao Item?
  • Como funciona a TRI?
    • Vamos supor que você esteja fazendo uma prova de Matemática que foi elaborada a partir da TRI. São 50 questões de múltipla escolha (A,B,C,D e E)
    • Você realiza a prova e responde todas as questões. Conversando com um colega resolve comparar as soluções e digamos que de 50 questões você acerte 20, e seu colega também acerte 20. Em alguns dias, você recebe sua nota, que no caso da TRI podemos chamar de escore. Seu escore é de 40 pontos e de seu colega 50 pontos. Mas, isso é possível?
    • Esse é um ponto importante. Para cada questão da prova é atribuído um grau de dificuldade diferente (além dos parâmetros discriminação e "chute". Ver detalhes em Lord (1980)). Por simplicidade, vamos supor que você tenha acertado 15 questões consideradas como fáceis e 5 como médias, e seu colega tenha acertado 15 questões fáceis, 2 médias e 3 difíceis. Como as questões possuem graus diferentes, é natural que o escore final seja diferente (...)".
  • Habilidades de leitura
    • Decodificar – decifrar um texto escrito para identificar as palavras faladas que ele representa.
    • Fluência – habilidade da competência de ler rapidamente, incluindo a expressão, que é, por sua vez, a habilidade de agrupar palavras em frases para refletir significado e tom.
    • Vocabulário – a base de conhecimento de palavras de um aluno.
    • Compreensão – quanto o aluno entende daquilo que lê.
  • Técnicas
    • Deve-se sempre começar o processo de leitura trabalhando anteriormente com os alunos o contexto e alguns fatos básicos com informações de que precisarão para entender e, assim, dar sentido ao texto que vão ler.
    • Se os alunos não souberem o que é um nazista quando começam a ler, certamente não extrairão do Diário de Anne Frank o que devem extrair.
    • Mobilizar o conhecimento prévio é, em geral, mais eficiente do que parar e dar uma explicação detalhada durante a leitura, porque previne mal-entendidos antes que apareçam, em vez de remediá-los depois.
  • Algumas questões de língua portuguesa que contemplam as competências e habilidades exigidas na prova do Enem 2010.
    • Em uma sociedade letrada como a nossa, são construídos textos diversos para dar conta das necessidades cotidianas de comunicação. Assim, para utilizar-se de algum gênero textual, é preciso que conheçamos os seus elementos. A carta de leitor é um gênero textual que
    •   (A) apresenta sua estrutura por parágrafos, organizado pela tipologia da ordem da injunção(comando) e estilo de linguagem com alto grau de formalidade.
    •   (B) se inscreve em uma categoria cujo objetivo é o de descrever os assuntos e temas que circularam nos jornais e revistas do país semanalmente.
    • (C) se organiza por uma estrutura de elementos bastante flexível em que o locutor encaminha a ampliação dos temas tratados para o veículo de comunicação.
    • (D) se constitui por um estilo caracterizado pelo uso da variedade não-padrão da língua e tema construído por fatos políticos.
    • (E) se organiza em torno de um tema, de um estilo e em forma de paragrafação, representando, em conjunto, as ideias e opiniões de locutores que interagem diretamente com o veículo de comunicação.
  • Domínio de linguagens
    • Habilidade 1 – Identificar as diferentes linguagens e seus recursos expressivos como elementos de caracterização dos sistemas de comunicação.
    • M1 - Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida.
    • Aumento do efeito estufa ameaça plantas, diz estudo.
    • O aumento de dióxido de carbono na atmosfera, resultante do uso de combustíveis fósseis e das queimadas, pode ter consequências calamitosas para o clima mundial, mas também pode afetar diretamente o crescimento das plantas. Cientistas da Universidade de Basel, na Suíça, mostraram que, embora o dióxido de carbono seja essencial para o crescimento dos vegetais, quantidades excessivas desse gás prejudicam a saúde das plantas e têm efeitos incalculáveis na agricultura de vários países.
    •   O Estado de São Paulo , 20 set. 1992, p.32.
    •   O texto acima possui elementos coesivos que promovem sua manutenção temática. A partir dessa perspectiva, conclui-se que
    • (A) a palavra “mas”, na linha 3, contradiz a afirmação inicial do texto: linhas 1 e 2.
    • (B) a palavra “embora”, na linha 6, introduz uma explicação que não encontra complemento no restante do texto.
    • (C) as expressões: “consequências calamitosas”, na linha 3, e “efeitos incalculáveis”, na linha 8, reforçam a ideia que perpassa o texto sobre o perigo do efeito estufa.
    • (D) o uso da palavra “cientistas”, na linha 5, é desnecessário para dar credibilidade ao texto, uma vez que se fala em “estudo” no título do texto.
    • (E) a palavra “gás”, na linha 7, refere-se a “combustíveis fósseis” e “queimadas”, na linha 2, reforçando a ideia de catástrofe.
  • Compreensão de fenômenos
    • Habilidade 18 – Identificar os elementos que concorrem para a progressão temática e para a organização e estruturação de textos de diferentes gêneros e tipos.
    • M6 - Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de significados, expressão, comunicação e informação.
    • Texto I
    • Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado; é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.
      • CAMPOS, Paulo Mendes. Ser brotinho. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (Org.).
    • As cem melhores crônicas brasileiras . Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. p. 91.
    •   Texto II
    • Ser gagá não é viver apenas nos idos do passado: é muito mais! É saber que todos os amigos já morreram e os que teimam em viver são entrevados. É sorrir, interminavelmente, não por necessidade interior, mas porque a boca não fecha ou a dentadura é maior que a arcada.
      • FERNANDES, Millôr. Ser gagá. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (Org.).
    • As cem melhores crônicas brasileiras . Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. p. 225.
    • Os textos utilizam os mesmos recursos expressivos para definir as fases da vida, entre eles,
    • (A) expressões coloquiais com significados semelhantes.
    • (B) ênfase no aspecto contraditório da vida dos seres humanos.
    • (C) recursos específicos de textos escritos em linguagem formal.
    • (D) termos denotativos que se realizam com sentido objetivo.
    • (E) metalinguagem que explica com humor o sentido de palavras .
  • Compreensão de fenômenos
    • Habilidade 22 – Relacionar, em diferentes textos, opiniões, temas, assuntos e recursos linguísticos.
    • M7 - Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestações específicas.
    • O personagem Chico Bento pode ser considerado um típico habitante da zona rural, comumente chamado de “roceiro” ou “caipira”. Considerando a sua fala, essa tipicidade é confirmada primordialmente pela
    • (A) transcrição da fala característica de áreas rurais.
    • (B) redução do nome “José” para “Zé”, comum nas comunidades rurais.
    • (C) emprego de elementos que caracterizam sua linguagem como coloquial.
    • (D) escolha de palavras ligadas ao meio rural, incomuns nos meios urbanos.
    • (E) utilização da palavra “coisa”, pouco frequente nas zonas mais urbanizadas.
  • Domínio de linguagens
    • Habilidade 25 – Identificar, em textos de diferentes gêneros, as marcas linguísticas que singularizam as variedades linguísticas sociais, regionais e de registro.
    • M8 - Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.
  •  
  • Situação-problema
    • O Enem exige que o candidato redija um texto do tipo dissertativo-argumentativo, cujo tema se relacione a questões sociais, políticas, culturais e/ou científicas, a partir de uma situação-problema. É automaticamente desconsiderada para correção pela banca avaliadora a redação que se afastar do tema proposto ou for de encontro aos direitos humanos e à cidadania.
  •  
  • III. enfrentamento e resolução de situações-problema
  • A coleta de lixo constitui o ganha-pão de cerca de 500 mil catadores em todo o País. Porém, a queda do dólar tem aumentado a desvalorização do alumínio, que tem cotação internacional. Para manter os rendimentos mensais, uma cooperativa de catadores deverá aumentar em 20% a coleta. Como sempre enchem as carroças, os catadores resolveram modificar a altura delas para aumentar a coleta. A altura da nova carroça deverá ter, em metros, (A) 1,10. (B) 1,20. (C) 2,10. (D) 2,20. (ENCCEJA – 2005)
  • IV. Capacidade de argumentação H9 –Utilizar conhecimentos geométricos de espaço e forma na seleção de argumentos propostos como solução de problemas do cotidiano
    • Você já deve ter visto um portão como o da figura ao lado, com ripas de madeira. Se fosse você que o tivesse construído, qual dos argumentos abaixo você usaria para justificar o uso da ripa colocada em diagonal?
    • Ela é necessária para se pregar as madeiras que formam o portão.
    • Ela é necessária para deixar o portão mais bonito e mais fácil de abrir.
    • Ela é necessária porque forma triângulos com as ripas verticais e com as horizontais, impedindo que o portão se deforme.
    • Ela é necessária para deixar o portão mais resistente contra as batidas.
    (Livro do Estudante – Encceja ) Matemática e suas tecnologias : livro do estudante : ensino médio / Coordenação : Zuleika de Felice Murrie. — 2. ed. — Brasília : MEC : INEP, 2006.
  •  
  •  
  • (ENEM 2009) Prova cancelada Semelhança de triângulos
  • M5 – Modelar e resolver problemas que envolvem variáveis socioecônomicas ou técnico-científicas, usando representações algébricas.
  • Documento: Enem 2009. Disponível em: http://public.inep.gov.br/enem/Enem2009_matematica.pdf
  • M6 – Interpretar informações de natureza científica e social obtidas da leitura de gráficos e tabelas, realizando previsão de tendência, extrapolação, interpolação e interpretação. III. enfrentamento e resolução de situações-problema
  • (ENEM 2010) 2º dia
  •  
  • M1 - Compreender as ciências naturais e as tecnologias a elas associadas como construções humanas, percebendo seus papéis nos processos de produção e no desenvolvimento econômico e social da humanidade. H1 - Reconhecer característica ou propriedades de fenômenos ondulatórios ou oscilatórios, relacionando-os a seus usos em diferentes contexto.
  • (ENEM)Um dos modelos usados na caracterização dos sons ouvidos pelo ser humano baseia-se na hipótese de que ele funciona como um tubo ressonante. Neste caso, os sons externos produzem uma variação de pressão do ar no interior do canal auditivo, fazendo a membrana (tímpano) vibrar. Esse modelo pressupõe que o sistema funciona de forma equivalente à propagação de ondas sonoras em tubos com uma das extremidades fechadas pelo tímpano. As frequências que apresentam ressonância com o canal auditivo têm sua intensidade reforçada, enquanto outras podem ter sua intensidade atenuada.
  • Considere que, no caso de ressonância, ocorra um nó sobre o tímpano e ocorra um ventre da onda na saída do canal auditivo, de comprimento L igual a 3,4 cm. Assumindo que a velocidade do som no ar ( v ) é igual a 340 m/s, a frequência do primeiro harmônico (frequência fundamental, n = 1) que se formaria no canal, ou seja, a frequência mais baixa que seria reforçada por uma ressonância no canal auditivo, usando este modelo é (A) 0,025 kHz, valor que considera a frequência do primeiro harmônico como igual a nv/4L e equipara o ouvido a um tubo com ambas as extremidades abertas. (B) 2,5 kHz, valor que considera a frequência do primeiro harmônico como igual a nv/4L e equipara o ouvido a um tubo com uma extremidade fechada. (C) 10 kHz, valor que considera a frequência do primeiro harmônico como igual a nv/L e equipara o ouvido a um tubo com ambas as extremidades fechadas. (D) 2.500 kHz, valor que expressa a frequência do primeiro harmônico como igual a nv/L, aplicável ao ouvido humano. (E) 10.000 kHz, valor que expressa a frequência do primeiro harmônico como igual a nv/L, aplicável ao ouvido e a tubo aberto e fechado.
  • H21- Utilizar leis físicas e (ou) químicas para interpretar processos naturais ou tecnológicos inseridos no contexto da termodinâmica e (ou) do eletromagnetismo M6 - Apropriar-se de conhecimentos da física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas .
  • (ENCCEJA)Durante uma tempestade, quando ocorrem descargas elétricas atmosféricas (raios) é aconselhável, como uma das medidas de segurança, que se entre em um automóvel. A recomendação acima deve ser levada em consideração porque: (a) o automóvel é uma “gaiola” metálica e impede a circulação de corrente elétrica em seu interior. (b) uma descarga elétrica não pode atingir o automóvel, que está completamente isolado do solo pelos pneus. (c) a antena do rádio do automóvel funciona como um pára-raios. (d) o metal do automóvel atrai as cargas elétricas do raio, que são anuladas pelos elétrons livres presentes no ferro.
  • M5 - Entender métodos e procedimentos próprios das ciências naturais e aplicá-los a diferentes contextos. H18 - Relacionar propriedades físicas, químicas ou biológicas de produtos, sistemas ou procedimentos tecnológicos às finalidades a que se destinam.
    • (ENEM) Em visita a uma usina sucroalcooleira, um grupo de alunos pôde observar a série de processos de beneficiamento da cana-de-açúcar, entre os quais se destacam:
    • A cana chega cortada da lavoura por meio de caminhões e é despejada em mesas alimentadoras que a conduzem para as moendas. Antes de ser esmagada para a retirada do caldo açucarado, toda a cana é transportada por esteiras e passada por um eletroímã para a retirada de materiais metálicos.
    • Após se esmagar a cana, o bagaço segue para as caldeiras, que geram vapor e energia para toda a usina.
    • O caldo primário, resultante do esmagamento, é passado por filtros e sofre tratamento para transformar-se em açúcar refinado e etanol.
  • Com base nos destaques da observação dos alunos, quais operações físicas de separação de materiais foram realizadas nas etapas de beneficiamento da cana-de-açúcar? (a) Separação mecânica, extração, decantação. (b) Separação magnética, combustão, filtração. (c) Separação magnética, extração, filtração. (d) Imantação, combustão, peneiração. (e) Imantação, destilação, filtração
  • M3 - Associar intervenções que resultam em degradação ou conservação ambiental a processos produtivos e sociais e a instrumentos ou ações científico-tecnológicos. H12 - Avaliar impactos em ambientes naturais decorrentes de atividades sociais ou econômicas, considerando interesses contraditórios.
  • (ENEM) A figura a seguir ilustra as principais fontes de emissões mundiais de gás carbônico, relacionando-as a nossas compras domésticas (familiares).
  • Com base nas informações da figura, é observado que as emissões de gás carbônico estão diretamente ligadas às compras domésticas. Deste modo, deduz-se das relações de produção e consumo apresentadas que (a) crescimento econômico e proteção ambiental são políticas públicas incompatíveis. (b) a redução da atividade industrial teria pouco impacto nas emissões globais de gás carbônico. (c) os fluxos de carbono na biosfera não são afetados pela atividade humana, pois são processos cíclicos. (d) a produção de alimentos, em seu conjunto, é diretamente responsável por 17% das emissões de gás carbônico. (e) haveria decréscimo das emissões de gás carbônico se o consumo ocorresse em áreas mais próximas da produção.
  •  
    •   Observe atentamente a charge do cartunista Angeli sobre a memória da ditadura militar no Brasil (1964-1985) e reflita: se a história do período em que ocorreu a “Revolução” de 1964 está mal contada, tal memória precisa ser revista e iluminada, tendo em vista que,
    • A) os militares governaram para garantir a segurança e a ordem nacional e promoveram a paz social
    • B) os cidadãos que se opuseram à ditadura pagaram com sua própria vida, lutando pela democracia.
    • C) os empresários e industriais trabalharam em prol do progresso do Brasil e propiciaram o grande desenvolvimento do “milagre econômico”
    • D) os carcereiros cuidaram da segurança dos porões da ditadura, impedindo a ação daqueles que queriam derrubar o regime
    • E) a igreja contribuiu para o fortalecimento da fé dos cidadãos que temiam se envolver em assuntos políticos.
    Exemplo 1 (Fonte: Disponível em: < http://images.google.com.br >. Acesso em: 25 fev. 2010)
  • Parte IV
  • CONSTRUÇÃO DE ITENS
    • Pensar na habilidade que se quer investigar.
    • 2. Utilizar diversas linguagens.
    • 3. Não ter medo de dar informações.
    • 4. Enunciado com informações pertinentes.
    • 5. Identificar qual é o SEU processo de criação.
    O MEU QUASE SEMPRE COMEÇA COM UMA IMAGEM
    • A linguagem deve ser clara e concisa -> o nível de dificuldade da questão deve estar no conteúdo e não na formulação.
    • Cada questão deve ter apenas uma resposta correta.
    • Elaborar enunciados pessoais, evitando a transcrição de exercícios dos livros ou materiais de apoio -> a reprodução de textos conhecidos pelos alunos estimula a memorização.
    • É necessário resolver cada questão antes de incluí-la.
    • A prova deve ser abrangente: o número de questões deve ser adequado para contemplar as habilidades e conhecimentos desejados.
    • O grau de precisão desejado, quando a resposta for numérica, deve ser informado - exemplo: número de casas decimais.
    • 1. O comando: Assinale a alternativa errada (ou, incorreta).
    • Pesquisas mostram que o desempenho do aluno é melhor se seus esforços são direcionados para a busca do correto.
    • 2. Informações absolutamente desnecessárias.
    • A prova tem duração definida e o tempo de leitura das informações inúteis compromete o desempenho do aluno.
    • 3. Informações que possam induzir o aluno ao erro.
    • (Cuidado para não apresentar “pegadinhas”).
    • Questões cuja alternativa correta é independente do enunciado.
    • (Sem estabelecer qualquer relação com o texto da questão o aluno reconhece a solução . O mesmo critério para as alternativas incorretas).
  • Observe que esta sequência de imagens permite abordar conceitos de imagens produzidas por lentes esféricas.
  • Qual a diferença entre itens e questões? O item é uma questão que passou por um processo de pré-testagem e por uma análise estatística de resultados, demonstrando que tem um bom poder de discriminação. Provas elaboradas a partir de itens permitem a comparação de populações diferentes no tempo e no espaço.
  •  
  •  
    • “ O caminho para o sucesso é encarar o ensino como arte, ou seja, uma atividade difícil, que requer refinamento e discernimento em sua prática, uma dedicação artesanal e um cuidadoso desenvolvimento da técnica para dominá-la.”
    • LEMOV, Doug. Aula Nota 10