Sistemas Nacionais e Internacionais de avaliação da educação básica: características e principais resultados<br />
Brasil– avaliação da educação básica<br />Maria Inês Fini                       abril 2010 <br />
Principais Características<br />Criado em 89 aperfeiçoado em 1995<br />Avaliação do rendimento escolar das séries terminai...
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica – SAEB<br /><ul><li>Principais Resultados
Avaliação da educação básica mostra            estabilidade no desempenho dos estudantes.
Atraso escolar é fator de maior impacto no rendimento escolar.
Ciclo ou seriado: desempenho é o mesmo.
Hábito de leitura e lição de casa fazem a diferença.
Características das escolas explicam desempenho.
Escolas das capitais e particulares obtêm maiores médias.</li></li></ul><li>Iniciou a cultura de avaliação no Brasil.<br /...
PROVA BRASIL<br />SAEB universalizado em turmas de 20 alunos ou mais das escolas públicas urbanas, sem os fatores associad...
Exame Nacional de Ensino Médio – ENEM original<br />Características <br />Criado em 1998 aplicado anualmente		<br />Exame ...
Exame Nacional de Ensino Médio ENEM - original<br />Objetivos:<br />Conferir ao indivíduo parâmetros para auto-avaliação.<...
Exame Nacional de Ensino Médio  ENEM- original<br />PRINCIPAIS RESULTADOS<br /><ul><li>Ausência do domínio da leitura comp...
A maior parte apresenta desempenho na faixa regular e bom.
Os homens apresentaram melhor desempenho  que as mulheres na parte objetiva da prova, mas  o resultado se inverte na redação.
Os estudantes mais jovens apresentam melhores desempenhos.</li></li></ul><li>Envolve um conceito mais abrangente de aprend...
Maria Inês Fini - 11<br />Matrizes de Referência do ENEM  original<br />
Matrizes de Referência do ENCCEJA<br />
Referências:<br />Lista de habilidades a serem avaliadas, indicadas por “Comissão de Governança”<br />Quatro áreas de Conh...
Exame Nacional de Certificação de Competências da Educação de Jovens e Adultos – ENCCEJA original<br />Criado em 2002, ade...
2)História e Geografia;
3)Matemática
4)Ciências Naturais</li></li></ul><li>PISA – OCDE<br />Objetivos<br />Estruturar  um esquema de referenciais comuns, estab...
PISA – OCDEPrincipais Resultados<br />Papel positivo de:<br />expectativas elevadas.<br />intenso ambiente de estudo.<br /...
PISA - principais contribuições pedagógicas para a educação no Brasil<br />Acesso a metodologias mais estruturadas<br />Da...
Novo  SARESP <br /><ul><li>Apoiado no currículo de São Paulo
Provas calibradas ( itens pré-testados)
Usa a mesma métrica, a mesma gramática e contém habilidades do SAEB/ PROVA BRASIL.
 Dados comparáveis ano a ano.
 Integram a base de informações para a Gestão por Resultados;</li></li></ul><li>Novo SARESP <br />Continuação<br />Articul...
Anualmente, avaliação em Língua Portuguesa e Matemática para compor o programa de Gestão por Resultados;</li></li></ul><li...
Anualmente, alternância entre as disciplinas das áreas de Ciências da Natureza e Ciências Humanas, concomitante à avaliaçã...
Anualmente, avaliação nas 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do EF e na 3ª série do EM.</li></li></ul><li>Fatores Associados ao Desemp...
Dimensões pesquisadas nos questionários:<br />Identificação pessoal: trajetória profissional<br />Características gerais d...
SARESP Resultados<br />Informações para a escola nos documentos:<br />Boletim da Escola:<br /><ul><li>Dados gerais de part...
 Médias gerais por disciplina e série     considerando: estado,  Município e Escola.
 Médias do SAEB e Prova Brasil 2007 por disciplina e série considerando as escolas estaduais do Brasil e as escolas estadu...
 Médias gerais por disciplina e série     considerando: estado,  Município e Escola.
 Médias do SAEB e Prova Brasil 2007 por disciplina e série considerando as escolas estaduais do Brasil e as escolas estadu...
   Data incluída no calendário escolar sem a presença de alunos, onde professores, coordenadores, diretores e supervisores...
SARESP 2009<br />Participação: 8.749 escolas 2.471.533 alunos <br />     3.227 escolas municipais em 531 municípios.<br />...
É possível utilizar os resultados da avaliação em larga escala para melhorar o desempenho dos alunos?<br />Maria Inês Fini...
No conjunto da rede, o Estado superou as metas do IDESP em 2009<br />
No ciclo I, a meta do IDESP foi amplamente superada<br />
No ciclo II, a meta do IDESP foi amplamente superada<br />
No Ensino Médio, a meta do IDESP foi praticamente alcançada<br />
73% das escolas atingiram ou ultrapassaram as metas em pelo menos um nível de ensino<br />
 93% entre as escolas que tiveram acompanhamento mais próximo da SE (com menores valores do IDESP em 2008) atingiram ou su...
Evolução da Proficiência em Língua Portuguesa<br />Em todos os ciclos, observa-se a elevação do indicador de desempenho, c...
Evolução da Proficiência em Matemática<br />Na comparação entre os resultados do SARESP 2008 e a edição de 2009, o destaqu...
Ação emergencial para a Matemática<br />Curso de formaçãocontinuadaparaProfessores de Matemática<br /><ul><li>Público Alvo...
Carga Horária – 240 horas
Estruturação do curso:
Demanda caracterizada pelas dificuldades apontadas pelos professores na implementação da Proposta Curricular do Estado de ...
 Considera os resultados do Processo Seletivo Simplificado e a prova de Promoção pelo Mérito.
Metodologia: aulas presenciais, videoconferência, oficinas pedagógicas e atividades  WEB.</li></li></ul><li>Construir, des...
METAS DA SEE<br />Todososalunos de 8 anosplenamentealfabetizados;<br /> Redução de 50 % das taxas de reprovaçãoda 8ª série...
DIMENSÃO JURÍDICA<br />DIMENSÃO FINANCEIRA<br />DIMENSÃO PEDAGÓGICA<br />DIMENSÃO ADMINISTRATIVA<br />
“O projeto da escola depende, sobretudo, da ousadia dos seus agentes, da ousadia de cada escola em assumir-se como tal, pa...
PROPOSTA PEDAGÓGICA<br />Planejamento<br />Visão da Escola<br />Planos de Ação<br />Diagnóstico<br />Objetivos Estratégico...
Como traçar um caminho que atenda todos os aspectos ?<br />     Que instrumentos utilizar?<br />
Proposta <br />Pedagógica<br />
Mexendo com a lógica e as concepções que norteiam o Currículo Oficial da Rede Estadual de São Paulo.<br />
“Na medida em que o homem cria, recria e decide, vão se formando as épocas históricas. E é também criando, recriando e dec...
Boas situações de Aprendizagens<br />Atividades<br />Materiais quaisquer….<br />Currículo oficial de São Paulo<br />
A FINALIDADE DO CURRÍCULO...<br />
O FOCO DO CURRÍCULO...<br />
TRABALHO E RESULTADO...<br />
A FINALIDADE DO CURRÍCULO... <br />O Real ...O Possível... e o Necessário<br />
O Gestor de uma escola que aprende para ensinar<br />  “Ao aprendiz como sujeito de sua aprendizagem corresponde, necessar...
Adaptação de: Hernandez, Fernando - Transgressão e Mudança na educação: Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ART...
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Os currículos não são conteúdos prontos a serem passados aos alunos. São uma construção e seleção de conhecimentos e práti...
Por que uma atividade é diferente de uma boa situação de aprendizagem?<br />
Princípios que determinam uma boa situação de aprendizagem:<br />Os alunos precisam pôr em jogo tudo que sabem e pensam so...
Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem<br />1<br />Os alunos precisam pôr em jogo tudo <br /...
Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem<br />2<br />Os alunos têm problemas a resolver<br /> ...
Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem<br />3<br />A organização da tarefa pelo professor<br...
Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem<br />4<br />O conteúdo trabalhado mantém suas caracte...
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MODALIDADES ORGANIZATIVAS<br /><ul><li> Articulação/integração entre as áreas do conhecimento.
 Organização do tempo pedagógico.</li></li></ul><li>MODALIDADES ORGANIZATIVAS<br />1<br />ATIVIDADES PERMANENTES<br />Situ...
MODALIDADES ORGANIZATIVAS<br />1(continuidade)<br />ATIVIDADES PERMANENTES<br />Ex: “Você sabia...?”, “Notícia da Hora”, “...
MODALIDADES ORGANIZATIVAS<br />2<br />SITUAÇÕES INDEPENDENTES<br /> (SISTEMATIZAÇÃO)<br />Têm como objetivo principal a si...
MODALIDADES ORGANIZATIVAS<br />PROJETOS<br />3<br />Prevê um produto final e planejamento com objetivos claros<br /><ul><l...
Trabalho com diferentes linguagens
Finalidade, compartilhada por todos os envolvidos, que se expressa em um produto final.</li></li></ul><li>MODALIDADES ORGA...
GESTORES/PROFESSORES COMO CATALISADORES DA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO<br /><ul><li> Promover a aprendizagem cognitiva profu...
 Aprender a ensinar por meio de maneiras pelas quais não foram ensinados.
 Comprometer-se com a aprendizagem profissional contínua.
Trabalhar e aprender em equipes de colegas.
 Tratar os pais como parceiros na aprendizagem.
 Desenvolver e elaborar a partir da inteligência coletiva.
 Construir uma capacidade para a mudança e o risco.
 Estimular a confiança nos processos.</li></ul>HARGREAVES, Andy. 2004, p. 40<br />
O caminho é ….<br />O CURRÍCULO<br />que se fundamentanumaconcepção de aprendizagem<br />
   A concepção de aprendizagem que embasa nossa proposta de trabalho pressupõe que o conhecimento não é concebido como uma...
COMPETÊNCIAS COGNITIVAS<br />REALIZAR<br />COMPREENDER<br />COMPETÊNCIAS<br />OBSERVAR<br />
COMPETÊNCIAS – GRUPO 1<br />Competências para Observar:<br />Refere-se a esquemas presentativos ou representativos, propos...
COMPETÊNCIAS – GRUPO II<br />Competências para realizar:<br />Relativas às competências para representar que, na prática, ...
COMPETÊNCIAS – GRUPO III<br /><ul><li>CompetênciasparaCompreender:
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A gestão da escola aprendente

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A gestão da escola aprendente

  1. 1. Sistemas Nacionais e Internacionais de avaliação da educação básica: características e principais resultados<br />
  2. 2. Brasil– avaliação da educação básica<br />Maria Inês Fini abril 2010 <br />
  3. 3. Principais Características<br />Criado em 89 aperfeiçoado em 1995<br />Avaliação do rendimento escolar das séries terminais (4ª, 8ª e 3ª do ensino médio) em L.Portuguesa e Matemática<br />Uso de matriz de competências e habilidades<br />Aplicação de provas e de questionários de fatores associados ao desempenho.<br />Uso da metodologia TRI e Construção de Escala de Proficiência.<br />Fornece resultados para os sistemas<br />Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica – SAEB <br />
  4. 4. Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica – SAEB<br /><ul><li>Principais Resultados
  5. 5. Avaliação da educação básica mostra estabilidade no desempenho dos estudantes.
  6. 6. Atraso escolar é fator de maior impacto no rendimento escolar.
  7. 7. Ciclo ou seriado: desempenho é o mesmo.
  8. 8. Hábito de leitura e lição de casa fazem a diferença.
  9. 9. Características das escolas explicam desempenho.
  10. 10. Escolas das capitais e particulares obtêm maiores médias.</li></li></ul><li>Iniciou a cultura de avaliação no Brasil.<br />Elaboração da primeira Matriz de Referência para a Avaliação.<br />Consolidação do sistema em parceria com CONSED/UNDIME.<br />SAEB Contribuição de valor pedagógico inestimável<br />
  11. 11. PROVA BRASIL<br />SAEB universalizado em turmas de 20 alunos ou mais das escolas públicas urbanas, sem os fatores associados.<br />Usa Matriz de Referência SAEB.<br />Usa mesma metodologia de composição das provas e tratamentos.<br />Apresenta resultados na mesma escala de proficiência.<br />Resultados por escola.<br />
  12. 12. Exame Nacional de Ensino Médio – ENEM original<br />Características <br />Criado em 1998 aplicado anualmente <br />Exame de caráter voluntário<br />Afere o desenvolvimento de competências e habilidades ao final da escolaridade básica <br />Provas interdisciplinares, contextualizadas e organizadas em situações problema<br />Teste de múltipla escolha e redação<br />
  13. 13. Exame Nacional de Ensino Médio ENEM - original<br />Objetivos:<br />Conferir ao indivíduo parâmetros para auto-avaliação.<br />Criar referência nacional para os egressos de qualquer das modalidades do ensino médio.<br />Alternativa para o acesso à educação superior.<br />A partir de 2004 PROUNI usa os resultados.<br />A partir de 2005 resultados por escola.<br />Em 2008, participaram cerca de 4 milhões de alunos.<br />
  14. 14. Exame Nacional de Ensino Médio ENEM- original<br />PRINCIPAIS RESULTADOS<br /><ul><li>Ausência do domínio da leitura compreensiva é principal causa do baixo desempenho.
  15. 15. A maior parte apresenta desempenho na faixa regular e bom.
  16. 16. Os homens apresentaram melhor desempenho que as mulheres na parte objetiva da prova, mas o resultado se inverte na redação.
  17. 17. Os estudantes mais jovens apresentam melhores desempenhos.</li></li></ul><li>Envolve um conceito mais abrangente de aprendizagem.<br />Os eixos estruturantes do exame: aprendizagem por resolução de problemas, interdisciplinaridade e contextualização.<br />Só efeitos positivos para os jovens.<br />ENEM principal contribuição de valor pedagógico para a educação<br />
  18. 18. Maria Inês Fini - 11<br />Matrizes de Referência do ENEM original<br />
  19. 19. Matrizes de Referência do ENCCEJA<br />
  20. 20. Referências:<br />Lista de habilidades a serem avaliadas, indicadas por “Comissão de Governança”<br />Quatro áreas de Conhecimento, 30 habilidades 45 questões de prova em cada área, duas areas por dia em dois dias de provas: 3 e 4/10<br />Nenhuma vinculação teórica ou metodológica aos exames anteriores (a não ser o nome ENEM)<br />Maria Inês Fini - 13<br /> ENEM atual<br />
  21. 21. Exame Nacional de Certificação de Competências da Educação de Jovens e Adultos – ENCCEJA original<br />Criado em 2002, adesão dos sistemas <br />Construção de uma referência de avaliação nacional para jovens e adultos que não puderam concluir os estudos em idade apropriada.<br /><ul><li>Responder às necessidades sociais e às disposições legais da Constituição e da LDB.</li></li></ul><li>Estruturação do ENCCEJA<br />As provas do ensino fundamental e do ensino médio correspondem às três áreas de conhecimento, estabelecidas na Base Comum Nacional:<br /><ul><li>1)Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Educação Artística e Educação Física;
  22. 22. 2)História e Geografia;
  23. 23. 3)Matemática
  24. 24. 4)Ciências Naturais</li></li></ul><li>PISA – OCDE<br />Objetivos<br />Estruturar um esquema de referenciais comuns, estabelecidos de forma colaborativa pelos países…<br />Analisar a si próprios pela ótica do desempenho de outros países identificando seus próprios pontos fortes e fracos.<br />
  25. 25. PISA – OCDEPrincipais Resultados<br />Papel positivo de:<br />expectativas elevadas.<br />intenso ambiente de estudo.<br />relações estreitas entre professores e alunos.<br />Sistemas educativos de sucesso, incorporam em suas práticas educativas:<br />gestão de resultados.<br />definição clara sobre de objetivos.<br />controle sistemático por todos os interessados. <br />
  26. 26. PISA - principais contribuições pedagógicas para a educação no Brasil<br />Acesso a metodologias mais estruturadas<br />Dados comparativos confiáveis<br />Interação com equipes bem qualificadas<br />
  27. 27. Novo SARESP <br /><ul><li>Apoiado no currículo de São Paulo
  28. 28. Provas calibradas ( itens pré-testados)
  29. 29. Usa a mesma métrica, a mesma gramática e contém habilidades do SAEB/ PROVA BRASIL.
  30. 30. Dados comparáveis ano a ano.
  31. 31. Integram a base de informações para a Gestão por Resultados;</li></li></ul><li>Novo SARESP <br />Continuação<br />Articulação com o currículo:<br /><ul><li>Elaboração das Matrizes de Referência da Avaliação, a partir da definição clara de competências e habilidades, em cada disciplina e ciclo, com a indicação das expectativas de aprendizagem a serem avaliadas;
  32. 32. Anualmente, avaliação em Língua Portuguesa e Matemática para compor o programa de Gestão por Resultados;</li></li></ul><li>Novo SARESP <br />Continuação<br />ABRANGÊNCIA<br /><ul><li>Anualmente, avaliação em Língua Portuguesa e Matemática para compor o programa de Gestão por Resultados;
  33. 33. Anualmente, alternância entre as disciplinas das áreas de Ciências da Natureza e Ciências Humanas, concomitante à avaliação em Língua Portuguesa e Matemática;
  34. 34. Anualmente, avaliação nas 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do EF e na 3ª série do EM.</li></li></ul><li>Fatores Associados ao Desempenho<br />Pesquisa de dados que facilitam a compreensão de resultados:<br />Questionários - coleta de dados e informações sobre as condições intra e extra-escolares que afetam o ensino e interferem na aprendizagem. <br />Dinâmica especial a partir de 2008: Os profissionais da rede responderam on line, em plataforma web para garantir maior agilidade e economia na coleta dos dados<br />Alunos/Famílias: enviados para a residência dos alunos.<br />
  35. 35. Dimensões pesquisadas nos questionários:<br />Identificação pessoal: trajetória profissional<br />Características gerais do funcionamento da escola<br />Infra-estrutura física e material pedagógico<br />Percepção da dinâmica da escola<br />Atividades desenvolvidas em sala de aula, por disciplina avaliada<br />Dados sócio-econômicos<br />
  36. 36. SARESP Resultados<br />Informações para a escola nos documentos:<br />Boletim da Escola:<br /><ul><li>Dados gerais de participação no estado e no município
  37. 37. Médias gerais por disciplina e série considerando: estado, Município e Escola.
  38. 38. Médias do SAEB e Prova Brasil 2007 por disciplina e série considerando as escolas estaduais do Brasil e as escolas estaduais de São Paulo as escolas municipais do Brasil e as escolas municipais de São Paulo.</li></li></ul><li>SARESP Resultados<br />Informações para a escola nos documentos:<br />Boletim da Escola:<br /><ul><li>Dados gerais de participação no estado e no município
  39. 39. Médias gerais por disciplina e série considerando: estado, Município e Escola.
  40. 40. Médias do SAEB e Prova Brasil 2007 por disciplina e série considerando as escolas estaduais do Brasil e as escolas estaduais de São Paulo as escolas municipais do Brasil e as escolas municipais de São Paulo.</li></li></ul><li>Boletim de Resultados da Escola<br />Os resultados obtidos pelas séries e componentes curriculares avaliados mostram :<br /><ul><li>Distribuição percentual dos alunos nos Níveis de Desempenho das escalas de proficiência de Língua Portuguesa, de Matemática.</li></li></ul><li>ESCALA DO<br />SAEB<br />ESCALA DO<br />SAEB<br />ESCALA DO<br />SAEB<br />ESCALA DO<br />SAEB<br />225<br />225<br />225<br />225<br />125<br />150<br />175<br />200<br />250<br />275<br />300<br />325<br />350<br />375<br />400<br />425<br />450<br />475<br />500<br />125<br />150<br />175<br />200<br />250<br />275<br />300<br />325<br />350<br />375<br />400<br />425<br />450<br />475<br />500<br />125<br />150<br />175<br />200<br />250<br />275<br />300<br />325<br />350<br />375<br />400<br />425<br />450<br />475<br />500<br />125<br />150<br />175<br />200<br />250<br />275<br />300<br />325<br />350<br />375<br />400<br />425<br />450<br />475<br />500<br />Níveis de Proficiência<br />Abaixo do<br />Básico<br />Adequado<br />Avançado<br />Básico<br />4ª EF<br />Abaixo do<br />Básico<br />Adequado<br />Avançado<br />Básico<br />6ª EF<br />LÍNGUA PORTUGUESA<br />Abaixo do<br />Básico<br />Adequado<br />Avançado<br />Básico<br />8ª EF<br />Abaixo do<br />Básico<br />Adequado<br />Avançado<br />Básico<br />3ª EM<br />
  41. 41. Data incluída no calendário escolar sem a presença de alunos, onde professores, coordenadores, diretores e supervisores analisam os resultados de suas escolas apoiados pelos relatórios pedagógicos e ajustam suas propostas de trabalho.<br />Dia do SARESP na Escola<br />
  42. 42. SARESP 2009<br />Participação: 8.749 escolas 2.471.533 alunos <br /> 3.227 escolas municipais em 531 municípios.<br /> 112 escolas particulares<br /> 179 unidades do SESI.<br /> 86 escolas do Centro Paula Souza<br /> 2 escolas de aplicação: USP e UNICAMP<br />
  43. 43. É possível utilizar os resultados da avaliação em larga escala para melhorar o desempenho dos alunos?<br />Maria Inês Fini - 30<br />
  44. 44. No conjunto da rede, o Estado superou as metas do IDESP em 2009<br />
  45. 45. No ciclo I, a meta do IDESP foi amplamente superada<br />
  46. 46. No ciclo II, a meta do IDESP foi amplamente superada<br />
  47. 47. No Ensino Médio, a meta do IDESP foi praticamente alcançada<br />
  48. 48. 73% das escolas atingiram ou ultrapassaram as metas em pelo menos um nível de ensino<br />
  49. 49. 93% entre as escolas que tiveram acompanhamento mais próximo da SE (com menores valores do IDESP em 2008) atingiram ou superaram as metas<br />
  50. 50. Evolução da Proficiência em Língua Portuguesa<br />Em todos os ciclos, observa-se a elevação do indicador de desempenho, comparativamente a 2008. <br />Na comparação entre os resultados do SARESP 2008 e a edição de 2009, o destaque cabe à 4ª série do ensino fundamental, que assinala um incremento de 10 pontos no intervalo de apenas um ano. <br />Os resultados de Língua Portuguesa assinalam uma tendência de elevação dos níveis de proficiência do alunos em todo o percurso da educação básica. <br />A melhoria vigorosa dos níveis de letramento nas séries iniciais projeta para os anos próximos a manutenção da tendência à elevação do desempenho nas séries seguintes. <br />
  51. 51. Evolução da Proficiência em Matemática<br />Na comparação entre os resultados do SARESP 2008 e a edição de 2009, o destaque cabe à 4ª série do ensino fundamental, que assinala um incremento de 10 pontos no intervalo de apenas um ano. <br />O aumento na 8ª série do ensino fundamental foi de 6 pontos. <br />Os resultados de Matemática para o ensino fundamental também projetam um cenário de elevação dos níveis de proficiência do alunado.<br />Os dados sugerem a existência de obstáculos mais severos à elevação dos níveis de desempenho em Matemática no ensino médio. Isso se revela na queda observada nos níveis de proficiência, em 2009, comparativamente aos resultados de 2008, com o alunado retornando ao patamar de 2007. <br />
  52. 52. Ação emergencial para a Matemática<br />Curso de formaçãocontinuadaparaProfessores de Matemática<br /><ul><li>Público Alvo: professores de matemática que atuam no Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio.
  53. 53. Carga Horária – 240 horas
  54. 54. Estruturação do curso:
  55. 55. Demanda caracterizada pelas dificuldades apontadas pelos professores na implementação da Proposta Curricular do Estado de São Paulo.
  56. 56. Considera os resultados do Processo Seletivo Simplificado e a prova de Promoção pelo Mérito.
  57. 57. Metodologia: aulas presenciais, videoconferência, oficinas pedagógicas e atividades WEB.</li></li></ul><li>Construir, descrever, interpretar resultados de desempenho de alunos é importante desde que tenham sido construídos em base curriculares sólidas, claramente definidas pelos professores.<br />Precisam ser amparadas por gestores arrojados que definam políticas educacionais mais abrangentes com metas de qualidade a serem atingidas e com forte amparo à projetos de implementação.<br />40<br />
  58. 58. METAS DA SEE<br />Todososalunos de 8 anosplenamentealfabetizados;<br /> Redução de 50 % das taxas de reprovaçãoda 8ª série;<br /> Redução de 50% das taxas de reprovação do EnsinoMédio;<br /> Implantação de programas de recuperação de aprendizagemnassériesfinais de todosciclos (2ª, 4ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e 3ª série do EnsinoMédio) ;<br />Aumento de 10% nosíndices de desempenho dos ensinos fundamental e médionasavaliaçõesnacionais e estaduais;<br />
  59. 59. DIMENSÃO JURÍDICA<br />DIMENSÃO FINANCEIRA<br />DIMENSÃO PEDAGÓGICA<br />DIMENSÃO ADMINISTRATIVA<br />
  60. 60.
  61. 61. “O projeto da escola depende, sobretudo, da ousadia dos seus agentes, da ousadia de cada escola em assumir-se como tal, partindo da “cara” que tem, com o seu cotidiano e o seu tempo-espaço, isto é, o contexto histórico em que ela se insere.<br />Projetar significa “lançar-se para a frente”, antever um futuro diferente do presente.<br />Projeto pressupõe uma ação intencionada com um sentido definido, explicito, sobre o que se quer inovar”<br />Moacir Gadotti<br />
  62. 62. PROPOSTA PEDAGÓGICA<br />Planejamento<br />Visão da Escola<br />Planos de Ação<br />Diagnóstico<br />Objetivos Estratégicos<br />Missão<br />Metas<br />Escola que temos<br />Escola que queremos<br />Escola que vamos construir<br />Ações ou Estratégias<br />Recursos<br />
  63. 63. Como traçar um caminho que atenda todos os aspectos ?<br /> Que instrumentos utilizar?<br />
  64. 64. Proposta <br />Pedagógica<br />
  65. 65. Mexendo com a lógica e as concepções que norteiam o Currículo Oficial da Rede Estadual de São Paulo.<br />
  66. 66. “Na medida em que o homem cria, recria e decide, vão se formando as épocas históricas. E é também criando, recriando e decidindo que resolve como deve participar nessas épocas. É por isso que obtém melhor resultado toda vez que, integrando-se no espírito delas, se apropria de seus temas e reconhece suas tarefas concretas. Ponha-se ênfase, desde já, na necessidade permanente de uma atitude crítica, a única com a qual o homem poderá apreender os temas e tarefas de sua época e ir se integrando nela.” <br />(Paulo Freire, Educação e mudança. p. 64, 2007).<br />
  67. 67. Boas situações de Aprendizagens<br />Atividades<br />Materiais quaisquer….<br />Currículo oficial de São Paulo<br />
  68. 68. A FINALIDADE DO CURRÍCULO...<br />
  69. 69. O FOCO DO CURRÍCULO...<br />
  70. 70. TRABALHO E RESULTADO...<br />
  71. 71. A FINALIDADE DO CURRÍCULO... <br />O Real ...O Possível... e o Necessário<br />
  72. 72. O Gestor de uma escola que aprende para ensinar<br /> “Ao aprendiz como sujeito de sua aprendizagem corresponde, necessariamente, um professor sujeito de sua prática docente”. <br />Telma Weisz<br />Ao professor sujeito de sua prática docente corresponde um gestor sujeito de sua função formadora...<br />
  73. 73. Adaptação de: Hernandez, Fernando - Transgressão e Mudança na educação: Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998.Hernandes, Fernando e Ventura, Montserrat - A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998, 5a. Ed.<br />
  74. 74. Adaptação de: Hernandez, Fernando - Transgressão e Mudança na educação: Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998.Hernandes, Fernando e Ventura, Montserrat - A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998, 5a. Ed.<br />
  75. 75. Os currículos não são conteúdos prontos a serem passados aos alunos. São uma construção e seleção de conhecimentos e práticas produzidas em contextos concretos e em dinâmicas sociais.<br />
  76. 76. Por que uma atividade é diferente de uma boa situação de aprendizagem?<br />
  77. 77. Princípios que determinam uma boa situação de aprendizagem:<br />Os alunos precisam pôr em jogo tudo que sabem e pensam sobre o conteúdo que se quer ensinar;<br />2) Os alunos têm problemas a resolver e decisões a tomar em função do que se propõem produzir;<br />3) A organização da tarefa pelo professor garante a máxima circulação de informação possível;<br />4) O conteúdo trabalhado mantém suas características de objeto sociocultural real, sem se transformar em objeto escolar vazio de significado social<br />
  78. 78. Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem<br />1<br />Os alunos precisam pôr em jogo tudo <br />que sabem e pensam sobre o conteúdo que <br />se quer ensinar;<br />
  79. 79. Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem<br />2<br />Os alunos têm problemas a resolver<br /> e decisões a tomar em função do que<br /> se propõem produzir;<br />
  80. 80. Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem<br />3<br />A organização da tarefa pelo professor<br /> garante a máxima circulação de<br /> informação possível;<br />
  81. 81. Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem<br />4<br />O conteúdo trabalhado mantém suas características<br />De objeto sociocultural real , sem se transformar<br /> em objeto escolar vazio de significado social.<br />
  82. 82. Conteúdos - Como se Aprende?<br />Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas<br />1<br />FATOS<br />Conteúdo<br />Factual<br />Telefones<br />Datas Comemorativas<br />Nomes<br />MEMÓRIA<br />Exercitar e<br />repetir várias vezes<br />
  83. 83. Conteúdos - Como se Aprende?<br />Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas<br />2<br />PROCEDIMENTOS<br />Conteúdo<br />Procedimental<br />Dirigir Carro<br />Cozinhar<br />FREQÜÊNCIA<br />Receber ajuda<br />daquele que sabe<br />
  84. 84. Conteúdos - Como se Aprende?<br />Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas<br />3<br />CONCEITOS<br />Conteúdo<br />Conceitual<br />Fotossíntese<br />Divisão<br />CONSTRUÇÃO<br />PESSOAL<br />Pensar, comparar,<br />Compreender,<br />estabelecer relações<br />
  85. 85. Conteúdos - Como se Aprende?<br />Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas<br />4<br />ATITUDE<br />Conteúdo<br />Atitudinal<br />Responsabilidade<br />Hábito de Leitura<br />Solidariedade<br />COERÊNCIA<br />Vivenciar situações<br />que representem<br />valores<br />
  86. 86. MODALIDADES ORGANIZATIVAS<br /><ul><li> Articulação/integração entre as áreas do conhecimento.
  87. 87. Organização do tempo pedagógico.</li></li></ul><li>MODALIDADES ORGANIZATIVAS<br />1<br />ATIVIDADES PERMANENTES<br />Situações didáticas propostas com regularidade, com o objetivo de construir atitudes, criar hábitos, etc. <br />
  88. 88. MODALIDADES ORGANIZATIVAS<br />1(continuidade)<br />ATIVIDADES PERMANENTES<br />Ex: “Você sabia...?”, “Notícia da Hora”, “Nossa semana foi assim”, “No mundo da arte”, “Roda Literária”, “Cantando e se encantando”, “Comunidade, muito prazer”, “A família também ensina”, “Descobri na Internet”, “Leitura em voz alta”, etc..<br />
  89. 89. MODALIDADES ORGANIZATIVAS<br />2<br />SITUAÇÕES INDEPENDENTES<br /> (SISTEMATIZAÇÃO)<br />Têm como objetivo principal a sistematização<br /> de conhecimentos<br />Ex:<br />Pontuação<br />Escala Cartográfica<br />Algoritmo<br />Técnica de projeção (boxe)<br />
  90. 90. MODALIDADES ORGANIZATIVAS<br />PROJETOS<br />3<br />Prevê um produto final e planejamento com objetivos claros<br /><ul><li>Contextualizam as atividades: ler, escrever, estudar, pesquisar...
  91. 91. Trabalho com diferentes linguagens
  92. 92. Finalidade, compartilhada por todos os envolvidos, que se expressa em um produto final.</li></li></ul><li>MODALIDADES ORGANIZATIVAS<br />SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS<br />4<br />São situações didáticas articuladas, que possuem uma sequência de realização, cujo critério principal são os níveis de dificuldade.<br />Funcionam de forma parecida com os projetos e podem integrá-los, desenvolvem habilidades e competências mas não fornecem, necessariamente, um produto final predeterminado.<br />
  93. 93. GESTORES/PROFESSORES COMO CATALISADORES DA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO<br /><ul><li> Promover a aprendizagem cognitiva profunda.
  94. 94. Aprender a ensinar por meio de maneiras pelas quais não foram ensinados.
  95. 95. Comprometer-se com a aprendizagem profissional contínua.
  96. 96. Trabalhar e aprender em equipes de colegas.
  97. 97. Tratar os pais como parceiros na aprendizagem.
  98. 98. Desenvolver e elaborar a partir da inteligência coletiva.
  99. 99. Construir uma capacidade para a mudança e o risco.
  100. 100. Estimular a confiança nos processos.</li></ul>HARGREAVES, Andy. 2004, p. 40<br />
  101. 101. O caminho é ….<br />O CURRÍCULO<br />que se fundamentanumaconcepção de aprendizagem<br />
  102. 102. A concepção de aprendizagem que embasa nossa proposta de trabalho pressupõe que o conhecimento não é concebido como uma cópia do real e assimilado pela relação direta do sujeito com os objetos de conhecimento, mas produto de uma atividade mental por parte de quem aprende, que organiza e integra informações e novos conhecimentos aos já existentes, construindo relações entre eles. <br />
  103. 103. COMPETÊNCIAS COGNITIVAS<br />REALIZAR<br />COMPREENDER<br />COMPETÊNCIAS<br />OBSERVAR<br />
  104. 104. COMPETÊNCIAS – GRUPO 1<br />Competências para Observar:<br />Refere-se a esquemas presentativos ou representativos, propostos por Jean Piaget;<br />a leitura do objeto (a prova) supõe, como mínimo, o domínio e, portanto, o uso das seguintes habilidades: observar, identificar, descrever, localizar, diferenciar ou discriminar, constatar, reconhecer, indicar, apontar.<br />
  105. 105. COMPETÊNCIAS – GRUPO II<br />Competências para realizar:<br />Relativas às competências para representar que, na prática, implicam em traduzir estas ações em procedimentos relativos ao conteúdo e ao contexto de cada questão em sua singularidade;<br />Implicam procedimentos de classificar, seriar, ordenar, conservar, compor, decompor, fazer antecipações, calcular, medir, interpretar.<br />
  106. 106. COMPETÊNCIAS – GRUPO III<br /><ul><li>CompetênciasparaCompreender:
  107. 107. Estascompetênciasimplicam o uso de esquemasoperatórios;
  108. 108. As habilidadesquepermiteminferir o domíniodessasoperações de nível superior são as seguintes:
  109. 109. analisarfatos, acontecimentosoupossibilidadesnaperspectiva de seusprincípios, padrões e valores;
  110. 110. aplicarrelaçõesconhecidasemsituações novas querequeremtomadas de decisão, prognósticosouantecipaçõeshipotéticas;
  111. 111. formularjulgamentos de valor sobreproposições, criticar, analisar…</li></li></ul><li> O modelo de ensino relacionado a essa concepção de aprendizagem é o da resolução de problemas, que compreende situações em que o aluno, no esforço de realizar a tarefa proposta, precisa por em jogo o que sabe para aprender o que não sabe. <br />
  112. 112. Currículo e Avaliação<br /> Na avaliaçãoemprocessoouformativa, aquelaque o professor realiza no dia a dia com a classepormeio do uso de multiplosinstrumentos e registros, a especificação das habilidadesnamatrizapresentamimportantesmecanismosparaqueelepossaacompanhar o desenvolvimento dos alunos de suaturmaemrelação a suaproposta de trabalho, tendoem vista o cumprimento do currículo no anoletivo.<br />
  113. 113. Enfim….<br />“O queosgestores tem a fazer<br />com essasinformações?”<br />(O queaprendemos)<br />
  114. 114.
  115. 115.
  116. 116.
  117. 117.
  118. 118. O GESTOR DE UMA ESCOLA APRENDENTE<br />O que nos dizem os dados? <br />Um olhar sobre os dados do SARESP<br />Abril/2010<br />
  119. 119. Iniciandoumareflexão….<br />O queos dados do SARESP dizemparavocê?<br />
  120. 120. AVALIAÇÃO<br />LÂMPADA<br />ESPELHO<br />M. H. Abrams, in Dilvo Ristoff (1995) faz uma analogia comparando a Avaliação com Espelho e Lâmpada<br />
  121. 121. “A AVALIAÇÃO PRECISA SER ESPELHO E LÂMPADA, NÃO APENAS ESPELHO. PRECISA NÃO APENAS REFLETIR A REALIDADE, MAS ILUMINÁ-LA CRIANDO ENFOQUES, PERSPECTIVAS, MOSTRANDO RELAÇÕES, ATRIBUINDO SIGNIFICADOS.”<br />M. H. Abrams, in DilvoRistoff, 1995.<br />EMISSÃO DE JUÍZO DE VALOR SOBRE DADOS RELEVANTES PARA UMA TOMADA DE DECISÃO<br />Luckesi<br />
  122. 122. Iniciando a reflexão…<br /><ul><li>A avaliação é um processo amplo que não deve ser confundido com medidas de proficiência em algumas disciplinas.
  123. 123. A avaliação pode tomar a medida como uma de suas dimensões, mas envolve também outros aspectos relativos aos juízos de valor sobre essa medida e envolve a proposição de ações a partir dela, tais ações devem envolver diretamente a equipe gestora.</li></li></ul><li>Iniciando a reflexão…<br />De acordo com Romualdo Portela de Oliveira, um dos motivos que dificultam o uso desses resultados é a incompreensão das escalas elaboradas, ou seja, não compreender o que se mediu inviabiliza a utilização dos dados.<br />
  124. 124. Iniciando a reflexão…<br /><ul><li>Cada escola, com posse de seus resultados, deve analisar os níveis de proficiência de seus alunos, identificando os resultados satisfatórios e insatisfatórios.
  125. 125. Após localização dos resultados insatisfatórios, devemos nos questionar:
  126. 126. Os conteúdos foram efetivamente </li></ul>trabalhados com os alunos? <br /><ul><li>E com os professores? </li></li></ul><li><ul><li>Se os conteúdos foram estudados, discutidos e trabalhados será necessário considerar os seguintes aspectos:
  127. 127. Os professores têm dificuldades no trato do tema em questão?
  128. 128. Quais as práticas pedagógicas empreendidas no tratamento destes conteúdos?
  129. 129. A equipe gestora tem apoiado, acompanhado e subsidiado seus professores quanto ao trabalho realizado em sala de aula?</li></li></ul><li>Níveis de Proficiência<br />Suficiente<br />
  130. 130. As interações entre os responsáveis pela aprendizagem dos alunos têm caráter de ações formadoras, mesmo que os envolvidos não se dêem conta disso. Nesse sentido, cabe lembrar a responsabilidade da Equipe Gestora como formadora de professores e a responsabilidade dos docentes, entre si e com o grupo gestor, na problematização e na significação dos conhecimentos sobre sua prática.<br /> Ações como a construção coletiva da Proposta Pedagógica, por meio da reflexão e prática compartilhadas, e o uso intencional da convivência como situação de aprendizagem fazem parte da constituição de uma escola à altura dos tempos atuais. Observar que as regras da boa pedagogia também se aplicam àqueles que estão aprendendo a ensinar é uma das chaves para o sucesso das lideranças escolares. Os gestores, como agentes formadores, devem aplicar com os professores tudo aquilo que recomendam a eles que apliquem com seus alunos. <br />Fonte: Proposta Curricular do Estado de São Paulo<br />
  131. 131. ESCALA DO<br />SAEB<br />ESCALA DO<br />SAEB<br />ESCALA DO<br />SAEB<br />ESCALA DO<br />SAEB<br />225<br />225<br />225<br />225<br />125<br />150<br />175<br />200<br />250<br />275<br />300<br />325<br />350<br />375<br />400<br />425<br />450<br />475<br />500<br />125<br />150<br />175<br />200<br />250<br />275<br />300<br />325<br />350<br />375<br />400<br />425<br />450<br />475<br />500<br />125<br />150<br />175<br />200<br />250<br />275<br />300<br />325<br />350<br />375<br />400<br />425<br />450<br />475<br />500<br />125<br />150<br />175<br />200<br />250<br />275<br />300<br />325<br />350<br />375<br />400<br />425<br />450<br />475<br />500<br />Níveis de Proficiência<br />Abaixo do<br />Básico<br />Básico<br />Adequado<br />Avançado<br />4ª EF<br />Abaixo do<br />Básico<br />Básico<br />Adequado<br />Avançado<br />6ª EF<br />Abaixo do<br />Básico<br />Básico<br />Adequado<br />Avançado<br />8ª EF<br />Abaixo do<br />Básico<br />Básico<br />Adequado<br />Avançado<br />3ª EM<br />
  132. 132. Escala de Proficiência<br />A Escala de Proficiência define o quanto e o quêcadaalunoouescolarealizaram no contextodesseexame.<br />
  133. 133. Olhandopara a escala de proficiênciaconstatamososresultados, mas<br />e daquipara<br />frente….?!?!?<br />
  134. 134. Qual o valor <br />dessa informação <br />para equipe gestora?<br />
  135. 135. Os dados indicamcaminhos, mas…e a prova, <br />o quenosmostra?<br />
  136. 136. “Quando falamos em identidade, nos referimos a características que especificam algo ou alguém. A identidade, no entanto, não é estática. Ao contrário, ela está em permanente elaboração, num contexto social de interação de indivíduos e grupos, implicando reconhecimento recíproco.”<br />Terezinha A Rios<br />
  137. 137. METAS DA SEE<br />Todososalunos de 8 anosplenamentealfabetizados;<br /> Redução de 50 % das taxas de reprovaçãoda 8ª série;<br /> Redução de 50% das taxas de reprovação do EnsinoMédio;<br /> Implantação de programas de recuperação de aprendizagemnassériesfinais de todosciclos (2ª, 4ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e 3ª série do EnsinoMédio) ;<br />Aumento de 10% nosíndices de desempenho dos ensinos fundamental e médionasavaliaçõesnacionais e estaduais;<br />
  138. 138. TEMA: A GESTÃO DA ESCOLA APRENDENTE<br />OBJETIVO GERAL:<br />Possibilitar aos gestores das escolas prioritárias ferramental para a formação de sua equipe escolar no uso consciente do currículo para a efetiva aprendizagem de seus alunos, tendo como ponto de partida a análise dos resultados do SARESP.<br />
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