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Unopar Virtual - Portfólio Módulo 3 - Análise de Sistemas II - Tarcisio
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Unopar Virtual - Portfólio Módulo 3 - Análise de Sistemas II - Tarcisio

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Trabalho apresentado ao Curso Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para o Módulo 3 - Fundamentos dos Sistemas de Informação. …

Trabalho apresentado ao Curso Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para o Módulo 3 - Fundamentos dos Sistemas de Informação.

Orientadora: Profª. Simone Sawasaki Tanaka

Tarcisio Cavalcante Uchoa
Curitiba, maio de 2009

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  • 1. SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TARCÍSIO CAVALCANTE UCHÔA SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO ATIVIDADE PRODUÇÃO TEXTUAL ANÁLISE DE SISTEMAS II – CURSO STADS EaD Curitiba 2009
  • 2. TARCÍSIO CAVALCANTE UCHÔA ATIVIDADE PRODUÇÃO TEXTUAL ANÁLISE DE SISTEMAS II – CURSO STADS EaD Trabalho apresentado ao Curso Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para o Módulo 3 - Fundamentos dos Sistemas de Informação. Orientadora: Profª. Simone Sawasaki Tanaka Curitiba 2009
  • 3. 3 UML Uma empresa de software bem-sucedida é aquela que fornece software de qualidade e capaz de atender às necessidades dos usuários. A modelagem é a parte central de todas as atividades que levam à implantação de um bom software. Os modelos ajudam a visualizar o sistema como ele é ou como desejamos que seja, permitem especificar a estrutura ou o comportamento de um sistema, proporcionam um guia para a construção do sistema e documentam as decisões tomadas. Essa visualização, especificação, construção e documentação de sistemas orientados a objetos é o objetivo da UML (Unified Modeling Language – Linguagem Unificada de Modelagem), uma linguagem-padrão para a elaboração da estrutura de projetos de software. A UML não é um método de desenvolvimento de software, limitando- se apenas a representar um sistema através de diagramas, que são a apresentação gráfica de um conjunto de elementos, geralmente representados como um gráfico conectado de vértices (itens) e arcos (relacionamentos), usados para visualizar o sistema sob diversas perspectivas. Cada diagrama se refere a uma visão parcial do sistema, que combinados formam um todo integrado e coerente. A UML 2.0 possui 13 diagramas: 1. Diagrama de classes 2. Diagrama de objetos 3. Diagrama de casos de uso 4. Diagrama de sequências 5. Diagrama de colaborações 6. Diagrama de gráficos de estados 7. Diagrama de atividades 8. Diagrama de componentes 9. Diagrama de implantação 10. Diagrama temporal 11. Diagrama de visão geral 12. Diagrama de estrutura composta 13. Diagrama de pacotes
  • 4. 4 DIAGRAMA DE CLASSE Um diagrama de classe exibe conjunto de classes, interfaces e colaborações e seus relacionamentos. São os diagramas encontrados com maior freqüência em sistemas de modelagem e abrangem uma visão estática do projeto de um sistema. Os diagramas de classe também são a base para um par de diagramas relacionados: os diagramas de componentes e os de implantação. Os diagramas de classes costumam conter os seguintes itens: classes; interfaces; colaborações e relacionamentos de dependência, generalização e associação. As classes são os blocos de construção mais importantes de sistemas orientados a objetos. É uma descrição de um conjunto de objetos que compartilham os mesmos atributos, operações, relacionamentos e semântica. A representação gráfica de uma classe permite visualizar uma abstração independente de qualquer linguagem de programação específica e dá ênfase às suas partes mais importantes: seu nome, atributos e operações. É representada por um retângulo dividido em três partes. nome Funcionário nome telefone atributos email adicionar() operações excluir() Figura 1: Exemplo de notação de classe Uma classe também pode ser representada mostrando apenas seu nome e as demais partes em branco, conforme Figura 2. Funcionário Figura 2: Exemplo de notação simples OPERAÇÕES E VISIBILIDADE As operações de uma classe são ações que um objeto pode executar, ordens que fazem um objeto agir. Uma classe pode ter várias ou nenhuma
  • 5. 5 operação. Um dos mais importantes detalhes que se pode especificar para os atributos e operações de uma classe é sua visibilidade, especificando se a característica específica pode ser utilizada por outras classes. Há três níveis de visibilidade: 1. Público, onde a operação ou atributo com esta visibilidade por ser acessada métodos (operações) de quaisquer outras classes. Pode ser representado em um diagrama UML pelo símbolo “+”. 2. Protegido, onde somente a classe proprietária ou suas subclasses podem acessar a operação ou atributo. Representado pelo símbolo “#”. 3. Privado, onde somente a própria classe tem acesso. Representado pelo símbolo “-”. Nome + AtributoPúblico # AtributoProtegido - AtributoPrivado + OperaçãoPública() # OperaçãoProtegida() - OperaçãoPrivada() Figura 3: Visibilidade de atributos e operações NOTAÇÃO DE OPERAÇÃO No nível mais abstrato, ao fazer a modelagem de características comportamentais de uma classe (suas operações), podemos simplesmente escrever o nome de cada operação, informação suficiente para compreensão do propósito do modelo. Porém se pode especificar a visibilidade e o escopo de cada operação, além dos parâmetros, o tipo de retorno dos dados, semântica de concorrência e outras propriedades. Sintaxe: [visibilidade] nome ([parâmetros]) [: tipo-de-retorno] Apenas o nome é obrigatório, campos entre colchetes são opcionais. A visibilidade determina se a operação pode ser acessada apenas pela própria classe (privada), também pela subclasse (protegida) ou por todas as classes (pública). É geralmente representada pelos símbolos + (pública), # (protegida) e – (privada). O nome identifica a operação. Os parâmetros são atributos que definem a
  • 6. 6 entrada para uma operação. O retorno é a saída da operação, onde deve ser indicado o tipo de dado a ser retornado, como string, date, int, texto, moeda etc. Exemplo de notação de operação: + obterPagamento(): Moeda DIAGRAMA DE ATIVIDADES Um dos diagramas utilizados para ilustrar a visão dinâmica de um sistema, um diagrama de atividades mostra o fluxo de uma atividade para outra em um sistema. Esses diagramas fazem a modelagem da função de um sistema. O diagrama de atividades pode ser visto como uma extensão dos fluxogramas, possuindo toda a semântica de um fluxograma (com notação ligeiramente diferente). Figura 4: Exemplo de diagrama de atividade.
  • 7. 7 REFERÊNCIAS BEZERRA, Eduardo. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML. Rio de Janeiro: Campus, 2002. BOOCH, Grady; RUMBAUGH, James e JACOBSON, Ivar. UML: guia do usuário. Rio de Janeiro: Campus, 2000.