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Fundamentos de Testes de Software - Qualidad
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Fundamentos de Testes de Software - Qualidad

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  • 1. Introdução aos Testes de Software
  • 2. Qualidade de Software -Historia da Qualidade -O que é Qualidade -Qualidade do Produto -Qualidade do Processo -Certificação da Qualidade -O Sistema de Certificação -Quais as Vantagens da Certificação -Certificações voltadas para a Qualificação do Profissional -Quais são as certificações para profissionais na área de Teste de Software -Custo da Qualidade
  • 3. Historia da Qualidade "A única coisa permanente no universo é a mudança" [Heráclito, 450 a.C.] - Vamos construir o conceito de qualidade apoiados na História - O que é qualidade para uma pessoa, pode ser falta de qualidade para outra - Quais são suas qualidades? -Qualidade do Produto: todos os produtos tem a mesma qualidade para todos? Vamos pensar....
  • 4. Qualidade subjetiva: “não sei ao certo o que é qualidade, mas eu a reconheço quando a vejo” Qualidade baseada no produto “O produto possui algo, que lhe acrescenta valor, que os produtos similares não possuem” Qualidade baseada na perfeição: “ É fazer a cosia certa primeira vez” Qualidade baseada no valor: “O Produto possui a maior relação custo beneficio” Qualidade baseada na manufatura: “É a conformidade às especificações e aos requisitos, além de não haver nenhum defeito” Qualidade baseada no cliente: “É a adequação ao uso”; “ É a conformidade às exigências do cliente”. Qual destas definições é a mais correta ou importante? ...Qualidade???
  • 5. O Valor para o cliente tem uma hierarquia compreendida de quatro níveis (graus de qualidade): Básico: este valor compreende os componentes essenciais exigidos do negocio Esperado: aquilo que os clientes normalmente esperariam de um determinado negocio Desejado: valor adicional que os clientes conhecem e apreciam mas não esperam Inesperado: aspectos que surpreendem e vão além das expectativas e desejos que o cliente tem ao fazer o negocio ...Qualidade: Valor para o cliente
  • 6.  Desempenho  Características  Confiabilidade  Conformidade  Durabilidade  Manutenibilidade  Estética  Qualidade percebida Oito dimensões de Qualidade:
  • 7. Qual destas definições é a mais correta ou importante? De onde surge a necessidade de uma preocupação com a qualidade?
  • 8. Historia da Qualidade Revolução Industrial (século XVIII) -Produção em serie -Padronização (evitar conflitos nas relações comerciais) -Melhoria nos processos Segunda Guerra Mundial (1939-1945) -Padronização na produção -Melhoria nos processos -Técnicas estatísticas de controle da qualidade. - Walter Andrew Sherwhart
  • 9. Fim da Segunda Guerra - Japoneses -Toyotismo X Fordismo - O sistema Fordista de produção em massa, a qualidade era assegurada através de controles amostrais em apenas pontos do processo produtivo -No Toyotismo, o controle de qualidade se desenvolve por meio de todos os trabalhadores em todos os pontos do processo produtivo. - Primeiros a utilizar modelo de qualidade – TQC (Total Quality Control) A partir da década de 80 - “ Era das Normas” ou “Gestão de Qualidade” -Padrões adotados internacionalmente -International Organization of Standardization - ISO
  • 10. Casa da Toyota - Lean
  • 11. O Que é Qualidade Qualidade, po ta to, é, po atu eza, u at i uto e o sta te ovi e to 1. Aquilo que caracteriza uma pessoa ou coisa e que a distingue das outras; 2. Modo de ser; 3. Atributo em constante movimento, predicado, aptidão; 4. Melhoria contínua, conformidade com os requisitos e adequação ao uso, observados critérios como custos, controles internos e prazos, dentre outros.
  • 12. Qualidade do Produto A Qualidade do p oduto é o ue us a os a Qualidade do p o esso é o eio pa a o segui os Ex: Cafeteria... sobremesa (produto) que está relacionada com a satisfação das necessidades (requisitos) que podem ser: aparência, sabor, temperatura, rapidez no serviço, preço, higiene, valor nutricional, etc... A Qualidade do produto de software resulta das atividades realizadas no seu desenvolvimento. Avaliar a qualidade de um produto significa verificar, através de técnicas e atividades, o quanto os requisitos estão sendo atendido.
  • 13. Qualidade do Processo • Conceito de processo de software: - Uma seqüência de estágios para desenvolver ou manter o software - Apresentando estruturas técnicas e de gerenciamento (uso de métodos, ferramentas e pessoas para as tarefas do sistema) - Ex: Cafeteria... o processo seria como a sobremesa solicitada foi realizada, ou seja, todas as etapas até chegar à sua mesa.
  • 14. Qualidade do Processo Não asta ue a ualidade exista, ela deve se e o he ida pelo lie te - Surgiu o que conhecemos por certificações, as quais são emitidas utilizando como referência base algum padrão de qualidade.
  • 15. Certificações - O selo do SIF – referente à inspeção da carne (Serviço de Inspeção federal) - O selo da ABIC – existentes nos pacotes de café (Associação Brasileira da Indústria do Café) - A classificação em estrelas – hotelaria - Os certificados de qualidade da série ISO (International Organization of Standardization)
  • 16. Certificações Organismos normalizadores/certificadores reconhecidos mundialmente: - ISO - International Organization for Standardization - IEEE - Instituto de Engenharia Elétrica e Eletrônica - ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
  • 17. Certificação da Qualidade • O que é certificação • Sistema de certificação • Auto-certificação • Vantagens da certificação • Certificação profissional
  • 18. O Que é certificação? • A certificação pode ser entendida como um instrumento para as empresas gerenciarem e garantirem o nível de qualidade de seus produtos. • Informar e garantir aos consumidores que os produtos certificados possuem os atributos procurados, atributos esses que podem ser intrínsecos aos produtos.
  • 19. Utilidade dos certificados • Uma utilidade dos certificados é evitar ações oportunistas, que podem surgir quando a informação sobre o produto específico é distribuída pelo próprio fabricante por parte de algumas empresas, ou seja, impedir que o Fabricante alegue processos ou ingredientes que não realizam ou utilizam, mas que são explorados na comunicação junto aos consumidores por serem de difícil comprovação • Importância da reputação das instituições certificadoras e regulamentadoras é garantir / evitar essas ações oportunistas.
  • 20. O Sistema de Certificação A certificação por terceiros envolve três fatores principais: 1. Normas; 2. Órgãos certificadores; 3. Organismos credenciadores
  • 21. O Sistema de Certificação http://www.sei.cmu.edu/cmmi/ http://www.iso.org/iso/about/the_iso_story.htm
  • 22. Normas Abordando de forma geral, algumas das normas mais conhecidas no mercado : • ISO 9126 , ISO 12207, ISO/IEC 14598 • ABNT- NBR ISO 9001 • CMM – CMMi (Software Engineering institute - SEI) • MPT.BR (Softex) / MPS.BR
  • 23. Qualidade: Produto e Processo Vamos detalhar os modelos mais utilizados hoje no mercado. A seguir veremos ISO9126 (produto) e Cmmi/MPS-Br (processo)
  • 24. Qualidade do Produto: ISO 9126
  • 25. ISO 9126 • Descreve um modelo de qualidade do produto • É composto de duas partes • Qualidade Interna e Externa • Possui 6 características • Qualidade de Uso • Possui 4 características • Para o usuário é o efeito combinado das 6 características de qualidade interna e externa
  • 26. Necessidades de qualidade do usuário Qualidade InternaVerificação Validação Uso e Feedback Qualidade Externa Qualidade no uso indica Requisitos internos de qualidade Contribuem para especificar Requisitos externos de qualidade Contribuem para especificar Diferentes Visões da Qualidade de Software indica
  • 27. • Conjunto de características do produto de software que avaliam o produto segundo uma visão interna • Usados para definir estratégias de desenvolvimento e critérios para avaliação e verificação durante todo o desenvolvimento Qualidade Interna ISO 9126
  • 28. • Conjunto de características do produto de software que avaliam o produto segundo uma visão externa • Qualidade quando o software é executado • Avaliado através de testes em ambientes simulados Qualidade Externa ISO 9126
  • 29. Modelo para Qualidade Interna e Externa Qualidade Interna e Externa Funcionalidade Confiabilidade Usabilidade Eficiência Manutenibilidade Portabilidade
  • 30. ISO 9126 Características, subcaracterísticas e perguntas chave Característica Subcaracterística Pergunta chave para a subcaracterística Funcionalidade Adequação Propõe-se a fazer o que é apropriado? Acurácia Faz o que foi proposto de forma correta? Interoperabilidade Interage com os sistemas especificados? Conformidade Está de acordo com as normas, leis etc.? Segurança de acesso Evita acesso não autorizado aos dados? Confiabilidade Maturidade Com que frequência apresenta falhas? Tolerância a falhas Ocorrem falhas, como ele reage? Recuperabilidade É capaz de recuperar dados em caso de falha? Usabilidade Intelegibilidade É fácil entender o conceito e a aplicação? Apreensibilidade É fácil aprender a usar? Operacionalidade É fácil operar e controlar? Eficiência Tempo Qual é o tempo de resposta, a velocidade de execução? Recursos Quanto recurso usa? Durante quanto tempo? Manutenibilidade Analisabilidade É fácil de encontrar uma falha, qdo ocorre? Modificabilidade É fácil modificar e adaptar? Estabilidade Há grande risco quando se faz alterações? Testabilidade É fácil testar quando faz alterações? Portabilidade Adaptabilidade É fácil adaptar a outros ambientes? Capacidade p ser Instalado É fácil instalar em outros ambientes? Conformidade Está de acordo com padrões de portabilidade? Capacidade para Substituir É fácil de usar para substituir outro?
  • 31. • Capacidade do produto de software fornecer funções que satisfazem as necessidades explícitas ou implícitas quando o software é usado sob condições especificadas • Pergunta-chave: Satisfaz às necessidades? Sub-características: – adequação: capacidade do produto de software de fornecer um conjunto de funções adequado para as tarefas especificadas e os objetivos dos usuários – acurácia: capacidade do produto de software de fornecer os resultados corretos ou acordados com o grau necessário de precisão Funcionalidade ISO 9126
  • 32. Sub-características: – interoperabilidade: capacidade do produto de software interagir com um ou mais sistemas especificados – segurança: capacidade do produto de software proteger a informação e os dados de forma que pessoas ou sistemas não autorizados não possam lê-los ou modificá-los e pessoas e sistemas autorizados não tenham negado o acesso aos mesmos – conformidade da funcionalidade: capacidade do produto de software aderir a normas, convenções ou regulamentações previstas em leis e prescrições similares, relacionadas à funcionalidade Funcionalidade ISO 9126
  • 33. • Capacidade do produto de software manter o nível de desempenho especificado quando usado sob as condições especificadas • Pergunta-chave: É imune a falhas? Sub-características: – maturidade: capacidade do produto de software evitar falhas provocadas por defeitos no software – tolerância a defeitos: capacidade do produto de software manter um nível de desempenho especificado em casos de defeitos no software ou de violação de suas interfaces especificadas Confiabilidade ISO 9126
  • 34. Sub-características: – recuperabilidade: capacidade do produto de software restabelecer o nível de desempenho especificado e recuperar os dados diretamente afetados, em caso de uma falha – conformidade da confiabilidade: capacidade do produto de software aderir a normas, convenções ou regulamentações relacionadas à confiabilidade Confiabilidade ISO 9126
  • 35. • Capacidade do produto de software ser entendido, ser aprendido e ser atraente ao usuário quando usado sob as condições especificadas • Pergunta-chave: É fácil de usar? Sub-características: – inteligibilidade: capacidade do produto de software que permite ao usuário entender se o software é adequado e como ele pode ser usado para tarefas e condições de uso específicas Usabilidade ISO 9126
  • 36. Sub-características: – apreensibilidade: capacidade do produto de software permitir ao usuário aprender a sua aplicação. – operacionalidade: capacidade do produto de software permitir ao usuário sua operação e controle – atratividade: capacidade do produto de software ser atraente ao usuário – conformidade da usabilidade: capacidade do produto de software aderir a normas, convenções, diretrizes de estilo ou regulamentações relacionadas à usabilidade Usabilidade ISO 9126
  • 37. • Capacidade do produto de software fornecer o desempenho adequado, relacionado à quantidade de recursos usados, sob condições estabelecidas • Pergunta-chave: É ápido e e xuto ? Sub-características: – comportamento em relação ao tempo: capacidade do produto de software fornecer tempo de resposta e de processamento e taxas de throughput ao realizar suas funções sob condições estabelecidas Eficiência ISO 9126
  • 38. Sub-características: – utilização de recursos: capacidade do produto de software usar quantidade e tipos adequados de recursos quando o software realiza suas funções sob condições estabelecidas – conformidade da eficiência: capacidade do produto de software aderir a normas e convenções relacionadas à eficiência Eficiência ISO 9126
  • 39. • Capacidade do produto de software de ser modificado. As modificações podem incluir correções, melhorias ou adaptação do software a mudanças no ambiente, nos requisitos e nas especificações funcionais. • Pergunta-chave: É fácil de modificar? Sub-características: – analisabilidade: capacidade do produto de software ser diagnosticado com relação a deficiências ou causas de falhas no software, ou para identificar as partes a serem modificadas Manutenibilidade ISO 9126
  • 40. Sub-características: – modificabilidade: capacidade do produto de software permitir que uma modificação especificada seja implementada. – estabilidade: capacidade do produto de software evitar efeitos inesperados, ocasionados por modificações no software. – testabilidade: capacidade do produto de software permitir que o software modificado seja validado – conformidade da manutenibilidade: capacidade do produto de software aderir a normas e convenções relacionadas à manutenibilidade Manutenibilidade ISO 9126
  • 41. • Capacidade do produto de software ser transferido de um ambiente para outro • Pergunta-chave: É fácil de usar em outro ambiente? Sub-características: – adaptabilidade: capacidade do produto de software ser adaptado a diferentes ambientes especificados, sem a necessidade de aplicação de outras ações ou meios além daqueles fornecidos para essa finalidade pelo software considerado Portabilidade ISO 9126
  • 42. Sub-características: – capacidade para ser instalado: capacidade do produto de software ser instalado em um ambiente especificado – co-existência: capacidade do produto de software co-existir com outro software independente num ambiente comum partilhando recursos – capacidade para substituir: capacidade do produto de software ser usado para substituir um outro software especificado, para o mesmo objetivo no mesmo ambiente – conformidade da portabilidade: capacidade do produto de software aderir a padrões ou convenções relacionados à portabilidade Portabilidade ISO 9126
  • 43. • Visão do usuário sobre a qualidade do produto quando em uso em um ambiente especificado dentro de um contexto de uso • É medida em relação ao resultado da utilização do software e não em relação a características do produto • Representa o efeito combinado da qualidade externa e interna Qualidade em Uso ISO 9126
  • 44. Modelo para Qualidade em Uso
  • 45. • Capacidade do produto de software possibilitar ao usuário alcançar seus objetivos com correção e completude no contexto de uso especificado Efetividade ISO 9126
  • 46. • Capacidade do produto de software possibilitar ao usuário gastar quantidade de recursos adequados em relação a efetividade alcançada Produtividade ISO 9126
  • 47. • Capacidade do produto de software alcançar níveis aceitáveis de risco de prejuízo à pessoas, negócios, software ou ao ambiente em um contexto de uso especificado Segurança Crítica ISO 9126
  • 48. • Capacidade do produto de software satisfazer os usuários em um contexto de uso Satisfação ISO 9126
  • 49. influencia influencia influencia Qualidade de processo Medidas do processo depende de Atributos de qualidade interna Medidas internas depende de Atributos de qualidade externa Medidas externas depende de Processo Produto de Software Atributos de qualidade no uso Medidas de qualidade no uso Efeitos do produto de software Contextos de uso Modelo de Qualidade ISO 9126
  • 50. Qualidade do Processo
  • 51. – Falta de definição das responsabilidades; – Retrabalho por falta de qualidade; – Problemas com fornecedores; – Falta de conhecimento técnico; – Falta de competências para gerenciar os projetos; – Falta de uma ferramenta de apoio; – Falta de uma metodologia de apoio; – Mudanças constantes no escopo. Principais problemas das organizações durante a gerência dos seus projetos(1/2):
  • 52. – Recursos humanos insuficientes; – Mudanças de prioridade; – Estimativas incorretas; – Riscos não avaliados corretamente; – Falta de apoio da alta administração; – Problemas de comunicação; – Não cumprimento do orçamento; – Não cumprimento dos prazos. Principais problemas das organizações durante a gerência dos seus projetos (2/2):
  • 53. E na sua empresa? Como é?
  • 54. CMMi
  • 55. O Que é o CMMi? O CMMI - Capability Maturity Model Integration é um conjunto de modelos integrados de maturidade e capacidade para diversas disciplinas, tais como: engenharia de software e sistemas, fontes de aquisição e desenvolvimento integrado do produto. Mantido pelo SEI (Software Engineering Institute) – Universidade Carnegie Mellon • Criado a partir de uma solicitação da força aérea americana • http://www.sei.cmu.edu/cmmi
  • 56. 1º Mito a ser “quebrado” “CMMI é a solução!” • O CMMI não é (e nunca será) a solução dos seus problemas! • Mostra “O QUÊ” fazer, e não “COMO” fazer
  • 57. Estrutura do Modelo • 22 áreas de processo (PAs – Process Areas) distribuídas em: – 4 categorias (continua - capacidade) – 5 níveis de maturidade (estágios) • Mas o que é “área de processo”?
  • 58. Estrutura do Modelo Exemplo de área de processo: – Selecionar creme dental; – Selecionar escova; – Realizar escovação. • Qual é a área de processo? “Limpeza dos Dentes”
  • 59. Estrutura do Modelo • Área do processo (Process Area) – É o agrupamento de práticas comuns de uma determinada “disciplina”.
  • 60. 1- OPF: Foco no Processo organizacional 2- OPD: Definição do Processo Organizacional 3- OT: Treinamento Organizacional 4- OPP: Desenvolvimento do Processo Organizacional 5- OID: Inovação e Melhoria Organizacional 6- PP: Planejamento e Projeto 7- PMC: Acompanhamento e Controle de Projeto 8- SAM: Gestão de Acordo com Fornecedores 9- IPM: Gestão Integrada de Projeto 10- RSKM: Gestão de Risco 11- QPM: Gestão Quantitativa de Projeto 12- REQM: Gestão de Requisitos 13- RD: Desenvolvimento de Requisitos 14- TS: Solução Técnica 15- PI: Integração de Produto 16- VER: Verificação 17- VAL: Validação 18- CM: Gestão de Configuração 19- PPQA: Garantia da Qualidade de Processo e Produto 20- MA: Medição de Analise 21- DAR: Analise de Decisão e Resolução 22- CAR: Análise de Causa e Resolução Áreas do Processo
  • 61. • Gerenciamento de Projetos; • Gerenciamento de Processos; • Engenharia; • Suporte. CMMi - Categorias:
  • 62. – Gerenciamento de projetos: • Gestão Integrada de Projeto(IPM) • Acompanhamento e Controle de Projeto(PMC) • Planejamento e Projeto(PP) • Gestão Quantitativa de Projeto(QPM) • Gestao de Risco (RSKM) • Gestão de Acordo com Fornecedores(SAM) Áreas de processo distribuídas por categorias:
  • 63. – Gerenciamento do Processo: • Inovação e Melhoria Organizacional(OID) • Definição do Processo Organizacional (OPD) • Foco no Processo organizacional(OPF) • Desenvolvimento do Processo Organizacional(OPP) • Treinamento Organizacional (OT) Áreas de processo distribuídas por categorias:
  • 64. – Engenharia: • Integração de Produto(PI) • Desenvolvimento de Requisitos (RD) • Gestão de Requisitos(REQM) • Solução Técnica (TS) • Validação (VAL) • Verificação (VER) Áreas de processo distribuídas por categorias:
  • 65. – Suporte: • Análise de Causa e Resolução(CAR) • Gestão de Configuração(CM) • Analise de Decisão e Resolução(DAR) • Medição de Analise(MA) • Garantia da Qualidade de Processo e Produto(PPQA) Áreas de processo distribuídas por categorias:
  • 66. – Nível 2: • Gestão de Configuração(CM) • Medição de Analise(MA) • Acompanhamento e Controle de Projeto(PMC) • Planejamento e Projeto(PP) • Garantia da Qualidade de Processo e Produto(PPQA) • Gerenciamento de Requisitos(REQM) • Gestão de Acordo com Fornecedores(SAM) Áreas de processo distribuídas por níveis de maturidade:
  • 67. Áreas de processo distribuídas por níveis de maturidade: – Nível 3: • Analise de Decisão e Resolução (DAR) • Gestão Integrada de Projeto(IPM) • Definição do Processo Organizacional (OPD) • Foco no Processo organizacional(OPF) • Treinamento Organizacional (OT) • Integração de Produto(PI) • Desenvolvimento de Requisitos(RD) • Gestão de Risco (RSKM) • Solução Tecnica (TS) • Validação (VAL) • Verificação (VER)
  • 68. Áreas de processo distribuídas por níveis de maturidade: – Nível 4: • Desenvolvimento do Processo Organizacional(OPP) • Gestão Quantitativa de Projeto(QPM)
  • 69. Áreas de processo distribuídas por níveis de maturidade: Nível 5: • Análise de Causa e Resolução (CAR) • Inovação e Melhoria Organizacional(OID)
  • 70. Mas... Pra que tudo isto????
  • 71. Representações (“formas de implementação do modelo”)
  • 72. Representação por Estágio (Maturity Levels) e Representação continua (Capability Levels). CMMi – Formas de Representação:
  • 73. CMMi Representação por Estágio
  • 74. •Disponibiliza uma seqüência pré-determinada para melhoria baseada em cinco estágios, cada estágio serve de base para o próximo. É caracterizado por Níveis de Maturidade (Maturity Levels) • Maturidade é medida por um conjunto de processos. CMMI – Representação por Estágio:
  • 75. CMMI – Representação por Estágios: Todos os processos devem atinjam nível de maturidade “dois” para que a empresa seja certificada com nível dois.
  • 76. CMMI – Representação por Estágios: – Foco em um conjunto de áreas de processo – Demonstra a “experiência” da organização de uma forma simples: Nível de Maturidade – É mais fácil de “vender” – Mais “simples” – Mais utilizada – Pode ser um caminho interessante para organizações que estão iniciando
  • 77. CMMI – Representação por Estágios: Níveis de Maturidade: • 1 [Initial] – Semelhante ao “capability level 0”; – Onde as coisas simplesmente acontecem; – O “sucesso” nos projetos acontece “por acaso”; » “Por acaso, temos alguns heróis...” » “Por acaso, o cliente era mais desorganizado...” – É normal estouro de prazo e custos (entre outros problemas); – Ambiente sem controle (caos); – Grande dependência dos heróis (mas não é qualquer herói...)
  • 78. Jack Bauer – O herói das empresas nível 1
  • 79. • Está sempre sob pressão; • Nunca tira férias; • Anda sempre estressado; • Nunca tem tempo para os amigos; • Nunca se diverte; • Sempre tem que trabalhar 24 horas direto; • Até consegue terminar o projeto, mas... Jack Bauer – O herói das empresas nível 1
  • 80. Níveis de Maturidade: •2 [Managed] – Recursos são definidos; – Projetos são planejados e monitorados; – Medições são coletadas; – Requisitos são gerenciados; – As coisas deixam de “simplesmente acontecer”... CMMI – Representação por Estágios:
  • 81. Níveis de Maturidade: •3 [Defined] – Processo definido para a organização; » “Portal de Processos”, “Processo de Desenvolvimento de Software”, etc. – Customização do processo para projetos (a partir do processo padrão); – Evolução do nível 2. CMMI – Representação por Estágios:
  • 82. Níveis de Maturidade: •4 [Quantitatively Managed] – Controle estatístico; – Previsibilidade; – Base de medições utilizada para tomada de decisão; – É fundamental que os níveis 2 e 3 estejam “rodando perfeitamente”; – High Level Maturity. CMMI – Representação por Estágios:
  • 83. Níveis de Maturidade: •5 [Optimizing] – Inovação; – Revisões buscando refletir alterações nos objetivos de negócio; – Melhoria contínua utilizando dados estatísticos; – Estado da arte; – High Level Maturity; CMMI – Representação por Estágios:
  • 84. 2º Mito a ser “quebrado” • “CMMI acaba com os heróis.” – A partir do nível 2 temos um novo herói...
  • 85. James Bond – O herói das empresas nível 2 a 5
  • 86. • Herói potencializado; • Consegue planejar seus projetos; • Tem os recursos definidos, de acordo com o projeto; • Tem tempo para estudar e utilizar novas tecnologias; • Tem tempo para os amigos; • Consegue se divertir e até namorar... James Bond – O herói das empresas nível 2 a 5
  • 87. CMMi Representação Contínua
  • 88. •Possibilita à organização utilizar a ordem de melhoria que venha atende os objetivos de negócio da empresa. • É caracterizado por Níveis de Capacidade (Capability Levels) •A capacidade é medida por processos separadamente, onde é possível ter um processo com nível um e outro processo com nível cinco, por exemplo, variando de acordo com os interesses da empresa. CMMi – Representação Continua:
  • 89. CMMi – Representação Continua: •A representação contínua é indicada quando a empresa deseja tornar apenas alguns processos mais maduros, quando já utiliza algum modelo de maturidade contínua ou quando não pretende usar a maturidade alcançada como modelo de comparação com outras empresas.
  • 90. 90 CMMi – Representação Continua: – Especialização em áreas de processos específicas – Permite o foco em determinada(s) necessidade(s) • Capability levels. • Grande vantagem! – Fornece flexibilidade – Custo de implementação menor (considerando a representação por estágio) – Permite atuação em categorias: • Project Management • Process Management; • Engineering; • Support.
  • 91. CMMi – Representação Continua: – Capability Levels: • [Incomplete] – Onde as coisas simplesmente acontecem • [Performed] – Objetivos específicos da área de processo são atendidos • [Managed] – Processo gerenciado (monitorado,controlado, etc.) • [Defined] – Processo definido para toda a organização • 4 [Quantitatively Managed] – Processo controlado utilizando estatística e técnicas quantitativas
  • 92. – Representação: Forma de implementar o modelo – Maturity Levels 2 a 5 = Capability Levels 2 a 5 – Diferença... • Maturity Levels: Refere-se a um conjunto de áreas de processo • Capability Levels: Refere-se a uma área de processo Revisando...
  • 93. 93 MPS.BR
  • 94. • Melhoria de processo do software brasileiro • www.softex.br/mpsbr • Foco em micro, pequenas e médias empresas – Custo de implementação e avaliação menor • Foi definido em conformidade ao CMMI • Níveis: – G (Parcialmente Gerenciado) até A (Em otimização) MPS.BR
  • 95. MPS.BR - Níveis de Maturidade: Os níveis de maturidade estabelecem patamares de evolução de processos, caracterizando estágios de melhoria da implementação de processos na organização. O nível de maturidade em que se encontra uma organização permite prever o seu desempenho futuro ao executar um ou mais processos
  • 96. CMMi X MPS.BR
  • 97. MPS.BR X CMMi
  • 98. Agora que já vimos um pouco das principais certificações de produto e processo, vamos entender como funcionam os Órgãos certificadores
  • 99. Órgãos certificadores O o ga is o e tifi ado é u a o ga ização coletiva que estabelece regras de qualidade e meios para fazer respeitar essas regras, permitindo que os mercados se formem e fu io e .
  • 100. Organismos credenciadores • Existe um órgão do governo responsável pelo credenciamento dessas instituições que realizam a certificação de sistemas de qualidade no Brasil que é o INMETRO. • www.inmetro.gov.br • Sua missão é prover confiança à sociedade brasileira nas medições e nos produtos, através da metrologia e da avaliação da conformidade, promovendo a harmonização das relações de consumo, a inovação e a competitividade do País.
  • 101. Autocertificação • Os certificados podem ser emitidos por organizações independentes, sejam elas privadas ou públicas, nacionais ou internacionais, e pela própria empresa o que denominaria a auto-certificação. • O processo de certificação deve ser monitorado, ou seja, controlado, para garantir que os agentes certificados estejam realmente seguindo as normas impostas pelo agente regulador. • Esse monitoramento pode ser feito de três formas: – Pelo órgão regulador, – Por terceiros ou – Através de um autocontrole: chamado também de auditoria.
  • 102. Vantagens da certificação - Melhoria do prestígio e da imagem; - Aumento da competitividade e entrada em novos mercados; - Aumento da confiança dos trabalhadores, clientes e administração; - Cultura da melhoria contínua; - Redução de custos; - Prevenção e minimização de aspectos, perigos e acidentes. Que us a po e tifi ações e te de ga a ti a efi iê ia dos p o essos e a ex elê ia dos p odutos.
  • 103. Certificação Triângulo das Certificações – Três Pilares:
  • 104. Certificação profissional • Nesta área existem vários autores e várias instituições que difundem conceitos diferentes, com isso não seguem todos uma única idéia apenas. • Cada instituição acabou criando sua própria certificação, adotando assim os seus critérios e escopo de conhecimento para a prova.
  • 105. Certificação profissional Por que ter uma certificação? • Existem vários fatores importantes que se adquirem junto com uma certificação profissional, algumas delas são a nivelação em relação ao meio assim como o aperfeiçoamento da base de conhecimento • Independente da formação acadêmica as certificações profissionais visam basicamente validar competências, essas que são fortemente ligadas ao foco da carreira do profissional
  • 106. Certificações para profissionais na área de Teste de Software Instituição Certificadora Certificações QAI - Quality Assurance Institute http://www.qaibrasil.com.br CAST - Certified Associate in Software Testing CASQ - Certified Associate in Software Quality CSTE - Certified Software Tester CSQA - Certified Software Quality Analyst CSPM - Certified Software Project Manager Avançadas: CMST – Certified Manager Software Testing CMSQ - Certified Manager Software Quality ALATS(Associação Latino-Americana de Teste de Software) http://www.alats.org/ CBTS - Certificação Brasileira de Teste de Software BSTQB(Brazilian Software Testing Qualifications Board) http://www.bstqb.org.br/ ISTQB(International Software Testing Qualifications Board) http://www.istqb.org/ CTFL - Foundation - Certified Tester, Foundation Level CTAL - Certified Tester, Full Advanced Level IIST(International Institute for Software Testing) http://www.iist.org/ CSTP - Certified Software Test Professional e CTM - Certified Test Manager
  • 107. Custo da Qualidade
  • 108. • É o termo utilizado para quantificar o custo total de prevenção, avaliação e produção do software Custo da Falha Custo de Avaliação Custo de Prevenção Custo da Produção Custo da Qualidade (Teste é parte do custo da Qualidade) Custo de Construção (Teste é parte do custo da Qualidade) = Total do Custo de produção + 108
  • 109. Custo da Qualidade Custo de prevenção e avaliação -> relativo ao Custo da Conformidade • Custo da conformidade – Custo da Prevenção • Planejamento dos Trabalhos • Treinamentos (Processos, Técnicas e Ferramentas) • Controles do Processo de Desenvolvimento – Custo de Avaliação • Testes (Estáticos e Dinâmicos) • Revisões de Documentos • Auditorias de Processos
  • 110. Custo da Falha -> relativo ao custo da não conformidade Custo da não-conformidade (custo da falha) – Retrabalhos (correção de defeitos) – Ações-Corretivas – Atrasos nos Cronogramas – Perdas Financeiras e Operacionais – Perdas de oportunidades Custo da Qualidade
  • 111. Custo da Qualidade • Bugs
  • 112. Bugs
  • 113. Bugs • http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=1 104 • http://wwwzenger.informatik.tu- muenchen.de/persons/huckle/bugse.html • http://www.wired.com/software/coolapps/ne ws/2005/11/69355?currentPage=2

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