Meio ambiente, aspectos conceituais e legais

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Meio ambiente, aspectos conceituais e legais

  1. 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ-UESPICENTRO DE CIENCIAS DA NATUREZALicenciatura plena em Ciências BiológicasAcadêmicas:Tamires de SousaClaudia MariaSuyane CabralMayara KelyLarisse RaquelLarisse Carvalho
  2. 2. MEIO AMBIENTE:ASPECTOS CONCEITUAIS ELEGAIS
  3. 3. Que idéias vem a sua mente quandovocê pensa em meio ambiente? Ar, calor do Sol, água, solo, árvoresfloridas. E o que isso tem a ver com ambiente?
  4. 4. Pense... As pessoas moram na superfície terrestre; Com isso, acontece um processo detransformação da natureza; Derivado da organização da sociedadeatravés do trabalho; Assim acontece as relações entre o meiofísico e as sociedades humanas (tem comoprincipal consequência o lixo).
  5. 5. A natureza por si só não tem lixo. Veja:Uma planta retira do solo, água e saisminerais para viver, além dos raios solaresque recebe. Quando morre, decompõe-seno solo, formando o húmus, que iráfavorecer ao aparecimento de outrosvegetais.
  6. 6. O ser humano é que produz lixo.Devendo buscar soluções para cuidarmelhor do ambiente onde TODOSVIVEM!
  7. 7. Segundo AURÉLIO BUARQUE DEHOLANDA (4ª ed. 2001),Meio ambiente é o conjunto de condições einfluencias naturais que cercam um servivo ou uma comunidade, e que agemsobre eles.
  8. 8. Você seria capaz agora deelaborar seu próprio conceitosobre ambiente?
  9. 9. Tipos de meio ambiente Meio ambiente natural; Meio ambiente modificado.
  10. 10. AMBIENTEPRESERVADOAMBIENTECONSERVADOAMBIENTEDEGRADADO
  11. 11. ASPECTOS LEGAISPOLITICA NACIONAL DO MEIOAMBIENTE (lei n 6.938/81)Tem o objetivo de preservar, melhorar erecuperar a qualidade ambiental do país atravésdo SISNAMA (Sistema Nacional de MeioAmbiente).ESTRUTURA DO SISNAMAÓrgão superiores;consultivo e deliberativo;central;executivo; seccionais; e legais.
  12. 12. Licenciamento AmbientalÉ um importante instrumento de gestão daPolítica Nacional de Meio Ambiente. Por meiodele, a administração pública busca exercer onecessário controle sobre as atividadeshumanas que interferem nas condiçõesambientais
  13. 13. Política Nacional de RecursosHídricos (lei n 9.433/97) A água é considerada um bem de domíniopúblico É um recurso natural limitado, dotado de valoreconômico A gestão dos recursos hídricos deve proporcionarusos múltiplos das águas
  14. 14. Em situações de escassez o uso prioritário da água é para oconsumo humano e para a dessedentação de animaisA bacia hidrográfica é a unidade de atuação e deimplementação da Política Nacional de Recursos HídricosDeve ser descentralizada e contar com a participação doPoder Público, dos usuários e das comunidades
  15. 15. Crimes Ambientais(lei n 9.605/98)Quem agredir o meio ambiente estará cometendo um crime epoderá ser punido por lei. Provocar queimadas; venda de produtos de origem vegetal sem ter licença; no período da piracema (ou reprodução de peixe) éproibido a pesca; é proibido a caça de animais silvestre assim comomaltratar qualquer animal;
  16. 16. •Poluição de qualquer maneira que prejudique asaúde das pessoas;•Poluir rios;•Depredar patrimônio cultural
  17. 17. PROTOCOLO DE KYOTO O que é o Protocolo de Kyoto? Onde e quando foi negociado? Objetivo do Protocolo
  18. 18. Os gases citados no acordo são: dióxido de carbono gás metano óxido nitroso hidrocarbonetos fluorados hidrocarbonetos per fluorados hexafluoreto de enxofre
  19. 19. - aumento no uso de fontes de energias limpas(biocombustíveis, energia eólica, biomassa e solar);- proteção de florestas e outras áreas verdes;- otimização de sistemas de energia e transporte, visando oconsumo racional;- diminuição das emissões de metano, presentes emsistemas de depósito de lixo orgânico.- definição de regras para a emissão dos créditos decarbono (certificados emitidos quando há a redução daemissão de gases poluentes).
  20. 20. Estados Unidos e o Protocolo de KyotoOs Estados Unidos negaram-se a ratificaro Protocolo de Kyoto, de acordo com aalegação do ex-presidente George W. Bush deque os compromissos acarretados por talprotocolo interfeririam negativamente naeconomia norte-americana.
  21. 21. O BRASIL E O PROTOCOLO DE KYOTOO Brasil encontra-se em posição deprivilégio no tema por sua extensão territorialpossível de ser utilizada na geração demecanismos limpos e resgate de carbono daatmosfera.
  22. 22. EXPECTATIVASOs especialistas em clima e meio ambienteesperam que o sucesso do protocolo de Kyotopossa diminuir a temperatura global entre 1,5e 5,8°C até o final do século XXI.
  23. 23. Derramamento de Petróleo no Mar Causas de vazamento dePetróleoExploxão em poços,acidentes na plataformade extração, acidentespor navios petroleiros,ultilização de água domar para promoverequilibrio e lavagens detanques vasioscausando danos aoambiente e a sociedade.
  24. 24. Impactos ambientais causados não realização dafotossínte Morte de animais Acumulo desubstânciastóxicas nostecidos dosanimais.
  25. 25. Métodos utilizados para a remoçãodo petróleo materiaisabsorventes,jateamento comágua a diferentespressões, uso deagentes biologicos,fertilizantes comoo fosforo e onitrogenio eglicerina debiodisel em pó.
  26. 26. Acidentes Petrolíferos M T Haven, Itália(abril/1991)Volume: 144 miltoneladas (79piscinas olímpicas)
  27. 27.  Amoco Cadiz,França(março/1978)Volume: 223 miltoneladas (123piscinas olímpicas)
  28. 28.  4- AtlanticEmpress, Tobago,Caribe(julho/1979)Volume: 287 miltoneladas (159piscinas olímpicas)
  29. 29.  O QUE VOCÊ ACHA QUE É ISSO? OBS: FOTOS TIRADAS EM DEZEMBRO DE 2012.
  30. 30. MELHOROU PRA VOCÊ PODER DESVENDAR?POIS É ISSO MESMO, ESSE É O RIO POTY QUE ESTAR LOGO ABAIXO DO CARTÃOPOSTAL DA CIDADE DE TERESINA O COMPLEXO TURISTICO DA PONTE ESTAIADAMESTRE ISIDORO FRANÇA, CAPITAL DO PIAUÍ. A IDEIA CENTRAL DESSA EXPOSIÇÃONÃO É PARA MOSTRAR O LADO NEGATIVO DA NOSSA CIDADE, E SIM PARA VERMOSO DESCASO COM O NOSSO BEM MAIOR POR TRAZ DA BELEZA DESSA PONTE, O RIO,DE ONDE VEM UM DOS BENS PRIMORDIAIS PARA NOSSA EXISTÊNCIA , A ÁGUA QUEUTILIZAMOS!
  31. 31. APESAR DA PÉSSIMA QUALIDADE DA FOTO...PODEMOS PERCEBERQUE TUDO ESTAR INVERTIDO ONDE ERA PRA NÃO ESTAR VERDE EBEM VIVO ESTÁ, QUE É O RIO INFESTADO DE AGUA-PÉS E A MATACILIAR ENCONTRA-SE SECA E DEVASTADA!
  32. 32. NO CASO EM OBSERVAÇÃO....A EUTROFIZAÇÃO DA ÁGUA.• Processo de enriquecimento excessivo e continuado de um corporeceptor por macronutrientes (K e P), causando um desenvolvimentomassivo e indesejável de plantas aquáticas que altera seu equilíbriobiológico (DEZOTTI et al., 2008).• Resulta da poluição das águas.• Impedem a realização da fotossíntese.• A proliferação de bactérias decompositoras e o aumento do consumo deoxigênio por estes organismos.• A decomposição orgânica torna-se anaeróbica produzindo gasestóxicos.• Causa a destruição da fauna e da flora do ecossistema aquático,transformando-os em esgotos a céu aberto.
  33. 33. UMA BREVE NOÇÃO DE COMO OCORRE :PODER PÚBLICO(pouco investimento em ações preventivas contra poluição .)FISCALIZAÇÃO(do uso indevido das galerias de águas pluviais)BAIXA COBERTURA NO TRATAMENTO DEESGOTOS(Agespisa é responsável pela a ampliação da rede de coleta etratamento de esgotos)CRESCIMENTO DESORDENADO DA CIDADE ( bolsa-família,rs)INSUFICIENTE CONCIENTIZAÇÃO POR PARTE DA POPULAÇÃO(O IBAMA tem a missão de promover e orientar a conscientização pública)POLUIÇÃO
  34. 34. AGUAPÉS.É O PEDIDO DE SOCORRO DANATUREZA.VILÃO OU MOCINHO?
  35. 35. GALERIAS EM CONSTANTE FUNCIONAMENTO MESMO SEMCHUVAS.
  36. 36. AMBIENTE E INTERFERÊNCIA ANTRÓPICA
  37. 37. POR ISSO PEÇO A TODOS....MAIS RESPEITO COM ONOSSO AMBIENTE!
  38. 38. O QUE É EDUCAÇÃO AMBIENTAL?
  39. 39. A EDUCAÇÃO AMBIENTAL SURGIU PARAAUXILIAR A SOLUCIONAR UM PROBLEMA...Nos últimos três séculos a humanidade passou porgrandes mudanças: surgimento do processo deprodução industrial que aumentou a utilização dosrecursos naturais e a geração de resíduos; migração das pessoas do meio rural para as cidades; aumento daprodução do conhecimento proporcionandorápido desenvolvimento das ciências e da tecnologia; mudanças nos valores e modos de vida da sociedade; acelerado crescimento populacional.
  40. 40.  CULTURA DE SEPARAÇÃO DO HOMEM EAMBIENTE - O homem não seenxerga como parte do meio ambiente,não estabelece limites nem critérios apropriadospara utilização dos recursos naturais CRISE AMBIENTAL – surgimento de gravesproblemas ambientais devido ao aumento dautilização dos recursos naturais e da produção deresíduosEssas mudanças tiveram consequênciasprofundas para todo o planeta:
  41. 41. Sua proposta principal é a deestimular o surgimento de uma cultura deligação entre natureza e sociedade,através da formação de uma atitudeecológica nas pessoas.
  42. 42. O processo educativo proposto pelaEA objetiva a formação de sujeitoscapazes de compreender a sua realidadee agir nela de forma consciente. Suameta é a formação de sujeitos ecológicos.
  43. 43. “A Educação Ambiental fomenta sensibilidadesafetivas e capacidades cognitivas para umaleitura do mundo do ponto de vista ambiental.Esse processo de aprendizagem, por via dessaperspectiva de leitura, dá-se particularmentepela ação do educador como intérprete dosnexos entre sociedade e ambiente e daEducação Ambiental (Carvalho, Isabel C. M.Educação Ambiental: A Formação doSujeito Ecológico)
  44. 44. ISSO:
  45. 45. TRAZ COMO CONSEQUÊNCIAISSO:
  46. 46. É triste pensar quea natureza fala eque o gênerohumano não aouve.Victor Hugo
  47. 47. REFERENCIAS:http://leia-comatencao.blogspot.com.br/2010/07/capitalismo-vs-meio-ambiente.htmlacessado em 23 de abril de 2013http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfQ1sAH/processo-degradacao-rio-poti-sua-utilizacao-pelo-homem-resultados-breve-observacaoacessado em 23 de abril de 2013http://portfoliobiologia.blogspot.com.br/acessado em 23 de abril de 2013http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/esg61.htmacessado em 23 de abril de 2013http://www.teresina-pi-gov.com.br/noticias/semam/esgotamento-sanitario-e-a-solucao-para-aguapes-do-rio-poty-5392.html acessado em 23 de abril de 2013http://www.piauihoje.com/noticias/agonia-dos-poti-e-parnaiba-preocupa-ate-os-politicos-44455.html acessado em 23 de abril de 2013http://www.infoescola.com/ecologia/eutrofizacao/ acessado em 23 de abril de 2013

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