Manifestaciones de las Asociaciones de Profesores de Español en Brasil

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    Manifestaciones de las Asociaciones de Profesores de Español en Brasil - Presentation Transcript

    1. Já há várias Associações de Professores de Espanhol que se manifestaram sobre o acordo entre o MEC e o IC. Temos conhecimento de que já se posicionam em defesa da educação de qualidade no ensino de espanhol as associações de RJ, MS, ES, MT, SC, RO, MG e PR, além de SP. Sabemos que algumas escreveram cartas abertas ao Ministro da Educação, as de RJ, MT, MG, PR e SP. Também a Associação Brasileira de Hispanistas. Reproduzimos as cartas: SÃO PAULO - APEESP “Ao Exmo. Ministro da Educação Prof. Dr. Fernando Haddad Exmo. Sr. Surpreendidos pela notícia veiculada no portal do MEC sobre o acordo de difusão do idioma espanhol no Brasil que hoje o Ministério da Educação celebra com o Instituto Cervantes, com a finalidade de “promover o ensino do idioma no país” “por meio da educação a distância”, a APEESP – Associação de Professores de Espanhol do Estado de São Paulo –, vêm solicitar, através desta carta aberta, informações mais precisas em torno de dois aspectos que motivam nossa preocupação. Em primeiro lugar, segundo a informação veiculada no próprio portal do MEC, o acordo incluiria que “o Instituto Cervantes [...] será responsável por formar professores brasileiros”. Desejaríamos entender a que aspectos e níveis da formação docente visa o acordo, já que a legislação vigente prevê que a habilitação para o ensino regular só pode provir de instituições de ensino superior, não sendo esse o caso do Instituto Cervantes. Chama mais ainda a atenção tal informação quando nos remetemos às palavras do próprio ministro, que, em declaração veiculada nesse mesmo portal em 02/09/08, intitulada “Ministro atribui a universidades públicas a missão de formar professores”, disponível em http://portal.mec.gov.br/index.php? option=com_content&task=view&id=11172&Itemid=99999999, entre outras coisas, destacou o papel da universidade pública na formação do magistério. Por outra parte, se bem valorizamos a introdução de novas tecnologias no ensino, e da mesma maneira, o apoio que instituições nacionais ou estrangeiras possam prestar a respeito, preocupa-nos a informação, também constante no portal do MEC, de que o acordo prevê uma incidência que vai além do tecnológico e parece estender-se ao núcleo conceitual do planejamento educacional do país. Com efeito, a
    2. adoção da “metodologia do centro de ensino” (o Instituto Cervantes), de seu material didático e de seu “ambiente virtual” (que por incluir um desenho curricular não é apenas uma ferramenta), implica um evidente impacto no desenho de objetivos e conteúdos. Embora o conhecimento de diversas metodologias e pontos de vista, inclusive dos adotados em outros países e com outras finalidades, possa ser um ganho para a formação continuada do docente, o ganho seria convertido em perda se esse conhecimento particular da visão de uma instituição se oficializasse como orientação geral. Desse modo, não apenas inibiria a pluralidade de enfoques, mas também deixaria o ensino de espanhol no ensino regular fora de sua necessária interação com as outras disciplinas, ao contrário do que recomendam as Orientações Curriculares do próprio MEC, afastando-o, assim, da participação na formação integral do cidadão brasileiro. São Paulo, 04 de agosto de 2009 Diretoria da APEESP Presidente: Gustavo Leme Cezário Garcia Vice-Presidente: Adrián Pablo Fanjul 1º Secretário: Benivaldo José de Araújo Júnior 2ª Secretária: Maria Sílvia Pereira Rodrigues Alves Barbosa 1º Tesoureiro: Jamilson José da Silva 2º Tesoureiro: David Aparecido de Melo” RIO DE JANEIRO - APEERJ ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CNPJ 30.114.920/0001-00 Rio de Janeiro, 4 de agosto de 2009. Excelentíssimo Senhor Ministro da Educação Fernando Haddad,
    3. É com surpresa e muita indignação que recebemos hoje a notícia anexa, publicada na imprensa, sobre um acordo entre o Instituto Cervantes e o MEC para “formação” de professores de espanhol no nosso país. Devemos lembrar que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu artigo 62, afirma (grifo nosso): “A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade Normal.” Desconhecemos o conteúdo do referido acordo para “formação” de professores, mas, segundo as informações que possuímos até o momento, o Instituto Cervantes não é uma universidade ou um instituto superior de educação e, portanto, não está habilitado a oferecer cursos de licenciatura no Brasil. Também é importante citar que, segundo dados proporcionados pelo próprio MEC por intermédio do INEP, há no Brasil, hoje, 382 cursos autorizados ou reconhecidos de graduação em Letras-Espanhol, alguns com tradição de mais de meio século, oriundos das antigas faculdades de Letras Neolatinas. Nós, professores de espanhol do Rio de Janeiro, exigimos mais detalhes sobre esse acordo e, principalmente, mais respeito ao trabalho que há décadas desenvolvemos em prol do ensino de espanhol no Brasil. Necessitamos, sim, de vagas para a Licenciatura em Espanhol nas universidades públicas, novos concursos para professores da área em todos os âmbitos e melhores condições de trabalho. Do que, definitivamente, não precisamos são acordos com instituições estrangeiras para uma suposta formação de professores, atividade que nossas universidades desenvolvem muito bem, apesar de todas as dificuldades, há muitos anos. Atenciosamente, Associação de Professores de Espanhol do Estado do Rio de Janeiro Diretoria do Biênio 2008-2010 Luciana Maria Almeida de Freitas Elda Firmo Braga Fábio Sampaio de Almeida Maria Cristina Giorgi Viviane Conceição Antunes Lima Marianna Montandon
    4. Aline Machado da Silva PARANÁ - APEEPR ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DO PARANÁ (APEEPR) CNPJ: 78.782.158/0001-58 Cascavel, 04 de agosto de 2009. Excelentíssimo Senhor Ministro da Educação Fernando Haddad: Em virtude da notícia divulgada no Portal de Educação do MEC sobre o acordo entre o Instituto Cervantes e o Ministério da Educação do Brasil, nós, da Associação de Professores de Espanhol do Paraná, representantes de um grupo significativo de professores que atuam diretamente com o ensino língua espanhola no Estado do Paraná, gostaríamos de manifestar nossa indignação e também solicitar maiores esclarecimentos em relação à carta de “intenções”, assinada hoje pelo excelentíssimo ministro em presença da vice-presidente da Espanha, Maria Teresa de la Vega. Não restam dúvidas que para a efetiva implementação da Lei nº 11.161, que torna o ensino do espanhol obrigatório para todos os brasileiros interessados em aprender o idioma, serão necessários cursos de formação que capacitem os futuros profissionais. Entretanto, é de se estranhar que o MEC não tenha dado prioridade em estabelecer parcerias com aqueles que já há muito tempo têm colaborado para a
    5. consolidação do ensino do espanhol no Brasil, como as instituições de ensino superior e as associações de professores de língua espanhola. Ao levar em conta que a formação de professores é atribuição das instituições de ensino superior como consta no artigo 62 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: “A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação”, o Instituto Cervantes não atende, portanto, a essa exigência. Diante disso, consideramos que as Associações de Professores de Espanhol existentes no país e as universidades públicas brasileiras deveriam ser consultadas na busca de parcerias para a demanda de docentes da área. Vemos como comprometida a qualidade da formação dos docentes a serem formados de modo apartado das instituições de ensino superior reconhecidas pelo MEC. Além disso, os documentos norteadores do MEC para o ensino de espanhol como língua estrangeira ressaltam a importância do ensino de espanhol que atenda as particularidades e necessidades dos aprendizes brasileiros, o que não deveria ser responsabilidade exclusiva de uma instituição estrangeira. Não estamos preocupados com números, mas com a qualidade desses futuros docentes. A carga horária destinada a sua formação e as disciplinas que cursarão para tanto, bem como o estágio supervisionado da prática de ensino são fatores fundamentais nesse processo. Além disso, se não há espaço para pesquisa e extensão, pilares tão valorizados por todos os órgãos de fomento do país e pelo MEC, o perfil docente a ser construído será muito diferente do das instituições de nível superior brasileiras. Aguardamos mais esclarecimentos sobre o acordo. Atenciosamente, Associação de Professores de Espanhol do Estado do Paraná (APEEPR)
    6. Diretoria do Biênio 2009-2011 Greice da Silva Castela (Presidenta) Adriana Aparecida Figueiredo Fiuza (Vice-presidenta) Fabiane Sgarbossa (Secretária) Dari José Klein (Primeiro Secretário) Sonia Cristina Z. Carlotto (Tesoureira) Nildiceia Aparecida Rocha (Primeira Tesoureira) Mariana Girata Francis (Diretora de Eventos) Jacicarla Souza da Silva (Diretora de Imprensa e Intercâmbio) Luciana Mendes Vieira (Diretora de Desenvolvimento e Formação) MINAS GERAIS - APEMG Belo Horizonte, 5 de agosto de 2009. Excelentíssimo Senhor Ministro da Educação Fernando Haddad: A Associação de Professores de Espanhol de Minas Gerais (APEMG) tomou conhecimento ontem, dia 4 de agosto de 2009, por meio de notícia publicada no portal do MEC, de que foi firmado um acordo no qual "o Instituto Cervantes, centro de ensino com sede na Espanha, com nove filiais no Brasil, será responsável por formar professores brasileiros e tornar disponíveis recursos didáticos e técnicos para o ensino do espanhol nas escolas públicas." <http://portal.mec.gov.br/index.php? option=com_content&view=article&id=14072>. Como uma entidade que congrega e representa professores do estado de Minas Gerais, ficamos surpresos com essa informação, na medida em que ela contraria a legislação vigente, a qual atribui às Instituições de Ensino Superior (IES) a competência para formação de docentes. Assim consta no Art. 62 da LDB (Lei Nº 9.394/1996 - grifo nosso): "A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade Normal". Aproveitamos também para esclarecer que, desde que a Lei 11.161/2005 foi publicada, muito pouco tem sido feito em Minas Gerais para a efetiva implantação do ensino de espanhol nas escolas públicas. O Governo, tanto no âmbito federal como estadual, não abriu nenhum concurso para atender as escolas públicas de ensino médio e, por esse motivo, muitos dos profissionais devidamente habilitados para exercerem a função de professores de espanhol estão desempregados e também
    7. algumas das IES que tinham aberto Licenciatura em Letras Espanhol acabaram fechando seus cursos. Tendo em vista a situação relatada, solicitamos esclarecimentos sobre o acordo divulgado no portal do MEC e também na imprensa. Colocamo-nos dispostos para um diálogo, que poderá certamente contribuir para a implantação da língua espanhola com qualidade nas escolas da educação básica. Respeitosamente, Diretoria da Associação de Professores de Espanhol de Minas Gerais Presidente: José Pires Cardoso Diretor de formação e eventos: Eduardo Tadeu Roque Amaral Diretora de formação e eventos adjunta: Julieta Sueldo Boedo Secretária Geral: Elizabeth Guzzo de Almeida Secretária Adjunta: Thais de Almeida Maia Diretor Financeiro: Guillermo Marcelo Pankiewicz Diretora Financeira Adjunta: Ana Paula Alves MATOGROSSO - AMPLE ASSOCIAÇÃO MATOGROSSENSE DE PROFESSORES DE ESPANHOL AMPLE CNPJ 02.215.110/0001-04 Cuiabá, 4 de agosto de 2009. Excelentíssimo Senhor Ministro da Educação Fernando Haddad, É com perplexidade e muita indignação que recebemos hoje a notícia anexa, publicada na imprensa, sobre um acordo entre o Instituto Cervantes e o MEC para “formação” de professores de espanhol no nosso país. Devemos lembrar que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu artigo 62, afirma (grifo nosso): “A formação de docentes para atuar na educação básica far- se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade Normal.” Desconhecemos o conteúdo do referido acordo para “formação” de professores, mas, segundo as informações que possuímos até o momento, o Instituto Cervantes não é
    8. uma universidade ou um instituto superior de educação e, portanto, não está habilitado a oferecer cursos de licenciatura no Brasil. Também é importante citar que, segundo dados proporcionados pelo próprio MEC por intermédio do INEP, há no Brasil, hoje, 382 cursos autorizados ou reconhecidos de graduação em Letras-Espanhol, alguns com tradição de mais de meio século, oriundos das antigas faculdades de Letras Neolatinas. Nós, professores de espanhol de Cuiabá, juntamente com professores de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santos, Mato Grosso do Sul, entre outros estados, solicitamos mais detalhes sobre esse acordo e, principalmente, mais respeito ao trabalho que há décadas profissionais comprometidos vêm desenvolvendo em prol do ensino de espanhol no Brasil, superando barreiras e dificuldades no sentido de oferecer um ensino de qualidade. Necessitamos, sim, de vagas para professores em cursos de Licenciatura em Espanhol nas Universidades e Instituições de Ensino públicas, incentivos à realização de cursos, congressos e concursos para professores da área em todos os âmbitos. Melhores remunerações e condições de trabalho, incentivos a projetos de formação continuada como cursos de pós-graduação reconhecidos e acessíveis com Instituições estrangeiras e não uma formação de professores, pois nossas universidades a desenvolvem muito bem, apesar de todas as dificuldades. Atenciosamente, Associação Matogrossense de Professores de Espanhol AMPLE Diretoria do Biênio 2009-2010 Geni Hiroko Hara Miyashita Célia Rosa Taques Oliveira Gomes Gisele Cristine Estral dos Santos Olga Malvina Brasil Gomes Terezinha Hota da Silva ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HISPANISTAS (ABH)
    9. Ao Exmo. Ministro da Educação Prof. Dr. Fernando Haddad Exmo. Sr., A Associação Brasileira de Hispanistas (ABH) tomou conhecimento, no dia 04 de agosto de 2009, por meio de notícia veiculada no portal do MEC, de que foi firmado um acordo no qual o Instituto Cervantes “será responsável por formar professores brasileiros e tornar disponíveis recursos didáticos e técnicos para o ensino do espanhol nas escolas públicas”. Diante de tal fato, vimos, por este intermédio, solicitar maiores informações sobre o conteúdo do documento assinado, assim como certos esclarecimentos sobre algumas contradições que tal medida suscita, a saber: - em primeiro lugar, reconhecemos que, para a efetiva implementação da Lei Nº 11.161/2005, seriam necessários cursos de atualização e/ou capacitação para os profissionais da área. Desejaríamos, portanto, entender a que aspectos e níveis da formação docente visa o acordo, já que a legislação vigente prevê – e este Ministério tem constantemente afirmado – que a habilitação para o ensino regular compete às instituições de ensino superior. No Brasil, atualmente, segundo dados do próprio MEC, há centenas de cursos que formam professores de espanhol; - por outra parte, embora sejamos conscientes da importância da valorização de novas tecnologias no ensino e, da mesma maneira, do apoio que instituições nacionais ou estrangeiras possam prestar neste quesito, preocupa-nos a informação, também constante no portal do MEC, de que o acordo prevê uma incidência que vai além do nível meramente tecnológico e parece estender-se ao núcleo conceitual do planejamento educacional, ao prever a utilização de conteúdos programáticos elaborados pela referida instituição estrangeira; - ademais, temos conhecimento de que o MEC está promovendo uma avaliação de livros didáticos para o ensino de espanhol no nível fundamental, integrante do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), que busca garantir a conformidade destes materiais com as Orientações Curriculares, ou seja, de acordo com os ideais de uma formação integral do indivíduo, voltada para o exercício da cidadania. Neste sentido, gostaríamos de perguntar em que momento o MEC analisou a metodologia e o material didático a serem utilizados pelo Instituto Cervantes e, mais especificamente, se estes também foram aprovados tendo em conta a garantia dos mesmos princípios que regem as escolhas do PNLD. Acreditamos que seja conveniente que, para garantir a pluralidade de pontos de vista, ao se estabelecer esse tipo de acordos ou convênios que visem à capacitação e/ou atualização de docentes de língua espanhola para brasileiros, seja considerada não somente a diversidade do universo cultural de que essa língua faz parte, mas também o conhecimento que tem sido produzido pela comunidade que se dedica aos
    10. estudos hispânicos nas universidades do país acerca do ensino dessa língua estrangeira no contexto brasileiro. Esperamos que estas questões sejam respondidas e que o teor do referido acordo seja esclarecido o mais brevemente possível. Atenciosamente, Assis, 06 de agosto de 2009 Diretoria da Associação Brasileira de Hispanistas Presidente: Antonio Roberto Esteves (UNESP–Assis) Vice-Presidente: Ucy Soto (UNESP–Araraquara) 1a Secretária: Kelly C. H. P. de Carvalho (UNESP–Assis) 2ª Secretária: Ester Myriam Rojas Osório (UNESP–Assis) 1a Tesoureira: Neide Elias (FATEC-Carapicuíba) 2a Tesoureira: Fernanda dos Santos Castelano Rodrigues (UFSCar) Para mantenerte informado y participar en los debates que se han originado a partir de este acuerdo, los profesores de español en Brasil han creado una lista de discusión en http://br.groups.yahoo.com/group/eledobrasil

    + tabanotabano, 3 months ago

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