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Slide de histologia - tecido ósseo
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Slide de histologia - tecido ósseo

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Transcript

  • 1. SEMINÁRIO DE HISTOLOGIA TECIDO ÓSSEO CURSO: ENFERMAGEM Discente: Suzana Ribeiro Edvânia Jaqueline Tarcílio Sampaio Bárbara Sâmara Docente: Daniele Apoluceno
  • 2. O que é tecido? TECIDO É O CONJUNTO DE CÉLULAS ESPECIALIZADAS COM FUNÇÕES E FORMAS SEMELHANTES. EPITELIAL MUSCULAR NERVOSO ADIPOSO
  • 3. TECIDO ÓSSEO É UM CONJUNTO DE CÉLULAS ESPECIALIZADAS COM A FUNÇÃO DE FORMAR O OSSO EM SUA CONSTITUIÇÃO E FORMA.
  • 4. Função do tecido ósseo SUPORTE
  • 5. PROTEÇÃO
  • 6. ALOJAMENTO DA MEDULA E HEMATOPOIESE
  • 7. MOVIMENTAÇÃO E APOIO
  • 8. ARMAZENAMENTO
  • 9. AUXILIA NA OSSIFICAÇÃO FETAL Mais de 90% do cálcio do corpo está presente nos ossos, para garantir a solidez do esqueleto, suprir o organismo com o mineral e preservar as funções vitais por meio da reabsorção óssea
  • 10. CONSTITUIÇÃO DO TECIDO ÓSSEO •O TECIDO ÓSSEO É UM TIPO DE CONJUNTIVO ESPECIAL. •CONSTITUÍDO POR CÉLULAS, MATERIAL EXTRA CELULAR CALCIFICADO E MATRIZ ÓSSEA.
  • 11. Osteócitos Ficam localizados em cavidades na matriz óssea, chamadas de lacunas, sendo que cada uma abriga apenas um osteócito. Por entre os canalículos estas células se comunicam e trocam moléculas e íons pelas junções gap (junções celulares). Possuem um formato achatado, semelhantes a amêndoas, possuem certa quantidade reticulo endoplasmatico rugoso, complexo de golgi, pequeno e núcleo com cromatina condensada. São células de extrema importância na manutenção da matriz óssea.
  • 12. Osteoblastos • São os produtores da parte orgânica da matriz (colágeno tipo I, proteoglicanas e glicoproteínas). • São capazes de concentrar fosfato e cálcio, participando da mineralização da matriz. • Estão nas superfícies ósseas. • Quando presos pela matriz transforman-se em osteócitos.
  • 13. OSTEOCLASTOS •SÃO CÉLULAS GIGANTES MÓVEIS, MULTINUCLEADAS. ABSORVEM O OSSO PARTICIPANDO DO PROCESSO DE REMODELAÇÃO ÓSSEA. A SUPERFICIE ATIVA DESSA CÉLULA , APRESENTA PROLONGAMENTOS VILOSOS IRREGULARES QUE É O LOCAL DE ADESÃO DA CÉLULA COM A MATRIZ ÓSSEA; ONDE TEM LUGAR PARA A REABSORÇÃO DO TECIDO.
  • 14. OSTEOCLASTO
  • 15. MATRIZ ÓSSEA • 50% é parte inorgânica (cálcio e fosfato – Ca10(PO4)6(OH)2; • A parte orgânica é formada por fibras colágenas, constituída por colágeno tipo I e por pequena quantidade de proteoglicanas e glicoproteínas.
  • 16. LÂMINAS – TECIDO ÓSSEO COMPACTO OSSO COMPACTO / FÊMUR SETA MAIOR – CANAL DE HAVERS SETA MENOR – OSTEOPLASTOS (Originam os Osteócitos, Cujos Armazenam cálcio)
  • 17. TECIDO ÓSSEO ESPONJOSO DIFERENTE DO COMPACTO, O ESPONJOSO NÃO SE ORGANIZA EM SISTEMAS DE HAVERS. VEJA OS ESPAÇOS CARACTERÍSTICOS; AS ARÉOLAS SÃO ESPAÇOS INTERPOSTOS PREENCHIDOS POR CÉLULAS DA MEDULA ÓSSEA.
  • 18. CLASSIFICAÇÃO MACROSCÓPICA •OSSO COMPACTO: Denso (não há cavidades visíveis).
  • 19. •OSSO ESPONJOSO: Poroso (distribuição irregular de fibras).
  • 20. LOCALIZAÇÃO DO OSSO COMPACTO E ESPONJOSO
  • 21. CLASSIFICAÇÃO MICROSCÓPICA É DIVIDIDA EM DUAS CLASSIFIAÇÕES: • Osso primário ou imaturo: Apresenta fibras colágenas dispostas em várias direções e apresenta menor quantidade de sais minerais e maior proporção de osteócitos do que o tecido lamelar.
  • 22. •Osso secundário ou lamelar: Possui fibras colágenas organizadas em lamelas paralelas em torno dos vasos formando os sistemas de Havers. Possui cálcio em grande quantidade e esse arranjo lamelar ajuda a distribuir o peso pelo osso. É o osso compacto visto a olho nu.
  • 23. TIPOS DE OSSIFICAÇÃO A FORMAÇÃO DO TECIDO ÓSSEO PODE SE DAR POR DOIS PROCESSOS: -OSSIFICAÇÃO INTAMEMBRANOSA - OSSIFICAÇÃO ENDOCONDRAL.
  • 24. OSSIFICAÇÃO INTRAMEMBRANOSAS A ossificação intramembranosa é um dos dois tipos de formação óssea e é responsável pelo desenvolvimento dos ossos chatos, especialmente aqueles que se encontram no crânio. Esse tipo de ossificação acontece no interior das membranas do tecido conjuntivo, o chamado centro de ossificação primária. As células mesenquimáticas se diferenciam em osteoblastos. Dando origem aos osteócitos. Estes processos acontecem simultaneamente. Desse modo, as traves ósseas formadas dão aspecto esponjoso ao osso, propiciando a penetração de vasos sanguíneos nessas cavidades formadas, originando a medula óssea. A parte da membrana conjuntiva que não sofre ossificação passa a constituir o endósteo e o periósteo, para dentro e para fora.
  • 25. Enquanto na ossificação endocondral ocorre o desenvolvimento ósseo do centro para as extremidades, na intramembranosa ocorre de forma diferente, partindo de núcleos de ossificação, que se expandem e se juntam ao longo do tempo. O crânio, por exemplo, ossifica desta maneira. Por esse motivo, deve-se tomar cuidado ao pegar na cabeça dos recém-nascidos.
  • 26. OSSIFICAÇÃO ENDOCONDRAL • A ossificação endocondral ocorre cartilagem hialina. De forma parecida a do osso que se vai formar,porém de tamanho menor. Este tipo de ossificação é o principal responsável pela formação dos ossos curtos e longos. A ossificação endocondral consiste essencialmente em dois processos. • Primeiro, a cartilagem hialina sofre modificação, havendo hipertrofia dos condrócitos, redução da matriz cartilaginosa a finos tabiques, sua mineralização e a morte dos condrócitos por apoptose. • Segundo, as cavidades previamente ocupadas pelos condrócitos são invadidas por capilares sanguíneos e células osteogênicas vindas do conjuntivo adjacente
  • 27. • Os osteoblastos, ao produzir a matriz óssea acabam se englobando, dando origem a lacunas. A partir desde momento o osteoblasto é denominado osteócito, quanto está totalmente imerso na matriz óssea. Simultaneamente à produção de matriz pelos osteoblastos, há a invasão da região mediana do osso por osteclastos, derivados de macrófagos da corrente sanguínea, que pelo processo de reabsorção óssea criam um canal interno, que rapidamente se expande longitudinalmente no osso, formando o canal medular.
  • 28. • Esse tipo de ossificação é característico dos disco epifisários onde são observadas várias faixas de acordo com o estágio de ossificação: • 1. Zona de Repouso • 2. Zona de Proliferação • 3. Zona de Cartilagem Hipertrófica • 4. Zona de Cartilagem Calcificada • 5. Zona de Ossificação
  • 29. 1
  • 30. REPARAÇÃO ÓSSEA A quantidade de massa óssea presente no esqueleto é o resultado da formação e da reabsorção. Este turn over está diretamente relacionado à necessidade corporal de manter uma concentração fisiológica de cálcio ionizado nos fluidos orgânicos e, especialmente, à necessidade de manter a integridade estrutural do esqueleto. No processo fisiológico normal, a reabsorção e a formação ósseas estão intimamente relacionadas em tempo, grau e espaço, tanto que a formação óssea só é ativada depois que estiver estabelecida uma área de absorção. O metabolismo ósseo é influenciado por vários fatores hormonais, locais, comportamentais e ambientais, além de forças mecânicas, elétricas, químicas e magnéticas. Esse mecanismo é relativamente rápido no osso trabecular ( osso esponjoso) e mais lento no osso cortical (osso compacto).
  • 31. • Fraturas e osteoclastos • De forma bem simplificada, podemos dizer que fratura é a quebra de um osso. Quando ocorre, o procedimento normal é a redução dessa fratura, isto é, a aproximação dos cotos (partes fraturadas), e a imobilização até a formação do calo ósseo e sua completa calcificação.
  • 32. • Os osteoclastos também estão envolvidos na reparação de fraturas. Após a quebra do osso, ocorre uma intensa proliferação do periósteo. Isso leva a formação de um anel, o calo ósseo, que envolve os pedaços quebrados. Simultaneamente, os osteoclastos iniciam a remoção de células ósseas mortas e do coágulo formado, já que na fratura há uma hemorragia considerável.
  • 33. • O periósteo fornece novas células iniciadoras de osso imaturo, que une provisoriamente os pedaços separados. Com o passar do tempo, ocorre uma remodelação do calo ósseo e, aos poucos, a estrutura óssea é refeita com a participação de osteoclastos e osteoblastos, até que a fratura esteja consolidada.
  • 34. FONTE BIBLIOGRÁFICA: •HISTOLOGIA BÁSICA (Carneiro e Junqueira).