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Susi Ige

  1. 1. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (conclusão) - 8 de Dezembro de 2009 A Formanda: Susana Frikh (IGE) MODELO RBE PARA A AUTO- AVALIAÇÃO DA BE Campos de análise Tópicos descritores dos campos de Domínio/subdomínio análise D.3.2. Adequação dos livros e de outros 1. Contexto e caracterização geral da 1.1. Contexto físico e social recursos de informação (no local e online) às Escola necessidades curriculares e aos interesses dos utilizadores na escola/agrupamento. A.2.5. Impacto da BE no desenvolvimento de valores e atitudes indispensáveis à formação da cidadania e à aprendizagem ao longo da vida. 1.2. Dimensão e condições físicas da escola D1.1.Integração da BE na escola/ Agrupamento D.1.3 Resposta da BE às necessidades da escola e dos utilizadores. D.2.4 Resposta dos computadores e 1.3. Caracterização da população discente equipamentos tecnológicos ao trabalho e aos novos desafios da BE.
  2. 2. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (conclusão) - 8 de Dezembro de 2009 A Formanda: Susana Frikh C.1.4. Disponibilização de espaços, tempos e recursos para a iniciativa e intervenção livre dpos alunos D.2.3. Adequação da BE em termos de espaço às necessidades da escola/agrupamento. 1.4. Pessoal docente D.2.1 Liderança do professor bibliotecário na escola/agrupamento. D.2.2 Adequação dos recursos humanos às necessidades de funcionamento da BE na escola/agrupamento. C.2.4. Estímulo à participação e mobilização dos pais/EE em torno da promoção da leitura e do desenvolvimento de competências das crianças e jovens que frequentam a escola. 1.5. Pessoal não docente C.2.5. Abertura da biblioteca à comunidade.
  3. 3. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (conclusão) - 8 de Dezembro de 2009 A Formanda: Susana Frikh 1.6. Recursos financeiros D.3.1 necessidades curriculares Planeamento/ gestão da colecção de acordo com a inventariação das e dos utilizadores da escola /agrupamento. B.2 Integração da BE nas estratégias e 2. O Projecto Educativo 2.1. Prioridades e objectivos programas de leitura ao nível da escola C.2.1 Envolvimento da BE em projectos da respectiva escola /agrupamento ou desenvolvidos em parceria, a nível local ou mais amplo. D.1.3 Resposta da BE às necessidades da escola - Os recursos e serviços da BE respondem às metas e estratégias definidas no projecto educativo
  4. 4. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (conclusão) - 8 de Dezembro de 2009 A Formanda: Susana Frikh 2.2. Estratégias e planos de acção D.1.1 Integração/acção da BE na escola - O plano de desenvolvimento da BE acompanha o projecto educativo A.1.1 Cooperação da BE com as estruturas 3. A organização e gestão da escola 3.1. Estruturas de gestão de coordenação educativa e supervisão pedagógica da escola/agrupamento D.1.2 Articulação entre a BE e as demais estruturas de coordenação educativa
  5. 5. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (conclusão) - 8 de Dezembro de 2009 A Formanda: Susana Frikh 3.2. Gestão Pedagógica D.3.6. Gestão cooperativa da colecção A.1.3 Articulação da BE com os docentes responsáveis pelos serviços de apoios especializados e educativos (SAE) A.1.6 Colaboração da BE com os docentes na concretização das actividades curriculares desenvolvidas no espaço da BE ou tendo por base os seus recursos 3.3. Procedimento de auto-avaliação D.1.4 Avaliação da BE na Escola /agrupamento. institucional A.2.5 Impacto da BE no desenvolvimento de valores e atitudes indispensáveis à formação 5. Clima e ambiente educativos 5.1. Disciplina e comportamento cívico da cidadania e à aprendizagem ao longo da vida
  6. 6. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (conclusão) - 8 de Dezembro de 2009 A Formanda: Susana Frikh 5.2. Motivação e empenho A.1.2 Parceria da BE com os docentes responsáveis pelas áreas curriculares não disciplinares (ACND) da escola/agrupamento. A.1.3 Articulação da BE com os docentes responsáveis pelos serviços de apoios especializados e educativos (SAE) da escola /agrupamento. A.1.4 Ligação da BE ao Plano Tecnológico da Educação (PTE) e a outros programas e projectos curriculares de acção, inovação pedagógica e formação existentes na escola/agrupamento. A.1.6 Colaboração da BE com os docentes na concretização das actividades curriculares desenvolvidas no espaço da BE ou tendo por base os seus recursos. C.1.1 Apoio à aquisição e desenvolvimento de métodos de trabalho e de estudo
  7. 7. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (conclusão) - 8 de Dezembro de 2009 A Formanda: Susana Frikh autónomos. A.2.1 Organização de actividades de formação de utilizadores na escola /agrupamento. A.2.2 Promoção do ensino em contexto de 6. Resultados 6.1. Resultados académicos competências de informação da escola/agrupamento. A.2.3 Promoção do ensino em contexto de competências tecnológicas e digitais na escola/agrupamento. A.2.4 Impacto da BE nas competências tecnológicas, digitais e de informação dos alunos B.3 Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos no âmbito da leitura e da literacia
  8. 8. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (conclusão) - 8 de Dezembro de 2009 A Formanda: Susana Frikh A.2.5 Impacto da BE no desenvolvimento de valores e atitudes indispensáveis à formação da cidadania e à aprendizagem ao longo da 6.2. Resultados sociais da educação vida

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