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  • 1. Porto, 2009
  • 2. INTRODUÇÃO  Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de Gerontologia Clínica e tem como objectivo fundamental abordar a temática da violência na terceira idade.  São feitas ainda algumas referências a aspectos em torno do tema central como: a velhice, os papéis do idoso, a gerontologia e geriatria…
  • 3. A VELHICE – O que é? É uma etapa da vida de um indivíduo ; Varia consoante a cultura e o desenvolvimento da sociedade em que vive; Alguns problemas de saúde começam a ser mais frequentes e, outros, incomuns nas fases de vida anteriores, começam a aparecer.
  • 4. IDOSO - Papéis  As representações do papel do idoso têm- se mostrado diferentes na sociedade actual;  A representação da velhice como processo de perdas, tem sofrido uma inversão, sendo essa etapa valorizada e privilegiada tendo em vista as novas conquistas em busca de:  Prazer  Satisfação  Realização pessoal
  • 5. A VELHICE - Estatísticas  Dados da OMS (Organização Mundial de Saúde)  em 2025 1,2 biliões de pessoas com mais de 60 anos, sendo que os “muito” idosos (com 80 ou mais anos) constituem o grupo de maior crescimento; a maior parte dessas pessoas (aproximadamente 75%) vive nos países desenvolvidos.
  • 6. A VELHICE - Estatísticas  Dados do INE (Instituto Nacional de Estatística):  entre 1960 e 1998 o envelhecimento da população portuguesa traduziu-se por um decréscimo de 35,1% na população jovem (entre os 0 e os 14 anos). Em 2001, a proporção de idosos em Portugal (16,4%) ultrapassou, pela primeira vez, a proporção de jovens (16,0%): a relação era de 103 idosos para cada 100 jovens;  para este rácio contribuiu muito o peso da população feminina – em 2001 havia 122 mulheres idosas para cada 100 mulheres jovens.
  • 7. A VELHICE - Previsões  Estima-se que, em 2020, os idosos passarão a representar 18,1% da população e os jovens 16,1%;  Por seu turno, os idosos com mais de 75 anos representarão 7,7% da população;  Num futuro muito próximo, existirão muito mais idosos acima dos 85 anos, sendo maior a probabilidade de ocorrência de situações de dependência e de maus tratos.
  • 8. GERIATRIA
  • 9. GERONTOLOGIA  Surgiu no século XX;  ger(o)n (= velho) e log(o) + ia (= estudo) “Estudo da velhice”  Conceito introduzido por Élie Metchnikoff, em 1903, e significa o estudo científico do processo de envelhecimento de todas as coisas vivas e dos múltiplos problemas que envolvem a pessoa idosa.
  • 10. GERONTOLOGIA  “Hoje é considerada como a ciência que estuda o processo de envelhecimento dos seres vivos: vegetais, animais e o Homem.” (Costa & Terra, 2006, p.22)
  • 11. GERONTOLOGIA Ciência Multidisciplinar
  • 12. VIOLÊNCIA NA 3ª IDADE  Os idosos são vítimas dos mais diversos tipos de violência: insultos e agressões físicas praticadas por familiares e cuidadores (violência doméstica), maus-tratos em transportes ou instituições públicas e privadas e as decorrentes de políticas socioeconómicas que reforçam as desigualdades presentes na sociedade (violência social).
  • 13. MAUS TRATOS A IDOSOS • Uso intencional da força física ou do poder, real ou em OMS ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa, ou contra um grupo ou uma comunidade, que resulte ou tenha grande probabilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação Fernandes • Comportamento destrutivo, dirigido a um adulto idoso, que ocorre num contexto de confiança e cuja frequência (única ou regular) não só provoca sofrimento físico, psicológico e emocional, como (1998) representa uma séria violação dos direitos humanos Rede Internacional para a Prevenção • É um acto (único ou repetido) ou omissão que cause dano ou aflição e que se produz em qualquer relação na qual exista dos Maus Tratos expectativa de confiança. Tal acto refere-se a abusos físicos, psicológicos, sexuais, abandono, negligências, abusos contra o idoso financeiros e auto-negligência (1995)
  • 14. MAUS TRATOS A IDOSOS  Algumas pesquisas realizadas, por exemplo, na Austrália, no Canadá, na Inglaterra e na Irlanda do Norte concluíram que a proporção de pessoas idosas que sofrem maus tratos oscila entre os 3% e os 10%.  No Canadá 55% dos casos denunciados eram de abandono, 15% de maltrato físico e 12% de exploração económica.  Nos Estados Unidos da América, o Nacional Center on Elder Abuse registou, entre 1986 e 1996, um aumento dos casos de maltrato de idosos declarados pelos serviços estatais de protecção à pessoa idosa na ordem dos 150%. Entre os agressores contavam-se os filhos adultos (37%), os cônjuges (13%) e, por último, outros membros da família (11%). No mesmo país, um estudo realizado em contextos institucionais, durante um ano, concluiu que 36% do pessoal de enfermagem tinha tido um incidente de maltrato físico, 81% tinha observado situações de abuso psicológico e 40% abusou verbalmente de um idoso residente.
  • 15. MAUS TRATOS A IDOSOS A Família
  • 16. Violência Familiar vs Violência Doméstica  A violência familiar implica a existência de laços de parentesco, ocorre, portanto, ligada ao laço familiar, dentro ou fora do domicílio da vítima;  A violência doméstica implica a proximidade do agressor para com a vítima, não exactamente ligada a laços de parentesco, podendo, portanto, ser exercida por pessoas que compartilhem o espaço doméstico do idoso, como empregados, visitantes
  • 17. MAUS TRATOS A IDOSOS  Tais definições servem para ilustrar que o agressor do idoso é, na maioria das vezes, alguém próximo do mesmo; a dependência, seja ela de qualquer um ou de ambos os lados, é um factor que aumenta o risco de violência
  • 18. CARACTERÍSTICAS E FACTORES DO AGRESSOR  Mora com a vítima;  É financeiramente dependente dela;  Abusa de álcool e drogas;  Vínculos familiares desestruturados;  Pouca comunicação e afecto;  Isolamento social dos familiares da pessoa de idade avançada;  O idoso ter sido ou ser uma pessoa agressiva nas relações com os seus familiares;  Antecedentes de violência familiar;  Os cuidadores terem sido vítimas de violência doméstica, padecerem de depressão ou de qualquer tipo de sofrimento mental ou psiquiátrico
  • 19. MANIFESTAÇÕES
  • 20. MANIFESTAÇÕES  Maus-tratos físicos: uso da força física para compelir os idosos a fazerem o que não desejam, para feri- lo, provocar-lhes dor, incapacidade ou morte.  Maus-tratos psicológicos: agressões verbais ou gestuais com o objectivo de aterrorizar os idosos, humilhá-los, restringir sua liberdade ou isolá- los do convívio social.  Abuso financeiro ou material: exploração imprópria ou ilegal dos idosos ou uso não consentido por eles dos seus recursos financeiros e patrimoniais.
  • 21. MANIFESTAÇÕES  Abuso sexual: refere-se ao acto ou jogo sexual de carácter homo ou hetero relacional, utilizando pessoas idosas. Visam obter excitação, relação sexual ou práticas eróticas por meio de aliciamento, violência física ou ameaças.  Negligência: recusa ou omissão de cuidados devidos e necessários aos idosos por parte dos responsáveis familiares ou institucionais. Geralmente, manifesta-se associada a outros abusos que geram lesões e traumas físicos, emocionais e sociais, em particular, para os que se encontram em situação de múltipla dependência ou incapacidade.
  • 22. MANIFESTAÇÕES  Abandono: ausência ou deserção dos responsáveis governamentais, institucionais ou familiares de prestarem socorro a uma pessoa idosa que necessite de protecção.  Auto-abandono ou auto-negligência: conduta de uma pessoa idosa que ameace a sua própria saúde ou segurança, com recusa ou fracasso de prover a si próprio o cuidado adequado
  • 23. OUTRAS FORMAS DE VIOLÊNCIA  Violência estrutural: desigualdade social, pobreza, miséria e discriminação.  Violência institucional: sobretudo nas instituições públicas de prestação de serviços.
  • 24. PAPEL DOS PROFISSIONAIS  Promover a saúde dos idosos;  Prevenir as doenças, sequelas e complicações e a manutenção da capacidade funcional do idoso;  Preservar a independência e autonomia da pessoa idosa;  Identificar a ocorrência de violência;  Elaboração de estratégias de intervenção adequadas;  Intervir no ambiente familiar.
  • 25. AVALIAÇÃO  Exame Físico  Deve conter um exame minucioso do aspecto geral (limpeza, higiene e roupas), peles e membranas mucosas (verificar se há lesões cutâneas, hematomas, úlceras de pressão), cabeça, pescoço e tronco (hematomas, lacerações, cortes), extremida des, exame de estado mental
  • 26. AVALIAÇÃO  História-clínica, social e familiar  Procurar entrevistar e examinar o idoso em situação de privacidade, sem a presença do seu cuidador, familiar ou profissional;  Explicar ao cuidador ou acompanhante que ele também será entrevistado logo após, pois essa é a rotina do serviço (a história do possível agressor também é muito importante).
  • 27. CONCLUSÃO  Conclui-se que, ao contrário do que geralmente se pensa, a violência não é sinónimo de agressão física – existem vários tipos de violência que podem causar danos no indivíduo. Isto transpõe-se ao caso da violência na terceira idade.  Além disso a violência na terceira idade é, na maior parte dos casos, um acto cometido e omitido por parte dos familiares do idoso.  Hoje em dia esta problemática é cada vez mais reconhecida na sociedade e existem cada vez mais técnicos a intervirem nestes casos.

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