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Planejamento pedagogico
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Planejamento pedagogico

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  • 1. PLANEJAMENTO “ A experiência não vem de se ter vivido muito, mas de se ter refletido intensamente sobre o que se fez e sobre as coisas que aconteceram.” (Danilo Goldin)
  • 2. É notório o fato de o planejamento ser uma necessidade constante em todas as áreas da atividade humana. Cada vez mais, a atitude de planejar ganha importância e torna-se mais necessária principalmente nas sociedades complexas do ponto de vista organizacional. Hoje em dia, fala-se muito do ato de planejar e de sua importância. Mas, afinal, o que é planejamento? Planejar é analisar uma dada realidade, refletindo sobre as condições existentes, e traçar estratégias de ação para superar as dificuldades e alcançar os objetivos desejados. Portanto, o Planejamento é um processo mental que envolve análise, reflexão e previsão. Nesse sentido, planejar é uma atividade tipicamente humana e está presente na vida de todos os indivíduos, nos mais variados momentos.
  • 3. PLANEJAR POR QUÊ?
  • 4. A primeira coisa que nos vem a mente quando perguntamos sobre a finalidade do planejamento é a eficiência. Com relação ao planejar podemos afirmar o seguinte: o planejamento é um norteamento (roteiro), sem certeza dos pontos de chegada. Por esta razão todo planejamento busca estabelecer a relação entre a previsibilidade e a surpresa. Devemos considerar que cada relação sempre terá os componentes da incerteza, da singularidade e do conflito de valores. O planejamento visa também a eficácia por isso é importante que façamos as coisas como devem ser feitas. O sucesso das nossas ações dependem de um bom planejamento, para tanto, precisamos concebê-las como uma prática que sublinhe a participação, a democracia e a libertação. Portanto, planejamos porque acreditamos que o plano serve de suporte para o encaminhamento das mudanças, além de tornar real aquilo que se deseja, promovendo o desenvolvimento de alguém ou de algo. Planejamos porque não podemos e não devemos pegar a “receita do bolo” do meu colega, colocar em uma forma diferente e esperar os mesmos resultados. Nós mesmos devemos criar a nossa receita, com ingredientes que dispomos e aplicá-los na forma apropriada.
  • 5. POR QUE NÃO GOSTAMOS DE PLANOS?
  • 6. Existe um relacionamento quase cômico entre a atividade de planejar e a de arquivar. A crença geral de que fazer planos é uma tarefa com o valor em si mesma, da qual nada se espera realmente. Por que teriam os planos chegado a tal descrédito? Porque, de fato, eles não têm servido para nada e porque, como atividade lúdica, eles são quase sem graça. Em primeiro lugar, a própria existência do “planejador” bloqueia a execução do plano. Parece claro que, se há “planejadores” há “executores” e depois “avaliadores”. Em geral, os “planejadores” são poucos e os “executores”, uma porção. Em segundo lugar, quase como conseqüência, o fato de se pensar planejamento como uma “fábrica de planos” como um reunir idéias, como “bolar” algo – o que é uma compreensão parcial do planejamento – limita as preocupações a uma etapa, a da elaboração, deixando esquecidas as etapas da execução e da avaliação do plano. O importante é que, descobrindo por que não se realizam os planos, aumentamos nossa condição de participar de um processo de planejamento que seja um meio de esclarecer e tornar precisa a ação do grupo em que estamos.
  • 7. PLANEJAR: QUEM PARA QUEM?
  • 8. Quem planeja é o professor, para oportunizar condições que favoreçam a melhoria da aprendizagem do aluno e também do próprio processo de ensino-aprendizagem. Ao planejar, o professor precisa considerar alguns componentes fundamentais:
  • 9. 1. O professor precisa conhecer-se do ponto de vista de sua própria personalidade. Esse conhecimento é importante para a escolha de estratégias pedagógicas, cujo sucesso ou fracasso poderá depender de suas características psicossociais. 2. O professor precisa conhecer seus alunos com suas características psicossociais e cognitivas, pois cada aluno é cada aluno e cada turma é cada turma. 3. O professor precisa conhecer a produção do conhecimento (epistemologia) e a metodologia mais adequada às características da disciplina com que trabalha. 4. O professor precisa conhecer o contexto social de seus alunos. Este conhecimento o levará a identificar as situações complexas relevantes para o grupo e escolher estratégias contextualizadas que favoreçam à aprendizagem significativa.
  • 10. O PLANEJAMENTO DE ENSINO
  • 11. O planejamento deve estar presente em todas as atividades escolares e para isso faz-se necessário: - pesquisar sempre; - organizar a própria ação, sistematizando com segurança, passo a passo, o “ato educativo¹”. - ser criativo na elaboração da aula; - estabelecer prioridades e limites; - estar aberto para acolher o aluno e sua realidade; - ser flexível para planejar sempre que necessário; ¹Momentos metodológicos que o professor vive na ação pedagógica com o planejamento, a ação, a observação e reflexão da aula.
  • 12. TIPOS DE PLANEJAMENTO DE ENSINO
  • 13. Planejamento de curso: é a previsão dos conteúdos e atividades a serem realizadas em determinada série (ano), durante certo período de tempo. Planejamento de aula: o professor especifica e operacionaliza os procedimentos diários para a concretização dos planos de curso e unidade.
  • 14. PLANEJANDO DEVEMOS DEFINIR
  • 15. - O que pretendemos alcançar? - O que vamos ensinar? - Como vamos ensinar? - Quando vamos ensinar? - Quais os recursos necessários? - O quê, quando e como avaliar?
  • 16. COMPONENTES DE UM PLANEJAMENTO DE ENSINO
  • 17. O planejamento é uma necessidade em todos os campos da atividade humana, e, especialmente na educação, adquirindo maior importância por causa da complexidade dos problemas. Ao buscar responder as questões referente a que devemos definir no momento do planejamento, é possível identificar os componentes:
  • 18. OBJETIVO GERAL: é o que o professor espera que a turma aprenda em determinadas condições e tempo de ensino, ao trabalhar determinado conteúdo.   EIXOS NORTEADORES: São as temáticas estruturadas em categorias que norteiam as atividades de ensino e aprendizagem (o professor deve ter um foco, o caminho a seguir). COMPETÊNCIAS: É a capacidade de agir eficazmente em determinado tipo de situação, apoiando-se em conhecimentos, sem limitar-se a eles. HABILIDADES: São componentes que articulados geram competências e estão explícitos na ação. É a pratica de determinadas habilidades que geram a competências.
  • 19. <ul><li>CONTEÚDOS (tipologia): </li></ul><ul><ul><li>CONCEITUAL: é o conjunto de fatos e princípios básicos para atingir os objetivos. É o que preciso “saber”. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os objetivos referentes a fatos, conceitos e princípios freqüentemente são formulados mediante os seguintes verbos: identificar, reconhecer, classificar, descrever, comparar, conhecer, explicar, relacionar, situar (no espaço ou tempo), lembrar, analisar, inferir, generalizar, comentar, interpretar, tirar conclusões, esboçar, indicar, enumerar, assinalar, resumir, distinguir, aplicar etc. </li></ul></ul>
  • 20. <ul><ul><li>PROCEDIMENTAL: é o meio, o processo ou o método que o utiliza para resolver uma situação proposta pelo professor, a partir dos conceituais para realização de um objetivo. “É o saber fazer” (aluno). </li></ul></ul><ul><ul><li>Os objetivos referentes a procedimentos freqüentemente são formulados mediante os seguintes verbos: manejar, confeccionar, utilizar, construir, aplicar, coletar, representar, observar, experimentar, testar, elaborar, simular, demonstrar, reconstruir, planejar, executar, compor etc. </li></ul></ul>
  • 21. <ul><ul><li>ATITUDINAL: é o desenvolvimento de uma postura intelectual e emocional na perspectiva do desenvolvimento de valores e posturas positivas. É o saber “ser”. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os objetivos referentes a valores, normas e atitudes freqüentemente são formulados mediante os seguintes verbos: comportar-se (de acordo com), respeitar, tolerar, apreciar, ponderar (positiva ou negativamente), aceitar, praticar, ser consciente de, sensibilizado, sentir, prestar atenção à, interessar por, obedecer, permitir, preocupar-se com, deleitar-se com, recrear-se, preferir, inclinar-se a, ter autonomia, pesquisar, estudar etc. </li></ul></ul>
  • 22. Bibliografia MORETTO, Vasco Pedro. Planejamento: Planejando a educação para o desenvolvimento de competência . 2ª Ed. Editora Vozes. Petrópolis, RJ.2008. ___________________. Prova: Um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas . 8º Ed. Editora Lamparina. Rio de Janeiro, RJ. 2008. GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa . 16ª Ed. Editora Loyola. São Paulo, SP. Junho/2007. Referencial Curricular de Ensino Fundamental das Escolas Públicas do Estado do Tocantins: Ensino Fundamental do 1º ao 9º Ano. 1ª Edição. Secretaria de Estado da Educação e Cultura. TO: 2006.

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